quarta-feira, 31 de março de 2010

Destaques dos Jornais 31/03/2010

Estado de São Paulo

"Virada Cultural resgata trem de Adoniran Barbosa".

Folha de São Paulo

Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta

"A cantora Biah Carfig se apresenta no Projeto Cabaret da Galeria Olido".

"A banda Gala Monstro faz show no Studio SP".

Jornal da Tarde

"A banda Os Opalas convida público para dançar".

"Guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser mostra músicas de sua carreira solo, No Ao Vivo Music".

"Renato Russo mais um para celebrar os 50 anos do cantor, EMI lança disco com duetos".

"Claudia Leitte quer fama internacional".

Jornal do Brasil

"Paul McCartney contagia público em Los Angeles".

Estadão - Virada Cultural resgata trem de Adoniran Barbosa

AE - Agência Estado


O trem de Adoniran Barbosa, citado na música-símbolo de São Paulo, finalmente vai sair às onze horas. Não necessariamente do Jaçanã, onde já fora demolida, em 1964, a famosa estação. Na 6.ª edição da Virada Cultural, nos dias 15 e 16 de maio, o Trem das Onze - que nunca existiu, mas acabou imortalizado pelo compositor paulista, que neste ano faria 100 anos - passará por várias estações da capital, com possível partida da zona norte.
A atração, uma proposta da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) para homenagear o centenário de Adoniran, deve ser uma das principais atrações da Virada, que espera receber público superior a 3 milhões de pessoas. Na próxima semana, representantes do Estado e da Prefeitura vão se reunir para definir o trajeto do trem e em quais estações ocorrerão as paradas.
Segundo a Secretaria Municipal de Cultura, não foi definido se a atração vai durar as 24 horas ininterruptas do evento ou apenas durante a madrugada de sábado para domingo, das 23h às 11h. "A atração está em estudo ainda. Não temos outros detalhes. Já existe uma reunião marcada para discutir a proposta", informou o governo municipal. A CPTM também confirmou o plano da homenagem dentro da Virada, mas não deu outros detalhes.
A ideia com o Trem das Onze é montar dentro de vagões da CPTM uma decoração que lembre a obra de Adoniran, também consagrado como ator e humorista do rádio paulistano na década de 50
Museu - Embora Adoniran Barbosa morasse no bairro de Cidade Ademar, na zona sul, quando morreu, em 1982, parte de sua trajetória pode ser observada ainda hoje no Museu do Jaçanã, na zona norte. Fotos antigas, um chapéu do compositor, discos em 78 rotações e vitrolas fazem parte do acervo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Folha - Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta

da Folha Online

A cantora Biah Carfig se apresenta no Projeto Cabaret da Galeria Olido. No repertório da artista, trechos de musicais da Broadway, canções antigas, valsas brasileiras e chorinho.

"Cabaret na Vitrine"
Onde: Galeria Olido - av. São João, 473, República, região central, São Paulo, tel.:0/xx/11/3331-8399
Quando: Qua., às 19h
Quanto: grátis

A banda Gala Monstro faz show no Studio SP. O grupo apresenta canções que misturam com diferentes gêneros musicais como funk, rock e reggae.

"Gala Monstro"
Onde: Studio SP - r. Augusta, 591, Consolação, região central, São Paulo, tel.:0/xx/11/3129-7040
Quando: Qua., às 21h
Quanto: grátis

JT - Os Opalas convida público para dançar

Jornal da Tarde

A banda Os Opalas segue temporada no Grazie a Dio! com um show feito para dançar. O repertório inclui músicas de Jorge Ben Jor, Bebeto, etc. Hoje, 22h. Rua Girassol, 67. 3031-6568. R$15 (mulher); R$20 (homem).

JT - Andreas Kisser

Jornal da Tarde

Guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser mostra músicas de sua carreira solo, gravadas em ‘Hubris I e II’. Ele sobe ao palco acompanhado por cinco músicos.
Composições de sua banda também podem entrar no set list.
Hoje, às 22h30. No Ao Vivo Music. Rua Inhambu, 229. 5052-0072.
Entradas a R$ 50. 18 anos.

JT - Renato Russo mais um

Jornal da Tarde

Para celebrar os 50 anos do cantor, EMI lança disco com duetos. Mas nem todos aconteceram
Se estivesse vivo, Renato Russo teria completado 50 anos no último sábado. Para comemorar a data, o pesquisador Marcelo Fróes lança, pela EMI, um álbum com 15 duetos feitos com o cantor.
Desses encontros, no entanto, sete não aconteceram de verdade. São canções em que os convidados incluíram suas vozes em cima de uma gravação original de Renato. O disco, que chega às lojas amanhã, faz parte das inúmeras homenagens póstumas que o cantor tem recebido por seu aniversário. Nada mais comum, portanto, do que um lançamento como esse, que teve a aprovação de todos os familiares, desde a irmã de Renato, Carmen Manfredini, até seu filho, Giuliano.
Dos duetos, um dos melhores do álbum é a canção Like a Lover, que abre o disco. Foi feita em parceria com Fernanda Takai, que canta sobre uma gravação inédita de Russo. Gravada para o álbum Equilíbrio Distante, de 1995, a música não chegou a ser concluída e Fernanda fez os vocais que faltavam. O dueto não ocorreu de fato, mas poderia ter acontecido. Tanto é que o encarte traz uma foto do cantor usando uma camisa do Pato Fu, banda de Fernanda Takai.
Os outros duetos que não aconteceram de verdade são: Vento no Litoral, com Cássia Eller; Catedral, com Zélia Duncan; Change Partners, com Caetano Veloso; Strani Amori, com Laura Pausini; La Solitudine, com Leila Pinheiro; Come Fa Un’onda (Como Uma Onda), com Célia Porto. No caso de Cássia Eller, as duas vozes foram unidas anos depois da morte de ambos.
Para os fãs de Renato e do Legião Urbana, o álbum é uma joia rara e também um exercício futurístico de como seria a carreira do cantor se ele ainda estivesse vivo.
O resultado final agrada e o acabamento é bem feito, exceto por duas canções, Summertime, com Cida Moreira, e Nada Por Mim, com Herbert Vianna, gravadas ao vivo e em condições ruins.
Não dá para dizer que esse disco seja um insulto ao legado de Renato Russo, já que a escolha das pessoas que participam dos duetos foi criteriosa, e inclui grandes nomes da música, como Laura Pausini, Dorival Caymmi e Erasmo Carlos.
O tributo, no entanto, sai com um jeitão de ser mais um trabalho caça-níquel, lançado apenas para se aproveitar da efeméride e vender mais discos.
A própria Fernanda Takai, no disco Televisão de Cachorro (1998), do Pato Fu, ironiza trabalhos como esses, ao cantar os versos da canção A Necrofilia da Arte: “Se o Lennon morreu, eu amo ele / Se o Marley se foi, eu me flagelo / Elvis não morreu, mas não vivo sem ele / Kurt Cobain se foi, e eu o venero”.

OS DUETOS

‘Like a Lover’, com Fernanda Takai
‘Celeste’, com Marisa Monte
‘Vento no Litoral’, com
Cássia Eller
‘Mais uma Vez’, com 14 Bis
‘Strani Amori’, com Laura
Pausini
‘A Cruz e a Espada’, com
Paulo Ricardo
‘Cathedral Song/Catedral’,
com Zélia Duncan
‘Change Partners’, com
Caetano Veloso
‘A Carta’, com Erasmo Carlos
‘La Solitudine’, com Leila
Pinheiro
‘Come Fa Um'Onda (Como Uma Onda)’, com Célia Porto
‘Só Louco’, com Dorival
Caymmi
‘Esquadros’, com Adriana
Calcanhoto
‘Nada por Mim’, com Herbert Vianna
‘Summertime’, com Cida Moreira

LANÇAMENTO
‘Renato Russo Duetos’

Disco com 15 duetos feitos
com o cantor Renato Russo.

EMI
Preço: R$ 29,90

JT - Claudia Leitte quer fama internacional

Jornal da Tarde

Apesar dos boatos de que Claudia Leitte estaria grávida, e de uma menina, a assessoria da cantora garante que ela está usando métodos contraceptivos e que só deve engravidar em 2011. Tanto planejamento tem motivo. A loira quer usar 2010 para alavancar sua carreira internacional.
No dia 18, ela faz show em Miami (EUA) e, no segundo semestre, uma turnê pela América Latina.

JB - Paul McCartney contagia público em Los Angeles

Portal Terra

LOS ANGELES - Depois de dar o pontapé inicial em sua turnê pelos Estados Unidos, o ex-Beatle Paul McCartney lotou o Hollywood Bowl, em Los Angeles, na noite desta terça-feira, tocando os maiores sucessos de sua carreira.
Em seu longo repertório, o compositor incluiu sucessos como Blackbird, I'm Looking Through You, Eleanor Rigby, Band on the Run, Let It Be, Live and Let Die e Hey Jude.
Depois do Hollywood Bowl, McCartney segue com sua turnê para um show em Porto Rico e logo parte para a Europa, onde toca na Irlanda, Escócia, Londres e no festival da Ilha de Wight.

terça-feira, 30 de março de 2010

Destaques dos Jornais 30/03/2010

Estado de São Paulo

"Cantor Ricky Martin assume homossexualidade".

Jornal da Tarde

"Leny Andrade em aula-show hoje, às 21h. Bourbon Street".

"Bandolinista faz show gratuito hoje, às 19h. Sesc Avenida Paulista".

"A colombiana Shakira disse ao site ShowBizSpy que precisa de terapia".

Estadão - Cantor Ricky Martin assume homossexualidade

REUTERS

O astro do pop latino Ricky Martin anunciou nesta segunda-feira que é gay em uma mensagem na Internet, encerrando anos de especulação.
"Hoje aceito minha homossexualidade como um presente que a vida me dá. Me sinto abençoado de ser quem sou!", escreveu Martin em www.rickymartinmusic.com.
"Isso é só o que preciso, especialmente agora que sou pai de dois meninos lindos que são seres de luz e que me ensinam coisas novas a cada dia. Continuar vivendo como eu fiz até hoje seria ofuscar indiretamente esse brilho puro com o qual meus filhos nasceram."
Martin, de 38 anos, tornou-se pai de gêmeos em 2008 mediante um ventre substituto e à época não foram fornecidos detalhes acerca do parto ou da mãe.
O cantor portorriquenho de sucessos como "Livin' la Vida Loca" era tema de especulação por sua sexualidade. Em 2000, a jornalista de TV Barbara Walters perguntou se ela era gay, mas Ricky Martin não quis revelar.
Em sua declaração nesta segunda-feira, Martin disse que há alguns meses decidiu escrever suas memórias e isso o levou mais perto do que denominou um "ponto de virada em minha vida".
Martin foi integrante do conjunto juvenil Menudo e partiu para a carreira solo e ídolo adolescente durante a década de 1990 na América Latina.

JT - Leny Andrade em aula-show

Jornal da Tarde

A cantora Leny Andrade abre a temporada 2010 do projeto Sala do Professor Buchanan’s, transmitido ao vivo pela rádio Eldorado FM (92,9). Na aula-show, ela exibe clássicos da bossa nova e da MPB. Hoje, às 21h. Bourbon Street. Rua dos Chanés, 127.
5095-6100. R$ 60. 18 anos.

JT - Bandolinista faz show gratuito

Jornal da Tarde

Aos 19 anos e dono do Prêmio Visa de melhor instrumentista, o bandolinista Danilo Brito apresenta músicas de seu terceiro disco, ‘Sem Restrições’. Hoje, às 19h. Sesc Avenida Paulista. Av. Paulista, 119. 3179-3700. Grátis. Livre.

JT - Terapia para o sucesso

Jornal da Tarde

A colombiana Shakira disse ao site ShowBizSpy que precisa de terapia para lidar com a fama e o sucesso. A cantora ficou famosa aos 20 anos e hoje, aos 33, diz estar feliz consigo mesma.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Destaques dos Jornais 29/03/2010

Estado de São Paulo

"Lady Gaga & Sir Borocoxô, colunista comenta o sucesso fenomenal do último videoclipe de cantora pop".

"Madonna faz filme com a filha Lourdes Maria no elenco".

Jornal da Tarde

"Chris Brown vem a SP".

"Muito além da igreja, a música gospel ganha força e chama a atenção de grandes gravadoras".

"O álbum novo dos Mutantes, enfim, no Brasil".

"Janaína Pereira agora sem o forró do Bicho de Pé".

Jornal do Brasil

"Nelly Furtado fecha turnê no Brasil com show morno no Rio".

Estadão - Lady Gaga & Sir Borocoxô

AE - Agência Estado

Colunista comenta o sucesso fenomenal do último videoclipe de cantora pop.
Tirem essa luz forte de cima de mim. Deem-me um copo de água. Dispenso a presença de um advogado. Eu confesso. Fui eu, sim. Fui um entre aquele bilhão de pessoas a acessar, tanto noYouTube quanto em outros sítios da net, os vídeos dela, de Lady Gaga. Aquele com a - e o escrivão pode acrescentar - Beyoncé.
Todo mundo sabe. O clipe da prisão de mulheres, caindo de lésbicas, e coalhado de referências a um punhado de filmes de boa e má qualidade. Telephone é o nome, confere? Divertidíssimo. 9 minutos e 31 segundos de muita invenção e grande acabamento. O fato de não haver música que preste na jogada não é desculpa para mim, réu confesso.
Espero que estejam gravando este meu arremedo de confissão. Conto que a câmera de vídeo, ali no canto, não esteja captando este momento difícil, duro mesmo, para mim. Não quero amanhã me ver, ou que me vejam, em qualquer sítio de clipes que seja. Embora eu já tenha alguns no YouTube. Estou me adiantando, já chego lá. Antes os senhores, distintas autoridades, querem os fatos, não é mesmo? Pois vamos a eles.
Lady Gaga acaba de bater, com minha anuência (mais: minha colaboração), o recorde de hits (lato sensu) num sítio. Os senhores me desculpem, mas eu prefiro "sítio" a "site". Coisa de velho. Lady Gaga, née Stefani Joanne Angelina Germanotta, com apenas 23 aninhos e um senhor nariz, acaba de deixar para trás Britney Spears, Beyoncé Knowles (a que racha com ela o vídeo da prisão) e Susan Boyle, aquela senhora que ganhou um concurso de calouros, sem falar em outro calouro dito "prendado", Paul Potts, e a banda Coldplay.
Não é pouco. Lady Gaga, que foi catar seu nome numa faixa do conjunto Queen, Radio Gaga, chegou a primeiro lugar num chart (falemos linguagem pop, meus senhores) de 65 vídeos da internet, todos eles assistidos mais de 100 milhões de vezes. Especificando: o vídeo de Poker Face obteve 374 milhões de hits, Bad Romance pegou 360 milhões e Just Dance 272 milhões. É muito acesso para tão jovem talento. O que explica o fato de que ainda na semana retrasada, na Nova Zelândia, a ilustre Lady tenha desmaiado 3 vezes. Não é só jet lag que explica. O sucesso, quando em excesso, também derruba gente boa.
No chart que mencionei acima, a artista do momento (ninguém sabe quem será a do próximo momento) só perdeu para clipes do filme Twilight, que teve 640 milhões de acessos e, de novo, ela, sempre ela, Beyoncé, com Single Ladies, auferindo, se pop aufere, 522 milhões de acessos. Em 59º lugar, tão simpático, um urso espirrando. 109 milhões de clicadas. Seguidas, quero crer, de 109 milhões exclamações de "saúde!".
Mais não tenho a confessar, senhores autoritaristas. A não ser que os mais íntimos deram, do sucesso de Lady Gaga para cá, para me chamar de Sir Borocoxô. Isso porque eu também estou lá no YouTube passando recibo de minhas misérias. Basta o distinto com o computadorzinho aí do lado digitar meu nome no espaço de busca para subirem logo 6 (seis) clipes onde, modéstia, mas modéstia para valer, sou o figurante principal.
Devo este meu pobre quinhão de glória (melhor dizendo, inglória) a um amigo versado nas artes e travessuras informáticas que teve a gentileza de colocar no sítio em questão, dividida em 6 partes, os 20 minutos de minha "atuação" num filme da Atlântida de 1950, Maior Que O Ódio.
Sim, confesso-me também um dos três piores atores do mundo de todos os tempos, lá em cima, ou embaixo, junto com Denzel Washington e Selton Mello. Deve ser por isso que, muito justamente, ninguém se interessou. 1.062 almas desatentas clicaram nos minutos da abertura. Nas outras partes, fiquei lá pelas 300, 400 e, estourando, 500 acessos. Quer dizer, bastou uma pequena pala da histrionice deste seu criado para dar um merecido tédio no ousado, ou pobre xereta, internauta.
Sendo o que se apresenta no momento, podem me passar o devido documento para que eu, de bom grado, inda que envergonhado, o assine e rubrique página por página. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Estadão - Madonna faz filme com a filha Lourdes Maria no elenco

AE - Agência Estado

Filha da rainha do pop vai fazer sua estreia no cinema em filme dirigido por sua mãe
Depois de proibir que a filha Lourdes Maria participasse de um dos filmes da saga Harry Potter, em 2007, Madonna deu sinal verde para ela começar sua carreira no cinema, segundo informa o trablóide britânico The Sun.
O primeiro longa a ter Lourdes como personagem será o romance W.E, com roteiro e direção da própria Madonna, contará a história de amor entre o rei da Inglaterra e uma americana divorciada.
Ewan McGregor e Abbie Cornish já estão escalados. O papel que Lourdes fará no longa que começa a ser rodado neste primeiro semestre ainda não foi definido.

JT - Muito além da igreja

Jornal da Tarde

A música gospel ganha força e chama a atenção de grandes gravadoras. A Sony já entrou no jogo.
No ano passado, a Festa do Peão de Barretos, o maior evento do gênero do País, teve uma atração insólita. Naquela noite, um dos palcos do evento (o da Esplanada, para 50 mil pessoas) foi espaço de um show do cantor evangélico André Valadão, aplaudido pela multidão. Fatos como esse têm causado impacto no mercado fonográfico. Eles mostram que a música gospel está ultrapassando as fronteiras da igreja. E a Sony, maior gravadora do Brasil, já percebeu esse movimento. Não por acaso, foi atrás do cantor Régis Danese (ex-pagodeiro do Só Pra Contrariar e agora convertido), pastores da famosa bispa Sônia Hernandes, do Renascer Praise, e até o quinteto de bispos roqueiros descolados do Resgate. Eles são os primeiros contratados do selo gospel da Sony Music, lançado recentemente.
Há 18 anos entre as gravadoras que regem a produção gospel, Carlos Knust acredita que a religião engrena numa fase promissora. “Já se foi o tempo em que lojas de departamento rejeitavam esses CDs. Ao longo da última década, essa barreira foi quebrada”, diz. “O mercado secular sofre com pirataria e download ilegal, mas o gospel não, porque os pastores reprovam essa conduta”, diz Knust, gerente comercial da MK Music.
Segundo ele, a crise que abalou o mercado fonográfico brasileiro em 2007 atraiu olhares de fora da igreja à fatia que se manteve sólida à base de pregação. “As gravadoras olharam a gente de um jeito diferente”, diz o executivo. O grande pecado desse ministério são os números obscuros. As gravadoras evangélicas não fazem parte da Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), que fornece dados do mercado, o que torna seu sucesso no mínimo, questionável.
A Line Records (ligada à Igreja Universal do Reino de Deus), diz que o bombado hit Faz um Milagre em Mim levou Danese à casa de 1 milhão de álbuns vendidos. Curiosamente, os tops de 2009 exibem números mais humildes. Juntos, os dois álbuns mais vendidos, de Padre Fábio de Melo (Iluminar, da Som Livre) e da dupla Zezé Di Camargo & Luciano (Sony) vão pouco além das 500 mil cópias.
Mas é fora do âmbito musical que o universo pentecostal tem o argumento mais eloquente. Levantamento realizado no ano passado pelo Serviço de Evangelização para a América Latina (Sepal), organização de estudos teológicos, pinta um cenário surpreendente: daqui a dez anos, metade dos brasileiros será de evangélicos. O instituto se baseia na premissa de que a taxa de crescimento dessa religião continue a mesma dos últimos 40 anos. Hoje, essa porcentagem beira os 24%.
Esses números chegaram à Sony, que chamou Maurício Soares, executivo do mercado gospel, para comandar os novos negócios. “O setor gospel tem sua própria linguagem e funciona muito bem, ainda que na informalidade”, diz Soares, que não revela dados, mas destaca as 3 mil lojas de CD no País. As livrarias evangélicas, ele explica, são como lojas de conveniência, e aliam a venda de CD a outros produtos. “Tem de Bíblia a DVD e camiseta. Estamos acompanhando isso há alguns anos e o público evangélico está crescendo”.
Desafio maior ainda é lançar esses artistas na mídia, que torce o nariz para canções mais ortodoxas. “Não estamos contratando a igreja. A mensagem do artista é boa? Então vamos melhorar a embalagem.” O projeto da gravadora envolve intercâmbios com as filiais latinas e já empolga os cantores evangélicos, como Danese. “Vou poder gravar um CD em espanhol”, diz ele, que lançou este ano uma coletânea pela Som Livre. “Aquilo foi como ganhar um carro. Agora, entrei num avião.”

JT - O álbum novo dos Mutantes, enfim, no Brasil

Jornal da Tarde

Depois de sair na Europa e na América do Norte, ‘Haih... Or Amortecedor’ chega em maio ao País.
Na Europa e na América do Norte, desde que voltaram a se apresentar ao vivo, Os Mutantes são um sucesso inconteste. A prova são as casas lotadas e as ótimas resenhas que receberam da crítica especializada, inclusive uma publicada na capa do New York Times. No Brasil, o interesse pela banda é incipiente, bem diferente do que esbanjou, no auge do sucesso, na década de 60. A partir de maio, o grupo terá a chance de mostrar aos brasileiros se o retorno é realmente pra valer ou se é apenas um revival vazio.
É que eles trazem para o País, seis meses depois de terem lançado no exterior, o álbum Haih... Or Amortecedor, pela gravadora Coqueiro Verde, após 35 anos sem compor nada inédito. Na versão brasileira do álbum, quatro músicas serão substituídas por outras inéditas, uma delas, inclusive, com a participação de Erasmo Carlos. A faixa Singing The Blue foi composta por Erasmo em parceria com a nova vocalista, Bia Mendes. A canção é uma interessante oportunidade de ver um dos ídolos da Jovem Guarda interagindo com Sérgio Dias, um dos ídolos da Tropicália.
Do trio histórico que foi Os Mutantes, com Sérgio Dias, Rita Lee e Arnaldo Baptista, apenas Sérgio permanece. A nova formação, no entanto, conta com o baterista Dinho Leme, que entrou na banda em 1971. De resto, são todos integrantes novos: Bia Mendes (vocal), Vinicius Junqueira (baixo), Vitor Trida (cordas, sopros e vocal), Fábio Recco (violão e vocal) e Henrique Peters (teclado e vocal). Rita Lee, em 2007, chegou a ser convidada a voltar. Mas não aceitou e criticou o retorno da banda dizendo que não queria se associar a um “bando de velhos tentando juntar dinheiro para seu tratamento geriátrico”.
Ao apresentar a banda, em matéria publicada em 2007, o New York Times comparou a importância do grupo para São Paulo à do Grateful Dead para São Francisco, o Velvet Underground para Nova York e o Nirvana para Seattle. Na época, havia uma certa euforia ao redor dos Mutantes, porque eles tinham acabado de voltar à ativa, desta vez com Zélia Duncan no lugar de Rita Lee. Em seguida, a banda se apresentou no Brasil, num show para 60 mil pessoas no Parque da Independência, dentro das festividades do aniversário de São Paulo.

Inspiração no passado

O novo álbum traz várias composições de Dias com Tom Zé. Os ritmos variam do rock ao blues, do samba ao baião. O resultado, de fato, remete ao som que o grupo fazia nos anos 70. Tanto é que, em entrevistas para jornais estrangeiros, a vocalista Bia Mendes disse que, apesar de não ter participado da banda no passado, ela consegue sentir a vibração dos Mutantes originais.
Resta, portanto, aguardar até maio para saber o que o público brasileiro achará da banda. Enquanto isso não acontece, os fãs mais aguerridos têm de se contentar em importar o disco.

JT - Agora sem o forró do Bicho de Pé

Jornal da Tarde

Depois de passar 12 anos à frente da banda de forró Bicho de Pé, a cantora Janaína Pereira se aventura por outros ritmos no disco ‘Urbana’, base para o show no Tom Jazz. Hoje, às 21h3 Av. Angélica, 2.331. 3255-0084. R$ 30.

JT - Chris Brown vem a SP

Jornal da Tarde

Começa no dia 7 a pré-venda de ingressos (a quem possui cartões Credicard, Citibank e Diners) para o show do cantor norte-americano Chris Brown, no dia 20 de maio, no Credicard Hall. Para o público, as vendas começam no dia 15 de abril. Os preços não foram divulgados.

JB - .Nelly Furtado fecha turnê no Brasil com show morno no Rio

Portal Terra

RIO - A passagem de Nelly Furtado pelo Rio de Janeiro poderia ter sido melhor. O show na HSBC Arena, na noite deste domingo, estava marcado para começar às 20h30, mas a cantora canadense só subiu ao palco perto das 22h, o que desanimou boa parte do público.
Nos momentos que antecederam o início da apresentação houve vaias e gritos de "Começa, começa, começa...". Por conta do atraso, muita gente deixou o local antes mesmo da metade do show, que durou cerca de 80 minutos. O espetáculo teve momentos de altos e baixos, só empolgando nas apresentações de hits mais famosos como Im Like a Bird, All Good Things, Powerless e Say it Right.
Quando Nelly finalmente pisou no palco, a plateia entrou no clima dos acordes de Maneater, a primeira música a ser cantada. A cantora, que já vendeu mais de 18 milhões de discos em todo o mundo, deu as boas-vindas ao público carioca e agradeceu em português bem carregado de sotaque lusitano, já que seus pais são nascidos em Portugal: "Obrigada! Legal, Rio!". Aliás, o agradecimento "Obrigada" foi a expressão mais usada por Nelly para se comunicar com os fãs brasileiros.
O modelo de roupa escolhido pela cantora candense para a primeira parte da apresentação era o mesmo do show em São Paulo, no último sábado: calça e blusa decotada preta. Em um dos poucos momentos em que levantou o público, Nelly cantou em português a canção Try, música tema do Campeonato Europeu de Futebol de 2004, disputado em Portugal. No telão eram exibidas imagens das torcidas nos estádios e lances das partidas.
Outro bom momento aconteceu durante o hit mais famoso de Nelly, I Like a Bird. Bastaram os primeiros acordes para a plateia se empolgar e cantar a plenos pulmões, conquistando muitos aplausos. "Rio de Janeiro, I love you", disse Nelly, que misturava palavras em português, espanhol e inglês para conversar com os fãs.
Antes da metade da apresentação, o ator e apresentador Luigi Baricelli deixou a Arena. Ele não foi o único. Muitos fãs não puderam curtir o show até o final por causa do horário avançado. Por conta disso, alguns clarões surgiram nas arquibancadas. A jornalista da TV Globo Glória Maria chegou cedo para ver Nelly Furtado, de quem se disse fã. "Gosto muito da Nelly e tenho alguns discos dela, mas estou aqui graças à minha afilhada, que me convenceu a curtir o show na pista. Ela me disse que tem que ser na pista. E aqui estou eu", divertiu-se.
Na fase mais lenta e romântica, os fãs gostaram de ouvir Nelly cantar Sozinho, que fez muito sucesso por aqui na voz de Caetano Veloso. A vencedora do Grammy se apresentou acompanhada apenas pelo violonista da banda e mostrou estar bem ensaiada, pois quase não se percebia o seu sotaque lusitano nesta canção.
Enquanto Nelly retomava o fôlego e trocava de roupa, seus músicos fizeram solos de atabaque, bateria e violão. Ainda teve tempo para as back vocals cantarem músicas latinas. A estrela da noite retornou ao palco com um visual simples, vestindo calça jeans, blusa branca e colares prateados. O público só voltou a vibrar quando foram entoados outros hits famosos (All Good Things, Powerless e Say it Right) já no final do show. Manos al Aire, em espanhol, também agradou. Boa parte da plateia levantou os braços, como sugere o título da música, tornando o momento como um dos melhores do show. "Obrigada por virem ao meu show esta noite. Adoro meus fãs brasileiros", agradeceu Nelly, anunciando a proximidade do fim da apresentação.
Mas ainda teve Say it Right, que levou os fãs a pularem e requebrarem, encerrando a apresentação de Nelly Furtado em alto astral, bem diferente da metade do show, quando o público parecia aguardar por algo mais vibrante.
A apresentação no Rio foi a última da turnê de Nelly Furtado pelo Brasil, com passagens por Porto Alegre e São Paulo.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Destaques dos Jornais 26/03/2010

Estado de São Paulo

"Álbum de duetos lembra os 50 anos de Renato Russo".

"São Paulo tem recorde de musicais em cartaz".

Folha de São Paulo

"Cantora Stefhany lança clipe inspirado em Branca de Neve".

"Integrantes do Abba dizem não descartar retorno do grupo".

Catraca Livre apresenta sugestões para esta sexta

"A cantora Anelis Assumpção faz show hoje no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso".

Jornal da Tarde

"Show do Guns no Rio será no dia 4".

"Encontro da música latina, nova temporada do projeto Conexão Latina".

"Verônica Ferriani além do samba, hoje no Sesc Santana".

"Lady Gaga: recorde na rede".

"Culture Club pode voltar".

Jornal do Brasil

"Ingressos para Isa TKM em SP já estão à venda".

Estadão - São Paulo tem recorde de musicais em cartaz

AE - Agencia Estado

Os investimentos são altos, os espetáculos, grandiosos e os números, impressionantes. Desde que passaram a ser presença constante na programação cultural de São Paulo, o que acontece notadamente há dez anos, os musicais transformaram a cidade numa verdadeira Broadway brasileira. Prova disso é a presença de nove títulos do gênero no roteiro das atrações em cartaz. Nunca houve tantos grandes musicais em exibição na cidade simultaneamente. Entre esses, há quatro gigantes: "Cats", "Hairspray", "O Rei e Eu" e "O Despertar da Primavera". Juntos, eles custaram inicialmente (sem considerar investimentos de pós-produção) mais de R$ 18 milhões e, em dia de apresentação, colocam, juntos, nada menos do que 140 artistas no palco.
E a oferta de musicais vai crescer. Ainda este ano, estão previstas as estreias de "O Médico e O Monstro" (orçado em R$ 6 milhões, no Teatro Bradesco, em junho) e "Mamma Mia!" (no Teatro Abril, em fase de audições). Em 2011, "Evita" ganhará os palcos pelas mãos do diretor Jorge Takla, e o Teatro Alfa negocia exibir pelo menos quatro produções.
Toda essa explosão no meio do teatro musical, segundo especialistas, ganhou força no País por uma combinação de fatores. O primeiro deles: a profissionalização dos atores. "Em 1989, quando montei Cabaret, era difícil encontrar artistas que dançassem, cantassem e representassem. Eles não queriam se preparar porque não havia mercado. Hoje, para cada papel se abrem de 50 a 100 possibilidades", conta Jorge Takla, diretor geral de "O Rei e Eu" e com mais de 80 produções no currículo.
Com papéis de destaque em grandes produções, como "O Fantasma da Ópera", "Les Misérables" e "Cole Porter", a atriz Sara Sarres, protagonista de "Cats", emenda um trabalho no outro desde 2001. "Muita coisa mudou de lá para cá. Hoje, temos uma excelente parte técnica, iluminadores e até cargos que nem existiam no teatro, como o gerente de palco", diz. Reflexo dessa profissionalização é o surgimento de escolas especializadas em formar atores para musicais.
O fato da produção dos espetáculos ter se tornado mais séria deu aos atores de teatro a possibilidade de ganhar salários maiores nos musicais. Se numa peça de uma companhia teatral, por exemplo, um ator pode receber entre R$ 50 e R$ 70 por apresentação, nos grandes musicais esse valor pode ultrapassar os R$ 3 mil por mês. Para o protagonista, o rendimento chega aos R$ 10 mil.
Mas de nada adiantaria a preparação dos artistas se não houvesse espaços capazes de abrigar grandes espetáculos. "Aos poucos, os teatros melhoraram, e casas com fossos para orquestra e capacidade para cerca de 1 mil pessoas foram aparecendo. Só assim, os musicais puderam dar retorno financeiro, já que são atrações caras", diz Takla. "Vivemos um momento artístico histórico", arremata Takla. As informações são do Jornal da Tarde.

Confira os espetáculos em cartaz

Bark! Um Latido Musical - Teatro Nair Bello. Rua Frei Caneca, 569. Tel. (011) 3472-2414. 5ª e sáb., às 21h; 6ª, às 21h30; dom., às 17h. R$ 20 a R$ 50.

Hairspray - Teatro Bradesco. Rua Turiaçu, 2.100. Tel. (011) 3670-4141. 5ª, às 21h; 6ª, às 21h30; sáb., às 17h e 21h30; dom., às 18h. R$ 40 a R$ 170.

O Rei e Eu - Teatro Alfa. R. Bento Branco de Andrade Filho, 722. Tel. (011) 5693-4000. 5ª, às 21h; 6ª, às 21h30; sáb., 17h e 21h, dom., 16h e 20h. R$ 40 a R$ 185.

O Despertar da Primavera - Teatro Sérgio Cardoso. R. Rui Barbosa, 153. Tel. (011) 3288-0136. 5ª e sáb., às 21h; 6ª, às 21h30; dom., às 18h. R$ 30 a R$ 60.

Cats - Teatro Abril. Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411. Tel. (011) 4003-5588. 5ª e 6ª, às 21h; sáb., às 17h e 21h; dom., às 16h e 20h. R$ 50 a R$ 240.

Meu Amigo, Charlie Brown - Teatro Shopping Frei Caneca. Rua Frei Caneca, 569. Tel. (011) 3472-2226. Sáb. e dom., às 16h. R$ 25 a R$ 50.

A Noviça Mais Rebelde - Teatro Raul Cortez. Rua Doutor Plínio Barreto, 285. Tel. (011) 2626-0261. Sáb., às 19h, dom., às 17h. R$ 50.

O Som da Motown - Teatro das Artes. Avenida Rebouças, 3.970. Tel. (011) 3034-0075. 6ª e sáb., às 21h30; dom., às 18h. R$ 60 a R$ 70.

Lamartine Babo - Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque. Tel. (011) 3234-3000 5ª, às 19h e 21h. R$ 10.

Estadão - Álbum de duetos lembra os 50 anos de Renato Russo

AE - Agencia Estado

Marisa Monte cedeu uma fita que tinha em casa; Caetano Veloso, Fernanda Takai, Leila Pinheiro e Laura Pausini toparam colocar a voz em takes que sobraram dos anos 90. De um extinto programa de TV, saíram encontros musicais com Dorival Caymmi e Adriana Calcanhotto. Assim surgiu "Renato Russo - Duetos", que a EMI, gravadora pela qual o cantor e compositor gravou seus trabalhos solo e com a Legião Urbana, está lançando, lembrando os 50 anos de vida que ele faria amanhã.
A realização é do pesquisador Marcelo Fróes, que, passados 14 anos da morte de Renato, segue remexendo em seus guardados atrás de boas ''novas'' que agradem aos fãs. As gravações feitas por Renato vão de 1984 a 1995 (a maior parte é de 94 e 95, seus últimos anos de vida). Sete dos 14 duetos são virtuais.
A viagem no tempo começa com "Like a Lover", versão em inglês, lançada nos anos 60 por Sergio Mendes & Brasil 66, de "O Cantador", de Dori Caymmi e Nelson Motta. Renato gravou-a na época de "Equilíbrio Distante", seu disco em italiano, e Fernanda Takai a finalizou no ano passado. "A música é bonitinha. Fiquei com receio de soar triste, melancólico, mas achei que, pelo contrário, ficou luminoso", diz Fernanda. Como os demais, ela foi chamada pela relação de carinho que mantinha com Renato. O Pato Fu de Fernanda era uma banda que Renato acompanhava com muito interesse.
Marisa é parceira de Renato em "Celeste", embrião de "Soul Parsifal", faixa de "A Tempestade" (96), último CD da Legião (a melodia é a mesma e a letra é quase igual). A tal fita, de 93, estava rompida, o que deixou Fróes "com o coração da mão", ele conta. Recuperada, ganhou novo arranjo de Marisa e do produtor Carlos Trilha. Assim como "Like a Lover", é das novidades do CD.
Caetano foi a estúdio fazer o dueto póstumo com Renato em "Change Partners". Pela internet, a italiana Laura Pausini recebeu a voz de Renato em "Strani Amori"; reenviou o arquivo, com a sua voz junto, dois dias depois. A Leila Pinheiro coube "La Solitudine". A cantora brasiliense Célia Porto e a paulistana Cida Moreira colocaram voz em "Come Fa Un?Onda/ Como Uma Onda" e "Summertime".
Duas raridades de 95 foram resgatadas do programa de TV "Por Acaso", de Zé Maurício Machline: Renato cantando com Caymmi seu clássico "Só Louco" e, com Adriana Calcanhotto, "Esquadros". O restante saiu de discos de artistas que dividiram o microfone com Renato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Folha - Cantora Stefhany lança clipe inspirado em Branca de Neve

da Folha Online

Famosa pelo hit "Eu Sou Stefhany" (No meu Cross Fox), a cantora piauiense Stefhany lançou um clipe inspirado na história da Branca de Neve.
No vídeo da música "Falem de Mim", a bruxa pergunta ao espelho se existe alguém mais linda do que ela. Ele responde que Stefhany é a "linda e absoluta".
Invejada pela bruxa, a cantora se torna alvo de comentários maldosos publicados na internet. No fim, Stefhany supera as críticas cantando.

Folha - Integrantes do Abba dizem não descartar retorno do grupo

da BBC Brasil

Dois integrantes do grupo sueco Abba disseram em uma entrevista que considerariam um reencontro do grupo.
Em entrevista ao jornal britânico "The Times", os dois homens do conjunto --Benny Andersson e Björn Ulvaeus-- não descartaram um novo show do Abba.
Perguntado se o Abba poderia fazer um show único, talvez ao lado de uma orquestra, transmitido para todo o mundo, Andersson disse: "Sim, por que não?"
"Eu não sei se as garotas ainda cantam. Eu sei que a Frida [a ex-integrante Anni-Frid Lyngstad] estava no estúdio."

Em seguida, ele disse: "Não é uma má ideia, na verdade".

"The Way Old Folks Do"

Ulvaeus fez uma brincadeira com uma das músicas do Abba para falar sobre o assunto.
"Nós poderíamos cantar 'The Way Old Folks Do' (do jeito que as pessoas velhas fazem)", disse.
O Abba foi um dos conjuntos mais populares dos anos 70, e emplacou vários sucessos mundiais, como "Dancing Queen", "Fernando" e "Mamma Mia".
Desde o fim do grupo, em 1982, os integrantes do Abba sempre foram veementes em rejeitar qualquer possibilidade de reencontro.
Segundo o "The Times", eles chegaram a dispensar uma proposta de US$ 1 bilhão para voltar a fazer uma turnê.
Dois anos depois do fim do grupo, Ulvaeus havia dito: "Nós nunca mais apareceremos juntos no palco. Simplesmente não há motivação para voltar. Dinheiro não é um fator e nós gostaríamos de ser lembrados como éramos --jovens, exuberantes, cheios de energia e ambição."
Andersson também havia dito que não via "nenhum motivo para voltar".
Recentemente o Abba tem voltado a fazer sucesso, em parte devido ao filme "Mamma Mia", de 2008, um musical com canções do grupo. A vendagem de discos do Abba voltou a crescer.
Ulvaeus e Anderson estão promovendo agora um novo musical composto por ambos, "Kristina", que estreia no Royal Albert Hall, de Londres, no dia 14 de abril.
O conjunto também é tema de uma exposição em Londres, com roupas antigas usadas pelos músicos.

Folha - Catraca Livre apresenta sugestões para esta sexta

da Folha Online

A cantora Anelis Assumpção faz show hoje no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso. A compositora toca uma mistura de samba, reggae e hip hop.

"Anelis Assumpção"
Onde: Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso - av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha, região norte, São Paulo, tel.: 0/xx/11/3984-2466
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis

JT - Encontro da música latina

Jornal da Tarde

Fernanda Porto e a cantora paraguaia Mônica Elizeche abrem hoje nova temporada do projeto Conexão Latina. Enquanto a brasileira exibe hits de eletrônico com MPB, Mônica investe no latinjazz. Hoje, 21h. Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664. 3823-4600. Preço: R$ 15.

JT - Verônica Ferriani além do samba

Jornal da Tarde

Revelada no samba, a cantora Verônica Ferriani solta a voz num repertório que vai de Gonzaguinha a Assis Valente, incluindo canções autorais. Sesc Santana.
Av. Luiz Dumont Villares, 579. 2971-8700. R$ 16. Hoje, 21h.

JT - Show do Guns no Rio será no dia 4

Jornal da Tarde

O show do Guns N’ Roses no Rio, que havia sido cancelado por causa do desabamento de parte do palco, foi remarcado para 4 de abril, na Praça da Apoteose. Os bilhetes, a R$ 180 e R$ 350estão à venda. 4003-0848.

JT - Lady Gaga: recorde na rede

Jornal da Tarde

Lady Gaga é a primeira artista a atingir 1 bilhão de visualizações na rede.
A informação é do site Visible Measures, segundo o qual a cantora teve 374 milhões de acessos ao vídeo de ‘Poker Face’, 360 milhões ao de ‘Bad Romance’ e 272 ao de ‘Just Dance’.

JT - Culture Club pode voltar

Jornal da Tarde

Sucesso nos anos 80, a banda Culture Club pode voltar à ativa no ano que vem. Em entrevista à BBC, o cantor Boy George disse que pensa em reunir a formação para celebrar os 30 anos da criação do grupo. “Acho que poderíamos fazer um show especial ou talvez até uma pequena turnê”,disse ele. A última vez que os músicos se reuniram foi em 1998, para lançar discos e fazer uma série de shows.
O Culture Clube surgiu em 1981, a partir da Sex Gang Children.

JB - Ingressos para Isa TKM em SP já estão à venda

Portal Terra

SÃO PAULO - Fenômeno entre o público teen, o grupo Isa TKM volta ao Brasil para mostrar o atual show Vem a Bailar.
O grupo confirmou uma apresentação em São Paulo (25/4 - Via Funchal) e os ingressos já estão à venda. A produtora avisa em comunicado que a configuração da casa para os fãs será montada com mesas e cadeiras para maior comodidade.
Apresentações no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba ainda terão datas divulgadas em breve.
Informações: www.viafunchal.com.br ou (11) 2144-5444.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Destaques dos Jornais 25/03/2010

Estado de São Paulo

"Lucas Santanna e Tom Zé, um encontro especial".

"Ator Fábio Lago lança banda e toca em bares do Rio".

Folha de São Paulo

"Aos 16 anos, cantor teen Justin Bieber é aposta para 2010".

Catraca Livre apresenta sugestões para esta quinta

"A banda Sambarockers faz show hoje na Galeria Olido".

"Já os músicos da banda Numismata sobem ao palco do Centro Cultural São Paulo ".

Jornal da Tarde

"Thiago Pethit canta no Sesc vila Mariana".

"Parece coisa do demo. Mas o som é para falar de Jesus".

"Fábio Lago lança banda Peba".

Estadão - Lucas Santanna e Tom Zé, um encontro especial

AE - Agencia Estado

Conversa promovida pelo 'Estado' não foi só de 'rasga-seda': havia certa divergência a se resolver.
SÃO PAULO - A música de Lucas Santtana, um dos músicos mais inteligentes e inventivos de sua geração, está conectada à de Tom Zé da mesma maneira como se emaranham os laços familiares. Ambos nascidos na Bahia, Tom migrou para São Paulo nos anos 1960 e Lucas, para o Rio três décadas depois. Eles são primos, mas pouco se veem. "Fui padrinho de casamento dos pais de Lucas", lembra Tom. Na tarde de terça-feira, a convite do Estado, os dois se encontraram no escritório dele, no bairro de Perdizes, para falar das conexões entre seus trabalhos. "Mas essa conversa não vai ser só de rasga-seda", disse Tom, minutos antes da chegada de Lucas.
Havia uma mal esclarecida divergência entre eles, agora retomada, sobre "o método de se aproximar de pessoas". Tom Zé havia dito que só fazia música pensando em determinado público, ao que Lucas retrucou que nunca faria nada que envergonhasse o filho, Josué, de 9 anos, que, aliás, adora o CD Danç-Êh-Sá, que Tom lançou em 2006. "Eu nunca realmente pensei em fazer música para um público determinado. Sou egoísta mesmo nesse aspecto. Penso no que acho que aquilo é sincero para mim e rezo para que aquilo chegue às pessoas e que elas gostem. Mas não penso: agora vou fazer um disco mais de pop-rock porque eu quero chegar à garotada."
No tempo em que as emissoras de rádio eram mais democráticas e criteriosas, Tom Zé teve vários sucessos executados: Jeitinho Dela, Augusta, Angélica e Consolação, Se o Caso É Chorar. Não significa, porém, que seu cancioneiro tenha se pautado pelo aspecto comercial. "Eu me expliquei mal, então. Observo o que está fazendo as pessoas pensarem e qual problema está presente. Então, trago esse problema e trabalho sobre isso, mas nem sei se as pessoas vão se interessar."
Ritmo e textura. Começando a sessão rasga-seda, Tom Zé lembra que escreveu o texto da contracapa do primeiro disco de Lucas. "Notei uma coisa que é natural. Todos nós, velhos, ficamos com medo. Você vê uma coisa nova e só se apaixona se tiver desprezo pela vida, senão fica com ódio", ri Tom. "Ele tinha no início uma preocupação com onde ocupar cada semicolcheia com instrumentos de percussão. Sempre foi minha mania procurar soluções rítmicas. Na época de Perez Prado, ele preenchia muito pouco o espaço do tempo, tinha muitos vazios e aquilo era um gosto rítmico sensacional."
"Meus discos têm essa questão rítmica, mas também muita preocupação com a textura", rebate Lucas. "No primeiro, havia obsessão pela percussão e pelos andamentos rápidos, essas coisas só possíveis na juventude. Com o tempo, perde-se umas coisas e ganham-se outras." A partir do segundo, ele se concentrou mais nos timbres. "A música de Tom Zé sempre teve isso. Em Jogos de Armar ele usa sons de liquidificador, de enceradeira. Aquilo é uma maneira de trazer para a música popular outros tipos de timbres, não só o do violão, o da guitarra, do baixo, esses timbres tradicionais."
Curiosamente, os dois tocam cavaquinho. "Comecei a tocar no show Parada de Lucas, em 2003, para poder fazer uns sambas. O Jiló, que toca bateria comigo, me falou uma vez, antes de Zeca Pagodinho estourar, que as bandas da nossa geração não tocavam samba. E era verdade. Aí a gente resolveu fazer do nosso jeito." As duas músicas escolhidas para servirem de "laboratório" dessa maneira de tocar samba foram Pode Me Chamar, da banda Eddie, e Ogodô 2000, de Tom Zé.
Lucas foi muito influenciado por Estudando o Samba (leia abaixo), o disco que também mexeu com a cabeça de David Byrne e cuja descoberta deu a maior reviravolta na carreira de Tom Zé, que havia caído no ostracismo, nos anos 1980. "Uma das coisas com que me identifico com Tom Zé é o experimentalismo", diz Lucas. Seu quarto álbum, Sem Nostalgia, um dos mais significativos de 2009, "reconstrói o violão". "Isto é Estudando o Samba. Ele pegou o samba ali e fez a mesma coisa, então é muito próximo."
No texto escrito para o encarte do primeiro CD de Lucas, Tom Zé dizia que sabia-se se o cantor era bom pela mixagem. Aí é que as diferenças entre Tom e Lucas começam. "Eu gravo ainda com o tipo de voz com que Roberto Santana mixava Elis Regina. Embora não tenha voz, boto a minha na altura que ficava a dela", diz Tom. Já Lucas vem de uma geração muito influenciada pela música jamaicana, em que o grave do baixo é predominante. "Como a nossa geração do pós-tropicalismo e pós-Beatles vinha com um volume de som mais alto, por conta de tocar em estádios, isso virou uma cultura. Então, o grave produz uma sensação de útero materno."

Estadão - Ator Fábio Lago lança banda e toca em bares do Rio

AE - Agencia Estado


Nos passos do ator Wagner Moura, vocalista da banda Sua Mãe, o ator Fábio Lago, 40 anos, montou o grupo Peba. No bar Espaço JTB, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, o ator se apresenta às quintas-feiras, sem horário definido, com o cachê simbólico de R$ 10. Ele toca durante 1h30 e adapta canções como "Você não Serve para Mim", de Roberto Carlos, e "Andanças", de Beth Carvalho.
O elo com a música veio da amizade com Wagner. Entre 2000 e 2003, os amigos e o ator Vladimir Brichta se reuniam no Rio para parodiar canções de Reginaldo Rossi e compor. Em 2007, os conterrâneos Wagner (de Salvador) e Fábio (de Ilhéus) dividiram o set do longa policial "Tropa de Elite", de José Padilha, e os encontros musicais tiveram fim por falta de tempo. A banda Sua Mãe, de Wagner, seguiu na estrada e em maio lança o primeiro CD. No repertório, "Bugiganga", escrita por Fábio Lago.
O baiano então foi atrás de criar o seu grupo, o Peba - no Nordeste a palavra é sinônimo de algo sem qualidade, fajuto. Entre vocal, bateria, percussão e violão, misturam-se seis integrantes de origem baiana, pernambucana, paulista, carioca e gaúcha. "Juntamos pernambucanos, baianos e simpatizantes, por isso Peba", diz Fábio.
Por enquanto, o artista não tem planos de lançar um CD, mas, para atrair público para bares do Rio e de São Paulo, Fábio aproveita o chamariz da TV. Na novela "Caras & Bocas" (2009) ele interpretou Fabiano, um marido traído que se vestia de mulher para seguir a esposa. No domingo, depois do "Fantástico", ele estreia no seriado de humor "S.O.S. Emergência". E, no que depender do diretor Mauro Mendonça Filho, o ator tende a virar galã. No seriado, ele é o enfermeiro mulherengo Anderson. "Mas só tenho perfil de ser galã em São Cristóvão (bairro de classe média-baixa do Rio)", brinca. As informações são do Jornal da Tarde.

Estadão - Banda californiana P.O.D traz seu 'metal cristão' a SP

AE - Agencia Estado

O som é pesado. Para quem não conhece as letras das músicas da banda californiana P.O.D, ela facilmente poderia ser confundida com mais um desses grupos de metal, que se esgoelam em solos guturais e demoníacos. Mas não. Eles são cristãos e fazem parte de um nicho que não para de crescer: o do metal cristão. O grupo se apresenta hoje, às 22h, no Via Funchal, pouco mais de um ano depois da última apresentação no País, na igreja Bola de Neve.
O público certamente não será apenas de crentes. Aliás, é isso que eles esperam. Em entrevista ao Jornal da Tarde, o vocalista Sonny Sandoval diz que sua mensagem é para todos. "Vem de coração. Deus me chamou e minha vida é um exemplo. O que quero fazer é agradar às pessoas. Não me importa se são crentes ou não", disse.
Sandoval faz questão de recomendar ao seu público que não use entorpecentes. "Acredito que nossa música é suficiente. Ninguém precisa desse lixo (as drogas) para ter onda. A música é a maior onda. Eu fiz a minha escolha." A banda deve apresentar 20 canções de toda a carreira. O nome P.O.D. significa Pagável na Morte, uma referência ao sacrifício de Jesus Cristo, que morreu para expiar os pecados da humanidade.
Sobre o último show no Brasil, Sandoval diz que o público era tão animado que nem parecia estar numa igreja. "O pessoal se amassava, os jovens foram à loucura." A banda de abertura será a Skin Culture, de Mogi das Cruzes, que também faz metal cristão. As informações são do Jornal da Tarde.
P.O.D. Hoje, às 22h. Via Funchal: Rua Funchal, 65. Tel. (011) 2144-5444. Preço: de R$ 100 a R$ 180. 12 anos. Banda de abertura: Skin Culture

Folha - Catraca Livre apresenta sugestões para esta quinta

da Folha Online

A banda Sambarockers faz show hoje na Galeria Olido. Com um estilo próprio, o grupo apresenta repertório de clássicos da música brasileira, influenciado por artistas como Jorge Benjor, Seu Jorge, Gilberto Gil e Simonal.

"Sambarockers"
Onde: Galeria Olido - av. São João, 473, República, região central, São Paulo, tel.: 0/xx/11/3331-8399
Quando: Qui., às 19h
Quanto: grátis


Já os músicos da banda Numismata sobem ao palco do Centro Cultural São Paulo para apresentar canções de seu novo álbum, intitulado "Chorume".

"Numismata"
Onde: Centro Cultural São Paulo - r. Vergueiro, 1000, Vergueiro, região central, São Paulo, tel.: 0/xx/11/3397-4000
Quando: Qui., às 18h30
Quanto: grátis

Folha - Aos 16 anos, cantor teen Justin Bieber é aposta para 2010

da Folha Online

O cantor canadense Justin Bieber é uma das grandes apostas da música para 2010. Aos 16 anos recém-completados, ele foi o primeiro artista na história com quatro canções no top 40 da lista Hot 100 da Billboard sem álbum lançado.
O disco de estreia do cantor, intitulado "My World", foi lançado em novembro do ano passado nos EUA. Quatro das faixas que integram o disco foram lançadas individualmente antes do disco chegar às lojas. Todas chegaram ao topo das paradas.
Seu segundo disco, "My World 2.0", foi lançado há dois dias, com um intervalo menor do que cinco meses em relação ao álbum de estreia. Mais uma vez, quatro faixas foram lançadas antes no iTunes e, ao que tudo indica, Bieber deve bater o rapper Ludacris e alcançar o primeiro lugar do top 200 da Billboard na semana que vem.
Com status de galã e boatos de que já teria ganhado um selinho da cantora Rihanna, o garoto causa histeria não somente em adolescentes, mas também em jovens de 20 e poucos anos.
Mas, ao contrário de outros artistas teens, como Miley Cyrus, Selena Gomez, Demi Lovato e os Jonas Brothers, Bieber não precisou estrelar um seriado da Disney para fazer sucesso.
A exemplo da cantora brasileira Mallu Magalhães, ele surgiu primeiro como um fenômeno na internet. No lugar do MySpace, ferramenta usada por Mallu, Bieber preferiu o Youtube --na época, com apenas 13 anos, o cantor não era exatamente um galã, mas levou fama por demonstrar muito carisma em suas apresentações ao vivo.

Fama

Os vídeos foram publicados no Youtube em 2007, quando ele se inscreveu, sem pretensões, em um concurso de talentos em sua cidade, Stratford, no Canadá.
Após tirar o segundo lugar, ele decidiu compartilhar sua vitória com os amigos e família colocando na internet os vídeos em que cantava covers de músicas famosas de artistas como Chris Brown, Alicia Keys e Justin Timberlake. Em alguns meses, os vídeos ganharam cerca de 10milhões de acessos no site.
O burburinho chamou atenção de um dos executivos da maior gravadora do mundo (em número de artistas), a Island Def Jam --que tem em seu catálogo artistas como Rihanna, Mariah Carey, Kanye West, Jay-Z, entre outros--, que chamou o garoto dos vídeos para uma conversa em seu escritório em Atlanta, nos Estados Unidos.
Lá, ele conheceu o rapper Usher, de quem era fã. Na época, Usher não deu muita bola, mas uma semana depois chamou o garoto de volta ao estúdio e, assim que o ouviu cantar, quis que ele fosse o primeiro contratado do seu selo, o US Records.
Antes de finalmente assinar o contrato, em outubro de 2008, Bieber disputou a atenção de Usher com Justin Timberlake, que também o queria em sua gravadora.
Desde o lançamento de seu primeiro single, "One Time", em maio do ano passado, o cantor tem mostrado grande potencial para fazer sucesso. No Twitter, o nome do cantor é presença constante nos "trending topics", os assuntos mais comentados do momento.

JT - Thiago Pethit canta no Sesc vila Mariana

Jornal da Tarde

Um dos músicos mais festejados da nova safra, Thiago Pethit leva ao Sesc Vila Mariana as músicas de seu álbum ‘Berlim, Texas’. Hélio Flanders (Vanguart) faz participação. R. Pelotas, 141. 5080-3000. R$ 20. Hoje, 21h.

JT - Parece coisa do demo. Mas o som é para falar de Jesus

Jornal da Tarde

O som é pesado. Para quem não conhece as letras das músicas da banda californiana P.O.D, ela facilmente poderia ser confundida com mais um desses grupos de metal, que se esgoelam em solos guturais e demoníacos. Mas não. Eles são cristãos e fazem parte de um nicho que não para de crescer: o do metal cristão. O grupo se apresenta hoje, às 22h, no Via Funchal, pouco mais de um ano depois da última apresentação no País, na igreja Bola de Neve.
O público certamente não será apenas de crentes. Aliás, é isso que eles esperam. Em entrevista ao JT, o vocalista Sonny Sandoval diz que sua mensagem é para todos. “Vem de coração. Deus me chamou e minha vida é um exemplo. O que quero fazer é agradar às pessoas. Não me importa se são crentes ou não”, disse.
Sandoval faz questão de recomendar ao seu público que não use entorpecentes. “Acredito que nossa música é suficiente. Ninguém precisa desse lixo (as drogas) para ter onda. A música é a maior onda. Eu fiz a minha escolha.” A banda deve apresentar 20 canções de toda a carreira.
O nome P.O.D. significa Pagável na Morte, uma referência ao sacrifício de Jesus Cristo, que morreu para expiar os pecados da humanidade. E, mesmo com toda a temática cristã, os californianos não se recusam a aparecer em nenhum festival, mesmo aqueles que são, teoricamente, mais “loucos”, como o Ozzfest, em 2002, organizado pelo ex-vocalista do Black Sabbath, Ozzy Osbourne, ou tocar com bandas como Slipknot, Korn e Papa Roach.
Sobre o último show no Brasil, Sandoval diz que o público era tão animado que nem parecia estar numa igreja. “O pessoal se amassava, os jovens foram à loucura.” A banda de abertura será a Skin Culture, de Mogi das Cruzes, que também faz metal cristão.

DIVIRTA-SE
P.O.D.
Hoje, às 22h.
Via Funchal: Rua Funchal, 65. 2144-5444.
Preço: de R$ 100 a R$ 180.
12 anos.
Banda de abertura: Skin Culture

JT - Fábio Lago lança banda Peba

Jornal da Tarde


O ator da Globo segue os passos do amigo Wagner Moura, que passou a ‘levar a sério’ sua banda.
Nos passos do ator Wagner Moura, vocalista da banda Sua Mãe, o ator Fábio Lago, 40 anos, montou o grupo Peba. No bar Espaço JTB, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, o ator se apresenta às quintas-feiras, sem horário definido, com o cachê simbólico de R$ 10. Ele toca durante 1h30 e adapta canções como Você não Serve para Mim, de Roberto Carlos, e Andanças, de Beth Carvalho.
O elo com a música veio da amizade com Wagner. Entre 2000 e 2003, os amigos e o ator Vladimir Brichta se reuniam no Rio para parodiar canções de Reginaldo Rossi e compor. Em 2007, os conterrâneos Wagner (de Salvador) e Fábio (de Ilhéus) dividiram o set do longa policial Tropa de Elite, de José Padilha, e os encontros musicais tiveram fim por falta de tempo. A banda Sua Mãe, de Wagner, seguiu na estrada e em maio lança o primeiro CD. No repertório, Bugiganga, escrita por Fábio Lago.
O baiano então foi atrás de criar o seu grupo, o Peba - no Nordeste a palavra é sinônimo de algo sem qualidade, fajuto. Entre vocal, bateria, percussão e violão, misturam-se seis integrantes de origem baiana, pernambucana, paulista, carioca e gaúcha. “Juntamos pernambucanos, baianos e simpatizantes, por isso Peba”, diz Fábio.
Por enquanto, o artista não tem planos de lançar um CD, mas, para atrair público para bares do Rio e de São Paulo, Fábio aproveita o chamariz da TV. Na novela das 7 Caras & Bocas (2009), ele foi Fabiano, um marido traído que se vestia de mulher para seguir a esposa. No domingo, depois do Fantástico, ele estreia no seriado de humor S.O.S. Emergência. E, no que depender do diretor Mauro Mendonça Filho, o ator tende a virar galã. Em Emergência, ele é o enfermeiro mulherengo Anderson. “Mas só tenho perfil de ser galã em São Cristóvão (bairro de classe média-baixa do Rio)”, brinca.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Destaques dos Jornais 24/03/2010

Estado de São Paulo

"Lanny Gordin lança novo álbum em show em São Paulo".

Folha de São Paulo

"Turnê de Moby no Brasil privilegiará músicas antigas".

Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta

"No Studio SP a atração da noite é Carlos Pontual".

Jornal da Tarde

"Eduardo Araújo no Tom Jazz".

"Violino para tocar obra de João Bosco, Sesc Pinheiros".

O guitarrista Lanny Gordin lança hoje, às 23h, no Studio SP".

Jornal do Brasil

"Ivete desbanca Claudia Leitte em premiação dos melhores do Carnaval".

"Sambista Dicró é internado com hipertensão".

Estadão - Lanny Gordin lança novo álbum em show em São Paulo

AE - Agencia Estado

Sem compor nada novo há dez anos, o guitarrista Lanny Gordin lança hoje, às 23h, no Studio SP o álbum Auto-Hipnose, com a banda Kaoll. Considerado por muitos um gênio da guitarra, Gordin despontou no final da década de 60 ao ser apresentado por Tony Osanah, crooner dos Beat Boys, a Gilberto Gil. À época, o compositor baiano estava começando o movimento Tropicália, do qual Gordin acabou participando ativamente. "A primeira vez que vi o Gil, ele estava usando uma bata indiana e um cabelo black power. Fizemos uma jam-session de uns 15 minutos e então ele me chamou para participar (da Tropicália)", diz Lanny.
Nascido Alexander Gordin, em 1951, em Xangai, na China, o guitarrista é filho de pai russo e mãe polonesa. Não chegou a viver na China, mudando-se para Israel, onde morou até os 6 anos, quando veio definitivamente para o Brasil. "Morei no Rio de Janeiro e depois nos mudamos para São Paulo", diz o guitarrista.
O disco que Lanny lança hoje começou a surgir meio que sem querer, em 2003, depois que o guitarrista teve como aluno o músico Bruno Moscatiello, de 27 anos. Moscatiello já tinha montado uma banda e lançado o disco "Kaoll04", em 2001. Na estrada com a banda Kaoll, Moscatiello convidou Lanny para acompanhá-lo nos shows.
"Era uma honra tê-lo na banda, e ele foi, sempre querendo participar das novas apresentações. Acabamos compondo muitas coisas juntos", completa Moscatiello. Com essas composições, eles perceberam que tinham material suficiente para um novo disco e fizeram o "Auto-Hipnose". Além das músicas novas, o álbum traz duas composições antigas de Lanny Gordin: "Groselha" (O Sapato) e "Música Kármica", de Lanny com o amigo Michel Leme.
A banda é composta por oito integrantes: duas guitarras (Lanny e Moscatiello), Dokter Leo (bateria), Carlos Fharia (contra-baixo), Tiago Mineiro (teclado), Yuri Garfunkel (flauta transversal), Miguel Durante (gaita) e Janja Gomes (percussão). As informações são do Jornal da Tarde.
Lanny Gordin. Hoje, às 23h. Studio SP (Rua Augusta, 591, centro). Tel. (011) 3129-7040. Entrada: R$ 20. 18 anos. 450 pessoas. www.studiosp.org

Folha - Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta

da Folha Online

No Studio SP a atração da noite é Carlos Pontual. Conhecido como guitarrista e produtor musical de Nando Reis & Os Infernais, o cantor possui vasto trabalho autoral, no qual usa sua experiência em diversos instrumentos e estilos musicais.

"Carlos Pontual"
Onde: Studio SP - r. Augusta, 591, Consolação, região central, São Paulo, tel.: 0/xx/11/3129-7040
Quando: Qua., às 21h
Quanto: grátis

Folha - Turnê de Moby no Brasil privilegiará músicas antigas

da Folha de S.Paulo

Moby já fez e faz um monte de coisas. Produz música, se apresenta como DJ, excursiona com o New Order, é parceiro de David Lynch, toca um bar especializado em chás orgânicos, escreve livro ("Gristle") sobre como a produção animal prejudica o ambiente e cria site (www.mobygratis.com) em que fornece faixas gratuitas para filmes e pequenos projetos.

Veja o roteiro de shows em SP

Mas Moby é essencialmente um músico, e como músico ele também já fez um monte de coisas: tecno, punk rock, soul music, funk, house, pop. Com seu mais recente disco, "Wait for Me" (2009), esse nova-iorquino de 44 anos cuja árvore genealógica passa por Herman Melville, o autor de "Moby Dick", finalmente produziu um álbum "pessoal e melódico".
É esse Moby que vem ao Brasil no mês que vem, para uma turnê que passa por Porto Alegre (20/4), Curitiba (21/4), São Paulo (23/4) e Rio (24/4). Há quase um ano o produtor iniciou o atual ciclo de shows. "Somo oito pessoas no palco. É algo grande. Tem cordas, vocalistas de apoio, tecladista, percussionista...", conta Moby, por telefone. Ele adianta que fará no país uma apresentação estilo "greatest hits": "Toco algumas canções novas, mas 75% do show são de faixas antigas".
"Wait for Me" recebeu elogios de um lado ("Paste"; "Spin") e pauladas de outro ("Pitchfork"), e traz um Moby focado na música eletrônica --o primeiro single, "Shot in the Back of the Head", por exemplo, é uma sequência de batidas sintéticas que não são acompanhadas por vocal.
"Estou fazendo música há um longo tempo. Cresci ouvindo música clássica, depois passei para o punk, hip-hop, house... Adoro várias coisas. Mas, basicamente, gosto de música emocional, melódica, personalista. É o que tentei colocar nesse disco, mais do que em qualquer outro que já fiz."

David Lynch

A faixa "Shot in the Back of the Head" ganhou um clipe dirigido por David Lynch. "Uma das melhores coisas de ser uma pessoa conhecida é conseguir trabalhar com seus ídolos. Já toquei com David Bowie, com o New Order. E agora trabalhei com David Lynch. Seus filmes são experimentais, underground, e acho isso inspirador."
"Wait for Me", seu nono disco de estúdio, marca o final de seu contrato com a EMI nos EUA (ele ainda é representado pela gravadora em alguns países, como o Brasil). Fato que trouxe grande liberdade criativa. "Muitas gravadoras pressionam seus artistas a serem mais comerciais, para ajudar as vendas. Nesse álbum, eu consegui ser mais pessoal, mais criativo. Seria trágico se eu, com 44 anos, ainda tivesse que seguir regras e ser comercializado como uma Christina Aguilera."

Acústico

Ainda um frequentador de clubes e DJ bissexto, Moby conta que gosta de ir a shows de rock, punk e hip-hop. E diz que seu próximo disco poderá ser "orgânico e acústico". "Passei as últimas semanas num estúdio bem antigo, trabalhando em elementos acústicos. Mas estou gostando de algumas coisas eletrônicas, então vamos ver o que sai."

MOBY
Quando: dias 20/4 (Porto Alegre), 21/ 4 (Curitiba), 23/4 (São Paulo), 24/4 (Rio de Janeiro)
Onde: em São Paulo, Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.955; tel. 0/xx/ 11/4003-5588)
Quanto: de R$ 100 (plateia superior 3) a R$ 400 (pista premium e camarote); pista: R$ 200 Classificação: 14 anos (em SP)

Folha - Akon tem visto negado no Sri Lanka por protestos budistas

da Efe, em Nova Délhi

O governo do Sri Lanka negou visto ao cantor de hip-hop Akon por conta de protestos gerados por um de seus clipes, no qual aparece uma estátua de Buda enquanto mulheres vestidas de forma sensual dançam.
Akon tinha previsto atuar na ilha do Índico em abril e o governo tinha lançado um plano para atrair ao país fãs do rapper de toda Ásia, segundo fontes do Ministério do Turismo citadas pelo diário "Daily Mirror" em sua edição digital.
A decisão de negar o visto aconteceu supostamente na noite desta terça-feira, pelo horário local, após uma reunião entre o ministro de Turismo, Achala Jagoda, e o presidente do país, Mahinda Rajapaksa.
Um grupo de monges budistas tinha pedido previamente ao governo o cancelamento da apresentação, alegando que o vídeo em questão contém cenas que depreciam o budismo.
O clipe, da música "Sexy Chick", do dj francês David Guetta e com participação especial de Akon, mostra um grupo de belas mulheres com roupas sensuais dançando ao som do rapper.
Em um momento do vídeo, as moças, de biquíni, rodeiam Guetta e Akon, que estão sentados em uma poltrona junto a uma ensolarada piscina, enquanto ao longe pode ser vista a figura de um Buda.
Por enquanto, os organizadores do show garantem que não receberam notificação oficial sobre a rejeição do visto para o cantor de origem senegalês-americana, segundo o "The Daily Mirror".
Akon, nascido Aliaune Badara Akon Thiam, é um dos mais conhecidos nomes do hip-hop, e realizou centenas de parcerias com outros artistas.
Ao conhecer a notícia, o cantor emitiu um comunicado no qual disse não saber sequer que havia uma estátua de Buda no cenário do vídeo, e lamentou a reação do Sri Lanka.
"Nunca tentaria ofender ou profanar a religião ou crenças religiosas de ninguém. Eu mesmo sou um homem espiritual, portanto posso entender que fiquem ofendidos, mas a violência nunca é a resposta", afirmou o cantor em comunicado publicado pela revista americana "Entertainment Weekly".
A companhia responsável pela apresentação, American Talent Agency, decidiu "adiar" o show após os protestos, segundo essa mesma fonte.

JT - Eduardo Araújo no Tom Jazz

Jornal da Tarde

Um dos nomes de destaque da Jovem Guarda e dono do hit ‘O Bom’, Eduardo Araújo exibe músicas próprias e releituras do cancioneiro popular. Amanhã, 22h. Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331. 3255-0084. R$ 50.

JT - Violino para tocar obra de João Bosco

Jornal da Tarde

O violinista Nicolas Krassik mostra faixas de ‘Odilê Odilá’, disco no qual faz releitura da obra de João Bosco. Uma banda o acompanha.Hoje e amanhã, às 20h. Sesc Pinheiros. Rua Paes Leme, 195. 3095-9400. R$ 12.

JT - Gênio da guitarra quer ‘hipnotizar’

Jornal da Tarde

Depois de dez anos sem compor, Lanny Gordin lança novo álbum em show no Studio SP.
Sem compor nada novo há dez anos, o guitarrista Lanny Gordin lança hoje, às 23h, no Studio SP, na Rua Augusta, o álbum Auto-Hipnose, com a banda Kaoll. Considerado por muitos um gênio da guitarra, Gordin despontou no final da década de 60 ao ser apresentado por Tony Osanah, crooner dos Beat Boys, a Gilberto Gil. À época, o compositor baiano estava começando o movimento Tropicália, do qual Gordin acabou participando ativamente. “A primeira vez que vi o Gil, ele estava usando uma bata indiana e um cabelo black power. Fizemos uma jam-session de uns 15 minutos e então ele me chamou para participar (da Tropicália)”, diz Lanny.
Nascido Alexander Gordin, em 1951, em Xangai, na China, o guitarrista é filho de pai russo e mãe polonesa. Não chegou a viver na China, mudando-se para Israel, onde morou até os 6 anos, quando veio definitivamente para o Brasil. “Morei no Rio de Janeiro e depois nos mudamos para São Paulo”, diz o guitarrista.
Na capital paulista, seu pai fundou a casa noturna Stardust, que abriu espaço para apresentações dos jovens Hermeto Pascoal, Heraldo do Monte e boa parte da turma da Jovem Guarda, como Wanderléa e Erasmo Carlos. Foi lá que Lanny se apresentou profissionalmente pela primeira vez. Alguns anos mais tarde, ele foi diagnosticado com esquizofrenia - até hoje, toma remédios para controlar a doença. Para tratá-la, o músico ficou internado por duas vezes, nas décadas de 80 e 90. Em 1995, finalmente teve alta e lançou alguns álbuns solo.
O disco que Lanny lança hoje, no entanto, começou a surgir meio que sem querer, em 2003, depois que o guitarrista teve como aluno o músico Bruno Moscatiello, de 27 anos. Moscatiello já tinha montado uma banda e lançado o disco Kaoll04, em 2001. “Conheci Lanny após ver um anúncio na revista Guitar Player dizendo que ele dava aulas”, diz o ex-aluno. “Queria me aperfeiçoar com ele, já que sempre fui um grande admirador do trabalho do Lanny”, declara.
Na estrada com a banda Kaoll, Moscatiello convidou Lanny para acompanhá-lo nos shows. “Era uma honra tê-lo na banda, e ele foi, sempre querendo participar das novas apresentações. Acabamos compondo muitas coisas juntos”, completa Moscatiello. Com essas composições, eles perceberam que tinham material suficiente para um novo disco e fizeram o Auto-Hipnose. Além das músicas novas, o álbum traz duas composições antigas de Lanny Gordin: Groselha (O Sapato) e Música Kármica, de Lanny com o amigo Michel Leme.
O nome do CD faz referência à sonoridade da banda, um rock progressivo-psicodélico, com influências do jazz e de bandas setentistas, como Pink Floyd e Led Zeppelin. “O objetivo é fazer o público entrar em transe, se auto-hipnotizar. Nesse estado de espírito, ele fica calmo e entra no som”, explica Lanny.

Jovem de novo

O instrumentista 58 anos, a mesma idade que o pai de Moscatiello, o que faz com que o público frequentemente pergunte se eles são pai e filho. “Quando toco com eles, me inspiro, me sinto jovem também. Quando toco sozinho, eu sou mais calmo. Com eles, sinto uma alegria contagiante. É um troca de experiências”, diz Lanny. “Esses garotos me incentivaram a voltar a compor.”
A banda é composta por oito integrantes: duas guitarras (Lanny e Moscatiello), Dokter Leo (bateria), Carlos Fharia (contra-baixo), Tiago Mineiro (teclado), Yuri Garfunkel (flauta transversal), Miguel Durante (gaita) e Janja Gomes (percussão).

DIVIRTA-SE
Lanny Gordin.
Hoje, às 23h.
Studio SP:
Rua Augusta, 591, centro.
3129-7040
Entrada: R$20. 18 anos.
450 pessoas. www.studiosp.orgS

JB - Ivete desbanca Claudia Leitte em premiação dos melhores do Carnaval

Portal Terra

SALVADOR - Ivete Sangalo reinou absoluta no Carnaval de Salvador de 2010. Prova disso é que a cantora desbancou Claudia Leitte e Daniela Mercury e levou o prêmio de melhor cantora na cerimônia de entrega do Troféu Dodô e Osmar, realizado na noite de terça-feira, no Teatro Castro Alves, em Salvador.
Daniel Cady, namorado da cantora, esteve no local para prestigiar a amada. Quem também levou um troféu para casa foi Léo Santana, vocalista do Parangolé, eleito o melhor cantor. O rapaz ficou conhecido nacionalmente por causa do hit Rebolation.

JB - Sambista Dicró é internado com hipertensão

Portal Terra

RIO - O sambista Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró, 64 anos, foi internado com uma crise de hipertensão, no hospital CardioTrauma, na Zona Sul do Rio, no início da noite de segunda-feira.
Diabético, o sambista começou a sentir fortes dores no peito e foi levado pela mulher Magdalena ao hospital para realização de exames, que registraram aumento de pressão arterial e alta taxa de glicose.
Dicró ficou no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) de segunda até terça-feira e, com o quadro estabilizado na tarde de ontem, o músico foi para um quarto.
Seu quadro é estável e, de acordo com a assessoria do CardioTrauma, o músico segue fazendo exames, está lúcido e bem-humorado, porém deve permanecer no hospital até o final de semana.
Considerado um dos principais sambistas de humor, Dicró tem um quadro no dominical Fantástico, que mostra o luxo aos olhos de um homem simples.

terça-feira, 23 de março de 2010

Destaques dos Jornais 23/03/2010

Folha de São Paulo

"Médico de Michael Jackson guardou os remédios antes de ligar para o resgate".

Jornal da Tarde

"Hoje, a noite é de Franz Ferdinand".

"Ícone do samba paulistano, o grupo Demônios da Garoa faz show hoje".

"Argentinos mostram história do tango hoje, Teatro Bradesco".

"Mulheres fazem roda de samba gratuita.Hoje, às 19h".

"Marjorie Estiano no Bourbon Street".

Folha - Médico de Michael Jackson guardou os remédios antes de ligar para o resgate

da Efe, em Los Angeles

O médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, parou as tentativas de reanimação que realizava no cantor horas antes de sua morte e atrasou a ligação aos serviços de urgência para guardar e separar os remédios presentes no quarto, segundo a imprensa americana.
Murray foi acusado formalmente em fevereiro de homicídio involuntário pela morte do rei do pop e permaneceu em liberdade após o pagamento de uma fiança, à espera do julgamento, que começará no dia 5 de abril, em Los Angeles.
A autópsia confirmou que a causa da morte de Michael, no dia 25 de junho de 2009, foi uma intoxicação aguda por remédios, principalmente propofol.
Os detalhes sobre o incidente no quarto onde o médico tratou o artista foram revelados aos investigadores por Alberto Álvarez, diretor de logística de Jackson.
Álvarez disse às autoridades que, ao entrar no quarto, viu o cantor, que parecia estar morto, com a boca entreaberta, os olhos abertos e uma agulha ligada à perna.
Segundo a declaração de Álvarez, o médico tentou de todas as formas salvar a vida de Michael e até fez uma respiração boca a boca, enquanto ele mesmo se ocupava da reanimação cardiopulmonar.
Quando a testemunha entrou no quarto, perguntou a Murray o que tinha acontecido e o médico disse que o cantor "teve uma reação, uma má reação".
Depois, o médico recolheu alguns frascos e pediu a Álvarez para os colocar em uma bolsa. Ele pegou uma sacola plástica do chão e o médico colocou os recipientes em seu interior.
Dois dias depois da morte do cantor, após várias horas de interrogatório com a polícia, Murray levou as autoridades a um armário desse quarto, onde estavam o propofol e outros sedativos em uma bolsa.
Segundo a declaração de Álvarez, o médico aguardou que os medicamentos estivessem dentro das bolsas para realizar a ligação aos serviços de urgência.

JT - Programa bem paulistano

Jornal da Tarde

Ícone do samba paulistano, o grupo Demônios da Garoa faz show calcado nos grandes sucessos compostos por Adoniran Barbosa (1910-1982), como ‘Samba do Arnesto’ e ‘Trem
das Onze’. Hoje, às 22h30. Bar Brahma. Av. São João, 677. 3333-0855. R$ 60.

JT - Argentinos mostram história do tango

Jornal da Tarde

Tango a Tierra’ faz uma viagem pelo universo do tango, desde os anos 30 até os dias de hoje. Com bailarinos e música ao vivo. Hoje, às 21h. Teatro Bradesco (ShoppingBourbon) R. Turiaçu, 2.100. Tel.: 3670.4100. R$ 80 a R$ 160.

JT - Mulheres fazem roda de samba gratuita

Jornal da Tarde

Adriana Moreira recebe a cantora Larissa Smid, num show tomado pelo samba, com músicas de Noel Rosa, Cartola, Clara Nunes e outros. Hoje, às 19h. Galeria Olido: Rua São João, 473. 3397-0171. Grátis.

JT - Marjorie Estiano

Jornal da Tarde

Atriz e cantora, Marjorie Estiano faz o show
'Combinação Sobre Todas as Coisas’, no qual canta algumas de suas músicas preferidas. O repertório é eclético e vai de Tom Waits (‘Chocolate Jesus’) a Tom Jobim e Vinicius de Moraes (‘Chega de Saudade’). Hoje, às 22h30. Bourbon Street: Rua dos Chanés, 127. 5095-6100. Couvert: R$ 50.

JT - Hoje, a noite é de Franz Ferdinand

Jornal da Tarde

Grupo escocês chega a São Paulo para show da turnê ‘Tonight: Franz Ferdinand’.
Em menos de uma semana, eles já passaram por Porto Alegre, Brasília e Rio de Janeiro, com as casas lotadas. Hoje, às 22h, no Via Funchal, é a vez de São Paulo assistir ao show da banda escocesa Franz Ferdinand. Por aqui, ainda restam ingressos que variam entre R$180 e R$300. A impressão que o público brasileiro passou para os escoceses quando eles se apresentaram pela primeira vez no país, há quatro anos, no Circo Voador, no Rio de Janeiro, foi tão boa que o País foi incluído em todas as outras turnês internacionais da banda. Tanto que eles voltaram no mesmo ano para abrir o show do U2, em São Paulo.
Em entrevista ao JT, o baterista Paul Thomson disse que o novo show deles no Brasil seria diferente dos anteriores, dessa vez, incluindo as músicas do disco novo, Tonight: Franz Ferdinand e, principalmente, variando o set-list das apresentações que eles fizeram nas outras cidades, antes de chegar a São Paulo. “Vocês são selvagens”, disse Thomson.
A julgar pelas apresentações em Porto Alegre e Rio, há algumas canções que não ficarão de fora, como Do You Want To, Matinée e This Fire. Apesar de não ser garantido, outros sucessos, como Take me Out, Lucid Dreams e You Could Have It So Much Better, poderão também entrar no repertório desta noite.
A banda já ganhou tanta notoriedade que hoje, ao digitar no Google “Franz Ferdinand”, não aparecerá nos primeiros resultados o nome do arquiduque do Império Austro-húngaro, cujo assassinato em Sarajevo, em 1914, desencadeou a Primeira Guerra Mundial. O principal resultado é dos escoceses. Mesmo assim, o Franz evita os holofotes. Eles não cansam de repetir que grupos de rock não têm nada de interessante para contar em entrevistas. “Não gostamos de dar entrevistas quando não temos nada para dizer. Conversamos com vocês (jornalistas) quando vamos divulgar um show ou algo do tipo. Fora isso, não falamos nada de interessante”, destaca Thomson.
Exceto pela abertura do show do U2, quando tocaram para mais de 35 mil pessoas, no estádio do Morumbi (o público total chegou a 73 mil, durante o show do U2), eles preferem fazer apresentações em locais pequenos. Na turnê brasileira deste ano, o público ficou entre 5 e 7 mil. Aproximadamente o mesmo número de pessoas que os assistirão hoje. “Prefiro lugares pequenos. Ainda mais porque fico no fundo, atrás da bateria. Assim é mais fácil ver e sentir o público”, disse. “Em Glasgow e ocasionalmente em Londres, no início da nossa carreira, não imaginávamos tocar em lugares tão distantes como Brasil ou Atenas, na Grécia”, disse o baterista.
No momento a banda não está gravando nada novo. “Paramos em dezembro para darmos início à turnê”, explica ele. “Tocar ao vivo nos dá um retorno imediato. O público se diverte junto.” Apesar de serem considerados uma banda indie, com um som bastante característico, o baterista revela que muitos grupos brasileiros influenciaram sua música. “A Tropicália, Os Mutantes, Caetano Veloso, Tom Zé, além de grupos de cumbia, da Colômbia e de Porto Rico, influenciaram nosso trabalho.”

DIVIRTA-SE
Franz Ferdinand.
Hoje, às 22h, no Via Funchal.
Rua Funchal, 65. Vila Olímpia.
2144-5444.
De R$180 a R$ 300.
Classificação: 12 anos.
www.viafunchal.com.br

segunda-feira, 22 de março de 2010

Destaques dos Jornais 22/03/2010

Estado de São Paulo

"Poetisa do rock Patti Smith será homenageada em abril".

Jornal da Tarde

"Galeria do rock lado ‘b’".

"Um pouco de Brasil e de música moura, amanhã, às 21h. Choperia do Sesc Pompeia".

"Mundaréu de sons na Vila Mariana".

"Projeto Coisa Fina presta homenagem ao maestro pernambucano Moacir Santos".

Estadão - Poetisa do rock Patti Smith será homenageada em abril

REUTERS

A pioneira do punk rock Patti Smith vai receber da indústria musical em abril um prêmio pelo conjunto de sua obra, em homenagem a seus 40 anos de carreira como cantora, poeta, ativista política e pintora.
Smith, de 63 anos, receberá o Founders Award (Prêmio dos Fundadores) durante o jantar anual de premiações da música pop do grupo ASCAP, que vai homenagear compositores e editores das canções mais tocadas de 2009.
Ela também vai se apresentar no evento de gala, que será em 21 de abril no Renaissance Hotel, em Hollywood.
"Ela ampliou as fronteiras da expressão artística, musicalmente e de outras maneiras, inspirando gerações de roqueiros em todo o mundo", disse o presidente e executivo-chefe da ASCAP, Paul Williams, em comunicado à imprensa.
"Patti Smith continua a ser uma artista vibrante e prolífica, que trabalha em uma grande gama de mídias."
Alguns dos homenageados anteriores com o Founders Award incluem Joni Mitchell, Paul McCartney, Neil Young e Tom Waits.
Patti Smith rejeita classificações e desdenha especialmente o apelido de "Madrinha do Punk", mas, mesmo assim, é vista como figura chave do cenário punk nova-iorquino dos anos 1970, sendo eternamente louvada por roqueiros que incluem Michael Stipe, vocalista do R.E.M.
A filha de um casal operário de Nova Jersey inspirou-se em influências como William Blake, Arthur Rimbaud, Walt Whitman e William Burroughs para dar à revolução frequentemente romantizada um vocabulário cuja epítome foi expressa no verso de uma letra que diz "Jesus morreu pelos pecados de alguém, mas não os meus."
Patti Smith entrou para o Hall da Fama do Rock'n'Roll em 2007.

JT - Galeria do rock lado ‘b’

Jornal da Tarde

Com instituto cultural, Nova Barão quer atrair ‘órfãos’ do espaço que faz sucesso na TV.
Uma feira itinerante de compra, venda e troca de LPs e CDs e jam sessions com músicos famosos uma vez por mês regadas a cerveja gelada. Essas são as primeiras atividades do “instituto cultural informal” formado pelas lojas da Rua Alta da Galeria Nova Barão, no centro de São Paulo.
Enquanto a famosa Galeria do Rock se torna “personagem” da novela Tempos Modernos, da TV Globo, e acentua cada vez mais a sua nova vocação de shopping center de novas tendências de comportamento e moda, as 11 lojas vinis e CDs da Nova Barão começam a se movimentar para transformar o seu espaço na alternativa para os órfãos do rock tradicional.
A ideia da criação de um instituto cultural na Rua Alta não é nova e pode sair formalmente até o final de 2010. Enquanto isso, o casal Kátia Pimentel e Carlos Suárez, da Big Papa Records, e os irmão Cláudio e Márcio Morais, da Art Rock, lideram o movimento para atrair os amantes de música descontentes dos rumos que a Galeria do Rock original, entre as ruas 24 de Maio e São João, tomou em direção ao mundo fashion.
“Fui o primeiro a chegar aqui, há dez anos, e mantenho a loja como um ponto de encontro de amigos que gostam de ouvir um bom rock e tomar cerveja”, diz Cláudio Morais, engenheiro químico psico-pedagogo que toca a Art Rock com irmão Márcio, jornalista e professor. “Em que outro lugar é possível juntar gente legal, com bom gosto, tomar cerveja e ouvir rock progressivo?”
Já Kátia e o norte-americano Suárez, da Big Papa, são os mentores do projeto em si do instituto cultural e os coordenadores da primeira feira itinerante de troca, compra e venda de LPs de São Paulo. Eles ainda promovem sessões de música no interior da loja, que vende gravuras e pinturas de artistas sem espaço para expor seus trabalhos (leia texto abaixo).

Migração

As 11 lojas do bulevar da Rua Alta devem se tornar 13 até o meio do ano. Lojistas tradicionais da Galeria do Rock têm espaços reservados no local, já prevendo a possível decadência da venda de música no tradicional reduto de roqueiros da cidade.
É o caso dos sócios Fausto Mucin e André Mesquita, da Die Hard, especializada em heavy metal e rock clássico. Os dois já compraram uma loja na Nova Barão. “O público atual não tem o mesmo apreço pela música e se contenta com arquivos simples de áudio no computador. E esse é o público atual da Galeria do Rock”, diz Mucin, que não tem data para migrar. “Enquanto der, vamos ficando, mas uma hora teremos de tomar uma decisão. O aluguel na Nova Barão é um terço do que pagamos hoje aqui. Quando o consumo de música for se tornar uma coisa ‘cult’ deveremos ir para lá.”
Embora predominem as lojas especializadas em rock e em venda de vinis, o conceito cultural é mais amplo - pelo menos essa é a ambição de quem trabalha ali. A Big Papa, por exemplo, tem um acervo bastante interessante de CDs e LPs de jazz e música brasileira em geral, atraindo aficionados estrangeiros, como a estudante canadense Sarah Anton, frequentadora assídua das lojas e fã de Gal Costa e Maria Betânia.
“Venho pelo menos duas vezes por mês aqui e sempre encontro o que quero. Agora sou ‘sócio’ da Art Rock”, brinca Celso Capanema, consultor em tecnologia. Ricardo “Cachorrão” Flávio é outro que adora passar tardes de sábado passando por todas as lojas. “Conheço pessoas diferentes, ouço boa música, ensino meu filho a escutar coisa boa e me divirto tomando cerveja. Bom demais.”U

JT - Um pouco de Brasil e de música moura

Jornal da Tarde

A cantora mineira Maísa Moura exibe uma mistura da música de origem moura com a brasileira, com especial destaque para a nordestina. Amanhã, às 21h. Choperia do Sesc Pompeia. Rua Clélia, 93. 3871-7700. Grátis.

JT - Mundaréu de sons na Vila Mariana

Jornal da Tarde

Maracatu, fandangos e outros ritmos estão presentes no repertório do Mundaréu, grupo de Curitiba que toca amanhã, às 20h30, no Sesc Vila Mariana. Rua Pelotas, 141. 5080-3000. Entradas a R$ 12. 12 anos.

JT - Projeto Coisa Fina presta homenagem ao maestro pernambucano Moacir Santos

Jornal da Tarde

O Projeto Coisa Fina presta homenagem ao maestro pernambucano Moacir Santos (1924-2006) no show de hoje, às 21h, no Teatro da Vila. A apresentação faz parte da temporada do Movimento Elefantes, que reúne dez big bands paulistas. Rua Jericó, 256, Vila Madalena. 7838-0182. O público paga o quanto achar justo.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Destaques dos Jornais 19/03/2010

Estado de São Paulo

"Banda Dream Theater apresenta seu 10º álbum em SP".

Folha de São Paulo

Catraca Livre apresenta sugestões para esta sexta

"O Centro Cultural da Juventude recebe hoje o festival "Viva La Woman 2010"".

"Já atração da tarde no Centro Cultural São Paulo é a Big Band da Santa".

"Ex-namorado e produtor musical processa Lady Gaga".

Jornal da Tarde

"Artistas relembram Mercedes Sosa".

"Overkill celebra 25 anos do seu 1º disco".

"Mallu Magalhães leva ao Auditório Ibirapuera músicas de seu segundo álbum, hoje, às 21h. Parque do Ibirapuera".

"Métrica complicada e músicos de primeira linha com 25 anos de estrada, a banda Dream Theater faz show hoje no Credicard Hall".

"E Madonna salvou Jesus".

Jornal do Brasil

"Aos 84, BB King esbanja simpatia com show intimista em SP".

Estadão - Banda Dream Theater apresenta seu 10º álbum em SP

AE - Agencia Estado

Os conservatórios musicais vão entrar em ebulição mais uma vez. É que o Dream Theater vai se apresentar hoje, no Credicard Hall, em São Paulo. A banda de músicos virtuosos e músicas com métricas complicadas volta ao Brasil para mostrar canções do novo disco, "Black Clouds & Silver Linings" (2009), o décimo da carreira de 25 anos do grupo.
No grupo desde 1999, o tecladista Jordan Rudess falou com o JT por telefone. Antes de emprestar seu talento à banda de Nova York, o veterano de 53 anos tocou com o Dixie Drags e, na mesma época em que entrou no Dream Theater, trabalhou com David Bowie no início dos anos 2000. Fã de nomes como Jimi Hendrix, Yes, Emerson Lake and Palmer e Yes, o tecladista diz que, para os shows no Brasil, o repertório será escolhido pelo baterista Mike Portnoy, que é quem sempre tem a palavra final nas decisões do grupo.
"Temos mais de quatro horas de material ensaiado para esta turnê. Mas Mike sempre decide o repertório perto da apresentação. Mesmo quando vamos tocar um disco inteiro, como fizemos com ''Dark Side of the Moon'', do Pink Floyd, é ele quem escolhe. Ele nos manda um e-mail, avisando o que quer e ponto. Às vezes, o tempo é curto e temos de nos virar", conta o músico. Além de Rudess e Portnoy, o Dream Theater tem na formação o baixista John Myung, o guitarrista John Petrucci e o vocalista James Labrie. As informações são do Jornal da Tarde.

Dream Theater. Credicard Hall: Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro. Tel. (011) 4003-0848. Hoje, às 22h. De R$ 80 a R$ 300. Classificação: 16 anos. www.credicardhall.com.br

Folha - Catraca Livre apresenta sugestões para esta sexta

da Folha Online

O Centro Cultural da Juventude recebe hoje o festival "Viva La Woman 2010". O evento é feito para bandas formadas por garotas. Nesta edição, os grupos que se apresentam tocam punk rock.
"Big Band da Santa"
Onde: Centro Cultural São Paulo - r. Vergueiro, 1000, Vergueiro, região central, São Paulo, tel.: 0/xx/11/3397-4000
Quando: Sex., às 18h30
Quanto: grátis


Já atração da tarde no Centro Cultural São Paulo é a Big Band da Santa. Composta por convidados da Faculdade Santa Marcelina, a banda tem como objetivo formar e misturar um repertório de arranjos "clássicos" e contemporâneos.
"Viva La Woman"
Onde: Centro Cultural da Juventude - av. Deputado Emílio Carlos, 3.641, Vila Nova Cachoeirinha, região norte, São Paulo, tel.: 0/xx/11/3984-2466
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis

Folha - Ex-namorado e produtor musical processa Lady Gaga

da BBC Brasil

Um compositor e produtor musical que alega ter ajudado a lançar a carreira de Lady Gaga, 23, co-escrevendo sucessos e garantindo um contrato com uma gravadora está processando a cantora americana.
Rob Fusari, que é citado no disco de Gaga, "The Fame", alega que não recebeu sua parte nos royalties das músicas e nos ganhos com merchandising.
Na quinta-feira, ele entrou com uma ação legal no valor de US$ 30,5 milhões (cerca de R$ 54,4milhões) contra a cantora que já recebeu dois Grammys, em Nova York.
Fusari afirma que a ex-namorada o abandonou depois que sua carreira deslanchou. O porta-voz de Lady Gaga, Dave Tomberlin, não comentou o caso.
Nos documentos apresentados, Fusari --que colaborou em "Bootylicious", do Destiny's Child-- afirma que conheceu Lady Gaga quando ela ainda se apresentava sob seu nome real, Stefani Germanotta, em março de 2006.
Apesar de não ter dado muita atenção inicialmente, ele percebeu seu potencial depois de ouvi-la tocar piano em seu estúdio em Parsipanny, Nova Jersey.
Fusari afirma que passou vários meses "recriando radicalmente seu estilo" e a transformando em Lady Gaga-- o nome artístico que ela adotou por sua sugestão, diz ele.
Em uma entrevista no ano passado, a estrela pop teria dito: "Eu era Gaga desde os 19 anos, no meu primeiro contrato de disco".
"Sempre me vesti assim antes de as pessoas me conhecerem como Lady Gaga. Sempre fui assim."

Contrato de disco

Fusari alega que ele e Germanotta já estavam romanticamente envolvidos quando formaram a empresa Team Love Child LLC em maio de 2006 para promover a carreira de Gaga.
O compositor também alega que foi fundamental ao garantir o contrato de discos com a Interscope Records, que lançou o álbum "The Fame" em 2008. O disco vendeu mais de 3 milhões de cópias só nos Estados Unidos.
Com o fim de sua relação, Fusari afirma que os negócios da dupla entraram em colapso.
O produtor afirma que não recebeu seus 20% pelos royalties das músicas, 15% pelos ganhos com merchandising, além de outros pagamentos.
Fusari reconhece ter recebido cerca de US$ 611 mil (cerca de R$ 1,09 milhão), mas afirma que tem direito a receber muito mais.
Em janeiro, Lady Gaga recebeu dois Grammys-- melhor gravação de dance por Poker Face e melhor álbum de Dance por The Fame.

JT - Artistas relembram Mercedes Sosa

Jornal da Tarde

Artistas como Monica Salmaso, Renato Braz e Cida Moreira participam de ‘Uirapuru Latino-Americano - Homenagem a Mercedes Sosa’. Hoje e amanhã, 21h; dom., 18h. Sesc Pinheiros. R. Paes Leme, 195. Tel.: 3095-9400. R$ 20.

JT - Overkill celebra 25 anos do seu 1º disco

Jornal da Tarde

O grupo norte-americano de thrash metal Overkill comemora hoje, às 21h, os 25 anos de lançamento de seu 1º disco, ‘Feel The Fire’. Abertura do Machinage, às 19h30. Clash Club. R. Barra Funda, 969. Tel.: 3661-1500. R$ 90 a R$ 150.

JT - Mallu Magalhães

Jornal da Tarde

Mallu Magalhães leva ao Auditório Ibirapuera músicas de seu segundo álbum, homônimo à cantora. Agora, ela investe também em canções escritas em português, como ‘O Herói, O Marginal’. Participações do namorado Marcelo Camelo (Los Hermanos) e da banda Jennifer Lo-Fi. Hoje, às 21h. Parque do Ibirapuera, portão 2. 3629-1075. R$ 30.

JT - Métrica complicada e músicos de primeira linha

Jornal da Tarde

Com 25 anos de estrada, a banda Dream Theater faz show hoje no Credicard Hall.
Os conservatórios musicais vão entrar em ebulição mais uma vez. É que o Dream Theater está passando na avenida. A banda de músicos virtuosos e músicas com métricas complicadas volta ao Brasil para mostrar canções do novo disco, Black Clouds & Silver Linings (2009), o décimo da carreira de 25 anos do grupo.
Desde 1999 no conjunto, o simpático tecladista Jordan Rudess falou com o JT por telefone. Antes de emprestar seu talento à banda de Nova York, o veterano de 53 anos tocou com o Dixie Drags e, na mesma época em que entrou no Dream Theater, trabalhou com David Bowie. Foi no início dos anos 2000. “Gravei o álbum Heathen, que saiu em 2002. Fui chamado pelo produtor dele, o Tony Visconty, que é meu amigo há muito tempo. Cheguei com todos os meus sintetizadores, minhas parafernálias, minhas bibliotecas de sons digitais. Quis ter certeza que estava preparado para tocar qualquer tipo de som que o Bowie quisesse para o disco”, lembra Rudess. “Assim que perguntei o que Bowie queria, todo empolgado, ele me disse: ‘Um som de Fender Rhodes e depois um som de Hammond, algo bem vintage’. Olhei bem pra ele e perguntei se ele não tinha contratado o tecladista errado. Ele me respondeu que queria um som bem simples, e que sabia que eu poderia tirar isso para ele. Tive de concordar, afinal ele é o Bowie (risos).”
Rudess lembra de um momento que o emocionou durante as gravações: “Bowie quis demonstrar como queria uma passagem de uma música e começou a cantar e tocar Space Oddity no piano. Aquilo foi demais”.
Fã de nomes como Jimi Hendrix, Yes, Emerson Lake and Palmer e Yes, o tecladista diz que, para os shows no Brasil, o repertório será escolhido pelo baterista Mike Portnoy, que é quem sempre tem a palavra final nas decisões do grupo.
“Temos mais de quatro horas de material ensaiado para esta turnê. Mas Mike sempre decide o repertório perto da apresentação. Mesmo quando vamos tocar um disco inteiro, como fizemos com Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, é ele quem escolhe. Ele nos manda um e-mail, avisando o que quer e ponto. Às vezes, o tempo é curto e temos de nos virar”, conta o músico. Além de Rudess e Portnoy, o Dream Theater tem na formação o baixista John Myung, o guitarrista John Petrucci e o vocalista James Labrie.

DIVIRTA-SE
Dream Theater.
Credicard Hall: Av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro.
4003-0848.
Hoje, às 22h.
De R$ 80 a R$ 300.
Classificação: 16 anos.
www.credicardhall.com.br

JT - E Madonna salvou Jesus

Jornal da Tarde

O namorado da diva pop virou DJ e cobra até R$ 30 mil por balada.
Até o dia 16 de dezembro de 2008, Jesus Luz era um modelo em início de carreira. Ganhava cerca de R$ 400 por trabalho e morava com a avó, no bairro de Humaitá, no Rio de Janeiro. Tudo mudaria no dia seguinte. Em 17 de dezembro daquele ano, ele conheceu a popstar Madonna, durante um ensaio fotográfico para a revista W. Logo, os dois passaram a aparecer juntos e assumiram o namoro. Foi como um milagre na vida de Jesus. Hoje, aos 23 anos, ele cobra alto para aparecer nas passarelas e fatura até R$ 30 mil para tocar numa balada, valor muito acima do que ganham DJs bem mais experientes e respeitados, mas que não namoram celebridades internacionais.
No período de um ano e três meses - desde que conheceu Madonna l-, Jesus Luz já tocou numa festa do estilista Marc Jacobs, foi contratado a peso de ouro para uma performance no Ceará Music (ele teria recebido cerca de R$ 30 mil) e se prepara para lançar o disco From Light no mês que vem. Neste exato momento, Jesus está em Nova York, produzindo seu segundo videoclipe. Já para os DJs que não gozam dos privilégios de serem “o namorado da Madonna”, a vida não é tão fácil.
Para o DJ Jason Bralli, 32 anos, por exemplo, a saga meteórica do modelo parece ficção. Na estrada desde os 14 anos, Bralli ralou nada menos do que cinco anos para arranjar um lugar para tocar. “Ninguém dava oportunidade. Só me apresentava em festas de amigos”.
Em 1996, ele finalmente conquistou um espaço no clube Base, em São Paulo, onde fez a primeira residência da carreira. Depois vieram as casas Manga Rosa, Sirena e viagens pelo Brasil. Quando se estabeleceu, Bralli começou a produzir músicas e até abriu uma gravadora de onde já saíram mais de 70 títulos. É dele, inclusive Gótik, uma das músicas eletrônicas mais famosas no Brasil. No entanto, tudo isso não culminou em cachês milionários. “Sempre tenho de correr atrás. Qualquer um pode baixar músicas e falar que é DJ”.
Sobre o repentino sucesso de Jesus, Bralli diz: “Ele está vivendo uma fase que não vai durar para sempre. Mas qual é o promoter que não quer ter em sua festa o namorado da Madonna? As pessoas olham para ele e enxergam cifras”. Apresentando-se 15 vezes por mês, uma delas na Festa Crew, no Clube Glória, Fabrizio Martinelli, 30, é DJ há dez anos e diz que fazer um nome é algo complicado em sua área, mesmo para ele, que já tocou numa festa do BBB.(Continua na página 3)

JB - Aos 84, BB King esbanja simpatia com show intimista em SP

Portal Terra

SÃO PAULO - O título de "Rei de Blues" não foi dado a BB King por acaso. O guitarrista americano, aos 84 anos, trouxe seu cetro, a inseparável Lucille, para registrar novamente sua majestade nesta quinta-feira no Bourbon Street, em São Paulo.
Esbanjando simpatia e bom humor, o guitarrista subiu ao palco pouco depois das 22h. Vale lembrar que 30 minutos antes disso, sua guitarra, a lendária Lucille, já era alvo de constantes flashes do público, cerca de 400 pessoas, enquanto descansava no lugar que seria tomado pelo americano. - Não aprendi nem inglês direito, imagina português então - disse arrancando risos da plateia.
- Tem uma palavra que eu sei dizer, mal, mas sei. E ela é obrigado - completou.
Depois de sua competente banda tocar dois temas instrumentais para abrir o show, BB King assumiu a guitarra com um sonoro estrondo nas cordas, mostrando que não iria tratá-la com gentileza, por enquanto. Logo nas primeiras notas, o inconfundível timbre fechado e cheio de clima logo tomou o ar da casa junto com os precisos riffs e fraseados característicos que marcam a personalidade de BB King.
É verdade que o guitarrista não empunha seu instrumento com tanta frequência como antes, mas, quando o faz, dá uma lição ao passear pelas escalas pentatônicas, típicas dos bluesmen, sem firulas e certo do que está fazendo. - Dizem que Deus dá uma coisa só para nós usarmos e não podermos gastar - disse, justificando sua voz. No entanto, o vozeirão de BB King estremeceu o local com o refrão de Rock Me Baby e encheu de emoção com See That My Grave is Kept Clean.
Sempre interrompendo as canções, BB King não se preocupa em tomar mais fôlego ou secar o rosto. Seu negócio é conversar. O guitarrista, que logo que pisou no palco distribuiu diversas palhetas, fez questão de interagir com o público e conversar sobre os mais variados temas. Filhos, morte, carreira e até Viagra. - Eu tenho dois doutores. Um deles é o Dr. Viagra. Ah, vocês também o conhecem? -disse o músico, arrancando novamente risos e aplausos dos fãs.
O bluesman/comediante ainda se explicou. - As pessoas acham que só porque a gente canta o blues, precisa estar triste o tempo todo - afirmou. Ao falar de música, King alfinetou os rappers. - Tenho algo em comum aqui com esses rapazes. Gosto de olhar as mulheres bonitas. Algo que me incomoda é o rap. Fico tão bravo quando esses caras falam mal das garotas - esbravejou. - Eu sou do Mississipi, se eles tiverem algum problema com isso, podem ir lá falar comigo - completou, arrancando risos de seus instrumentistas.
BB King seguiu sua apresentação tocando canções como Let the Good Times Roll, Rock Me Baby, Key to the Highway, When Love Comes to Town, Woke Up This Morning (My Baby's Gone) e até uma versão bem-humorada de You Are My Sunshine, que fez algumas senhoras se levantarem no fundo do bar para dançar.
Com não podia ser diferente, BB King foi coroado novamente ao ser aplaudido de pé pela plateia e agradeceu todos sempre com simpatia e bom humor. Enquanto muitos fãs se perguntavam nas mesas se esta seria a última vez do guitarrista no Brasil, já que o americano chegou a receber ordens médicas de parar com as turnês, ele foi direto: ''Ainda não estou pronto para isso''.
BB King ainda se apresenta nesta sexta e sábado no Via Funchal, em São Paulo. Informações no telefone (11) 3089 - 6999.