Folha de São Paulo
"Musical da década de 1930 ressurge em CD".
Jornal do Brasil
""Passaram a gostar de mim por ser gay", diz Ricky Martin".
Jornal da Tarde
"Les Pops é cool, sim, senhor".
"A antropofagia musical do Vampire Weekend".
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Folha - Musical da década de 1930 ressurge em CD
DO RIO
Como ressalta Paulo Betti, não existiria o recém-lançado CD "A Canção Brasileira" se, nos anos 80, o diretor Luís Antônio Martinez Corrêa (1950-1987), com a ajuda de Marshall Netherland, não tivesse encenado seus célebres "Theatro Musical Brazileiro 1860/1914" e "Theatro Musical Brazileiro 1914/1945".
Frutos de extensa pesquisa, aqueles espetáculos, além de encantar plateias, deixaram registradas para as futuras gerações as trilhas dos antigos musicais. Juliana Betti, 33, é uma das que aproveitaram essa herança. Ela foi uma das atrizes-cantoras e entusiastas da montagem de "A Canção Brasileira", que seu pai dirigiu em 2005, recriando a opereta homônima que foi sucesso em 1930. Paulo Betti é um dos sócios da Casa da Gávea, responsável pela peça e pelo disco que registra as versões da remontagem.
Vicente Celestino no papel de Samba e sua mulher, Gilda de Abreu, como Canção estrelaram a opereta que realizou cerca de 500 apresentações. Seu tema principal é, exatamente, o encontro entre samba e canção, algo que se consumava na época _apontado como o primeiro samba-canção, "Linda Flor (Ai, Ioiô)" (Henrique Vogeler/Luiz Peixoto/Marques Pôrto) foi lançado em 1928. As músicas de "A Canção Brasileira" são de Luís Iglesias, Miguel Santos e Henrique Vogeler.
O objetivo de Paulo Betti é transformar o musical em filme. Enquanto isto não se concretiza, ele distribui o CD, patrocinado pelo BNDES, para instituições ligadas a teatro e música, como o Instituto de Artes da Unicamp e o Conservatório Musical de Tatuí. Pessoas interessadas em ter o CD também podem entrar em contato com a Casa da Gávea a fim de recebê-lo: (0/xx/21) 2239-3511, casadagavea@casadagavea.org.br.
Como ressalta Paulo Betti, não existiria o recém-lançado CD "A Canção Brasileira" se, nos anos 80, o diretor Luís Antônio Martinez Corrêa (1950-1987), com a ajuda de Marshall Netherland, não tivesse encenado seus célebres "Theatro Musical Brazileiro 1860/1914" e "Theatro Musical Brazileiro 1914/1945".
Frutos de extensa pesquisa, aqueles espetáculos, além de encantar plateias, deixaram registradas para as futuras gerações as trilhas dos antigos musicais. Juliana Betti, 33, é uma das que aproveitaram essa herança. Ela foi uma das atrizes-cantoras e entusiastas da montagem de "A Canção Brasileira", que seu pai dirigiu em 2005, recriando a opereta homônima que foi sucesso em 1930. Paulo Betti é um dos sócios da Casa da Gávea, responsável pela peça e pelo disco que registra as versões da remontagem.
Vicente Celestino no papel de Samba e sua mulher, Gilda de Abreu, como Canção estrelaram a opereta que realizou cerca de 500 apresentações. Seu tema principal é, exatamente, o encontro entre samba e canção, algo que se consumava na época _apontado como o primeiro samba-canção, "Linda Flor (Ai, Ioiô)" (Henrique Vogeler/Luiz Peixoto/Marques Pôrto) foi lançado em 1928. As músicas de "A Canção Brasileira" são de Luís Iglesias, Miguel Santos e Henrique Vogeler.
O objetivo de Paulo Betti é transformar o musical em filme. Enquanto isto não se concretiza, ele distribui o CD, patrocinado pelo BNDES, para instituições ligadas a teatro e música, como o Instituto de Artes da Unicamp e o Conservatório Musical de Tatuí. Pessoas interessadas em ter o CD também podem entrar em contato com a Casa da Gávea a fim de recebê-lo: (0/xx/21) 2239-3511, casadagavea@casadagavea.org.br.
JB - "Passaram a gostar de mim por ser gay", diz Ricky Martin
AFP
MIAMI - O cantor porto-riquenho Ricky Martin, prestes a lançar seu novo álbum 'Música+Alma+Sexo', considerou que a confissão pública sobre sua homossexualidade o aproximou de um público que até então o rejeitava, segundo uma entrevista publicada neste domingo pelo jornal Clarín. "Há pessoas que antes não gostavam de mim e que agora gostam por eu ser gay", afirmou o artista de 39 anos.
Autor do livro 'Yo', onde detalha pormenores de sua vida privada, sua infância e seu início como artista no grupo Menudo, Martin afirma que neste momento de sua vida o mais importante é estar bem consigo mesmo. "Durante muitos anos fiz todo o possível para que os outros me aceitassem sem que eu mesmo tivesse me aceitado", justificou.
Pai de gêmeos, nascidos através de barriga de aluguel, o artista pensa aumentar em breve sua família. "Seremos mais, terei uma família maior, acabei de iniciar minha família, creio que dentro de dois anos, quando estiver fazendo teatro, vou buscar a menina do papai", afirmou.
Em um relacionamento há três anos, Martin afirmou que não pensa, por enquanto, em casamento. "Até agora não falamos disso, acontecerá quando tiver que acontecer, nem antes nem depois, estamos muito bem assim", disse, sobre seu parceiro cuja identidade é mantida em segredo.
Em seu novo álbum, Ricky Martin volta a cantar sobre uma mulher na canção Frío, cuja letra reescreveu "para encontrar um equilíbrio". "A melodia me fascinou, mas pedi para trabalhar a letra. Eles tinham esse 'como você é bonita', e me perguntei como resolver esses versos sem que dissessem: 'Ricky, decida-se, está mandando mensagens mistas', mas decidi dizer 'como você é bonita' e contar esse romance que tive com uma mulher, que me encantou, mas que honestamente meu coração não podia mais fingir", explicou.
O artista considera que deve sua carreira, em grande parte, a sua condição de homossexual, e que as coisas que passou o fortaleceram. "Tudo me fortaleceu de uma forma incrível, onde eu caio, muitos se matam", completou.
Na opinião dele, "se não fosse gay, não teria trabalhado da forma obsessiva com que trabalhei, tentando evitar o que sou. Vendo o lado macro de tudo, sou o que sou porque nasci homossexual", afirmou.
MIAMI - O cantor porto-riquenho Ricky Martin, prestes a lançar seu novo álbum 'Música+Alma+Sexo', considerou que a confissão pública sobre sua homossexualidade o aproximou de um público que até então o rejeitava, segundo uma entrevista publicada neste domingo pelo jornal Clarín. "Há pessoas que antes não gostavam de mim e que agora gostam por eu ser gay", afirmou o artista de 39 anos.
Autor do livro 'Yo', onde detalha pormenores de sua vida privada, sua infância e seu início como artista no grupo Menudo, Martin afirma que neste momento de sua vida o mais importante é estar bem consigo mesmo. "Durante muitos anos fiz todo o possível para que os outros me aceitassem sem que eu mesmo tivesse me aceitado", justificou.
Pai de gêmeos, nascidos através de barriga de aluguel, o artista pensa aumentar em breve sua família. "Seremos mais, terei uma família maior, acabei de iniciar minha família, creio que dentro de dois anos, quando estiver fazendo teatro, vou buscar a menina do papai", afirmou.
Em um relacionamento há três anos, Martin afirmou que não pensa, por enquanto, em casamento. "Até agora não falamos disso, acontecerá quando tiver que acontecer, nem antes nem depois, estamos muito bem assim", disse, sobre seu parceiro cuja identidade é mantida em segredo.
Em seu novo álbum, Ricky Martin volta a cantar sobre uma mulher na canção Frío, cuja letra reescreveu "para encontrar um equilíbrio". "A melodia me fascinou, mas pedi para trabalhar a letra. Eles tinham esse 'como você é bonita', e me perguntei como resolver esses versos sem que dissessem: 'Ricky, decida-se, está mandando mensagens mistas', mas decidi dizer 'como você é bonita' e contar esse romance que tive com uma mulher, que me encantou, mas que honestamente meu coração não podia mais fingir", explicou.
O artista considera que deve sua carreira, em grande parte, a sua condição de homossexual, e que as coisas que passou o fortaleceram. "Tudo me fortaleceu de uma forma incrível, onde eu caio, muitos se matam", completou.
Na opinião dele, "se não fosse gay, não teria trabalhado da forma obsessiva com que trabalhei, tentando evitar o que sou. Vendo o lado macro de tudo, sou o que sou porque nasci homossexual", afirmou.
JT - Les Pops é cool, sim, senhor
Jornal da Tarde
O que significa ser cool? Frequentar bares sofisticados? Conversar sobre literatura francesa? Citar Nietzsche a cada meia dúzia de frases? Vestir-se de maneira meticulosamente desarrumada? Viver de maneira propositalmente boêmia? Nada disso (e tudo isso), ao mesmo tempo. O disco de estreia da banda Les Pops tenta entender essa onda cabeçóide. Os intelectuais estão na moda e, para eles, isso é motivo para tirar um sarro.
O nome do álbum já contém a primeira das muitas ironias: Quero Ser Cool. “As pessoas entraram nessa de querer ser muito modernas. Isso é coisa da zona sul do Rio de Janeiro”, explica Daniel Lopes, de 33 anos, carioca da gema.
Responsável por alguns dos vocais, além de tocar guitarraxo (calma, isso será explicado mais à frente), Daniel, ao lado de Thiago Antunes (voz, ukelele e banjo) e Rodrigo Bittencourt (voz e guitarra), forma o trio Les Pops. Para a gravação do CD de estreia, eles tiveram a companhia do amigo Raphael Rapreto na bateria.
A vontade de brincar com essa onda modernete vem de dois fatores. Primeiro: os três não cresceram na zona sul, conhecidamente com maior poder aquisitivo, que abriga os bairros mais famosos do Rio de Janeiro, como Ipanema, Leblon e Copacabana. “Somos suburbanos”, diz Daniel, nascido e criado em Bangu, na zona norte, assim como Rodrigo, natural do Méier. Thiago é o único paulista, de Campinas. Outro motivo para a animada jocosidade, justificam eles, é o fato de já terem todos 33 anos. Com a maturidade, eles se veem capazes de brincar com a tal onda chique. “Agora, para fazer sucesso, precisa ser moderno”, diz o guitarraxeiro, como ele mesmo se denomina.
Voltando ao guitarraxo… As pessoas devem se perguntar “mas que diabos é isso?”. Segundo Daniel, é simples: trata-se, na verdade, de uma guitarra tocada como se fosse um baixo. “Não tínhamos um baixista. Tentamos dois, que faltaram nos ensaios. Eu me propus a tocar guitarra desse jeito e estou gostando”.
O Les Pops, criado há um ano, brinca com a nova onda do chique. Faz piada com o moderno. Mas eles são, também, parte desse movimento sócio-musical. E sabem disso. Talvez, seja essa a maior graça de tudo. Quero Ser Cool é um álbum que preenche todos os requisitos: eles fazem uma música cheia de referências nacionais e internacionais, versos simples sem deixar a inteligência de lado. No visual, a banda também não deixa barato, e faz uso do chique desleixado.
A música que dá nome ao disco, escrita por Daniel e Rodrigo, conta a história de um sujeito que até tenta, mas não consegue se enquadras na onda cool. “Não ando pelos bares / tentando aparecer / Falando umas bobagens / sobre Nietzsche ou Platão / Falando de Bukowski / escalando a Seleção”, quase toda embalada apenas pelo violão e pelo banjo.
A brincadeira chega ao ápice com Aluguel em Abbey Road. Escrita por Daniel, ela caçoa da famosa capa do disco dos Beatles, de 1969, na qual o quarteto de Liverpool foi fotografado na Rua Abbey Road. “A árvore precisa ser podada / A faixa é torta e mal pintada / O fusca duas rodas na calçada – viu? / Na Inglaterra também tem coisa errada”. Divertido, não?
Mesmo quando o tema é mais sério – amor, por exemplo -, a música deles é leve. As pops Esmalte ou Salto Agulha são exemplos disso. Ou o refrão da segunda, “Tudo o que eu quero agora / Era aquela boca grudada na minha / Tudo o que eu queria agora / Era ela em casa de meia e calcinha”, é denso e profundo? Não. É divertida, casual, cotidiana. Enfim, é leve. Levemente cool. ::
LANÇAMENTO
Les Pops
‘Quero Ser Cool’
Discobertas
Preço: R$ 20
O que significa ser cool? Frequentar bares sofisticados? Conversar sobre literatura francesa? Citar Nietzsche a cada meia dúzia de frases? Vestir-se de maneira meticulosamente desarrumada? Viver de maneira propositalmente boêmia? Nada disso (e tudo isso), ao mesmo tempo. O disco de estreia da banda Les Pops tenta entender essa onda cabeçóide. Os intelectuais estão na moda e, para eles, isso é motivo para tirar um sarro.
O nome do álbum já contém a primeira das muitas ironias: Quero Ser Cool. “As pessoas entraram nessa de querer ser muito modernas. Isso é coisa da zona sul do Rio de Janeiro”, explica Daniel Lopes, de 33 anos, carioca da gema.
Responsável por alguns dos vocais, além de tocar guitarraxo (calma, isso será explicado mais à frente), Daniel, ao lado de Thiago Antunes (voz, ukelele e banjo) e Rodrigo Bittencourt (voz e guitarra), forma o trio Les Pops. Para a gravação do CD de estreia, eles tiveram a companhia do amigo Raphael Rapreto na bateria.
A vontade de brincar com essa onda modernete vem de dois fatores. Primeiro: os três não cresceram na zona sul, conhecidamente com maior poder aquisitivo, que abriga os bairros mais famosos do Rio de Janeiro, como Ipanema, Leblon e Copacabana. “Somos suburbanos”, diz Daniel, nascido e criado em Bangu, na zona norte, assim como Rodrigo, natural do Méier. Thiago é o único paulista, de Campinas. Outro motivo para a animada jocosidade, justificam eles, é o fato de já terem todos 33 anos. Com a maturidade, eles se veem capazes de brincar com a tal onda chique. “Agora, para fazer sucesso, precisa ser moderno”, diz o guitarraxeiro, como ele mesmo se denomina.
Voltando ao guitarraxo… As pessoas devem se perguntar “mas que diabos é isso?”. Segundo Daniel, é simples: trata-se, na verdade, de uma guitarra tocada como se fosse um baixo. “Não tínhamos um baixista. Tentamos dois, que faltaram nos ensaios. Eu me propus a tocar guitarra desse jeito e estou gostando”.
O Les Pops, criado há um ano, brinca com a nova onda do chique. Faz piada com o moderno. Mas eles são, também, parte desse movimento sócio-musical. E sabem disso. Talvez, seja essa a maior graça de tudo. Quero Ser Cool é um álbum que preenche todos os requisitos: eles fazem uma música cheia de referências nacionais e internacionais, versos simples sem deixar a inteligência de lado. No visual, a banda também não deixa barato, e faz uso do chique desleixado.
A música que dá nome ao disco, escrita por Daniel e Rodrigo, conta a história de um sujeito que até tenta, mas não consegue se enquadras na onda cool. “Não ando pelos bares / tentando aparecer / Falando umas bobagens / sobre Nietzsche ou Platão / Falando de Bukowski / escalando a Seleção”, quase toda embalada apenas pelo violão e pelo banjo.
A brincadeira chega ao ápice com Aluguel em Abbey Road. Escrita por Daniel, ela caçoa da famosa capa do disco dos Beatles, de 1969, na qual o quarteto de Liverpool foi fotografado na Rua Abbey Road. “A árvore precisa ser podada / A faixa é torta e mal pintada / O fusca duas rodas na calçada – viu? / Na Inglaterra também tem coisa errada”. Divertido, não?
Mesmo quando o tema é mais sério – amor, por exemplo -, a música deles é leve. As pops Esmalte ou Salto Agulha são exemplos disso. Ou o refrão da segunda, “Tudo o que eu quero agora / Era aquela boca grudada na minha / Tudo o que eu queria agora / Era ela em casa de meia e calcinha”, é denso e profundo? Não. É divertida, casual, cotidiana. Enfim, é leve. Levemente cool. ::
LANÇAMENTO
Les Pops
‘Quero Ser Cool’
Discobertas
Preço: R$ 20
JT - A antropofagia musical do Vampire Weekend
Jornal da Tarde
O disco Ronnie Von nº 3 foi lançado em 1967. Não houve grande comoção, nem do público, nem da crítica especializada. Na verdade, o experimentalismo psicodélico do hoje apresentador de televisão não foi bem digerido numa época em que a música da Jovem Guarda, na qual Ronnie era erroneamente incluído, estava em voga. Se por aqui o disco demorou para ganhar reconhecimento – agora é tratado como relíquia por estudiosos e colecionadores –, ele é citado como uma das principais influências de uma das bandas indies mais cultuadas do momento, o Vampire Weekend, que vem pela primeira vez em turnê ao Brasil, com shows em Porto Alegre (no sábado passado), São Paulo (nesta terça-feira) e Rio de Janeiro (quinta).
A curiosa revelação sobre a influência de Ronnie Von foi feita pelo baixista da banda, Chris Baio, 26 anos, nascido 17 anos após o lançamento do então criticado álbum. “Eu achava esse disco incrível”, diz. “Ele era um espécie de ator, certo?”, pergunta Baio em seguida, sem mostrar tanto conhecimento sobre a carreira do cantor brasileiro.
Logo em seguida, porém, ele cita outra influência brasileira, esta ainda mais obscura: o igualmente raro disco Paulo Bagunça e a Tropa Maluca, da banda homônima, lançado em 1974. É possível, aliás, encontrar algumas semelhanças entre esse disco e o trabalho do Vampire. A faixa Grinfa Louca, a terceira do álbum, por exemplo, possui uma percussão africana acelerada que dá o tom para todo o CD de estreia da banda americana – principalmente em A-Punk. Já os arranjos vocais dessa mesma faixa de Paulo Bagunça é semelhante ao que canta Ezra Koenig, vocalista e guitarrista do Vampire, em One (Blake’s Got A New Face), no mesmo disco de estreia do grupo.
É por essa baciada de influências que o Vampire Weekend atingiu o status de banda adorada por uns, líder de vendas – na primeira semana do lançamento do segundo álbum, Contra, em janeiro de 2010, foram vendidas 124 mil cópias, liderando a parada da Billboard –, e odiada por outros, que afirmam que o som da banda não passa de uma imitação do que Paul Simon fez nos anos 80.
“Somos influenciados por música de todo o mundo. Fazemos algo diferente”, diz Baio. “Diferentemente do que alguns críticos dizem, não começamos a fazer sample de músicas dos outros. Não reformulamos ideias alheias”.
Tudo (aclamação e crítica) veio como uma rápida tempestade na curta carreira do Vampire Weekend. Formada em 2006 por Ezra Koenig (vocal e guitarra), Rostam Batmanglij (backing vocal e guitarra), Chris Tomson (bateria) e Baio, todos entre 26 e 27 anos, a banda logo começou a chamar a atenção no Brooklyn. “Nova York dá muita oportunidade para as bandas novas”, conta Baio. Em 2008, o Vampire Weekend já recebia boas resenhas em blogs especializados em rock indie quando lançou o disco de estreia, homônimo.
A mescla de percussão carregada de influência africana com guitarras de linhas modernas e vocais despretensiosos deu ao som do grupo a classificação de “Soweto do Upper East Side”, numa mistura do bairro pobre de Joanesburgo, na África do Sul, com a região de classe alta de Nova York. A experimentação do Vampire viajava dos batuques africanos a arranjos com violinos, como em Diplomat’s Son, do disco Contra.
Logo, as críticas também vieram. “No começo, isso nos incomodou. Mas aprendemos que não importa. Temos de pensar na nossa arte”, diz o baixista. Como os vampiros que dão nome à banda, o Vampire Weekend vive de absorver dos outros – influências musicais, não sangue – para se manter vivo e no topo. Por enquanto, a banda tem conseguido. E tocará em São Paulo amanhã, para mostrar seu som cheio de referências. Inclusive, as inspiradas em Ronnie Von.
O disco Ronnie Von nº 3 foi lançado em 1967. Não houve grande comoção, nem do público, nem da crítica especializada. Na verdade, o experimentalismo psicodélico do hoje apresentador de televisão não foi bem digerido numa época em que a música da Jovem Guarda, na qual Ronnie era erroneamente incluído, estava em voga. Se por aqui o disco demorou para ganhar reconhecimento – agora é tratado como relíquia por estudiosos e colecionadores –, ele é citado como uma das principais influências de uma das bandas indies mais cultuadas do momento, o Vampire Weekend, que vem pela primeira vez em turnê ao Brasil, com shows em Porto Alegre (no sábado passado), São Paulo (nesta terça-feira) e Rio de Janeiro (quinta).
A curiosa revelação sobre a influência de Ronnie Von foi feita pelo baixista da banda, Chris Baio, 26 anos, nascido 17 anos após o lançamento do então criticado álbum. “Eu achava esse disco incrível”, diz. “Ele era um espécie de ator, certo?”, pergunta Baio em seguida, sem mostrar tanto conhecimento sobre a carreira do cantor brasileiro.
Logo em seguida, porém, ele cita outra influência brasileira, esta ainda mais obscura: o igualmente raro disco Paulo Bagunça e a Tropa Maluca, da banda homônima, lançado em 1974. É possível, aliás, encontrar algumas semelhanças entre esse disco e o trabalho do Vampire. A faixa Grinfa Louca, a terceira do álbum, por exemplo, possui uma percussão africana acelerada que dá o tom para todo o CD de estreia da banda americana – principalmente em A-Punk. Já os arranjos vocais dessa mesma faixa de Paulo Bagunça é semelhante ao que canta Ezra Koenig, vocalista e guitarrista do Vampire, em One (Blake’s Got A New Face), no mesmo disco de estreia do grupo.
É por essa baciada de influências que o Vampire Weekend atingiu o status de banda adorada por uns, líder de vendas – na primeira semana do lançamento do segundo álbum, Contra, em janeiro de 2010, foram vendidas 124 mil cópias, liderando a parada da Billboard –, e odiada por outros, que afirmam que o som da banda não passa de uma imitação do que Paul Simon fez nos anos 80.
“Somos influenciados por música de todo o mundo. Fazemos algo diferente”, diz Baio. “Diferentemente do que alguns críticos dizem, não começamos a fazer sample de músicas dos outros. Não reformulamos ideias alheias”.
Tudo (aclamação e crítica) veio como uma rápida tempestade na curta carreira do Vampire Weekend. Formada em 2006 por Ezra Koenig (vocal e guitarra), Rostam Batmanglij (backing vocal e guitarra), Chris Tomson (bateria) e Baio, todos entre 26 e 27 anos, a banda logo começou a chamar a atenção no Brooklyn. “Nova York dá muita oportunidade para as bandas novas”, conta Baio. Em 2008, o Vampire Weekend já recebia boas resenhas em blogs especializados em rock indie quando lançou o disco de estreia, homônimo.
A mescla de percussão carregada de influência africana com guitarras de linhas modernas e vocais despretensiosos deu ao som do grupo a classificação de “Soweto do Upper East Side”, numa mistura do bairro pobre de Joanesburgo, na África do Sul, com a região de classe alta de Nova York. A experimentação do Vampire viajava dos batuques africanos a arranjos com violinos, como em Diplomat’s Son, do disco Contra.
Logo, as críticas também vieram. “No começo, isso nos incomodou. Mas aprendemos que não importa. Temos de pensar na nossa arte”, diz o baixista. Como os vampiros que dão nome à banda, o Vampire Weekend vive de absorver dos outros – influências musicais, não sangue – para se manter vivo e no topo. Por enquanto, a banda tem conseguido. E tocará em São Paulo amanhã, para mostrar seu som cheio de referências. Inclusive, as inspiradas em Ronnie Von.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Destaques dos Jornais 28/01/2011
Estado de São Paulo
"Vampire Weekend se apresenta em São Paulo".
Folha de São Paulo
"Baterista do U2 é condenado no Brasil".
"Site divulga letra da nova música de Lady Gaga".
"Vampire Weekend se apresenta em São Paulo".
Folha de São Paulo
"Baterista do U2 é condenado no Brasil".
"Site divulga letra da nova música de Lady Gaga".
Estadão - Vampire Weekend se apresenta em São Paulo
O Estado de S. Paulo
Para ser uma boa banda é preciso estar no topo das paradas, participar de grandes festivais e se envolver em polêmicas? Se este for o critério, podemos dizer que o Vampire Weekend "chegou lá".
Original do bairro nova-iorquino do Brooklyn, casa de 8 entre 10 bandas indies que despontaram recentemente nos EUA, o grupo liderado por Ezra Koenig lançou seu primeiro álbum, famoso pela influência de ritmos africanos, em 2008. Foi, então, eleita melhor banda do ano pela revista Spin.
Com o disco Contra, de 2010, se apresentou no festival britânico de Glastonbury e vendeu 124 mil cópias em menos de uma semana, chegando ao nº 1 do ranking da revista Billboard. Quanto à polêmica, a menina que protagoniza a capa de Contra, Kirsten Kennis, processou o grupo afirmando que a foto utilizada é de seu arquivo pessoal, e não do fotógrafo Tod Brody. O caso ainda está aberto e coube à banda processar Brody em US$ 2 milhões.
Mesmo com a teoria comprovada, pode ser que você nunca tenha ouvido falar de Ezra Koenig (voz e guitarra), Rostam Batmanglij (teclado e guitarra), Chris Tomson (bateria) e Chris Baio (baixo). Mas na terça (1), o Vampire Weekend se apresenta na Via Funchal e estes nomes podem se tornar mais familiares a partir de agora.
Vampire Weekend - Via Funchal (r. Funchal, 65, V. Olímpia. 3846-2300). Terça-feira, 1, 22h30. R$ 160 e R$ 250. Vendas online www.ingressorapido.com.br
Para ser uma boa banda é preciso estar no topo das paradas, participar de grandes festivais e se envolver em polêmicas? Se este for o critério, podemos dizer que o Vampire Weekend "chegou lá".
Original do bairro nova-iorquino do Brooklyn, casa de 8 entre 10 bandas indies que despontaram recentemente nos EUA, o grupo liderado por Ezra Koenig lançou seu primeiro álbum, famoso pela influência de ritmos africanos, em 2008. Foi, então, eleita melhor banda do ano pela revista Spin.
Com o disco Contra, de 2010, se apresentou no festival britânico de Glastonbury e vendeu 124 mil cópias em menos de uma semana, chegando ao nº 1 do ranking da revista Billboard. Quanto à polêmica, a menina que protagoniza a capa de Contra, Kirsten Kennis, processou o grupo afirmando que a foto utilizada é de seu arquivo pessoal, e não do fotógrafo Tod Brody. O caso ainda está aberto e coube à banda processar Brody em US$ 2 milhões.
Mesmo com a teoria comprovada, pode ser que você nunca tenha ouvido falar de Ezra Koenig (voz e guitarra), Rostam Batmanglij (teclado e guitarra), Chris Tomson (bateria) e Chris Baio (baixo). Mas na terça (1), o Vampire Weekend se apresenta na Via Funchal e estes nomes podem se tornar mais familiares a partir de agora.
Vampire Weekend - Via Funchal (r. Funchal, 65, V. Olímpia. 3846-2300). Terça-feira, 1, 22h30. R$ 160 e R$ 250. Vendas online www.ingressorapido.com.br
Folha - Baterista do U2 é condenado no Brasil
DE SÃO PAULO
Larry Mullen Jr., baterista e representante legal do U2, foi condenado pela Justiça brasileira a pagar R$ 800 mil ao empresário Franco Bruni, que trouxe a banda irlandesa ao país em 1998, para três shows da turnê "PopMart".
Site volta a vender entradas para shows do U2 em SP
Oprah Winfrey diz que ofereceu emprego a Bono do U2 em seu canal de TV
Em novembro de 2000, quando visitou o Rio para divulgar o CD "All That You Can't Leave Behind", Mullen disse ao jornal "O Globo" que o grupo não tinha recebido todo o pagamento pelos shows. "Fomos embora sem receber uma boa parte do cachê", declarou o baterista.
Na mesma ocasião, o vocalista Bono lamentou que os shows nos Brasil foram "desorganizados". Foram três apresentações, uma no Rio e duas em São Paulo. Antes do show carioca, um grande congestionamento no caminho para o local do evento, em Jacarepaguá, fez com que uma parte do público perdesse o início da apresentação.
Três dias depois, o empresário entrou com pedido de processo por danos morais na Justiça de Santa Catarina, onde ele reside, apresentando as notas fiscais correspondentes aos agamentos efetuados à banda.
O processo foi aberto em 2003 e as audiências se deram entre 2005 e 2010, sem que nenhum representante da banda tivesse tomado parte de nenhuma delas.
Em 2006, quando o U2 retornou ao Brasil durante a turnê "Vertigo", Mullen e Bono receberam citações judiciais após a chegada do avião da banda, em Guarulhos.
Segundo consta nos relatos do processo, o avião teria pedido permissão para decolar quando os integrantes da banda souberam da presença de oficiais de Justiça e agentes da Polícia Federal, mas permaneceu no solo.
Mullen não assinou o documento e escreveu nele "palavras incompreensíveis". Já Bono assinou a citação com seu nome verdadeiro, Paul Hewson.
No último dia 18, decisão da 3º Vara Cível da Comarca de Balneário Camboriú (SC), determinou que Mullen pague R$ 800 mil de indenização a Franco Bruni. Na sentença, as declarações do músico foram consideradas "desabonadoras e desprovidas de veracidade".
Por enquanto, a banda não se manifestou sobre a sentença. Cabe recurso a Mullen e o final da história pode levar alguns anos.
Em seu blog, Bruni registrou a decisão com um texto iniciado com a seguinte frase: "Um caso de irresponsabilidade e desrespeito está próximo do fim".
O U2 volta ao Brasil neste ano para fazer três shows no estádio do Morumbi, em São Paulo. Marcadas para os dias 9, 10 e 13 de abril, as apresentações estão com ingressos esgotados.
Larry Mullen Jr., baterista e representante legal do U2, foi condenado pela Justiça brasileira a pagar R$ 800 mil ao empresário Franco Bruni, que trouxe a banda irlandesa ao país em 1998, para três shows da turnê "PopMart".
Site volta a vender entradas para shows do U2 em SP
Oprah Winfrey diz que ofereceu emprego a Bono do U2 em seu canal de TV
Em novembro de 2000, quando visitou o Rio para divulgar o CD "All That You Can't Leave Behind", Mullen disse ao jornal "O Globo" que o grupo não tinha recebido todo o pagamento pelos shows. "Fomos embora sem receber uma boa parte do cachê", declarou o baterista.
Na mesma ocasião, o vocalista Bono lamentou que os shows nos Brasil foram "desorganizados". Foram três apresentações, uma no Rio e duas em São Paulo. Antes do show carioca, um grande congestionamento no caminho para o local do evento, em Jacarepaguá, fez com que uma parte do público perdesse o início da apresentação.
Três dias depois, o empresário entrou com pedido de processo por danos morais na Justiça de Santa Catarina, onde ele reside, apresentando as notas fiscais correspondentes aos agamentos efetuados à banda.
O processo foi aberto em 2003 e as audiências se deram entre 2005 e 2010, sem que nenhum representante da banda tivesse tomado parte de nenhuma delas.
Em 2006, quando o U2 retornou ao Brasil durante a turnê "Vertigo", Mullen e Bono receberam citações judiciais após a chegada do avião da banda, em Guarulhos.
Segundo consta nos relatos do processo, o avião teria pedido permissão para decolar quando os integrantes da banda souberam da presença de oficiais de Justiça e agentes da Polícia Federal, mas permaneceu no solo.
Mullen não assinou o documento e escreveu nele "palavras incompreensíveis". Já Bono assinou a citação com seu nome verdadeiro, Paul Hewson.
No último dia 18, decisão da 3º Vara Cível da Comarca de Balneário Camboriú (SC), determinou que Mullen pague R$ 800 mil de indenização a Franco Bruni. Na sentença, as declarações do músico foram consideradas "desabonadoras e desprovidas de veracidade".
Por enquanto, a banda não se manifestou sobre a sentença. Cabe recurso a Mullen e o final da história pode levar alguns anos.
Em seu blog, Bruni registrou a decisão com um texto iniciado com a seguinte frase: "Um caso de irresponsabilidade e desrespeito está próximo do fim".
O U2 volta ao Brasil neste ano para fazer três shows no estádio do Morumbi, em São Paulo. Marcadas para os dias 9, 10 e 13 de abril, as apresentações estão com ingressos esgotados.
Folha - Site divulga letra da nova música de Lady Gaga
DE SÃO PAULO
O blogueiro americano Perez Hilton publicou em seu site a letra de "Born This Way".
A música deve ser o primeiro single do novo álbum da cantora, que tem o mesmo nome da canção.
A primeira vez que o single vai ser cantado publicamente é no Grammy, no dia 13 de fevereiro.
Confira a letra:
INTRO
It doesn't matter if you love him, or capital H-I-M
Just put your paws up
'cause you were Born This Way, Baby
VERSE
My mama told me when i was young
We are all born superstars
She rolled my hair and put my lipstick on
In the glass of her boudoir
'There's nothin wrong with lovin who you are'
She said, 'cause he made you perfect, babe'
'So hold your head up girl and you'll go far,
Listen to me when i say'
CHORUS
I'm beautiful in my way
'cause god makes no mistakes
I'm on the right track baby
I was born this way
Don't hide yourself in regret
Just love yourself and you're set
I'm on the right track baby
I was born this way
POST-CHORUS
Ooo there ain't no other way
Baby i was born this way
Baby i was born this way
Ooo there ain't no other way
Baby I was born
I'm on the right track baby
I was born this way
Don't be a drag - just be a queen
Don't be a drag - just be a queen
Don't be a drag - just be a queen
Don't be!
VERSE
Give yourself prudence
And love your friends
Subway kid, rejoice your truth
In the religion of the insecure
I must be myself, respect my youth
A different lover is not a sin
Believe capital h-i-m (hey hey hey)
I love my life i love this record and
Mi amore vole fe yah (love needs faith)
REPEAT CHORUS + POST-CHORUS
BRIDGE
Don't be a drag, just be a queen
Whether you're broke or evergreen
You're black, white, beige, chola descent
You're lebanese, you're orient
Whether life's disabilities
Left you outcast, bullied, or teased
Rejoice and love yourself today
'cause baby you were born this way
No matter gay, straight, or bi,
Lesbian, transgendered life
I'm on the right track baby
I was born to survive
No matter black, white or beige
Chola or orient made
I'm on the right track baby
I was born to be brave
REPEAT CHORUS
OUTRO/REFRAIN
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I'm on the right track baby
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I'm on the right track baby
I was born this way hey!
O blogueiro americano Perez Hilton publicou em seu site a letra de "Born This Way".
A música deve ser o primeiro single do novo álbum da cantora, que tem o mesmo nome da canção.
A primeira vez que o single vai ser cantado publicamente é no Grammy, no dia 13 de fevereiro.
Confira a letra:
INTRO
It doesn't matter if you love him, or capital H-I-M
Just put your paws up
'cause you were Born This Way, Baby
VERSE
My mama told me when i was young
We are all born superstars
She rolled my hair and put my lipstick on
In the glass of her boudoir
'There's nothin wrong with lovin who you are'
She said, 'cause he made you perfect, babe'
'So hold your head up girl and you'll go far,
Listen to me when i say'
CHORUS
I'm beautiful in my way
'cause god makes no mistakes
I'm on the right track baby
I was born this way
Don't hide yourself in regret
Just love yourself and you're set
I'm on the right track baby
I was born this way
POST-CHORUS
Ooo there ain't no other way
Baby i was born this way
Baby i was born this way
Ooo there ain't no other way
Baby I was born
I'm on the right track baby
I was born this way
Don't be a drag - just be a queen
Don't be a drag - just be a queen
Don't be a drag - just be a queen
Don't be!
VERSE
Give yourself prudence
And love your friends
Subway kid, rejoice your truth
In the religion of the insecure
I must be myself, respect my youth
A different lover is not a sin
Believe capital h-i-m (hey hey hey)
I love my life i love this record and
Mi amore vole fe yah (love needs faith)
REPEAT CHORUS + POST-CHORUS
BRIDGE
Don't be a drag, just be a queen
Whether you're broke or evergreen
You're black, white, beige, chola descent
You're lebanese, you're orient
Whether life's disabilities
Left you outcast, bullied, or teased
Rejoice and love yourself today
'cause baby you were born this way
No matter gay, straight, or bi,
Lesbian, transgendered life
I'm on the right track baby
I was born to survive
No matter black, white or beige
Chola or orient made
I'm on the right track baby
I was born to be brave
REPEAT CHORUS
OUTRO/REFRAIN
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I'm on the right track baby
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I was born this way hey!
I'm on the right track baby
I was born this way hey!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Destaques dos Jornais 27/01/2011
Folha de São Paulo
"Capa de revista com Elton John segurando filho é censurada nos EUA".
""Emoções" é a música mais regravada de Roberto Carlos, diz Ecad".
"Capa de revista com Elton John segurando filho é censurada nos EUA".
""Emoções" é a música mais regravada de Roberto Carlos, diz Ecad".
Folha - Capa de revista com Elton John segurando filho é censurada nos EUA
DE SÃO PAULO
A capa da revista "US Weekly" que traz uma fotografia de Elton John com seu companheiro David Furnish e seu filho recém-nascido foi censurada em uma rede de lojas nos Estados Unidos.
A rede Harps cobriu a publicação em suas prateleiras com um "escudo familiar" para "proteger as crianças", afirma o jornal "Daily Mail".
A empresa declara que tomou essa decisão após receber uma série de reclamações de seus clientes. "Isso não representa a nossa opinião neste assunto. Nós não temos uma opinião", afirmou um representante da rede. Segundo um comunicado publicado no site da rede, o caso foi reavaliado e a proteção familiar já foi removida.
O bebê, chamado Zachary, nasceu no dia de Natal do ano passado. Ele foi gerado através de inseminação artificial e barriga de aluguel.
A capa da revista "US Weekly" que traz uma fotografia de Elton John com seu companheiro David Furnish e seu filho recém-nascido foi censurada em uma rede de lojas nos Estados Unidos.
A rede Harps cobriu a publicação em suas prateleiras com um "escudo familiar" para "proteger as crianças", afirma o jornal "Daily Mail".
A empresa declara que tomou essa decisão após receber uma série de reclamações de seus clientes. "Isso não representa a nossa opinião neste assunto. Nós não temos uma opinião", afirmou um representante da rede. Segundo um comunicado publicado no site da rede, o caso foi reavaliado e a proteção familiar já foi removida.
O bebê, chamado Zachary, nasceu no dia de Natal do ano passado. Ele foi gerado através de inseminação artificial e barriga de aluguel.
Folha - "Emoções" é a música mais regravada de Roberto Carlos, diz Ecad
DE SÃO PAULO
De acordo com uma pesquisa do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), a música mais regravada do cantor Roberto Carlos é "Emoções".
Em seguida, vem "Como É Grande o Meu Amor Por Você" e "Sentado à Beira do Caminho". Na lista, também estão "Detalhes", "Se Você Pensa", "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno", "De Tanto Amor", "Jesus Cristo", "Proposta" e "Olha".
Entre os artistas que já regravaram "Emoções", estão Milton Nascimento e Marina Lima.
Veja abaixo a lista das músicas mais regravadas de Roberto Carlos, seguida pelo número de regravações.
"Emoções" - 57
"Como é Grande o Meu Amor Por Você" - 43
"Sentado à Beira do Caminho" - 35
"Detalhes" - 34
"Se Você Pensa" - 29
"Quero Que Vá Tudo Pro Inferno" - 28
"De Tanto Amor" - 27
"Jesus Cristo" - 27
"Proposta" - 27
"Olha" - 26
De acordo com uma pesquisa do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), a música mais regravada do cantor Roberto Carlos é "Emoções".
Em seguida, vem "Como É Grande o Meu Amor Por Você" e "Sentado à Beira do Caminho". Na lista, também estão "Detalhes", "Se Você Pensa", "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno", "De Tanto Amor", "Jesus Cristo", "Proposta" e "Olha".
Entre os artistas que já regravaram "Emoções", estão Milton Nascimento e Marina Lima.
Veja abaixo a lista das músicas mais regravadas de Roberto Carlos, seguida pelo número de regravações.
"Emoções" - 57
"Como é Grande o Meu Amor Por Você" - 43
"Sentado à Beira do Caminho" - 35
"Detalhes" - 34
"Se Você Pensa" - 29
"Quero Que Vá Tudo Pro Inferno" - 28
"De Tanto Amor" - 27
"Jesus Cristo" - 27
"Proposta" - 27
"Olha" - 26
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