Estado de São Paulo
"Pianista Francis Hime apresenta em SP aclamado disco".
"Musicais fazem de São Paulo uma verdadeira Broadway".
Folha de São Paulo
"Globo libera Roberto Carlos para gravar 'Hebe'".
Jornal da Tarde
"Cris Aflalo lança disco, hoje e amanhã, às 22h,Tom Jazz".
"Pedro Luís e a Parede no Pompeia,Hoje e amanhã, às 21h. Sesc Pompeia".
"Porcas Borboletas,Hoje, às 21h. Sesc Santana".
"Samba de roda com tempero baiano, Caixa Roque Ferreira".
"Jonas Brothers é eleita a pior banda do ano".
Jornal do Brasil
"LCD Soundsystem está com novo álbum pronto".
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Estadão - Pianista Francis Hime apresenta em SP aclamado disco
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Olhando para "O Tempo das Palavras... Imagem", álbum duplo lançado em comemoração aos seus 70 anos (completados em 31 de agosto de 2009), Francis Hime não vê nada que faria de diferente. Pudera. Disparado entre os melhores do ano passado, cinco meses após seu lançamento, o disco finalmente chega aos palcos de São Paulo para duas apresentações, amanhã e domingo, no Sesc Pinheiros.
Em uma parceria entre a Biscoito Fino e o Canal Brasil, o segundo show será gravado para sair em DVD, no máximo até agosto. E, assim como no CD duplo, o concerto será dividido em duas partes. Na primeira, Francis relembrará parte do repertório registrado em "Imagem", disco em que o compositor pela primeira vez interpretou com arranjos para piano-solo trilhas que fez para filmes nas décadas de 60 e 70.
Dos 25 temas do álbum, o compositor pinçou oito, entre eles duas parcerias com Chico Buarque, "A Noiva da Cidade" e "Choro nº 1 (Meu Caro Amigo)", e "Tema Hindu", "A Estrela Sobe (Último Retrato)", "Lição de Amor" e "Namoro de Vadinho e Dona Flor". Além de toda a carga emotiva que emana do piano de Francis, e da intimidade com suas próprias composições, o cenário ainda contará com um telão, que exibirá cenas dos filmes que foram preservados, e imagens dos que se perderam em uma "colagem poética", como define o compositor.
O encerramento do show será marcado por uma feliz coincidência. Na mesma noite em que Francis fechará a apresentação com "Pra Baden e Vinicius", inspirada nos afro-sambas, seu parceiro nessa composição, Paulo César Pinheiro, estará presente no palco do teatro de outro Sesc, o Pompeia. "É uma pena que os shows estejam marcados para o mesmo horário, senão eu daria uma escapadela para ver o Paulinho", lamenta Francis.
Francis Hime. Sesc Pinheiros (1.010 lugares). Rua Paes Leme, 195. Telefone: 3095-9400. Amanhã, 21 horas, e domingo, às 18 horas. R$ 5 a R$ 20. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
SÃO PAULO - Olhando para "O Tempo das Palavras... Imagem", álbum duplo lançado em comemoração aos seus 70 anos (completados em 31 de agosto de 2009), Francis Hime não vê nada que faria de diferente. Pudera. Disparado entre os melhores do ano passado, cinco meses após seu lançamento, o disco finalmente chega aos palcos de São Paulo para duas apresentações, amanhã e domingo, no Sesc Pinheiros.
Em uma parceria entre a Biscoito Fino e o Canal Brasil, o segundo show será gravado para sair em DVD, no máximo até agosto. E, assim como no CD duplo, o concerto será dividido em duas partes. Na primeira, Francis relembrará parte do repertório registrado em "Imagem", disco em que o compositor pela primeira vez interpretou com arranjos para piano-solo trilhas que fez para filmes nas décadas de 60 e 70.
Dos 25 temas do álbum, o compositor pinçou oito, entre eles duas parcerias com Chico Buarque, "A Noiva da Cidade" e "Choro nº 1 (Meu Caro Amigo)", e "Tema Hindu", "A Estrela Sobe (Último Retrato)", "Lição de Amor" e "Namoro de Vadinho e Dona Flor". Além de toda a carga emotiva que emana do piano de Francis, e da intimidade com suas próprias composições, o cenário ainda contará com um telão, que exibirá cenas dos filmes que foram preservados, e imagens dos que se perderam em uma "colagem poética", como define o compositor.
O encerramento do show será marcado por uma feliz coincidência. Na mesma noite em que Francis fechará a apresentação com "Pra Baden e Vinicius", inspirada nos afro-sambas, seu parceiro nessa composição, Paulo César Pinheiro, estará presente no palco do teatro de outro Sesc, o Pompeia. "É uma pena que os shows estejam marcados para o mesmo horário, senão eu daria uma escapadela para ver o Paulinho", lamenta Francis.
Francis Hime. Sesc Pinheiros (1.010 lugares). Rua Paes Leme, 195. Telefone: 3095-9400. Amanhã, 21 horas, e domingo, às 18 horas. R$ 5 a R$ 20. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadão - Musicais fazem de São Paulo uma verdadeira Broadway
O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A Broadway é aqui. Ok, é só modo de dizer. Mas parece mesmo que a Broadway tem uma ‘filial’ em São Paulo. Em menos de uma semana, três grandes espetáculos musicais da famosa avenida nova-iorquina estreiam na cidade (e outros três estão quase chegando).
A temporada começa com "Hairspray", o mesmo que fez de John Travolta uma dona de casa obesa no cinema. Dirigido por Miguel Falabella, o espetáculo estreia nesta sexta, 26, no Teatro Bradesco, com Edson Celulari esbanjando laquê (e gordurinhas de espuma). Sábado, 27, é a vez de Tuca Andrada assumir, no Teatro Alfa, o papel que valeu o Oscar de melhor ator a Yul Brynner em 1957, na adaptação para o cinema de "O Rei e Eu" (mas pode ser que você conheça mais a versão estrelada por Jodie Foster em 1999, "Anna e o Rei").
Na quinta, 4, Paula Lima estrela, no Teatro Abril, o musical "Cats", um programa clássico para quem vai a Nova York desde a estreia do original, em 1981. A cantora teve de fazer aulas de ‘felinidade’ para viver a gata Grizabella. Nas páginas a seguir, você vai conhecer todas as etapas de produção, ensaio e apresentação desses grandes espetáculos. Para você, quem sabe, entrar neste filão. Ok, é só modo de dizer.
Hairspray - Este sucesso recente da Broadway só estreou em Nova York em agosto de 2002. O musical conta a história de Tracy Turnblad, uma garota carismática (mas fora dos padrões de beleza) que quer participar de um programa de TV. O espetáculo inspirou um filme com o mesmo nome em 2007, com John Travolta e Michelle Pfeiffer.
Dramatização foi feita a partir de um filme, ‘Hairspray’, escrito e dirigido por John Waters, foi lançado em fevereiro de 1988. No elenco, Ricki Lake, Divine, Debbie Harry (vocalista da banda Blondie)e Sonny Bono.
Edson Celulari - Com 33 anos de carreira, o bauruense Edson Celulari enfrenta pela primeira vez a tarefa de atuar em um musical (apesar de sua mulher, Claudia Raia, ter vários no currículo). Ele garante que a sua paixão pelo gênero também é antiga e foi determinante para que aceitasse o "convite indecente" do diretor Miguel Falabella. "Um musical proporciona um estado de espírito único - é muito prazeroso ", afirma. "Tomei gosto por cantar."
Teatro Bradesco (1.457 lug.). Bourbon Shopping São Paulo. R. Turiaçu, 2.100, 3º andar, Pompeia, 3670-4141. 5ª, 21h; 6ª, 21h30; sáb., 17h e 21h30; dom., 18h. 160 min (com intervalo de 15 min). Livre. R$ 40/R$ 190. Até 16/5.
O Rei e Eu - ‘The King and I’ nasceu na Broadway, com Rodgers & Hammerstein, em 1951. Mas foi o filme de 1956 estrelado por Yul Brynner e Deborah Kerr que, com 5 Oscars, alavancou a carreira do musical. No enredo, o rei de Sião contrata a inglesa Anna para educar seus 67 filhos - em uma empreitada que ainda inclui elementos de choque cultural.
Inspiração vem de um romance biográfico. ‘Anna and the King of Sion’, de Margaret Landon, foi publicado em 1944. A autora se baseou nos diários da verdadeira Anna, mas enfatizou o ‘affair’ entre a jovem e o rei.
Tuca Andrada - Ele já sabia cantar. Fez ‘Orlando Silva’, ‘O Beijo da Mulher Aranha’, entre outros. E diz que, na verdade, a maior dificuldade de fazer o Rei de Sião foi dramatúrgica: incorporar um tirano adorável. Ele chama atenção para o jogo teatral com Anna (Cláudia Netto) e diz, em contrapartida, que suas canções são "bem fáceis", já que "Yul Brynner não cantava".
Teatro Alfa (1.100 lug.). R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro, 5693-4000. 5ª, 21h; 6ª, 21h30; sáb., 17h e 21h; dom., 16h e 20h. 150 min (com intervalo de 15 min). Livre. R$ 60/R$ 185. Estreia sáb. (27). Até 8/8.
'Cats'- Os gatos da tribo ‘Jellicle’ entraram em cena pela primeira vez em Londres, em 1981, e chegaram à Broad-way no ano seguinte. O premiado espetáculo de Andrew Lloyd Weber usa o universo felino para falar de exclusão. Na história, a gata e ex-diva Grizabella deixou a sua tribo para conhecer o mundo e sofre quando decide voltar.
História foi montada a partir de um livro de poemas. ‘Cats’ é inspirado em ‘Old Possum’s Book of Practical Cats’ (1930), de T.S. Eliot. A canção ‘Memory’ foi tirada de ‘Rhapsody on a Windy Night’ e a gata Grizabella, de um rascunho.
Paula Lima - Saulo Vasconcelos e Sara Sarres, os protagonistas de ‘O Fantasma da Ópera’, formam a base da gataria com a cantora Paula Lima, por quem a equipe internacional de ‘Cats’ se encantou. A recíproca é verdadeira: "Estou apaixonada por esse espírito de grupo", diz. "É como um dominó montadinho - uma noção de disciplina que já está mudando os meus shows."
Teatro Abril (1.530 lug.). R. Brig. Luís Antônio, 411, Bela Vista, 4003-5588. 5ª e 6ª, 21h; sáb., 17h e 21h; dom., 16h e 20h. 160min (com intervalo de 20 min). Livre. R$ 50/R$ 240. Até 30/5.
SÃO PAULO - A Broadway é aqui. Ok, é só modo de dizer. Mas parece mesmo que a Broadway tem uma ‘filial’ em São Paulo. Em menos de uma semana, três grandes espetáculos musicais da famosa avenida nova-iorquina estreiam na cidade (e outros três estão quase chegando).
A temporada começa com "Hairspray", o mesmo que fez de John Travolta uma dona de casa obesa no cinema. Dirigido por Miguel Falabella, o espetáculo estreia nesta sexta, 26, no Teatro Bradesco, com Edson Celulari esbanjando laquê (e gordurinhas de espuma). Sábado, 27, é a vez de Tuca Andrada assumir, no Teatro Alfa, o papel que valeu o Oscar de melhor ator a Yul Brynner em 1957, na adaptação para o cinema de "O Rei e Eu" (mas pode ser que você conheça mais a versão estrelada por Jodie Foster em 1999, "Anna e o Rei").
Na quinta, 4, Paula Lima estrela, no Teatro Abril, o musical "Cats", um programa clássico para quem vai a Nova York desde a estreia do original, em 1981. A cantora teve de fazer aulas de ‘felinidade’ para viver a gata Grizabella. Nas páginas a seguir, você vai conhecer todas as etapas de produção, ensaio e apresentação desses grandes espetáculos. Para você, quem sabe, entrar neste filão. Ok, é só modo de dizer.
Hairspray - Este sucesso recente da Broadway só estreou em Nova York em agosto de 2002. O musical conta a história de Tracy Turnblad, uma garota carismática (mas fora dos padrões de beleza) que quer participar de um programa de TV. O espetáculo inspirou um filme com o mesmo nome em 2007, com John Travolta e Michelle Pfeiffer.
Dramatização foi feita a partir de um filme, ‘Hairspray’, escrito e dirigido por John Waters, foi lançado em fevereiro de 1988. No elenco, Ricki Lake, Divine, Debbie Harry (vocalista da banda Blondie)e Sonny Bono.
Edson Celulari - Com 33 anos de carreira, o bauruense Edson Celulari enfrenta pela primeira vez a tarefa de atuar em um musical (apesar de sua mulher, Claudia Raia, ter vários no currículo). Ele garante que a sua paixão pelo gênero também é antiga e foi determinante para que aceitasse o "convite indecente" do diretor Miguel Falabella. "Um musical proporciona um estado de espírito único - é muito prazeroso ", afirma. "Tomei gosto por cantar."
Teatro Bradesco (1.457 lug.). Bourbon Shopping São Paulo. R. Turiaçu, 2.100, 3º andar, Pompeia, 3670-4141. 5ª, 21h; 6ª, 21h30; sáb., 17h e 21h30; dom., 18h. 160 min (com intervalo de 15 min). Livre. R$ 40/R$ 190. Até 16/5.
O Rei e Eu - ‘The King and I’ nasceu na Broadway, com Rodgers & Hammerstein, em 1951. Mas foi o filme de 1956 estrelado por Yul Brynner e Deborah Kerr que, com 5 Oscars, alavancou a carreira do musical. No enredo, o rei de Sião contrata a inglesa Anna para educar seus 67 filhos - em uma empreitada que ainda inclui elementos de choque cultural.
Inspiração vem de um romance biográfico. ‘Anna and the King of Sion’, de Margaret Landon, foi publicado em 1944. A autora se baseou nos diários da verdadeira Anna, mas enfatizou o ‘affair’ entre a jovem e o rei.
Tuca Andrada - Ele já sabia cantar. Fez ‘Orlando Silva’, ‘O Beijo da Mulher Aranha’, entre outros. E diz que, na verdade, a maior dificuldade de fazer o Rei de Sião foi dramatúrgica: incorporar um tirano adorável. Ele chama atenção para o jogo teatral com Anna (Cláudia Netto) e diz, em contrapartida, que suas canções são "bem fáceis", já que "Yul Brynner não cantava".
Teatro Alfa (1.100 lug.). R. Bento Branco de Andrade Filho, 722, Santo Amaro, 5693-4000. 5ª, 21h; 6ª, 21h30; sáb., 17h e 21h; dom., 16h e 20h. 150 min (com intervalo de 15 min). Livre. R$ 60/R$ 185. Estreia sáb. (27). Até 8/8.
'Cats'- Os gatos da tribo ‘Jellicle’ entraram em cena pela primeira vez em Londres, em 1981, e chegaram à Broad-way no ano seguinte. O premiado espetáculo de Andrew Lloyd Weber usa o universo felino para falar de exclusão. Na história, a gata e ex-diva Grizabella deixou a sua tribo para conhecer o mundo e sofre quando decide voltar.
História foi montada a partir de um livro de poemas. ‘Cats’ é inspirado em ‘Old Possum’s Book of Practical Cats’ (1930), de T.S. Eliot. A canção ‘Memory’ foi tirada de ‘Rhapsody on a Windy Night’ e a gata Grizabella, de um rascunho.
Paula Lima - Saulo Vasconcelos e Sara Sarres, os protagonistas de ‘O Fantasma da Ópera’, formam a base da gataria com a cantora Paula Lima, por quem a equipe internacional de ‘Cats’ se encantou. A recíproca é verdadeira: "Estou apaixonada por esse espírito de grupo", diz. "É como um dominó montadinho - uma noção de disciplina que já está mudando os meus shows."
Teatro Abril (1.530 lug.). R. Brig. Luís Antônio, 411, Bela Vista, 4003-5588. 5ª e 6ª, 21h; sáb., 17h e 21h; dom., 16h e 20h. 160min (com intervalo de 20 min). Livre. R$ 50/R$ 240. Até 30/5.
Folha - Globo libera Roberto Carlos para gravar 'Hebe'
da Folha
A volta de Hebe Camargo à TV, no dia 8, será uma festa no clima "Hebe e Amigos". Artista exclusivo da Globo, Roberto Carlos recebeu autorização da emissora para participar do especial do SBT. Os cantores Ivete Sangalo, Maria Rita e Leonardo, além dos artistas do canal de Silvio Santos, também estão confirmados. Segundo Ariel Jacobowitz, diretor do programa, o cenário da atração foi reformulado a pedido da apresentadora. Uma das mudanças foi a saída do elevador do palco. A entrada de Hebe será uma surpresa. Jacobowitz revela ainda que, por causa dos inúmeros pedidos de artistas, famosos irão rechear a plateia do programa durante todo o mês de março.
A volta de Hebe Camargo à TV, no dia 8, será uma festa no clima "Hebe e Amigos". Artista exclusivo da Globo, Roberto Carlos recebeu autorização da emissora para participar do especial do SBT. Os cantores Ivete Sangalo, Maria Rita e Leonardo, além dos artistas do canal de Silvio Santos, também estão confirmados. Segundo Ariel Jacobowitz, diretor do programa, o cenário da atração foi reformulado a pedido da apresentadora. Uma das mudanças foi a saída do elevador do palco. A entrada de Hebe será uma surpresa. Jacobowitz revela ainda que, por causa dos inúmeros pedidos de artistas, famosos irão rechear a plateia do programa durante todo o mês de março.
JT - Cris Aflalo lança disco
Jornal da Tarde
A cantora Cris Aflalo faz, hoje e amanhã, às 22h, o lançamento de seu segundo álbum, ‘Quase Tudo Dá’. São prometidas músicas próprias e releituras como ‘Quase Tudo’, de Arnaldo Antunes, e ‘Língua do Pê’, de Gilberto Gil. Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331.
3255-3635. R$ 30. 18 anos.
A cantora Cris Aflalo faz, hoje e amanhã, às 22h, o lançamento de seu segundo álbum, ‘Quase Tudo Dá’. São prometidas músicas próprias e releituras como ‘Quase Tudo’, de Arnaldo Antunes, e ‘Língua do Pê’, de Gilberto Gil. Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331.
3255-3635. R$ 30. 18 anos.
JT - Pedro Luís e a Parede no Pompeia
Jornal da Tarde
Após turnê na Europa, Pedro Luís e a Parede voltam aos palcos do País para mostrar ‘Ponto Enredo’, com pop rock, MPB e samba. Hoje e amanhã, às 21h. Sesc Pompeia (choperia). Rua Clélia, 93.
3871-7700. R$ 20. 18 anos
Após turnê na Europa, Pedro Luís e a Parede voltam aos palcos do País para mostrar ‘Ponto Enredo’, com pop rock, MPB e samba. Hoje e amanhã, às 21h. Sesc Pompeia (choperia). Rua Clélia, 93.
3871-7700. R$ 20. 18 anos
JT - Porcas Borboletas
Jornal da Tarde
A banda mineira Porcas Borboletas e a catarinense Stereo Tipos mostram hoje um pouco do que reserva o cenário do rock independente.
Letras bem-humoradas e com espírito crítico permeiam os trabalhos. Hoje, às 21h. Sesc Santana. Avenida Luiz Dumont Villares, 579. 2971-8700. Ingressos a R$ 8. 12 anos.
A banda mineira Porcas Borboletas e a catarinense Stereo Tipos mostram hoje um pouco do que reserva o cenário do rock independente.
Letras bem-humoradas e com espírito crítico permeiam os trabalhos. Hoje, às 21h. Sesc Santana. Avenida Luiz Dumont Villares, 579. 2971-8700. Ingressos a R$ 8. 12 anos.
JT - Samba de roda com tempero baiano
Jornal da Tarde
Clécia Queiroz canta na Caixa Roque Ferreira, autor veterano que é novo queridinho das cantoras.
Roque Ferreira é o compositor da hora. Faz muitas horas, décadas, aliás, que ele produz maravilhas e veio à tona quando Clara Nunes gravou uma composição sua em 1979. Mas, como disse a cantora baiana Mariene de Castro, em outras palavras, ele é um veterano com perfil de revelação neste início de século. Mariene prepara um CD só com músicas de Roque para o segundo semestre. Conterrânea deles, Clécia Queiroz saiu na frente, com Samba de Roque (independente), que tem shows de lançamento de hoje a domingo no Espaço Caixa Cultural.
O compositor baiano, nascido em Nazaré das Farinhas, no Recôncavo Baiano, é “descoberto”, principalmente por cantoras. Além de Mariene e Clécia, a potiguar-carioca Roberta Sá há tempos planeja um álbum temático. Maria Bethânia deixou a obra dele predominar em seus dois álbuns de 2009. Fabiana Cozza é gravou várias. A também baiana Marcia Castro se deixou levar por seu suingue, assim como o cantor carioca Pedro Miranda. E por aí vai.
A princípio a cantora, nascida em Ilhéus e radicada em Salvador, planejava um disco de sambas da Bahia. Por incrível que pareça, ela diz que ali ainda há muito preconceito contra o samba, “por parte da elite musical”. E diz que, embora hoje o ritmo seja mais aceito, o samba de roda ainda encontra resistência.
Ela já tinha ouvido falar muito de Roque, mas não conhecia bem sua obra. Quando ligou falando do projeto, Roque mandou a ela logo seis canções. Nas letras, havia termos pouco usuais, de origem africana ligada ao candomblé, mas que Clécia, como estudiosa da cultura afro-baiana, também conhecia - e dá o serviço, em glossário no encarte do CD.
Clécia diz que nem sabia das intenções das outras cantoras em relação à obra de Roque. “Acho maravilhoso que todas gravem, porque ele merece ser muito conhecido. Um cara que tem mais de 400 músicas gravadas e pouca gente sabe disso. Faço questão de falar sempre dele nos shows.”
Neste terceiro álbum, Clécia ia incluir composições Roberto Mendes, Walmir Lima, Dorival Caymmi, Riachão e outros baianos, que estão no show. Rainha do Mar, de Caymmi, é citada no delicioso samba de roda Licuri. Como Caymmi, o grande mestre da baianidade musical, Roque está entre aqueles raros compositores brasileiros incapazes de fazer uma canção ruim - nem mais ou menos, é tudo pra cima de bom.
Samba de Roque é mais uma comprovação disso. A cantora tem dez canções inéditas dele e uma já gravada pelo grupo Sururu na Roda, De Maré (parceria com Toninho Gerais). Completou o repertório com duas faixas bônus: Ciúmes (Dalva Damiana de Freitas) e um pot-pourri de chulas.
O CD foi gravado bem ao espírito das rodas de samba na Bahia, com ela e os músicos tocando juntos, ao vivo, no estúdio. Além dos sambas de roda, Clécia suinga deliciosamente por outras cadências afro-brasileiras, levadas na palma da mão, como ijexá, maxixe, samba angolano e samba-chula. Por três noites, o centro de São Paulo vai ganhar um pouco do clima das rodas de samba, presentes no cotidiano do Recôncavo. A voz e o empenho de Clécia na interpretação desse universo são contagiantes.
DIVIRTA-SE
Clécia Queiroz.
Espaço Caixa Cultural:
Praça da Sé, 111. 3321- 4400.
Hoje e amanhã, às 19 h;
domingo, às 18 h.
Grátis (retirar ingressos uma hora antes)
Clécia Queiroz canta na Caixa Roque Ferreira, autor veterano que é novo queridinho das cantoras.
Roque Ferreira é o compositor da hora. Faz muitas horas, décadas, aliás, que ele produz maravilhas e veio à tona quando Clara Nunes gravou uma composição sua em 1979. Mas, como disse a cantora baiana Mariene de Castro, em outras palavras, ele é um veterano com perfil de revelação neste início de século. Mariene prepara um CD só com músicas de Roque para o segundo semestre. Conterrânea deles, Clécia Queiroz saiu na frente, com Samba de Roque (independente), que tem shows de lançamento de hoje a domingo no Espaço Caixa Cultural.
O compositor baiano, nascido em Nazaré das Farinhas, no Recôncavo Baiano, é “descoberto”, principalmente por cantoras. Além de Mariene e Clécia, a potiguar-carioca Roberta Sá há tempos planeja um álbum temático. Maria Bethânia deixou a obra dele predominar em seus dois álbuns de 2009. Fabiana Cozza é gravou várias. A também baiana Marcia Castro se deixou levar por seu suingue, assim como o cantor carioca Pedro Miranda. E por aí vai.
A princípio a cantora, nascida em Ilhéus e radicada em Salvador, planejava um disco de sambas da Bahia. Por incrível que pareça, ela diz que ali ainda há muito preconceito contra o samba, “por parte da elite musical”. E diz que, embora hoje o ritmo seja mais aceito, o samba de roda ainda encontra resistência.
Ela já tinha ouvido falar muito de Roque, mas não conhecia bem sua obra. Quando ligou falando do projeto, Roque mandou a ela logo seis canções. Nas letras, havia termos pouco usuais, de origem africana ligada ao candomblé, mas que Clécia, como estudiosa da cultura afro-baiana, também conhecia - e dá o serviço, em glossário no encarte do CD.
Clécia diz que nem sabia das intenções das outras cantoras em relação à obra de Roque. “Acho maravilhoso que todas gravem, porque ele merece ser muito conhecido. Um cara que tem mais de 400 músicas gravadas e pouca gente sabe disso. Faço questão de falar sempre dele nos shows.”
Neste terceiro álbum, Clécia ia incluir composições Roberto Mendes, Walmir Lima, Dorival Caymmi, Riachão e outros baianos, que estão no show. Rainha do Mar, de Caymmi, é citada no delicioso samba de roda Licuri. Como Caymmi, o grande mestre da baianidade musical, Roque está entre aqueles raros compositores brasileiros incapazes de fazer uma canção ruim - nem mais ou menos, é tudo pra cima de bom.
Samba de Roque é mais uma comprovação disso. A cantora tem dez canções inéditas dele e uma já gravada pelo grupo Sururu na Roda, De Maré (parceria com Toninho Gerais). Completou o repertório com duas faixas bônus: Ciúmes (Dalva Damiana de Freitas) e um pot-pourri de chulas.
O CD foi gravado bem ao espírito das rodas de samba na Bahia, com ela e os músicos tocando juntos, ao vivo, no estúdio. Além dos sambas de roda, Clécia suinga deliciosamente por outras cadências afro-brasileiras, levadas na palma da mão, como ijexá, maxixe, samba angolano e samba-chula. Por três noites, o centro de São Paulo vai ganhar um pouco do clima das rodas de samba, presentes no cotidiano do Recôncavo. A voz e o empenho de Clécia na interpretação desse universo são contagiantes.
DIVIRTA-SE
Clécia Queiroz.
Espaço Caixa Cultural:
Praça da Sé, 111. 3321- 4400.
Hoje e amanhã, às 19 h;
domingo, às 18 h.
Grátis (retirar ingressos uma hora antes)
JT - Jonas Brothers é eleita a pior banda do ano
Jornal da Tarde
O Jonas Brothers foi eleito a pior banda e o dono do pior disco do ano (‘Lines, Vines and Trying Times’), no Shockwave NME Awards, prêmio concedido pelo semanário britânico New Music Express. Os irmãos disputavam como pior conjunto com Oasis, Green Day, JLS e Paramore, que, por ironia, acabou saindo como melhor banda. Com Lady Gaga, o resultado foi esdrúxulo: ganhou os troféus de mais bem e mais mal vestida do ano. O troféu vilão foi para Kanye West, que arrancou microfone de Taylor Swift no MTV Awards.
O Jonas Brothers foi eleito a pior banda e o dono do pior disco do ano (‘Lines, Vines and Trying Times’), no Shockwave NME Awards, prêmio concedido pelo semanário britânico New Music Express. Os irmãos disputavam como pior conjunto com Oasis, Green Day, JLS e Paramore, que, por ironia, acabou saindo como melhor banda. Com Lady Gaga, o resultado foi esdrúxulo: ganhou os troféus de mais bem e mais mal vestida do ano. O troféu vilão foi para Kanye West, que arrancou microfone de Taylor Swift no MTV Awards.
JB - LCD Soundsystem está com novo álbum pronto
Portal Terra
NOVA YORK - O LCD Soundsystem está com o terceiro álbum pronto. Quem contou a novidade foi James Murphy, nesta semana, no site oficial da banda.
Além do lançamento do disco, o grupo agendou uma série de shows - entre eles, a apresentação no festival Coachella, em abril.
NOVA YORK - O LCD Soundsystem está com o terceiro álbum pronto. Quem contou a novidade foi James Murphy, nesta semana, no site oficial da banda.
Além do lançamento do disco, o grupo agendou uma série de shows - entre eles, a apresentação no festival Coachella, em abril.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 25/02/2010
Folha de São Paulo
"Versão não-oficial de novo clipe de Lady Gaga circula na internet".
Jornal da Tarde
"Heartbreakers toca de graça, show hoje, às 12h30, e amanhã, às 18h30, no Centro Cultural São Paulo".
"Cantora Tulipa Ruiz estará no Sesc Consolação hoje".
"O vocalista do Tokio Hotel, Bill Kaulitz, de 20 anos, está à procura de sua “alma gêmea”".
"Kelly Osbourne: agora mais ‘leve’".
"Banda Lafayette e os Tremendões apresenta sucessos da Jovem Guarda hoje, no Sesc Pompeia".
Jornal do Brasil
"Baixista do Muse critica decisão da Warner Music".
"Musical 'O Rei e Eu' ganha versão brasileira com Tuca Andrada".
"Versão não-oficial de novo clipe de Lady Gaga circula na internet".
Jornal da Tarde
"Heartbreakers toca de graça, show hoje, às 12h30, e amanhã, às 18h30, no Centro Cultural São Paulo".
"Cantora Tulipa Ruiz estará no Sesc Consolação hoje".
"O vocalista do Tokio Hotel, Bill Kaulitz, de 20 anos, está à procura de sua “alma gêmea”".
"Kelly Osbourne: agora mais ‘leve’".
"Banda Lafayette e os Tremendões apresenta sucessos da Jovem Guarda hoje, no Sesc Pompeia".
Jornal do Brasil
"Baixista do Muse critica decisão da Warner Music".
"Musical 'O Rei e Eu' ganha versão brasileira com Tuca Andrada".
Folha - Versão não-oficial de novo clipe de Lady Gaga circula na internet
da Folha Online
O clipe da música "Teeth" da cantora pop Lady Gaga ainda não foi lançado, mas uma versão não-oficial já pode ser vista no Youtube. A faixa faz parte de seu último álbum duplo, "The Fame Monster", nas lojas desde novembro do ano passado.
O clipe da música "Teeth" da cantora pop Lady Gaga ainda não foi lançado, mas uma versão não-oficial já pode ser vista no Youtube. A faixa faz parte de seu último álbum duplo, "The Fame Monster", nas lojas desde novembro do ano passado.
JT - Heartbreakers toca de graça
Jornal da Tarde
Jazz, MPB e música latina são prometidos no repertório do grupo Heartbreaks, que faz show hoje, às 12h30, e amanhã, às 18h30, no Centro Cultural São Paulo. O vibrafonista Guga Stroeter lidera a big band paulistana. Rua Vergueiro, 1.000. 3397-4002. Grátis.
Jazz, MPB e música latina são prometidos no repertório do grupo Heartbreaks, que faz show hoje, às 12h30, e amanhã, às 18h30, no Centro Cultural São Paulo. O vibrafonista Guga Stroeter lidera a big band paulistana. Rua Vergueiro, 1.000. 3397-4002. Grátis.
JT - Cantora Tulipa Ruiz estará no Sesc Consolação hoje
Jornal da Tarde
A cantora Tulipa Ruiz mostra as músicas de seu primeiro disco, previsto para sair ainda neste ano. O repertório tem influências como o samba, o mangue beat, a vanguarda paulista e até os Beatles. Cinco músicos a acompanham. Hoje, às 19h30.
Sesc Consolação. Rua Doutor Vila Nova, 245. 3234-3000. Grátis. Livre.
A cantora Tulipa Ruiz mostra as músicas de seu primeiro disco, previsto para sair ainda neste ano. O repertório tem influências como o samba, o mangue beat, a vanguarda paulista e até os Beatles. Cinco músicos a acompanham. Hoje, às 19h30.
Sesc Consolação. Rua Doutor Vila Nova, 245. 3234-3000. Grátis. Livre.
JT - Procura-se alma gêmea
Jornal da Tarde
O vocalista do Tokio Hotel, Bill Kaulitz, de 20 anos, está à procura de sua “alma gêmea”. Mas não vale ser fã. '(O amor) é um grande vazio em minha vida. Desde os 14 anos estou sem namorar', disse à revista alemã Stern. Ele disse que se diverte com boatos de que seria gay e que o forte esquema de segurança que o acompanha atrapalha
sua vida.
O vocalista do Tokio Hotel, Bill Kaulitz, de 20 anos, está à procura de sua “alma gêmea”. Mas não vale ser fã. '(O amor) é um grande vazio em minha vida. Desde os 14 anos estou sem namorar', disse à revista alemã Stern. Ele disse que se diverte com boatos de que seria gay e que o forte esquema de segurança que o acompanha atrapalha
sua vida.
JT - Kelly Osbourne: agora mais ‘leve’
Jornal da Tarde
Filha do roqueiro Ozzy Osbourne, a cantora Kelly Osbourne disse em entrevista à US Weekly que foi mais difícil perder peso do que se livrar do vício das drogas. A jovem de 25 anos já pesou mais de 70 quilos, mas foi com dieta e exercícios frequentes que ela conseguiu ficar 20 quilos mais leve na balança. 'Eu sofri mais por ser gorda do que por ser viciada em drogas. Nunca vou entender', disse . O visual novo já foi, inclusive, exibido na recente Fashion Week de Nova York.
Filha do roqueiro Ozzy Osbourne, a cantora Kelly Osbourne disse em entrevista à US Weekly que foi mais difícil perder peso do que se livrar do vício das drogas. A jovem de 25 anos já pesou mais de 70 quilos, mas foi com dieta e exercícios frequentes que ela conseguiu ficar 20 quilos mais leve na balança. 'Eu sofri mais por ser gorda do que por ser viciada em drogas. Nunca vou entender', disse . O visual novo já foi, inclusive, exibido na recente Fashion Week de Nova York.
JT - Eles são uma brasa, mora?
Jornal da Tarde
Banda Lafayette e os Tremendões apresenta sucessos da Jovem Guarda hoje, no Sesc Pompeia.
Lafayette Coelho Vargas Limp, de 65 anos, ajudou a inventar a Jovem Guarda. Virtuoso pianista, era o favorito dos músicos da época. Mas até pouco tempo, ele era quase um ilustre desconhecido, atuante no circuito de churrascarias de Niterói, no Rio de Janeiro. E foi em uma dessas apresentações que veio um convite inesperado. O vocalista do Autoramas, Gabriel Thomaz, que assistiu ao show inteiro, disse que tinha planos de montar uma banda só para tocar sucessos do passado. Pronto. Estava formada a Lafayette e os Tremendões, banda que lança hoje seu primeiro CD, As 15 Super Quentes, no Sesc Pompeia, às 21h. Antes deste álbum, o grupo gravou no seu primeiro ano de formação um compacto de sete polegadas com dois hits, no estilo retrô.
“O Gabriel me disse que só faltava um tecladista na banda”, diz Lafayette. “Gostei do clima do pessoal. Todos jovens e apaixonados pela Jovem Guarda.” A banda é formada por músicos de grupos do cenário underground carioca, como Renato Martins, do Canastra; Nervoso, do Nervoso & Os Calmantes; Melvin Fleming, do Carbona e Érika Martins, da extinta banda Penélope. Marcelo Callado é baterista de Caetano Veloso.
Dentre os sucessos eternizados pelo órgão Hammond B-3 de Lafayette estão as canções Quero Que Tudo Vá Para o Inferno e Não Quero Ver Você Triste Assim, ambas incluídas no set list do show de hoje. “Roberto Carlos não canta mais Quero Que Tudo Vá Para o Inferno. Por isso só a apresentamos ao vivo e não a gravamos no nosso disco. Posso dizer que este é o ponto alto do show”, diz Lafayette.
Aliás, nenhuma das canções gravadas no álbum é de autoria de Roberto, mas muitas das selecionadas ficaram imortalizadas em sua voz. “Foi uma artimanha que tivemos de usar para poder fazer esse CD, porque o Roberto não autoriza ninguém a gravar suas composições”, completa. O único artista que conseguiu autorização para gravar um disco inteiro com canções do Rei foi Cauby Peixoto - Cauby Interpreta Roberto (2009).
Lafayette conta que a escolha das músicas para este álbum foi feita por Thomaz e dentre elas estão É Papo Firme, Esqueça e Você Não Serve Para Mim, sucessos na voz de Roberto Carlos. Outros integrantes da Jovem Guarda também são lembrados e homenageados. A começar pelo nome da banda: Tremendões, referência direta ao apelido de Erasmo Carlos. Dele, o grupo gravou O Pica Pau. Mas há espaço para Wanderléa, com Pare o Casamento; Silvinha, com Vou Botar Pra Quebrar; Jerry Adriani, com Um Grande Amor, e Eu e Você, do Brazilian Bitles. Tem até uma faixa internacional, o sucesso francês Je t’aime Moi Non Plus, de Serge Gainsbourg.
“É curioso porque o público vai de jovens até os mais velhos, que foram fãs da Jovem Guarda”, conta Lafayette. “Quando fizemos nossa primeira apresentação, achava que só teria velhos, mas para minha surpresa, o local estava com uns 80% de jovens.” Para compor o clima retrô, a banda também conta com um figurino bem ao estilo sessentista.
No compacto de sete polegadas que gravaram em 2006, os Tremendões escolheram para o lado A do disco uma composição inédita, O Pão Duro, dada de presente à banda por Getúlio Cortês, autor de Negro Gato. No lado B, gravaram Pare o Casamento.
Lafayette, a despeito da fase que quase o relegou ao esquecimento, hoje é visto pelo público em geral, especialmente o jovem, como uma figura cult. Não faltam a ele convites para novos shows e ideias para trabalhos. “Estou cheio de novos projetos”, diz o tecladista, sem esconder a empolgação. “Tenho minha banda Lafayette e Seu Conjunto, com quatro pessoas. E agora estou formando uma big band com 40 integrantes.”
DIVIRTA-SE
Lafayette os Tremendões. Hoje, às 21h. Sesc Pompeia:
Rua Clélia, 93. 3871-7700.
Ingressos: de R$ 4 a R$16. 18 anos. Lotação: 800 pessoas.
www.sescsp.org.brL
Banda Lafayette e os Tremendões apresenta sucessos da Jovem Guarda hoje, no Sesc Pompeia.
Lafayette Coelho Vargas Limp, de 65 anos, ajudou a inventar a Jovem Guarda. Virtuoso pianista, era o favorito dos músicos da época. Mas até pouco tempo, ele era quase um ilustre desconhecido, atuante no circuito de churrascarias de Niterói, no Rio de Janeiro. E foi em uma dessas apresentações que veio um convite inesperado. O vocalista do Autoramas, Gabriel Thomaz, que assistiu ao show inteiro, disse que tinha planos de montar uma banda só para tocar sucessos do passado. Pronto. Estava formada a Lafayette e os Tremendões, banda que lança hoje seu primeiro CD, As 15 Super Quentes, no Sesc Pompeia, às 21h. Antes deste álbum, o grupo gravou no seu primeiro ano de formação um compacto de sete polegadas com dois hits, no estilo retrô.
“O Gabriel me disse que só faltava um tecladista na banda”, diz Lafayette. “Gostei do clima do pessoal. Todos jovens e apaixonados pela Jovem Guarda.” A banda é formada por músicos de grupos do cenário underground carioca, como Renato Martins, do Canastra; Nervoso, do Nervoso & Os Calmantes; Melvin Fleming, do Carbona e Érika Martins, da extinta banda Penélope. Marcelo Callado é baterista de Caetano Veloso.
Dentre os sucessos eternizados pelo órgão Hammond B-3 de Lafayette estão as canções Quero Que Tudo Vá Para o Inferno e Não Quero Ver Você Triste Assim, ambas incluídas no set list do show de hoje. “Roberto Carlos não canta mais Quero Que Tudo Vá Para o Inferno. Por isso só a apresentamos ao vivo e não a gravamos no nosso disco. Posso dizer que este é o ponto alto do show”, diz Lafayette.
Aliás, nenhuma das canções gravadas no álbum é de autoria de Roberto, mas muitas das selecionadas ficaram imortalizadas em sua voz. “Foi uma artimanha que tivemos de usar para poder fazer esse CD, porque o Roberto não autoriza ninguém a gravar suas composições”, completa. O único artista que conseguiu autorização para gravar um disco inteiro com canções do Rei foi Cauby Peixoto - Cauby Interpreta Roberto (2009).
Lafayette conta que a escolha das músicas para este álbum foi feita por Thomaz e dentre elas estão É Papo Firme, Esqueça e Você Não Serve Para Mim, sucessos na voz de Roberto Carlos. Outros integrantes da Jovem Guarda também são lembrados e homenageados. A começar pelo nome da banda: Tremendões, referência direta ao apelido de Erasmo Carlos. Dele, o grupo gravou O Pica Pau. Mas há espaço para Wanderléa, com Pare o Casamento; Silvinha, com Vou Botar Pra Quebrar; Jerry Adriani, com Um Grande Amor, e Eu e Você, do Brazilian Bitles. Tem até uma faixa internacional, o sucesso francês Je t’aime Moi Non Plus, de Serge Gainsbourg.
“É curioso porque o público vai de jovens até os mais velhos, que foram fãs da Jovem Guarda”, conta Lafayette. “Quando fizemos nossa primeira apresentação, achava que só teria velhos, mas para minha surpresa, o local estava com uns 80% de jovens.” Para compor o clima retrô, a banda também conta com um figurino bem ao estilo sessentista.
No compacto de sete polegadas que gravaram em 2006, os Tremendões escolheram para o lado A do disco uma composição inédita, O Pão Duro, dada de presente à banda por Getúlio Cortês, autor de Negro Gato. No lado B, gravaram Pare o Casamento.
Lafayette, a despeito da fase que quase o relegou ao esquecimento, hoje é visto pelo público em geral, especialmente o jovem, como uma figura cult. Não faltam a ele convites para novos shows e ideias para trabalhos. “Estou cheio de novos projetos”, diz o tecladista, sem esconder a empolgação. “Tenho minha banda Lafayette e Seu Conjunto, com quatro pessoas. E agora estou formando uma big band com 40 integrantes.”
DIVIRTA-SE
Lafayette os Tremendões. Hoje, às 21h. Sesc Pompeia:
Rua Clélia, 93. 3871-7700.
Ingressos: de R$ 4 a R$16. 18 anos. Lotação: 800 pessoas.
www.sescsp.org.brL
JB - Baixista do Muse critica decisão da Warner Music
Portal Terra
NOVA YORK - Chris Wolstenholme, o baixista do Muse, revelou estar desapontado com a decisão da Warner Music de parar de licenciar as músicas da banda para sites de streaming, como o Spotify e We 7.
Estes sites disponibilizam gratuitamente faixas musicais sem a necessidade de baixá-las e que têm como lucro as campanhas publicitárias exibidas em suas páginas.
NOVA YORK - Chris Wolstenholme, o baixista do Muse, revelou estar desapontado com a decisão da Warner Music de parar de licenciar as músicas da banda para sites de streaming, como o Spotify e We 7.
Estes sites disponibilizam gratuitamente faixas musicais sem a necessidade de baixá-las e que têm como lucro as campanhas publicitárias exibidas em suas páginas.
JB - Musical 'O Rei e Eu' ganha versão brasileira com Tuca Andrada
Portal Terra
SÃO PAULO - Mais um musical adaptado da Broadway chega a São Paulo no próximo sábado. Após sucessos como 'A Bela e a Fera' e 'Noviça Rebelde', estreia no teatro Alfa 'O Rei e Eu', outro grande sucesso que deve agradar ao público.
Baseada no romance Anna e O Rei Sião, escrito por Margaret London e transformado em musical por Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, a peça se passa em 1864, quando o rei do Sião (atual região da Tailândia), contrata Anna Leonowens, uma professora inglesa para cuidar dos seus quase setenta filhos.
O choque cultural entre oriente e ocidente vai dar margem para conflitos que envolvem preconceito, escravidão, política e amor.
A requintada versão brasileira traz o ator Tuca Andrada (Rei) e a atriz Claudia Netto (Anna), além de dezenas de figurantes e uma orquestra composta por 22 músicos.
Com direção geral de Jorge Takla e direção associada e coreográfica de Tânia Nardini, O Rei e Eu foi minuciosamente trabalhado. Desde os figurinos (de Fábio Nataname) à maquiagem (de Duda Molinos), a peça consumiu mais de seis meses de trabalho.
A história do rei do Sião e a inglesa Anna já rendeu inúmeras versões - fiéis ou não - sendo levada para temporadas na Broadway dos anos 50 até hoje, além de três longa-metragens e uma série de TV na década de 70.
A coreógrafa e co-diretora Tânia Nardini teve grande participação no processo. "Eu estive na Tailândia para pesquisar o gestual e comportamento dos orientais, assisti a espetáculos modernos e tradicionais e descobri que era preciso trazer a delicadeza, mas com a essência do teatro oriental, que é de grande força gestual", disse a coreógrafa.
Porém, para não cair no risco de criar algo caricato, contou com a competência do maquiador Duda Molinos e com os figurinos de Fábio Namatame. "O Takla me deixou à vontade para eu não me ater à realidade, apenas tomar cuidado para não transformar os orientais em caricaturas e sim em uma representação", declarou o maquiador.
Nesse trabalho em dupla, que inclui maquiagens trabalhadas e figurinos requintados, os atores tiveram um grande trabalho de cena. Claudia Netto (Anna) teve de se acostumar com as pesadas e pomposas roupas de sua personagem ocidental. "Eu e o Tuca tivemos de superar os espetáculos. Ele, conciliando ensaios com as gravações na novela, e eu, com meus próprios obstáculos físicos", lembra a atriz.
Luciana Bueno, que interpreta Lady Thiang, mãe do Rei, traz a ópera direto para os palcos brasileiros. Experiente em canto lírico, a atriz e cantora paranaense "dá maior dimensão à sua personagem, passando da voz falada à cantada sem medo", segundo o diretor, que também não poupa elogios ao protagonista masculino. "Tuca Andrada se preparou com força e dedicação, pois era preciso compor um personagem com postura de rei, mas que dança, canta e exibe seu corpo de forma imponente", afirmou Takla, sobre Andrada, que atualmente também interpreta o policial Téo na novela Poder Paralelo, da Rede Record.
O Rei e Eu estreia dia 27, no teatro Alfa em São Paulo, onde permanece em cartaz até 8 de agosto.
SÃO PAULO - Mais um musical adaptado da Broadway chega a São Paulo no próximo sábado. Após sucessos como 'A Bela e a Fera' e 'Noviça Rebelde', estreia no teatro Alfa 'O Rei e Eu', outro grande sucesso que deve agradar ao público.
Baseada no romance Anna e O Rei Sião, escrito por Margaret London e transformado em musical por Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II, a peça se passa em 1864, quando o rei do Sião (atual região da Tailândia), contrata Anna Leonowens, uma professora inglesa para cuidar dos seus quase setenta filhos.
O choque cultural entre oriente e ocidente vai dar margem para conflitos que envolvem preconceito, escravidão, política e amor.
A requintada versão brasileira traz o ator Tuca Andrada (Rei) e a atriz Claudia Netto (Anna), além de dezenas de figurantes e uma orquestra composta por 22 músicos.
Com direção geral de Jorge Takla e direção associada e coreográfica de Tânia Nardini, O Rei e Eu foi minuciosamente trabalhado. Desde os figurinos (de Fábio Nataname) à maquiagem (de Duda Molinos), a peça consumiu mais de seis meses de trabalho.
A história do rei do Sião e a inglesa Anna já rendeu inúmeras versões - fiéis ou não - sendo levada para temporadas na Broadway dos anos 50 até hoje, além de três longa-metragens e uma série de TV na década de 70.
A coreógrafa e co-diretora Tânia Nardini teve grande participação no processo. "Eu estive na Tailândia para pesquisar o gestual e comportamento dos orientais, assisti a espetáculos modernos e tradicionais e descobri que era preciso trazer a delicadeza, mas com a essência do teatro oriental, que é de grande força gestual", disse a coreógrafa.
Porém, para não cair no risco de criar algo caricato, contou com a competência do maquiador Duda Molinos e com os figurinos de Fábio Namatame. "O Takla me deixou à vontade para eu não me ater à realidade, apenas tomar cuidado para não transformar os orientais em caricaturas e sim em uma representação", declarou o maquiador.
Nesse trabalho em dupla, que inclui maquiagens trabalhadas e figurinos requintados, os atores tiveram um grande trabalho de cena. Claudia Netto (Anna) teve de se acostumar com as pesadas e pomposas roupas de sua personagem ocidental. "Eu e o Tuca tivemos de superar os espetáculos. Ele, conciliando ensaios com as gravações na novela, e eu, com meus próprios obstáculos físicos", lembra a atriz.
Luciana Bueno, que interpreta Lady Thiang, mãe do Rei, traz a ópera direto para os palcos brasileiros. Experiente em canto lírico, a atriz e cantora paranaense "dá maior dimensão à sua personagem, passando da voz falada à cantada sem medo", segundo o diretor, que também não poupa elogios ao protagonista masculino. "Tuca Andrada se preparou com força e dedicação, pois era preciso compor um personagem com postura de rei, mas que dança, canta e exibe seu corpo de forma imponente", afirmou Takla, sobre Andrada, que atualmente também interpreta o policial Téo na novela Poder Paralelo, da Rede Record.
O Rei e Eu estreia dia 27, no teatro Alfa em São Paulo, onde permanece em cartaz até 8 de agosto.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 24/02/2010
Estado de São Paulo
"De volta, o som pioneiro de Bill Withers".
Folha de São Paulo
"Novo clipe de Kanye West retoma horror de "Thriller"".
"Samba torto de Clara Moreno, Hoje, às 22h no Ao Vivo Music".
Jornal do Brasil
"Nascem as filhas do cantor Luciano Camargo".
"Plácido Domingo será operado em breve em Nova York".
"Coldplay se apresenta no Rio e SP".
"De volta, o som pioneiro de Bill Withers".
Folha de São Paulo
"Novo clipe de Kanye West retoma horror de "Thriller"".
"Samba torto de Clara Moreno, Hoje, às 22h no Ao Vivo Music".
Jornal do Brasil
"Nascem as filhas do cantor Luciano Camargo".
"Plácido Domingo será operado em breve em Nova York".
"Coldplay se apresenta no Rio e SP".
Estadão - De volta, o som pioneiro de Bill Withers
O Estado de S. Paulo
Um filme, regravações constantes, versões para hip hop e novos parceiros trazem à tona o cantor e compositor Bill Withers, o ídolo veterano.
SÃO PAULO - "Eu sou apenas um velho sem rumo, andando em círculos por aí", diz Bill Withers ao telefone. "Estou velho demais. Parei de tocar há uns 25 anos." Se ‘tocar’ significa apenas fazer shows ou lançar álbuns, sim, Withers não toca há quase 25 anos - 1985 é o ano de seu último disco, Watching You, Watching Me. Mas é só uma meia verdade: ainda em 2009, o compositor de Ain’t No Sunshine cedeu ao CD Songs and Stories, de George Benson, o belo dueto A Telephone Call Away, e em 2004, dividiu vocais com Jimmy Buffett na canção Playing the Loser Again.
O sucesso de Ain’t No Sunshine nas versões de Michael Jackson e, mais recentemente, do duo britânico Lighthouse Family (na trilha sonora do filme Um Lugar Chamado Notting Hill) ainda precede a reputação de Bill Withers no Brasil. Mais que um compositor de um sucesso só, o ex-marinheiro emplacou hits que vão do soul acústico de Grandma’s Hands (regravada por Gil Scott-Heron) ao funk mais descarado, cravando seu lugar no topo da lista de grandes nomes subestimados do cancioneiro norte-americano.
Fazendo o circuito de festivais de cinema desde o ano passado, o documentário Still Bill teve lançamento oficial nos Estados Unidos em janeiro. Carregando o mesmo nome do segundo disco de Bill Withers (de 1972), detentor de sucessos como Use Me e a balada Lean on Me, o filme já se encontra em pré-venda no site oficial, com entrega prevista para o meio do ano.
Gravado durante as preparações para um show-tributo em Nova York, Still Bill acompanha o Bill Withers de hoje, um senhor de 71 anos, ao mesmo tempo em que retrata a história do artista que garantiu diversos hinos à música negra dos anos 70. "Eles iam fazer um show no Brooklyn, e a coisa foi crescendo, e crescendo, e eles me seguiam para todos os lados. Não foi algo que eu planejei, eles só continuaram me seguindo", explicou Bill.
Bill Withers ainda se mantém em evidência através dos produtores de música pop e hip hop. Seus grooves se tornaram uma mina de ouro para samples, dando origem a canções de Kanye West, 2pac e Will Smith. O conjunto de R&B Blackstreet viu seu maior sucesso, No Diggity, acontecer sobre uma base extraída de Grandma’s Hands. O cantor não nega sua admiração: "Eu acho uma coisa fascinante, quando eles mexem com a música desse jeito. É muito inteligente. Eu não acho que seria capaz de fazê-lo, e costumo julgar as coisas pelo que sei ou não fazer. É muito criativo."
Para a trilha sonora do filme Hoot, de 2006, o Maroon 5 regravou Lovely Day com a luxuosa participação do próprio Bill Withers nos backing vocals. Lean on Me - uma das mais belas canções sobre amizade já escritas - foi reinterpretada por Sheryl Crow, Keith Urban e Kid Rock para o álbum Hope for Haiti Now, em prol das vítimas da tragédia no país.
Com poucos discos lançados por aqui, o mais perto que Bill Withers chegou do Brasil foi na construção de uma breve amizade com Gilberto Gil durante o festival Midem, na França. "Eu nunca pude tocar muito bem, só toco um pouco para acompanhar minha voz. Não posso tocar como Gilberto Gil, alguém que pode simplesmente chegar e tocar." E depois de perguntar sobre como anda nosso ex-ministro, completou: "Eu gosto do Gil, ele é um homem muito inteligente."
"Eu me apaixonei pela música brasileira no Midem. Tinha um grupo de músicos brasileiros que ficavam tocando nos corredores, enquanto esperavam pela hora do show. Eu acabei não conseguindo ver os shows, mas aproveitei a música nos corredores", contou Withers. "Foi através da música brasileira que eu passei a gostar do acordeão, eu nunca tinha ouvido uma música no acordeão que eu gostasse até ouvir a música brasileira." E antes de ser perguntado sobre a versão de Ain’t No Sunshine executada pelo brasileiro Sivuca, emendou: "Também, com grandes músicos como o Sivuca... Ele é um gênio, eu não conseguia acreditar quando vi o Sivuca tocando, ele podia tocar qualquer coisa!"
A voz de Bill Withers ainda deve ser ouvida este ano, por meio do cantor americano de origem argentina Raul Midón. A canção é a primeira de Withers em espanhol, e segundo o compositor, "algo que já queria fazer havia bastante tempo". Talvez não seja a única: conversando com a esposa do cantor, Marcia Johnson, foi revelado um talento nato de Withers para responder e-mails. "Ele adora", disse ela, contando que o marido passa bastante tempo escrevendo no computador. Confrontado com a inevitável pergunta sobre o que anda escrevendo, Bill foi enigmático: "Você faz coisas diferentes em momentos diferentes na sua vida. Eu gostaria de escrever mais, provavelmente tenho coisas que flutuam pela minha cabeça que eu deveria terminar, então estou tentando resolver isso tudo... Sabe, você não percebe, e um dia olha para trás e vê que está com 70 anos e pensa ‘cara, como foi que eu cheguei aqui?’"
Um filme, regravações constantes, versões para hip hop e novos parceiros trazem à tona o cantor e compositor Bill Withers, o ídolo veterano.
SÃO PAULO - "Eu sou apenas um velho sem rumo, andando em círculos por aí", diz Bill Withers ao telefone. "Estou velho demais. Parei de tocar há uns 25 anos." Se ‘tocar’ significa apenas fazer shows ou lançar álbuns, sim, Withers não toca há quase 25 anos - 1985 é o ano de seu último disco, Watching You, Watching Me. Mas é só uma meia verdade: ainda em 2009, o compositor de Ain’t No Sunshine cedeu ao CD Songs and Stories, de George Benson, o belo dueto A Telephone Call Away, e em 2004, dividiu vocais com Jimmy Buffett na canção Playing the Loser Again.
O sucesso de Ain’t No Sunshine nas versões de Michael Jackson e, mais recentemente, do duo britânico Lighthouse Family (na trilha sonora do filme Um Lugar Chamado Notting Hill) ainda precede a reputação de Bill Withers no Brasil. Mais que um compositor de um sucesso só, o ex-marinheiro emplacou hits que vão do soul acústico de Grandma’s Hands (regravada por Gil Scott-Heron) ao funk mais descarado, cravando seu lugar no topo da lista de grandes nomes subestimados do cancioneiro norte-americano.
Fazendo o circuito de festivais de cinema desde o ano passado, o documentário Still Bill teve lançamento oficial nos Estados Unidos em janeiro. Carregando o mesmo nome do segundo disco de Bill Withers (de 1972), detentor de sucessos como Use Me e a balada Lean on Me, o filme já se encontra em pré-venda no site oficial, com entrega prevista para o meio do ano.
Gravado durante as preparações para um show-tributo em Nova York, Still Bill acompanha o Bill Withers de hoje, um senhor de 71 anos, ao mesmo tempo em que retrata a história do artista que garantiu diversos hinos à música negra dos anos 70. "Eles iam fazer um show no Brooklyn, e a coisa foi crescendo, e crescendo, e eles me seguiam para todos os lados. Não foi algo que eu planejei, eles só continuaram me seguindo", explicou Bill.
Bill Withers ainda se mantém em evidência através dos produtores de música pop e hip hop. Seus grooves se tornaram uma mina de ouro para samples, dando origem a canções de Kanye West, 2pac e Will Smith. O conjunto de R&B Blackstreet viu seu maior sucesso, No Diggity, acontecer sobre uma base extraída de Grandma’s Hands. O cantor não nega sua admiração: "Eu acho uma coisa fascinante, quando eles mexem com a música desse jeito. É muito inteligente. Eu não acho que seria capaz de fazê-lo, e costumo julgar as coisas pelo que sei ou não fazer. É muito criativo."
Para a trilha sonora do filme Hoot, de 2006, o Maroon 5 regravou Lovely Day com a luxuosa participação do próprio Bill Withers nos backing vocals. Lean on Me - uma das mais belas canções sobre amizade já escritas - foi reinterpretada por Sheryl Crow, Keith Urban e Kid Rock para o álbum Hope for Haiti Now, em prol das vítimas da tragédia no país.
Com poucos discos lançados por aqui, o mais perto que Bill Withers chegou do Brasil foi na construção de uma breve amizade com Gilberto Gil durante o festival Midem, na França. "Eu nunca pude tocar muito bem, só toco um pouco para acompanhar minha voz. Não posso tocar como Gilberto Gil, alguém que pode simplesmente chegar e tocar." E depois de perguntar sobre como anda nosso ex-ministro, completou: "Eu gosto do Gil, ele é um homem muito inteligente."
"Eu me apaixonei pela música brasileira no Midem. Tinha um grupo de músicos brasileiros que ficavam tocando nos corredores, enquanto esperavam pela hora do show. Eu acabei não conseguindo ver os shows, mas aproveitei a música nos corredores", contou Withers. "Foi através da música brasileira que eu passei a gostar do acordeão, eu nunca tinha ouvido uma música no acordeão que eu gostasse até ouvir a música brasileira." E antes de ser perguntado sobre a versão de Ain’t No Sunshine executada pelo brasileiro Sivuca, emendou: "Também, com grandes músicos como o Sivuca... Ele é um gênio, eu não conseguia acreditar quando vi o Sivuca tocando, ele podia tocar qualquer coisa!"
A voz de Bill Withers ainda deve ser ouvida este ano, por meio do cantor americano de origem argentina Raul Midón. A canção é a primeira de Withers em espanhol, e segundo o compositor, "algo que já queria fazer havia bastante tempo". Talvez não seja a única: conversando com a esposa do cantor, Marcia Johnson, foi revelado um talento nato de Withers para responder e-mails. "Ele adora", disse ela, contando que o marido passa bastante tempo escrevendo no computador. Confrontado com a inevitável pergunta sobre o que anda escrevendo, Bill foi enigmático: "Você faz coisas diferentes em momentos diferentes na sua vida. Eu gostaria de escrever mais, provavelmente tenho coisas que flutuam pela minha cabeça que eu deveria terminar, então estou tentando resolver isso tudo... Sabe, você não percebe, e um dia olha para trás e vê que está com 70 anos e pensa ‘cara, como foi que eu cheguei aqui?’"
Folha - Novo clipe de Kanye West retoma horror de "Thriller"
da Folha Online
O rapper Kanye West lançou, nesta terça-feira (23), o clipe da música "Coldest Winter". A canção integra o álbum "808's and Heartbreak", de 2008. A direção é de Nabil Elderkin, que também trabalhou no clipe de "Paranoid".
O rapper Kanye West lançou, nesta terça-feira (23), o clipe da música "Coldest Winter". A canção integra o álbum "808's and Heartbreak", de 2008. A direção é de Nabil Elderkin, que também trabalhou no clipe de "Paranoid".
JT - Samba torto de Clara Moreno
Jornal da Tarde
A cantora Clara Moreno sobe hoje ao palco do Ao Vivo Music para mostrar as faixas de ‘Meu Samba Torto’, segundo álbum da artista, que é filha da também cantora Joyce. O repertório traz uma mescla de samba e MPB. Rua Inhambu, 229. 5052-0072. Hoje, às 22h. Couvert: R$ 20. 18anos.
A cantora Clara Moreno sobe hoje ao palco do Ao Vivo Music para mostrar as faixas de ‘Meu Samba Torto’, segundo álbum da artista, que é filha da também cantora Joyce. O repertório traz uma mescla de samba e MPB. Rua Inhambu, 229. 5052-0072. Hoje, às 22h. Couvert: R$ 20. 18anos.
JB - Nascem as filhas do cantor Luciano Camargo
Portal Terra
SÃO PAULO - Luciano, da dupla Zezé Di Camargo & Luciano, já é pai de Isabella e Helena. A mulher do cantor, Flávia, deu à luz gêmeas por cesariana às 3h35 desta quarta-feira (24), na maternidade Pro Matre, em São Paulo.
Isabella foi a primeira a vir ao mundo, com 1,9 kg, seguida de Helena, que nasceu com 1,8 kg. O parto estava marcado para o dia 5 de março, mas foi antecipado. Pouco antes do parto, Luciano e Flávia fizeram compras no shopping Iguatemi, em São Paulo.
Luciano já é pai de Wesley e Nathan, frutos de uniões anteriores. Ele havia feito uma vasectomia em 1995 e, por isso, o casal optou pela fertilização in vitro.
SÃO PAULO - Luciano, da dupla Zezé Di Camargo & Luciano, já é pai de Isabella e Helena. A mulher do cantor, Flávia, deu à luz gêmeas por cesariana às 3h35 desta quarta-feira (24), na maternidade Pro Matre, em São Paulo.
Isabella foi a primeira a vir ao mundo, com 1,9 kg, seguida de Helena, que nasceu com 1,8 kg. O parto estava marcado para o dia 5 de março, mas foi antecipado. Pouco antes do parto, Luciano e Flávia fizeram compras no shopping Iguatemi, em São Paulo.
Luciano já é pai de Wesley e Nathan, frutos de uniões anteriores. Ele havia feito uma vasectomia em 1995 e, por isso, o casal optou pela fertilização in vitro.
JB - Plácido Domingo será operado em breve em Nova York
Agência AFP
NOVA YORK - O tenor espanhol Plácido Domingo, de 69 anos, será operado em breve em Nova York, depois que voltou a sentir dores abdominais durante uma apresentação em Tóquio, informa o site oficial do artista, www.placidodomingo.com.
- Depois de ter sentido dores abdominais durante mais de uma semana nos concertos de Tóquio, Plácido Domingo decidiu retornar a Nova York, onde os médicos consideraram que deveria ser submetido a uma 'operação preventiva - afirma um comunicado.
O texto não revela detalhes sobre a natureza da operação e informa que o tenor terá que cumprir uma pausa de pelo menos seis semanas após a cirurgia.
Domingo dirige duas casas de ópera, em Los Angeles e Washington, e já representou 130 papéis desde o início da carreira, em 1959, um recorde para um tenor.
NOVA YORK - O tenor espanhol Plácido Domingo, de 69 anos, será operado em breve em Nova York, depois que voltou a sentir dores abdominais durante uma apresentação em Tóquio, informa o site oficial do artista, www.placidodomingo.com.
- Depois de ter sentido dores abdominais durante mais de uma semana nos concertos de Tóquio, Plácido Domingo decidiu retornar a Nova York, onde os médicos consideraram que deveria ser submetido a uma 'operação preventiva - afirma um comunicado.
O texto não revela detalhes sobre a natureza da operação e informa que o tenor terá que cumprir uma pausa de pelo menos seis semanas após a cirurgia.
Domingo dirige duas casas de ópera, em Los Angeles e Washington, e já representou 130 papéis desde o início da carreira, em 1959, um recorde para um tenor.
JB - Coldplay se apresenta no Rio e SP
Portal Terra
SÃO PAULO - A banda Coldplay desembarca no Brasil nesta semana para duas apresentações: na Praça da Apoteose, no Rio, (28/2), às 20h, e no Estádio do Morumbi, em São Paulo) (02/03), às 21h30.
O grupo liderado por Chris Martin traz ao Brasil a turnê Viva La Vida, que já foi vista por quase três milhões de pessoas em 25 países de quatro continentes.
Confira algumas informações importantes para se preparar para o show:
Horários no Rio
A abertura dos portões está prevista para as 16h. O show no Rio de Janeiro terá dois números de abertura: a banda brasileira Vanguart (18h) e a atração internacional Bat for Lashes (18h50). O show da banda Coldplay está previsto para começar às 20h e tem o término previsto para as 22h.
Horários em São Paulo
A abertura dos portões em São Paulo está prevista para as 16h. O show no Rio de Janeiro terá dois números de abertura: a banda brasileira Vanguart (19h30) e a atração internacional Bat for Lashes (20h20). O show da banda Coldplay está previsto para começar às 21h30 e tem o término previsto para as 23h20.
Ingressos no Rio
Na Praça da Apoteose há apenas dois setores: Arquibancada, com ingressos de R$ 125 (meia) e R$ 250 e a Pista VIP, com ingressos de R$ 250 (meia) e R$ 500.
Ingressos em São Paulo
Confira os preços dos ingressos para a apresentação do Coldplay em São Paulo:
Pista: R$ 250 - R$ 125 (meia)
Pista VIP: R$ 500 - R$ 250 (meia)
Cadeira inferior: R$ 250,00 - R$ 125(meia)
Cadeira Superior: R$ 300,00 - R$ 150 (meia)
Arquibancada Vermelha Especial: R$ 200,00 - R$ 100 (meia)
Arquibancada Azul/Vermelha: R$ 180,00 - R$ 90 (meia)
Arquibancada Laranja: R$ 160,00 R$ 80 (meia)
Fique atento ao portão de entrada de acordo com o setor do seu ingresso:
Portão 2 - Pista
Portão 3 - Cadeira Inferior Azul
Portão 4 - Pista / Cadeira Inferior Vermelha
Portão 5 - Cadeira Superior Azul / Cadeira Superior Azul Premium / Cadeira Superior Laranja
Portão 6 - Arquibancada Azul / Arquibancada Laranja
Portão 15 - Arquibancada Vermelha / Arquibancada Vermelha Especial
Portão 16 - Cadeira Superior Vermelha
Portão 17 - Deficientes físicos
Portão 18 - Pista VIP
Censura
Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; crianças de 12 anos e 13 anos podem entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais; a partir de 14 anos a entrada é permitida.
O que pode e o que não pode
Diversos objetos têm a entrada proibida nos locais do show: correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcoólicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, copos e garrafas de vidro, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais e revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.
Já a entrada de outros objetos está permitida, como: sanduíches, bolachas, copos descartáveis, frutas cortadas e câmeras fotográficas que não sejam profissionais. O uso de filmadoras está proibido.
SÃO PAULO - A banda Coldplay desembarca no Brasil nesta semana para duas apresentações: na Praça da Apoteose, no Rio, (28/2), às 20h, e no Estádio do Morumbi, em São Paulo) (02/03), às 21h30.
O grupo liderado por Chris Martin traz ao Brasil a turnê Viva La Vida, que já foi vista por quase três milhões de pessoas em 25 países de quatro continentes.
Confira algumas informações importantes para se preparar para o show:
Horários no Rio
A abertura dos portões está prevista para as 16h. O show no Rio de Janeiro terá dois números de abertura: a banda brasileira Vanguart (18h) e a atração internacional Bat for Lashes (18h50). O show da banda Coldplay está previsto para começar às 20h e tem o término previsto para as 22h.
Horários em São Paulo
A abertura dos portões em São Paulo está prevista para as 16h. O show no Rio de Janeiro terá dois números de abertura: a banda brasileira Vanguart (19h30) e a atração internacional Bat for Lashes (20h20). O show da banda Coldplay está previsto para começar às 21h30 e tem o término previsto para as 23h20.
Ingressos no Rio
Na Praça da Apoteose há apenas dois setores: Arquibancada, com ingressos de R$ 125 (meia) e R$ 250 e a Pista VIP, com ingressos de R$ 250 (meia) e R$ 500.
Ingressos em São Paulo
Confira os preços dos ingressos para a apresentação do Coldplay em São Paulo:
Pista: R$ 250 - R$ 125 (meia)
Pista VIP: R$ 500 - R$ 250 (meia)
Cadeira inferior: R$ 250,00 - R$ 125(meia)
Cadeira Superior: R$ 300,00 - R$ 150 (meia)
Arquibancada Vermelha Especial: R$ 200,00 - R$ 100 (meia)
Arquibancada Azul/Vermelha: R$ 180,00 - R$ 90 (meia)
Arquibancada Laranja: R$ 160,00 R$ 80 (meia)
Fique atento ao portão de entrada de acordo com o setor do seu ingresso:
Portão 2 - Pista
Portão 3 - Cadeira Inferior Azul
Portão 4 - Pista / Cadeira Inferior Vermelha
Portão 5 - Cadeira Superior Azul / Cadeira Superior Azul Premium / Cadeira Superior Laranja
Portão 6 - Arquibancada Azul / Arquibancada Laranja
Portão 15 - Arquibancada Vermelha / Arquibancada Vermelha Especial
Portão 16 - Cadeira Superior Vermelha
Portão 17 - Deficientes físicos
Portão 18 - Pista VIP
Censura
Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; crianças de 12 anos e 13 anos podem entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais; a partir de 14 anos a entrada é permitida.
O que pode e o que não pode
Diversos objetos têm a entrada proibida nos locais do show: correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcoólicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, copos e garrafas de vidro, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais e revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.
Já a entrada de outros objetos está permitida, como: sanduíches, bolachas, copos descartáveis, frutas cortadas e câmeras fotográficas que não sejam profissionais. O uso de filmadoras está proibido.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 23/02/2010
Estado de São Paulo
"Seis musicais chegam a SP a partir desta semana".
Folha de São Paulo
"Scorpions passará pelo Brasil na turnê mundial de despedida".
"Shakira assina acordo com presidente do Banco Mundial,para ajudar os países da América Latina a criarem programas de educação infantil".
"Novo clipe do Skank traz animação com mais de 3 mil fotos".
"Beyoncé e Megan Fox lideram enquete sobre melhor corpo".
Jornal da Tarde
"Zé Geraldo em dose dupla,Às 13h e às 19h30. CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil)".
"Cantora Lulina faz show gratuito,Hoje, às 21h. Sesc Pompeia".
"Jazz com jeito brasileiro na Caixa, hoje Caixa Cultural".
"Bruno Morais está com o show 'A Vontade Superstar' no Sesc Consolação".
"Vocalista do Mötley Crüe em SP, sábado no Carioca Club".
"Pete Townshend pode abandonar o The Who".
"Seis musicais chegam a SP a partir desta semana".
Folha de São Paulo
"Scorpions passará pelo Brasil na turnê mundial de despedida".
"Shakira assina acordo com presidente do Banco Mundial,para ajudar os países da América Latina a criarem programas de educação infantil".
"Novo clipe do Skank traz animação com mais de 3 mil fotos".
"Beyoncé e Megan Fox lideram enquete sobre melhor corpo".
Jornal da Tarde
"Zé Geraldo em dose dupla,Às 13h e às 19h30. CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil)".
"Cantora Lulina faz show gratuito,Hoje, às 21h. Sesc Pompeia".
"Jazz com jeito brasileiro na Caixa, hoje Caixa Cultural".
"Bruno Morais está com o show 'A Vontade Superstar' no Sesc Consolação".
"Vocalista do Mötley Crüe em SP, sábado no Carioca Club".
"Pete Townshend pode abandonar o The Who".
Estadão - Seis musicais chegam a SP a partir desta semana
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - O fã de musicais da Broadway poderia, até um certo tempo atrás, escolher simplesmente no "cara ou coroa" o espetáculo que assistiria no Brasil, tamanha a falta de opções simultâneas. Mas a situação agora é diferente: a partir desta semana e até o fim de março, seis produções estarão em cartaz em São Paulo, consolidando a cidade como capital brasileira do musical.
E as opções atendem a gosto variado - na sexta-feira, por exemplo, estreia um recente sucesso da Broadway, Hairspray, com Edson Celulari no papel de uma mamma gordinha com muito laquê no cabelo. Já no sábado, é a vez de um espetáculo com canções mais tradicionais, O Rei e Eu, com Tuca Andrada e Claudia Netto liderando o elenco que assume o palco do Teatro Alfa.
No início de março, dia 4, finalmente haverá a estreia de um dos mais cultuados musicais da história do show biz norte-americano - Cats chega ao Teatro Abril depois de insistentes pedidos feitos pelos admiradores dos clássicos da Broadway. Com letras traduzidas por Toquinho (inclusive a mais famosa, "Memory") e com a cantora Paula Lima em seu primeiro papel em musical, a versão nacional repete centímetro por centímetro o original, que estreou em Londres em 1981.
Já os admiradores de um texto mais vibrante e juvenil poderão conferir O Despertar da Primavera, que passa a ocupar o Teatro Sérgio Cardoso a partir de 12 de março. Dirigido por Claudio Botelho e Charles Möeller, o espetáculo é interpretado basicamente por jovens (alguns nem atingiram a maioridade) e, entre eles, Rodrigo Pandolfo já se consolida como uma revelação.
Um dia depois, será a vez de Meu Amigo, Charlie Brown, baseado nos clássicos quadrinhos de Charles M. Schulz, entrar em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. E, também com inspiração canina, Bark!, Um Latido Musical, comédia musical off-Broadway que chega ao Teatro Nair Bello no dia 25 de março. Com direção de José Possi Neto e produção de João Federici, conta a história de seis cães que se encontram na praça próxima a suas casas para o passeio diário. Ali contam e cantam um pouco sobre suas vidas e convivência com seus donos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
SÃO PAULO - O fã de musicais da Broadway poderia, até um certo tempo atrás, escolher simplesmente no "cara ou coroa" o espetáculo que assistiria no Brasil, tamanha a falta de opções simultâneas. Mas a situação agora é diferente: a partir desta semana e até o fim de março, seis produções estarão em cartaz em São Paulo, consolidando a cidade como capital brasileira do musical.
E as opções atendem a gosto variado - na sexta-feira, por exemplo, estreia um recente sucesso da Broadway, Hairspray, com Edson Celulari no papel de uma mamma gordinha com muito laquê no cabelo. Já no sábado, é a vez de um espetáculo com canções mais tradicionais, O Rei e Eu, com Tuca Andrada e Claudia Netto liderando o elenco que assume o palco do Teatro Alfa.
No início de março, dia 4, finalmente haverá a estreia de um dos mais cultuados musicais da história do show biz norte-americano - Cats chega ao Teatro Abril depois de insistentes pedidos feitos pelos admiradores dos clássicos da Broadway. Com letras traduzidas por Toquinho (inclusive a mais famosa, "Memory") e com a cantora Paula Lima em seu primeiro papel em musical, a versão nacional repete centímetro por centímetro o original, que estreou em Londres em 1981.
Já os admiradores de um texto mais vibrante e juvenil poderão conferir O Despertar da Primavera, que passa a ocupar o Teatro Sérgio Cardoso a partir de 12 de março. Dirigido por Claudio Botelho e Charles Möeller, o espetáculo é interpretado basicamente por jovens (alguns nem atingiram a maioridade) e, entre eles, Rodrigo Pandolfo já se consolida como uma revelação.
Um dia depois, será a vez de Meu Amigo, Charlie Brown, baseado nos clássicos quadrinhos de Charles M. Schulz, entrar em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. E, também com inspiração canina, Bark!, Um Latido Musical, comédia musical off-Broadway que chega ao Teatro Nair Bello no dia 25 de março. Com direção de José Possi Neto e produção de João Federici, conta a história de seis cães que se encontram na praça próxima a suas casas para o passeio diário. Ali contam e cantam um pouco sobre suas vidas e convivência com seus donos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Folha - Scorpions passará pelo Brasil na turnê mundial de despedida
da Efe
O grupo alemão Scorpions incluirá o Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru na turnê mundial de despedida do público, depois de 45 anos de carreira.
Scorpions, que anunciou sua saída de cena aos fãs pelo seu site, lançará em 23 de março seu último álbum de estúdio, "Sting in the Tail", e realizará uma viagem para percorrer os cinco continentes durante três anos.
No Brasil, o grupo pretende realizar quatro shows, entre os dias 16 e 22 de setembro de 2010. Recentemente, a banda fez uma viagem de 15 shows pela América Latina, incluindo o Rio de Janeiro.
A banda alemã Scorpions durante o prêmio musical Echo 2009, em Berlim; turnê de despedida passará pelo Brasil
Ao anunciar a despedida, o vocalista Klaus Meine expressou a intenção da banda de "dizer adeus em grande estilo" com "a mesma paixão" de quando começaram a carreira, em 1965.
Desde então, Scorpions vendeu mais de 100 milhões de discos e assinou sucessos como "Rock You Like a Hurricane" e a balada "Still Loving You".
"A viagem de três anos pelos cinco continentes representa para nós um enorme desafio e é uma grande satisfação podermos fazer uma despedida junto de nossos fãs", afirmou o guitarrista do grupo, Matthias Jabs.
O grupo alemão Scorpions incluirá o Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru na turnê mundial de despedida do público, depois de 45 anos de carreira.
Scorpions, que anunciou sua saída de cena aos fãs pelo seu site, lançará em 23 de março seu último álbum de estúdio, "Sting in the Tail", e realizará uma viagem para percorrer os cinco continentes durante três anos.
No Brasil, o grupo pretende realizar quatro shows, entre os dias 16 e 22 de setembro de 2010. Recentemente, a banda fez uma viagem de 15 shows pela América Latina, incluindo o Rio de Janeiro.
A banda alemã Scorpions durante o prêmio musical Echo 2009, em Berlim; turnê de despedida passará pelo Brasil
Ao anunciar a despedida, o vocalista Klaus Meine expressou a intenção da banda de "dizer adeus em grande estilo" com "a mesma paixão" de quando começaram a carreira, em 1965.
Desde então, Scorpions vendeu mais de 100 milhões de discos e assinou sucessos como "Rock You Like a Hurricane" e a balada "Still Loving You".
"A viagem de três anos pelos cinco continentes representa para nós um enorme desafio e é uma grande satisfação podermos fazer uma despedida junto de nossos fãs", afirmou o guitarrista do grupo, Matthias Jabs.
Folha - Shakira assina acordo com presidente do Banco Mundial; veja
da Folha Online
A cantora embaixadora Unicef da Colômbia, Shakira, e o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, assinaram ontem, em Washington, um acordo que garante um fundo de US$ 300 milhões para ajudar os países da América Latina a criarem programas de educação infantil. O programa cria um incentivo para que os países invistam na educação de crianças de até 6 anos.
A cantora embaixadora Unicef da Colômbia, Shakira, e o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, assinaram ontem, em Washington, um acordo que garante um fundo de US$ 300 milhões para ajudar os países da América Latina a criarem programas de educação infantil. O programa cria um incentivo para que os países invistam na educação de crianças de até 6 anos.
Folha - Novo clipe do Skank traz animação com mais de 3 mil fotos
da Folha Online
O clipe da música "Noites de um Verão Qualquer" da banda Skank é o resultado da animação stop motion de mais de 3.000 fotos. A direção é de Conrado Almada. A canção faz parte do álbum "Estandarte", lançado em 2008.
O clipe da música "Noites de um Verão Qualquer" da banda Skank é o resultado da animação stop motion de mais de 3.000 fotos. A direção é de Conrado Almada. A canção faz parte do álbum "Estandarte", lançado em 2008.
Folha - Beyoncé e Megan Fox lideram enquete sobre melhor corpo
da Folha Online
Uma pesquisa feita no Reino Unido revelou que a cantora Beyoncé e a atriz Megan Fox possuem os "melhores corpos" entre as celebridades, informa o site especializado em entretenimento Pop Crunch.
De acordo com a publicação, o estudo foi encomendado pela Twentieth Century Fox.
Beyoncé recebeu 24% dos votos entre as mulheres ouvidas na pesquisa, enquanto Megan Fox foi a preferida de 20% dos homens.
De acordo com o site, os homens também elegeram a atriz como a mulher com a qual gostariam de dormir caso tivessem a autorização de suas parceiras.
Uma pesquisa feita no Reino Unido revelou que a cantora Beyoncé e a atriz Megan Fox possuem os "melhores corpos" entre as celebridades, informa o site especializado em entretenimento Pop Crunch.
De acordo com a publicação, o estudo foi encomendado pela Twentieth Century Fox.
Beyoncé recebeu 24% dos votos entre as mulheres ouvidas na pesquisa, enquanto Megan Fox foi a preferida de 20% dos homens.
De acordo com o site, os homens também elegeram a atriz como a mulher com a qual gostariam de dormir caso tivessem a autorização de suas parceiras.
JT - Zé Geraldo em dose dupla
Jornal da Tarde
A série Rock Rural recebe hoje o cantor, violonista e compositor Zé Geraldo, que promete exibir faixas de seu mais recente disco, ‘Catadô de Bromélias’. Às 13h e às 19h30. CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil). R. Álvares Penteado, 112. 3113-3651. Ingressos a R$ 6. Livre.
A série Rock Rural recebe hoje o cantor, violonista e compositor Zé Geraldo, que promete exibir faixas de seu mais recente disco, ‘Catadô de Bromélias’. Às 13h e às 19h30. CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil). R. Álvares Penteado, 112. 3113-3651. Ingressos a R$ 6. Livre.
JT - Cantora Lulina faz show gratuito
Jornal da Tarde
Nome badalado da novíssima safra da MPB, Lulina mistura folk e letras curiosas em seu primeiro CD, ‘Cristalina’. Hoje, às 21h. Sesc Pompeia (choperia). R. Clélia, 93. 3871-7700. Ingressos disponíveis a partir das 9h.
Nome badalado da novíssima safra da MPB, Lulina mistura folk e letras curiosas em seu primeiro CD, ‘Cristalina’. Hoje, às 21h. Sesc Pompeia (choperia). R. Clélia, 93. 3871-7700. Ingressos disponíveis a partir das 9h.
JT - Jazz com jeito brasileiro na Caixa
Jornal da Tarde
A mostra ‘O Jazz Brasil’ abre hoje com shows do Praticatatum, às 19h, e Marlui Miranda, às 20h. A ideia é mostrar a música instrumental e cantada, com a improvisação do jazz. Caixa Cultural. Praça da Sé, 111. 3321-4400. Grátis. Livre.
A mostra ‘O Jazz Brasil’ abre hoje com shows do Praticatatum, às 19h, e Marlui Miranda, às 20h. A ideia é mostrar a música instrumental e cantada, com a improvisação do jazz. Caixa Cultural. Praça da Sé, 111. 3321-4400. Grátis. Livre.
JT - Bruno Morais está com o show 'A Vontade Superstar' no Sesc Consolação
Jornal da Tarde
Ele já foi do teatro, passeou pelo funk e pela música eletrônica. Mas em ‘A Vontade Superstar’, o paranaense Bruno Morais exibe uma outra
sonoridade, influenciada por bossa nova e Chet Baker. São essas faixas que dão base ao show de hoje, às 19h30, no Sesc Consolação. Rua Dr. Vila
Nova, 245. 3234-3000. Grátis. Livre.
Ele já foi do teatro, passeou pelo funk e pela música eletrônica. Mas em ‘A Vontade Superstar’, o paranaense Bruno Morais exibe uma outra
sonoridade, influenciada por bossa nova e Chet Baker. São essas faixas que dão base ao show de hoje, às 19h30, no Sesc Consolação. Rua Dr. Vila
Nova, 245. 3234-3000. Grátis. Livre.
JT - Vocalista do Mötley Crüe em SP
Jornal da Tarde
Vince Neil vem à cidade pela primeira vez para cantar músicas da carreira solo e da banda.
Ele é dono de uma marca de tequila, de dois bares, de dois estúdios de tatuagens, de uma empresa de aviação com quatro aeronaves e de dezenas de imóveis espalhados por todo o território americano. Essas posses poderiam fazer de Vince Neil um grande empresário. Mas o vocalista do Mötley Crüe, que se apresenta em São Paulo em carreira solo pela primeira vez no sábado, tem mais argumentos para manter sua fama de mau do que para consolidar a imagem de homem de negócios.
Sua carreira dentro da música teve início em 1980 com a banda Rockandi. Já em 1981, junto ao guitarrista Mick Mars, o baterista Tommy Lee e o baixista Nikki Sixx montou o Mötley Crüe, banda que emulava uma trombada violenta entre Hanoi Rocks, Rolling Stones, T-Rex, Kiss e New York Dolls. Músicas como Shout At The Devil, Home Sweet Home, Dr. Feelgood e Girls, Girls, Girls foram apenas algumas que notabilizaram o quarteto de Los Angeles como o redentor do glam rock nos anos 80.
A partir deste momento, Neil se notabilizou por escândalos que chegaram ao cúmulo de um assassinato não intencional e um filme pornô. Em 1984, ele dirigia por Los Angeles acompanhado pelo baterista da banda finlandesa Hanoi Rocks, Nicholas Dingley. Completamente bêbado, Neil perdeu o controle em uma curva e bateu em outro carro que vinha na direção contrária. Dingley morreu na hora e depois de anos de tribunais e acusações, Neil ficou 15 dias na cadeia, pagou mais de US$ 2 milhões em restituição às vítimas e teve de fazer 200 horas de trabalho voluntário. O disco Teather of Pain, de 1985, foi gravado em homenagem ao baterista morto e levou a banda ao estrelato.
A forte personalidade de cada um de seus integrantes fez Neil abandonar o barco em 1992, sendo substituído por John Corabi. Idas e vindas fazem parte da história do quarteto que continua na ativa e lança um próximo disco de inéditas em 2011, quando completa 30 anos de estrada.
Para o show em São Paulo, Vince Neil promete tocar músicas da carreira solo, do seu novo álbum que será lançado ainda neste ano e, claro, muita coisa clássica do Mötley Crüe.
É a primeira vez que um integrante da banda vem ao País. Em entrevista para a revista Playboy, ele disse que espera encontrar “o que todo mundo fala, mulheres lindas, praias lindas e bons drinks”. E falando em mulheres, no mundo pornô, Neil protagonizou um filme em 1993 com a atriz Janine Lindemulder. Não é a toa que sempre que perguntado se queria ter outra vida ele diz que não, apesar de todos os problemas.
DIVIRTA-SE
Vince Neil . Carioca Club.
Rua Cardeal Arcoverde, 2899 Pinheiros. 7527-4084. Sáb. (27/02), às 19h. De R$100 a R$ 200. Ingressos à venda na Galeria do Rock: Lady Snake loja (3333-6931); RockLand Loja (3362-2606).
Vince Neil vem à cidade pela primeira vez para cantar músicas da carreira solo e da banda.
Ele é dono de uma marca de tequila, de dois bares, de dois estúdios de tatuagens, de uma empresa de aviação com quatro aeronaves e de dezenas de imóveis espalhados por todo o território americano. Essas posses poderiam fazer de Vince Neil um grande empresário. Mas o vocalista do Mötley Crüe, que se apresenta em São Paulo em carreira solo pela primeira vez no sábado, tem mais argumentos para manter sua fama de mau do que para consolidar a imagem de homem de negócios.
Sua carreira dentro da música teve início em 1980 com a banda Rockandi. Já em 1981, junto ao guitarrista Mick Mars, o baterista Tommy Lee e o baixista Nikki Sixx montou o Mötley Crüe, banda que emulava uma trombada violenta entre Hanoi Rocks, Rolling Stones, T-Rex, Kiss e New York Dolls. Músicas como Shout At The Devil, Home Sweet Home, Dr. Feelgood e Girls, Girls, Girls foram apenas algumas que notabilizaram o quarteto de Los Angeles como o redentor do glam rock nos anos 80.
A partir deste momento, Neil se notabilizou por escândalos que chegaram ao cúmulo de um assassinato não intencional e um filme pornô. Em 1984, ele dirigia por Los Angeles acompanhado pelo baterista da banda finlandesa Hanoi Rocks, Nicholas Dingley. Completamente bêbado, Neil perdeu o controle em uma curva e bateu em outro carro que vinha na direção contrária. Dingley morreu na hora e depois de anos de tribunais e acusações, Neil ficou 15 dias na cadeia, pagou mais de US$ 2 milhões em restituição às vítimas e teve de fazer 200 horas de trabalho voluntário. O disco Teather of Pain, de 1985, foi gravado em homenagem ao baterista morto e levou a banda ao estrelato.
A forte personalidade de cada um de seus integrantes fez Neil abandonar o barco em 1992, sendo substituído por John Corabi. Idas e vindas fazem parte da história do quarteto que continua na ativa e lança um próximo disco de inéditas em 2011, quando completa 30 anos de estrada.
Para o show em São Paulo, Vince Neil promete tocar músicas da carreira solo, do seu novo álbum que será lançado ainda neste ano e, claro, muita coisa clássica do Mötley Crüe.
É a primeira vez que um integrante da banda vem ao País. Em entrevista para a revista Playboy, ele disse que espera encontrar “o que todo mundo fala, mulheres lindas, praias lindas e bons drinks”. E falando em mulheres, no mundo pornô, Neil protagonizou um filme em 1993 com a atriz Janine Lindemulder. Não é a toa que sempre que perguntado se queria ter outra vida ele diz que não, apesar de todos os problemas.
DIVIRTA-SE
Vince Neil . Carioca Club.
Rua Cardeal Arcoverde, 2899 Pinheiros. 7527-4084. Sáb. (27/02), às 19h. De R$100 a R$ 200. Ingressos à venda na Galeria do Rock: Lady Snake loja (3333-6931); RockLand Loja (3362-2606).
JT - Pete Townshend pode abandonar o The Who
Jornal da Tarde
Pete Townshend pode deixar o The Who. É que o guitarrista está novamente sofrendo com o tinnitus, doloroso zumbido nos ouvidos que sinaliza perda de audição por causa de exposição a barulho. O problema é tão sério que a banda cancelou turnê deste semestre e os shows nos festivais Coachella e New Orleans Jazz. A esperança de Townshend está em um fone de ouvidos especial para protegê-lo, que será testado em show beneficente no dia 30 de março, em Londres. Nessa noite, ele terá como convidado Liam Gallagher.
Pete Townshend pode deixar o The Who. É que o guitarrista está novamente sofrendo com o tinnitus, doloroso zumbido nos ouvidos que sinaliza perda de audição por causa de exposição a barulho. O problema é tão sério que a banda cancelou turnê deste semestre e os shows nos festivais Coachella e New Orleans Jazz. A esperança de Townshend está em um fone de ouvidos especial para protegê-lo, que será testado em show beneficente no dia 30 de março, em Londres. Nessa noite, ele terá como convidado Liam Gallagher.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 22/02/2003
Folha de São Paulo
"Após repercussão, EMI diz que não venderá os estúdios Abbey Road".
Jornal da Tarde
"Samba de bambas, Amanhã, às 19h. Galeria Olido".
"Noite de rap com o grupo Pentágono, hoje, às 23h30, no Mary Pop Dinning Club".
"B.B. King vai fazer mais um show em São Paulo. Será no dia 18 de março, às 22h, no Bourbon Street".
Jornal do Brasil
"Novas musas da música estrelam campanha de calçados".
"Janet Jackson irá substituir Michael em turnê do Jackson 5".
"Após repercussão, EMI diz que não venderá os estúdios Abbey Road".
Jornal da Tarde
"Samba de bambas, Amanhã, às 19h. Galeria Olido".
"Noite de rap com o grupo Pentágono, hoje, às 23h30, no Mary Pop Dinning Club".
"B.B. King vai fazer mais um show em São Paulo. Será no dia 18 de março, às 22h, no Bourbon Street".
Jornal do Brasil
"Novas musas da música estrelam campanha de calçados".
"Janet Jackson irá substituir Michael em turnê do Jackson 5".
Folha - Após repercussão, EMI diz que não venderá os estúdios Abbey Road
da France Presse, em Londres
A gravadora EMI não venderá os míticos estúdios londrinos de Abbey Road, onde os Beatles gravaram vários álbuns, anunciou a empresa neste domingo, após as reações provocadas pela possibilidade.
"Em meados de 2009, recebemos uma oferta de compra de Abbey Road de mais de 30 milhões de libras (US$ 45 milhões), mas rejeitamos porque acreditamos que Abbey Road deve seguir nas mãos da EMI", afirma a gravadora em um comunicado.
A EMI confirmou que existem discussões preliminares para voltar a promover Abbey Road com sócios interessados e apropriados, com uma injeção de capital.
O grupo, comprado pelo fundo de investimentos Terra Firma em 2007, não revelou mais detalhes sobre o projeto, mas informou que os estúdios prosseguirão dedicados às gravações.
O jornal "Financial Times" informou na semana passada que a EMI havia colocado à venda os estúdios para tentar saldar a dívida contraída pelo fundo Terra Firma para sua compra.
A EMI comprou o edifício 3 de Abbey Road, na zona noroeste de Londres, por 100.000 libras em 1929. Durante a Segunda Guerra Mundial, o estúdio foi usado para a gravação dos discursos de propaganda do governo e da programação da BBC.
Os Beatles utilizaram os estúdios de 1962 a 1969, imortalizando a rua na capa do álbum de 1969, "Abbey Road". Os Fab Four --John Lennon, Ringo Star, Paul McCartney e George Harrisson-- aparecem na imagem atravessando a rua.
O Pink Floyd também gravou no local o clássico "Dark Side of the Moon".
O projeto de venda dos estúdios provocou muitos protestos. McCartney manifestou esperança de uma salvação para o prédio, enquanto a National Trust, associação que administra os edifícios históricos do Reino Unido, anunciou que estuda a possibilidade de adquirir o imóvel.
A gravadora EMI não venderá os míticos estúdios londrinos de Abbey Road, onde os Beatles gravaram vários álbuns, anunciou a empresa neste domingo, após as reações provocadas pela possibilidade.
"Em meados de 2009, recebemos uma oferta de compra de Abbey Road de mais de 30 milhões de libras (US$ 45 milhões), mas rejeitamos porque acreditamos que Abbey Road deve seguir nas mãos da EMI", afirma a gravadora em um comunicado.
A EMI confirmou que existem discussões preliminares para voltar a promover Abbey Road com sócios interessados e apropriados, com uma injeção de capital.
O grupo, comprado pelo fundo de investimentos Terra Firma em 2007, não revelou mais detalhes sobre o projeto, mas informou que os estúdios prosseguirão dedicados às gravações.
O jornal "Financial Times" informou na semana passada que a EMI havia colocado à venda os estúdios para tentar saldar a dívida contraída pelo fundo Terra Firma para sua compra.
A EMI comprou o edifício 3 de Abbey Road, na zona noroeste de Londres, por 100.000 libras em 1929. Durante a Segunda Guerra Mundial, o estúdio foi usado para a gravação dos discursos de propaganda do governo e da programação da BBC.
Os Beatles utilizaram os estúdios de 1962 a 1969, imortalizando a rua na capa do álbum de 1969, "Abbey Road". Os Fab Four --John Lennon, Ringo Star, Paul McCartney e George Harrisson-- aparecem na imagem atravessando a rua.
O Pink Floyd também gravou no local o clássico "Dark Side of the Moon".
O projeto de venda dos estúdios provocou muitos protestos. McCartney manifestou esperança de uma salvação para o prédio, enquanto a National Trust, associação que administra os edifícios históricos do Reino Unido, anunciou que estuda a possibilidade de adquirir o imóvel.
JT - Samba de bambas
Jornal da Tarde
A sambista Dona Inah sobe ao palco acompanhada do grupo Samba Novo para mostrar, ao longo de uma hora, músicas de Cartola, Noel Rosa e Ataulfo Alves, entre outros. Amanhã, às 19h. Galeria Olido. Avenida São João, 473. 3397-0171. Grátis. Livre.
A sambista Dona Inah sobe ao palco acompanhada do grupo Samba Novo para mostrar, ao longo de uma hora, músicas de Cartola, Noel Rosa e Ataulfo Alves, entre outros. Amanhã, às 19h. Galeria Olido. Avenida São João, 473. 3397-0171. Grátis. Livre.
JT - Noite de rap com o grupo Pentágono
Jornal da Tarde
O grupo de rap Pentágono, com Paulo M. Sário, Apollo, Massao, Rael da Rima e DJ Kiko, é a atração de hoje, às 23h30, no Mary Pop Dinning Club.
Rua Barão de Campinas, 375. 3223-4106. De R$ 10 a R$ 40.Grátis até 1h para mulheres.
O grupo de rap Pentágono, com Paulo M. Sário, Apollo, Massao, Rael da Rima e DJ Kiko, é a atração de hoje, às 23h30, no Mary Pop Dinning Club.
Rua Barão de Campinas, 375. 3223-4106. De R$ 10 a R$ 40.Grátis até 1h para mulheres.
JT - B.B. King
Jornal da Tarde
B.B. King vai fazer mais um show em São Paulo. Será no dia 18 de março, às 22h, no Bourbon Street (R. dos Chanés, 127. 5095-6100. Os ingressos, a R$ 950, começam a ser vendidos hoje. O músico também toca no Via Funchal (R. Funchal, 65. 2144-5444) nos dias 19 e 20 de março, às 21h30. Os preços, de R$ 200 a R$ 600, valem até amanhã.
B.B. King vai fazer mais um show em São Paulo. Será no dia 18 de março, às 22h, no Bourbon Street (R. dos Chanés, 127. 5095-6100. Os ingressos, a R$ 950, começam a ser vendidos hoje. O músico também toca no Via Funchal (R. Funchal, 65. 2144-5444) nos dias 19 e 20 de março, às 21h30. Os preços, de R$ 200 a R$ 600, valem até amanhã.
JB - Novas musas da música estrelam campanha de calçados
Portal Terra
SÃO PAULO - Depois de escalar um time de humoristas para mostrar a coleção verão 2010, a Arezzo aposta desta vez em musas da música popular brasileira. As cantoras Ana Cañas, Maria Gadú, Mariana Aydar e Roberta Sá são as novas garotas propagandas da marca de calçados e estarão nos anúncios na temporada outono-inverno.
A primeira a ser fotografada foi Ana Cañas, num estúdio em São Paulo neste domingo, por Gui Paganini, ao lado de Mariana Aydar. Roberta Sá e Maria Gadú serão clicadas nesta segunda. Além das fotos, as moças também gravam um CD especial para a marca.
A campanha tem direção de arte de Giovanni Bianco, maquiagem de Daniel Hernandez e styling de Flávia Pommianosky e Davi Ramos.
SÃO PAULO - Depois de escalar um time de humoristas para mostrar a coleção verão 2010, a Arezzo aposta desta vez em musas da música popular brasileira. As cantoras Ana Cañas, Maria Gadú, Mariana Aydar e Roberta Sá são as novas garotas propagandas da marca de calçados e estarão nos anúncios na temporada outono-inverno.
A primeira a ser fotografada foi Ana Cañas, num estúdio em São Paulo neste domingo, por Gui Paganini, ao lado de Mariana Aydar. Roberta Sá e Maria Gadú serão clicadas nesta segunda. Além das fotos, as moças também gravam um CD especial para a marca.
A campanha tem direção de arte de Giovanni Bianco, maquiagem de Daniel Hernandez e styling de Flávia Pommianosky e Davi Ramos.
JB - Janet Jackson irá substituir Michael em turnê do Jackson 5
Portal Terra
NOVA YORK - Janet Jackson concordou em substituir o irmão Michael em uma turnê mundial do Jackson 5 ainda em 2010. De acordo com informações do The Sun, a irmã se recusava a participar do grupo, mas acabou aceitando por considerar um tributo ao irmão, morto em 25 de junho do ano passado.
A novidade foi divulgada pelo irmão Jermaine durante uma entrevista sobre o novo reality show da família, Family Dynasty, que será transmitido no Reino Unido. "Tivemos uma chamada em conferência e Janet concordou em se juntar a nós em turnê", disse Jermaine.
NOVA YORK - Janet Jackson concordou em substituir o irmão Michael em uma turnê mundial do Jackson 5 ainda em 2010. De acordo com informações do The Sun, a irmã se recusava a participar do grupo, mas acabou aceitando por considerar um tributo ao irmão, morto em 25 de junho do ano passado.
A novidade foi divulgada pelo irmão Jermaine durante uma entrevista sobre o novo reality show da família, Family Dynasty, que será transmitido no Reino Unido. "Tivemos uma chamada em conferência e Janet concordou em se juntar a nós em turnê", disse Jermaine.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 19/02/2010
Estado de São Paulo
"Cannibal Corpse, um único show da banda de death metal".
Folha de São Paulo
"Elton John diz que Jesus era um "gay superinteligente"".
Jornal da Tarde
"Grupo Autoramas lança DVD,Hoje, às 21h. Sesc Pompeia".
"As vozes do seriado que ainda ecoam por aí".
"Campanha pelo Abbey Road lançada pelo diretor de um programa na rádio BBC e pelo ex-Beatle Paul McCartney para salvá-lo".
Jornal do Brasil
"Restam cerca de 300 ingressos para o Desfile das Campeãs".
"Cidade do Samba recebe campeãs nesta sexta-feira".
"Cannibal Corpse, um único show da banda de death metal".
Folha de São Paulo
"Elton John diz que Jesus era um "gay superinteligente"".
Jornal da Tarde
"Grupo Autoramas lança DVD,Hoje, às 21h. Sesc Pompeia".
"As vozes do seriado que ainda ecoam por aí".
"Campanha pelo Abbey Road lançada pelo diretor de um programa na rádio BBC e pelo ex-Beatle Paul McCartney para salvá-lo".
Jornal do Brasil
"Restam cerca de 300 ingressos para o Desfile das Campeãs".
"Cidade do Samba recebe campeãs nesta sexta-feira".
Estadao - Cannibal Corpse, um único show da banda de death metal
estadao.com.br
Grupo americano é idolatrado por 'head-bangers' (fãs que chacoalham a cabeça) do mundo inteiro.Banda tem 11 discos no currículo.
SÃO PAULO - Eleito por sites especializados como uma das 10 melhores bandas de death metal em atividade, o Cannibal Corpse retorna ao país. A banda liderada pelo vocalista George ‘Corpsegrinder’ Fisher gerou polêmica quando surgiu, em 1988, por causa de suas letras - e de seu visual - aterrorizantes. O Cannibal Corpse foi banido em diversos países, como Austrália e Alemanha.
Nesta sexta, 19, esses rapazes assustadores têm 11 discos no currículo, incluindo ‘Evisceration Plague’ (2009), que estará no repertório do show de domingo (21). O grupo americano, idolatrado por ‘headbangers’ (fãs que chacoalham a cabeça) do mundo inteiro, também tem um lado, assim... pop. Jogue o nome da banda no YouTube e se divirta com a atuação dos cabeludos no filme ‘Ace Ventura’, com Jim Carrey, de 1994.
Santana Hall. Av. Cruzeiro do Sul, 2.737, Santana, 2221- 0855. Dom. (21), 18h. R$ 80. www.santanahall.com.br.
Grupo americano é idolatrado por 'head-bangers' (fãs que chacoalham a cabeça) do mundo inteiro.Banda tem 11 discos no currículo.
SÃO PAULO - Eleito por sites especializados como uma das 10 melhores bandas de death metal em atividade, o Cannibal Corpse retorna ao país. A banda liderada pelo vocalista George ‘Corpsegrinder’ Fisher gerou polêmica quando surgiu, em 1988, por causa de suas letras - e de seu visual - aterrorizantes. O Cannibal Corpse foi banido em diversos países, como Austrália e Alemanha.
Nesta sexta, 19, esses rapazes assustadores têm 11 discos no currículo, incluindo ‘Evisceration Plague’ (2009), que estará no repertório do show de domingo (21). O grupo americano, idolatrado por ‘headbangers’ (fãs que chacoalham a cabeça) do mundo inteiro, também tem um lado, assim... pop. Jogue o nome da banda no YouTube e se divirta com a atuação dos cabeludos no filme ‘Ace Ventura’, com Jim Carrey, de 1994.
Santana Hall. Av. Cruzeiro do Sul, 2.737, Santana, 2221- 0855. Dom. (21), 18h. R$ 80. www.santanahall.com.br.
Folha - Elton John diz que Jesus era um "gay superinteligente"
da Folha Online
O cantor britânico Elton John, 62, deu uma entrevista a revista norte-americana "Parade" na qual declarou que Jesus era gay. A entrevista ganhou destaque no tabloide inglês "The Sun".
"Acho que Jesus tinha muita compaixão, era um homem gay superinteligente, que entendeu os problemas da humanidade", disse.
"Jesus queria que nós amássemos e perdoássemos. Não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica no Oriente Médio --é melhor estar morto."
Na mesma entrevista, ele comenta como conheceu o companheiro, David Furnish, 47. "Senti atração imediata por David. Ele estava muito bem vestido, era muito tímido. Na noite seguinte, nós jantamos. Depois disso, nos apaixonamos muito rápido."
O cantor britânico Elton John, 62, deu uma entrevista a revista norte-americana "Parade" na qual declarou que Jesus era gay. A entrevista ganhou destaque no tabloide inglês "The Sun".
"Acho que Jesus tinha muita compaixão, era um homem gay superinteligente, que entendeu os problemas da humanidade", disse.
"Jesus queria que nós amássemos e perdoássemos. Não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica no Oriente Médio --é melhor estar morto."
Na mesma entrevista, ele comenta como conheceu o companheiro, David Furnish, 47. "Senti atração imediata por David. Ele estava muito bem vestido, era muito tímido. Na noite seguinte, nós jantamos. Depois disso, nos apaixonamos muito rápido."
JT - Grupo Autoramas lança DVD
Jornal da Tarde
O grupo Autoramas lança o DVD ‘MTV Apresenta Autoramas Desplugado’, com versões acústicas de suas canções e releituras de músicas de Elvis Presley, Raul Seixas e outros. Hoje, às 21h. Sesc Pompeia. R. Clélia, 93. 3871-7700. R$ 16. 12 anos.
O grupo Autoramas lança o DVD ‘MTV Apresenta Autoramas Desplugado’, com versões acústicas de suas canções e releituras de músicas de Elvis Presley, Raul Seixas e outros. Hoje, às 21h. Sesc Pompeia. R. Clélia, 93. 3871-7700. R$ 16. 12 anos.
JT - As vozes do seriado que ainda ecoam por aí
Jornal da Tarde
Carlos preferiu sair do mercado de dublagens para recuperar a carreira de ator, mas outros integrantes da tradução do seriado continuam na ativa. Cecília Lemes, a dona da voz fina de Chiquinha, filha de Seu Madruga, está firme no mercado cinematográfico e de desenhos. No universo infantil ficou com o carismático Coração, personagem do Ursinhos Carinhosos. No cinema, quase virou dubladora de Meg Ryan. A atriz dublou ainda os longas Cidade dos Anjos (1998), Lente do Amor (2001) e Sintonia de Amor (1993).
Nas salas de cinema, ela dá voz à diretora de escola do Alvim e os Esquilos 2. Em Sempre ao Seu Lado, faz as falas de Joan Allen, esposa de Richard Gere no longa. Na TV, só guarda recordações dos tempos em que fez o programa Zas-Tras, ainda na TV Paulista, antiga Rede Globo.
Nelson Machado, por trás do famoso ‘Cale-se, cale-se, cale-se. Você me deixa louco’, do mimado Quico, é outro que está longe de se aposentar. Figura presente nos eventos que homenageiam o seriado, ocupa o posto de tradutor oficial de Robin Williams em São Paulo. No currículo estão Uma Babá Quase Perfeita, Hulk, A Volta do Capitão Gancho e Popeye. Afinou a voz ainda para os personagens Fred, do desenho Os Flintstones, Seu Sirigueijo de Bob Esponja, e Glomer de Punky – A Levada da Breca.
E, fora dos estúdios do SBT, parte da trupe do Chaves se reencontrou. Também em Os Flintstones, Helena Samara, dona do gogó da irritante Bruxa do 71, fez Vilma Flintstone. A dubladora morreu em novembro de 2007.
Marcelo Gastaldi, dublador do protagonista Chaves e, por vezes, tradutor do ator Jerry Lewis no cinema, também morreu, em 1995, aos 50 anos.
Marta Volpiani, responsável por Dona Florinda, depois do sucesso da década de 80, preferiu ficar longe dos holofotes da TV. Fez pequenos trabalhos na área da voz como um documentário sobre John Lennon, no qual dublou a esposa do músico, Yoko Ono. Na década de 60, dublou Marilyn Monroe em alguns longas. Já Osmiro Campos, dono do vozeirão ao Professor Girafales, também ficou marcado pelo seriado A Feiticeira, como James, marido da protagonista.
Carlos preferiu sair do mercado de dublagens para recuperar a carreira de ator, mas outros integrantes da tradução do seriado continuam na ativa. Cecília Lemes, a dona da voz fina de Chiquinha, filha de Seu Madruga, está firme no mercado cinematográfico e de desenhos. No universo infantil ficou com o carismático Coração, personagem do Ursinhos Carinhosos. No cinema, quase virou dubladora de Meg Ryan. A atriz dublou ainda os longas Cidade dos Anjos (1998), Lente do Amor (2001) e Sintonia de Amor (1993).
Nas salas de cinema, ela dá voz à diretora de escola do Alvim e os Esquilos 2. Em Sempre ao Seu Lado, faz as falas de Joan Allen, esposa de Richard Gere no longa. Na TV, só guarda recordações dos tempos em que fez o programa Zas-Tras, ainda na TV Paulista, antiga Rede Globo.
Nelson Machado, por trás do famoso ‘Cale-se, cale-se, cale-se. Você me deixa louco’, do mimado Quico, é outro que está longe de se aposentar. Figura presente nos eventos que homenageiam o seriado, ocupa o posto de tradutor oficial de Robin Williams em São Paulo. No currículo estão Uma Babá Quase Perfeita, Hulk, A Volta do Capitão Gancho e Popeye. Afinou a voz ainda para os personagens Fred, do desenho Os Flintstones, Seu Sirigueijo de Bob Esponja, e Glomer de Punky – A Levada da Breca.
E, fora dos estúdios do SBT, parte da trupe do Chaves se reencontrou. Também em Os Flintstones, Helena Samara, dona do gogó da irritante Bruxa do 71, fez Vilma Flintstone. A dubladora morreu em novembro de 2007.
Marcelo Gastaldi, dublador do protagonista Chaves e, por vezes, tradutor do ator Jerry Lewis no cinema, também morreu, em 1995, aos 50 anos.
Marta Volpiani, responsável por Dona Florinda, depois do sucesso da década de 80, preferiu ficar longe dos holofotes da TV. Fez pequenos trabalhos na área da voz como um documentário sobre John Lennon, no qual dublou a esposa do músico, Yoko Ono. Na década de 60, dublou Marilyn Monroe em alguns longas. Já Osmiro Campos, dono do vozeirão ao Professor Girafales, também ficou marcado pelo seriado A Feiticeira, como James, marido da protagonista.
JT - Campanha pelo Abbey Road
Jornal da Tarde
Uma campanha lançada pelo diretor de um programa na rádio BBC e pelo ex-Beatle Paul McCartney sugerindo que o National Truste (órgão do patrimônio nacional) compre os estúdios Abbey Road provocou uma enxurrada de e-mails e mensagens em redes sociais endossando a ideia. O National Truste perguntará aos cidadãos se acham que o estúdio deveria ser patrimônio nacional e pensa em lançar campanha para salvá-lo. Ali, os Beatles fizeram 90% de suas gravações.
Uma campanha lançada pelo diretor de um programa na rádio BBC e pelo ex-Beatle Paul McCartney sugerindo que o National Truste (órgão do patrimônio nacional) compre os estúdios Abbey Road provocou uma enxurrada de e-mails e mensagens em redes sociais endossando a ideia. O National Truste perguntará aos cidadãos se acham que o estúdio deveria ser patrimônio nacional e pensa em lançar campanha para salvá-lo. Ali, os Beatles fizeram 90% de suas gravações.
JB - Restam cerca de 300 ingressos para o Desfile das Campeãs
JB Online
RIO - Quem pretende assistir ao Desfile das Campeãs, neste sábado, a partir das 21h, é bom se apressar. Restam apenas 323 ingressos para as arquibancadas especiais do setor 9, com lugar e filas numerados. O preço é um pouco salgado: R$ 350.
As entrdas podem ser adquiridas na Central Liesa de Atendimento, na Rua da Alfândega, 25, lojas B e C, no Centro.
Os demais ingressos estão todos esgotados.
RIO - Quem pretende assistir ao Desfile das Campeãs, neste sábado, a partir das 21h, é bom se apressar. Restam apenas 323 ingressos para as arquibancadas especiais do setor 9, com lugar e filas numerados. O preço é um pouco salgado: R$ 350.
As entrdas podem ser adquiridas na Central Liesa de Atendimento, na Rua da Alfândega, 25, lojas B e C, no Centro.
Os demais ingressos estão todos esgotados.
JB - Cidade do Samba recebe campeãs nesta sexta-feira
Redação, Tudo de Samba
RIO - Pelo quinto ano consecutivo, a Cidade do Samba será palco do Encontro das Campeãs. A partir de 18h, além de grupos de samba e pagode, estarão se apresentando no Centro de Criação do Carnaval carioca os segmentos da São Clemente, vencedora do Grupo de Acesso A, e da Unidos da Tijuca, que conquistou o título no Grupo Especial.
A Cidade do Samba fica na Rua Rivadávia Correia, 60, na Gamboa. A entrada é franca.
RIO - Pelo quinto ano consecutivo, a Cidade do Samba será palco do Encontro das Campeãs. A partir de 18h, além de grupos de samba e pagode, estarão se apresentando no Centro de Criação do Carnaval carioca os segmentos da São Clemente, vencedora do Grupo de Acesso A, e da Unidos da Tijuca, que conquistou o título no Grupo Especial.
A Cidade do Samba fica na Rua Rivadávia Correia, 60, na Gamboa. A entrada é franca.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 18/02/2010
Folha de São Paulo
"Espero que o estúdio de Abbey Road seja salvo", diz Paul McCartney".
"Beyoncé é recordista em vendas nos EUA na década passada".
Jornal da Tarde
"Último templo carioca do rebolado, o musical ‘Tem Francesa no Morro’ volta ao cartaz no Centro Cultural São Paulo".
"Repertório e visual de Amy, a atriz e cantora Miranda Kassin homenageia Amy Winehouse no show ‘I Love Amy!’.Amanhã, às 23h. Studio SP".
"Filho de argentina e americano, o cantor Kevin Johansen abre hoje, às 21h, o Pompeia.Beat,Sesc Pompeia".
"No bonde do MC Scooby, o funk é cantado ao vivo".
"Lady Gaga vence no Brit Awards".
"As novidades 'acontecem' primeiro no Recife, Festival Rec-Beat termina consagrando bandas como Ojos de Brujo e Madensuyu".
Jornal do Brasil
"Jimi Hendrix deve ganhar versão exclusiva de Rock Band".
"Três anos após a estreia, Lucky Soul prepara lançamento mais maduro".
"Espero que o estúdio de Abbey Road seja salvo", diz Paul McCartney".
"Beyoncé é recordista em vendas nos EUA na década passada".
Jornal da Tarde
"Último templo carioca do rebolado, o musical ‘Tem Francesa no Morro’ volta ao cartaz no Centro Cultural São Paulo".
"Repertório e visual de Amy, a atriz e cantora Miranda Kassin homenageia Amy Winehouse no show ‘I Love Amy!’.Amanhã, às 23h. Studio SP".
"Filho de argentina e americano, o cantor Kevin Johansen abre hoje, às 21h, o Pompeia.Beat,Sesc Pompeia".
"No bonde do MC Scooby, o funk é cantado ao vivo".
"Lady Gaga vence no Brit Awards".
"As novidades 'acontecem' primeiro no Recife, Festival Rec-Beat termina consagrando bandas como Ojos de Brujo e Madensuyu".
Jornal do Brasil
"Jimi Hendrix deve ganhar versão exclusiva de Rock Band".
"Três anos após a estreia, Lucky Soul prepara lançamento mais maduro".
Folha - "Espero que o estúdio de Abbey Road seja salvo", diz Paul McCartney
da Folha Online
Paul McCartney comentou a venda do mítico estúdio Abbey Road, em Londres, após a gravadora EMI anunciar o plano de vendê-lo.
O estúdio onde os Beatles gravaram muito de seus discos, imortalizado pelo álbum "Abbey Road", de 1969, está à venda para angariar dinheiro para a gravadora saldar dívidas.
"Sei que há algumas pessoas que tiveram conexão com o estúdio por um longo período que estão conversando sobre uma união para salvá-lo", explicou McCartney, em declaração dada a BBC.
A foto da capa do disco "Abbey Road", dos Beatles; Paul disse que espera "salvação" do estúdio
"Obviamente, tenho muitas memórias com os Beatles de lá e continua sendo um ótimo estúdio. Portanto, seria maravilhoso que alguém fizesse algo para ajudá-lo."
A EMI espera conseguir 30 milhões de libras (R$ 86 milhões) com a venda.
Paul McCartney comentou a venda do mítico estúdio Abbey Road, em Londres, após a gravadora EMI anunciar o plano de vendê-lo.
O estúdio onde os Beatles gravaram muito de seus discos, imortalizado pelo álbum "Abbey Road", de 1969, está à venda para angariar dinheiro para a gravadora saldar dívidas.
"Sei que há algumas pessoas que tiveram conexão com o estúdio por um longo período que estão conversando sobre uma união para salvá-lo", explicou McCartney, em declaração dada a BBC.
A foto da capa do disco "Abbey Road", dos Beatles; Paul disse que espera "salvação" do estúdio
"Obviamente, tenho muitas memórias com os Beatles de lá e continua sendo um ótimo estúdio. Portanto, seria maravilhoso que alguém fizesse algo para ajudá-lo."
A EMI espera conseguir 30 milhões de libras (R$ 86 milhões) com a venda.
Folha - Beyoncé é recordista em vendas nos EUA na década passada
da Efe, em Los Angeles
Beyoncé se tornou a artista que mais vendeu música durante a década passada nos Estados Unidos, à frente de Michael Jackson e do grupo The Eagles, informou hoje a Associação Americana da Indústria Fonográfica (RIAA, na sigla em inglês).
A cantora, que recentemente arrastou multidões em apresentações no Brasil, obteve no total 64certificações de ouro e platina pela comercialização de discos, músicas, videoclipes, toques para telefones celulares e downloads legais pela internet entre 2000 e 2009.
Beyoncé foi seguida pelo grupo The Eagles, que conseguiu 48 certificações, enquanto Michael Jackson, que morreu em junho do ano passado, ficou com o terceiro lugar, com 44.
A cantora country Taylor Swift superou Beyoncé em vendas na internet, e Britney Spears foi a artista feminina que mais recebeu prêmios pela venda de seus álbuns.
O rapper Kanye West foi o artista masculino que teve mais canções vendidas, título que foi para o Linkin Park entre os grupos.
"Temos desafios, mas a nova década nos traz razões para a esperança e o otimismo. O apetite pela música é mais forte do que nunca, e o terreno para a inovação é incrível", disse o presidente da RIAA, Mitch Bainwol.
Em 2008, a Associação comemorou o 50º aniversário da concessão de sua primeira canção de ouro, "Hard Headed Woman", de Elvis Presley.
Beyoncé se tornou a artista que mais vendeu música durante a década passada nos Estados Unidos, à frente de Michael Jackson e do grupo The Eagles, informou hoje a Associação Americana da Indústria Fonográfica (RIAA, na sigla em inglês).
A cantora, que recentemente arrastou multidões em apresentações no Brasil, obteve no total 64certificações de ouro e platina pela comercialização de discos, músicas, videoclipes, toques para telefones celulares e downloads legais pela internet entre 2000 e 2009.
Beyoncé foi seguida pelo grupo The Eagles, que conseguiu 48 certificações, enquanto Michael Jackson, que morreu em junho do ano passado, ficou com o terceiro lugar, com 44.
A cantora country Taylor Swift superou Beyoncé em vendas na internet, e Britney Spears foi a artista feminina que mais recebeu prêmios pela venda de seus álbuns.
O rapper Kanye West foi o artista masculino que teve mais canções vendidas, título que foi para o Linkin Park entre os grupos.
"Temos desafios, mas a nova década nos traz razões para a esperança e o otimismo. O apetite pela música é mais forte do que nunca, e o terreno para a inovação é incrível", disse o presidente da RIAA, Mitch Bainwol.
Em 2008, a Associação comemorou o 50º aniversário da concessão de sua primeira canção de ouro, "Hard Headed Woman", de Elvis Presley.
JT - Último templo carioca do rebolado
Jornal da Tarde
O musical ‘Tem Francesa no Morro’ volta ao cartaz no Centro Cultural São Paulo. Às vésperas da demolição de um teatro, mulheres fazem o último show. Rua Vergueiro, 1.000. 3397-4002. 6ª e sáb., 21h; dom., 20h. R$ 10.
O musical ‘Tem Francesa no Morro’ volta ao cartaz no Centro Cultural São Paulo. Às vésperas da demolição de um teatro, mulheres fazem o último show. Rua Vergueiro, 1.000. 3397-4002. 6ª e sáb., 21h; dom., 20h. R$ 10.
JT - Repertório e visual de Amy
Jornal da Tarde
A atriz e cantora Miranda Kassin homenageia Amy Winehouse no show ‘I Love Amy!’. Vestida e maquiada de forma semelhante à inglesa, ela exibe músicas como ‘Rehab’ e You Know I’m No Good’. Amanhã, às 23h. Studio SP. Rua Augusta, 591.
3129-7040. R$ 25. 18 anos.
A atriz e cantora Miranda Kassin homenageia Amy Winehouse no show ‘I Love Amy!’. Vestida e maquiada de forma semelhante à inglesa, ela exibe músicas como ‘Rehab’ e You Know I’m No Good’. Amanhã, às 23h. Studio SP. Rua Augusta, 591.
3129-7040. R$ 25. 18 anos.
JT - Kevin Johansen
Jornal da Tarde
Filho de argentina e americano, o cantor Kevin Johansen abre hoje, às 21h, o Pompeia.Beat,versão resumida do festival Rec.Beat, em Recife. O músico, que nasceu no Alasca mas vive na Argentina, mostra seu pop com pitadas de humor em show com a banda The Nadas. Sesc Pompeia. R. Clélia, 93. 3871-7700.
R$ 24. 18 anos. Até sábado.
Filho de argentina e americano, o cantor Kevin Johansen abre hoje, às 21h, o Pompeia.Beat,versão resumida do festival Rec.Beat, em Recife. O músico, que nasceu no Alasca mas vive na Argentina, mostra seu pop com pitadas de humor em show com a banda The Nadas. Sesc Pompeia. R. Clélia, 93. 3871-7700.
R$ 24. 18 anos. Até sábado.
JT - No bonde do MC Scooby, o funk é cantado ao vivo
Jornal da Tarde
As três letras da placa do táxi de Francisco Liberalino de Souza, 43 anos, formam um gênero musical: EMO. Nada a ver com o som que rola no CD player do seu carro. “Sou o MC Scooby. Eu coloco minhas músicas para todos os passageiros ouvirem. Tirando o pessoal mais idoso, todo mundo gosta”, garante. Com funks simples e sacanas, Scooby já arregimentou uma legião de fãs clientes e emplacou um vídeo com mais de 80 mil acessos no YouTube.
“Quero chegar ao topo. Ser entrevistado pelo Jô Soares e trabalhar no Pânico (programa da Rede TV!), mas não como o Zina (humorista preso por porte de arma) que se perdeu um pouco”, avisa o cantor. Mas seu maior sucesso, Balada do Timão, tem uma letra tão “proibitiva” que os curiosos terão de escutá-la em seus próprios computadores. Só é possível dizer que ela é baseada naquela marchinha de carnaval imortalizada na voz de Silvio Santos (Pipoca, meu bem, pipoca/ Tem pro paulista...).
MC Scooby nasceu em Fortaleza. Ele chegou a São Paulo com a família em 1976. Vítima de paralisia infantil, encontrou dificuldades para conseguir o primeiro emprego. Fez bico como office-boy, estoquista de supermercado e cobrador de ônibus, até conseguir entrar para uma frota de táxi. “Ninguém acreditava que eu pudesse me superar e ser essa pessoa bem- humorada que sou.” O apelido Scooby veio de um cachorrinho daqueles que movimenta a cabeça, que ficava no painel do carro.
Como não bastava ter um táxi, Scooby buscou um diferencial. Especializou-se em atender clientes em baladas. “Tem gente que só sai comigo. Não me importo em levar quatro ou cinco jovens no meu táxi. Gosto de festa”, fala.
Scooby costuma receber seus passageiros com imitações, piadas e músicas próprias. Uma noite, compôs um refrão para uma passageira e recebeu elogios rasgados. “Daí comecei a criar músicas aqui no táxi mesmo, dirigindo e inventando coisas.”
O taxista cantava suas letras cheias de duplo sentido sempre a capela. Mas seu status como artista começou a mudar quando um amigo pediu para que ele gravasse sua voz e esperasse por cerca de duas semanas. “Ele fez os arranjos no computador e gravou um CD meu”, diz. A partir daí, Scooby passou a se auto-piratear e a entregar seus CDs, gratuitamente, aos passageiros.
Mas o que o levou a cair nas graças do povo foi seu vídeo no YouTube. Essa maravilha da estética trash (que pode ser encontrada como Balada do Timão) conta com a performance do próprio Scooby ao lado de duas dançarinas. “Quero bater nas 100 mil visitas assim que a matéria sair”, planeja.
Depois de alcançar fama e dinheiro com seu trabalho como MC, Scooby também quer ter acesso às esferas do poder. “Quero pedir ao prefeito Kassab que faça uma lei garantido cotas em pontos de táxi para motoristas portadores de alguma deficiência”.
As três letras da placa do táxi de Francisco Liberalino de Souza, 43 anos, formam um gênero musical: EMO. Nada a ver com o som que rola no CD player do seu carro. “Sou o MC Scooby. Eu coloco minhas músicas para todos os passageiros ouvirem. Tirando o pessoal mais idoso, todo mundo gosta”, garante. Com funks simples e sacanas, Scooby já arregimentou uma legião de fãs clientes e emplacou um vídeo com mais de 80 mil acessos no YouTube.
“Quero chegar ao topo. Ser entrevistado pelo Jô Soares e trabalhar no Pânico (programa da Rede TV!), mas não como o Zina (humorista preso por porte de arma) que se perdeu um pouco”, avisa o cantor. Mas seu maior sucesso, Balada do Timão, tem uma letra tão “proibitiva” que os curiosos terão de escutá-la em seus próprios computadores. Só é possível dizer que ela é baseada naquela marchinha de carnaval imortalizada na voz de Silvio Santos (Pipoca, meu bem, pipoca/ Tem pro paulista...).
MC Scooby nasceu em Fortaleza. Ele chegou a São Paulo com a família em 1976. Vítima de paralisia infantil, encontrou dificuldades para conseguir o primeiro emprego. Fez bico como office-boy, estoquista de supermercado e cobrador de ônibus, até conseguir entrar para uma frota de táxi. “Ninguém acreditava que eu pudesse me superar e ser essa pessoa bem- humorada que sou.” O apelido Scooby veio de um cachorrinho daqueles que movimenta a cabeça, que ficava no painel do carro.
Como não bastava ter um táxi, Scooby buscou um diferencial. Especializou-se em atender clientes em baladas. “Tem gente que só sai comigo. Não me importo em levar quatro ou cinco jovens no meu táxi. Gosto de festa”, fala.
Scooby costuma receber seus passageiros com imitações, piadas e músicas próprias. Uma noite, compôs um refrão para uma passageira e recebeu elogios rasgados. “Daí comecei a criar músicas aqui no táxi mesmo, dirigindo e inventando coisas.”
O taxista cantava suas letras cheias de duplo sentido sempre a capela. Mas seu status como artista começou a mudar quando um amigo pediu para que ele gravasse sua voz e esperasse por cerca de duas semanas. “Ele fez os arranjos no computador e gravou um CD meu”, diz. A partir daí, Scooby passou a se auto-piratear e a entregar seus CDs, gratuitamente, aos passageiros.
Mas o que o levou a cair nas graças do povo foi seu vídeo no YouTube. Essa maravilha da estética trash (que pode ser encontrada como Balada do Timão) conta com a performance do próprio Scooby ao lado de duas dançarinas. “Quero bater nas 100 mil visitas assim que a matéria sair”, planeja.
Depois de alcançar fama e dinheiro com seu trabalho como MC, Scooby também quer ter acesso às esferas do poder. “Quero pedir ao prefeito Kassab que faça uma lei garantido cotas em pontos de táxi para motoristas portadores de alguma deficiência”.
JT - Lady Gaga vence no Brit Awards
Jornal da Tarde
Com três troféus, Lady Gaga foi a grande vencedora do 30º Brit Awards, anteontem, na Grã-Bretanha. Vestindo roupa e perucas exóticas, a cantora recebeu os prêmios de melhor artista solo feminina internacional, revelação internacional e melhor álbum internacional (‘The Fame’). A ‘boy band’ JLS foi eleita melhor grupo britânico e melhor single britânico (‘Beat Again’). Lilly Allen levou troféu de melhor artista feminina britânica, e Dizzee Rascal, o masculino.
Com três troféus, Lady Gaga foi a grande vencedora do 30º Brit Awards, anteontem, na Grã-Bretanha. Vestindo roupa e perucas exóticas, a cantora recebeu os prêmios de melhor artista solo feminina internacional, revelação internacional e melhor álbum internacional (‘The Fame’). A ‘boy band’ JLS foi eleita melhor grupo britânico e melhor single britânico (‘Beat Again’). Lilly Allen levou troféu de melhor artista feminina britânica, e Dizzee Rascal, o masculino.
JT - As novidades 'acontecem' primeiro no Recife
Jornal da Tarde
Festival Rec-Beat termina consagrando bandas como Ojos de Brujo e Madensuyu.
Diz a língua do povo que tem caráter de novo tudo aquilo que a gente não conhece. É novidade para quem vê de fora, portanto, desde o rock experimental da dupla belga Madensuyu e o “índio” rock da banda acreana Caldo de Piaba, até o trabalho de um veterano do coco, o arrebatador Mestre Galo Preto, e bandas de rock instrumental da capital pernambucana. Essas foram algumas das revelações da 15ª edição do festival Rec-Beat, que acontece no meio do Carnaval Multicultural do Recife.
Além do mais, nos intervalos entre os shows, o DJ Patrick TOR4 engrossava o caldo com uma infinidade de sons diferentes e contagiantes de toda parte do planeta, misturando kuduro angolano, afrobeat, tecnobrega, música dos Bálcãs, até clássicos tropicalistas, frevos carnavalescos e novidades nacionais, como a BaianaSystem, e latino-americanas. Vale ainda destacar os vídeos criados pela VJ Milena Sá, que marca presença há quatro anos no Rec-Beat, com minucioso trabalho de pesquisa e tratamento de imagens, em sincronia com o estilo de cada banda.
A festa terminou ontem de madrugada com a união de duas bandas de Olinda, Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda. Deixaram sua marca artistas mais conhecidos no, digamos, circuito alternativo do eixo Rio-São Paulo, como Lucas Santtana, Renegado, Cidadão Instigado, Céu e Stela Campos, além da Eddie.
Nem tudo foi de agrado geral, mas os riscos foram válidos. O projeto eletrônico dos argentinos King Coya + La Yegros foi o que menos empolgou. A banda pernambucana Volver, bastante popular por aqui, arrebatou os fãs, mas é artisticamente fraca, falta personalidade. Zé Manoel é um potencial talento a se desenvolver. Na ponta oposta, Céu parece mais um ponto brilhante no star system. Uma das atrações de maior público no festival, ela caiu nas graças da multidão.
No entanto, soou vagarosa demais depois da espetacular e fervorosa sequência do Madensuyu (que significa água mineral em turco) e da banda espanhola Ojos de Brujo. A dupla belga, que toca amanhã no Sesc Pompeia, fez talvez o melhor show do festival. É apenas guitarra e bateria, mas o resultado é tão estrondoso quanto o de uma superbanda.
Os espanhóis trouxeram uma potente mescla de rumba catalã, hip-hop, ragga indiano, flamenco, dub, ska, música cigana e otras cositas más. Saíram consagrados, como os colombianos do Puerto Candelária. Já os mexicanos do Cabezas de Cera, que tocam sábado no Sesc Pompeia, causaram estranhamento.
Já o veterano Mestre Galo Preto mostrou seus fluentes e contagiantes cocos da fronteira de Pernambuco com Alagoas, só à base de voz e percussão, com muito improviso, sutileza e rimas ricas.
Festival Rec-Beat termina consagrando bandas como Ojos de Brujo e Madensuyu.
Diz a língua do povo que tem caráter de novo tudo aquilo que a gente não conhece. É novidade para quem vê de fora, portanto, desde o rock experimental da dupla belga Madensuyu e o “índio” rock da banda acreana Caldo de Piaba, até o trabalho de um veterano do coco, o arrebatador Mestre Galo Preto, e bandas de rock instrumental da capital pernambucana. Essas foram algumas das revelações da 15ª edição do festival Rec-Beat, que acontece no meio do Carnaval Multicultural do Recife.
Além do mais, nos intervalos entre os shows, o DJ Patrick TOR4 engrossava o caldo com uma infinidade de sons diferentes e contagiantes de toda parte do planeta, misturando kuduro angolano, afrobeat, tecnobrega, música dos Bálcãs, até clássicos tropicalistas, frevos carnavalescos e novidades nacionais, como a BaianaSystem, e latino-americanas. Vale ainda destacar os vídeos criados pela VJ Milena Sá, que marca presença há quatro anos no Rec-Beat, com minucioso trabalho de pesquisa e tratamento de imagens, em sincronia com o estilo de cada banda.
A festa terminou ontem de madrugada com a união de duas bandas de Olinda, Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda. Deixaram sua marca artistas mais conhecidos no, digamos, circuito alternativo do eixo Rio-São Paulo, como Lucas Santtana, Renegado, Cidadão Instigado, Céu e Stela Campos, além da Eddie.
Nem tudo foi de agrado geral, mas os riscos foram válidos. O projeto eletrônico dos argentinos King Coya + La Yegros foi o que menos empolgou. A banda pernambucana Volver, bastante popular por aqui, arrebatou os fãs, mas é artisticamente fraca, falta personalidade. Zé Manoel é um potencial talento a se desenvolver. Na ponta oposta, Céu parece mais um ponto brilhante no star system. Uma das atrações de maior público no festival, ela caiu nas graças da multidão.
No entanto, soou vagarosa demais depois da espetacular e fervorosa sequência do Madensuyu (que significa água mineral em turco) e da banda espanhola Ojos de Brujo. A dupla belga, que toca amanhã no Sesc Pompeia, fez talvez o melhor show do festival. É apenas guitarra e bateria, mas o resultado é tão estrondoso quanto o de uma superbanda.
Os espanhóis trouxeram uma potente mescla de rumba catalã, hip-hop, ragga indiano, flamenco, dub, ska, música cigana e otras cositas más. Saíram consagrados, como os colombianos do Puerto Candelária. Já os mexicanos do Cabezas de Cera, que tocam sábado no Sesc Pompeia, causaram estranhamento.
Já o veterano Mestre Galo Preto mostrou seus fluentes e contagiantes cocos da fronteira de Pernambuco com Alagoas, só à base de voz e percussão, com muito improviso, sutileza e rimas ricas.
JB - .Jimi Hendrix deve ganhar versão exclusiva de Rock Band
Portal Terra
NOVA YORK - Jimi Hendrix pode ser o próximo artista a ganhar uma versão exclusiva do game Rock Band. A revelação foi feita por Janie Hendrix, irmã adotiva do guitarrista, em entrevista ao jornal The Los Angeles Times.
NOVA YORK - Jimi Hendrix pode ser o próximo artista a ganhar uma versão exclusiva do game Rock Band. A revelação foi feita por Janie Hendrix, irmã adotiva do guitarrista, em entrevista ao jornal The Los Angeles Times.
JB - Três anos após a estreia, Lucky Soul prepara lançamento mais maduro
Jornal do Brasil
RIO - Em abril de 2007, uma lourinha de voz doce acompanhada de cinco marmanjos chamou a atenção da mídia britânica. Era Ali Howar, vocalista do Lucky Soul, com seu disco de estreia The great unwanted, que recebeu elogios dos jornais The Guardian, The Times e da revista Uncut. Em abril de 2010, exatos três anos depois, o Lucky Soul lança seu segundo disco, A coming of age, testa as novas músicas nos shows e divulga o single White russian doll.
Enquanto as bandas aproveitam o hype para passar logo pela prova do segundo disco, o sexteto britânico esperou a poeira baixar. Mas foi o perfeccionismo do grupo a justificativa para a demora do sucessor de The great unwanted.
– Sentimos que este tempo era muito importante fazer as músicas funcionarem ao vivo primeiro, antes das cordas e as outras coisas, então gastamos muito tempo no arranjo, estruturalmente – revela Leidlaw Andrew, guitarrista e líder da banda. – Em relação à gravação, fui muito duro com a banda como produtor, especialmente com os vocais de Ali. Uma das músicas teve mais de 200 gravações, para buscar o sentimento perfeito. Ainda assim, continuo privilegiando a alma sobre a técnica.
Sobre as diferenças do primeiro para o segundo álbum, Leidlaw diz que A coming of age é mais maduro se comparado com a inocência de The Great Unwanted.
– Quisemos fazer um álbum mais quente e direto. Eu vejo The great unwanted como um primeiro amor, mas este disco é mais um relacionamento duradouro. A banda melhorou muito, a execução está ótima e a voz de Ali realmente cresceu. No geral, acho que está bem mais forte, tanto as músicas quanto no desempenho, mas não é uma mudança radical.
Letras sombrias e desesperadas
Lucky Soul é conhecido como um grupo agridoce: enquanto as letras são mais sérias e sombrias, o instrumental é um pop açucarado, colorido e alegre.
– Sempre achei que as melhores músicas eram as animadas, mas ao mesmo tempo muito tristes. Eu não acho que ninguém gosta de canções completamente felizes. No meu país, certamente não. Se você ouvir os temas da Motown, mesmo os mais açucarados, como “Baby, baby, baby não me deixe, por favor não me deixe só”, trazem letras realmente sombrias e desesperadas. Mas você precisa balancear um lado com outro. Música existe para alegrar as pessoas ou ao menos confortá-las, mas sem o lado negro ela fica doce demais e não dura.
Exatamente pela sonoridade e pela doçura da vocalista Ali Howard, o Lucky Soul muitas vezes é comparado às bandas de meninas que buscam uma sonoridade retrô. Mas qualquer comparação “fofinha” não é aprovada pelo guitarrista Andrew Laidlaw.
– Nunca nos enxerguei como uma banda retrô, e nós nunca tentamos alcançar um som sessentista. Obviamente muitas influências são velhas e nós estamos conscientemente tentando resgatar a qualidade dos arranjos, algo que ficou perdido no pop por um longo tempo. Acho que as pessoas precisam te rotular. Uma coisa que odeio é ser chamado de twee (estilo de pop fofo). Eu vi um blog outro dia que dizia: “Acredito que não há nada sombrio nessa banda, eles são só filhotes e arco-íris”. Quando as pessoas te rotulam, há o risco de elas não ouvirem direito a banda antes de tirar suas conclusões.
Não se pode culpar, entretanto, quem vê apenas o lado alegre da banda: o nome Lucky Soul vem de uma expressão em inglês para denominar pessoas que conseguem superar os momentos difíceis sem perder a alegria. Mas, além disso, há uma outra justificativa menos glamourosa:
– Gostaria que tivesse alguma motivação fantástica por trás do nome, mas eu costumava desenhar o logo dos cigarros Lucky Strike quando estava na escola de artes, então queria que minha banda se chamasse “Lucky alguma coisa”. E claro que o soul é uma grande influência, então pareceu se encaixar.
RIO - Em abril de 2007, uma lourinha de voz doce acompanhada de cinco marmanjos chamou a atenção da mídia britânica. Era Ali Howar, vocalista do Lucky Soul, com seu disco de estreia The great unwanted, que recebeu elogios dos jornais The Guardian, The Times e da revista Uncut. Em abril de 2010, exatos três anos depois, o Lucky Soul lança seu segundo disco, A coming of age, testa as novas músicas nos shows e divulga o single White russian doll.
Enquanto as bandas aproveitam o hype para passar logo pela prova do segundo disco, o sexteto britânico esperou a poeira baixar. Mas foi o perfeccionismo do grupo a justificativa para a demora do sucessor de The great unwanted.
– Sentimos que este tempo era muito importante fazer as músicas funcionarem ao vivo primeiro, antes das cordas e as outras coisas, então gastamos muito tempo no arranjo, estruturalmente – revela Leidlaw Andrew, guitarrista e líder da banda. – Em relação à gravação, fui muito duro com a banda como produtor, especialmente com os vocais de Ali. Uma das músicas teve mais de 200 gravações, para buscar o sentimento perfeito. Ainda assim, continuo privilegiando a alma sobre a técnica.
Sobre as diferenças do primeiro para o segundo álbum, Leidlaw diz que A coming of age é mais maduro se comparado com a inocência de The Great Unwanted.
– Quisemos fazer um álbum mais quente e direto. Eu vejo The great unwanted como um primeiro amor, mas este disco é mais um relacionamento duradouro. A banda melhorou muito, a execução está ótima e a voz de Ali realmente cresceu. No geral, acho que está bem mais forte, tanto as músicas quanto no desempenho, mas não é uma mudança radical.
Letras sombrias e desesperadas
Lucky Soul é conhecido como um grupo agridoce: enquanto as letras são mais sérias e sombrias, o instrumental é um pop açucarado, colorido e alegre.
– Sempre achei que as melhores músicas eram as animadas, mas ao mesmo tempo muito tristes. Eu não acho que ninguém gosta de canções completamente felizes. No meu país, certamente não. Se você ouvir os temas da Motown, mesmo os mais açucarados, como “Baby, baby, baby não me deixe, por favor não me deixe só”, trazem letras realmente sombrias e desesperadas. Mas você precisa balancear um lado com outro. Música existe para alegrar as pessoas ou ao menos confortá-las, mas sem o lado negro ela fica doce demais e não dura.
Exatamente pela sonoridade e pela doçura da vocalista Ali Howard, o Lucky Soul muitas vezes é comparado às bandas de meninas que buscam uma sonoridade retrô. Mas qualquer comparação “fofinha” não é aprovada pelo guitarrista Andrew Laidlaw.
– Nunca nos enxerguei como uma banda retrô, e nós nunca tentamos alcançar um som sessentista. Obviamente muitas influências são velhas e nós estamos conscientemente tentando resgatar a qualidade dos arranjos, algo que ficou perdido no pop por um longo tempo. Acho que as pessoas precisam te rotular. Uma coisa que odeio é ser chamado de twee (estilo de pop fofo). Eu vi um blog outro dia que dizia: “Acredito que não há nada sombrio nessa banda, eles são só filhotes e arco-íris”. Quando as pessoas te rotulam, há o risco de elas não ouvirem direito a banda antes de tirar suas conclusões.
Não se pode culpar, entretanto, quem vê apenas o lado alegre da banda: o nome Lucky Soul vem de uma expressão em inglês para denominar pessoas que conseguem superar os momentos difíceis sem perder a alegria. Mas, além disso, há uma outra justificativa menos glamourosa:
– Gostaria que tivesse alguma motivação fantástica por trás do nome, mas eu costumava desenhar o logo dos cigarros Lucky Strike quando estava na escola de artes, então queria que minha banda se chamasse “Lucky alguma coisa”. E claro que o soul é uma grande influência, então pareceu se encaixar.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 17/02/2010
Estado de São Paulo
"Virada Cultural trará a SP Wakeman e Booker T.".
Folha de São Paulo
"Inspiração do "Rebolation" veio do Youtube, diz autor da música".
Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta
"No Itaú Cultural, a mostra "Ocupação Chico Science" recria o universo do músico pernambucano".
Jornal da Tarde
Samba descolado, o cantor e compositor Paulo Padilha mostra um samba que dialoga com o pop, a MPB e o samba rock. Amanhã, 20h30. Sesc Vila Mariana".
"Nem tudo são flores na nova 'We Are the World'".
Jornal do Brasil
"Mangueira celebrou ritmos da MPB, de Marcos Valle a DJ Marlboro".
"Convidado por Ivete, Tomate leva o "Parará" para o arrastão".
"Virada Cultural trará a SP Wakeman e Booker T.".
Folha de São Paulo
"Inspiração do "Rebolation" veio do Youtube, diz autor da música".
Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta
"No Itaú Cultural, a mostra "Ocupação Chico Science" recria o universo do músico pernambucano".
Jornal da Tarde
Samba descolado, o cantor e compositor Paulo Padilha mostra um samba que dialoga com o pop, a MPB e o samba rock. Amanhã, 20h30. Sesc Vila Mariana".
"Nem tudo são flores na nova 'We Are the World'".
Jornal do Brasil
"Mangueira celebrou ritmos da MPB, de Marcos Valle a DJ Marlboro".
"Convidado por Ivete, Tomate leva o "Parará" para o arrastão".
Estadão - Virada Cultural trará a SP Wakeman e Booker T.
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - O compositor e multi-instrumentista inglês Rick Wakeman, um dos ídolos do rock progressivo, o soulman Booker T. Jones, a formação original da lendária banda de Janis Joplin, Big Brother & The Holding Company, e o grupo Living Colour são quatro das atrações internacionais confirmadas para se apresentar na Virada Cultural, que será realizada em São Paulo nos dias 15 e 16 de maio.
A informação foi dada nos bastidores do festival Rec-Beat no Recife na segunda-feira, por um dos produtores que trabalham com a Secretaria Municipal de Cultura paulistana. Segundo o produtor, esses quatro já assinaram contrato. "Ainda estamos em negociação com o músico jamaicano U-Roy, mas a vinda dele já está quase acertada", disse.
Wakeman vai executar ao vivo, acompanhado da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, uma de suas obras mais conhecidas, megalômanas e também mais problemáticas, "Journey to the Centre of the Earth", de 1974, baseada no clássico livro Viagem ao Centro da Terra, de Jules Verne. O álbum lançado em 1974 é um dos mais populares da carreira-solo do músico, depois da saída do Yes.
O lendário soulman norte-americano Booker T. Jones (nascido em 1944) é menos conhecido no Brasil. Trabalhou com outras lendas da soul music, como Rufus Thomas e Carla Thomas (ao lado dele marcou o início da carreira profissional aos 16 anos tocando saxofone), Ray Charles e até gente do rock, como Neil Young, tocando teclados. Sua principal referência é o hit "Green Onion", gravado em 1962 com seu grupo Booker T. and The MG?s. Duas semanas atrás, Booker recebeu o prêmio Grammy na categoria melhor álbum pop instrumental por seu Potato Hole, lançado em 2009.
Formada em 1965 na Califórnia, a Big Brother & The Holding Company é outro nome do qual pouco se ouviu falar no Brasil, além do fato de ter tido a musa roqueira Janis Joplin (1943-1970) como vocalista por um breve, mas significativo período nos anos 1960. Eles simplesmente tocaram com ela nos míticos festivais de Woodstock e Monterey e gravaram os álbuns Big Brother & the Holding Company (1967) e Cheap Thrills (1968). Com trabalhos esparsos nas décadas seguintes, depois da saída de Janis, o grupo lançou o álbum de estúdio mais recente, Hold Me, em 2006.
O Living Colour já esteve no Brasil outras vezes, a primeira delas fazendo uma apresentação memorável no extinto festival Hollywood Rock, em 1992. Sua quarta passagem pelo País e por São Paulo foi em outubro de 2009, quando o quarteto de Nova York tocou na Via Funchal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
SÃO PAULO - O compositor e multi-instrumentista inglês Rick Wakeman, um dos ídolos do rock progressivo, o soulman Booker T. Jones, a formação original da lendária banda de Janis Joplin, Big Brother & The Holding Company, e o grupo Living Colour são quatro das atrações internacionais confirmadas para se apresentar na Virada Cultural, que será realizada em São Paulo nos dias 15 e 16 de maio.
A informação foi dada nos bastidores do festival Rec-Beat no Recife na segunda-feira, por um dos produtores que trabalham com a Secretaria Municipal de Cultura paulistana. Segundo o produtor, esses quatro já assinaram contrato. "Ainda estamos em negociação com o músico jamaicano U-Roy, mas a vinda dele já está quase acertada", disse.
Wakeman vai executar ao vivo, acompanhado da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, uma de suas obras mais conhecidas, megalômanas e também mais problemáticas, "Journey to the Centre of the Earth", de 1974, baseada no clássico livro Viagem ao Centro da Terra, de Jules Verne. O álbum lançado em 1974 é um dos mais populares da carreira-solo do músico, depois da saída do Yes.
O lendário soulman norte-americano Booker T. Jones (nascido em 1944) é menos conhecido no Brasil. Trabalhou com outras lendas da soul music, como Rufus Thomas e Carla Thomas (ao lado dele marcou o início da carreira profissional aos 16 anos tocando saxofone), Ray Charles e até gente do rock, como Neil Young, tocando teclados. Sua principal referência é o hit "Green Onion", gravado em 1962 com seu grupo Booker T. and The MG?s. Duas semanas atrás, Booker recebeu o prêmio Grammy na categoria melhor álbum pop instrumental por seu Potato Hole, lançado em 2009.
Formada em 1965 na Califórnia, a Big Brother & The Holding Company é outro nome do qual pouco se ouviu falar no Brasil, além do fato de ter tido a musa roqueira Janis Joplin (1943-1970) como vocalista por um breve, mas significativo período nos anos 1960. Eles simplesmente tocaram com ela nos míticos festivais de Woodstock e Monterey e gravaram os álbuns Big Brother & the Holding Company (1967) e Cheap Thrills (1968). Com trabalhos esparsos nas décadas seguintes, depois da saída de Janis, o grupo lançou o álbum de estúdio mais recente, Hold Me, em 2006.
O Living Colour já esteve no Brasil outras vezes, a primeira delas fazendo uma apresentação memorável no extinto festival Hollywood Rock, em 1992. Sua quarta passagem pelo País e por São Paulo foi em outubro de 2009, quando o quarteto de Nova York tocou na Via Funchal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Folha - Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta
da Folha Online
No Itaú Cultural, a mostra "Ocupação Chico Science" recria o universo do músico pernambucano. Pôsteres, capas de discos, fotografias e vários objetos que pertenciam a Chico ou que relacionam-se com o músico fazem parte da exposição.
"Ocupação Chico Science"
Onde: Itaú Cultural - av. Paulista, 149, Paraiso, região sul, São Paulo, tel.: 0/xx/11/2168-1776
Quando: Qua., das 10h às 19h. Até 4/4
Quanto: grátis
No Itaú Cultural, a mostra "Ocupação Chico Science" recria o universo do músico pernambucano. Pôsteres, capas de discos, fotografias e vários objetos que pertenciam a Chico ou que relacionam-se com o músico fazem parte da exposição.
"Ocupação Chico Science"
Onde: Itaú Cultural - av. Paulista, 149, Paraiso, região sul, São Paulo, tel.: 0/xx/11/2168-1776
Quando: Qua., das 10h às 19h. Até 4/4
Quanto: grátis
Folha - Inspiração do "Rebolation" veio do Youtube, diz autor da música
da Folha Online
Eleita por muitos o hit do Carnaval 2010 em Salvador, o "Rebolation", do grupo Parangolé, foi inspirado no som das raves. Em entrevista à TV UOL, o vocalista da banda e um dos autores da música, Léo Santana, conta que a inspiração veio do Youtube. No site é possível ver diversos vídeos com pessoas rebolando ao som das batidas eletrônicas do psy-trance (trance psicodélico).
"É uma coisa que vem das raves, do eletrônico, das boates, e eu preferi fazer isso no nosso suingue", explica o cantor.
Eleita por muitos o hit do Carnaval 2010 em Salvador, o "Rebolation", do grupo Parangolé, foi inspirado no som das raves. Em entrevista à TV UOL, o vocalista da banda e um dos autores da música, Léo Santana, conta que a inspiração veio do Youtube. No site é possível ver diversos vídeos com pessoas rebolando ao som das batidas eletrônicas do psy-trance (trance psicodélico).
"É uma coisa que vem das raves, do eletrônico, das boates, e eu preferi fazer isso no nosso suingue", explica o cantor.
JT - Samba descolado
Jornal da Tarde
O cantor e compositor Paulo Padilha mostra um samba que dialoga com o pop, a MPB e o samba rock. São as faixas do CD ‘Samba Deslocado Descolado Samba’. Participação do cantor Marcos Sacramento. Amanhã, 20h30. Sesc Vila Mariana. Rua Pelotas, 141. 5080-3000. R$ 12.
O cantor e compositor Paulo Padilha mostra um samba que dialoga com o pop, a MPB e o samba rock. São as faixas do CD ‘Samba Deslocado Descolado Samba’. Participação do cantor Marcos Sacramento. Amanhã, 20h30. Sesc Vila Mariana. Rua Pelotas, 141. 5080-3000. R$ 12.
JT - Nem tudo são flores na nova 'We Are the World'
Jornal da Tarde
Uma das imagens mais fortes dos anos 80 é a do videoclipe da canção We Are the World, do projeto USA for Africa, de janeiro de 1985. Inspirado pela reunião que ficou conhecida como Band Aid, na Inglaterra, We Are the World apresentava 44 vocalistas diferentes, incluindo Michael Jackson, Lionel Ritchie, Bruce Springsteen, Tina Turner, Cyndi Lauper, Diana Ross, Ray Charles e Stevie Wonder e foi produzido por Quincy Jones. A vendagem do disco e do single foi revertida para a África e arrecadou, ao todo, mais de 55 milhões dólares.
A nova versão foi feita para comemorar o aniversário de 25 anos da campanha e com o objetivo de ajudar as vítimas dos terremotos no Haiti. A estreia ocorreu no dia 12 de fevereiro de 2010, na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, em Vancouver.
Com artistas da nova e velha geração, a empreitada conta com nomes como Jamie Foxx, Adam Levine (Maroon 5), Akon, Barbra Streisand, Janeth Jackson, Celine Dion e o próprio Michael Jackson, que é inserido no clipe cantando sua parte da canção de 1985 - Jackson é o autor da letra.
O clipe, que pode ser assistido na página oficial do world25.org no You Tube (http://migre.me/kcWl), tem apresentação do ator Jamie Foxx, que explica seus propósitos. Assim como em 1985, começa com as assinaturas de todos os participantes e foi gravado no estúdio original da primeira investida, em Los Angeles.
À MTV americana, o rapper Jay-Z, marido de Beyoncé, criticou a regravação: “Sei que muitas pessoas vão entender isso de maneira de errada. Amo We Are the World, entendo a razão da regravação e acho ótimo. Mas esta música é como Thriller para mim, é intocável”, disse. “Tenho muito respeito por Quincy Jones (produtor de ambas as gravações), mas acho que é hora de fazermos uma nova música. Tentei isso com Stranded”, retrucou, sobre a canção que apresentou no especial Hope for Haiti Now, ao lado da cantora Rihanna, além de Bono e The Edge, do U2.
Ao comparar as duas versões de We Are the World, é possível entender a diferença de talento entre ontem e hoje. Se dependesse apenas deste clipe, o Haiti continuaria na mesma.
Uma das imagens mais fortes dos anos 80 é a do videoclipe da canção We Are the World, do projeto USA for Africa, de janeiro de 1985. Inspirado pela reunião que ficou conhecida como Band Aid, na Inglaterra, We Are the World apresentava 44 vocalistas diferentes, incluindo Michael Jackson, Lionel Ritchie, Bruce Springsteen, Tina Turner, Cyndi Lauper, Diana Ross, Ray Charles e Stevie Wonder e foi produzido por Quincy Jones. A vendagem do disco e do single foi revertida para a África e arrecadou, ao todo, mais de 55 milhões dólares.
A nova versão foi feita para comemorar o aniversário de 25 anos da campanha e com o objetivo de ajudar as vítimas dos terremotos no Haiti. A estreia ocorreu no dia 12 de fevereiro de 2010, na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, em Vancouver.
Com artistas da nova e velha geração, a empreitada conta com nomes como Jamie Foxx, Adam Levine (Maroon 5), Akon, Barbra Streisand, Janeth Jackson, Celine Dion e o próprio Michael Jackson, que é inserido no clipe cantando sua parte da canção de 1985 - Jackson é o autor da letra.
O clipe, que pode ser assistido na página oficial do world25.org no You Tube (http://migre.me/kcWl), tem apresentação do ator Jamie Foxx, que explica seus propósitos. Assim como em 1985, começa com as assinaturas de todos os participantes e foi gravado no estúdio original da primeira investida, em Los Angeles.
À MTV americana, o rapper Jay-Z, marido de Beyoncé, criticou a regravação: “Sei que muitas pessoas vão entender isso de maneira de errada. Amo We Are the World, entendo a razão da regravação e acho ótimo. Mas esta música é como Thriller para mim, é intocável”, disse. “Tenho muito respeito por Quincy Jones (produtor de ambas as gravações), mas acho que é hora de fazermos uma nova música. Tentei isso com Stranded”, retrucou, sobre a canção que apresentou no especial Hope for Haiti Now, ao lado da cantora Rihanna, além de Bono e The Edge, do U2.
Ao comparar as duas versões de We Are the World, é possível entender a diferença de talento entre ontem e hoje. Se dependesse apenas deste clipe, o Haiti continuaria na mesma.
JB - Mangueira celebrou ritmos da MPB, de Marcos Valle a DJ Marlboro
JB Online
RIO - O Brasil não é só samba, pagode, rock ou funk. Há espaço para todos os ritmos. E, se a funkeira Valesca Popozuda arrasou à frente da bateria da Porto da Pedra, a turma do batidão teve um lugar de destaque no desfile da Mangueira, a última escola da terça-feira, que entrou na avenida já na madrugada de terça-feira. Exaltando a Música Popular Brasileira, a escola já começou quente, literalmente: o carro abre-alas teve um princípio de incêndio – ocasionado por superaquecimento – que foi rapidamente controlado pelos bombeiros, sem que ninguém se ferisse.
O acidente não diminuiu o ritmo da escola. Afinal, como afirmou um dos carnavalescos, Jaime Cezário, a proposta da Mangueira era emocionar:
– A música tem o poder de marcar nossa vida. Quem não tem uma que lembra um momento especial?
Para a cantora Fernanda Abreu, o enredo foi importante por mostrar que há espaço para todos os ritmos, além de ser uma homenagem a cantores e compositores.
– O Brasil tem um número de músicos que seria capaz de lotar várias escolas de samba. É uma homenagem importante, e o Ivo Meirelles (presidente da escola e músico) conhece bem o assunto. Raramente desfilo, mas é sempre um prazer – contou a cantora.
Se o Brasil é um país de múltiplos ritmos, o Beco das Garrafas, berço da Bossa Nova não foi esquecido. No carro alegórico estavam representantes de um movimento que levou a música brasileira ao exterior. Marcos Valle considerou sensacional a proposta.
– A Mangueira acertou ao prestar essa homenagem, porque é um enredo que tem grande apelo popular. O Brasil é um país com tantos sons, não é cabível existir preconceito. Temos espaço para todo o tipo de música, seja o samba, rock, bossa nova e até mesmo o funk – comentou o compositor.
O último carro, uma homenagem ao MC Claudinho, trouxe grandes nomes do funk carioca como MC Maysa, Mulher-Filé, DJ Marlboro, Rômulo Costa, MC Bruninha e Gaiola das Popozudas.
– Essa é uma homenagem muito justa ao ritmo que também tem raiz africana. Não sabia que esse reconhecimento poderia acontecer enquanto estivesse vivo, e agradeço a Deus – disse, emocionado, o DJ Marlboro.
Dono da equipe de som Furacão 2000, uma das mais tradicionais do movimento funk, o empresário Rômulo Costa enalteceu as semelhanças entre ambos os ritmos.
- Funk e samba se confundem, pois possuem origens semelhantes, vindo do povão. Dou uma nota 2 mil para este desfile da Mangueira – disse, brincando.
Valesca Popozuda, que voltou à avenida, comparava os dois ritmos:
– As batidas, tanto do funk como do samba, empolgam qualquer um.
Ivo Meireles lembrou que foi sua escola quem começou a trazer o funk para a avenida.
– Fomos pioneiros nisso, em 1994, ao colocarmos batidas de funk em nossos ensaios – disse o presidente.
RIO - O Brasil não é só samba, pagode, rock ou funk. Há espaço para todos os ritmos. E, se a funkeira Valesca Popozuda arrasou à frente da bateria da Porto da Pedra, a turma do batidão teve um lugar de destaque no desfile da Mangueira, a última escola da terça-feira, que entrou na avenida já na madrugada de terça-feira. Exaltando a Música Popular Brasileira, a escola já começou quente, literalmente: o carro abre-alas teve um princípio de incêndio – ocasionado por superaquecimento – que foi rapidamente controlado pelos bombeiros, sem que ninguém se ferisse.
O acidente não diminuiu o ritmo da escola. Afinal, como afirmou um dos carnavalescos, Jaime Cezário, a proposta da Mangueira era emocionar:
– A música tem o poder de marcar nossa vida. Quem não tem uma que lembra um momento especial?
Para a cantora Fernanda Abreu, o enredo foi importante por mostrar que há espaço para todos os ritmos, além de ser uma homenagem a cantores e compositores.
– O Brasil tem um número de músicos que seria capaz de lotar várias escolas de samba. É uma homenagem importante, e o Ivo Meirelles (presidente da escola e músico) conhece bem o assunto. Raramente desfilo, mas é sempre um prazer – contou a cantora.
Se o Brasil é um país de múltiplos ritmos, o Beco das Garrafas, berço da Bossa Nova não foi esquecido. No carro alegórico estavam representantes de um movimento que levou a música brasileira ao exterior. Marcos Valle considerou sensacional a proposta.
– A Mangueira acertou ao prestar essa homenagem, porque é um enredo que tem grande apelo popular. O Brasil é um país com tantos sons, não é cabível existir preconceito. Temos espaço para todo o tipo de música, seja o samba, rock, bossa nova e até mesmo o funk – comentou o compositor.
O último carro, uma homenagem ao MC Claudinho, trouxe grandes nomes do funk carioca como MC Maysa, Mulher-Filé, DJ Marlboro, Rômulo Costa, MC Bruninha e Gaiola das Popozudas.
– Essa é uma homenagem muito justa ao ritmo que também tem raiz africana. Não sabia que esse reconhecimento poderia acontecer enquanto estivesse vivo, e agradeço a Deus – disse, emocionado, o DJ Marlboro.
Dono da equipe de som Furacão 2000, uma das mais tradicionais do movimento funk, o empresário Rômulo Costa enalteceu as semelhanças entre ambos os ritmos.
- Funk e samba se confundem, pois possuem origens semelhantes, vindo do povão. Dou uma nota 2 mil para este desfile da Mangueira – disse, brincando.
Valesca Popozuda, que voltou à avenida, comparava os dois ritmos:
– As batidas, tanto do funk como do samba, empolgam qualquer um.
Ivo Meireles lembrou que foi sua escola quem começou a trazer o funk para a avenida.
– Fomos pioneiros nisso, em 1994, ao colocarmos batidas de funk em nossos ensaios – disse o presidente.
JB - Convidado por Ivete, Tomate leva o "Parará" para o arrastão
Portal Terra
SALVADOR - Depois de cinco dias de festa no Carnaval de Salvador, o cantor Tomate, ao lado de Ivete Sangalo, puxou o arrastão na Barra, na manhã desta quarta-feira de Cinzas. "Que convite massa. Nada melhor para encerrar essa festa para quem tem sede de trio! Obrigado, Ivete", disse o cantor, ainda tomado pela energia do carnaval baiano.
Apontado como um dos melhores puxadores de trio da nova geração do Axé, este ano, o micareteiro se destacou mais uma vez pela energia contagiante em cima do trio e, em especial, pela música de trabalho, "Parará", que levantou milhares de foliões por onde passava.
SALVADOR - Depois de cinco dias de festa no Carnaval de Salvador, o cantor Tomate, ao lado de Ivete Sangalo, puxou o arrastão na Barra, na manhã desta quarta-feira de Cinzas. "Que convite massa. Nada melhor para encerrar essa festa para quem tem sede de trio! Obrigado, Ivete", disse o cantor, ainda tomado pela energia do carnaval baiano.
Apontado como um dos melhores puxadores de trio da nova geração do Axé, este ano, o micareteiro se destacou mais uma vez pela energia contagiante em cima do trio e, em especial, pela música de trabalho, "Parará", que levantou milhares de foliões por onde passava.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 12/02/2010
Estado de São Paulo
"Naná Vasconcelos e as estrelas do maracatu".
"Do Recife para a Pompéia (SP), o festival Rec-Beat".
Folha de São Paulo
""Glee" ganha CDs com trilha sonora após exibição de episódios no Brasil".
Jornal da Tarde
"Um dos mais conhecidos covers de Raul, Roberto Seixas leva sucessos do ‘maluco beleza’ ao Ópera São Paulo no show ‘O Sonho Não Acabou’. Hoje".
"A época em que o U2 decidiu dominar o mundo".
"O flamenco vai com tudo, no palco ou fora dele".
"O músico norte-americano John Mayer pediu desculpas pelo Twitter ,pela declaração dada à revista Playboy dos Estados Unidos".
"Naná Vasconcelos e as estrelas do maracatu".
"Do Recife para a Pompéia (SP), o festival Rec-Beat".
Folha de São Paulo
""Glee" ganha CDs com trilha sonora após exibição de episódios no Brasil".
Jornal da Tarde
"Um dos mais conhecidos covers de Raul, Roberto Seixas leva sucessos do ‘maluco beleza’ ao Ópera São Paulo no show ‘O Sonho Não Acabou’. Hoje".
"A época em que o U2 decidiu dominar o mundo".
"O flamenco vai com tudo, no palco ou fora dele".
"O músico norte-americano John Mayer pediu desculpas pelo Twitter ,pela declaração dada à revista Playboy dos Estados Unidos".
Estadão - Naná Vasconcelos e as estrelas do maracatu
O Estado de S. Paulo
Percussionista rege 600 batuqueiros e homenageia a mais antiga nação na abertura da festa no Recife.
Naná Vasconcelos no último ensaio com os maracatus para o carnaval no Recife
Recife - Este ano, nada de Caetano Veloso, Marisa Monte ou Maria Bethânia. As estrelas da abertura do Carnaval Multicultural do Recife são de outra grandeza. Naná Vasconcelos, que há nove anos vem administrando com inteligência e dedicação o encontro de diversas nações de maracatu, para esta edição agregou mais 3 além das 14 dos anos anteriores. Decidiu, com a direção do carnaval recifense, homenagear as duas mais antigas agremiações culturais daqui: a Nação Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, fundada em 1824, e a Tribo Canindé do Recife, de caboclinho, criada em 1897. Coincidentemente, as duas agremiações têm mulheres no comando. Dona Olga no maracatu e dona Juracy no caboclinho.
Sob a batuta do percussionista, cerca de 600 batuqueiros fizeram o último ensaio anteontem no Marco Zero, onde voltarão hoje, abrindo a festa, depois de seguir em cortejo pelas ruas do Recife Antigo. Em entrevista depois do ensaio geral, Naná disse que essa homenagem "é necessária" porque o Estrela Brilhante é de outro município e nunca pôde participar da abertura do carnaval recifense. "Por outro lado, essa nação de maracatu tem uma originalidade que nenhuma outra tem. Além do baque, eles têm uma maneira diferente de tocar. Não se sabe bem porquê nem como, é o único maracatu que usa o bacalhau, uma vareta normalmente usada na zabumba que toca baião, xote. Isso faz com que o acento rítmico deles seja bem funk, parece coisa de James Brown."
Tanto no maracatu como no caboclinho, as sucessões de dirigentes se dá entre membros da própria família, sempre na base da amizade e do compadrio. Dona Olga vem da linhagem de africanos que vieram ao Brasil no tempo da escravidão. "Então eles lutam muito lá em Igarassu para manter viva essa cultura, que estava prestes a desaparecer", conta Naná. "E graças a esse evento eles renasceram e hoje estão aí quebrando barreiras. Você vê universitários de classe média participando, mulheres e crianças tocando. Antes não podia. A acho isso muito importante."
Os caboclinhos não tiveram a mesma projeção nacional e popular do maracatu, principalmente depois do advento do mangue beat. "Eles não são muitos e fazem muito sacrifício para se manter. E é uma coisa única de Pernambuco também", afirma Naná. Ele espera que com maior visibilidade, a partir dessa homenagem de hoje no carnaval, eles tenham a mesma repercussão do maracatu. "Espero que o público em geral procure saber melhor da história deles, que vêm espiritualmente não dos orixás, como o maracatu, mas da Jurema, dos índios, dos caboclos e caboclas. Essa cultura vem da selva, vem dos índios. Os banhos de ervas, os incensos, o respeito à natureza, a medicina que sai da natureza. Tudo isso tem a ver com os caboclinhos, é muito sério e profundo, e são coisas que os brasileiros não sabem muito. A parte africana é mais conhecida."
Anteontem, Juracy Simões era uma das mais empolgadas pra subir na passarela na frente do palco, onde vai atuar hoje encarando a multidão em vocal-solo. Aos 64 anos, ela diz que foi gerada dentro do caboclinho e sempre ouviu da avó e da mãe que "mulher nunca, aqui é dominado por homens". Mas estava bem preparada quando aceitou o desafio de ser a primeira mulher a presidir a agremiação. Para ela essa homenagem no Marco Zero é bastante significativa. "Estou muito feliz, mas minha felicidade seria maior se minha mãe, que já sei foi, estivesse aqui. Guardei durante oito anos um vestido que usei na passarela do Canindé, quando fui campeã, pra usar de novo numa ocasião especial que fosse dedicada ao Canindé."
Dona Olga não pôde ir ao ensaio final nem o Estrela Brilhante, porque tinha uma apresentação agendada numa cidade do interior. Esse, aliás, é um dos pontos cruciais na evolução dos maracatus por orientação de Naná, que nunca incorporou o maracatu em seu trabalho musical: formar pequenos grupos para poder viajar fazendo shows. Naná também nota que a rivalidade entre eles já não é tão radical como no início de sua atuação com eles. Este foi, afinal, seu grande desafio: congregar as diferenças entre as nações de maracatu. Em seu papel agregador conseguiu o impensável antes. Hoje, além dos batuqueiros e dos homenageados, participam da festa de abertura o Grupo Voz Nagô, que vai entoar loas de maracatu e o versátil trompetista Maestro Forró.
Percussionista rege 600 batuqueiros e homenageia a mais antiga nação na abertura da festa no Recife.
Naná Vasconcelos no último ensaio com os maracatus para o carnaval no Recife
Recife - Este ano, nada de Caetano Veloso, Marisa Monte ou Maria Bethânia. As estrelas da abertura do Carnaval Multicultural do Recife são de outra grandeza. Naná Vasconcelos, que há nove anos vem administrando com inteligência e dedicação o encontro de diversas nações de maracatu, para esta edição agregou mais 3 além das 14 dos anos anteriores. Decidiu, com a direção do carnaval recifense, homenagear as duas mais antigas agremiações culturais daqui: a Nação Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, fundada em 1824, e a Tribo Canindé do Recife, de caboclinho, criada em 1897. Coincidentemente, as duas agremiações têm mulheres no comando. Dona Olga no maracatu e dona Juracy no caboclinho.
Sob a batuta do percussionista, cerca de 600 batuqueiros fizeram o último ensaio anteontem no Marco Zero, onde voltarão hoje, abrindo a festa, depois de seguir em cortejo pelas ruas do Recife Antigo. Em entrevista depois do ensaio geral, Naná disse que essa homenagem "é necessária" porque o Estrela Brilhante é de outro município e nunca pôde participar da abertura do carnaval recifense. "Por outro lado, essa nação de maracatu tem uma originalidade que nenhuma outra tem. Além do baque, eles têm uma maneira diferente de tocar. Não se sabe bem porquê nem como, é o único maracatu que usa o bacalhau, uma vareta normalmente usada na zabumba que toca baião, xote. Isso faz com que o acento rítmico deles seja bem funk, parece coisa de James Brown."
Tanto no maracatu como no caboclinho, as sucessões de dirigentes se dá entre membros da própria família, sempre na base da amizade e do compadrio. Dona Olga vem da linhagem de africanos que vieram ao Brasil no tempo da escravidão. "Então eles lutam muito lá em Igarassu para manter viva essa cultura, que estava prestes a desaparecer", conta Naná. "E graças a esse evento eles renasceram e hoje estão aí quebrando barreiras. Você vê universitários de classe média participando, mulheres e crianças tocando. Antes não podia. A acho isso muito importante."
Os caboclinhos não tiveram a mesma projeção nacional e popular do maracatu, principalmente depois do advento do mangue beat. "Eles não são muitos e fazem muito sacrifício para se manter. E é uma coisa única de Pernambuco também", afirma Naná. Ele espera que com maior visibilidade, a partir dessa homenagem de hoje no carnaval, eles tenham a mesma repercussão do maracatu. "Espero que o público em geral procure saber melhor da história deles, que vêm espiritualmente não dos orixás, como o maracatu, mas da Jurema, dos índios, dos caboclos e caboclas. Essa cultura vem da selva, vem dos índios. Os banhos de ervas, os incensos, o respeito à natureza, a medicina que sai da natureza. Tudo isso tem a ver com os caboclinhos, é muito sério e profundo, e são coisas que os brasileiros não sabem muito. A parte africana é mais conhecida."
Anteontem, Juracy Simões era uma das mais empolgadas pra subir na passarela na frente do palco, onde vai atuar hoje encarando a multidão em vocal-solo. Aos 64 anos, ela diz que foi gerada dentro do caboclinho e sempre ouviu da avó e da mãe que "mulher nunca, aqui é dominado por homens". Mas estava bem preparada quando aceitou o desafio de ser a primeira mulher a presidir a agremiação. Para ela essa homenagem no Marco Zero é bastante significativa. "Estou muito feliz, mas minha felicidade seria maior se minha mãe, que já sei foi, estivesse aqui. Guardei durante oito anos um vestido que usei na passarela do Canindé, quando fui campeã, pra usar de novo numa ocasião especial que fosse dedicada ao Canindé."
Dona Olga não pôde ir ao ensaio final nem o Estrela Brilhante, porque tinha uma apresentação agendada numa cidade do interior. Esse, aliás, é um dos pontos cruciais na evolução dos maracatus por orientação de Naná, que nunca incorporou o maracatu em seu trabalho musical: formar pequenos grupos para poder viajar fazendo shows. Naná também nota que a rivalidade entre eles já não é tão radical como no início de sua atuação com eles. Este foi, afinal, seu grande desafio: congregar as diferenças entre as nações de maracatu. Em seu papel agregador conseguiu o impensável antes. Hoje, além dos batuqueiros e dos homenageados, participam da festa de abertura o Grupo Voz Nagô, que vai entoar loas de maracatu e o versátil trompetista Maestro Forró.
Estadão - Do Recife para a Pompéia (SP), o festival Rec-Beat
Estadão
Cantor americano Kevin Johansen abre a versão paulistana do Rec-Beat.
São Paulo - "Sittin’ on a bencho, waitin’ for the teco guacamole / Carne con frijole, carne con frijole…" Não entendeu nada? Essa é a primeira estrofe da música ‘Guacamole’, a canção mais famosa do cantor americano Kevin Johansen. Como se vê, a mistura de idiomas é o tempero do rapaz. O gajo canta na quinta, 18, no Pompeia Beat - a versão paulistana do festival recifense Rec-Beat - com sua banda argentina The Nada e os pernambucanos de A Banda de Joseph Tourton. As referências gastronômicas não são casuais. Johansen é como a culinária contemporânea: mistura influências. Já morou em Nova York e Buenos Aires e se aproveita de várias culturas. O cardápio a seguir apresenta alguns ‘pratos’ inventivos do artista, para você saborear - com os ouvidos.
Guacamole à moda do Alasca: nascido no Alasca, filho de mãe argentina e pai americano, ele já foi indicado ao Grammy Latino e mantém parcerias com Paulinho Moska e Paula Toller.
Empanada com molho inglês: aos 46 anos, Johansen é conhecido pelo som que combina cumbia (estilo musical colombiano) e outros ritmos latinos, com letras em inglês, espanhol e portunhol. "Ouço Bethânia, Caetano, Lenine...", revela ele - em espanhol, com sotaque inglês.
Salada latina: além de ter feito quatro CDs com sua banda The Nada, o cantor está envolvido com um projeto que une o seu ‘molho’ argentino ao do uruguaio Jorge Drexler e o do brasileiro Paulinho Moska. O ‘Mercosurf’, ainda apenas virtual, é uma mistura pop de influências. "Vamos fazer um disco e uma turnê em 2010 ou 2011, pois o publico já está curioso."
Onde: Sesc Pompeia. Choperia (800 lug.). R. Clélia, 93, 3871- 7700. Quando: 5ª (18), 21h. 90 min. Quanto: R$ 6/R$ 24.
Cantor americano Kevin Johansen abre a versão paulistana do Rec-Beat.
São Paulo - "Sittin’ on a bencho, waitin’ for the teco guacamole / Carne con frijole, carne con frijole…" Não entendeu nada? Essa é a primeira estrofe da música ‘Guacamole’, a canção mais famosa do cantor americano Kevin Johansen. Como se vê, a mistura de idiomas é o tempero do rapaz. O gajo canta na quinta, 18, no Pompeia Beat - a versão paulistana do festival recifense Rec-Beat - com sua banda argentina The Nada e os pernambucanos de A Banda de Joseph Tourton. As referências gastronômicas não são casuais. Johansen é como a culinária contemporânea: mistura influências. Já morou em Nova York e Buenos Aires e se aproveita de várias culturas. O cardápio a seguir apresenta alguns ‘pratos’ inventivos do artista, para você saborear - com os ouvidos.
Guacamole à moda do Alasca: nascido no Alasca, filho de mãe argentina e pai americano, ele já foi indicado ao Grammy Latino e mantém parcerias com Paulinho Moska e Paula Toller.
Empanada com molho inglês: aos 46 anos, Johansen é conhecido pelo som que combina cumbia (estilo musical colombiano) e outros ritmos latinos, com letras em inglês, espanhol e portunhol. "Ouço Bethânia, Caetano, Lenine...", revela ele - em espanhol, com sotaque inglês.
Salada latina: além de ter feito quatro CDs com sua banda The Nada, o cantor está envolvido com um projeto que une o seu ‘molho’ argentino ao do uruguaio Jorge Drexler e o do brasileiro Paulinho Moska. O ‘Mercosurf’, ainda apenas virtual, é uma mistura pop de influências. "Vamos fazer um disco e uma turnê em 2010 ou 2011, pois o publico já está curioso."
Onde: Sesc Pompeia. Choperia (800 lug.). R. Clélia, 93, 3871- 7700. Quando: 5ª (18), 21h. 90 min. Quanto: R$ 6/R$ 24.
Folha - "Glee" ganha CDs com trilha sonora após exibição de episódios no Brasil
colaboração para a Folha Online
Famosa pelos covers de clássicos e de sucessos atuais da música americana, a comédia musical "Glee", exibida no Brasil pela Fox, tem usado uma estratégia diferente de outras séries quando o assunto é música.
A trilha sonora chegou ao mercado brasileiro em tempo recorde. O primeiro CD "Glee: The Music" chegou às lojas em novembro, mesmo mês em que o seriado estreou no Brasil. O volume 2 acaba de ser lançado pela Sony Music.
A cada episódio, as canções ouvidas pelos telespectadores também podem ser compradas individualmente por meio da internet e baixadas em formato digital. O recurso já é usado por reality shows como o "American Idol".
A aposta é ousada, principalmente considerando que se trata de uma série novata. Contudo, vem embalada pelos bons números de audiência que "Glee" tem conseguido nos Estados Unidos e pelo reconhecimento que vem obtendo em premiações como o Globo de Ouro.
A Sony diz que se trata da primeira série musical que tem trilha lançada pela gravadora no Brasil e que o lançamento dos CDs é feito visando acompanhar o andamento do seriado.
A produção teve até agora apenas treze episódios exibidos --tanto aqui quanto nos Estados Unidos. Vários dos seriados americanos que passam no Brasil por várias temporadas sequer chegam a ter suas trilhas sonoras lançadas no país.
Como a série trata de um coral, o elenco canta de verdade e regrava as versões das músicas, em sua maioria já conhecidas. Por isso, é provável que os custos da trilha sejam mais baratos do que se fosse preciso comprar os direitos de canções de artistas já consagrados.
Nos dois volumes de CDs, é possível ouvir hits de artistas como Lily Allen, Kelly Clarkson, Rihanna e até de John Lennon. Entre os sucessos regravados, estão canções como "Endless Love", "I'll Stand By You", "Somebody To Love" e "Sweet Caroline".
Famosa pelos covers de clássicos e de sucessos atuais da música americana, a comédia musical "Glee", exibida no Brasil pela Fox, tem usado uma estratégia diferente de outras séries quando o assunto é música.
A trilha sonora chegou ao mercado brasileiro em tempo recorde. O primeiro CD "Glee: The Music" chegou às lojas em novembro, mesmo mês em que o seriado estreou no Brasil. O volume 2 acaba de ser lançado pela Sony Music.
A cada episódio, as canções ouvidas pelos telespectadores também podem ser compradas individualmente por meio da internet e baixadas em formato digital. O recurso já é usado por reality shows como o "American Idol".
A aposta é ousada, principalmente considerando que se trata de uma série novata. Contudo, vem embalada pelos bons números de audiência que "Glee" tem conseguido nos Estados Unidos e pelo reconhecimento que vem obtendo em premiações como o Globo de Ouro.
A Sony diz que se trata da primeira série musical que tem trilha lançada pela gravadora no Brasil e que o lançamento dos CDs é feito visando acompanhar o andamento do seriado.
A produção teve até agora apenas treze episódios exibidos --tanto aqui quanto nos Estados Unidos. Vários dos seriados americanos que passam no Brasil por várias temporadas sequer chegam a ter suas trilhas sonoras lançadas no país.
Como a série trata de um coral, o elenco canta de verdade e regrava as versões das músicas, em sua maioria já conhecidas. Por isso, é provável que os custos da trilha sejam mais baratos do que se fosse preciso comprar os direitos de canções de artistas já consagrados.
Nos dois volumes de CDs, é possível ouvir hits de artistas como Lily Allen, Kelly Clarkson, Rihanna e até de John Lennon. Entre os sucessos regravados, estão canções como "Endless Love", "I'll Stand By You", "Somebody To Love" e "Sweet Caroline".
JT - Não precisa pedir, ele vai tocar Raul
Jornal da Tarde
Um dos mais conhecidos covers de Raul, Roberto Seixas leva sucessos do ‘maluco beleza’ ao Ópera São Paulo no show ‘O Sonho Não Acabou’. Hoje, às 21h. Av. Pedroso de Morais, 261. 3813-2732. R$ 30. Livre.
Um dos mais conhecidos covers de Raul, Roberto Seixas leva sucessos do ‘maluco beleza’ ao Ópera São Paulo no show ‘O Sonho Não Acabou’. Hoje, às 21h. Av. Pedroso de Morais, 261. 3813-2732. R$ 30. Livre.
JT - A época em que o U2 decidiu dominar o mundo
Jornal da Tarde
Relançamento de dois álbuns clássicos do grupo mostra a banda em plena revolução musical.
Em 1996, enquanto gravava o álbum Pop, Bono confessou ao jornalista Bert Van de Kamp: “É incrível. Todas as vezes que temos de gravar um novo disco, quase começamos tudo de novo. Isso começou em Unforgettable Fire e nunca mais parou. Para nos mantermos sempre interessados no nosso trabalho, entramos no estúdio sem saber exatamente o que virá pela frente.”
O relançamento de Unforgettable Fire e The Joshua Tree em versão dupla e remasterizada, com comentários, versões ao vivo, lados B e todas as letras, é o recorte da fase em que o U2 se transformou na maior banda do mundo.
Em 1984, o grupo já gozava de prestígio internacional. Seu álbum War, com os hinos rebeldes New Year’s Day e Sunday Bloody Sunday, os havia levado a turnês pela Europa e Estados Unidos. Mesmo assim, a banda formada por Bono (vocal), The Edge (guitarra), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr. (bateria) decidiu deixar o passado para trás e recomeçar com produtores e temática diferente no próximo lançamento. As músicas de Unforgettable Fire, lançado em 1º de outubro de 1984, teriam de fazer o ouvinte visualizar paisagens e texturas imaginárias. Para isso foram chamados Brian Eno e Daniel Lanois, produtores acostumados ao experimentalismo que o U2 buscava.
O álbum pegou de surpresa os fãs e a crítica especializada - mesclava canções etéreas e melancólicas como A Sort of Homecoming e MLK com hits instantâneos como Bad e Pride (In the Name of Love), esta última uma homenagem ao reverendo Martin Luther King. Unforgettable Fire seria o primeiro passo do grupo para a dominação mundial que viria com o próximo álbum, The Joshua Tree (lançado em 9 de março de 1987).
Repetindo os mesmos produtores, The Joshua Tree levou o grupo ao topo, junto a bandas como Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin. Músicas como Where the Street Have No Name, I Still Haven’t Found What I Looking For e With or Without You aproximaram o U2 da América de John Wayne, Elvis Presley e Billie Holiday por terem o poder de curar feridas. Vinte milhões de cópias, capa da revista Time e o Grammy de melhor álbum do ano foram alguns das conquistas do disco. O pavimento para Bono e seus discursos inflamados ganharam o apoio político-internacional após essas duas obras-primas.
Relançamento de dois álbuns clássicos do grupo mostra a banda em plena revolução musical.
Em 1996, enquanto gravava o álbum Pop, Bono confessou ao jornalista Bert Van de Kamp: “É incrível. Todas as vezes que temos de gravar um novo disco, quase começamos tudo de novo. Isso começou em Unforgettable Fire e nunca mais parou. Para nos mantermos sempre interessados no nosso trabalho, entramos no estúdio sem saber exatamente o que virá pela frente.”
O relançamento de Unforgettable Fire e The Joshua Tree em versão dupla e remasterizada, com comentários, versões ao vivo, lados B e todas as letras, é o recorte da fase em que o U2 se transformou na maior banda do mundo.
Em 1984, o grupo já gozava de prestígio internacional. Seu álbum War, com os hinos rebeldes New Year’s Day e Sunday Bloody Sunday, os havia levado a turnês pela Europa e Estados Unidos. Mesmo assim, a banda formada por Bono (vocal), The Edge (guitarra), Adam Clayton (baixo) e Larry Mullen Jr. (bateria) decidiu deixar o passado para trás e recomeçar com produtores e temática diferente no próximo lançamento. As músicas de Unforgettable Fire, lançado em 1º de outubro de 1984, teriam de fazer o ouvinte visualizar paisagens e texturas imaginárias. Para isso foram chamados Brian Eno e Daniel Lanois, produtores acostumados ao experimentalismo que o U2 buscava.
O álbum pegou de surpresa os fãs e a crítica especializada - mesclava canções etéreas e melancólicas como A Sort of Homecoming e MLK com hits instantâneos como Bad e Pride (In the Name of Love), esta última uma homenagem ao reverendo Martin Luther King. Unforgettable Fire seria o primeiro passo do grupo para a dominação mundial que viria com o próximo álbum, The Joshua Tree (lançado em 9 de março de 1987).
Repetindo os mesmos produtores, The Joshua Tree levou o grupo ao topo, junto a bandas como Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin. Músicas como Where the Street Have No Name, I Still Haven’t Found What I Looking For e With or Without You aproximaram o U2 da América de John Wayne, Elvis Presley e Billie Holiday por terem o poder de curar feridas. Vinte milhões de cópias, capa da revista Time e o Grammy de melhor álbum do ano foram alguns das conquistas do disco. O pavimento para Bono e seus discursos inflamados ganharam o apoio político-internacional após essas duas obras-primas.
JT - O flamenco vai com tudo, no palco ou fora dele
Jornal da Tarde
Banda espanhola Ojos de Brujo mistura o ritmo com funk, hip-hop e até ruídos em show e novo CD.
Os espanhóis da banda Ojos de Brujo se apresentam hoje no Sesc Pinheiros. Em sua primeira passagem pelo Brasil, os músicos integram a programação do projeto Carnaval na Contramão, que promove até terça-feira shows para fãs de música instrumental, jazz, blues e MPB. O espetáculo marca ainda o lançamento no País do quarto álbum do grupo, Aocaná .
Com dez integrantes, Ojos de Brujo nasceu em 1996, em Barcelona (Espanha), com músicos de diferentes origens e influências. No repertório, traz uma mistura de flamenco, funk, hip-hop e reggae. Na opinião do percussionista do grupo, Xavi Turull, o flamenco pode ser mesclado com qualquer estilo. “É um ritmo forte, que se conecta com música indiana, salsa e também com música brasileira. Nossa banda faz experimentos como em um laboratório”, esclarece.
Para dar conta de transmitir no palco a mistura que cria em seus discos, a banda não se prende exclusivamente à música e vai buscar em outras linguagens elementos para compor uma identidade mais completa. É assim que entram em cena ruídos sônicos, projeção de vídeos e DJs que fazem mágicas. Outro diferencial são as obras de artes plásticas produzidas ao vivo, durante a performance de uma hora e meia.
Em 13 anos de existência, o grupo já passou por grandes festivais, como Festival de Glastonbury, Jazz de Montreal, Summerstage NY Central Park e tocou em países como Japão, Marrocos, Cuba, México e Hungria.
Por aqui, depois da apresentação em São Paulo, os artistas seguem para o Recife (PE), onde fazem show em plena segunda-feira de carnaval. Mas eles não estão reclamando da concorrência com a folia. “Essa é a melhor parte, é como um sonho. É uma das festas mais famosas no mundo. Estamos planejando ir ao Sambódromo”, comemora Turull.
Banda espanhola Ojos de Brujo mistura o ritmo com funk, hip-hop e até ruídos em show e novo CD.
Os espanhóis da banda Ojos de Brujo se apresentam hoje no Sesc Pinheiros. Em sua primeira passagem pelo Brasil, os músicos integram a programação do projeto Carnaval na Contramão, que promove até terça-feira shows para fãs de música instrumental, jazz, blues e MPB. O espetáculo marca ainda o lançamento no País do quarto álbum do grupo, Aocaná .
Com dez integrantes, Ojos de Brujo nasceu em 1996, em Barcelona (Espanha), com músicos de diferentes origens e influências. No repertório, traz uma mistura de flamenco, funk, hip-hop e reggae. Na opinião do percussionista do grupo, Xavi Turull, o flamenco pode ser mesclado com qualquer estilo. “É um ritmo forte, que se conecta com música indiana, salsa e também com música brasileira. Nossa banda faz experimentos como em um laboratório”, esclarece.
Para dar conta de transmitir no palco a mistura que cria em seus discos, a banda não se prende exclusivamente à música e vai buscar em outras linguagens elementos para compor uma identidade mais completa. É assim que entram em cena ruídos sônicos, projeção de vídeos e DJs que fazem mágicas. Outro diferencial são as obras de artes plásticas produzidas ao vivo, durante a performance de uma hora e meia.
Em 13 anos de existência, o grupo já passou por grandes festivais, como Festival de Glastonbury, Jazz de Montreal, Summerstage NY Central Park e tocou em países como Japão, Marrocos, Cuba, México e Hungria.
Por aqui, depois da apresentação em São Paulo, os artistas seguem para o Recife (PE), onde fazem show em plena segunda-feira de carnaval. Mas eles não estão reclamando da concorrência com a folia. “Essa é a melhor parte, é como um sonho. É uma das festas mais famosas no mundo. Estamos planejando ir ao Sambódromo”, comemora Turull.
JT - Mayer: desculpas pelo Twitter
Jornal da Tarde
O músico norte-americano John Mayer pediu desculpas pelo Twitter a seus mais de 3 milhões de seguidores pela declaração dada à revista Playboy dos Estados Unidos, na qual afirma que é menos interessado em fazer sexo com mulheres negras do que brancas. 'Desculpem por ter usado a palavra ‘niger’ (negro, pejorativo). Eu nunca deveria ter usado aquela palavra e nunca usarei novamente', escreveu. Na mesma entrevista, falou de sua vida com a ex, Jessica Simpson.
O músico norte-americano John Mayer pediu desculpas pelo Twitter a seus mais de 3 milhões de seguidores pela declaração dada à revista Playboy dos Estados Unidos, na qual afirma que é menos interessado em fazer sexo com mulheres negras do que brancas. 'Desculpem por ter usado a palavra ‘niger’ (negro, pejorativo). Eu nunca deveria ter usado aquela palavra e nunca usarei novamente', escreveu. Na mesma entrevista, falou de sua vida com a ex, Jessica Simpson.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Destaques dos Jornais 11/02/2010
Jornal da Tarde
"Rock, MPB e ritmo potiguar, a cantora Khrystal hoje, 21h. Sesc Santana".
"Show gratuito de blues na Paulista".
"Liderado por Eduardo Peixe e Felipe Machado, o octeto Peixoto & Maxado leva uma mistura de ska com soul e trombone com ukulele ao Na Mata. Hoje, às 23h40".
"Chiquinha em Revista’ repassa 13 músicas da autora de ‘Ô Abre Alas’, Chiquinha Gonzaga (1847-1935).Hoje e amanhã, 21h. Sesc Vila Mariana".
"‘Bim Bom’, de João Gilberto, ganha 3 releituras e desperta discussão sobre possível elo entre baião e bossa nova".
"Álbum referencial da bossa nova ‘Chega de Saudade’(Odeon), só pela internet".
"A revelação esquisita da terra de Chico Science".
"Lady Gaga deve gravar com Britney Spears".
Jornal do Brasil
"Carnaval: Som alto pode causar surdez".
"Rock, MPB e ritmo potiguar, a cantora Khrystal hoje, 21h. Sesc Santana".
"Show gratuito de blues na Paulista".
"Liderado por Eduardo Peixe e Felipe Machado, o octeto Peixoto & Maxado leva uma mistura de ska com soul e trombone com ukulele ao Na Mata. Hoje, às 23h40".
"Chiquinha em Revista’ repassa 13 músicas da autora de ‘Ô Abre Alas’, Chiquinha Gonzaga (1847-1935).Hoje e amanhã, 21h. Sesc Vila Mariana".
"‘Bim Bom’, de João Gilberto, ganha 3 releituras e desperta discussão sobre possível elo entre baião e bossa nova".
"Álbum referencial da bossa nova ‘Chega de Saudade’(Odeon), só pela internet".
"A revelação esquisita da terra de Chico Science".
"Lady Gaga deve gravar com Britney Spears".
Jornal do Brasil
"Carnaval: Som alto pode causar surdez".
JT - Rock, MPB e ritmo potiguar
Jornal da Tarde
Nascida no Rio Grande do Norte, a cantora Khrystal investe no ritmo de sua região, o coco, e o incorpora ao seu trabalho, uma mistura de MPB e rock. Ela canta músicas de Lenine e Dominguinhos, entre outros. Hoje, 21h. Sesc Santana. Av. Luiz Dumont Villares, 579. 2971-8700R$ 8.
Nascida no Rio Grande do Norte, a cantora Khrystal investe no ritmo de sua região, o coco, e o incorpora ao seu trabalho, uma mistura de MPB e rock. Ela canta músicas de Lenine e Dominguinhos, entre outros. Hoje, 21h. Sesc Santana. Av. Luiz Dumont Villares, 579. 2971-8700R$ 8.
JT - Show gratuito de blues na Paulista
Jornal da Tarde
O gaitista e guitarrista Thiago Cerveira exibe clássicos do blues em companhia do saxofonista Mauro Caselatto. Hoje, das 19h às 21h. Sesc Avenida Paulista. Av. Paulista, 119. 3179-3700. Livre. Grátis.
O gaitista e guitarrista Thiago Cerveira exibe clássicos do blues em companhia do saxofonista Mauro Caselatto. Hoje, das 19h às 21h. Sesc Avenida Paulista. Av. Paulista, 119. 3179-3700. Livre. Grátis.
JT - De Bethânia a Simon & Garfunkel
Jornal da Tarde
Liderado por Eduardo Peixe e Felipe Machado, o octeto Peixoto & Maxado leva uma mistura de ska com soul e trombone com ukulele ao Na Mata. Hoje, às 23h40. Rua da Mata, 70. 3079-0300.
R$ 25 (VIP até as 21h30).
Liderado por Eduardo Peixe e Felipe Machado, o octeto Peixoto & Maxado leva uma mistura de ska com soul e trombone com ukulele ao Na Mata. Hoje, às 23h40. Rua da Mata, 70. 3079-0300.
R$ 25 (VIP até as 21h30).
JT - Chiquinha em Revista
Jornal da Tarde
‘Chiquinha em Revista’ repassa 13 músicas da autora de ‘Ô Abre Alas’, Chiquinha Gonzaga (1847-1935). Participam a pianista Ana Friedman (ao centro), o baixista Gilberto Assis (de verde) e os cantores Suzana Salles, Vange Milliet, Carlos
Careqa, Rita Maria e Ná Ozzetti (em sentido horário). Hoje e amanhã, 21h. Sesc Vila Mariana. R. Pelotas. 141. 5080-3000. R$ 20.
‘Chiquinha em Revista’ repassa 13 músicas da autora de ‘Ô Abre Alas’, Chiquinha Gonzaga (1847-1935). Participam a pianista Ana Friedman (ao centro), o baixista Gilberto Assis (de verde) e os cantores Suzana Salles, Vange Milliet, Carlos
Careqa, Rita Maria e Ná Ozzetti (em sentido horário). Hoje e amanhã, 21h. Sesc Vila Mariana. R. Pelotas. 141. 5080-3000. R$ 20.
JT - O baião de João
Jornal da Tarde
‘Bim Bom’, de João Gilberto, ganha 3 releituras e desperta discussão sobre possível elo entre baião e bossa nova
Das 11 únicas composições de João Gilberto, Bim Bom é a mais conhecida. Eclipsada pelo marco revolucionário da bossa nova Chega de Saudade (Tom Jobim/Vinicius de Moraes), quando foi lançada no single de 78RPM em 1958, a canção volta com força em três regravações, por cantoras de estilos e gerações diferentes. Além disso, no filme O Homem Que Engarrafava Nuvens, de Lírio Ferreira, ela é apontada como provável elo da bossa nova com o baião. Para os fãs de João, outra notícia boa é que o álbum Chega de Saudade, com a gravação original de Bim Bom, acaba de sair em CD, mas na Inglaterra (leia abaixo).
Dentre as gravações mais recentes, Bebel Gilberto, com sua habitual má vontade para dar entrevistas e se aprofundar nas respostas, diz que procurou recriar o arranjo original: “Obviamente, sem o violão do papai, mas com o incrível piano do Daniel Jobim.” Ithamara Koorax e o violonista Juarez Moreira gravaram um álbum inteiro só com músicas do baiano, Bim Bom - The Complete João Gilberto Songbook. Na faixa-título, mesclaram samba e baião no arranjo.
A abordagem de Adriana Partimpim (codinome lúdico da Calcanhotto) é a mais surpreendente: juntou a bossa de João com a batida de samba-reggae do Olodum. Caetano Veloso diz que chorou de emoção quando ouviu a gravação do álbum Partimpim Dois. “Sempre ouvi o violão do João Gilberto e o Olodum como duas coisas que juntas são uma só”, compara Adriana.
Tom Jobim já havia observado: “Em Bim Bom você vê a dissociação entre o acompanhamento que ele faz do violão e o que ele canta, gerando essa terceira coisa, importantíssima.”
No texto de apresentação do livro de Walter Garcia Bim Bom - A Contradição Sem Conflitos de João Gilberto, Caetano dizia que, comparada às canções de Tom Jobim, Bim Bom parecia brincadeira de criança. “Por outro lado, ela é uma composição de João Gilberto, e, na sua extrema singeleza, apresenta-se como um pretexto para ele exercitar as mais sutis sutilezas de sua invenção”, escreveu Caetano. Hoje confirma: “É uma grande música. Como Desafinado e Samba de Uma Nota Só, é um manifesto da bossa nova. E é do João.”
“Chega de Saudade era avançada para aquela época, mas o minimalismo de Bim Bom ainda era muito mais avançado. Muita gente preferiu fingir que não tinha ouvido, porque realmente não conseguiu entender. Tem gente que não entendeu até hoje (risos)”, diz Ithamara Koorax.
No documentário de Ferreira, João canta ao violão um dos poucos versos dele mesmo: “É só isso o meu baião/ E não tem mais nada não.” A menção ao gênero popularizado por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, tema do filme, não é gratuita e não se limita à letra. Em depoimento, Caetano Veloso comenta um parecer de Gilberto Gil, que identifica o baião como uma das prováveis influências da bossa de João. É um ponto de vista pouco discutido.
O professor e musicólogo Walter Garcia sintetiza: “A bossa é o espelho do baião: inverte mas reflete; ou reflete invertendo.” No livro Chega de Saudade - A História e as Histórias da Bossa Nova, Ruy Castro conta que João compôs Bim Bom em Juazeiro em 1956 “tentando reproduzir o ritmo das cadeiras das lavadeiras, quando elas passavam equilibrando as trouxas de roupas na cabeça”.
O violonista Juarez Moreira diz que “do ponto de vista do ritmo, samba e bossa nova são a mesma coisa.” Já Bebel acha essa questão “muito difícil e complexa”. “Afirmar que não tem influência seria um descuido meu, mas também afirmar categoricamente seria muita pretensão”, diz a cantora.
Pois não é “só isso” o baião de João. Com apenas 1 minuto e 12 segundos na gravação original, Bim Bom encerra uma estética, ao lado de Chega de Saudade, que, todos sabem, mudou os rumos da música brasileira em poucos segundos a mais.
‘Bim Bom’, de João Gilberto, ganha 3 releituras e desperta discussão sobre possível elo entre baião e bossa nova
Das 11 únicas composições de João Gilberto, Bim Bom é a mais conhecida. Eclipsada pelo marco revolucionário da bossa nova Chega de Saudade (Tom Jobim/Vinicius de Moraes), quando foi lançada no single de 78RPM em 1958, a canção volta com força em três regravações, por cantoras de estilos e gerações diferentes. Além disso, no filme O Homem Que Engarrafava Nuvens, de Lírio Ferreira, ela é apontada como provável elo da bossa nova com o baião. Para os fãs de João, outra notícia boa é que o álbum Chega de Saudade, com a gravação original de Bim Bom, acaba de sair em CD, mas na Inglaterra (leia abaixo).
Dentre as gravações mais recentes, Bebel Gilberto, com sua habitual má vontade para dar entrevistas e se aprofundar nas respostas, diz que procurou recriar o arranjo original: “Obviamente, sem o violão do papai, mas com o incrível piano do Daniel Jobim.” Ithamara Koorax e o violonista Juarez Moreira gravaram um álbum inteiro só com músicas do baiano, Bim Bom - The Complete João Gilberto Songbook. Na faixa-título, mesclaram samba e baião no arranjo.
A abordagem de Adriana Partimpim (codinome lúdico da Calcanhotto) é a mais surpreendente: juntou a bossa de João com a batida de samba-reggae do Olodum. Caetano Veloso diz que chorou de emoção quando ouviu a gravação do álbum Partimpim Dois. “Sempre ouvi o violão do João Gilberto e o Olodum como duas coisas que juntas são uma só”, compara Adriana.
Tom Jobim já havia observado: “Em Bim Bom você vê a dissociação entre o acompanhamento que ele faz do violão e o que ele canta, gerando essa terceira coisa, importantíssima.”
No texto de apresentação do livro de Walter Garcia Bim Bom - A Contradição Sem Conflitos de João Gilberto, Caetano dizia que, comparada às canções de Tom Jobim, Bim Bom parecia brincadeira de criança. “Por outro lado, ela é uma composição de João Gilberto, e, na sua extrema singeleza, apresenta-se como um pretexto para ele exercitar as mais sutis sutilezas de sua invenção”, escreveu Caetano. Hoje confirma: “É uma grande música. Como Desafinado e Samba de Uma Nota Só, é um manifesto da bossa nova. E é do João.”
“Chega de Saudade era avançada para aquela época, mas o minimalismo de Bim Bom ainda era muito mais avançado. Muita gente preferiu fingir que não tinha ouvido, porque realmente não conseguiu entender. Tem gente que não entendeu até hoje (risos)”, diz Ithamara Koorax.
No documentário de Ferreira, João canta ao violão um dos poucos versos dele mesmo: “É só isso o meu baião/ E não tem mais nada não.” A menção ao gênero popularizado por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, tema do filme, não é gratuita e não se limita à letra. Em depoimento, Caetano Veloso comenta um parecer de Gilberto Gil, que identifica o baião como uma das prováveis influências da bossa de João. É um ponto de vista pouco discutido.
O professor e musicólogo Walter Garcia sintetiza: “A bossa é o espelho do baião: inverte mas reflete; ou reflete invertendo.” No livro Chega de Saudade - A História e as Histórias da Bossa Nova, Ruy Castro conta que João compôs Bim Bom em Juazeiro em 1956 “tentando reproduzir o ritmo das cadeiras das lavadeiras, quando elas passavam equilibrando as trouxas de roupas na cabeça”.
O violonista Juarez Moreira diz que “do ponto de vista do ritmo, samba e bossa nova são a mesma coisa.” Já Bebel acha essa questão “muito difícil e complexa”. “Afirmar que não tem influência seria um descuido meu, mas também afirmar categoricamente seria muita pretensão”, diz a cantora.
Pois não é “só isso” o baião de João. Com apenas 1 minuto e 12 segundos na gravação original, Bim Bom encerra uma estética, ao lado de Chega de Saudade, que, todos sabem, mudou os rumos da música brasileira em poucos segundos a mais.
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