terça-feira, 31 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 31/08/2010

Estado de São Paulo

"Rádio Batuta vai destacar acervo do IMS na internet".

Folha de São Paulo

"Festival de Creamfields reúne gigantes da dance music".

"Ivete Sangalo diz que emagreceu 25 quilos desde a gravidez".

Jornal da Tarde

"Sting em versão sinfônica".

"Paul Di’Anno: uma fera ferida".

Estadão - Rádio Batuta vai destacar acervo do IMS na internet

AE - Agência Estado

Um show dos cantores Alfredo Del-Penho e Pedro Paula Malta, com repertório de Francisco Alves e Mario Reis, hoje à noite, no centro cultural do Instituto Moreira Salles no Rio, fechado para convidados, será a primeira transmissão ao vivo da Rádio Batuta, que a instituição pôs no ar em seu site (http://ims.uol.com.br/radiobatuta). A rádio pública MEC AM (800 khz) reproduzirá toda a programação, a partir do próximo dia 6, sempre às 20h30, mas só para o Rio.
A boa música popular brasileira é o chamariz. Um dos programas será inteiramente dedicado ao repertório e à movimentada trajetória de vida de Noel Rosa, com comentários, entre outros, de Caetano Veloso, de seu biógrafo, João Máximo, e do pesquisador Sérgio Cabral. Em outro, vai ter um homenageado por vez: o primeiro será o pianista Custódio Mesquita, coautor de clássicos de nosso cancioneiro, como "Nada Além" e "Saia do Caminho", cujo centenário se comemora este ano, como o de Noel. A coordenação da rádio é do ensaísta e letrista Francisco Bosco.
Artistas relevantes terão oportunidade de imprimir seu gosto num programa em que mostrarão músicas que admiram, e que lhes servem de inspiração. No primeiro, João Bosco exalta de Ernesto Nazareth a Dorival Caymmi. Também já gravaram participações Marisa Monte, Monarco e Mariana Aydar. Os convidados têm como manancial o riquíssimo acervo do instituto, que começou a ser reunido há dez anos, com foco na preservação, e hoje conta com milhares de discos, do início da era do LP aos anos 50 pré-bossa nova (boa parte, portanto, em 78 rotações). Além dos arquivos pessoais de gente como Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha e Elizeth Cardoso, dos quais o instituto também cuida, o baú do tesouro tem mais de cem mil músicas.
São gravações que contam uma parte da história da MPB e que, agora, deixarão de ser um (quase) segredo bem guardado - embora já estivesse online, acessível por um sistema de busca, o acervo ainda é pouco conhecido. "É um patrimônio que pode ter um público maior, mas que estava muito restrito", diz o jornalista Paulo Roberto Pires, consultor do IMS. Além de deleitar os amantes de música daqui, a rádio servirá a pesquisadores de universidades de outros países. Os ouvintes poderão ainda espiar tudo o que é realizado nos centros culturais de São Paulo, Rio e Poços de Caldas (cursos, palestras, shows, conferências). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Folha - Festival de Creamfields reúne gigantes da dance music

ESPECIAL DE LIVERPOOL

"A dance music está em um momento muito saudável e rico." O comentário é de James Barton, o inglês que organiza o Creamfields, um dos mais tradicionais festivais de música eletrônica.
Thiago Ney comenta destaques do festival inglês, que aconteceu no fim de semana
Barton sorria com satisfação ao contar que a edição 2010 do evento, ocorrida no sábado e no domingo, foi um sucesso: todos os 40 mil ingressos foram vendidos.
Para reunir tanta gente, o festival apostou em atrações variadas, de quase todos os gêneros da dance music.
Passaram pelo festival nomes gigantes, como David Guetta, Tiesto e Paul Van Dyk, e outros menores, mas interessantes, como Rusko e Benga, de dubstep, Erol Alkan, que estará no Brasil em outubro, no festival SWU, e os veteranos Leftfield.
O próprio Creamfields chegará ao Brasil: será realizado em janeiro em Florianópolis.
Por esta edição do Creamfields inglês, realizado em área próxima a Liverpool, ficou latente como a dance music de hoje está sendo influenciada pelo dubstep, gênero feito de batidas quebradas, parente próximo do drum and bass.
No sábado, a tenda dedicada ao estilo encheu para ver DJs como Rusko (que produzirá Britney Spears) e Benga. Na Inglaterra, são praticamente popstars.
No domingo, a tenda do coletivo de house Swedish House Mafia ficou lotada.
Outro nome que atraiu gente foi o Major Lazer, banda/projeto do americano Diplo. A música é uma sem-vergonhice, no bom sentido. Enquanto Diplo dispara batidas que lembram funk carioca, Miami bass e house farofa, dois MCs animam o público, gritando. É divertido.
O Creamfields abriu espaço ainda para o tecno, com apresentações de DJs como Sven Vath e Richie Hawtin.
Tirando a lama (choveu bastante no sábado), o festival não sofreu grandes problemas, graças à grande quantidade de bares e banheiros à disposição.

Folha - Ivete Sangalo diz que emagreceu 25 quilos desde a gravidez

DE SÃO PAULO

A cantora Ivete Sangalo já perdeu os 25 quilos que engordou durante a gravidez do filho Marcelo, segundo contou em entrevista à revista "Contigo!". A cantora baiana estampa a capa da publicação, que chega às bancas na quarta-feira (1º).
Ivete, que tem diversas pessoas acima do peso na família, manteve a boa forma desde que ficou conhecida como cantora à frente da Banda Eva.
Desde o ano passado, contudo, os figurinos justos denunciavam os quilos ganhos pela baiana com a gestação do primeiro filho, nascido em outubro.
A cantora, que se apresenta em Nova York no dia 4 de setembro, assegura também que cuida de Marcelo pessoalmente, sem a ajuda de babás.
"Não tenho babá, quem faz as coisas pro meu filho sou eu", disse à revista.
Ela também contou detalhes sobre o casamento com Daniel Cady, pai de Marcelo, em uma cerimônia secreta.

JT - Sting em versão sinfônica

Jornal da Tarde

Com produção de Sting e Rob Mathes – que já trabalhou com artistas como Lou Reed, Sade e Beck –, o disco ‘Symphonicities’ (Universal Music, R$ 26) coloca o universo pop do músico britânico a serviço da Royal Philharmonic Concert Orchestra. Com seu acompanhamento e aval, sucessos da carreira, como ‘Next To You’, ‘Every Little Thing She Does Is Magic’, ‘She’s Too Good For Me’ e ‘Roxanne’, ganharam versões para orquestra.
Em todos os temas, Sting assume também os vocais. Em ‘You Will Be My Ain True Love’, ele os compartilha com a cantora Jo Lawry, presente como backing vocal nas demais canções. Sem grandes pretensões de ser revolucionário ou inovador, ‘Symphonicities’ (uma alusão ao álbum ‘Synchronicity’, de 1983, o 5º e último de estúdio do The Police) pode soar como uma trilha sonora, justamente por causa dos arranjos feitos para a execução de uma orquestra.
Este projeto é resultado de uma bem-sucedida turnê do músico pela América do Norte, ao lado da Royal Philharmonic Concert Orchestra. Segundo Sting, o público pediu um disco fruto dessa experiência e ele não faz mais do que atender. O tour segue para a Europa, sem previsão para chegar à América Latina.

JT - Paul Di’Anno: uma fera ferida

Jornal da Tarde

Imagine-se no lugar dele: aos 20 anos, você é o vocalista de uma banda, grava discos, começa a fazer sucesso, ganhar dinheiro. Quando tudo parece perfeito, é demitido – ou resolve sair, as versões divergem. A banda vira ícone mundial, vende mais de 80 milhões de discos e você é obrigado a sobreviver à margem de tudo isso.
Deve ser difícil ser Paul Di’Anno, primeiro vocalista do Iron Maiden. Mesmo diante de tudo isso, Di’Anno é persistente. Depois de ter gravado os álbuns Iron Maiden (1980) e Killers (1981), com sucessos cantados até hoje pelo carismático vocalista Bruce Dickinson, como Phantom of the Opera e Wrathchild, o vocalista embarcou em outros sete projetos de banda, ganhou alguns quilinhos, perdeu cabelo e lançou uma biografia.
Mas a sombra da Donzela de Ferro, como a banda é chamada, sempre foi grande. Di’Anno nunca pareceu se incomodar muito. Aliás, ser o primeiro vocalista do Iron Maiden dá muita credibilidade na praça. Em 2010, comemora-se 30 anos do lançamento do primeiro disco do Maiden. Como homenagem – e para ganhar uns trocados –, Di’Anno entrou em turnê pelo mundo tocando o disco na íntegra. Depois de passar por Estados Unidos, Europa e Austrália, o cantor está no Brasil – onde morou por 11 anos, em São Paulo – desde agosto.
Serão 20 shows em 33 dias. Na quinta-feira (2/9), ele se apresenta no Manifesto Bar, em São Paulo, lugar de veia roqueira, com exposição de guitarras de outras bandas de heavy metal, como Metallica e Kiss.
A rotina, porém, tem derrubado o The Beast (’A Besta’, em português), como ele se autodenomina. Di’Anno está cansado. Discurso de sexo, drogas e rock’n'roll? Nem tanto. Em entrevista exclusiva ao JT, do Rio de Janeiro, o vocalista de 52 anos diz que precisa se aquietar um pouco, ficar com a esposa e as três filhas. Leia abaixo:

Você vai tocar na íntegra um disco lançado há 30 anos. Isso não é estranho?
Olha, serão 27 músicas. Em alguns shows, eu tento evitar algumas delas, mas as crianças (o público) querem me matar. É um pouco estranho, mas, de certa forma, é uma maneira de agradecer. Um modo de dizer: ‘Obrigado por tudo o que fizeram por mim’.

Mas o que esse disco representou para a música?
Nós éramos muito diferentes das outras bandas. Queríamos começar uma revolução, entende? Tínhamos um espírito mais punk. Não imaginávamos que a banda chegaria tão longe. Só gostávamos de mostrar nossa música.

Você já deve ter respondido essa pergunta um milhão de vezes, mas vamos lá: se arrepende de ter saído?
Nunca. Éramos grandes amigos no começo. Mas, de repente, começamos a ganhar milhões. Deixamos de ser uma banda e passamos a ser uma máquina de fazer dinheiro. Perdemos nosso ideal.

O que achou, então, do novo disco do Maiden, ‘The Final Frontier’, lançado mês passado?
(Risos) Prefiro não falar sobre isso, cara. O Iron Maiden teve músicas fantásticas. Muitas era festas enquanto tomávamos cerveja. Era outra coisa.

Na sua saída da banda, você chegou a comparar o Steve Harris (baixista e líder do Iron Maiden) a um ditador, como Mussolini ou Adolf Hitler…
Cara, o Steve é mau. Ele controla um regime muito forte. Só tem o ponto de vista dele. Eu tinha algumas músicas boas para o Iron, mas só tocávamos músicas dele.

No passado, você teve problemas com abuso de álcool e drogas, mas tem se mantido na estrada. Como é viver assim?
Nossa, eu não estou vivendo, estou morrendo! Preciso de um tempo, tenho de operar meu joelho direito. É difícil, sabe? Minha esposa fica brava. Ela me diz: ‘Não quero ver meu marido morrendo no palco’. E ela tem razão.

Mas com tantos shows em pouco tempo, dá para curtir as cidades? Você está no Rio, certo?
Cara, todos da banda estão gripados. Então, temos ficado mais no quarto, assistindo televisão. Até saímos um pouco, mas precisamos nos recuperar.

Você está numa turnê por 20 cidades brasileiras, em pouco mais de 30 dias. Não parece atitude de alguém cansado.
Eu sou estúpido. Gosto de tocar, e pronto. Mas preciso tirar um tempo. Ficar em casa, com as crianças. Quero fazer mais shows, claro. Estou em turnês pelo mundo há uns 8 anos já.

Quais são seus planos, então?
Vou voltar para Miami. Ficar com as minhas três filhas e minha esposa, Maria.

Nem vou perguntar, então, sobre as mulheres brasileiras.
(Risos) São Paulo sempre teve mulheres lindas, fantásticas, assim como o Rio de Janeiro. Mas estou muito feliz com a Maria. Ela foi Miss Venezuela, cara. Se é que você me entende (Risos).
DIVIRTA-SE
Show Paul Di’Anno.
Manifesto Bar.
R. Iguatemi, 36, Itaim Bibi.
Telefone: 3168-9595.
Na quinta-feira, às 20h.
R$ 60.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 30/08/2010

Estado de São Paulo

"Lionel Richie leva 8 mil fãs ao Ginásio do Ibirapuera".

Folha de São Paulo

"Rádio on-line reúne raridades da música brasileira".

Jornal da Tarde

"Djavan fala sobre família, política e preconceito".

Estadão - Lionel Richie leva 8 mil fãs ao Ginásio do Ibirapuera

AE - Agência Estado

Observando o cantor americano Lionel Richie, de 61 anos, em cima do palco do Ginásio do Ibirapuera, na noite de sábado, foi como vê-lo saltar de um de seus videoclipes dos anos 1980. A mesma energia - e cútis - dos velhos tempos. O cantor se apresentou no País pela primeira vez em 42 anos de carreira. "Demorou muito tempo para eu chegar aqui. Mas estou aqui! Não vou mais deixar vocês", afirmou o cantor, sempre muito simpático.
Dizem que, no backstage, o cantor estava encantado com a receptividade que recebeu durante a apresentação em São Paulo. As 8 mil pessoas da plateia - com esperada predominância da faixa etária dos 50 anos para cima - colaboraram para a boa impressão do artista. O ginásio não chegou a ficar lotado, talvez por conta dos altos preços cobrados pelos ingressos. Mas muitas cabeças e mãos ao alto eram vistas bailando ao som do repertório de baladões e músicas mais dançantes.
O cantor abriu o show, às 22h (meia hora depois que o previsto), com seu hit "Hello". Depois Lionel emendou "All Around The World" e "Penny Lover", músicas menos conhecidas. É legítimo que, nessa primeira vez de show no Brasil, o cantor queira expor mais a sua obra... Mas o povo estava lá mesmo para ouvir seus sucessos de FM. Foi quando sentou-se ao piano e tirou as primeiras notas de "Easy", sucesso de seus tempos de The Commodores - que ele voltou a homenagear um pouco mais adiante no show.
Lionel devolvia para o público as palmas que recebia. E dizia que amava São Paulo. "Temos tanta coisa para tocar aqui hoje. Vamos ter de tocar a noite inteira", brincou, referindo-se ao título de um grande sucesso seu, "All Night Long". Quando todos imaginavam que aquele era o código para o "karamu, fiesta, forever" que estaria por vir na sequência, Lionel sentou em seu piano e tocou... "Still", também sacada de seu repertório de hits.
A noite prosseguiu bem com "You Are" e "Three Times a Lady". Seguido de outro sucesso, "Say You, Say Me", da trilha sonora do filme "O Sol da Meia-Noite", de 1985, que foi estrelado pelo bailarino Mikhail Baryshnikov. Não ficou de fora também do set list "Endless Love", outra música que foi parar no cinema, mais especificamente como tema do filme "Amor Sem Fim", de 1981, com Brooke Shields. Nela, Lionel pediu para que o público feminino fizesse a parte que originalmente cabia a Diana Ross. "All Night Long" ficou para o final do show. Quando parecia que o show já tinha terminado, Lionel Richie retornou para lembrar Michael Jackson e cantar "We Are The World". As informações são do Jornal da Tarde

Folha - Rádio on-line reúne raridades da música brasileira

DO RIO

O primeiro disco lançado no Brasil pesava quase meio quilo. Produzido no Rio de Janeiro em 1902, feito de cera de carnaúba e raspa de casco de animais, suas cópias foram distribuídas de navio para outros Estados do país.
Tudo isso para tocar uma única música, "Isto É Bom", do hoje obscuro Xisto Bahia -- lundu recentemente gravado pelo sambista Monarco.
Um dos poucos exemplares desse fonograma histórico está guardado no acervo do Instituto Moreira Salles, no Rio. Além dele, o arquivo tem outras 100 mil canções, a maioria raridades em discos de 78 rotações da primeira metade do século passado.
Essa é uma das preciosidades que estarão na rádio on-line (no site) a ser lançada amanhã pelo instituto.
É fácil para um conjunto assim, tão precioso quanto vasto, causar frustração ao leigo, sem experiência em navegar nas pilhas de discos e filtrar delas o que interessa.
Daí a pertinência da rádio, que oferecerá raridades em programetes. Um deles trará sempre um compositor da MPB falando de sua formação musical por meio de canções do acervo. O primeiro será João Bosco.

SURPRESAS

A biblioteca musical do instituto começou a ser montada em 2000, com a aquisição do arquivo particular de Pixinguinha.
Foi engrossada com as coleções do pesquisador Humberto Franceschi, formada ao longo de 50 anos, e de José Ramos Tinhorão, com mais de 6.000 discos.
O passeio por esse conjunto revela surpresas. O pintor Di Cavalcanti, por exemplo, também foi compositor musical. Ele é o autor de "Rabo de Peixe", em parceria com Alcir Pires Vermelho, lançada em 1954.
A programação inclui variedades e documentários. O primeiro deles aborda curiosidades sobre Noel Rosa.
Morto aos 26 anos de tuberculose, ele inspirava cuidados dos amigos, segundo o programa. Certa vez, um deles lhe chamou a atenção no bar por estar bebendo cerveja e conhaque.
Noel argumentou que a cerveja era rica em nutrientes. "Mas para que o conhaque?", perguntou o amigo. "Não gosto de comer nada a seco", emendou o boêmio.

JT - Djavan fala sobre família, política e preconceito

Jornal da Tarde

Em 34 anos de carreira, Djavan Caetano Viana sempre gostou de alimentar sua alma de compositor. Veio, então, o exercício de desprendimento, ao pensar em um disco com repertório alheio. Registrou suas escolhas no novo CD, (Luanda Records/Biscoito Fino, R$ 30), o seu primeiro apenas como intérprete.
Aos 61 anos, o músico alagoano, radicado no Rio de Janeiro, não pensa em aposentar sua composição. Continua na estrada, porém priorizando mais o clã. Casado pela segunda vez, vive há 12 anos com a designer Rafaella Brunini, 36, com quem tem dois filhos – Sofia, 8 anos, e Inácio, 3. Os caçulas se juntaram à prole mais velha, fruto do casamento anterior: Flávia, 37, Max, 36 e João, 33.

Em entrevista ao JT, Djavan fala do novo trabalho, família, política e futebol.

Desde quando você pensava fazer um disco só de intérprete?
Há muito tempo, eu queria voltar a trabalhar com músicas de outros compositores e dar uma suspendida na produção das minhas canções. Há 30 anos, gravo discos autorais. Mas agora eu quis descansar um pouco de mim.

Como foi definir um repertório com músicas de outros autores?

Fui usando critérios, como reminiscências da minha infância e da adolescência, da época em que eu trabalhava em boates.

O que desse repertório remete a essas lembranças afetivas?
Da infância, tem Sabes Mentir, que minha mãe cantava em casa quando eu tinha 5, 6 anos. Nada A Nos Separar, que fez parte de boa parte da adolescência. E Brigas Nunca Mais, que cantei quando eu era crooner. Há, também, os ídolos da minha adolescência, como Chico, Caetano, Gil.


O que aconteceu na entressafra entre o álbum anterior, ‘Matizes’, de 2007, e o atual?
Fiz muita coisa nesse período que não tinha feito ainda. Tenho dois filhos novos. Eu queria estar mais junto deles, pois viajo demais. Foi um novo aprendizado, pois meus primeiros filhos já são adultos. E trabalhei na pesquisa deste disco.

E o que você consegue fazer mais hoje com seus filhos menores?
Faço de tudo. Brinco, levo e busco na escola todos os dias, vou às festinhas dos amigos. É uma delícia. Tem uma coisa que é meio chata, que é festinha de criança. Não aguento mais olhar para aqueles doces. Entro e saio sem tomar nem água. Festa de criança foi o diabo que inventou (risos), embora ela seja necessária.

Bateu arrependimento de não ter feito isso com os mais velhos?
Não tenho problema de culpa, porque era começo de carreira. Era natural que eu não tivesse tempo. Apenas estou tentando ganhar o tempo que perdi, para que eu não deixe de usufruir uma coisa tão boa, que é a relação com filhos pequenos, vê-los crescer.

Você tem uma carreira internacional consolidada, mas houve uma época em que realizou vários trabalhos fora do Brasil. Gravou com Steve Wonder, conheceu o produtor Quincy Jones …
Eu e Quincy somos amigos até hoje. Uma vez, ele me perguntou se eu queria conhecer Michael Jackson. Eles estavam em estúdio mixando Bad. Quincy pediu para eu fazer uma música para Michael. Fiz, mas achei difícil ele querer uma canção com pegada brasileira.

Qual sua impressão de Michael?
A impressão claríssima é que ele parecia… Sabe passarinho? Não conseguia ficar parado, o coração dele batia mais rápido. O Michael era um passarinho. Quando você olhava para ele, desviava o olhar. Era um pouco assustado.

Voltando ao Brasil, algum novo compositor tem chamado sua atenção?
Gosto da Maria Gadú. Ela pode fazer uma carreira muito boa.

Você contou que já sofreu preconceito por ser negro. Como vê essa questão atualmente?
Evoluiu bem menos do que deveria. É difícil resolver o racismo numa sociedade de brancos, preparada pelo branco e para o branco. As cotas nas faculdades são um paliativo. É típico de uma sociedade que não quer resolver o problema e o empurra com a barriga. A solução é igualdade de oportunidade.

O fato de ter se tornado um músico conhecido fez com que o preconceito contra você mudasse?
Comigo as coisas se deram forma diferente à medida que consegui impor um trabalho. Sou negro, nordestino, no entanto, não faço samba de morro nem música nordestina. Nasci num gueto, filho de lavadeira com olhar sofisticado para as coisas. Imagina a luta que tive para impor minha personalidade. E graças a isso estou aqui.

Sua infância foi difícil. Sua mãe foi a mantenedora da casa?
Sim, sustentou a família sozinha: eu, mais dois irmãos e dois primos. A pessoa criada só pela mãe ou pelo pai tem metade da referência prejudicada. Meu pai morreu quando eu tinha 3 anos. Na verdade, ele sumiu da nossa vida. Nunca soube se meu pai realmente morou com minha mãe. Mas ela, uma nordestina arretada, teve força para criar todos e fez de cada um de nós pessoas de bem.

Chegaram a passar fome?
Houve momentos de escassez de alimento, sim. Eu talvez menos, mas minha mãe ficou muitas vezes sem comer.

Nunca houve uma figura masculina que substituísse seu pai?
Não. Ela nunca mais teve ninguém. Sou o temporão. Ela estava mais velha, trabalhando muito.

Qual sua opinião sobre o governo do presidente Lula?
Acho que foi um governo bom para o Brasil. Lula acertou ao conseguir fazer, pelo menos, parte do que sempre desejou: diminuir a diferença social no Brasil. As pessoas que estão na miséria ou sem salário para se manter melhoraram suas vidas. Mas a postura dele com relação a todos os escândalos envolvendo o PT foi reticente.

Você votou nele?
Sim, nas duas vezes. Mas não aprovo o desejo dele de botar a Dilma para esquentar a cadeira, para ela levantar em 2014. Acho uma bobagem ele pensar dessa forma. Não é bom para sua biografia.

Pelo jeito, Dilma Rousseff não está em seus planos de voto?
Ela está anos-luz disso. Vou votar na Marina Silva. Não acredito que ela vá ganhar, mas é uma mulher valiosíssima. Mas se ela ganhasse, será que conseguiria fazer o que quer? Não iria.

Quando jovem, você jogou futebol. Como avalia o desempenho do Dunga na Seleção Brasileira?
Ele foi um pouco vítima também de todo esse processo. Não adianta só querer crucificá-lo, quando se tem o Ricardo Teixeira (presidente da CBF), que o colocou lá. Teixeira tem de ser responsabilizado. Por que o presidente do País é eleito para dois mandatos e o presidente da CBF fica lá para sempre?

E o fato de Dunga não ter levado para a Copa do Mundo jogadores como Ganso e Neymar?
Sempre achei o Dunga muito burro, mas não estou aqui para falar mal dele, porque já foi embora. O Brasil inteiro já tinha testado esses meninos, menos ele.

E o que acha de Mano Menezes?
É esperto. Sabia que a primeira coisa que tinha de fazer é o que o povo quer. Ele fez e os meninos deram espetáculo. A gente tem condição de jogar bonito. Começaram a mudar isso depois que quiseram copiar os esquemas dos europeus, que precisam recorrer a isso, por não terem a arte do nosso futebol. Não precisamos. Temos de botar os caras melhores para jogar e fim de papo.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 27/08/2010

Estado de São Paulo

"SWU confirma Queens of The Stone Age em Itu-SP".

Folha de São Paulo

"Duo Air vem ao Brasil pela primeira vez e espera ver país "sexy"".

"Roberto Carlos vai fazer show exclusivo para mulheres".

"Casal lança CD com hits de bandas indies paulistanas".

Jornal da Tarde

"Canções tristonhas dos vencedores do Oscar".

Jornal do Brasil

"Roberto Carlos proibirá entrada de homens em seu show no Anhembi".

Estadão - SWU confirma Queens of The Stone Age em Itu-SP

AE - Agência Estado

O SWU Music and Arts Festival, que vai acontecer na fazenda Maeda, em Itu, no interior de São Paulo, nos dias 9, 10 e 11 de outubro, confirmou ontem participação do Queens of the Stone Age. A banda vai tocar no dia 11, com Linkin Park, Incubus, Pixies, Avenged Sevenfold, Cavalera Conspiracy, Yo La Tengo e Glória. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Folha - Duo Air vem ao Brasil pela primeira vez e espera ver país "sexy"

DE SÃO PAULO

Com uma discografia repleta de romantismo, sensualidade e mistério, o duo francês Air diz que sente falta da inspiração que havia para a música eletrônica na década de 1990.
Para Jean-Benoît Dunckel, 40, na época em que ele e o amigo Nicolas Godin fundaram o Air e lançaram "Moon Safari" --o primeiro álbum de estúdio, de 1998, que tinha o hit "Sexy Boy"--, o mundo vivia o auge da música eletrônica.
"Agora é apenas mais uma coisa que está por aí", disse, em entrevista à Folha, a metade do duo responsável por voz e teclados.
Cabe explicar que Air, em francês, é sigla para "Amour, Imagination, Rêve" (amor, imaginação, sonho).
"Naquela época, nós dois éramos jovens e não tínhamos vivido tanta coisa ainda. Fazíamos música sobre o que desejávamos", explica Jean.
"Agora, nós nos tornamos homens. Já passei por muitas coisas ruins, e isso deixa marcas em você que refletem na sua música", diz.
O amor foi o que os inspirou a lançar no ano passado o álbum "Love 2". "É sobre as mulheres que nós amamos e as consequências de estar apaixonado", diz.

O que ele ama no momento? "Minha namorada [ri]".

Apesar de já terem colaborado com Beck, Charlotte Gainsbourg e Françoise Hardy, Jean diz que as composições da banda em estúdio são o foco no momento.
As trilhas sonoras que os tornaram queridinhos do público da música eletrônica, como para o filme "As Virgens Suicidas" (1999), de Sofia Coppola, também não estão em planos futuros.
Mas não é por falta de vontade. "É porque ninguém está nos chamando. Nós queríamos [fazer trilhas novamente]."

NO BRASIL

A dupla toca pela primeira vez no Brasil em outubro em São Paulo, no Festival Natura Nós; além de se apresentar ainda no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. As apresentações vão contar ainda com o baterista Alex Thomas.
No país, Jean quer muito ver "aquele grande Cristo no Rio" e conhecer lugares inspiradores. "Sei que o Brasil é um país muito sexy".

AIR
ONDE: Natura Nós (Chácara do Jóquei; av. Pirajussara, s/n)
QUANDO: 16/10, às 19h
QUANTO: de R$ 190 a R$ 500
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

Folha - Roberto Carlos vai fazer show exclusivo para mulheres

DE SÃO PAULO

O cantor Roberto Carlos vai proibir a entrada de homens em show a ser realizado no dia 21 de novembro no Anhembi, em São Paulo. Além da plateia, todos os postos de trabalho do show serão ocupados por mulheres.
A exceção serão os músicos da banda do cantor, que, mesmo assim, terá a ajuda de uma orquestra de cordas feminina no palco.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta sexta-feira (27). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Segundo Dodi Sirena, empresário do cantor, a ideia do show foi de Hebe Camargo.
A renda da festa será revertida para uma entidade voltada para a prevenção de doenças como o câncer de mama.

Folha - Casal lança CD com hits de bandas indies paulistanas

EDITORA DO GUIA FOLHA

Basta o vocalista Tatá Aeroplano cantarolar os primeiros versos da música "Dê" para o público botar os braços para cima e acompanhá-lo em "dê amor/ dê paixão / dê espera / dê espermaaaa".
Canções como essa, da banda Cérebro Eletrônico, que quase nunca tocam nas rádios, mas são famosas nos palcos "indies", inspiraram o casal Miranda Kassin e André Frateschi a gravar "Hits do Underground", disco que será lançado em setembro.
Miranda é conhecida pelas performances como Amy Winehouse no espetáculo "I Love Amy". Já Frateschi é o David Bowie da banda Heroes.
Ambos fazem shows semanais, sempre lotados, no clube Studio SP, onde lançaram os projetos. Estão em cartaz há dois anos e meio e cinco anos, respectivamente. São, eles próprios, dois ícones do underground.
A ideia da coletânea surgiu no Studio SP, sugestão do empresário Alexandre Youssef e do produtor Plinio Profeta --o responsável pelo álbum. O repertório deveria ser de artistas dos anos 2000, de diversos Estados. A exceção é Os Mulheres Negras, banda que, para Frateschi, é precursora desse submundo.
"É o retrato de uma cena movimentada, que não chega ao grande público", diz Frateschi. "Um almanaque dessa geração, a primeira que teve de arregaçar as mangas para fazer seus próprios discos, sem depender das gravadoras."
Foram muitas horas de audição para chegar às 11 faixas, de artistas como Curumin, Wado, Rubinho Jacobina e Wander Wildner, além das bandas Mombojó, Odegrau, Vanguart e Ludov.
"São grandes poetas, como o Peri Pane [Odegrau] ou o Wado, que estão inventando um novo jeito de fazer música, mas ainda não têm os holofotes merecidos", afirma Frateschi.

FORMATO POP

"Hits do Underground" pode ser a luz que faltava para desvendar esse pessoal, já que, com os covers, Miranda e André atraem um público bastante amplo. O formato pop dado às canções também ajuda, com referências de Amy Winehouse, David Bowie, Iggy Pop, Jackson 5 e Mr. Coconut, entre outros.
"A música 'Magrela Fever', do Curumin, é um funk com o freio solto; na nossa versão, se tornou um passeio de bicicleta ao cair da tarde", descreve Frateschi.
Entre os desafios de gravar o CD, conta Miranda, estava o de fazer uma interpretação mais contida e em português.
"Tive de buscar uma delicadeza característica do português, muito diferente do inglês, que permite uma entonação mais exagerada", afirma ela. "Não dá para inventar nada com a voz porque fica cafona."
Se soltar mesmo só no palco, em 18 de setembro, no Comitê (r. Augusta, 609), em show de lançamento com a participação de vários músicos presentes no "Hits do Underground" --que deve ter volume dois muito em breve.

JT - Canções tristonhas dos vencedores do Oscar

Jornal da Tarde

Um músico irlandês conhece uma pianista tcheca. Eles se apaixonam e começam uma parceria musical impensável. A história do filme ‘Apenas Uma Vez’, de 2006, mas só lançado em 2008 no Brasil, é parcialmente real. Os protagonistas, Glen Hansard e Markéta Irglová, de fato são músicos, tocam juntos no duo folk ‘The Swell Season’ e, sim, eles namoraram.
Com trilha sonora inteirinha deles, o longa foi premiado com o Oscar de melhor canção original em 2008 e alavancou a carreira da dupla, embalada pela música ‘Falling Slowly’. “Nós nunca imaginamos isso. Já foi uma surpresa enorme saber que fomos indicados. Depois, tudo ficou tão surreal. Foi difícil passar a receber tanta atenção”, diz Glen, em entrevista ao JT.
“Mudou minha vida de todas as maneiras possíveis. Antes de ganhar o Oscar, a música era apenas um hobby para mim. Desde então, é a minha ocupação”, completa Markéta. A dupla faz sua primeira apresentação no Brasil hoje, no HSBC. Amanhã, tocam no Rio de Janeiro,Glen e Markéta se conheceram há nove anos, nas contas dele. O irlandês tem 40 anos e é vocalista do The Frames. Numa viagem à República Tcheca, o músico e sua banda ficaram na casa da família Irglová. A moça tinha então 13 anos. Foi só em 2003 ou 2004, Glen não tem certeza, que eles começaram a tocar juntos. O irlandês ao violão, ela ao piano, e o vocal dividido entre os dois.
O romance já não existe mais, mas a carreira continua. Em julho deste ano chegou às lojas brasileiras o disco ‘Strict Joy’ (pela Som Livre, com preço sugerido de R$ 24,90), o terceiro disco da dupla. Nele, estão 13 faixas inéditas e três versões ao vivo – ‘Falling Slowly’ está entre elas, claro. O nome do disco é o mesmo de um poema do irlandês James Stephens. Glen explica: “o poema fala da necessidade de um homem achar a verdade”.
Em ‘Strict Joy’, a dupla soa menos carente, mas mantém as letras profundas, mais introspectivas. “Eu gosto de todo tipo de música que contém melodias fortes, com letras de forte significado. Gosto das letras de Leonard Cohen e Nick Cave, por exemplo”, explica Markéta. A música de abertura do disco, ‘Low Rising’, é uma prova disso. “Eu quero levá-la para o penhasco/ Eu quero me jogar/ E ver que o grande oceano tem/ Eu quero transformar isso/ Eu quero beber com você/ A noite toda, até cairmos/ Até cairmos”, canta Glen, num vocal rasgado e agressivo. A faixa faz parte da trilha sonora de ‘Passione’, atual novela das 9 da Globo.
Para esta mini-turnê pelo Brasil, veio também a banda The Frames, liderada por Glen. “Seremos em seis pessoas no palco, eu, o Glen e os meninos do The Frames. Vamos tocar músicas da trilha sonora do filme ‘Apenas Uma Vez’, assim como do ‘Strict Joy’. Temos tocado também canções que ainda não gravamos e outras do The Frames. O show fica mais dinâmico assim. Mas devemos apresentar o máximo possível de músicas do longa”, diz Markéta.
A primeira vez no Brasil tem um significado especial para ambos: eles são fãs de Caetano Veloso. “Ele é meu herói”, conta Glen. “Estou muito ansioso para conhecer o país dele. Meu amigo Damien Rice (músico irlandês que esteve no Brasil em 2009) me falou muito bem daí”.

JB - Roberto Carlos proibirá entrada de homens em seu show no Anhembi

Portal Terra

SÃO PAULO - De acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, Roberto Carlos proibirá a entrada de homens no show que realizará no dia 21 de novembro no Anhembi, em São Paulo. Em entrevista à publicação, Dodi Sirena, empresário do cantor, disse que porteiros, garçons, engenheiros de som e todos os outros cargos de produção serão ocupados por mulheres.
A exceção ficará por conta dos músicos da banda de Roberto Carlos, que contará com uma orquestra de cordas composta somente por mulheres. Segundo o empresário, a ideia partiu de Hebe Camargo e toda a renda arrecadada será doada a uma entidade voltada para a prevenção de doenças como o câncer de mama.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 26/08/2010

Estado de São Paulo

"Começam as vendas para camarote especial no show do Bon Jovi".

Folha de São Paulo

"Anti-Pop Consortium mostra sua releitura do hip-hop em SP".

"Cantor Roberto Carlos será atração principal do centenário do Corinthians".

Jornal da Tarde

"Joyce relança ‘Feminina’ 30 anos depois".

Jornal do Brasil

"Pete Doherty e Libertines têm volta triunfal em Londres".

Estadão - Começam as vendas para camarote especial no show do Bon Jovi

estadão.com.br

Durante o show do Bon Jovi, que acontece no dia 06 de outubro no Estádio do Morumbi, em São Paulo, os fãs do cantor poderão assistir a apresentação em um local privilegiado, com acesso direto à pista e como todo o conforto de um open bar e open food.
Trata-se do Stadium Boogie, organizado pela consagrada casa noturna Boogie para comemorar seus 10 anos. O camarote, com localização privilegiada, terá acesso à pista e visibilidade total do palco e vai oferecer open bar e food. Embora a previsão de término do show seja 23h30, a festa no camarote Stadium Boogie continua até às 2h00 com um set list especial dos DJ´s residentes da Boogie Disco Ricardinho, William Haas, Badinha e Fernandinho Younis.
As camisetas-convite já estão à venda. O 1º lote de 200 ingressos terá o valor de R$ 500,00 para homens e mulheres (open bar e food e o ingresso para o show – camarote e pista).

Serviço:

Camarote Stadium Boogie – Show do Bon Jovi

06 de outubro de 2010

Local: Estádio do Morumbi

Horário: 18h30 até 2h00

Valor: R$ 500,00 (1º lote – homens e mulheres)

Forma de pagamento: em 02 parcelas nos cartões Visa, Mastercard e American Express.

Pontos de venda:

Boogie Disco – Rua Alvorada, 515 - Vila Olímpia - SP

Tel.: (11) 3168-8872 / 3168-4475

De 5ª a sábado das 22h00 às 04h00.

Heth Representações – Rua Tabapuã, 649, cj. 93 - Itaim Bibi - SP

Tel.: (11) 2177-4455

De 2ª a 6ª das 10h00 às 18h00, sábados das 14h00 às 18h00.





Folha - Anti-Pop Consortium mostra sua releitura do hip-hop em SP

DE SÃO PAULO

Responsável por um dos melhores discos de rap lançados no ano passado, o Anti-Pop Consortium faz seu primeiro show no Brasil neste sábado, em São Paulo.
O quarteto nova-iorquino está hoje entre os mais experimentais do hip-hop.
Desde sua estreia, em 2000, o grupo vem buscando novos formatos para o gênero. Gravou um disco com o pianista de free jazz Matthew Shipp e construiu, ao longo de cinco discos, um casamento sólido do rap com a música eletrônica _o que lhe valeu um contrato com a gravadora inglesa Warp, de nomes como Aphex Twin, Prefuse 73 e Flying Lotus.
"O Anti-Pop é uma ponte entre a música eletrônica dos anos 1980 e o hip-hop", diz à Folha, M. Sayyid, um dos três MCs do quarteto, sobre a sonoridade do grupo.
O show terá como base "Fluorescent Black" (2009), disco que marca a volta do grupo depois de uma separação de cinco anos.
"Eu diria, para ser politicamente correto, que nós tivemos diferenças e ainda temos, mas conseguimos lidar com elas de uma maneira produtiva", diz Sayyid.
A separação fez com que os integrantes desenvolvessem novos projetos.
Os outros dois MCs do grupo, Beans e High Priest, lançaram discos em carreira solo --e ambos estiveram no Brasil mostrando esses trabalhos. Priest ainda formou com Sayyid o Airborn Audio, projeto que eles mostram em show hoje à noite no Sesc Santana e que carrega influência do dub jamaicano.
"Por causa de nossas carreiras paralelas, estamos muito mais confiantes e isso se reflete nas letras deste disco do Anti-Pop", diz Sayyid.
A apresentação do quarteto no sábado é precedida pelos shows de Rodrigo Brandão & Mauricio Takara e Afasia, que também trazem influência da eletrônica ao rap.

AIRBORN AUDIO
ONDE: Sesc Santana (av. Luiz Dumont Villares, 579, tel. 2971-8700)
QUANDO: hoje, às 21h
QUANTO: R$ 3 a R$ 12
CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

ANTI-POP CONSORTIUM
ONDE: Sesc Pompeia (r. Clelia, 93, tel. 3871-7700)
QUANDO: sábado, às 21h30
QUANTO: R$ 5 a R$ 20
CLASSIFICAÇÃO: 18 anos

Folha - Cantor Roberto Carlos será atração principal do centenário do Corinthians

DE SÃO PAULO

As comemorações do centenário do Corinthians devem ter como atração principal o cantor Roberto Carlos.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (26). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
A festa está agendado para o dia 27 de setembro, no Anhembi, e deverá contar com mais de 2.000 convidados.
O presidente Lula, torcedor fanático do Timão, deve estar na festa e deverá se encontrar pela primeira vez com o cantor.

JT - Joyce relança ‘Feminina’ 30 anos depois

Jornal da Tarde

Aos 19 anos, a cantora e compositora carioca Joyce, então novata de tudo na música brasileira, causou alvoroço no 2º Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro, em 1967, ao classificar sua ‘Me Disseram’. Na época, uma mulher, sobretudo jovem como ela, cantando algo como “me disseram que meu homem não me ama” era ousado demais. Era uma garota dando voz a uma música sobre a alma feminina na primeira pessoa. “Chegaram a afirmar que minha postura era muito feminista, sem eu saber o que era isso”, lembra ela, hoje aos 62 anos, em entrevista ao JT.
Em 1980, treze anos depois do Festival de 67, Joyce acabava de retornar de um período de quatro anos longe das atividades musicais, para se dedicar às filhas, quando lançou o álbum Feminina, pela EMI-Odeon. Com esse trabalho, a compositora voltava a flertar com um universo que lhe era tão íntimo, confortável e essencialmente feminino.
Considerado um marco na sua carreira, o disco reuniu faixas que abasteceram o repertório de muitos outros intérpretes, como Elis Regina, Milton Nascimento, Nana Caymmi, Maria Bethânia e Quarteto em Cy, para citar alguns exemplos. E foi de onde saiu a tocante ‘Clareana’ – composta em parceria com Maurício Maestro, em homenagem às filhas Clara e Ana –, que fora classificada no Festival MPB-80 e projetou a cantora nacionalmente.
Agora, 30 anos depois, ‘Feminina’ é lançado pela primeira vez em CD. Para esta reedição comemorativa, Joyce escreveu um texto para o encarte, relembrando tal momento tão importante de sua vida e trajetória profissional. Nesta entrevista exclusiva, ela fala sobre a repercussão de Me Disseram, a importância do disco ‘Feminina’ e o atual mercado de compositoras no Brasil.

Como surgiu a ideia de relançar ‘Feminina’, após 30 anos?

Foi algo muito espontâneo. Já vinham ocorrendo algumas manifestações. Um blog falou do álbum no Dia Internacional da Mulher. Apareceram notinhas na imprensa lembrando esses 30 anos. Foi um disco que ficou no imaginário das pessoas. É a primeira vez que sai em CD dessa forma. As músicas dele já haviam saído numa série que existiu no Brasil no início dos anos 90, chamada 2 em 1. Era praticamente uma compilação de músicas minhas. Mas, no exterior, em locais como Londres e Tóquio, nunca saiu de catálogo.

Você o consdera um marco na sua carreira?
Foi muito importante, embora não tenha sido meu primeiro disco. Mas foi meu projeto mais autoral, com letras minhas. Tive controle total sobre ele. Fiz os arranjos, com tudo baseado no violão. Além disso, quase todas as músicas são sucessos e foram cantadas por outras pessoas. Elis Regina gravou Essa Mulher, revivida depois pela filha Maria Rita. Bethânia gravou Da Cor Brasileira. A canção Mistérios é uma das mais gravadas – até pela Annie Lennox (cantora escocesa, a voz do Eurythmics). A música Feminina foi tema do seriado Malu Mulher, da Globo. Foi uma coisa completamente surreal.

E ‘Aldeia de Ogum’ parou nas pistas europeias, não foi?
Sim. Acho que o primeiro a tocar foi o DJ Gilles Peterson, mas sem remix. Foi da forma como havia sido gravada. Depois, outros DJs começaram a tocá-la também, mas já remixada. Era início dos anos 90. Em 93, eu já havia feito shows no exterior, mas estava me apresentando pela primeira vez em Londres. De repente, vi que ganhei um público muito jovem. Levei um susto. Tinha uma garotada de cabelo verde

Suas filhas Clara e Ana participaram da faixa ‘Clareana’ e hoje são cantoras. Foi no disco que elas estrearam?
Não. Elas sempre cantaram. A primeira gravação que fizeram foi com Egberto Gismonti, em Dança das Cabeças.

Qual seu olhar sobre este álbum, 30 anos depois?
Ele pode ser avaliado sob vários primas. Pelo prisma conceitual, fala muito sob o ponto de vista feminino. Eu já fazia isso desde meu primeiro disco, em 1968. O que era algo chocante naquela época de Ditadura Militar. Em 80, houve um certo boom de cantoras novas. Muitas pessoas me tomavam como uma dessas novas intérpretes, por eu ter ficado um tempo afastada. Havia, ainda, uma predominância lésbica entre as cantoras nessa época e, quando fiz o Feminina, acharam que era provocação (risos)

Por que você havia dado um tempo antes de gravar ‘Feminina’?
Fiquei quatro anos afastada, por causa das minhas filhas. Mas gravei dois discos fora do Brasil, o Passarinho Urbano, em 76, na Itália, e Natureza, em 77, nos Estados Unidos. Mas este último nunca chegou a ser lançado, por alguns problemas contratuais, entre outros motivos.

Por que acha que ‘Me Disseram’, defendida no Festival da Canção, de 67, causou impacto?
O que eu fiz ali foi dar um passo maior do que a perna. As letras tinham esse tom que a bossa nova não usava. Eram ousadas. O texto no feminino, naquele momento, não era apropriado para uma mulher, principalmente com 19 anos. Eu não tinha referências de compositoras brasileiras nessa linha. As músicas de Dolores Duran e Maysa tinham letras neutras, que não usavam a primeira pessoa no seu gênero. Realmente, eu não via problema em cantar no feminino, sendo eu mulher, como já havia na música francesa e na americana. Acho que Não Muda Não, que eu fiz aos 18 anos, poderia ser bem mais impactante, pois fala de uma mulher que não sonha em ter um marido, apenas quer aquele homem. Mas como essa composição não participou de festival, não teve repercussão.

Como era o mercado de compositoras naquela época?
Começaram a aparecer Angela Ro Ro, Fátima Guedes. Havia a Sueli Costa, mas ela era compositora de música, não de letra. Outra que é contemporânea minha, mas que só depois começou a escrever na primeira pessoa do feminino, é a Rita Lee.

Por que você acha que a mulher demorou tanto para se mostrar como autora?
Eu dizia que não era feminista, mas comecei a ser. No dia em que solucionarem o problema racial, a diferença entre os sexos vai continuar. Somos a última questão a ser resolvida.

Existe atualmente uma nova e forte geração de compositoras. Você as conhece?
Hoje em dia, está chovendo cantoras e compositoras. Sem querer citar nomes e já citando, conheço a Giana Viscardi.

Na sua opinião, que compositor homem consegue captar a alma da mulher, ao escrever na primeira pessoa do feminino?
Chico Buarque é uma unanimidade. Acho que ele tem um encosto, baixa uma santa nele (risos).

JB - Pete Doherty e Libertines têm volta triunfal em Londres

Agência AFP

LONDRES - Pete Doherty e seu grupo original, The Libertines, protagonizaram na noite de quarta-feira um retorno triunfal em Londres, na primeira apresentação ao público da formação original da banda em seis anos.
Pete Doherty, Carl Barat, John Hassall e Gary Powell tocaram no HMV Forum, uma casa de espetáculos no bairro de Camden, na zona norte da capital britânica, onde haviam se apresentado na terça-feira para a imprensa e um grupo de amigos.
O quarteto, que gravou dois álbuns antes da separação, em 2004, em consequência da vida atribulada de Doherty, subiu ao palco e fez um show com versão acústicas de seus sucessos.
Todos os olhares estavam voltados para Doherty e Barat. A expectativa era observar uma possível tensão entre os dois como nos velhos tempos, quando as brigas acabaram provocando o fim da banda.
Mas nenhuma confusão aconteceu e, ao longo de 80 minutos, os Libertines cantaram como velhos amigos, com destaque para o hit "Can't Stand Me Now", para um público composto desta vez por fãs que conseguiram os ingressos por sorteio.
Doherty encerrou a apresentação tocando gaita, com os quatro integrantes do grupo abraçados.
O The Libertines deve se apresentar na sexta-feira em Leeds e no sábado em Reading, nos dois festivais de rock mais importantes do verão inglês.
O grupo teve seu momento de glória no início da década. O primeiro álbum, "Up The Bracket", foi eleito o melhor álbum britânico dos últimos 10 anos pela revista NME.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 25/08/2010

Folha de São Paulo

"Prêmio Multishow privilegia público teen".

"Gravações inéditas de Johnny Alf surgem em CD".

"Susan Boyle cantará para o papa em missa no Reino Unido".

Jornal da Tarde

"Inspiração que vem do mar, show de Luciana Oliveira na Sala Crisantempo".

Folha - Prêmio Multishow privilegia público teen

DO RIO

A 17ª edição do Prêmio Multishow de Música Brasileira, que teve os vencedores anunciados na noite desta terça-feira, no Rio de Janeiro, não trouxe surpresas além de confirmar a popularidade de bandas que caíram no gosto do público adolescente.
O troféu mais aguardado da noite, o de Melhor Grupo, ficou com os garotos da banda paulista Cine, numa disputa em que perderam Skank e Titãs. De acordo com os organizadores do evento, os premiados nas 13 categorias foram eleitos por mais de 30 milhões de votos de espectadores pela internet. Nenhuma banda ou músico ganhou mais de um prêmio.
A festa de entrega teve shows da banda inglesa Bombay Bicycle Club, pela primeira vez no Brasil, de Caetano Veloso e Maria Gadú, que cantaram "Rapte-me Camaleoa", além de parcerias menos azeitadas como a da baiana Claudia Leitte e a dupla sertaneja Victor & Leo cantando juntos Legião Urbana.
Os apresentadores Fernanda Torres e Bruno Mazzeo destacaram-se no palco com boas tiradas. Fernanda sentou-se no colo de Fiuk, ídolo teen do momento e filho de Fábio Jr., para se queixar. "Eu era nova demais para o seu pai e sou velha demais para você", disse.

Veja a lista dos premiados:

Melhor Instrumentista
Rodrigo Tavares (Fresno)

Melhor Música
Restart ("Recomeçar")

Revelação
Luan Santana

Melhor Clipe
NXZero ("Espero a Minha Vez")

Melhor DVD
Pitty ("Chiaroscope")

Melhor Grupo
Banda Cine

Melhor Show
Ivete Sangalo

Melhor Cantor
Samuel Rosa (Skank)

Melhor Cantora
Ana Carolina

Melhor Álbum
Maria Gadú ("Maria Gadú")

Artista Sertanejo
Victor & Leo

Experimente
Móveis Coloniais de Acaju

TVZé
Thiago Cardoso (As Máscaras - Cláudia Leite)

Folha - Gravações inéditas de Johnny Alf surgem em CD

DE SÃO PAULO

Em seus últimos 15 anos, o cantor, compositor e pianista Johnny Alf (1929 -2010) viveu de dinheiro obtido em shows intimistas, feitos sobretudo em pequenos clubes de jazz e no circuito paulista do Sesc.
Para público quase sempre restrito, Johnny fazia o diabo. Recriava as próprias canções, desconstruía repertório alheio, mostrava material inédito, promovia jam sessions com convidados, de Cauby Peixoto a Ed Motta.
Ao menos 20 dessas apresentações foram gravadas em áudio, então sem maiores pretensões, pelo empresário do artista, Nelson Valencia.
O material está em fase de tratamento e, ainda neste ano, chega ao público dentro de uma caixa, a ser lançada pela gravadora Lua Music.
Sob os cuidados do produtor Thiago Marques Luiz (que dirigiu álbuns recentes de Wanderléa e do próprio Cauby), o projeto inclui mais dois discos. Um é dedicado aos sucessos de Johnny. Outro, às canções obscuras.
Estão recrutados para o álbum de hits --se é que a palavra "hit" cabe a compositor tão sofisticado-- artistas que compartilham do mesmo universo artístico.
"Não tem nenhum gaiato no disco", diz Thiago. "Só convidamos gente que gostava dele, e de quem sabíamos que ele também gostava."
Estão na lista Joyce (cantando "Fim de Semana em Eldorado"), Toquinho ("Rapaz de Bem"), Leny Andrade ("O que É Amar"), Claudette Soares ("Gesto Final"), Emílio Santiago ("Nós"), Zé Renato ("Céu e Mar") e Wanderléa ("Ilusão à Toa").
O álbum com os temas desconhecidos de Johnny é projeto pessoal de Alaíde Costa --a intérprete predileta do compositor, segundo o próprio chegou a declarar.
Já totalmente gravado, o disco dela inclui canções como "Escuta", "Como Dois Corações e meu Sonho" e "Tema da Cidade Longe".
Também está programado para este ano o lançamento de uma biografia de Johnny Alf dentro da Série Aplauso, da Imprensa Oficial.
O livro foi escrito pelo jornalista e pesquisador João Carlos Rodrigues e se apoia em entrevistas com músicos, produtores e amigos do artista desde a adolescência, além de um depoimento de uma hora e meia colhido do próprio Johnny.
Para Rodrigues, o mais importante a ressaltar é que, apesar do final um tanto solitário, o artista não se encaixa no hall dos "injustiçados".
"Tudo o que ele fez foi porque quis. Até 60 e poucos anos, ele bebia muito, era agressivo, faltava aos compromissos. Foi quase um Tim Maia da bossa nova", compara Rodrigues. "Quando parou de beber, se tornou uma pessoa muito fechada".

Folha - Susan Boyle cantará para o papa em missa no Reino Unido

DA EFE, EM LONDRES

Susan Boyle, a ex-desempregada escocesa que ganhou fama internacional em um concurso de talentos na televisão, cantará para o papa, que visitará o Reino Unido em setembro, confirmou nesta quarta-feira um porta-voz da cantora.
Susan atuará durante a missa ao ar livre que Bento XVI vai realizar em Glasgow (Escócia) no dia 16, interpretando três canções, entre ela sua versão de "I Dreamed A Dream", do musical "Os Miseráveis", que fez com que ganhasse fama em 2009.
"Poder cantar para o papa é um grande honra, é algo com o que sempre sonhei. É indescritível. Sempre quis cantar para Sua Santidade, e não posso expressar com palavras minha felicidade pelo fato de este desejo se tornar realidade", disse a cantora de 49 anos ao jornal "Daily Record".
"A visita do papa é um acontecimento muito grande para os católicos escoceses. Minha fé é a base da minha vida. Eu rezo o terço todos os dias, e me sinto muito próxima de minha religião", disse Susan, que antes de se tornar famosa trabalhava como voluntária em uma igreja da localidade onde vivia.
A cantora disse que a visita será especial como lembrança de sua falecida mãe Bridget, de quem cuidou até os últimos dias: "sei que ela não estará ali fisicamente, mas esteve em Bellahouston Park em 1982 (durante a visita do papa João Paulo II) e sei que voltará a estar espiritualmente, sei que estará com todos nós".
O porta-voz de Susan ressaltou que a atuação "não será um show, mas fará parte de um evento religioso", do qual também participará um coro formado por 800 pessoas.
A cantora cantará também o hino religioso "How Great Thou Art" e interpretará uma canção de despedida para Bento XVI no momento em que o Pontífice deixar do parque onde acontecerá a missa rumo ao aeroporto de Glasgow, de onde voará rumo a Londres para seguir sua visita de quatro dias ao Reino Unido.
A visita de Bento XVI ao Reino Unido será a primeira oficial de um papa ao país, já que a viagem realizada por João Paulo II há 28 anos teve caráter pastoral.
Durante a visita, o Pontífice será recebido pela rainha Elizabeth II, que é a maior representante da Igreja da Inglaterra, no Palácio de Holyroodhouse em Edimburgo (Escócia).

JT - Inspiração que vem do mar

Jornal da Tarde

O mar lembra música, e a música lembra o mar. Inúmeras canções na bossa nova, na MPB, no rock e no samba mostram que a relação entre o balanço das ondas e os compositores sempre foi próxima. A brasiliense Luciana Oliveira foi tocada por essa proximidade ainda na infância. Desde quando consegue se lembrar, a cantora e compositora de 33 anos viajava anualmente com os pais cariocas para o Rio de Janeiro. Na adolescência, o roteiro mudou, mas não o tipo de paisagem: o mar da praia de Vila Velha, no Espírito Santo.
Quando o Sol se punha, o resto da família se recolhia e Luciana caminhava sozinha pela beira do mar. “Gostava de ficar observando aquele momento em que o céu e a água parecem um só”, conta. Tamanha fixação foi traduzida numa canção: Marujá. “Me guio pelas estrelas/ Pra encontrar um lugar/ Onde o escuro do céu/ Se funde ao escuro do mar”, canta Luciana, backing vocal do Natiruts, que lança seu primeiro disco solo, com o sugestivo nome O Verde do Mar. Hoje, ela faz a primeira apresentação deste álbum na sala Crisantempo, na Vila Madalena.
Tão forte é a relação dessa brasiliense com o oceano que as três músicas compostas por ela para o CD o têm como temática. Ouvi-las é quase como ser teletransportado para Vila Velha. “É sempre esse mar que vem à minha cabeça quando componho”, diz.
Em Rainha das Águas, Luciana tenta desvendar os segredos das águas. “Ondas do mar que me contam os seus medos/ Ondas do mar que me contam os segredos”. Tudo ao som de um belo dedilhado de João Ferreira e percussão de Lander Mota. O baixo acústico de Oswaldo Amorim sustenta o peso necessário para a canção, que soa triste e melancólica. Outra composição de Luciana mostra sua forte ligação com a música afro-brasileira, iniciada quando cursava Artes Cênicas na Universidade de Brasília, em 2000.
Lá, ela teve contato com maracatus e afro-sambas, estilos pelos quais se apaixonou. “Foi uma identificação natural. Primeiro porque sou negra e todas as tradições que remetem à chegada dos negros no Brasil me interessam. Gosto de saber como essa cultura foi difundida”, conta Luciana. “Tudo está na música, na cultura brasileira”. Foi também em Brasília que ela conheceu a obra da sambista Clementina de Jesus e da cantora Clara Nunes. “Comecei a buscar e pesquisar mais. Estudei samba de roda, música do recôncavo baiano”. Essas referências aparecem no disco, ligadas ao samba ou ao afoxé.
Mas nos palcos, a cultura africana vai ganhar ainda mais evidência. No repertório, além das faixas do CD, Luciana irá se aventurar por músicas africanas. Entre elas, Vazulina, do cabo-verdiano Pantera. “Ouço muito canções de países como Cabo Verde, Mali e Nigéria”, explica a artista.
A cantora confessa, ainda, ser fã de Michael Jackson – e promete fazer ao vivo uma releitura do Rei do Pop. “Adoro o trabalho dele. Quando pensamos em fazer o show, propus que cantássemos uma música de Michael, mas com a nossa pegada”. A escolhida foi Wanna Be Starting Something, primeira faixa do emblemático disco Thriller, de 1982.
É possível também que os fãs de reggae reconheçam logo o timbre firme da voz de Luciana. Desde 2006 ela faz os backing vocals da também brasiliense banda Natiruts, liderada pelo seu primo, Alexandre Carlo. O que causa um certo problema para conciliar as agendas. “Priorizo minhas apresentações para o meio da semana, enquanto as do Natiruts ocorrem aos finais de semana”. E assim Luciana segue. Indo e vindo, como o balanço do mar de Vila Velha.

DIVIRTA-SE
Show de Luciana Oliveira. Sala Crisantempo.
Rua Fidalga, 521,
Vila Madalena.
Telefone: 3814-2850
Hoje, às 21h.
Preço: R$ 30.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 24/08/2010

Estado de São Paulo

"Tenor Andrea Bocelli vai estrear no Metropolitan de Nova York".

"Sai em DVD documentário sobre Martinho da Vila".

Folha de São Paulo

"Veja o novo clipe da cantora Katy Perry, "Teenage Dream"".

Jornal da Tarde

"O subúrbio está em chamas,com o lançamento de ‘The Suburbs’,da banda Arcade Fire".

"Iron Maiden sem o gás (e os riffs) de antes".

Jornal do Brasil

"Girl band britânica The Saturdays quer conquistar os EUA".

Estadão - Tenor Andrea Bocelli vai estrear no Metropolitan de Nova York

REUTERS

O popular tenor italiano Andrea Bocelli vai se apresentar no ano que vem pela primeira vez no teatro Metropolitan Opera House, em Nova York, anunciou a casa na segunda-feira.
Bocelli, de 51 anos, já vendeu 70 milhões de discos no mundo e é conhecido pela fusão que realiza entre os gêneros clássico e popular -- ainda que alguns críticos considerem que sua voz carece de técnica.
Ele fará uma única apresentação no Met, em fevereiro, cantando um programa de compositores como Beethoven, Wagner, Strauss e Tosti.
Um agente de Bocelli destacou a importância dessa apresentação para o artista, que nunca se apresentou em alguns teatros importantes como o La Scala, de Milão, e a Royal Opera House em Covent Garden (Londres).
Ele já cantou na Staatsoper de Viena (Áustria), na Deutsche Oper de Berlim (Alemanha), no festival Puccini de Torre del Lago (Itália), na Filarmônica de Nova York e no Carnegie Hall (EUA), entre outros palcos relevantes do mundo.

Estadão - Sai em DVD documentário sobre Martinho da Vila

AE - Agência Estado

"Eu nasci numa fazenda/ E fui criado na favela/ Namorei mulher casada/ Fui homem de moça donzela/ Treze anos de caserna/ Me deram boa lição/ Fui formado na Vila Isabel/ Fiz do samba profissão." Os versos autobiográficos abrem o documentário "Filosofia de Vida - O Pequeno Burguês", que retrata uma das figuras centrais do samba carioca, hoje com 72 anos. Logo se ouve a voz mansa de Martinho da Vila. Ele começa contando que nunca planejou ser artista, e que em vários momentos pensou em parar. O sucesso não permitiu.
Rodado nos últimos dois anos, o filme, que está saindo em DVD pela MZA Music e o Canal Brasil e conta com interessantes imagens de arquivo (de shows, de velhos carnavais), emocionou Martinho demais. Não só pela homenagem, mas pelo fato de todos os seus oito filhos (cinco dos seis adultos envolvidos com música) terem aparecido na tela, assim como as fotografias de sua mãe, dona Teresa, falecida. Além dos relatos da família, o documentário traz também depoimentos de admiradores, como o pagodeiro Dudu Nobre e o poeta Ferreira Gullar, e registros de viagens com sua banda.
Mais do que qualquer imagem, o que arrebata é o espírito de Martinho, traduzido na fala macia, nas músicas. Nas cenas no rio, pescando (e depois devolvendo o peixe à água, para que siga seu caminho), nas passagens em Duas Barras, sua cidadezinha, no interior do Rio (onde tem sua fazenda e o Instituto Cultural Martinho da Vila, na casa em que nasceu, e que desenvolve ações sociais e culturais com a comunidade). "O que eu mais gosto mesmo é o caminho até Duas Barras", ele diz, na estrada. "A vida nossa é tão corrida que a gente passa pelas coisas sem ver. Eu sou aquele que procura ter olhos de ver."
Esse é o Martinho da Vila Isabel, a escola de samba da zona norte do Rio da qual é símbolo desde 1965, e à qual tanto se doou, artística e administrativamente, sem nada pedir em troca; da fama com "Canta Canta, Minha Gente", "Madalena do Jucu", "O Pequeno Burguês", "Devagar, Devagarinho", "Mulheres" e "Disritmia"; da incursão africana, que vem dos anos 80; da literatura (publicou dez livros e chegou a concorrer a uma vaga na Academia Brasileira de Letras este ano).

Curiosidades

O filme mostra passagens pouco conhecidas da vida de Martinho, para além da Vila Isabel e dos sucessos colecionados em mais de 40 discos gravados (o primeiro foi em 1969, e já tinha alguns dos versos que se tornariam os mais famosos de sua carreira, como os de "Casa de Bamba" e "Quem É do Mar Não Enjoa"). Histórias como a do menino de 10 anos que se encantou com ele em Angola, numa de suas muitas passagens pelo país, e o seguiu até o Rio, burlando a segurança de aeroportos pelo caminho. Sozinho. O episódio é dos anos 80. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Folha - Veja o novo clipe da cantora Katy Perry, "Teenage Dream

DE SÃO PAULO

"Teenage Dream" é a segunda música de trabalho do disco de mesmo nome de Katy Perry. O vídeo foi gravado no mês passado na cidade-natal da cantora, em Santa Barbara, na Califórnia. Dirigido por Yoann Lemoine, o clipe tem Katy Perry fazendo par romântico com o modelo e ator Josh Kloss, que fez o seriado "The O.C.", e tem participação de amigos pessoais da cantora.

JT - O subúrbio está em chamas

Jornal da Tarde

Em 2004, uma faísca acendeu na cena indie independente, vindo diretamente de Montreal, no Canadá. Era o disco de estreia do septeto Arcade Fire: ‘Funeral’. Seis anos se passaram e a labareda só cresceu, se tornou um incêndio capaz de deixar sua marca por onde passa. Com o lançamento de ‘The Suburbs’, a banda se mostra mais madura. Pronta para um estrelato cada vez mais iminente.
Lançado no início de agosto nos Estados Unidos e Europa – aqui acabou de ser distribuído, pela Universal –, o álbum foi bastante elogiado pela crítica. Na primeira semana, foram vendidas 156 mil cópias, colocando o CD no topo das paradas americanas e londrinas, desbancando o rapper Eminem. Desde 2004, o Arcade Fire lança um novo álbum a cada três anos. Foi assim com ‘Neon Bible’, de 2007, e agora, com ‘The Suburbs’.
Desta vez, o trabalho está mais maduro. E ainda mais difícil de classificar a banda. A sonoridade fundida entre o indie rock e folk, com uma pitada de música eletrônica, ganhou corpo. Há mais rock’n’roll puro, sem perder a criatividade de se incluir no som um acordeom e instrumentos de sopro, já muito característicos nas composições do grupo.
Vindos de uma safra de bandas indies como Arctic Monkeys e Franz Ferdinand, o Arcade Fire se diferencia por ter uma música menos dançante, no sentido saltitante da palavra. Não se ouve as faixas do ‘The Suburbs ‘e pronto, já se tem vontade de levantar e pular. Este é um disco para ouvir e curtir cada nuance, saborear as letras e os vocais melancólicos de Win Butler e Régine Chassagne, que são casados.
O show de lançamento em solo americano aconteceu em duas noites, no Madison Square Garden, com transmissão ao vivo no YouTube e direção de Terry Gilliam (’O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus’).
Em ‘Funeral’, a temática das faixas girava em torno da morte. Agora, é a vez de o subúrbio ser o alvo dos canadenses. O álbum é todo trabalhado e cada faixa conversa com a outra. É um convite para ouvir um tratado, dividido em 16 canções, sobre como é enfadonho crescer no cotidiano de um subúrbio – que em nada lembra as periferias do País, diga-se.
A transição entre as músicas é perfeita e ajuda a engatar ainda mais uma ideia na outra. A primeira e homônima música do disco, Butler introduz o ouvinte ao ambiente. “No subúrbio / eu aprendi a dirigir / E você me disse que eu nunca sobreviveria / Pegue as chaves da sua mãe, nós estamos de saída”. Em outro trecho da mesma música, o tédio floresce: “Você sempre pareceu tão certo / Que um dia nós estaríamos lutando / Numa guerra suburbana / A sua parte da cidade com a minha / Eu vejo você em pé do lado oposto / Mas no momento em que a primeira bomba cai / Nós já estamos entediados”. E por aí vai.
A BBC comparou a importância de ‘The Suburbs’ para o Arcade Fire como foi ‘OK Computer’ para o Radiohead, ambos o terceiro disco das bandas. Na melancolia das letras, talvez. O grupo inglês liderado por Thom Yorke foi fundados em 1985 e precisou de 11 anos para chegar ao aclamado e citado disco. A carreira do Arcade foi fulminante. Mas é preciso saber se eles se manterão no topo. Com ‘The Suburbs’, mostram que têm força para isso.

JT - Iron Maiden sem o gás (e os riffs) de antes

Jornal da Tarde

Quem já foi em algum show do Iron Maiden sabe que os momentos altos são quando todo o público acompanha, aos gritos, os solos de guitarra do trio Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers. Fear of The Dark ou The Number of The Beast são os preferidos. Mas quase todas as músicas da banda dos anos 80 até meados da década seguinte têm potencial para fazer qualquer arena balançar. Para a infelicidade dos fãs do heavy metal do grupo conhecido como Donzela de Ferro, isso não acontece mais. E o disco recém-lançado, The Final Frontier, é uma prova disso.
É compreensível pensar que os caras já estão na estrada há mais de 30 anos – o primeiro disco, homônimo, foi lançado em 1980 –, e que por isso, talvez, tenha acabado o gás para criar novas composições e, principalmente, poderosos riffs. Mas quem cresceu ouvindo os sucessos da banda ficará decepcionado com o novo disco. Em The Final Frontier, quase tudo traz uma sensação de “já ouvi isso antes”. Essa, porém, não é a pior fase vivida pelo grupo.
Quando o vocalista Bruce Dickinson saiu e foi substituído por Blaze Bayley, em 1994, a banda quase acabou. Os dois discos seguintes, The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) foram destruídos pela crítica e pelos fãs. A redenção aconteceu em 2000 com o lançamento do disco Brave New World, com a volta de Dickinson. Mas nunca mais manteve a excelência. Veio o insosso Dance of Death, de 2003, sucedido pelo bom A Matter of Life And Death, três anos depois.
Após a turnê mundial deste disco, a banda inglesa liderada pelo baixista Steve Harris excursionou com Somewhere Back In Time World Tour, que passou duas vezes pelo Brasil, em 2008 e 2009, e revisitava todos os clássicos do grupo. Todos mesmo.
Por isso, não é surpresa a grande expectativa pelo novo disco da banda. Após dois anos só tocando as músicas da fase áurea, justamente os anos 80 e começo dos anos 90, a inspiração viria fácil, não? Mas não foi o que aconteceu. No novo disco, o Iron Maiden parece mais cansado após uma longa sequencia de shows do que inspirado pelos sucessos do passado.
The Final Frontier, ao ser analisado separadamente do resto da extensa discografia da banda – este é o 15º disco de inéditas –, tem qualidade. Nenhum grande hit, mas também nenhuma faixa que “obrigue” o ouvinte a parar. Como todo disco do Iron, a arte gráfica de The Final Frontier é objeto de atenção. O mascote do grupo, sempre presente nos shows, o morto-vivo Eddie, agora se encontra no espaço sideral. Nada acolhedor ou povoado como visto em Guerra nas Estrelas o Jornada nas Estrelas. É nesse cenário sombrio que começa o disco.
A primeira faixa, Satellite 15… The Final Frontier conta a história de um astronauta solitário, que perde contato com a Terra e navega sem rumo certo pela Galáxia, esperando o fim e desejando dizer adeus à família. Tem referência até ao personagem mitológico Ícaro, retratado em Flight of Icarus, do disco Piece of Mind, de 1983. “Tão próximo do Sol/ Eu certamente queimarei/ Como Ícaro antes de mim”, canta Dickinson, na música escrita em parceria por Steve Harris e o guitarrista Adrian Smith.
Sem grandes novidades, é possível ouvir cada faixa e tentar encaixá-la num determinado disco da banda. Starblind, por exemplo, poderia facilmente entrar no set list de Brave New World.
Apesar de tudo, os ingleses já estão em nova turnê. Se as músicas novas não empolgam tanto, Harris e companhia sempre podem animar as multidões com um dos clássicos da banda. E isso, com certeza, eles têm de sobra.

Lançamento:
‘The Final Frontier’
Iron Maiden
EMI
Preço: R$ 32,90

JB - Girl band britânica The Saturdays quer conquistar os EUA

Portal Terra

LONDRES - As cinco garotas que formam a girl band britânica The Saturdays, nova sensação pop do Reino Unido, agora vão tentar conquistar os Estados Unidos, o maior mercado mundial de música. Após dois álbuns recheados de hits nas paradas britânicas e shows nos principais festivais da ilha, elas partiram para uma série de eventos nos Estados Unidos. Se der certo, elas podem repetir o fenômeno das conterrâneas do Spice Girls, que conquistaram o mundo na década de 90.
Mollie King, Una Healy, Frankie Sandford, Rochelle Wiseman e Vanessa White formaram o The Saturdays em 2007. No ano seguinte lançaram o primeiro álbum, Chasing Lights, que gerou quatro singles no top 10 da parada de singles britânica. Em 2009 saíram em turnê pelo Reino Unido para promover o primeiro disco e começaram a produzir o segundo, Worldshaker, lançado no mesmo ano. O primeiro single deste disco, Forever is Over, chegou ao segundo lugar da parada britânica.
As garotas lançaram em 16 de agosto o mini-álbum Headlines, que chegou ao segundo lugar da parada britânica de álbuns. Após fazerem shows em festivais ao ar livre no verão europeu, as garotas embarcaram nesta segunda do aeroporto de Heathrow rumo a Los Angeles, de onde pretendem "fazer a América". Em 12 de setembro elas voltam à Inglaterra para um show beneficente em homenagem aos soldados britânicos em serviço no Iraque e no Afeganistão, junto com Robbie Williams, James Blunt e Enrique Iglesias.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 23/08/2010

Folha de São Paulo

"Ásia se rende à voz da brasileira que canta em mandarim".

Jornal do Brasil

"Erykah Badu pede cardápio light para show em SP".

""Não precisamos de dinheiro", diz vocalista do Kings of Leon".

Folha - Ásia se rende à voz da brasileira que canta em mandarim

DE PEQUIM

A letra fala de navegar, o arranjo é em bossa nova e a cantora nasceu em São Paulo. Mas a música se chama "Bengawan Solo" e o barquinho desliza no azul de um rio na ilha de Java.
O improvável encontro se deve à nipo-brasileira Lisa Ono, 48. Com 21 anos de carreira, ela é a responsável pela popularização da bossa nova no Japão, onde vendeu mais de 200 mil cópias.
Os outros países asiáticos chegaram aos poucos, conta Lisa à Folha, por telefone. Apenas no ano passado, a "rainha da bossa nova", como ficou conhecida, foi a dez cidades chinesas, atraindo média de 2.000 pessoas por show, segundo ela. Também se apresentou na Tailândia, em Taiwan e em Cingapura.
O resultado é o recém-lançado "Ásia", com faixas em coreano, mandarim, malaio, bengali, tailandês, cingalês e mongol. Geralmente, são canções tradicionais. Caso de "Rasa Sayang", música folclórica malaia que ganhou arranjo próximo ao forró.

"ESTRADA BRANCA"

Embora tenha se mudado do Brasil para Tóquio nos anos 1970, aos dez anos, ela tem dupla cidadania, mantém o português intacto e produziu vários discos no Rio com músicos brasileiros.
Seu grande orgulho foi ter gravado "Estrada Branca" com Tom Jobim em 1994. "Foi maravilhoso. Ensaiei na casa dele, tinha um piano acústico Yamaha, tinha o som dos passarinhos."
Embora não viaje ao Brasil há dez anos, o contato com o país permanece por meio de artistas brasileiros que ajuda a levar ao Japão.
Há três anos, Paulo Jobim, Daniel Jobim e Miúcha viajaram até Tóquio, onde gravaram um álbum com Lisa. Neste ano, foi a vez de Dori Caymmi. "Sempre quando estou com saudades, em vez de eu ir, eu os chamo."

JB - Erykah Badu pede cardápio light para show em SP

Portal Terra

SÃO PAULO - Ao contrário de Mariah Carey, a cantora Erykah Badu pediu um cardápio bem light para seu show em São Paulo. De acordo com a coluna Olá!, do jornal Agora São Paulo, ela é vegetariana e pediu diversos alimentos naturais.
Na lista estão: ervilha, milho, cenoura, cogumelo, espinafre, aipo, sopas, frutas e massa sem ovo. Erykah Badu se apresenta em São Paulo no domingo, no Credicard Hall.

JB - "Não precisamos de dinheiro", diz vocalista do Kings of Leon

Portal Terra

NOVA YORK - Para quem ainda se questiona sobre a consolidação do Kings of Leon como banda, o vocalista Caleb Followill mandou um recado bem claro. O líder do grupo americano afirmou que os músicos "não precisam mais de dinheiro".
Atrações do V Festival, que aconteceu no último final de semana, os integrantes deram uma entrevista à rádio Virgin antes de subir ao palco. Caleb explicou que eles já ganharam dinheiro suficiente em seus álbuns anteriores. O vocalista afirmou que "já está rico o suficiente" e isso permite que a banda possa se concentrar diretamente em sua música.
O Kings of Leon prepara o lançamento de seu quinto disco de estúdio, chamado Come Around Sundown, previsto para outubro.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 20/08/2010

Estado de São Paulo

"Ricky Martin falará sobre fama e sexualidade em autobiografia".

Folha de São Paulo

"Barcelona pode multar Shakira por andar de moto sem capacete".

"Primeiras gravações de Ary Barroso não são lançadas por falta de verba".

Jornal do Brasil

"Simple Minds bota o público para dançar em show no Rio".

Estadão - Ricky Martin falará sobre fama e sexualidade em autobiografia

REUTERS

O cantor Ricky Martin revelará em sua autobiografia as lutas que enfrentou em sua carreira musical durante o caminho até a fama e ao aceitar sua sexualidade e paternidade.
As versões em inglês e espanhol do livro, intitulado "Me" e "Yo", respectivamente, serão publicadas em capa dura nos Estados Unidos em 2 de novembro, depois de ser adquirido pela Celebra, uma divisão da Penguin, informou a editora nesta quinta-feira.
Martin, de 38 anos, disse que estava escrevendo suas memórias em março, ao mesmo tempo em que anunciou ser homossexual, pondo fim a anos de especulações.
O cantor tornou-se pai de gêmeos em 2008, através de uma mãe de aluguel, e até o momento não foram fornecidos detalhes sobre a mulher ou o nascimento.
"Escrever este livro me permitiu explorar os diferentes caminhos e experiências que me levaram a ser quem sou hoje", disse o cantor de "Livin' la Vida Loca" em comunicado.
O artista porto-riquenho começou na banda Menudo e em meados da década de 1990 lançou carreira solo.

Folha - Barcelona pode multar Shakira por andar de moto sem capacete

DA FRANCE PRESSE, EM BARCELONA

A prefeitura de Barcelona está analisando a possibilidade de multar a cantora colombiana Shakira por "não dar o exemplo" e circular em uma motocicleta sem capacete pela cidade durante a gravação de um videoclipe, informou nesta sexta-feira uma porta-voz municipal.
Shakira também poder ser multada por entrar em uma fonte.
Na quarta e quinta-feira, a popular cantora gravou o primeiro videoclipe de seu novo disco, "Sale el Sol", na praia de Barceloneta, em Barcelona, onde andou de patins na orla e circulou na traseira de uma moto Harley-Davidson - sem capacete.
As imagens da gravação foram publicadas pelo jornal "El Periódico".
A prefeitura "analisará as imagens e as estudará" para definir "se houve infração" e se a cantora deve ser punida, explicou à AFP uma porta-voz da prefeitura.
As autoridades locais "lamentam que uma pessoa tão popular não dê o exemplo, sendo uma personagem pública" muito querida, sobretudo pela juventude, estimou a porta-voz.
O novo álbum de Shakira deve ser lançado no dia 2 de novembro.

Folha - Primeiras gravações de Ary Barroso não são lançadas por falta de verba

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

"Meus amigos. Quero deixar às futuras gerações alguma coisa que o tempo não destrua. Muita gente, daqui a muitos anos, irá ouvir falar no compositor popular Ary Barroso. (...) Se o meu objetivo for colimado, estarei perfeitamente tranquilo e compensado."
As palavras, de ninguém menos que Ary Barroso (1903-1964), abriam o LP "Encontro com Ary", de 1955.
Mais de meio século depois, o desejo do mineiro de Ubá que se tornou um dos mais importantes ícones da música brasileira ainda vale.
Uma caixa ambiciosa que resgata a obra completa do autor de "Aquarela do Brasil", reunindo em 20 CDs 318 de 323 gravações originais de músicas compostas por Ary --sambas, choros, valsas, foxtrotes, canções-- permanece sem perspectivas de chegar ao mercado.
Segundo o responsável pela compilação, o pesquisador e colecionador musical Omar Jubran, 57, nenhuma instituição privada ou órgão público se dispôs a lançá-la.
Jubran, um ex-professor de biologia, levou mais de uma década para reunir as gravações, a maioria originalmente lançada em discos de 78 rotações por minuto, com uma faixa em cada lado.
Com o rigor de um cientista, recuperou e remasterizou os fonogramas, sem comprometer a sonoridade da época.
O pacote traz um livro com a letra de cada canção, o intérprete, o ano de lançamento e gravação, o número do disco, além de comentários sobre o teatro de revista.
"É uma batalha inglória", diz Jubran. "As pessoas pensam que vai ter que botar uma nota preta. Não sei, mas para grandes empresas não é nada. Para o próprio Ministério da Educação, é dinheiro de pinga."

JB - Simple Minds bota o público para dançar em show no Rio

Portal Terra

RIO - Dois dias depois de agitar o público de São Paulo com seus hits dos anos 80, os escoceses do Simple Minds se apresentaram nesta quinta-feira no Vivo Rio, casa de shows da Zona Sul carioca. O vocalista Jim Kerr e seus instrumentistas subiram ao palco com 40 minutos de atraso, mas animados e bem-humorados, botaram a plateia pra pular ao som de hits como Alive and Kicking e Don't You Forget About Me, que ficou famosa como trilha sonora do filme O Clube dos Cinco.
Com garrafas de cerveja e whisky no palco, os escoceses estavam à vontade e Kerr, com a voz em plena forma, interagiu bastante com o público. Ele chamou quem estava mais afastado para perto do palco e pediu para a galera dançar. Quando os seguranças tentaram afastar os mais empolgados, o vocalista disse: "Esse é o meu show. Ou eles ficam ou eu não toco".
O Simple Minds, que conta ainda com Charlie Burchill (guitarra) e Mel Gaynor (bateria), remanescentes da formação original, além de Eddie Duffy (baixo), Andy Gillespie (teclados) e Sarah Brown (backing vocal), se apresentam ainda neste sábado em Brasília, no ginásio Nilsion Nelson, e se despedem do Brasil no domingo, com show no Bourbon Country, em Porto Alegre.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 19/08/2010

Folha de São Paulo

"Barretos (SP) terá "show-relâmpago" em intervalo de rodeio".

Estado de São Paulo

"Musical recupera a alma do antigo carnaval carioca".

Jornal do Brasil

"Mariah Carey exige três carros de luxo para transportá-la em SP".

Folha - Barretos (SP) terá "show-relâmpago" em intervalo de rodeio

DA FOLHA

Para preencher a lacuna de aproximadamente meia hora entre a prova dos três tambores e o início das montarias em touros, o estádio de rodeios na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (423 km de São Paulo) terá no dia 29, pela primeira vez, uma apresentação relâmpago da dupla Matogrosso & Mathias.
O repertório, claro, será composto por músicas sertanejas, "das antigas", de acordo com o diretor cultural da festa, Cássio Leite. "Serão tocadas dez músicas, das tradicionais mesmo, selecionadas por nós, como 'Boate Azul'. É uma inovação, que pretendemos manter todos os anos, para ocupar esse pequeno intervalo."
A dupla sertaneja também vai se apresentar na Festa do Peão na noite anterior (28), no palco esplanada, a partir das 22h.

Estadão - Musical recupera a alma do antigo carnaval carioca

O Estado de S. Paulo

Há quatro carnavais, estreava no Rio Sassaricando, um musical que embalava a plateia num passeio pelo século passado através de marchinhas. O sucesso do primeiro - já foram 170 mil espectadores, em mais de 200 apresentações em teatros de todo o País, e ainda está programada uma volta no próximo verão - chancela É Com Esse Que Eu Vou, o segundo espetáculo assinado por Rosa Maria Araujo e Sérgio Cabral, que estreia amanhã, às 21 h, no Oi Casa Grande (Avenida Afrânio de Mello Franco, 290).
Saem as marchas e entram os sambas que também animaram carnavais dos anos 20 aos 70, nas ruas e nos salões da cidade. Ficaram os diretores, Claudio Botelho e Charles Möeller - responsáveis pelos melhores musicais da última década -, os músicos e quatro cantores-atores: Soraya Ravenle, Alfredo Del-Penho, Pedro Paulo Malta e Beatriz Faria. Os cantores Marcos Sacramento e Makley Matos, estreantes no teatro, e Lilian Valeska são os mais novos foliões.
Se em Sassaricando só os espectadores mais velhos cantavam as letras de primeira, agora o público do gargarejo à última fila reconhecerá, já nas notas iniciais, sambas como Com Que Roupa?, de Noel Rosa, de 1931, Ai Que Saudades da Amélia, de Ataulfo Alves e Mário Lago, de 42, e A Voz do Morro, de Zé Keti, 56.
"Os sambas de carnaval tornaram-se clássicos; as marchinhas, não. Muitas delas eram circunstanciais, tratavam dos personagens e questões da cidade, a luz, o transporte. Os sambas falam mais de amor, do homem, da mulher", justifica Rosa Maria, historiadora que preside o Museu da Imagem e do Som. "Em 1932, a prefeitura instituiu concursos para a escolha das melhores músicas de carnaval, tanto marchinhas quanto sambas. Nas ruas e nos bailes de hotéis e clubes do Brasil inteiro, todo mundo cantava", diz Cabral.
Durante 14 meses, amparada pela incrível discoteca do obstinado pesquisador Cabral (originalmente em 78 rotações, mas já transformada em CD), a dupla se reuniu uma vez por semana, para selecionar, entre 1.300 candidatas, as músicas que se encaixavam nos temas dessa biografia encenada do samba carioca: entre eles, as oposições entre ricos e pobres (como Se Eu Tivesse Um Milhão, de Roberto Martins e Roberto Roberti, que abre o espetáculo), orgia e trabalho (caso de Falta Um Zero no Meu Ordenado, de Ary Barroso e Benedito Lacerda) e briga e paz (Mora na filosofia, de Monsueto e Milton de Oliveira.
O pobre do Zé Marmita, que anda pendurado na porta do trem, o rapaz que precisa do bonde tanto para trabalhar quanto para se encontrar com sua amada, a mulher do malandro, para quem "pancada de amor não doi", a lavadeira, de lata d’água na cabeça, o mendigo e o doutor são alguns dos tipos que evoluem no palco, seja pela Lapa, os elegantes cassinos ou o tal do bonde.
Dramaticidade. A louvação ao samba é representada por números como Leva Meu Samba, de Ataulfo Alves. Para Botelho, mineiro que chegou ao Rio em 1978, estar entre "gente do samba" facilitou seu trabalho. "Todo mundo aqui é sambista", carimba o diretor, que optou por uma dramaturgia mais elaborada desta vez. "O carnaval das marchinhas é mais fácil, porque você pode arriscar no oba-oba, colocar todo mundo com a mãozinha pra cima. Agora tem mais dramaticidade." Ele sabe que a menção a Botelho/Möeller no letreiro eleva as expectativas do público, por isso nunca saiu satisfeito dos ensaios.
Com 20 musicais no currículo, Soraya também tenta se superar: "Agora, não dá pra cortina abrir e você cantar mais ou menos..." Sem nunca ter trabalhado como ator, Makley, capixaba há quatro anos radicado no Carioca da Gema, na Lapa, hesitou quando chamado ao teste. "Respondi que não tinha preparo. Vi Sassaricando várias vezes, fiquei com medo de não conseguir cumprir", contou o cantor de belo timbre, no intervalo do ensaio de segunda-feira. Aos 50 anos, cantor experiente, Sacramento foi outro que teve de deixar a zona de conforto. "Tudo é novidade!" Quando ele está no palco, ninguém diz.

Pérolas da peça:

Zé Marmita - Brasinha-Luís Antônio - 1953

Sapato de Pobre - Luís Antônio-Jota Júnior - 1951

O Bonde de São Januário - W. Batista-Ataulfo Alves - 1941

Isaura - R. Roberti-Herivelto M. - 1945

Bom dia, Avenida - Herivelto-Grande Otelo - 1944

Não Tenho Lágrimas - Bulhões-Milton Oliveira - 1937

Atire a Primeira Pedra - Ataulfo Alves-Mário Lago - 1944

Eu Agora Sou Feliz - Jamelão-Mestre Gato - 1963

Nega Maluca - E. Ruy-Fernando Lobo - 1950

A Mulher Que É Mulher - K.Caldas-A.Cavalcanti - 1954

O Bigode do Rapaz - R. Martins-A.Garcez - 1943

Um Samba em Piedade - Ary Barroso - 1932

Madureira Chorou - Carvalhinho-J. Monteiro - 1957

Alegria - Assis Valente-D. Maia - 1937

É com Esse Que Eu Vou - Pedro Caetano -1947

JB - Mariah Carey exige três carros de luxo para transportá-la em SP

Portal Terra

SÃO PAULO - Mais itens da lista de exigências de Mariah Carey em sua passagem por São Paulo foram divulgados. De acordo com a coluna Olá!, do jornal Agora São Paulo, a cantora exigiu três carros de luxo, entre eles uma Mercedes, para fazerem seu transporte pela cidade. Os veículos serão utilizados somente para fazer sua locomoção do aeroporto ao hotel, já que pretende ficar os dois dias confinada em sua suíte no Fasano.
Além dos carros de luxo, ela pediu muitas frutas e suco de cranberry, por estar bem acima de seu peso normal. Dúzias de rosas brancas e um DVD sobre a cidade de Barretos, onde se apresentará no sábado (21), completam os itens apontados

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 18/08/2010

Estado de São Paulo

"New Model Army fará dois shows em SP".

"John Scofield e Mike Stern levam o rock para o jazz".

Folha de São Paulo

"Roberta Sá propõe "mistura de linguagens" em novo CD".

Jornal da Tarde

"O entrosamento do The Police em Tóquio".

Jornal do Brasil

"Simple Minds empolga fãs em SP com hits dos anos 80".

Estadão - New Model Army fará dois shows em SP

estadão.com.br

A banda do punk inglês New Model Army fará dois shows na comemoração de seus 30 anos de estrada. No set list com mais de 50 canções estão músicas dos 13 álbuns gravados em estúdio, incluindo os hits "The Price", "No Rest", "The Hunt" (regravada pelo Sepultura) e "Here Comes The War". A banda vai fazer shows diferentes no Citibank Hall em São Paulo, nos dias 17 e 18 de setembro. Quem quiser ir aos dois dias terá desconto.
A pré-venda para clientes Credicard, Citibank e Diners será realizada entre 16 e 22 de agosto no site www.ticketsforfun.com.br. O público em geral poderá comprar ingressos a partir do dia 23.

New Model Army

Local: Citibank Hall Av. Jamaris, 213 Moema

Site: www.citibankhall.com.br

Telefones para informações: 4003-6464

Venda a grupos: (11) 2846-6166 / 6232

Apresentações dias 17 e 18 de setembro

Horário: 22h

Duração espetáculo: aproximadamente 2h30

Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 13 anos; 14 anos e 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 16 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados).

Capacidade pista: 3.148 lugares

Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo

Co-Patrocínio: Credicard / Itaipava Premium / Samsung

Seguradora Oficial: Allianz

Estacionamento: terceirizado: R$ 25,00 (com manobrista)

Acesso para deficientes

Ar condicionado

Preços de Ingressos

Camarotes: R$150,00/R$75,00

Pista: R$80,00/R$40,00

Na compra de ingressos para as duas apresentações

Pista: R$ 126,00

Camarote: R$ 290,00

Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.
Ingressos promocionais destinados aos clientes Credicard, Citibank e Diners que efetuarem compra, serão vendidos com 25% de desconto, todos os dias, na quantidade máxima estipulada de 10% da capacidade da casa por setor. Clientes dos cartões que efetuarem compra via internet até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.
Clientes do cartão de crédito MasterCard podem optar pela tecnologia MasterCard ShowPass, no qual o cartão vira ingresso. Mais informações no site: www.mastercardshowpass.com.br

Bilheteria Oficial sem taxa de conveniência

Citibank Hall: de 2ª a sábado, das 12h às 20h; domingos e feriados, das 14h às 20h Av. Jamaris, 213 Moema;

Locais de Venda com taxa de conveniência

Pontos de venda no link:

premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h segunda a sábado.
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio taxas de conveniência e de entrega)

Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

Estadão - John Scofield e Mike Stern levam o rock para o jazz

AE - Agência Estado

Para muitos a guitarra é a personificação do rock. Essa idéia não é totalmente errada quando lembramos de lendas das seis cordas como Jimi Hendrix, Eric Clapton, Jeff Beck, Jimmy Page, Angus Young e Richie Blackmore.
A guitarra elétrica foi e continua sendo a melhor maneira de expressar duas importantes características do rock, o vigor e a energia. Mas essa ‘senhora’ também é usada para atingir um outro tipo de público. Blues, pop e jazz são alguns dos gêneros musicais que se aproveitaram de sua sonoridade.
No jazz, nomes como Kenny Burrel, Charlie Cristian, Wes Montgomery e Joe Pass provaram que a guitarra poderia servir muito bem para os improvisos do jazz. No início da década de 70, época em que o jazz flertou com o rock, novos guitarristas de jazz se apresentaram como uma ponte entre o toque refinado do jazz e a energia juvenil do rock.
Entre tantas nomes que pipocaram na efervescência do fusion jazz estão os guitarristas norte-americanos John Scofield e Mike Stern. Com mais de três décadas de carreira, os quase sessentões Scofield e Stern têm trajetórias parecidas, incluindo uma breve passagem ao lado do trompetista Miles Davis.
Em seus discos, jazz e rock caminham lado a lado sem que nenhum deles tenha que abdicar de suas características. Tanto a guitarra mais suja de Scofield como a afinação peculiar de Stern transportam o ouvinte para um universo além do jazz tradicional ou do rock pesado.
Mesmo em gravações ao lado de outros músicos - Medeski Martin Wood, Joe Lovano, Dave Holland, Richard Bona e Yellowjackets - você perceberá que Scofield e Stern conseguem unir de maneira singular dois ritmos aparentemente tão diferentes. Boa audição.

Folha - Roberta Sá propõe "mistura de linguagens" em novo CD

DE SÃO PAULO

Desde que Maria Bethânia engrossou o foco de luz sobre a música de Roque Ferreira, gravando duas canções dele em 2006 (e, na sequência, outras sete em 2009), o compositor alcançou considerável projeção nacional.
Se, em tempos anteriores, seu nome passava quase batido nas fichas técnicas de álbuns de Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Beth Carvalho e outros tantos, agora Roque é merecedor de três álbuns dedicados à sua obra.
No ano passado, veio "Samba de Roque", de Clécia Queiroz. Agora, chegam, quase ao mesmo tempo, "Santo de Casa", de Mariene de Castro, e este "Quando o Canto É Reza", de Roberta Sá e Trio Madeira Brasil.
Clécia e Mariene são baianas como Ferreira e seguiram à risca a cartilha de arranjo e interpretação típica do samba de roda do Recôncavo. Não "desvirtuaram", portanto, a essência do trabalho original do compositor.
Roberta é potiguar, mas vive no Rio desde criança. O Madeira Brasil (Marcello Gonçalves, Zé Paulo Becker e Ronaldo do Bandolim) é carioca e isso, naturalmente, muda tudo. Construíram um disco quase camerístico, menos festivo e mais delicado.
Totalmente diferente, portanto, do que o próprio compositor costuma fazer.

LINGUAGENS

Justamente por essas diferenças, Roberta considera este um trabalho de "encontro de linguagens, de estéticas que se somam".
"Temos uma cantora popular, um grupo carioca de formação erudita e um compositor que também já é uma mistura", ela diz. "Roque nasceu no Recôncavo mas se mudou para Salvador. Tão importante quanto ter nascido ali é a visão de fora que ele já adquiriu sobre aquilo."
Gonçalves, violonista do Madeira Brasil, acredita que as alterações na receita original de Roque Ferreira tornam mais interessante o trabalho.
"A proposta sempre foi essa: dar nossa cara à música. É complicado mexer na obra de um autor, há sempre o risco de ele não gostar", diz.
Roberta, Gonçalves e Pedro Luís --produtor de "Quando o Canto É Reza"-- visitaram Roque Ferreira em Salvador antes de começarem as gravações.
"A gente queria ver o recôncavo, olhar o ambiente dele", diz a cantora. E decidiram produzir um documentário sobre o compositor, com direção de Felipe Lacerda, montador de "Garapa", de José Padilha.

JT - O entrosamento do The Police em Tóquio

Jornal da Tarde

Uma das mais prestigiadas bandas do rock inglês, o The Police protagonizou seu retorno no final de 2007 num irretocável show, o The Reunion Tour, diante de cerca de 11 mil pessoas numa lotada Wembley Arena, em Londres. Com a formação clássica – o vocalista e baixista Sting, o guitarrista Andy Summers e o baterista Stewart Copeland –, a tríade inglesa deu continuidade à turnê e, no dia 13 de fevereiro de 2008, registrou sua passagem pelo Tokyo Dome, no Japão, no DVD ‘The Police – In Concert 2008’.
A sintonia exibida no palco de Londres se repetiu para o público japonês. Em ação, o trio demonstra o mesmo entrosamento dos velhos tempos e o cinquentão Sting, uma invejável boa forma. Fisicamente, Copeland também envelheceu bem, Andy, nem tanto, mas o tempo ajudou o trio a aprimorar sua técnica. “As músicas têm de se desenvolver. Vinte anos mais tarde, temos de ser melhores músicos”, endossou Sting.
O repertório foi montado sob medida para agradar aos seguidores da banda. Na bagagem, sucessos como ‘Message in a Bottle’, ‘Walking On The Moon’, ‘Don’t Stand So Close To Me’, ‘Hole in My Life’, ‘Roxanne’, ‘Every Breath You Take’, entre tantos outros. Perfeito para matar as saudades dos bons tempos de The Police.

JB - Simple Minds empolga fãs em SP com hits dos anos 80

Portal Terra

SÃO PAULO - O Simple Minds subiu ao palco da Via Funchal na noite desta terça-feira para uma apresentação marcada pelos hits que colocaram os escoceses nas paradas no meio dos anos 80. Com o vocalista Jim Kerr e o guitarrista Charlie Burchill, únicos remanescentes, o grupo escolheu canções de todas as suas fases até Graffiti Soul, seu trabalho mais recente, lançado em 2009.
Como já era previsto, mesmo com uma legião de fãs fiéis, o Simple Minds contagiou o público com suas canções mais famosas: Dont You (Forget About Me) e Alive & Kicking.
Os escoceses ainda tocam no Rio de Janeiro (Vivo Rio - 19), Brasília (Ginásio Nilson Nelson - 21) e se despedem em Porto Alegre (Bourbon Country - 22).

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Destaques dos Jornais 17/08/2010

Estado de São Paulo

"Escoceses do Simple Minds tocam hoje em São Paulo".

"Rapper Timbaland estará no Urban Music Festival".

"Roberta Sá lança álbum com Trio Madeira Brasil".

Jornal da Tarde

"Simple Minds se apresenta em São Paulo".

Jornal do Brasil

"Belle and Sebastian posta em site trecho de nova música".

Estadão - Escoceses do Simple Minds tocam hoje em São Paulo

AE - Agência Estado

Há casos em que a carreira de uma banda é marcada demais por uma canção. Há uma marcação exata de antes e depois. É o caso da música "Don?t You (Forget About Me)" e dos escoceses do Simple Minds, que se apresentam hoje no Via Funchal, em São Paulo. Um casamento que deu tão certo que impulsionou a banda, até então alternativa, ao estrelato mundial, em 1984.
Mas a relação da banda com essa música nunca foi das melhores. Composta por Keith Forsey, ela pertencia à trilha sonora do filme "The Breakfast Club", ("Clube dos Cinco", aqui no Brasil). "Não tinha nada a ver conosco e com o que vivemos em Glasgow", conta Jim Kerr. O filme conta a história de cinco adolescentes que não se gostam, mas são obrigados a ficar numa sala de detenção por toda uma tarde e, no fim, acabam ficando amigos. "Era uma história de americanos. E a música que recebemos era ''ok'', mas não era uma grande canção", explica. "''Temos músicas melhores'', pensávamos. Mas, no fim, aceitamos, demos nosso tratamento, nossa força vital. De uma maneira estranha, a nossa carreira ficou dividida e marcada por essa música. Não podemos negar a importância dela na nossa carreira". Ainda assim, a faixa nunca não foi incluída em nenhum álbum de inéditas.
Em 2010, o Simple Minds prossegue com as comemorações dos 30 anos do primeiro disco, "Life in a Day", de 1979. Muito da banda se perdeu no fim dos anos 80. Da formação original, só ficaram Jim Kerr (vocal) e Charlie Burchill (guitarra). O baterista Mel Gaynor, por exemplo, está na sua terceira passagem. Eddie Duffy (baixo) e Andy Gillespie (teclado) completam a banda.
Mudou também o pensamento em relação ao ativismo político, com um quê de U2. Kerr brigou contra tudo, do apartheid ao governo de Margareth Thatcher, primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990. "Não é responsabilidade dos músicos", explica ele, hoje mais preocupado com a boa vida na Sicília, na Itália, onde mora, e com seus shows. "Temos o desejo de fazer o melhor espetáculo da vida das pessoas", declara o vocalista Jim Kerr. As informações são do Jornal da Tarde.
Simple Minds - Via Funchal (R. Funchal, 65, Vila Olímpia). Telefone: (011) 2144-5444 Hoje, às 22h. Ingressos: De R$ 180 a R$ 300.




Estadão - Rapper Timbaland estará no Urban Music Festival

AE - Agência Estado

Rapper e produtor de celebridades como Justin Timberlake, Nelly Furtado e Madonna, Timbaland é atração confirmada no Urban Music Festival, que acontece em outubro na Arena Anhembi.
O músico, responsável por hits de Missy Elliott e Snoop Dogg, lançou seu primeiro disco ainda nos anos 90. Welcome to Our World saiu quando ele participava da dupla Timbaland & Magoo. Seu álbum mais recente é o Shock Value 2, de 2007.
Além do rapper, vão se apresentar no festival DJ King, Valkirias, Negra Li, Lovefoxxx, Root Rock Revolution e DJ Mau Mau. Haverá também uma arena de esportes urbanos, com praticantes de le parkour, skate, street ball, bike free style e in line skate.
Os ingressos começam a ser vendidos no dia 20 agosto. Os preços variam de R$160 a R$600. Estudantes pagam a metade do valor.






Estadão - Roberta Sá lança álbum com Trio Madeira Brasil

AE - Agência Estado

Foram anos de namoro. A cantora Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil - formado pelos músicos Marcello Gonçalves, Zé Paulo Becker e Ronaldo do Bandolim - se conheciam antes mesmo de ela lançar o primeiro CD, "Braseiro", em 2005. Um projeto inteiro juntos nunca havia dado certo, mas a ideia ficou no ar. E foi a vontade de gravar as músicas do compositor baiano Roque Ferreira que acabou reunindo essa turma num mesmo álbum, o belo "Quando o Canto é Reza - Roberta Sá & Trio Madeira Brasil". No repertório, só canções tiradas da obra de Roque, entre inéditas e regravações.
Admirado no meio musical, sobretudo depois de lançar o primeiro disco solo, "Tem Samba no Mar", em 2004, Roque Ferreira não saiu do imaginário de Roberta e do trio instrumental. Um presságio do que ainda estava por vir aconteceu no álbum "Samba Novo", de 2007, que reunia vários intérpretes cantando samba. Entre eles, estavam Roberta e o Trio Madeira Brasil. "Até 2004, eu não o conhecia. Foi Felipe Abreu, meu preparador musical, quem me apresentou o trabalho do Roque", lembra a cantora. "Soube, então, que ele é o compositor de Água da Minha Sede, sucesso na voz de Zeca Pagodinho".
Dois anos depois, em 2006, quando se preparava para gravar o segundo disco - "Que Belo Estranho Dia Pra Se Ter Alegria" -, Roberta telefonou para Roque e fez o convite. "Ele me mandou dez músicas", conta ela. Os primeiros flertes caminharam para um projeto dedicado totalmente à obra do compositor baiano. "A faixa Afefé foi um embrião. De lá para cá, começamos a pesquisar. Estávamos lidando com um universo bastante particular. Nunca tínhamos tocado samba de roda", diz Marcello Gonçalves, violonista de 7 cordas do Trio Madeira Brasil. "Conversamos muito com Roque e ele sempre foi aberto", conta.
A troca de informações entre Roberta e o trio, no Rio de Janeiro, se intensificou com o compositor baiano, em Salvador. Como todo bom letrista, Roque começou a pensar em músicas que combinassem com o timbre de voz e estilo da cantora. Segundo Marcello, no entanto, a proposta era ousar. "Queríamos um perfil mais amplo dele. Não queríamos que ele nos mandasse apenas o que achasse que ela cantaria bem. No ano passado, decidimos, então, ir para a Bahia e tirar coisas do baú", lembra o violonista. "Eu queria pegar vários aspectos do Roque. Essa foi a diferença. Ele faz muito bem canção para a voz da cantora", diz Roberta. "Essas músicas falam de um universo que não é meu. No caso, sou apenas a intérprete, a curadora".
Entre as mais de 60 canções inéditas que chegaram até o quarteto, fora as já gravadas por outros artistas, selecionou-se 13 faixas, que, de acordo com Roberta Sá, foram escolhidas pensando nas que melhor funcionavam com o trio, composto ainda por bandolim, violão e viola caipira. "Escolhemos as que emocionaram a gente, tiveram melhor resultado", declara ela. Tudo sob as bênçãos do homenageado, que já abasteceu os discos de gente como Martinho da Vila, Dudu Nobre, Clara Nunes, Elton Medeiros, Beth Carvalho, Maria Bethânia, Alcione, o já citado Zeca Pagodinho, entre tantos outros. As informações são do Jornal da Tarde.