Folha de São Paulo
"Carla Bruni queria Caetano, mas deve cantar com Toquinho".
"Músicos acusam Orquestra Sinfônica Brasileira de assédio moral".
"Confira a programação da Orquestra Sinfônica Brasileira".
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Folha - Carla Bruni queria Caetano, mas deve cantar com Toquinho
DE SÃO PAULO
Carla Bruni deve fazer show ao lado de Toquinho em São Paulo no dia 6 de maio.
O cantor brasileiro já topou, mas falta a confirmação da mulher de Nicolas Sarkozy para a divulgação do espetáculo.
Bruni num primeiro momento queria cantar ao lado de Caetano Veloso, mas houve incompatibilidade entre as agendas de ambos.
A primeira-dama francesa virá ao Brasil para inaugurar um núcleo de robótica do Hospital do Câncer de Barretos.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta sexta-feira (25). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Carla Bruni deve fazer show ao lado de Toquinho em São Paulo no dia 6 de maio.
O cantor brasileiro já topou, mas falta a confirmação da mulher de Nicolas Sarkozy para a divulgação do espetáculo.
Bruni num primeiro momento queria cantar ao lado de Caetano Veloso, mas houve incompatibilidade entre as agendas de ambos.
A primeira-dama francesa virá ao Brasil para inaugurar um núcleo de robótica do Hospital do Câncer de Barretos.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta sexta-feira (25). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Folha - Músicos acusam Orquestra Sinfônica Brasileira de assédio moral
DO RIO
Os músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) pretendem processar a direção da Fundação OSB por assédio moral.
Confira a programação da Orquestra Sinfônica Brasileira
A acusação se baseia em um documento "bastante duro", segundo os músicos, recebido após a decisão do grupo de não comparecer a avaliações técnicas marcadas pelo maestro e diretor técnico Roberto Minczuk.
Nele, a direção da OSB afirma que a ausência no teste pode causar rompimento do contrato de trabalho. Apresenta ainda um programa de demissão voluntária.
Em janeiro, os 82 integrantes da orquestra receberam um comunicado informando que em 60 dias seriam avaliados internamente, fato inédito na história da orquestra.
A realização de testes internos é rara e acontece em momentos de reformulação profunda de uma orquestra, a exemplo da reforma da Osesp, feita por John Neschling em 1997.
Em reunião no Sindicato dos Músicos do Estado do Rio, da qual participaram 58 dos 82 músicos, 56 decidiram não participar do teste. Eles afirmam não ser possível avaliá-los com base em um desempenho de 30 minutos.
"Discordamos do modo autoritário como a administração nos trata, rasgando o estatuto da Fundação", disse Luzer Machtyngier, presidente da comissão de músicos da OSB.
FASE
Em nota, o presidente da Fundação OSB, Eleazar de Carvalho Filho, disse que a avaliação dos músicos faz parte de uma nova fase da orquestra, que terá "condições excepcionais de trabalho e novas bases de remuneração equiparadas às da Osesp".
A proposta de avaliação partiu do regente e diretor-artístico Roberto Minczuk.
O maestro se encontra no Canadá, onde é diretor da Orquestra Filarmônica de Calgary. Procurado por e-mail, não respondeu à solicitação da Folha.
Os músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) pretendem processar a direção da Fundação OSB por assédio moral.
Confira a programação da Orquestra Sinfônica Brasileira
A acusação se baseia em um documento "bastante duro", segundo os músicos, recebido após a decisão do grupo de não comparecer a avaliações técnicas marcadas pelo maestro e diretor técnico Roberto Minczuk.
Nele, a direção da OSB afirma que a ausência no teste pode causar rompimento do contrato de trabalho. Apresenta ainda um programa de demissão voluntária.
Em janeiro, os 82 integrantes da orquestra receberam um comunicado informando que em 60 dias seriam avaliados internamente, fato inédito na história da orquestra.
A realização de testes internos é rara e acontece em momentos de reformulação profunda de uma orquestra, a exemplo da reforma da Osesp, feita por John Neschling em 1997.
Em reunião no Sindicato dos Músicos do Estado do Rio, da qual participaram 58 dos 82 músicos, 56 decidiram não participar do teste. Eles afirmam não ser possível avaliá-los com base em um desempenho de 30 minutos.
"Discordamos do modo autoritário como a administração nos trata, rasgando o estatuto da Fundação", disse Luzer Machtyngier, presidente da comissão de músicos da OSB.
FASE
Em nota, o presidente da Fundação OSB, Eleazar de Carvalho Filho, disse que a avaliação dos músicos faz parte de uma nova fase da orquestra, que terá "condições excepcionais de trabalho e novas bases de remuneração equiparadas às da Osesp".
A proposta de avaliação partiu do regente e diretor-artístico Roberto Minczuk.
O maestro se encontra no Canadá, onde é diretor da Orquestra Filarmônica de Calgary. Procurado por e-mail, não respondeu à solicitação da Folha.
Folha - Confira a programação da Orquestra Sinfônica Brasileira
DE SÃO PAULO
Veja a seguir a programação completa da temporada 2011 da OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira).
19 de março - 16h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
James Taylor, Evangelista - estreia no Rio de Janeiro
Stephan Genz, Jesus - estreia no Rio de Janeiro
Gabriella Pace, soprano
Adriana Clis, contralto
Coro de Crianças da OSB
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
OSB Jovem
"Paixão segundo São João, BWV 245" (Bach)
9 de abril - 16h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Ana Botafogo, bailarina
Alex Neoral, bailarino
OSB Jovem
"Tributo a Portinari" (Guerra-Peixe)
"O Pintor, sobre o Adágio para Cordas de Barber" (David Parsons, coreografia)
"Quadros de uma Exposição" (Mussorgsky/Ravel)
10 de abril - 11h - TMRJ
Roberto Minczuk, regente
Ana Botafogo, bailarina
Alex Neoral, bailarino
OSB Jovem
"Tributo a Portinari" (Guerra-Peixe)
"O Pintor, sobre o Adágio para Cordas de Barber" (David Parsons, coreografia)
"Quadros de uma Exposição" (Mussorgsky/Ravel)
30 de abril - 16h - TMRJ
Cristina Ortiz, piano
Roberto Tibiriçá, regência
OSB Jovem
"Três Danças Brasileiras" (Guarnieri)
"Concerto para piano nº 17 em Sol maior, K 453" (Mozart)
"Concerto nº 2 em Lá maior, S 125" (Liszt - 200 anos de nascimento)
1º de maio - 11h - TMRJ
Cristina Ortiz, piano
Roberto Tibiriçá, regência
OSB Jovem
"Três Danças Brasileiras" (Guarnieri)
"Concerto para piano nº 17 em Sol maior, K 453" (Mozart)
"Concerto para piano nº 2 em Lá maior, S 125" (Liszt - 200 anos de nascimento)
3 de junho - 20h - TMRJ
Alastair Willis, regência
Simone Lamsma, violino - estreia com a OSB
OSB Jovem
"Sinfonia nº 8 em Sol maior, Op. 88" (Dvorák)
"Meditação, da ópera Thaís" (Massenet)
"Concerto para violino" (Khachaturian)
5 de junho - 11h - TMRJ
Alastair Willis, regência
Simone Lamsma, violino
OSB Jovem
"Sinfonia nº 8 em Sol maior, Op. 88" (Dvorák)
"Meditação", da ópera Thaís (Massenet)
"Concerto para violino" (Khachaturian)
18 de junho - 16h - UERJ
Mateus Araujo, regência
OSB Jovem
"Serenata nº 10 em Si bemol maior K.361 Gran Partita" (Mozart)
"Suíte para Crianças" (Mateus Araujo) - estreia carioca
"Fanfarra de La Peri" (Dukas)
"Fanfarra para o Homem Comum" (Copland)
"Jazz Symphony" (George Antheil) - estreia brasileira
25 de junho - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
OSB Jovem
"Psicose Suíte" (Bernard Herrmann - 100 anos de nascimento)
"Psicose - Projeção do filme, com música ao vivo" (Hitchcock/Herrmann)
26 de junho - 17h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
OSB Jovem
"Psicose Suíte" (Bernard Herrmann - 100 anos de nascimento)
"Psicose - Projeção do filme, com música ao vivo" (Hitchcock/Herrmann)
6 de agosto - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regente
Nelson Freire, piano
OSB e OSB Jovem
"Concerto para piano, Op. 54" (Schumann)
"Sinfonia nº 1 em Ré maior - Titã" (Mahler - 100 anos de morte)
10 de agosto - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Nelson Freire, piano
"Abertura Egmont" (Beethoven)
"Sinfonia nº 1 em Dó maior, Op. 21" (Beethoven)
"Concerto para piano nº 4 em Sol maior, Op. 58" (Beethoven)
11 de agosto - 20h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
"Sinfonia nº 2 em Ré maior, OP. 36" (Beethoven)
"Sinfonia nº 3 em Mi bemol maior, Op. 55 - Heróica" (Beethoven)
14 de agosto - 17h - Sala São Paulo
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
"Sinfonia nº 3 em Mi bemol maior, Op. 55 - Heroica" (Beethoven)
"Sinfonia nº 5 em dó menor, Op. 67" (Beethoven)
16 de agosto - 20h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
"Sinfonia nº 4 em Si bemol maior, Op. 60" (Beethoven)
"Sinfonia nº 5 em dó menor, Op. 67" (Beethoven)
18 de agosto - 20h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
"Sinfonia nº 6 em Fá maior, Op. 68 - Pastoral" (Beethoven)
"Sinfonia nº 7 em Lá maior, Op. 92" (Beethoven)
20 de agosto - 20h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
Gabriella Pace, soprano
Edinéia de Oliveira, contralto
Fernando Portari, tenor
Licio Bruno, barítono
Coro de Crianças da OSB
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
"Sinfonia nº 8 em Fá maior, Op. 93" (Beethoven)
"Sinfonia nº 9 em ré menor, Op. 125 - Coral" (Beethoven)
21 de agosto - 17h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
Gabriella Pace, soprano
Edinéia de Oliveira, contralto
Fernando Portari, tenor
Licio Bruno, barítono
Coro de Crianças da OSB
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
"Sinfonia nº 8 em Fá maior, OP. 93" (Beethoven)
"Sinfonia nº 9 em ré menor, Op. 125 - Coral" (Beethoven)
27 de agosto - 16h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Joshua Bell, violino
"Concerto para violino em Ré maior, Op. 77" (Brahms)
"Sinfonia nº 104 em Ré maior" (Haydn)
"Sinfonia nº 1 em Ré maior - Clássica" (Prokofiev)
28 de agosto
Roberto Minczuk, regência
Joshua Bell, violino
"Concerto para violino em Ré maior, Op. 77" (Brahms)
"Sinfonia nº 104 em Ré maior" (Haydn)
"Sinfonia nº 1 em Ré maior - Clássica" (Prokofiev)
30 de agosto - 21h - Sala São Paulo
Roberto Minczuk, regência
Cyprien Katsaris, piano - estreia brasileira
"Concerto para piano nº 5 em Mi bemol maior, Op. 73 - Imperador" (Beethoven)
"Sinfonia nº 104 em Ré maior" (Haydn)
"Sinfonia nº 1 em Ré maior - Clássica" (Prokofiev)
3 de setembro - 16h - TMRJ
Cyprien Katsaris, piano
Roberto Minczuk, regência
"Improvisação sobre temas de Liszt" (Katsaris)
"Concerto para piano nº 5 em Mi bemol maior, Op. 73 - Imperador" (Beethoven)
"Itaparica - estreia mundial" (Rubens Ricciardi)
"Concerto em Sol" (Ravel)
10 de setembro - 16h - UERJ
Leandro Carvalho, regência
OSB Jovem
"Espanha" (Chabrier)
"Rapsódia Espanhola" (Ravel)
"A Noite dos Maias" (Revueltas)
11 de setembro - 11h - TMRJ
Concerto de Premiação Concurso Nelson Freire OSB Jovens Solistas 2010
Djavan Caetano, violino
Cristian Budu, piano
"Introdução e Rondó Caprichoso, Op. 28" (Saint-Saëns)
"Totentanz" (Liszt - 200 anos de nascimento)
"Sinfonia nº 4 em ré menor, Op. 120" (Schumann)
17 de setembro - 16h - TMRJ
James Judd, regência
Luiz Garcia, trompa
"Sinfonia nº 35 em Ré maior, K 385 - Haffner" (Mozart)
"Concerto nº 2 para trompa em Mi bemol maior" (R Strauss)
"A pergunta não respondida" (Ives)
"Sinfonia nº 4 em Lá maior, Op. 90 - Italiana" (Mendelssohn)
18 de setembro - 11h - TMRJ
Concerto de premiação Concurso Jovens Solistas OSB Jovem
OSB Jovem
Leandro Carvalho, regência
"A Noite dos Maias" (Revueltas)
23 de setembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Stewart Goodyear, piano
OSB Jovem
"On the Town" (Bernstein)
"Concerto em Fá" (Gershwin)
"A Noite dos Maias" (Revueltas)
27 de setembro - 19h - UERJ
Mateus Araujo, regência
OSB Jovem
"On the Town" (Bernstein)
"Sinfonia nº 8 em Sol maior, Op. 88" (Dvorák)
1º de outubro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Rodolfo Mederos, bandoneón
"Serenata em Mi bemol maior, Op. 7" (R Strauss)
"Sinfonia nº 40 em sol menor, K 550" (Mozart)
"Concerto Aconcagua" (Piazzolla)
"Tangos" (Piazzolla)
8 de outubro - 16h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Yamandú Costa, violão
Hamilton de Holanda, bandolim - estreia com a OSB
"Sinfonia em ré menor, D 759 - Inacabada" (Schubert)
"Vertigo Suíte - Um corpo que cai" (Bernard Herrmann - 100 anos de nascimento) - estreia brasileira
"Fantasia Brasileira para Bandolim e Violão" (Yamandú/Holanda) - estreia mundial - obra comissionada pela Orquestra Sinfônica Brasileira, com orquestração de Paulo Aragão
14 de outubro - 19h - UERJ
Leandro Carvalho, regência
OSB Jovem
"O Aprendiz de Feiticeiro" (Dukas)
"Um Americano em Paris" (Gershwin)
"Danzón nº 2" (Arturo Márquez)
16 de outubro - 11h - TMRJ
Leandro Carvalho, regência
OSB Jovem
"O Aprendiz de Feiticeiro" (Dukas)
"Um Americano em Paris" (Gershwin)
"Danzón nº 2" (Arturo Márquez)
21 de outubro - 20h - TMRJ
Alberto Veronesi, regência - estreia brasileira
Nina Kotova, violoncelo - estreia com a OSB
"Melodien" (Ligeti)
"Danças de Galanta" (Kodály)
"Concerto para violoncelo em si menor, Op. 104" (Dvorák)
23 de outubro - 17h - Sala São Paulo
Alberto Veronesi, regência - estreia brasileira
Nina Kotova, violoncelo - estreia com a OSB
"Melodien" (Ligeti)
"Danças de Galanta" (Kodály)
"Concerto para violoncelo em si menor, Op. 104" (Dvorák)
29 de outubro - 16h - TMRJ
Nobuyuki Tsujii, piano - estreia brasileira - Vencedor do Concurso Internacional Van Cliburn 2009
Luis Gustavo Petri, regência
"Un sospiro" (Liszt - 200 anos de nascimento)
"Paráfrase sobre Rigoletto" (Liszt - 200 anos de nascimento)
"Concerto para piano nº 21 em Dó maior, K 467" (Mozart)
"Concerto para piano nº 1 em mi menor, Op. 11" (Chopin)
5 de novembro - 16h - TMRJ
Gabriela Montero, piano - estreia com a OSB
Marcos Arakaki, regência
Recital
"Concerto para piano nº 1 em dó maior, Op. 15" (Beethoven)
"Biguás" (Ricardo Tacuchian)
"Concerto para piano nº 3. Op. 26" (Prokofiev)
6 de novembro - 17h - Sala São Paulo
Gabriela Montero, piano
Marcos Arakaki, regência
Recital
"Concerto para piano nº 1 em Dó maior, Op. 15" (Beethoven)
"Biguás" (Ricardo Tacuchian)
"Concerto para piano nº 3, Op. 26" (Prokofiev)
8 de novembro - 21h - Sala São Paulo
Roberto Minczuk, regência
Yamandú Costa, violão
Hamilton de Holanda, bandolim
"Sinfonia em ré menor, D 759 - Inacabada" (Schubert)
"Vertigo Suíte - Um corpo que cai (Bernard Herrmann - 100 anos de nascimento) - estreia brasileira
"Fantasia Brasileira para Bandolim e Violão" (Yamandú/Holanda) - estreia mundial - obra comissionada pela Orquestra Sinfônica Brasileira, com orquestração de Paulo Aragão
12 de novembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Erin Wall, soprano
"Quatro Últimas Canções" (R Strauss)
"Sinfonia nº 4 em Sol maior" (Mahler - 100 anos de morte)
16 de novembro - 19h - UERJ
Leandro Carvalho, regência
Tiago Naguel, clarineta
Luiz Felipe Destéfano Pérez, fagote
OSB Jovem
"Sensemayá" (Revueltas)
"Duo concertante para fagote, clarineta e cordas" (R Strauss)
"Bachianas Brasileiras nº 7" (Villa-Lobos)
18 de novembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Denis Sedov, Salieri - estreia brasileira
Fernando Portari - Mozart
Rosana Lamosa, soprano
Edinéia de Oliveira, contralto
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
"Ópera Mozart e Salieri, Op. 48" (Rimsky-Korsakov) - primeira audição no Rio de Janeiro
"Réquiem, K 626" (Mozart)
20 de novembro - 11h - TMRJ
Leandro Carvalho, regência
Tiago Naguel, clarineta
Luiz Felipe Destéfano Pérez, fagote
OSB Jovem
"Sensemayá" (Revueltas)
"Duo concertante para fagote, clarineta e cordas" (R Strauss)
"Bachianas Brasileiras nº 7" (Villa-Lobos)
26 de novembro - 16h - TMRJ
José Luis Gomez, regência - estreia brasileira - 1º Lugar no Concurso Georg Solti 2010
Sarah Chang, violino - estreia com a OSB
"O franco-atirador, Abertura" (Weber)
"Choros nº 6" (Villa-Lobos)
"Concerto para violino em ré menor, Op. 47" (Sibelius)
3 de dezembro - 16h - TMRJ
Sasha Grynyuk, piano - Vencedor do I Concurso Internacional BNDES de Piano
Lanfranco Marcelletti Jr., regência
"Play Piano Play" (Friedrich Gulda)
"Concerto para piano nº 19 em Fá maior, K 459" (Mozart)
"Abertura Festiva" (Marlos Nobre)
"Rapsódia sobre um tema de Paganini, Op. 43" (Rachmaninov)
6 de dezembro - 19h - UERJ
Concerto de Aniversário da UERJ
Roberto Minczuk, regência
9 de dezembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Ludmilla Bauerfeldt, soprano - vencedora do Concurso Vozes do Brasil
Nancy Fabiola Herrera, mezzo-soprano - estreia brasileira
Atalla Ayan, tenor
Rodolfo Giugliani, barítono - vencedor do Concurso Vozes do Brasil
Coro de Crianças da OSB
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
"Carmen - Coros, Árias e Ensembles" (Bizet)
"Sinfonia nº 9 em ré menor, Op. 125 - Coral" (Beethoven)
11 de dezembro - 11h - TMRJ
Leandro Carvalho, regente
"Abertura Russlan e Ludmilla" (Glinka)
"Variações Rococó, Op. 33" (Tchaikovsky)
"Romeu e Julieta - excertos das Suítes I e II" (Prokofiev)
14 de dezembro - 19h - UERJ
Leandro Carvalho, regência
OSB Jovem
"Russlan e Ludmilla, Abertura" (Glinka)
"Variações Rococó, Op. 33" (Tchaikovsky)
"Romeu e Julieta - Excertos das Suítes I e II" (Prokofiev)
17 de dezembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Trilhas sonoras de Ennio Morricone e Nino Rota - 100 anos de nascimento
18 de dezembro - 17h - Sala São Paulo
Roberto Minczuk, regência
Trilhas sonoras de Ennio Morricone e Nino Rota - 100 anos de nascimento
SÉRIE DE MÚSICA DE CÂMARA COM A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA
Concertos de música de câmara todas as semanas no Auditório do BNDES, de abril a julho; e mensalmente, de agosto a dezembro
Veja a seguir a programação completa da temporada 2011 da OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira).
19 de março - 16h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
James Taylor, Evangelista - estreia no Rio de Janeiro
Stephan Genz, Jesus - estreia no Rio de Janeiro
Gabriella Pace, soprano
Adriana Clis, contralto
Coro de Crianças da OSB
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
OSB Jovem
"Paixão segundo São João, BWV 245" (Bach)
9 de abril - 16h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Ana Botafogo, bailarina
Alex Neoral, bailarino
OSB Jovem
"Tributo a Portinari" (Guerra-Peixe)
"O Pintor, sobre o Adágio para Cordas de Barber" (David Parsons, coreografia)
"Quadros de uma Exposição" (Mussorgsky/Ravel)
10 de abril - 11h - TMRJ
Roberto Minczuk, regente
Ana Botafogo, bailarina
Alex Neoral, bailarino
OSB Jovem
"Tributo a Portinari" (Guerra-Peixe)
"O Pintor, sobre o Adágio para Cordas de Barber" (David Parsons, coreografia)
"Quadros de uma Exposição" (Mussorgsky/Ravel)
30 de abril - 16h - TMRJ
Cristina Ortiz, piano
Roberto Tibiriçá, regência
OSB Jovem
"Três Danças Brasileiras" (Guarnieri)
"Concerto para piano nº 17 em Sol maior, K 453" (Mozart)
"Concerto nº 2 em Lá maior, S 125" (Liszt - 200 anos de nascimento)
1º de maio - 11h - TMRJ
Cristina Ortiz, piano
Roberto Tibiriçá, regência
OSB Jovem
"Três Danças Brasileiras" (Guarnieri)
"Concerto para piano nº 17 em Sol maior, K 453" (Mozart)
"Concerto para piano nº 2 em Lá maior, S 125" (Liszt - 200 anos de nascimento)
3 de junho - 20h - TMRJ
Alastair Willis, regência
Simone Lamsma, violino - estreia com a OSB
OSB Jovem
"Sinfonia nº 8 em Sol maior, Op. 88" (Dvorák)
"Meditação, da ópera Thaís" (Massenet)
"Concerto para violino" (Khachaturian)
5 de junho - 11h - TMRJ
Alastair Willis, regência
Simone Lamsma, violino
OSB Jovem
"Sinfonia nº 8 em Sol maior, Op. 88" (Dvorák)
"Meditação", da ópera Thaís (Massenet)
"Concerto para violino" (Khachaturian)
18 de junho - 16h - UERJ
Mateus Araujo, regência
OSB Jovem
"Serenata nº 10 em Si bemol maior K.361 Gran Partita" (Mozart)
"Suíte para Crianças" (Mateus Araujo) - estreia carioca
"Fanfarra de La Peri" (Dukas)
"Fanfarra para o Homem Comum" (Copland)
"Jazz Symphony" (George Antheil) - estreia brasileira
25 de junho - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
OSB Jovem
"Psicose Suíte" (Bernard Herrmann - 100 anos de nascimento)
"Psicose - Projeção do filme, com música ao vivo" (Hitchcock/Herrmann)
26 de junho - 17h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
OSB Jovem
"Psicose Suíte" (Bernard Herrmann - 100 anos de nascimento)
"Psicose - Projeção do filme, com música ao vivo" (Hitchcock/Herrmann)
6 de agosto - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regente
Nelson Freire, piano
OSB e OSB Jovem
"Concerto para piano, Op. 54" (Schumann)
"Sinfonia nº 1 em Ré maior - Titã" (Mahler - 100 anos de morte)
10 de agosto - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Nelson Freire, piano
"Abertura Egmont" (Beethoven)
"Sinfonia nº 1 em Dó maior, Op. 21" (Beethoven)
"Concerto para piano nº 4 em Sol maior, Op. 58" (Beethoven)
11 de agosto - 20h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
"Sinfonia nº 2 em Ré maior, OP. 36" (Beethoven)
"Sinfonia nº 3 em Mi bemol maior, Op. 55 - Heróica" (Beethoven)
14 de agosto - 17h - Sala São Paulo
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
"Sinfonia nº 3 em Mi bemol maior, Op. 55 - Heroica" (Beethoven)
"Sinfonia nº 5 em dó menor, Op. 67" (Beethoven)
16 de agosto - 20h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
"Sinfonia nº 4 em Si bemol maior, Op. 60" (Beethoven)
"Sinfonia nº 5 em dó menor, Op. 67" (Beethoven)
18 de agosto - 20h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
"Sinfonia nº 6 em Fá maior, Op. 68 - Pastoral" (Beethoven)
"Sinfonia nº 7 em Lá maior, Op. 92" (Beethoven)
20 de agosto - 20h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
Gabriella Pace, soprano
Edinéia de Oliveira, contralto
Fernando Portari, tenor
Licio Bruno, barítono
Coro de Crianças da OSB
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
"Sinfonia nº 8 em Fá maior, Op. 93" (Beethoven)
"Sinfonia nº 9 em ré menor, Op. 125 - Coral" (Beethoven)
21 de agosto - 17h - TMRJ
Kurt Masur e Roberto Minczuk, regência
Gabriella Pace, soprano
Edinéia de Oliveira, contralto
Fernando Portari, tenor
Licio Bruno, barítono
Coro de Crianças da OSB
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
"Sinfonia nº 8 em Fá maior, OP. 93" (Beethoven)
"Sinfonia nº 9 em ré menor, Op. 125 - Coral" (Beethoven)
27 de agosto - 16h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Joshua Bell, violino
"Concerto para violino em Ré maior, Op. 77" (Brahms)
"Sinfonia nº 104 em Ré maior" (Haydn)
"Sinfonia nº 1 em Ré maior - Clássica" (Prokofiev)
28 de agosto
Roberto Minczuk, regência
Joshua Bell, violino
"Concerto para violino em Ré maior, Op. 77" (Brahms)
"Sinfonia nº 104 em Ré maior" (Haydn)
"Sinfonia nº 1 em Ré maior - Clássica" (Prokofiev)
30 de agosto - 21h - Sala São Paulo
Roberto Minczuk, regência
Cyprien Katsaris, piano - estreia brasileira
"Concerto para piano nº 5 em Mi bemol maior, Op. 73 - Imperador" (Beethoven)
"Sinfonia nº 104 em Ré maior" (Haydn)
"Sinfonia nº 1 em Ré maior - Clássica" (Prokofiev)
3 de setembro - 16h - TMRJ
Cyprien Katsaris, piano
Roberto Minczuk, regência
"Improvisação sobre temas de Liszt" (Katsaris)
"Concerto para piano nº 5 em Mi bemol maior, Op. 73 - Imperador" (Beethoven)
"Itaparica - estreia mundial" (Rubens Ricciardi)
"Concerto em Sol" (Ravel)
10 de setembro - 16h - UERJ
Leandro Carvalho, regência
OSB Jovem
"Espanha" (Chabrier)
"Rapsódia Espanhola" (Ravel)
"A Noite dos Maias" (Revueltas)
11 de setembro - 11h - TMRJ
Concerto de Premiação Concurso Nelson Freire OSB Jovens Solistas 2010
Djavan Caetano, violino
Cristian Budu, piano
"Introdução e Rondó Caprichoso, Op. 28" (Saint-Saëns)
"Totentanz" (Liszt - 200 anos de nascimento)
"Sinfonia nº 4 em ré menor, Op. 120" (Schumann)
17 de setembro - 16h - TMRJ
James Judd, regência
Luiz Garcia, trompa
"Sinfonia nº 35 em Ré maior, K 385 - Haffner" (Mozart)
"Concerto nº 2 para trompa em Mi bemol maior" (R Strauss)
"A pergunta não respondida" (Ives)
"Sinfonia nº 4 em Lá maior, Op. 90 - Italiana" (Mendelssohn)
18 de setembro - 11h - TMRJ
Concerto de premiação Concurso Jovens Solistas OSB Jovem
OSB Jovem
Leandro Carvalho, regência
"A Noite dos Maias" (Revueltas)
23 de setembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Stewart Goodyear, piano
OSB Jovem
"On the Town" (Bernstein)
"Concerto em Fá" (Gershwin)
"A Noite dos Maias" (Revueltas)
27 de setembro - 19h - UERJ
Mateus Araujo, regência
OSB Jovem
"On the Town" (Bernstein)
"Sinfonia nº 8 em Sol maior, Op. 88" (Dvorák)
1º de outubro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Rodolfo Mederos, bandoneón
"Serenata em Mi bemol maior, Op. 7" (R Strauss)
"Sinfonia nº 40 em sol menor, K 550" (Mozart)
"Concerto Aconcagua" (Piazzolla)
"Tangos" (Piazzolla)
8 de outubro - 16h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Yamandú Costa, violão
Hamilton de Holanda, bandolim - estreia com a OSB
"Sinfonia em ré menor, D 759 - Inacabada" (Schubert)
"Vertigo Suíte - Um corpo que cai" (Bernard Herrmann - 100 anos de nascimento) - estreia brasileira
"Fantasia Brasileira para Bandolim e Violão" (Yamandú/Holanda) - estreia mundial - obra comissionada pela Orquestra Sinfônica Brasileira, com orquestração de Paulo Aragão
14 de outubro - 19h - UERJ
Leandro Carvalho, regência
OSB Jovem
"O Aprendiz de Feiticeiro" (Dukas)
"Um Americano em Paris" (Gershwin)
"Danzón nº 2" (Arturo Márquez)
16 de outubro - 11h - TMRJ
Leandro Carvalho, regência
OSB Jovem
"O Aprendiz de Feiticeiro" (Dukas)
"Um Americano em Paris" (Gershwin)
"Danzón nº 2" (Arturo Márquez)
21 de outubro - 20h - TMRJ
Alberto Veronesi, regência - estreia brasileira
Nina Kotova, violoncelo - estreia com a OSB
"Melodien" (Ligeti)
"Danças de Galanta" (Kodály)
"Concerto para violoncelo em si menor, Op. 104" (Dvorák)
23 de outubro - 17h - Sala São Paulo
Alberto Veronesi, regência - estreia brasileira
Nina Kotova, violoncelo - estreia com a OSB
"Melodien" (Ligeti)
"Danças de Galanta" (Kodály)
"Concerto para violoncelo em si menor, Op. 104" (Dvorák)
29 de outubro - 16h - TMRJ
Nobuyuki Tsujii, piano - estreia brasileira - Vencedor do Concurso Internacional Van Cliburn 2009
Luis Gustavo Petri, regência
"Un sospiro" (Liszt - 200 anos de nascimento)
"Paráfrase sobre Rigoletto" (Liszt - 200 anos de nascimento)
"Concerto para piano nº 21 em Dó maior, K 467" (Mozart)
"Concerto para piano nº 1 em mi menor, Op. 11" (Chopin)
5 de novembro - 16h - TMRJ
Gabriela Montero, piano - estreia com a OSB
Marcos Arakaki, regência
Recital
"Concerto para piano nº 1 em dó maior, Op. 15" (Beethoven)
"Biguás" (Ricardo Tacuchian)
"Concerto para piano nº 3. Op. 26" (Prokofiev)
6 de novembro - 17h - Sala São Paulo
Gabriela Montero, piano
Marcos Arakaki, regência
Recital
"Concerto para piano nº 1 em Dó maior, Op. 15" (Beethoven)
"Biguás" (Ricardo Tacuchian)
"Concerto para piano nº 3, Op. 26" (Prokofiev)
8 de novembro - 21h - Sala São Paulo
Roberto Minczuk, regência
Yamandú Costa, violão
Hamilton de Holanda, bandolim
"Sinfonia em ré menor, D 759 - Inacabada" (Schubert)
"Vertigo Suíte - Um corpo que cai (Bernard Herrmann - 100 anos de nascimento) - estreia brasileira
"Fantasia Brasileira para Bandolim e Violão" (Yamandú/Holanda) - estreia mundial - obra comissionada pela Orquestra Sinfônica Brasileira, com orquestração de Paulo Aragão
12 de novembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Erin Wall, soprano
"Quatro Últimas Canções" (R Strauss)
"Sinfonia nº 4 em Sol maior" (Mahler - 100 anos de morte)
16 de novembro - 19h - UERJ
Leandro Carvalho, regência
Tiago Naguel, clarineta
Luiz Felipe Destéfano Pérez, fagote
OSB Jovem
"Sensemayá" (Revueltas)
"Duo concertante para fagote, clarineta e cordas" (R Strauss)
"Bachianas Brasileiras nº 7" (Villa-Lobos)
18 de novembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Denis Sedov, Salieri - estreia brasileira
Fernando Portari - Mozart
Rosana Lamosa, soprano
Edinéia de Oliveira, contralto
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
"Ópera Mozart e Salieri, Op. 48" (Rimsky-Korsakov) - primeira audição no Rio de Janeiro
"Réquiem, K 626" (Mozart)
20 de novembro - 11h - TMRJ
Leandro Carvalho, regência
Tiago Naguel, clarineta
Luiz Felipe Destéfano Pérez, fagote
OSB Jovem
"Sensemayá" (Revueltas)
"Duo concertante para fagote, clarineta e cordas" (R Strauss)
"Bachianas Brasileiras nº 7" (Villa-Lobos)
26 de novembro - 16h - TMRJ
José Luis Gomez, regência - estreia brasileira - 1º Lugar no Concurso Georg Solti 2010
Sarah Chang, violino - estreia com a OSB
"O franco-atirador, Abertura" (Weber)
"Choros nº 6" (Villa-Lobos)
"Concerto para violino em ré menor, Op. 47" (Sibelius)
3 de dezembro - 16h - TMRJ
Sasha Grynyuk, piano - Vencedor do I Concurso Internacional BNDES de Piano
Lanfranco Marcelletti Jr., regência
"Play Piano Play" (Friedrich Gulda)
"Concerto para piano nº 19 em Fá maior, K 459" (Mozart)
"Abertura Festiva" (Marlos Nobre)
"Rapsódia sobre um tema de Paganini, Op. 43" (Rachmaninov)
6 de dezembro - 19h - UERJ
Concerto de Aniversário da UERJ
Roberto Minczuk, regência
9 de dezembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Ludmilla Bauerfeldt, soprano - vencedora do Concurso Vozes do Brasil
Nancy Fabiola Herrera, mezzo-soprano - estreia brasileira
Atalla Ayan, tenor
Rodolfo Giugliani, barítono - vencedor do Concurso Vozes do Brasil
Coro de Crianças da OSB
Coro Sinfônico do Rio de Janeiro
"Carmen - Coros, Árias e Ensembles" (Bizet)
"Sinfonia nº 9 em ré menor, Op. 125 - Coral" (Beethoven)
11 de dezembro - 11h - TMRJ
Leandro Carvalho, regente
"Abertura Russlan e Ludmilla" (Glinka)
"Variações Rococó, Op. 33" (Tchaikovsky)
"Romeu e Julieta - excertos das Suítes I e II" (Prokofiev)
14 de dezembro - 19h - UERJ
Leandro Carvalho, regência
OSB Jovem
"Russlan e Ludmilla, Abertura" (Glinka)
"Variações Rococó, Op. 33" (Tchaikovsky)
"Romeu e Julieta - Excertos das Suítes I e II" (Prokofiev)
17 de dezembro - 20h - TMRJ
Roberto Minczuk, regência
Trilhas sonoras de Ennio Morricone e Nino Rota - 100 anos de nascimento
18 de dezembro - 17h - Sala São Paulo
Roberto Minczuk, regência
Trilhas sonoras de Ennio Morricone e Nino Rota - 100 anos de nascimento
SÉRIE DE MÚSICA DE CÂMARA COM A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA
Concertos de música de câmara todas as semanas no Auditório do BNDES, de abril a julho; e mensalmente, de agosto a dezembro
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Destaques do Jornais 24/02/2011
Estado de São Paulo
"Filme de Justin Bieber mistura cenas pessoais e shows do cantor".
Folha de São Paulo
"Clipe de Kanye West pode causar convulsões em epilépticos".
"Filme de Justin Bieber mistura cenas pessoais e shows do cantor".
Folha de São Paulo
"Clipe de Kanye West pode causar convulsões em epilépticos".
Estadão - Filme de Justin Bieber mistura cenas pessoais e shows do cantor
REUTERS
O cantor adolescente Justin Bieber, que acaba de ver seu sonho de conquistar o Grammy de artista revelação destruído pela contrabaixista e cantora de jazz Esperanza Spalding, agora aparece no cinema com "Justin Bieber: Never Say Never".
O filme sobre o astro canadense duelará nas salas brasileiras a partir de sexta-feira com "Bruna Surfistinha", que estreará com 315 cópias, contra 280 do cantor de 16 anos (200 em 3D, 80 convencionais, todas dubladas).
Em comum, não apenas datas de estreia no cinema. Bieber e Bruna Surfistinha são frutos da Internet. Celebridades instantâneas com prazo de validade não muito longo, ambos surgiram por conta de vídeos no Youtube e um blog. Ou seja, sem Internet, eles não seriam famosos. São fenômenos dos tempos modernos, em que a fama é contada em cliques e não em apenas 15 minutos.
Não se espere uma radiografia do fenômeno musical -- o filme foi comparado a uma commodity pela revista norte-americana "Time Out" --, mas apenas um bem-cuidado espetáculo musical recheado de cenas do cantor fora do palco e de fotos e filmes de infância, de certa forma premonitórios de seu futuro, como os que o mostram ainda menino, tocando bateria.
Os fãs, predominantemente garotas da mesma faixa etária, suspiram e choram durante seus shows, como os filmados em sua última turnê e no Madison Square Garden de Nova York, que serviram de base para o documentário dirigido por Jon Chu.
A mensagem do filme para seu público é "nunca desista de seus sonhos", como o próprio Justin insistiu pelo twitter, como parte da campanha de lançamento. Ele próprio é a concretização de um sonho. Filho de uma mãe solteira que postava seus vídeos no Youtube, Justin foi descoberto pelo agente Scooter Braun, que o apresentou a Usher, a sensação do R&B, que o apadrinhou na gravadora Island Records, onde começou sua carreira profissional. A partir de então, deu-se a explosão que todos conhecem. Usher aparece em várias cenas do filme.
Entrecortam-se cenas pessoais e de bastidores com o garoto brilhando no palco e meninas histéricas na plateia. O pai do garoto, Jeremy Bieber, é uma espécie de figura decorativa, que aparece por alguns minutos, chora quando vê o filho no palco, e nunca mais se ouve falar dele. Na sua cidade natal, o menino joga basquete com os colegas e reza antes de comer uma pizza. É o complemento para a mensagem de bom-mocismo que o cantor quer exalar por todos os poros.
O filme custou relativamente barato - apenas US$ 13 milhões -- e conseguiu se pagar no fim de semana de abertura, nos Estados Unidos, quando faturou US$ 29,5 milhões. Mas, mesmo na estreia, ficou em segundo lugar, ultrapassado por "Just Go With It", que faturou US$ 1 milhão a mais. Na semana seguinte, o filme já caiu para o quarto lugar.
O cantor adolescente Justin Bieber, que acaba de ver seu sonho de conquistar o Grammy de artista revelação destruído pela contrabaixista e cantora de jazz Esperanza Spalding, agora aparece no cinema com "Justin Bieber: Never Say Never".
O filme sobre o astro canadense duelará nas salas brasileiras a partir de sexta-feira com "Bruna Surfistinha", que estreará com 315 cópias, contra 280 do cantor de 16 anos (200 em 3D, 80 convencionais, todas dubladas).
Em comum, não apenas datas de estreia no cinema. Bieber e Bruna Surfistinha são frutos da Internet. Celebridades instantâneas com prazo de validade não muito longo, ambos surgiram por conta de vídeos no Youtube e um blog. Ou seja, sem Internet, eles não seriam famosos. São fenômenos dos tempos modernos, em que a fama é contada em cliques e não em apenas 15 minutos.
Não se espere uma radiografia do fenômeno musical -- o filme foi comparado a uma commodity pela revista norte-americana "Time Out" --, mas apenas um bem-cuidado espetáculo musical recheado de cenas do cantor fora do palco e de fotos e filmes de infância, de certa forma premonitórios de seu futuro, como os que o mostram ainda menino, tocando bateria.
Os fãs, predominantemente garotas da mesma faixa etária, suspiram e choram durante seus shows, como os filmados em sua última turnê e no Madison Square Garden de Nova York, que serviram de base para o documentário dirigido por Jon Chu.
A mensagem do filme para seu público é "nunca desista de seus sonhos", como o próprio Justin insistiu pelo twitter, como parte da campanha de lançamento. Ele próprio é a concretização de um sonho. Filho de uma mãe solteira que postava seus vídeos no Youtube, Justin foi descoberto pelo agente Scooter Braun, que o apresentou a Usher, a sensação do R&B, que o apadrinhou na gravadora Island Records, onde começou sua carreira profissional. A partir de então, deu-se a explosão que todos conhecem. Usher aparece em várias cenas do filme.
Entrecortam-se cenas pessoais e de bastidores com o garoto brilhando no palco e meninas histéricas na plateia. O pai do garoto, Jeremy Bieber, é uma espécie de figura decorativa, que aparece por alguns minutos, chora quando vê o filho no palco, e nunca mais se ouve falar dele. Na sua cidade natal, o menino joga basquete com os colegas e reza antes de comer uma pizza. É o complemento para a mensagem de bom-mocismo que o cantor quer exalar por todos os poros.
O filme custou relativamente barato - apenas US$ 13 milhões -- e conseguiu se pagar no fim de semana de abertura, nos Estados Unidos, quando faturou US$ 29,5 milhões. Mas, mesmo na estreia, ficou em segundo lugar, ultrapassado por "Just Go With It", que faturou US$ 1 milhão a mais. Na semana seguinte, o filme já caiu para o quarto lugar.
Folha - Clipe de Kanye West pode causar convulsões em epilépticos
DA BBC BRASIL
Pessoas que sofrem de epilepsia fotossensível devem evitar o mais recente clipe do rapper americano Kanye West, "All of the Lights". É o que diz a organização não-governamental britânica Epilepsy Action.
Segundo a entidade, portadores da doença que forem submetidos às luzes piscantes do vídeo do cantor estão sujeitos a sofrer convulsões.
Cerca de 456 mil pessoas na Grã-Bretanha sofrem de epilepsia. Destas, um total de 5% possui epilepsia fotossensível, o que as leva a sofrer crises quando submetidas a luzes piscantes ou cintilantes. As convulsões sofridas pelos portadores da doença podem causar lesões e, em casos extremos, podem ser fatais.
A Epilepsy Action pediu a pesquisadores do Cambridge Research Systems que submetesse o vídeo à uma máquina feita especialmente para analisar potenciais riscos para epilépticos presentes em filmes e vídeos.
Na quarta-feira, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o clipe conta com flashes exibidos em uma velocidade capaz de provocar convulsões.
INTERNET
A reguladora da mídia britânica Ofcom já havia determinado que o clipe não fosse exibido na Grã-Bretanha. Mas ele permanece disponível na internet, em especial no site YouTube, onde já registrou milhões de hits.
Como não há um órgão regulador para a internet, a Epilepsy Action contatou o agente de Kanye West, os representantes do YouTube e outros sites pedindo que o vídeo seja retirado.
A organização está pedindo ainda a introdução na Grã-Bretanha de uma forma de regulamentação online para prevenir possíveis danos a portadores de epilepsia fotossensível.
A advertência da entidade se dá pouco após a exibição acidental por parte de emissoras de TV de imagens com luzes piscantes.
Na segunda-feira, a BBC divulgou um comunicado para seus jornalistas televisivos sobre a necessidade de exibir alertas para os espectadores sempre que forem mostradas imagens com luzes piscantes.
A BBC chegou a receber reclamações após ter exibido imagens do príncipe William e de sua noiva, Kate Middleton, sendo expostos aos vários flashes de fotógrafos.
Pessoas que sofrem de epilepsia fotossensível devem evitar o mais recente clipe do rapper americano Kanye West, "All of the Lights". É o que diz a organização não-governamental britânica Epilepsy Action.
Segundo a entidade, portadores da doença que forem submetidos às luzes piscantes do vídeo do cantor estão sujeitos a sofrer convulsões.
Cerca de 456 mil pessoas na Grã-Bretanha sofrem de epilepsia. Destas, um total de 5% possui epilepsia fotossensível, o que as leva a sofrer crises quando submetidas a luzes piscantes ou cintilantes. As convulsões sofridas pelos portadores da doença podem causar lesões e, em casos extremos, podem ser fatais.
A Epilepsy Action pediu a pesquisadores do Cambridge Research Systems que submetesse o vídeo à uma máquina feita especialmente para analisar potenciais riscos para epilépticos presentes em filmes e vídeos.
Na quarta-feira, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o clipe conta com flashes exibidos em uma velocidade capaz de provocar convulsões.
INTERNET
A reguladora da mídia britânica Ofcom já havia determinado que o clipe não fosse exibido na Grã-Bretanha. Mas ele permanece disponível na internet, em especial no site YouTube, onde já registrou milhões de hits.
Como não há um órgão regulador para a internet, a Epilepsy Action contatou o agente de Kanye West, os representantes do YouTube e outros sites pedindo que o vídeo seja retirado.
A organização está pedindo ainda a introdução na Grã-Bretanha de uma forma de regulamentação online para prevenir possíveis danos a portadores de epilepsia fotossensível.
A advertência da entidade se dá pouco após a exibição acidental por parte de emissoras de TV de imagens com luzes piscantes.
Na segunda-feira, a BBC divulgou um comunicado para seus jornalistas televisivos sobre a necessidade de exibir alertas para os espectadores sempre que forem mostradas imagens com luzes piscantes.
A BBC chegou a receber reclamações após ter exibido imagens do príncipe William e de sua noiva, Kate Middleton, sendo expostos aos vários flashes de fotógrafos.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 23/02/2011
Estado de São Paulo
"Justiça permite que Chris Brown volte a se aproximar de Rihanna".
Folha de São Paulo
"Eminem contrata atriz pornô para estrelar próximo clipe".
"Maria Gadú diz que compôs "Shimbalaiê" aos dez anos".
"Justiça permite que Chris Brown volte a se aproximar de Rihanna".
Folha de São Paulo
"Eminem contrata atriz pornô para estrelar próximo clipe".
"Maria Gadú diz que compôs "Shimbalaiê" aos dez anos".
Estadão - Justiça permite que Chris Brown volte a se aproximar de Rihanna
REUTERS
Uma decisão de um tribunal que impedia o cantor de R&B Chris Brown de se aproximar da ex-namorada Rihanna foi suspensa na terça-feira. A decisão havia sido imposta depois de uma briga violenta do casal havia dois anos.
David McNew/APChris Brown ouve a decisão da corte de Los Angeles, nos Estados Unidos
A juíza do Tribunal Superior de Los Angeles, Patricia Schnegg, suavizou uma ordem que determinava que Brown, de 21 anos, deveria ficar a 45 metros de Rihanna, ou a 10 metros dela em eventos da indústria do entretenimento.
Schnegg substituiu a ordem anterior por uma lei menos rigorosa que proíbe Brown de perturbar ou irritar Rihanna, mas permite que ele converse com ela.
Rihanna não estava no tribunal, mas seu advogado disse que a cantora não tinha objeções contra a mudança.
Brown, de 21 anos, estava presente na breve audiência de terça-feira. Ele havia admitido ter agredir Rihanna em 2009, na véspera dos Grammys, em Los Angeles, e por isso foi sentenciado a 5 anos em liberdade condicional e serviço comunitário. Recentemente, ele completou recentemente um curso de um ano sobre violência doméstica.
Brown estava ausente da cerimônia dos Grammys na semana passada em Los Angeles, apesar de ter sido indicado a três prêmios. Rihanna se apresentou no show, mas não levou nenhum dos quatro prêmios a que foi indicada.
Uma decisão de um tribunal que impedia o cantor de R&B Chris Brown de se aproximar da ex-namorada Rihanna foi suspensa na terça-feira. A decisão havia sido imposta depois de uma briga violenta do casal havia dois anos.
David McNew/APChris Brown ouve a decisão da corte de Los Angeles, nos Estados Unidos
A juíza do Tribunal Superior de Los Angeles, Patricia Schnegg, suavizou uma ordem que determinava que Brown, de 21 anos, deveria ficar a 45 metros de Rihanna, ou a 10 metros dela em eventos da indústria do entretenimento.
Schnegg substituiu a ordem anterior por uma lei menos rigorosa que proíbe Brown de perturbar ou irritar Rihanna, mas permite que ele converse com ela.
Rihanna não estava no tribunal, mas seu advogado disse que a cantora não tinha objeções contra a mudança.
Brown, de 21 anos, estava presente na breve audiência de terça-feira. Ele havia admitido ter agredir Rihanna em 2009, na véspera dos Grammys, em Los Angeles, e por isso foi sentenciado a 5 anos em liberdade condicional e serviço comunitário. Recentemente, ele completou recentemente um curso de um ano sobre violência doméstica.
Brown estava ausente da cerimônia dos Grammys na semana passada em Los Angeles, apesar de ter sido indicado a três prêmios. Rihanna se apresentou no show, mas não levou nenhum dos quatro prêmios a que foi indicada.
Folha - Eminem contrata atriz pornô para estrelar próximo clipe
DE SÃO PAULO
Eminem chamou a atriz pornô Sasha Grey para estrelar seu próximo clipe. O vídeo para a música"Space Bound" será dirigido por Joseph Khan, responsável também pelo clipe de "Love the Way You Lie".
Grey, 22, tem circulado além do mercado de pornografia desde 2009. Naquele ano, ela participou do filme "Confissões de uma Garota de Programa", de Steven Soderbergh.
O clipe foi filmado na Califórnia e traz Eminem atuando no papel de amante de Grey. O rapper não revelou quando o clipe será lançado.
Eminem chamou a atriz pornô Sasha Grey para estrelar seu próximo clipe. O vídeo para a música"Space Bound" será dirigido por Joseph Khan, responsável também pelo clipe de "Love the Way You Lie".
Grey, 22, tem circulado além do mercado de pornografia desde 2009. Naquele ano, ela participou do filme "Confissões de uma Garota de Programa", de Steven Soderbergh.
O clipe foi filmado na Califórnia e traz Eminem atuando no papel de amante de Grey. O rapper não revelou quando o clipe será lançado.
Folha - Maria Gadú diz que compôs "Shimbalaiê" aos dez anos
ENVIADO ESPECIAL AO RIO
Maria Gadú tinha dez anos quando, sentada na areia de uma praia em Ilha Grande (RJ), compôs os versos e a melodia de "Shimbalaiê". Em cinco minutos. Voltando para casa, pegou o violão e foi achando os acordes.
É a essa criança e a essa tarde na areia que Gadú, hoje com 24 anos, deve praticamente tudo o que conquistou na vida. E não é pouco.
Entre o lançamento de seu álbum de estreia, em 2009, e este começo de 2011, a cantora se tornou fenômeno comercial. Emplacou, na sequência, cinco músicas em novelas e minisséries da Globo --emissora que comanda sua gravadora, a Som Livre.
Apareceu cantando na minissérie "Maysa", a convite do diretor Jayme Monjardim. E, desde então, nunca mais parou de tocar no rádio.
Tanta exposição se refletiu em números. O primeiro CD, que lançava "Shimbalaiê", vendeu, segundo a gravadora, cerca de 180 mil cópias. O pacote "Multishow ao Vivo", com CD e DVD, que chegou às lojas no finzinho do ano passado --e também tem "Shimbalaiê"-- já atinge, em seus diversos formatos, os quase 160 mil exemplares.
O QUERERES
Gadú nasceu em São Paulo, mas se mudou para o Rio há quatro anos. Vive sozinha em um apartamento alugado. De sua janela, vê a Lagoa Rodrigo de Freitas, paisagem nobre da zona sul carioca.
Sua vasta coleção de brinquedos divide o espaço da sala com jogos eletrônicos, CDs, três violões, uma guitarra e Cachaça, o cão pug.
As portas da casa estão escritas a caneta, de cima a baixo. Na que dá para a cozinha, a letra completa de "O Quereres", de Caetano Veloso.
"Onde queres revólver, sou coqueiro. E, onde queres dinheiro, sou paixão. Onde queres descanso, sou desejo. E, onde sou só desejo, queres não." Gadú tem fixação pela canção. Em janeiro, tatuou toda a primeira estrofe --223 letras-- na perna esquerda.
Caetano está por perto. No final do ano passado, dividiu com ela uma série de shows.
Um dos encontros foi registrado e vai virar um DVD no segundo semestre. O baiano considera esse trabalho o começo de um processo profissional dele, que vai render outro disco com a BandaCê.
A maior parte das canções que agora fazem sucesso em sua voz foi escrita quando ela tinha menos de 15 anos, sob influência de Marisa Monte. Todos os "laralarilás" de Marisa, portanto, vieram para o début de Gadú.
"Meu disco é uma mistura do universo que a Marisa me apresentou", diz. "Foi por ela que conheci Arnaldo [Antunes], Nando [Reis], Carlinhos Brown, Paulinho da Viola. Ela tem um lugar muito bonito dentro do meu mundo."
Apesar das semelhanças vocais com Marisa, é de Cássia Eller que o público mais se lembra quando a vê no palco. E, por causa de Cássia, lhe cobra posturas.
"Querem que eu levante a bandeira do 'sou gay'. Não quero. Senão parece que estou menosprezando a outra opção, o hétero. Não dou nome ao que sou, por que que vou falar que viado é do caralho? É do caralho mesmo, mas hétero também é. Além do mais, eu não sei quem vou conhecer amanhã."
Maria Gadú tinha dez anos quando, sentada na areia de uma praia em Ilha Grande (RJ), compôs os versos e a melodia de "Shimbalaiê". Em cinco minutos. Voltando para casa, pegou o violão e foi achando os acordes.
É a essa criança e a essa tarde na areia que Gadú, hoje com 24 anos, deve praticamente tudo o que conquistou na vida. E não é pouco.
Entre o lançamento de seu álbum de estreia, em 2009, e este começo de 2011, a cantora se tornou fenômeno comercial. Emplacou, na sequência, cinco músicas em novelas e minisséries da Globo --emissora que comanda sua gravadora, a Som Livre.
Apareceu cantando na minissérie "Maysa", a convite do diretor Jayme Monjardim. E, desde então, nunca mais parou de tocar no rádio.
Tanta exposição se refletiu em números. O primeiro CD, que lançava "Shimbalaiê", vendeu, segundo a gravadora, cerca de 180 mil cópias. O pacote "Multishow ao Vivo", com CD e DVD, que chegou às lojas no finzinho do ano passado --e também tem "Shimbalaiê"-- já atinge, em seus diversos formatos, os quase 160 mil exemplares.
O QUERERES
Gadú nasceu em São Paulo, mas se mudou para o Rio há quatro anos. Vive sozinha em um apartamento alugado. De sua janela, vê a Lagoa Rodrigo de Freitas, paisagem nobre da zona sul carioca.
Sua vasta coleção de brinquedos divide o espaço da sala com jogos eletrônicos, CDs, três violões, uma guitarra e Cachaça, o cão pug.
As portas da casa estão escritas a caneta, de cima a baixo. Na que dá para a cozinha, a letra completa de "O Quereres", de Caetano Veloso.
"Onde queres revólver, sou coqueiro. E, onde queres dinheiro, sou paixão. Onde queres descanso, sou desejo. E, onde sou só desejo, queres não." Gadú tem fixação pela canção. Em janeiro, tatuou toda a primeira estrofe --223 letras-- na perna esquerda.
Caetano está por perto. No final do ano passado, dividiu com ela uma série de shows.
Um dos encontros foi registrado e vai virar um DVD no segundo semestre. O baiano considera esse trabalho o começo de um processo profissional dele, que vai render outro disco com a BandaCê.
A maior parte das canções que agora fazem sucesso em sua voz foi escrita quando ela tinha menos de 15 anos, sob influência de Marisa Monte. Todos os "laralarilás" de Marisa, portanto, vieram para o début de Gadú.
"Meu disco é uma mistura do universo que a Marisa me apresentou", diz. "Foi por ela que conheci Arnaldo [Antunes], Nando [Reis], Carlinhos Brown, Paulinho da Viola. Ela tem um lugar muito bonito dentro do meu mundo."
Apesar das semelhanças vocais com Marisa, é de Cássia Eller que o público mais se lembra quando a vê no palco. E, por causa de Cássia, lhe cobra posturas.
"Querem que eu levante a bandeira do 'sou gay'. Não quero. Senão parece que estou menosprezando a outra opção, o hétero. Não dou nome ao que sou, por que que vou falar que viado é do caralho? É do caralho mesmo, mas hétero também é. Além do mais, eu não sei quem vou conhecer amanhã."
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 22/02/2010
Folha de São Paulo
"Cyndi Lauper vai misturar blues e hits em shows no Brasil".
"Caetano e Gil discordam sobre nova lei autoral".
"Roberto Carlos abre Festival de Viña del Mar".
"Cyndi Lauper vai misturar blues e hits em shows no Brasil".
"Caetano e Gil discordam sobre nova lei autoral".
"Roberto Carlos abre Festival de Viña del Mar".
Folha - Cyndi Lauper vai misturar blues e hits em shows no Brasil
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Cyndi Lauper, 58, desembarca no Brasil para oito shows que devem mesclar clássicos da carreira com o repertório de seu último disco, "Memphis Blues".
A primeira apresentação em São Paulo acontece hoje, às 22h, e amanhã haverá outro show no mesmo horário, no Via Funchal.
Além de São Paulo, outras capitais também receberão Cyndi Lauper: Recife, Rio de Janeiro, Goiânia, Cuiabá, Brasília e Porto Alegre.
Faz quase 30 anos que Cyndi deixou de ser uma menina que só pensa em diversão, como dizia a letra de um de seus maiores sucessos nos anos 1980.
E dizem que, quanto mais velho o cantor, melhor fica a voz para cantar um bom blues. Mas a escolha dela de gravar o disco em Memphis, uma das capitais do gênero, no Sul dos Estados Unidos, não teve nada a ver com a idade, conforme explicou em entrevista à Folha.
"Eu gravei porque senti que todo mundo estava um pouco 'blue' (triste). Vi que seria agora ou nunca o momento de sair o disco e resolvi ir para o Sul. Foi o destino natural."
A tristeza nos Estados Unidos, de acordo com a cantora, é uma marca de tragédias que atingiram o país, como o furacão Katrina, e a crise que fez milhares de americanos perderem suas casas.
"Talvez no Brasil seja diferente, mas aqui nos Estados Unidos são tempos difíceis. E acho que a melhor coisa sobre o blues é que as pessoas que estão tristes ouvem, mas são impelidas a continuar. E eu escolhi canções que soam modernas, sabe? Elas poderiam ter sido escritas hoje."
"Memphis Blues" tem músicas clássicas do gênero e participações especiais, como a de B.B. King em "Early in the Mornin". São 12 músicas, sendo uma delas inédita para a versão brasileira do álbum, com participação do saxofonista carioca Leo Gandelman.
Ela não conhecia pessoalmente Gandelman até chegar o momento de gravar a faixa "I Don't Wanna Cry". "Músicos têm uma coisa em comum, não importa de onde você veio: é a música, uma língua internacional."
Ela explica que o disco é uma espécie de volta às origens, dela e da música pop. "Minha primeira banda era de covers de blues, mas naquela época não sabia muito bem o que estava fazendo."
GAGA
Quando a revista "Time" elegeu as 100 pessoas mais influentes do mundo no ano passado, Lady Gaga apareceu como maior artista e coube a Cyndi resenhar o trabalho dela. "A arte de Gaga captura o tempo que estamos vivendo", escreveu na época.
Mas à Folha, a cantora não quis comentar o trabalho de outros artistas. "Sabe, querida, cada um é cada um e eu não fico olhando para o que todos dizem. Muita gente olha para o que tenho feito ou fiz, mas eu não faço isso."
CYNDI LAUPER
QUANDO hoje e amanhã, às 22h
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel. 0/xx/11/3846-2300)
QUANTO de R$ 150 a R$ 300
CLASSIFICAÇÃO 14 anos
Cyndi Lauper, 58, desembarca no Brasil para oito shows que devem mesclar clássicos da carreira com o repertório de seu último disco, "Memphis Blues".
A primeira apresentação em São Paulo acontece hoje, às 22h, e amanhã haverá outro show no mesmo horário, no Via Funchal.
Além de São Paulo, outras capitais também receberão Cyndi Lauper: Recife, Rio de Janeiro, Goiânia, Cuiabá, Brasília e Porto Alegre.
Faz quase 30 anos que Cyndi deixou de ser uma menina que só pensa em diversão, como dizia a letra de um de seus maiores sucessos nos anos 1980.
E dizem que, quanto mais velho o cantor, melhor fica a voz para cantar um bom blues. Mas a escolha dela de gravar o disco em Memphis, uma das capitais do gênero, no Sul dos Estados Unidos, não teve nada a ver com a idade, conforme explicou em entrevista à Folha.
"Eu gravei porque senti que todo mundo estava um pouco 'blue' (triste). Vi que seria agora ou nunca o momento de sair o disco e resolvi ir para o Sul. Foi o destino natural."
A tristeza nos Estados Unidos, de acordo com a cantora, é uma marca de tragédias que atingiram o país, como o furacão Katrina, e a crise que fez milhares de americanos perderem suas casas.
"Talvez no Brasil seja diferente, mas aqui nos Estados Unidos são tempos difíceis. E acho que a melhor coisa sobre o blues é que as pessoas que estão tristes ouvem, mas são impelidas a continuar. E eu escolhi canções que soam modernas, sabe? Elas poderiam ter sido escritas hoje."
"Memphis Blues" tem músicas clássicas do gênero e participações especiais, como a de B.B. King em "Early in the Mornin". São 12 músicas, sendo uma delas inédita para a versão brasileira do álbum, com participação do saxofonista carioca Leo Gandelman.
Ela não conhecia pessoalmente Gandelman até chegar o momento de gravar a faixa "I Don't Wanna Cry". "Músicos têm uma coisa em comum, não importa de onde você veio: é a música, uma língua internacional."
Ela explica que o disco é uma espécie de volta às origens, dela e da música pop. "Minha primeira banda era de covers de blues, mas naquela época não sabia muito bem o que estava fazendo."
GAGA
Quando a revista "Time" elegeu as 100 pessoas mais influentes do mundo no ano passado, Lady Gaga apareceu como maior artista e coube a Cyndi resenhar o trabalho dela. "A arte de Gaga captura o tempo que estamos vivendo", escreveu na época.
Mas à Folha, a cantora não quis comentar o trabalho de outros artistas. "Sabe, querida, cada um é cada um e eu não fico olhando para o que todos dizem. Muita gente olha para o que tenho feito ou fiz, mas eu não faço isso."
CYNDI LAUPER
QUANDO hoje e amanhã, às 22h
ONDE Via Funchal (r. Funchal, 65; tel. 0/xx/11/3846-2300)
QUANTO de R$ 150 a R$ 300
CLASSIFICAÇÃO 14 anos
Folha - Caetano e Gil discordam sobre nova lei autoral
ENVIADO ESPECIAL AO RIO
Caetano Veloso de um lado, Gilberto Gil do outro.
Parceiros na criação do movimento tropicalista, em 1967, os dois acabaram se tornando, nas últimas semanas, símbolos da polarização de opiniões dos artistas da MPB na discussão em torno da lei de direito autoral.
Em 20 de janeiro, a ministra Ana de Hollanda retirou o selo Creative Commons do site do MinC, colocado na gestão de Gil (2003-2008).
As licenças Creative Commons tornam mais flexível o uso de obras artísticas (como liberação prévia para uso em blogs ou remixes), em contraposição ao "copyright" (no qual o artista precisa autorizar caso a caso).
De um lado do ringue, Gil entende que as flexibilidades das licenças CC estão mais de acordo com a era digital, com o mundo pós-internet.
Do outro lado, Caetano, apoiado pela maior parte dos compositores que entraram na discussão --Roberto Carlos, Joyce, Jorge Mautner e outros-- se posicionou contra as CC, dizendo que "ninguém toca em um centavo dos meus direitos autorais".
Em seguida, Gil criticou os opositores às CC de não levarem o diálogo para "uma dimensão esclarecedora".
Procurado pela Folha no começo da semana passada, Caetano disse, por e-mail, que vestia a carapuça tecida pelo velho companheiro.
"Visto. Mas não me causa incômodo", disse. "Eu não teria tocado no tema se a discussão, que o ministério Gil trouxe para dentro da política oficial, não me parecesse atraente e inevitável."
STATUS QUO
"Pois está na hora de ele tirar a carapuça", rebateu Gil, na quarta-feira passada, depois de fazer um show para internet. "De encarapuçados não precisamos. Todos têm que estar com suas feições claras, nítidas, à mostra, dizendo o que acham."
E seguiu. "Foi sempre assim: os que defendem o novo têm que ter argumentos mais nítidos. Os que reagem, porque estão defendidos pelo status quo, não precisam disso, precisam apenas reagir."
A reportagem retomou o assunto com Caetano, no dia seguinte. O músico chamou a paixão de Gil pelos avanços tecnológicos de "um pouco fascinada demais, tendendo para deslumbrada".
"Gil escreveu [a canção] 'Pela Internet', mas, diferentemente de mim, não é uma pessoa de internet. Não é muito familiarizado, não anda muito nem no e-mail. Ele gosta mais é da ideia."
Caetano Veloso de um lado, Gilberto Gil do outro.
Parceiros na criação do movimento tropicalista, em 1967, os dois acabaram se tornando, nas últimas semanas, símbolos da polarização de opiniões dos artistas da MPB na discussão em torno da lei de direito autoral.
Em 20 de janeiro, a ministra Ana de Hollanda retirou o selo Creative Commons do site do MinC, colocado na gestão de Gil (2003-2008).
As licenças Creative Commons tornam mais flexível o uso de obras artísticas (como liberação prévia para uso em blogs ou remixes), em contraposição ao "copyright" (no qual o artista precisa autorizar caso a caso).
De um lado do ringue, Gil entende que as flexibilidades das licenças CC estão mais de acordo com a era digital, com o mundo pós-internet.
Do outro lado, Caetano, apoiado pela maior parte dos compositores que entraram na discussão --Roberto Carlos, Joyce, Jorge Mautner e outros-- se posicionou contra as CC, dizendo que "ninguém toca em um centavo dos meus direitos autorais".
Em seguida, Gil criticou os opositores às CC de não levarem o diálogo para "uma dimensão esclarecedora".
Procurado pela Folha no começo da semana passada, Caetano disse, por e-mail, que vestia a carapuça tecida pelo velho companheiro.
"Visto. Mas não me causa incômodo", disse. "Eu não teria tocado no tema se a discussão, que o ministério Gil trouxe para dentro da política oficial, não me parecesse atraente e inevitável."
STATUS QUO
"Pois está na hora de ele tirar a carapuça", rebateu Gil, na quarta-feira passada, depois de fazer um show para internet. "De encarapuçados não precisamos. Todos têm que estar com suas feições claras, nítidas, à mostra, dizendo o que acham."
E seguiu. "Foi sempre assim: os que defendem o novo têm que ter argumentos mais nítidos. Os que reagem, porque estão defendidos pelo status quo, não precisam disso, precisam apenas reagir."
A reportagem retomou o assunto com Caetano, no dia seguinte. O músico chamou a paixão de Gil pelos avanços tecnológicos de "um pouco fascinada demais, tendendo para deslumbrada".
"Gil escreveu [a canção] 'Pela Internet', mas, diferentemente de mim, não é uma pessoa de internet. Não é muito familiarizado, não anda muito nem no e-mail. Ele gosta mais é da ideia."
Folha - Roberto Carlos abre Festival de Viña del Mar
DA FRANCE PRESSE
O cantor Roberto Carlos abriu na noite desta segunda-feira a 52ª edição do Festival Internacional de Viña del Mar, com um show marcado por antigos sucessos do rei.
Após mais de 20 anos, Roberto Carlos volta a festival no Chile
Vestido de branco, Roberto Carlos iniciou sua apresentação com "Emoções", e foi acompanhado por cerca de 15 mil pessoas, que lotaram o anfiteatro de Quinta Vergara, local do festival.
O rei, que voltou ao Festival de Viña del Mar após 22 anos, destacou o prazer de rever o público chileno após tanto tempo: "obrigado pela emoção que estou sentindo".
Na sequência, Roberto Carlos cantou 'Que será de ti' e 'Detalles', para delírio dos românticos locais.
Após mais de 90 minutos de show, o rei recebeu duas tochas, uma de ouro e outra de prata, e uma 'Gaivota de Prata', os máximos prêmios concedidos pelo público no Festival de Viña del Mar.
O festival se celebra neste balneário situado 120 km a oeste de Santiago e começa todos os anos com uma festa de gala que desta vez foi realizada na sexta-feira em um conhecido cassino da cidade.
O evento, que se celebra ano após ano em um anfiteatro ao ar livre conhecido como La Quinta Vergara, com capacidade para 15.000 espectadores, já recebeu artistas do porte de Luis Miguel, Julio Iglesias, The Police, Ricky Martín, Duran Duran, Tom Jones e Paul Anka.
Na sexta-feira será a vez de um dos shows mais aguardados do festival: o cantor britânico Sting, que apresentará canções suas e da época em que integrava o grupo The Police, em versões "sinfônicas".
O cantor espanhol Alejandro Sanz encerrará o festival no sábado, 26 de fevereiro.
Paralelamente, será celebrada a competição internacional de canções, da qual participam este ano representantes de Chile, Panamá, Canadá, Estados Unidos, Peru e Ucrânia.
Na categoria folclore se apresentarão cantores de Chile, Peru, Colômbia, Bolívia, Honduras e Equador.
Nos dois concursos, os ganhadores receberão na noite de encerramento a disputada 'Gaivota de Ouro', troféu entregue na modalidade internacional há trinta anos, bem como um prêmio em dinheiro.
O Festival de Viña del Mar, considerado o evento de música popular mais importante da América Latina, será transmitido para mais de 20 países.
O cantor Roberto Carlos abriu na noite desta segunda-feira a 52ª edição do Festival Internacional de Viña del Mar, com um show marcado por antigos sucessos do rei.
Após mais de 20 anos, Roberto Carlos volta a festival no Chile
Vestido de branco, Roberto Carlos iniciou sua apresentação com "Emoções", e foi acompanhado por cerca de 15 mil pessoas, que lotaram o anfiteatro de Quinta Vergara, local do festival.
O rei, que voltou ao Festival de Viña del Mar após 22 anos, destacou o prazer de rever o público chileno após tanto tempo: "obrigado pela emoção que estou sentindo".
Na sequência, Roberto Carlos cantou 'Que será de ti' e 'Detalles', para delírio dos românticos locais.
Após mais de 90 minutos de show, o rei recebeu duas tochas, uma de ouro e outra de prata, e uma 'Gaivota de Prata', os máximos prêmios concedidos pelo público no Festival de Viña del Mar.
O festival se celebra neste balneário situado 120 km a oeste de Santiago e começa todos os anos com uma festa de gala que desta vez foi realizada na sexta-feira em um conhecido cassino da cidade.
O evento, que se celebra ano após ano em um anfiteatro ao ar livre conhecido como La Quinta Vergara, com capacidade para 15.000 espectadores, já recebeu artistas do porte de Luis Miguel, Julio Iglesias, The Police, Ricky Martín, Duran Duran, Tom Jones e Paul Anka.
Na sexta-feira será a vez de um dos shows mais aguardados do festival: o cantor britânico Sting, que apresentará canções suas e da época em que integrava o grupo The Police, em versões "sinfônicas".
O cantor espanhol Alejandro Sanz encerrará o festival no sábado, 26 de fevereiro.
Paralelamente, será celebrada a competição internacional de canções, da qual participam este ano representantes de Chile, Panamá, Canadá, Estados Unidos, Peru e Ucrânia.
Na categoria folclore se apresentarão cantores de Chile, Peru, Colômbia, Bolívia, Honduras e Equador.
Nos dois concursos, os ganhadores receberão na noite de encerramento a disputada 'Gaivota de Ouro', troféu entregue na modalidade internacional há trinta anos, bem como um prêmio em dinheiro.
O Festival de Viña del Mar, considerado o evento de música popular mais importante da América Latina, será transmitido para mais de 20 países.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 21/02/2011
Estado de São Paulo
"Paramore faz show vibrante em São Paulo".
Folha de São Paulo
""That Metal Show" faz humor com debates sobre rock pesado".
"Paramore faz show vibrante em São Paulo".
Folha de São Paulo
""That Metal Show" faz humor com debates sobre rock pesado".
Estadão - Paramore faz show vibrante em São Paulo
do estadão.com.br
SÃO PAULO - Quase 7 mil pessoas estiveram presentes no Credicard Hall, em São Paulo, neste domingo, 20, para assistir ao show da banda americana Paramore. Com 1h30 de apresentação, o grupo liderado pela vocalista Hayley Williams agitou o público, mesclando canções dos três álbuns de estúdio gravados pelo conjunto.
Mariana Motta/AEHayley Williams, vocalista da banda Paramore Às 11h, uma grande fila já podia ser vista nos arredores do Credicard Hall. Fãs de todas as partes do Brasil vieram de longe para prestigiar o quinteto de Tennessee, Estados Unidos. É o caso de Gabriel Santana, 18. O estudante conta que passou mais de 20 horas dentro do ônibus: "Sou de Uberlândia, Minas Gerais. Em 2008, quando eles vieram pela primeira vez, não consegui ingresso. Não era justo perder esta oportunidade novamente. Meus pais nem sabem que estou aqui. Eles nunca deixariam!", afirma o aluno de administração de empresas.
Muitos pais acompanhavam os filhos e até conheciam algumas das músicas: "Minha mãe sabe cantar The only excepiton", disse a estudante Renata Couto, 13. "A gente tem que acompanhar, né?", alegou a dentista Rita Maria do Couto, 47. A mãe de João Vitor, 14, afirmou que tudo era válido pela diversão dos filhos: "Queremos vê-los felizes. É muito bacana ver a agitação e o ânimo deles diante do show", concluiu a assistente social Isabel Cristina Carli, 44.
Com todos os ingressos esgotados, muitos jovens ainda procuram um jeito de ver o Paramore. As estudantes Marina Oliveira e Natalia Samper pediam dinheiro na porta do local para comprar ingressos de cambistas: "O cara quer fazer duas entradas por R$300. O problema é que temos só R$200. Estamos vendendo até salgadinho!", declararam as garotas.
"I'm back, São Paulo"
A banda de abertura Fake Number subiu ao palco e esquentou o púlbico para a principal atração da noite. Apesar de algumas reclamações, a plateia, no geral, recepcionou bem a banda do interior de São Paulo,com direito a coro no cover do hit Use somebody, do Kings Of Leon.
Quando as luzes se apagaram, pontualmente às 20h, Hayley Williams, com os cabelos mais vermelhos que nunca e com um leão de pelúcia nas mãos, surgiu diante de uma plateia histérica, cantando a música Ignorance, do CD Brand New Eyes. Jeremy, Taylor, Justin e Josh acompanharam o ritmo frenético da vocalista e emendaram Feeling Story.
O público, todavia, veio abaixo quando, enrolada em uma bandeira do Brasil, a pequenina Hayley gritou: "Depois de três anos, eu estou de volta, São Paulo. Nós somos o Paramore! Vocês estão prontos? Então vamos lá!", fazendo o complexo tremer com That's what you get, Emergency, Playing God e Decode, esta última trilha sonora do primeiro filme da Saga Crepúsculo.
Após algumas canções rápidas e agressivas, o grupo, que já havia tocado em Brasília (16/2), Belo Horizonte (17/2) e Rio de Janeiro (19/2), arrancou os violões e estabeleceu uma sequência acústica com When it rains e a inédita In the mourning.
Apesar de o show estar na metade, os adolescentes permaneciam em êxtase com a apresentação do Paramore. Alguns, inclusive, passaram mal e tiveram de ser socorridos pelo departamento médico.
Em plena harmonia com o público presente, mesmo depois das saídas dos irmãos Josh e Zac Farro, Halley encerrou a apresentação com os hits Crush Crush Crush, Pressure, Looking up e The Only Exception. No bis, o Paramore voltou ao palco para cantar Brick By Boring Brick e, atendendo aos pedidos, My heart, que ficou faltando na última apresentação da banda por aqui há dois anos.
Dois fãs da banda foram convidados a subir no palco para cantar Misery Business com Hayley Williams. Enquanto Frederico Montavani assumiu as guitarras, Livison Rosa, que veio de Uberaba, Minas Gerais, cantou a última parte da música.
Após quatro shows, o Paramore faz sua última apresentação no Brasil nesta terça-feira, 22, em Porto Alegre, no Teatro Bourbon. A turnê Brand New Eyes segue ainda para outros países da América do Sul, como Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Venezuela.
Setlist
Ignorance
Feeling Sorry
That's what you get
For a pessimist I'm pretty optimistic
Emergency
Playing God
Careful
Decode
In the mourning
When it rains
Where the lines overlap
Misguided Ghosts
Crush Crush Crush
Pressure
Looking up
The Only Exception
Bis
Brick By Boring Brick
My heart
Misery BusinessP
SÃO PAULO - Quase 7 mil pessoas estiveram presentes no Credicard Hall, em São Paulo, neste domingo, 20, para assistir ao show da banda americana Paramore. Com 1h30 de apresentação, o grupo liderado pela vocalista Hayley Williams agitou o público, mesclando canções dos três álbuns de estúdio gravados pelo conjunto.
Mariana Motta/AEHayley Williams, vocalista da banda Paramore Às 11h, uma grande fila já podia ser vista nos arredores do Credicard Hall. Fãs de todas as partes do Brasil vieram de longe para prestigiar o quinteto de Tennessee, Estados Unidos. É o caso de Gabriel Santana, 18. O estudante conta que passou mais de 20 horas dentro do ônibus: "Sou de Uberlândia, Minas Gerais. Em 2008, quando eles vieram pela primeira vez, não consegui ingresso. Não era justo perder esta oportunidade novamente. Meus pais nem sabem que estou aqui. Eles nunca deixariam!", afirma o aluno de administração de empresas.
Muitos pais acompanhavam os filhos e até conheciam algumas das músicas: "Minha mãe sabe cantar The only excepiton", disse a estudante Renata Couto, 13. "A gente tem que acompanhar, né?", alegou a dentista Rita Maria do Couto, 47. A mãe de João Vitor, 14, afirmou que tudo era válido pela diversão dos filhos: "Queremos vê-los felizes. É muito bacana ver a agitação e o ânimo deles diante do show", concluiu a assistente social Isabel Cristina Carli, 44.
Com todos os ingressos esgotados, muitos jovens ainda procuram um jeito de ver o Paramore. As estudantes Marina Oliveira e Natalia Samper pediam dinheiro na porta do local para comprar ingressos de cambistas: "O cara quer fazer duas entradas por R$300. O problema é que temos só R$200. Estamos vendendo até salgadinho!", declararam as garotas.
"I'm back, São Paulo"
A banda de abertura Fake Number subiu ao palco e esquentou o púlbico para a principal atração da noite. Apesar de algumas reclamações, a plateia, no geral, recepcionou bem a banda do interior de São Paulo,com direito a coro no cover do hit Use somebody, do Kings Of Leon.
Quando as luzes se apagaram, pontualmente às 20h, Hayley Williams, com os cabelos mais vermelhos que nunca e com um leão de pelúcia nas mãos, surgiu diante de uma plateia histérica, cantando a música Ignorance, do CD Brand New Eyes. Jeremy, Taylor, Justin e Josh acompanharam o ritmo frenético da vocalista e emendaram Feeling Story.
O público, todavia, veio abaixo quando, enrolada em uma bandeira do Brasil, a pequenina Hayley gritou: "Depois de três anos, eu estou de volta, São Paulo. Nós somos o Paramore! Vocês estão prontos? Então vamos lá!", fazendo o complexo tremer com That's what you get, Emergency, Playing God e Decode, esta última trilha sonora do primeiro filme da Saga Crepúsculo.
Após algumas canções rápidas e agressivas, o grupo, que já havia tocado em Brasília (16/2), Belo Horizonte (17/2) e Rio de Janeiro (19/2), arrancou os violões e estabeleceu uma sequência acústica com When it rains e a inédita In the mourning.
Apesar de o show estar na metade, os adolescentes permaneciam em êxtase com a apresentação do Paramore. Alguns, inclusive, passaram mal e tiveram de ser socorridos pelo departamento médico.
Em plena harmonia com o público presente, mesmo depois das saídas dos irmãos Josh e Zac Farro, Halley encerrou a apresentação com os hits Crush Crush Crush, Pressure, Looking up e The Only Exception. No bis, o Paramore voltou ao palco para cantar Brick By Boring Brick e, atendendo aos pedidos, My heart, que ficou faltando na última apresentação da banda por aqui há dois anos.
Dois fãs da banda foram convidados a subir no palco para cantar Misery Business com Hayley Williams. Enquanto Frederico Montavani assumiu as guitarras, Livison Rosa, que veio de Uberaba, Minas Gerais, cantou a última parte da música.
Após quatro shows, o Paramore faz sua última apresentação no Brasil nesta terça-feira, 22, em Porto Alegre, no Teatro Bourbon. A turnê Brand New Eyes segue ainda para outros países da América do Sul, como Argentina, Chile, Peru, Colômbia e Venezuela.
Setlist
Ignorance
Feeling Sorry
That's what you get
For a pessimist I'm pretty optimistic
Emergency
Playing God
Careful
Decode
In the mourning
When it rains
Where the lines overlap
Misguided Ghosts
Crush Crush Crush
Pressure
Looking up
The Only Exception
Bis
Brick By Boring Brick
My heart
Misery BusinessP
Folha - "That Metal Show" faz humor com debates sobre rock pesado
DE SÃO PAULO
Imagine uma mesa redonda de futebol com certo clima de sofá da Hebe, mas o assunto é rock pesado. Pronto, o resultado é "That Metal Show", cuja quarta temporada estreia hoje no canal VH1.
Eddie Trunk, Jim Forine e Don Jamieson poderiam formar uma "banda de tiozão" que volta à estrada para resgatar o que resta dos anos 70.
Eles manjam tudo de metal e classic rock. Qualquer assunto dispara uma polêmica, porque os caras não concordam em nenhum ponto.
Como os personagens de Nick Hornby no livro "Alta Fidelidade" (e os roqueiros em geral), o trio adora fazer listas essenciais na vida das pessoas, como os melhores guitarristas canhotos ou as garotas mais bonitas que saíram em capas de álbuns.
Os convidados influem na diversão de cada episódio. Um mala como Dave Mustaine, do Megadeth, põe a conversa para baixo, mas há headbangers engraçados como Scott Ian, do Anthrax, que solta tiradas geniais.
O tom é de mesa de bar. Slash, ex-Guns N' Roses, disse que só consegue assistir depois de umas três cervejas, para se sentir na mesma frequência dos apresentadores.
NA TV
That Metal Show
Quarta temporada
QUANDO seg., às 21h, no VH1
CLASSIFICAÇÃO 12 anos
Imagine uma mesa redonda de futebol com certo clima de sofá da Hebe, mas o assunto é rock pesado. Pronto, o resultado é "That Metal Show", cuja quarta temporada estreia hoje no canal VH1.
Eddie Trunk, Jim Forine e Don Jamieson poderiam formar uma "banda de tiozão" que volta à estrada para resgatar o que resta dos anos 70.
Eles manjam tudo de metal e classic rock. Qualquer assunto dispara uma polêmica, porque os caras não concordam em nenhum ponto.
Como os personagens de Nick Hornby no livro "Alta Fidelidade" (e os roqueiros em geral), o trio adora fazer listas essenciais na vida das pessoas, como os melhores guitarristas canhotos ou as garotas mais bonitas que saíram em capas de álbuns.
Os convidados influem na diversão de cada episódio. Um mala como Dave Mustaine, do Megadeth, põe a conversa para baixo, mas há headbangers engraçados como Scott Ian, do Anthrax, que solta tiradas geniais.
O tom é de mesa de bar. Slash, ex-Guns N' Roses, disse que só consegue assistir depois de umas três cervejas, para se sentir na mesma frequência dos apresentadores.
NA TV
That Metal Show
Quarta temporada
QUANDO seg., às 21h, no VH1
CLASSIFICAÇÃO 12 anos
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Destaques do Jornais 18/02/2011
Estado de São Paulo
"João Bosco faz shows no Sesc Pompeia".
"Jimmy Jagger abre show do LCD hoje em SP".
Folha de São Paulo
"Radiohead lança primeiro clipe de novo álbum".
"Banda LCD Soundsystem dá adeus a fãs hoje em SP".
"Ricky Martin recebe prêmio de Ícone Mundial em evento de música latina".
"João Bosco faz shows no Sesc Pompeia".
"Jimmy Jagger abre show do LCD hoje em SP".
Folha de São Paulo
"Radiohead lança primeiro clipe de novo álbum".
"Banda LCD Soundsystem dá adeus a fãs hoje em SP".
"Ricky Martin recebe prêmio de Ícone Mundial em evento de música latina".
Estadão - João Bosco faz shows no Sesc Pompeia
Estadão.com.br
O cantor, compositor e instrumentista João Bosco começa neste sábado, 19, uma breve temporada de shows no Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93), em São Paulo. As apresentações acontecem também nos dias 20, 25, 26 e 27 deste mês.
ReproduçãoJoão Bosco: cantor, compositor e instrumentistaJoão Bosco estará acompanhado de Ricardo Silveira, na guitarra, Jamil Jones, no baixo, e Kiko Freitas, na bateria. No repertório estão previstas as canções do último disco Não Vou Pro Céu, Mas Já Não Vivo no Chão, que marca a retomada da parceria com Aldir Blanc, seu parceiro em mais de uma centena de músicas e que conheceu na década de 1970.
Entre os destaques do álbum estão Mentiras de Verdade, Jimbo no Jazz, Plural Singular, Ingenuidade e Alma Barroca. Em Não Vou Pro Céu, Mas Já Não Vivo no Chão, João Bosco também faz parceria com Carlos Rennó, Francisco Bosco e Nei Lopes.
Como não poderiam deixar de faltar, as clássicas canções como O Bêbado e o Equilibrista, Papel Machê, Bala com Bala, Jade e Corsário também vão ser relembradas por seu compositor.
João Bosco gravou 24 discos e foi parceiro de Vinícius de Moraes e Elis Regina. Também já se apresentou com o pianista cubano Gonzalo Rubalcaba em turnê pela Europa e gravou com Djavan, Guinga, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda o DVD Obrigado Gente.
Participou de concertos com a alemã NDR Big Band e gravou o CD Senhora do Amazonas, lançado na Alemanha. Em Montreux, esteve ao lado de Milton Nascimento e da Família Jobim. Não Vou Pro Céu, Mas Já Não Vivo no Chão é o primeiro disco de músicas inéditas do artista após seis anos.
João Bosco no Sesc Pompeia
Quando: dias 19, 20, 25, 26 e 27. Sexta-feira e sábado às 21 e domingo às 18h
Quanto: R$ 32 (inteira), R$ 16 (meia) e R$ 8 (comerciário)
Onde: Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93) - fone 3871 7740
O cantor, compositor e instrumentista João Bosco começa neste sábado, 19, uma breve temporada de shows no Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93), em São Paulo. As apresentações acontecem também nos dias 20, 25, 26 e 27 deste mês.
ReproduçãoJoão Bosco: cantor, compositor e instrumentistaJoão Bosco estará acompanhado de Ricardo Silveira, na guitarra, Jamil Jones, no baixo, e Kiko Freitas, na bateria. No repertório estão previstas as canções do último disco Não Vou Pro Céu, Mas Já Não Vivo no Chão, que marca a retomada da parceria com Aldir Blanc, seu parceiro em mais de uma centena de músicas e que conheceu na década de 1970.
Entre os destaques do álbum estão Mentiras de Verdade, Jimbo no Jazz, Plural Singular, Ingenuidade e Alma Barroca. Em Não Vou Pro Céu, Mas Já Não Vivo no Chão, João Bosco também faz parceria com Carlos Rennó, Francisco Bosco e Nei Lopes.
Como não poderiam deixar de faltar, as clássicas canções como O Bêbado e o Equilibrista, Papel Machê, Bala com Bala, Jade e Corsário também vão ser relembradas por seu compositor.
João Bosco gravou 24 discos e foi parceiro de Vinícius de Moraes e Elis Regina. Também já se apresentou com o pianista cubano Gonzalo Rubalcaba em turnê pela Europa e gravou com Djavan, Guinga, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda o DVD Obrigado Gente.
Participou de concertos com a alemã NDR Big Band e gravou o CD Senhora do Amazonas, lançado na Alemanha. Em Montreux, esteve ao lado de Milton Nascimento e da Família Jobim. Não Vou Pro Céu, Mas Já Não Vivo no Chão é o primeiro disco de músicas inéditas do artista após seis anos.
João Bosco no Sesc Pompeia
Quando: dias 19, 20, 25, 26 e 27. Sexta-feira e sábado às 21 e domingo às 18h
Quanto: R$ 32 (inteira), R$ 16 (meia) e R$ 8 (comerciário)
Onde: Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93) - fone 3871 7740
Estadão - Jimmy Jagger abre show do LCD hoje em SP
AE - Agência Estado
Jimmy Jagger, o primogênito de Mick Jagger, dos Rolling Stones, faz show hoje, em São Paulo, com a sua banda Turbogeist, às 23h30. Eles abrirão o show para o LCD Soundsystem, que ele diz adorar. O grupo está escalado para tocar em festivais como o South by Southwest, de Austin (Texas), onde nasceu a mãe de James, Jerry Hall.
Ele não gosta de ser comparado com o pai. "É muito perturbador para mim. Primeiro, porque eu não tenho experiência nesse tipo de coisa, acabo de chegar ao mundo da música. É injusto, porque somos de gerações diferentes. Ele ouvia blues, eu ouço punk e heavy metal. Me desaponta quando fazem isso, me deixa muito desconfortável", diz Jimmy, que foi colega de aulas de teatro de Robert Pattinson, de Crepúsculo. "Não me vejo tanto como um cantor, é secundário para mim. Me vejo mais como um guitarrista", diz.
O filho de Mick diz que gosta da voz de Paul Westerberg, dos Replacements, de Glenn Danzig, do Misfits. "São os meus modelos. Como guitarrista, sou do tipo simples, não acho que seja necessário ser muito prolixo. Na minha opinião, o mais importante é passar o sentimento."
TURBOGEIST
Warehouse
Rua Mergenthaler, 829 (ao lado do Ceasa)
Hoje, 23h20. R$ 160.
Jimmy Jagger, o primogênito de Mick Jagger, dos Rolling Stones, faz show hoje, em São Paulo, com a sua banda Turbogeist, às 23h30. Eles abrirão o show para o LCD Soundsystem, que ele diz adorar. O grupo está escalado para tocar em festivais como o South by Southwest, de Austin (Texas), onde nasceu a mãe de James, Jerry Hall.
Ele não gosta de ser comparado com o pai. "É muito perturbador para mim. Primeiro, porque eu não tenho experiência nesse tipo de coisa, acabo de chegar ao mundo da música. É injusto, porque somos de gerações diferentes. Ele ouvia blues, eu ouço punk e heavy metal. Me desaponta quando fazem isso, me deixa muito desconfortável", diz Jimmy, que foi colega de aulas de teatro de Robert Pattinson, de Crepúsculo. "Não me vejo tanto como um cantor, é secundário para mim. Me vejo mais como um guitarrista", diz.
O filho de Mick diz que gosta da voz de Paul Westerberg, dos Replacements, de Glenn Danzig, do Misfits. "São os meus modelos. Como guitarrista, sou do tipo simples, não acho que seja necessário ser muito prolixo. Na minha opinião, o mais importante é passar o sentimento."
TURBOGEIST
Warehouse
Rua Mergenthaler, 829 (ao lado do Ceasa)
Hoje, 23h20. R$ 160.
Folha - Radiohead lança primeiro clipe de novo álbum
DE SÃO PAULO
O Radiohead postou em seu site oficial o primeiro clipe tirado de seu novo álbum, "The King Of Limbs". O vídeo traz a primeira faixa de divulgação do álbum, "Lotus Flower".
Em preto e branco, o vídeo de traz apenas o vocalista Thom Yorke dançando de seu modo peculiar.
"The King of Limbs", oitavo álbum de estúdio da banda, estará disponível para download pago em formato digital a partir deste sábado (19). Ele já está em pré-venda no site oficial da banda.
O disco poderá ser baixado em dois formatos diferentes. Em MP3, ele irá custar US$ 9 (cerca de R$ 15) enquanto a versão em WAV, com qualidade melhor, está à venda por US$ 14 (R$ 23).
O trabalho chegará às lojas em formato físico apenas em maio.
O Radiohead postou em seu site oficial o primeiro clipe tirado de seu novo álbum, "The King Of Limbs". O vídeo traz a primeira faixa de divulgação do álbum, "Lotus Flower".
Em preto e branco, o vídeo de traz apenas o vocalista Thom Yorke dançando de seu modo peculiar.
"The King of Limbs", oitavo álbum de estúdio da banda, estará disponível para download pago em formato digital a partir deste sábado (19). Ele já está em pré-venda no site oficial da banda.
O disco poderá ser baixado em dois formatos diferentes. Em MP3, ele irá custar US$ 9 (cerca de R$ 15) enquanto a versão em WAV, com qualidade melhor, está à venda por US$ 14 (R$ 23).
O trabalho chegará às lojas em formato físico apenas em maio.
Folha - Banda LCD Soundsystem dá adeus a fãs hoje em SP
DE SÃO PAULO
Um dos grupos mais importantes dos anos 2000, responsável pela volta da "dance music" e a cena noturna de Nova York, a banda LCD Soundsystem faz nesta sexta-feira o seu anunciado último show em São Paulo. Ontem, se apresentou no Rio.
O festival conta ainda com a apresentação da banda Turbogeist, do filho de Mick Jagger (Jimmy), e vários outros DJs. Os membros do LCD também discotecam.
Desde o ano passado, seu líder, James Murphy, um dos fundadores da gravadora DFA (Rapture, Hot Chip), vem cantando a bola de que a banda não lançará mais álbuns, nem fará mais shows.
A última apresentação da carreira já tem até data marcada. Será no dia 2 de abril no Madison Square Garden, em Nova York, nos EUA.
"Será o nosso último show. Nós estamos nos aposentando do jogo. Caindo fora. Saindo. Mas, apenas por mais uma noite, nós vamos tocar com nossos amigos e família", diz uma mensagem publicada no site oficial.
Se o show estivesse marcado para um dia antes, 1º de abril, pode ser que a mensagem pudesse ser interpretada como uma brincadeira.
Na verdade, no dia da mentira o Madison está reservado para outra banda importante da década passada: os Strokes, que voltaram à ativa após cinco anos.
O "funeral", como foi descrito pela banda, deve acontecer em grande estilo. "Gostaríamos que viesse de branco. Ou preto. Ou preto e branco. E venha pronto para se divertir". Será que a moda pega hoje em SP?
NO MONDAYS/POPLOAD GIG
ONDE Warehouse (r. Mergenthaler, 829, Vila Leopoldina)
QUANDO hoje, às 21h
QUANTO de R$ 90 a R$ 500 (alguns setores esgotados)
CLASSIFICAÇÃO 18 anos
Um dos grupos mais importantes dos anos 2000, responsável pela volta da "dance music" e a cena noturna de Nova York, a banda LCD Soundsystem faz nesta sexta-feira o seu anunciado último show em São Paulo. Ontem, se apresentou no Rio.
O festival conta ainda com a apresentação da banda Turbogeist, do filho de Mick Jagger (Jimmy), e vários outros DJs. Os membros do LCD também discotecam.
Desde o ano passado, seu líder, James Murphy, um dos fundadores da gravadora DFA (Rapture, Hot Chip), vem cantando a bola de que a banda não lançará mais álbuns, nem fará mais shows.
A última apresentação da carreira já tem até data marcada. Será no dia 2 de abril no Madison Square Garden, em Nova York, nos EUA.
"Será o nosso último show. Nós estamos nos aposentando do jogo. Caindo fora. Saindo. Mas, apenas por mais uma noite, nós vamos tocar com nossos amigos e família", diz uma mensagem publicada no site oficial.
Se o show estivesse marcado para um dia antes, 1º de abril, pode ser que a mensagem pudesse ser interpretada como uma brincadeira.
Na verdade, no dia da mentira o Madison está reservado para outra banda importante da década passada: os Strokes, que voltaram à ativa após cinco anos.
O "funeral", como foi descrito pela banda, deve acontecer em grande estilo. "Gostaríamos que viesse de branco. Ou preto. Ou preto e branco. E venha pronto para se divertir". Será que a moda pega hoje em SP?
NO MONDAYS/POPLOAD GIG
ONDE Warehouse (r. Mergenthaler, 829, Vila Leopoldina)
QUANDO hoje, às 21h
QUANTO de R$ 90 a R$ 500 (alguns setores esgotados)
CLASSIFICAÇÃO 18 anos
Folha - Ricky Martin recebe prêmio de Ícone Mundial em evento de música latina
DA EFE
O cantor porto-riquenho Ricky Martin recebeu das mãos de sua compatriota Ednita Nazario a homenagem de Ícone Mundial do prêmio "Lo Nuestro" 2011, em cerimônia realizada na noite de quinta-feira (17) em Miami (EUA).
"Sua música é escutada em todas as partes do mundo", assinalou Ednita antes de Ricky interpretar a canção "Lo mejor de mi vida eres tú", o primeiro single do seu novo álbum, "Música, Alma, Sexo".
Ao fim da interpretação, o cantor, que recentemente admitiu ser homossexual, se aproximou do microfone para agradecer ao público, a Deus, a seus pais e a seus filhos, Valentino e Mateo.
"Este momento é o resultado de muitos anos de trabalho (...) e do apoio de todos vocês", finalizou Martin, visivelmente emocionado.
A entrega do prêmio "Lo Nuestro" começou com as atuações do rapper Pitbull, do trio mexicano Camila e da inesperada participação de Gloria Trevi.
O prêmio, que é organizado pela emissora "Univision", compreende 36 categorias divididas entre os cinco gêneros mais populares da música latina, com os artistas escolhidos por votação popular através da internet.
O cantor porto-riquenho Ricky Martin recebeu das mãos de sua compatriota Ednita Nazario a homenagem de Ícone Mundial do prêmio "Lo Nuestro" 2011, em cerimônia realizada na noite de quinta-feira (17) em Miami (EUA).
"Sua música é escutada em todas as partes do mundo", assinalou Ednita antes de Ricky interpretar a canção "Lo mejor de mi vida eres tú", o primeiro single do seu novo álbum, "Música, Alma, Sexo".
Ao fim da interpretação, o cantor, que recentemente admitiu ser homossexual, se aproximou do microfone para agradecer ao público, a Deus, a seus pais e a seus filhos, Valentino e Mateo.
"Este momento é o resultado de muitos anos de trabalho (...) e do apoio de todos vocês", finalizou Martin, visivelmente emocionado.
A entrega do prêmio "Lo Nuestro" começou com as atuações do rapper Pitbull, do trio mexicano Camila e da inesperada participação de Gloria Trevi.
O prêmio, que é organizado pela emissora "Univision", compreende 36 categorias divididas entre os cinco gêneros mais populares da música latina, com os artistas escolhidos por votação popular através da internet.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 17/02/2010
Folha de São Paulo
"Radiohead assiste "Bruna Surfistinha" antes de liberar música".
"Produtores negociam quarto show do U2 em São Paulo".
"Radiohead assiste "Bruna Surfistinha" antes de liberar música".
"Produtores negociam quarto show do U2 em São Paulo".
Folha - Radiohead assiste "Bruna Surfistinha" antes de liberar música
DE SÃO PAULO
A banda Radiohead pediu para assistir em Londres a uma cópia do filme "Bruna Surfistinha", que será lançado na próxima semana no Brasil.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (17). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Só assim a banda autorizou a gravadora EMI a incluir a canção "Fake Plastic Trees" na trilha do longa que fala sobre a ex-garota de programa Raquel Pacheco, interpretada por Deborah Secco.
A banda Radiohead pediu para assistir em Londres a uma cópia do filme "Bruna Surfistinha", que será lançado na próxima semana no Brasil.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (17). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Só assim a banda autorizou a gravadora EMI a incluir a canção "Fake Plastic Trees" na trilha do longa que fala sobre a ex-garota de programa Raquel Pacheco, interpretada por Deborah Secco.
Folha - Produtores negociam quarto show do U2 em São Paulo
DE SÃO PAULO
Os produtores dos shows do U2 negociam, sim, uma data para o quarto show do grupo no Morumbi, em abril.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (17). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
O estádio, por sinal, recebe R$ 1,2 milhão de aluguel em cada uma das noites de shows como o da banda irlandesa.
Os produtores dos shows do U2 negociam, sim, uma data para o quarto show do grupo no Morumbi, em abril.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (17). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
O estádio, por sinal, recebe R$ 1,2 milhão de aluguel em cada uma das noites de shows como o da banda irlandesa.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 16/02/2011
Folha de São Paulo
"Chemical Brothers vai tocar em festival no Brasil".
"Cantor de "Minha Mulher Não Deixa Não" vira ídolo em três meses".
"Chemical Brothers vai tocar em festival no Brasil".
"Cantor de "Minha Mulher Não Deixa Não" vira ídolo em três meses".
Folha - Chemical Brothers vai tocar em festival no Brasil
DE SÃO PAULO
A dupla de música eletrônica Chemical Brothers virá ao Brasil em abril.
Ela tocará no dia 30, na primeira edição do Chemical Music Festival.
O evento acontece na arena Maeda, em Itu. O local foi palco do SWU, no ano passado.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quarta-feira (16). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
A dupla de música eletrônica Chemical Brothers virá ao Brasil em abril.
Ela tocará no dia 30, na primeira edição do Chemical Music Festival.
O evento acontece na arena Maeda, em Itu. O local foi palco do SWU, no ano passado.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quarta-feira (16). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Folha - Cantor de "Minha Mulher Não Deixa Não" vira ídolo em três meses
DE SÃO PAULO
Reginaldo Alves da Silva, 39, está batendo recordes de popularidade. Fenômenos surgidos no YouTube são muitos, mas a velocidade com a qual esse pernambucano ficou famoso no Brasil não tem antecedentes.
Em três meses, ele saiu do anonimato dos bares de Paulista, na Grande Recife, para estrelar a partir do próximo dia 25 a nova campanha do Ministério da Saúde para incentivar o uso de camisinhas no Carnaval.
"Ainda estou totalmente estarrecido", disse à Folha Reginho, como é conhecido o autor de "Minha Mulher Não Deixa Não". É o hit do verão 2011, mesmo que rádio e TV tenham demorado a detectar o furacão que a música provocava no mundo digital.
Cantor da noite há 26 anos, Reginho gravava CDs caseiros para vender nos bares em que cantava. Um deles, com o futuro sucesso, foi incluído em outro CD, de seu amigo DJ Sandro. Foi esta versão que caiu na rede.
O clipe "oficial" da canção foi gravado por amigos de Reginho, na praia de Maria Farinha (PE). Quatro rapazes, Anjo, Gal, Ponga e Mimoso, improvisaram uma coreografia para a música, passos toscos dançados na areia.
Hoje, fazem parte do grupo que acompanha Reginho, a Banda Surpresa.
Foi o bastante. Até agora exibido mais de 7 milhões de vezes no YouTube, além de pelo menos mais 5 milhões de visualizações de cópias postadas por fãs, o vídeo transformou em mania Reginho e sua canção sobre um marido que sofre com sua mulher dominadora.
"Tem algo de autobiográfico na letra, mas também é muito que que vi pelos bares da vida", conta Reginho. "É comum o fã chegar perto e desabafar frases do tipo 'Como é que você descobriu que minha vida é assim?'."
A música será uma das mais executadas do Carnaval. "Todo trio elétrico vem falar comigo que vai tocar meu sucesso", afirma Reginho, que fechou sua agenda de shows até abril.
Dando entrevista às 11h da última segunda-feira, ele contou: "Não é fácil, estou há 72 horas acordado!". Ele faz pelo menos sete apresentações em um fim de semana.
Reginho conta com bons divulgadores de sua música. Além do Aviões do Forró, que estourou com a canção e gravou clipe com o próprio autor, pesos pesados do mercado incluíram "Minha Mulher Não Deixa Não" em seus shows, como Ivete Sangalo, Alexandre Pires e o grupo Parangolé, que teve o hit do verão passado, "Rebolation".
A mesma rapidez que espalhou o hit do cantor também se registrou no surgimento de paródias e plágios.
Reginho gravou também "Calada", que é a "resposta" do marido que se impõe, cantando "vou sim, minha mulher não manda em mim".
O grupo de brega pop alagoana Los Borrachos Enamorados gravou uma canção parecida, mas Reginho não liga. "É tanta alegria por esse sucesso todo, eu recebo essas brincadeiras como elogio."
Ele se diz orgulhoso de estrelar a campanha da camisinha. "Para quem fugiu de casa aos 13 anos para cantar no circo, é muito mais do que eu poderia querer", diz, para após completar dizendo que depois de 15 dias voltou para a casa da mãe.
Reginaldo Alves da Silva, 39, está batendo recordes de popularidade. Fenômenos surgidos no YouTube são muitos, mas a velocidade com a qual esse pernambucano ficou famoso no Brasil não tem antecedentes.
Em três meses, ele saiu do anonimato dos bares de Paulista, na Grande Recife, para estrelar a partir do próximo dia 25 a nova campanha do Ministério da Saúde para incentivar o uso de camisinhas no Carnaval.
"Ainda estou totalmente estarrecido", disse à Folha Reginho, como é conhecido o autor de "Minha Mulher Não Deixa Não". É o hit do verão 2011, mesmo que rádio e TV tenham demorado a detectar o furacão que a música provocava no mundo digital.
Cantor da noite há 26 anos, Reginho gravava CDs caseiros para vender nos bares em que cantava. Um deles, com o futuro sucesso, foi incluído em outro CD, de seu amigo DJ Sandro. Foi esta versão que caiu na rede.
O clipe "oficial" da canção foi gravado por amigos de Reginho, na praia de Maria Farinha (PE). Quatro rapazes, Anjo, Gal, Ponga e Mimoso, improvisaram uma coreografia para a música, passos toscos dançados na areia.
Hoje, fazem parte do grupo que acompanha Reginho, a Banda Surpresa.
Foi o bastante. Até agora exibido mais de 7 milhões de vezes no YouTube, além de pelo menos mais 5 milhões de visualizações de cópias postadas por fãs, o vídeo transformou em mania Reginho e sua canção sobre um marido que sofre com sua mulher dominadora.
"Tem algo de autobiográfico na letra, mas também é muito que que vi pelos bares da vida", conta Reginho. "É comum o fã chegar perto e desabafar frases do tipo 'Como é que você descobriu que minha vida é assim?'."
A música será uma das mais executadas do Carnaval. "Todo trio elétrico vem falar comigo que vai tocar meu sucesso", afirma Reginho, que fechou sua agenda de shows até abril.
Dando entrevista às 11h da última segunda-feira, ele contou: "Não é fácil, estou há 72 horas acordado!". Ele faz pelo menos sete apresentações em um fim de semana.
Reginho conta com bons divulgadores de sua música. Além do Aviões do Forró, que estourou com a canção e gravou clipe com o próprio autor, pesos pesados do mercado incluíram "Minha Mulher Não Deixa Não" em seus shows, como Ivete Sangalo, Alexandre Pires e o grupo Parangolé, que teve o hit do verão passado, "Rebolation".
A mesma rapidez que espalhou o hit do cantor também se registrou no surgimento de paródias e plágios.
Reginho gravou também "Calada", que é a "resposta" do marido que se impõe, cantando "vou sim, minha mulher não manda em mim".
O grupo de brega pop alagoana Los Borrachos Enamorados gravou uma canção parecida, mas Reginho não liga. "É tanta alegria por esse sucesso todo, eu recebo essas brincadeiras como elogio."
Ele se diz orgulhoso de estrelar a campanha da camisinha. "Para quem fugiu de casa aos 13 anos para cantar no circo, é muito mais do que eu poderia querer", diz, para após completar dizendo que depois de 15 dias voltou para a casa da mãe.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 15/02/2011
Estado de São Paulo
"Roberto Carlos joga flores para os fãs durante cruzeiro".
"Tremor, Cabruêra e Black Drawing no Studio SP".
"Slash, do Guns N' Roses, venderá carro e guitarras em leilão".
"Roberto Carlos joga flores para os fãs durante cruzeiro".
"Tremor, Cabruêra e Black Drawing no Studio SP".
"Slash, do Guns N' Roses, venderá carro e guitarras em leilão".
Estadão - Roberto Carlos joga flores para os fãs durante cruzeiro
Estadão.com.br
RIO - Roberto Carlos brindou seus fãs com flores nesta segunda-feira, 14, durante o show do 'Projeto Emoções em Alto Mar', realizado no transatlântico Costa Serena, no Cais do Porto, na zona portuária do Rio de Janeiro. O tradicional cruzeiro com o cantor e compositor tem quatro noites de duração.
RIO - Roberto Carlos brindou seus fãs com flores nesta segunda-feira, 14, durante o show do 'Projeto Emoções em Alto Mar', realizado no transatlântico Costa Serena, no Cais do Porto, na zona portuária do Rio de Janeiro. O tradicional cruzeiro com o cantor e compositor tem quatro noites de duração.
Estadão - Tremor, Cabruêra e Black Drawing no Studio SP
AE - Agência Estado
O trio argentino de cumbia eletrônica Tremor faz show hoje a amanhã no Studio SP, seguido do quarteto goiano de rock Black Drawing Chalks e o grupo paraibano Cabruêra, que mescla forró com jazz, funk, eletrônica e psicodelia, além dos DJs da comitiva Criolina.
A rede de circulação de shows passa a ter um centro de convivência no bairro da Liberdade, a Casa Fora do Eixo, e uma noite fixa todas as terças, a partir de hoje no Studio SP (R. Augusta, 591, 3129-7040).
O Cabruêra abre a programação um pouco depois das 21 horas (com entrada franca), dentro do projeto Cedo & Sentado. Os outros shows têm ingressos a R$ 15 e vão rolar madrugada adentro. O Tremor encerra aqui seu primeiro tour brasileiro, mesclando a cumbia colombiana com ritmos argentinos e potentes batidas eletrônicas.
O trio argentino de cumbia eletrônica Tremor faz show hoje a amanhã no Studio SP, seguido do quarteto goiano de rock Black Drawing Chalks e o grupo paraibano Cabruêra, que mescla forró com jazz, funk, eletrônica e psicodelia, além dos DJs da comitiva Criolina.
A rede de circulação de shows passa a ter um centro de convivência no bairro da Liberdade, a Casa Fora do Eixo, e uma noite fixa todas as terças, a partir de hoje no Studio SP (R. Augusta, 591, 3129-7040).
O Cabruêra abre a programação um pouco depois das 21 horas (com entrada franca), dentro do projeto Cedo & Sentado. Os outros shows têm ingressos a R$ 15 e vão rolar madrugada adentro. O Tremor encerra aqui seu primeiro tour brasileiro, mesclando a cumbia colombiana com ritmos argentinos e potentes batidas eletrônicas.
Estadão - Slash, do Guns N' Roses, venderá carro e guitarras em leilão
DEAN GOODMAN - REUTERS
Quem quer se vestir com roupas do Slash, tocar seus violões e dirigir seu Corvette Stingray original?
O ex-guitarrista do Guns N' Roses se uniu à casa de leilões de Beverly Hills para vender uma série de objetos pessoais aos fãs e colecionadores no mês que vem.
Compradores com paixão por caveiras e dinossauros estão com sorte, além daqueles cujas salas de estar brilhariam com móveis exóticos do Sudeste Asiático.
Grande parte do valor a ser arrecadado no leilão, no dia 26 de março, irá para entidades beneficentes, segundo a casa de leilões Julien's Auctions, especializada em vender souvenires do mundo do entretenimento.
O organizador Darren Julien disse esperar que a maioria dos itens seja vendido para o exterior, particularmente ao Japão e a outros mercados asiáticos, onde o Guns N' Roses ainda é venerado.
Um dos perigos de ser um astro de rock de sucesso por mais de 20 anos é que o dinheiro compra muita tranqueira.
"Eu tenho um mau hábito de colecionar coisas que não uso necessariamente", disse Slash à Reuters, ligando de um ônibus de sua turnê pelo Oklahoma.
Mas mudar de casa ofereceu ao roqueiro, de 45 anos, e sua mulher, Perla, a desculpa perfeita para abrir os armários do depósito aos fãs e encher os cofres de uma entidade beneficente local, voltada para adolescentes vítimas de abuso e sem-teto.
Quem quer se vestir com roupas do Slash, tocar seus violões e dirigir seu Corvette Stingray original?
O ex-guitarrista do Guns N' Roses se uniu à casa de leilões de Beverly Hills para vender uma série de objetos pessoais aos fãs e colecionadores no mês que vem.
Compradores com paixão por caveiras e dinossauros estão com sorte, além daqueles cujas salas de estar brilhariam com móveis exóticos do Sudeste Asiático.
Grande parte do valor a ser arrecadado no leilão, no dia 26 de março, irá para entidades beneficentes, segundo a casa de leilões Julien's Auctions, especializada em vender souvenires do mundo do entretenimento.
O organizador Darren Julien disse esperar que a maioria dos itens seja vendido para o exterior, particularmente ao Japão e a outros mercados asiáticos, onde o Guns N' Roses ainda é venerado.
Um dos perigos de ser um astro de rock de sucesso por mais de 20 anos é que o dinheiro compra muita tranqueira.
"Eu tenho um mau hábito de colecionar coisas que não uso necessariamente", disse Slash à Reuters, ligando de um ônibus de sua turnê pelo Oklahoma.
Mas mudar de casa ofereceu ao roqueiro, de 45 anos, e sua mulher, Perla, a desculpa perfeita para abrir os armários do depósito aos fãs e encher os cofres de uma entidade beneficente local, voltada para adolescentes vítimas de abuso e sem-teto.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 14/02/2011
Estado de São Paulo
"Lady Antebellum e Arcade Fire dominam o Grammy".
"Paul McCartney recebe primeiro Grammy solo, por 'Helter Skelter'".
Folha de São Paulo
"Arcade Fire surpreende e fatura o Grammy de Álbum do Ano".
"Regente da Osesp defende mídias digitais e compositores atuais".
Jornal da Tarde
"Grammy 2011 consagra Arcade Fire".
"Lady Antebellum e Arcade Fire dominam o Grammy".
"Paul McCartney recebe primeiro Grammy solo, por 'Helter Skelter'".
Folha de São Paulo
"Arcade Fire surpreende e fatura o Grammy de Álbum do Ano".
"Regente da Osesp defende mídias digitais e compositores atuais".
Jornal da Tarde
"Grammy 2011 consagra Arcade Fire".
Estadão - Lady Antebellum e Arcade Fire dominam o Grammy
DEAN GOODMAN - REUTERS
O trio country Lady Antebellum e a banda canadense de rock Arcade Fire ganharam os principais prêmios Grammy, no domingo, numa cerimônia cheia de zebras e com uma humilhante derrota para Eminem.
O rapper era o artista com mais indicações - dez -, mas levou apenas dois troféus.
Já o trio Lady Antebellum saiu da cerimônia com cinco prêmios, inclusive melhor canção e melhor gravação do ano. É a segunda vez consecutiva que o gênero country domina o evento, que no ano passado teve Taylor Swift como grande destaque.
A festa do Lady Antebellum só não foi completa porque o Arcade Fire levou o principal prêmio, o de álbum do ano, o que surpreendeu os críticos. A banda já havia perdido essa disputa em duas ocasiões, e seus integrantes pareceram perplexos ao ouvirem a apresentadora Barbra Streisand fazer o anúncio.
O álbum "The Suburbs" ganhou o Grammy depois de liderar as paradas dos EUA e do Canadá, no ano passado, sem o apoio de uma grande gravadora. Foi a primeira vez que uma banda de rock recebe esse prêmio desde o U2 em 2005.
O prêmio de revelação também foi uma surpresa: a baixista Esperanza Spalding, superando dois ídolos canadenses do momento, Justin Bieber e Drake, que tinham duas e quatro indicações, respectivamente, mas voltaram para casa de mãos vazias.
Spalding, de 26 anos, é a primeira artista de jazz indicada ao prêmio de revelação nos últimos 35 anos. Mas ela não é exatamente uma novata, já que lançou seu disco de estreia em 2008.
A cantora pop Lady Gaga e o rapper Jay-Z levaram três troféus cada um.
Eminem, retomando sua carreira com um disco que fala da sua luta contra a dependência química, era o favorito para agradar aos 12 mil membros da indústria fonográfica que votam no Grammy. Mas ele ficou apenas com os troféus de melhor álbum de rap ("Recovery") e solo de rap ("So Afraid").
Dono de 13 Grammys ao longo da carreira, Eminem já foi derrotado três vezes na categoria álbum do ano, e nunca venceu também como melhor gravação ou canção.
O Grammy premiou artistas em 108 categorias. Outros ganhadores múltiplos foram o produtor de música clássica David Frost (quatro), o guitarrista Jeff Beck, o cantor e compositor de soul John Legend (três cada), o cantor Usher e a banda de rock Black Keys (dois).
O trio country Lady Antebellum e a banda canadense de rock Arcade Fire ganharam os principais prêmios Grammy, no domingo, numa cerimônia cheia de zebras e com uma humilhante derrota para Eminem.
O rapper era o artista com mais indicações - dez -, mas levou apenas dois troféus.
Já o trio Lady Antebellum saiu da cerimônia com cinco prêmios, inclusive melhor canção e melhor gravação do ano. É a segunda vez consecutiva que o gênero country domina o evento, que no ano passado teve Taylor Swift como grande destaque.
A festa do Lady Antebellum só não foi completa porque o Arcade Fire levou o principal prêmio, o de álbum do ano, o que surpreendeu os críticos. A banda já havia perdido essa disputa em duas ocasiões, e seus integrantes pareceram perplexos ao ouvirem a apresentadora Barbra Streisand fazer o anúncio.
O álbum "The Suburbs" ganhou o Grammy depois de liderar as paradas dos EUA e do Canadá, no ano passado, sem o apoio de uma grande gravadora. Foi a primeira vez que uma banda de rock recebe esse prêmio desde o U2 em 2005.
O prêmio de revelação também foi uma surpresa: a baixista Esperanza Spalding, superando dois ídolos canadenses do momento, Justin Bieber e Drake, que tinham duas e quatro indicações, respectivamente, mas voltaram para casa de mãos vazias.
Spalding, de 26 anos, é a primeira artista de jazz indicada ao prêmio de revelação nos últimos 35 anos. Mas ela não é exatamente uma novata, já que lançou seu disco de estreia em 2008.
A cantora pop Lady Gaga e o rapper Jay-Z levaram três troféus cada um.
Eminem, retomando sua carreira com um disco que fala da sua luta contra a dependência química, era o favorito para agradar aos 12 mil membros da indústria fonográfica que votam no Grammy. Mas ele ficou apenas com os troféus de melhor álbum de rap ("Recovery") e solo de rap ("So Afraid").
Dono de 13 Grammys ao longo da carreira, Eminem já foi derrotado três vezes na categoria álbum do ano, e nunca venceu também como melhor gravação ou canção.
O Grammy premiou artistas em 108 categorias. Outros ganhadores múltiplos foram o produtor de música clássica David Frost (quatro), o guitarrista Jeff Beck, o cantor e compositor de soul John Legend (três cada), o cantor Usher e a banda de rock Black Keys (dois).
Estadão - Paul McCartney recebe primeiro Grammy solo, por 'Helter Skelter'
REUTERS
O ex-Beatle Paul McCartney levou seu primeiro Grammy solo em 39 anos no domingo, por uma gravação ao vivo de "Helter Skelter".
McCartney levou a estatueta de melhor gravação ao vivo de rock pela canção de 42 anos, dos Beatles, que ele apresentou na gravação de seu álbum ao vivo "Good Evening New York City", de 2009.
Foi seu 14o Grammy, dos quais 10 estavam ligados aos Beatles, desde 1965 até um projeto de relançamento em 1997.
Como artista solo, ele levou o Grammy em 1972 por seu arranjo para "Uncle Albert/Admiral Halsey". Depois, levou mais dois Grammys por composições para sua banda Wings, em 1975 e 1980
McCartney, de 68 anos, já recebeu diversas indicações aos Grammys -- 11 desde 2005 -- mas foi derrotado por artistas como Bruce Springsteen, Amy Winehouse e Justin Timberlake
O ex-Beatle Paul McCartney levou seu primeiro Grammy solo em 39 anos no domingo, por uma gravação ao vivo de "Helter Skelter".
McCartney levou a estatueta de melhor gravação ao vivo de rock pela canção de 42 anos, dos Beatles, que ele apresentou na gravação de seu álbum ao vivo "Good Evening New York City", de 2009.
Foi seu 14o Grammy, dos quais 10 estavam ligados aos Beatles, desde 1965 até um projeto de relançamento em 1997.
Como artista solo, ele levou o Grammy em 1972 por seu arranjo para "Uncle Albert/Admiral Halsey". Depois, levou mais dois Grammys por composições para sua banda Wings, em 1975 e 1980
McCartney, de 68 anos, já recebeu diversas indicações aos Grammys -- 11 desde 2005 -- mas foi derrotado por artistas como Bruce Springsteen, Amy Winehouse e Justin Timberlake
Folha - Arcade Fire surpreende e fatura o Grammy de Álbum do Ano
DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
A banda Arcade Fire surpreendeu a todos ao faturar na noite de domingo o Grammy de Álbum do Ano, o principal da cerimônia, derrotando nomes de peso como Eminem, Lady Gaga, Katy Perry e Lady Antebellum.
A grande decepção da noite, por outro lado, foi o rapper Eminem, que liderava com 10 indicações, mas acabou vencendo em apenas duas categorias: Melhor Performance Solo de Rap, por "Not Afraid", e Melhor Álbum de Rap, por "Recovery".
O trio de música country Lady Antebellum foi o grande vencedor da noite levando para casa cinco dos seis prêmios aos quais estava concorrendo, incluindo Canção do Ano e Gravação do Ano pela música "Need You Now".
Lady Gaga, que chegou ao loca do evento dentro de um "ovo", foi premiada nas categorias Melhor Performance Vocal Feminina de Pop, por "Bad Romance", e Melhor Álbum de Pop com Vocal, por "The Fame Monster".
Durante a premiação, a cantora subiu ao palco para executar sua mais nova faixa "Born This Way".
A entrega do prêmio de Artista Revelação também surpreendeu, ficando com a jazzista Esperanza Spalding, que derrotou os favoritos Justin Bieber e Drake.
Confira abaixo a lista com os vencedores das principais categorias da 53ª edição do Grammy:
Álbum do Ano - "The Suburbs" - Arcade Fire
Gravação do Ano - "Need You Now" - Lady Antebellum
Canção do Ano - Need You Now - Lady Antebellum
Artista Revelação - Esperanza Spalding
Melhor Perfomance Vocal Feminina de Pop - "Bad Romance", Lady Gaga
Melhor Performance Vocal Masculina de Pop - "Just The Way You Are", Bruno Mars
Melhor Canção de R&B - "Shine", John Legend & The Roots
Melhor Álbum de R&B - "Wake Up!", John Legend & The Roots
Melhor Performance Solo de Rap - "Not Afraid", Eminem
Melhor Canção de Rap - "Empire State Of Mind", Jay-Z e Alicia Keys
Melhor Álbum de Rap - "Recovery", Eminem
Melhor Álbum de Pop Latino - "Paraiso Express", Alejandro Sanz
Melhor Álbum de Show - "American Idiot (Featuring Green Day)", Green Day
Melhor Trilha Sonora - "Toy Story 3", Randy Newman
Melhor Videoclipe - "Bad Romance", Lady Gaga
A banda Arcade Fire surpreendeu a todos ao faturar na noite de domingo o Grammy de Álbum do Ano, o principal da cerimônia, derrotando nomes de peso como Eminem, Lady Gaga, Katy Perry e Lady Antebellum.
A grande decepção da noite, por outro lado, foi o rapper Eminem, que liderava com 10 indicações, mas acabou vencendo em apenas duas categorias: Melhor Performance Solo de Rap, por "Not Afraid", e Melhor Álbum de Rap, por "Recovery".
O trio de música country Lady Antebellum foi o grande vencedor da noite levando para casa cinco dos seis prêmios aos quais estava concorrendo, incluindo Canção do Ano e Gravação do Ano pela música "Need You Now".
Lady Gaga, que chegou ao loca do evento dentro de um "ovo", foi premiada nas categorias Melhor Performance Vocal Feminina de Pop, por "Bad Romance", e Melhor Álbum de Pop com Vocal, por "The Fame Monster".
Durante a premiação, a cantora subiu ao palco para executar sua mais nova faixa "Born This Way".
A entrega do prêmio de Artista Revelação também surpreendeu, ficando com a jazzista Esperanza Spalding, que derrotou os favoritos Justin Bieber e Drake.
Confira abaixo a lista com os vencedores das principais categorias da 53ª edição do Grammy:
Álbum do Ano - "The Suburbs" - Arcade Fire
Gravação do Ano - "Need You Now" - Lady Antebellum
Canção do Ano - Need You Now - Lady Antebellum
Artista Revelação - Esperanza Spalding
Melhor Perfomance Vocal Feminina de Pop - "Bad Romance", Lady Gaga
Melhor Performance Vocal Masculina de Pop - "Just The Way You Are", Bruno Mars
Melhor Canção de R&B - "Shine", John Legend & The Roots
Melhor Álbum de R&B - "Wake Up!", John Legend & The Roots
Melhor Performance Solo de Rap - "Not Afraid", Eminem
Melhor Canção de Rap - "Empire State Of Mind", Jay-Z e Alicia Keys
Melhor Álbum de Rap - "Recovery", Eminem
Melhor Álbum de Pop Latino - "Paraiso Express", Alejandro Sanz
Melhor Álbum de Show - "American Idiot (Featuring Green Day)", Green Day
Melhor Trilha Sonora - "Toy Story 3", Randy Newman
Melhor Videoclipe - "Bad Romance", Lady Gaga
Folha - Regente da Osesp defende mídias digitais e compositores atuais
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Mídias digitais, programas sociais, repertório abrangendo o popular: a americana Marin Alsop, 54, que será a regente titular da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) por cinco anos a partir de 2012, pretende aprofundar e ampliar as atividades da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
"É hora de dizer: quais são as outras possibilidades?", afirma. "Não que devamos mudar a essência do que estamos fazendo. Mas, se o público quiser chegar às 23h, por que não? Isso não vai mudar nosso jeito de tocar 'A Sagração da Primavera'."
Na Sinfônica de Baltimore, que assumiu em 2007, Alsop é responsável por iniciativas como a de explicar uma obra antes do concerto, fazendo a orquestra tocar trechos da mesma antes de executá-la inteira. Ou ainda ficar depois das apresentações para uma conversa com o público, tendo a seu lado o solista convidado da noite.
"Para fazer isso aqui, meu português teria que evoluir logo", afirma a maestrina, que em breve começará a ter aulas do idioma.
"Hoje, o regente tem que se comprometer em muito mais níveis; não é só 'estou vindo para reger meus concertos, sentem-se e desfrutem'. Tem que haver uma relação pessoal com o público, com os músicos e com a música", diz. "As pessoas querem ser incluídas. É uma era de participação. Não é mais uma era de passividade."
Nesse aspecto, como em outros, o modelo a ser seguido é o de seu antigo mestre, o compositor e regente norte-americano Leonard Bernstein (1918-1990).
"Na época dele, a TV estava só começando. Mesmo assim, ele identificou o potencial da mídia nova e escreveu, produziu, dirigiu e estrelou programas", diz Alsop, que defende o uso das mídias digitais para a orquestra.
Em termos de propostas concretas para as iniciativas que poderiam ser tomadas para a Osesp, contudo, ela ainda é cautelosa: "Preciso conhecer direito a cidade, a comunidade e as iniciativas que a orquestra já tem".
A mesma prudência se refere às questões de técnica e sonoridade que necessitam ser aprimoradas. "Neste ano, venho ao Brasil em junho e agosto e faço dois programas bem diferentes. Daí, terei a oportunidade de ouvir os músicos de novo e ter uma ideia mais precisa."
Qualificando a Osesp como "surpreendente", e com "potencial tremendo", ela pretende moldar a sonoridade de cada naipe: "Já em junho, gostaria de começar a lidar com cada seção e construir o som das cordas, a afinação das madeiras, o ataque dos metais etc".
CONVITE
Principal nome feminino da regência na atualidade, Alsop regeu a Osesp como convidada em setembro do ano passado em uma obra ambiciosa: a "Sinfonia nº 7", de Mahler.
No começo, conta que hesitou em aceitar o convite: "Não sabia nada sobre a orquestra ou a cidade e estava muito ocupada na Europa, regendo como convidada".
Veio por insistência de Timothy Walker, consultor internacional da Osesp e diretor artístico da Filarmônica de Londres. Agradou e foi abordada em dezembro com o convite oficial para assumir o grupo.
"Quando pensei em equilibrar vida e trabalho, reparei que combina bem com Baltimore porque a temporada é oposta", diz. Os principais concertos da Osesp acontecem no verão do hemisfério Norte, quando a orquestra norte-americana de Alsop está em férias.
Por aqui, ela deve aparecer na Sala São Paulo em dez programas por temporada, além de fazer turnês e gravações. "O principal é ter responsabilidade pela qualidade artística, elevá-la e coordenar, entre os músicos da orquestra, quem toca o que e quando --isso tem sido um pouco caótico."
Com uma copiosa discografia, vastamente premiada internacionalmente, Alsop suscita expectativas com relação às gravações futuras que vá fazer com a Osesp. Ela defende um equilíbrio entre discos com o repertório tradicional --que permitam à Osesp ser comparada com as outras orquestras internacionais-- e obras diferenciadas.
"A tendência inicial e imediata seria o repertório brasileiro, latino-americano, mas isso parece muito óbvio", afirma. "Talvez fosse divertido fazer mais compositores contemporâneos que mesclam popular e erudito."
A música de hoje é, para ela, uma evidente prioridade. "Todo mundo sente que essa é uma cidade contemporânea e isso tem que se refletir no repertório", diz, enquanto contempla São Paulo da janela do Hotel Renaissance. "Além de Mahler, Brahms e Beethoven, temos que trazer a música de hoje. Sou muito interessada na música nova brasileira, e tenho que me educar nisso."
Mídias digitais, programas sociais, repertório abrangendo o popular: a americana Marin Alsop, 54, que será a regente titular da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) por cinco anos a partir de 2012, pretende aprofundar e ampliar as atividades da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
"É hora de dizer: quais são as outras possibilidades?", afirma. "Não que devamos mudar a essência do que estamos fazendo. Mas, se o público quiser chegar às 23h, por que não? Isso não vai mudar nosso jeito de tocar 'A Sagração da Primavera'."
Na Sinfônica de Baltimore, que assumiu em 2007, Alsop é responsável por iniciativas como a de explicar uma obra antes do concerto, fazendo a orquestra tocar trechos da mesma antes de executá-la inteira. Ou ainda ficar depois das apresentações para uma conversa com o público, tendo a seu lado o solista convidado da noite.
"Para fazer isso aqui, meu português teria que evoluir logo", afirma a maestrina, que em breve começará a ter aulas do idioma.
"Hoje, o regente tem que se comprometer em muito mais níveis; não é só 'estou vindo para reger meus concertos, sentem-se e desfrutem'. Tem que haver uma relação pessoal com o público, com os músicos e com a música", diz. "As pessoas querem ser incluídas. É uma era de participação. Não é mais uma era de passividade."
Nesse aspecto, como em outros, o modelo a ser seguido é o de seu antigo mestre, o compositor e regente norte-americano Leonard Bernstein (1918-1990).
"Na época dele, a TV estava só começando. Mesmo assim, ele identificou o potencial da mídia nova e escreveu, produziu, dirigiu e estrelou programas", diz Alsop, que defende o uso das mídias digitais para a orquestra.
Em termos de propostas concretas para as iniciativas que poderiam ser tomadas para a Osesp, contudo, ela ainda é cautelosa: "Preciso conhecer direito a cidade, a comunidade e as iniciativas que a orquestra já tem".
A mesma prudência se refere às questões de técnica e sonoridade que necessitam ser aprimoradas. "Neste ano, venho ao Brasil em junho e agosto e faço dois programas bem diferentes. Daí, terei a oportunidade de ouvir os músicos de novo e ter uma ideia mais precisa."
Qualificando a Osesp como "surpreendente", e com "potencial tremendo", ela pretende moldar a sonoridade de cada naipe: "Já em junho, gostaria de começar a lidar com cada seção e construir o som das cordas, a afinação das madeiras, o ataque dos metais etc".
CONVITE
Principal nome feminino da regência na atualidade, Alsop regeu a Osesp como convidada em setembro do ano passado em uma obra ambiciosa: a "Sinfonia nº 7", de Mahler.
No começo, conta que hesitou em aceitar o convite: "Não sabia nada sobre a orquestra ou a cidade e estava muito ocupada na Europa, regendo como convidada".
Veio por insistência de Timothy Walker, consultor internacional da Osesp e diretor artístico da Filarmônica de Londres. Agradou e foi abordada em dezembro com o convite oficial para assumir o grupo.
"Quando pensei em equilibrar vida e trabalho, reparei que combina bem com Baltimore porque a temporada é oposta", diz. Os principais concertos da Osesp acontecem no verão do hemisfério Norte, quando a orquestra norte-americana de Alsop está em férias.
Por aqui, ela deve aparecer na Sala São Paulo em dez programas por temporada, além de fazer turnês e gravações. "O principal é ter responsabilidade pela qualidade artística, elevá-la e coordenar, entre os músicos da orquestra, quem toca o que e quando --isso tem sido um pouco caótico."
Com uma copiosa discografia, vastamente premiada internacionalmente, Alsop suscita expectativas com relação às gravações futuras que vá fazer com a Osesp. Ela defende um equilíbrio entre discos com o repertório tradicional --que permitam à Osesp ser comparada com as outras orquestras internacionais-- e obras diferenciadas.
"A tendência inicial e imediata seria o repertório brasileiro, latino-americano, mas isso parece muito óbvio", afirma. "Talvez fosse divertido fazer mais compositores contemporâneos que mesclam popular e erudito."
A música de hoje é, para ela, uma evidente prioridade. "Todo mundo sente que essa é uma cidade contemporânea e isso tem que se refletir no repertório", diz, enquanto contempla São Paulo da janela do Hotel Renaissance. "Além de Mahler, Brahms e Beethoven, temos que trazer a música de hoje. Sou muito interessada na música nova brasileira, e tenho que me educar nisso."
JT - Grammy 2011 consagra Arcade Fire
Jornal da Tarde
A banda canadense Arcade Fire superou nomes mais consagrados do pop como Lady Gaga ou o rapper Eminem, líder de indicações, e conquistou ontem à noite o prêmio mais importante da 53ª edição do Grammy Awards: o de melhor álbum do ano. “The Suburbs”, lançado em agosto do ano passado, consagrou o septeto de rock da cena indie - os outros indicados na categoria eram: “Recovery” – Eminem, “Need You Now” – Lady Antebellum, “The Fame Monster” – Lady Gaga e “Teenage Dream” – Katy Perry.
Gaga, que chegou à cerimônia carregada por dançarinos dentro de um casulo, apresentou seu novo single, “Born This Way”. A cantora foi premiada em duas categorias: melhor performance vocal pop, por “Bad Romance”, e melhor álbum pop, por “Fame Monster”. A cerimônia teve início com um tributo à diva da soul music Aretha Franklin, em que Yolanda Adams, Martina McBride, Christina Aguilera, Jennifer Hudson e Florence Welch interpretaram clássicos como ‘Respect’.
Entre as apresentações da noite, Mick Jagger fez homenagem a Solomon Burke, cantando “Everybody Needs Somebody To Love” com o cantor e produtor Raphael Saadiq. B.o.B, Bruno Mars e Janelle Monáe empolgaram o público no palco com canções como “Nothing on You”. Outro ponto alto foi a participação de Bob Dylan, com o clássico “Maggie’s Farm” com a banda indie folk Mumford & Sons e os instrumentistas do Avett Brothers. O trio formado por Norah Jones, Keith Urban e John Mayer homenagearam Dolly Parton com “Jolene”.
Outro destaque da noite foi a premiação ao melhor artista revelação do ano. A jazzista Esperanza Spalding venceu o astro pop teen Justin Bieber e o rapper Drake. O trio country Lady Antebellum saiu do Staples Center com quatro prêmios: canção do ano e gravação do ano, com “Need You Now”, além de melhor performance country e melhor álbum de country.
Confira a lista completa de ganhadores do Grammy 2011:
Álbum do ano
“The Suburbs” – Arcade Fire
“Recovery” – Eminem
“Need You Now” – Lady Antebellum
“The Fame Monster” – Lady Gaga
“Teenage Dream” – Katy Perry
Canção do ano
“Beg Steal or Borrow” – Ray LaMontagne and The Pariah Dogs
“(Expletive) You” – Cee Lo Green
“The House That Built Me” - Miranda Lambert
“Love The Way You Lie” – Eminem e Rihanna
“Need You Now” - Lady Antebellum
Gravação do ano
“Nothin’ on You” – B.o.B com participação de Bruno Mars
“Love the Way You Lie” – Eminem com participação de Rihanna
“(Expletive) You” – Cee Lo Green
“Empire State of Mind” – Jay-Z e Alicia Keys
“Need You Now” – Lady Antebellum
Artista revelação
Justin Bieber
Drake
Florence & The Machine
Mumford & Sons
Esperanza Spalding
Melhor cantora
Sara Bareilles – “King Of Anything”
Beyoncé – “Halo” (ao vivo)
Norah Jones – “Chasing Pirates”
Lady Gaga – “Bad Romance”
Katy Perry – “Teenage Dream”
Melhor cantor
Michael Bublé – “Haven’t Met You Yet”
Michael Jackson – “This Is It”
Adam Lambert – “Whataya Want From Me”
Bruno Mars – “Just The Way You Are”
John Mayer – “Half Of My Heart”
Melhor álbum pop
“My World 2.0″ – Justin Bieber
“I Dreamed a Dream” – Susan Boyle
“The Fame Monster” – Lady Gaga
“Battle Studies” – John Mayer
“Teenage Dream” – Katy Perry
Melhor álbum de rock
“Emotion and Commotion” – Jeff Beck
“The Resistance” – Muse
“Backspacer” – Pearl Jam
“Mojo” – Tom Petty and the Heartbreakers
“Le Noise” – Neil Young
Melhor álbum de r&b
“The Love and War Masterpeace” – Raheem DeVaughn
“Back To Me” – Fantasia
“Another Round” – Jaheim
“Wake Up!” – John Legend and The Roots
“Still Standing” – Monica
Melhor álbum de rap
“The Adventures of Bobby Ray” – B.o.B
“Thank Me Later” – Drake
“Recovery” – Eminem
“The Blueprint 3″ – Jay-Z
“How I Got Over” – The Roots
Melhor álbum de country
“Up On The Ridge” – Dierks Bentley
“You Get What You Give” – Zac Brown Band
“The Guitar Song” – Jamey Johnson
“Need You Now” – Lady Antebellum
“Revolution” – Miranda Lambert
Melhor álbum de pop latino
“Poquita Ropa” – Ricardo Arjona
“Alex Cuba” – Alex Cuba
“Boleto De Entrada” – Kany Garcia
“Paraiso Express” – Alejandro Sanz
“Otra Cosa” – Julieta Venegas
Melhor álbum de jazz contemporâneo
“The Stanley Clarke Band” – The Stanley Clarke Band
“Never Can Say Goodbye” – Joey DeFrancesco
“Now Is The Time” – Jeff Lorber Fusion
“To The One” – John McLaughlin
“Backatown” – Trombone Shorty
Melhor álbum de world music contemporânea
“Throw Down Your Heart , Africa Sessions Part 2: Unreleased Tracks” – Béla Fleck
“All in One” – Bebel Gilberto
“ÖYÖ” – Angelique Kidjo
“Bom Tempo” – Sergio Mendes
“Om Namo Narayanaya: Soul Call” – Chandrika Krishnamurthy Tandon
A banda canadense Arcade Fire superou nomes mais consagrados do pop como Lady Gaga ou o rapper Eminem, líder de indicações, e conquistou ontem à noite o prêmio mais importante da 53ª edição do Grammy Awards: o de melhor álbum do ano. “The Suburbs”, lançado em agosto do ano passado, consagrou o septeto de rock da cena indie - os outros indicados na categoria eram: “Recovery” – Eminem, “Need You Now” – Lady Antebellum, “The Fame Monster” – Lady Gaga e “Teenage Dream” – Katy Perry.
Gaga, que chegou à cerimônia carregada por dançarinos dentro de um casulo, apresentou seu novo single, “Born This Way”. A cantora foi premiada em duas categorias: melhor performance vocal pop, por “Bad Romance”, e melhor álbum pop, por “Fame Monster”. A cerimônia teve início com um tributo à diva da soul music Aretha Franklin, em que Yolanda Adams, Martina McBride, Christina Aguilera, Jennifer Hudson e Florence Welch interpretaram clássicos como ‘Respect’.
Entre as apresentações da noite, Mick Jagger fez homenagem a Solomon Burke, cantando “Everybody Needs Somebody To Love” com o cantor e produtor Raphael Saadiq. B.o.B, Bruno Mars e Janelle Monáe empolgaram o público no palco com canções como “Nothing on You”. Outro ponto alto foi a participação de Bob Dylan, com o clássico “Maggie’s Farm” com a banda indie folk Mumford & Sons e os instrumentistas do Avett Brothers. O trio formado por Norah Jones, Keith Urban e John Mayer homenagearam Dolly Parton com “Jolene”.
Outro destaque da noite foi a premiação ao melhor artista revelação do ano. A jazzista Esperanza Spalding venceu o astro pop teen Justin Bieber e o rapper Drake. O trio country Lady Antebellum saiu do Staples Center com quatro prêmios: canção do ano e gravação do ano, com “Need You Now”, além de melhor performance country e melhor álbum de country.
Confira a lista completa de ganhadores do Grammy 2011:
Álbum do ano
“The Suburbs” – Arcade Fire
“Recovery” – Eminem
“Need You Now” – Lady Antebellum
“The Fame Monster” – Lady Gaga
“Teenage Dream” – Katy Perry
Canção do ano
“Beg Steal or Borrow” – Ray LaMontagne and The Pariah Dogs
“(Expletive) You” – Cee Lo Green
“The House That Built Me” - Miranda Lambert
“Love The Way You Lie” – Eminem e Rihanna
“Need You Now” - Lady Antebellum
Gravação do ano
“Nothin’ on You” – B.o.B com participação de Bruno Mars
“Love the Way You Lie” – Eminem com participação de Rihanna
“(Expletive) You” – Cee Lo Green
“Empire State of Mind” – Jay-Z e Alicia Keys
“Need You Now” – Lady Antebellum
Artista revelação
Justin Bieber
Drake
Florence & The Machine
Mumford & Sons
Esperanza Spalding
Melhor cantora
Sara Bareilles – “King Of Anything”
Beyoncé – “Halo” (ao vivo)
Norah Jones – “Chasing Pirates”
Lady Gaga – “Bad Romance”
Katy Perry – “Teenage Dream”
Melhor cantor
Michael Bublé – “Haven’t Met You Yet”
Michael Jackson – “This Is It”
Adam Lambert – “Whataya Want From Me”
Bruno Mars – “Just The Way You Are”
John Mayer – “Half Of My Heart”
Melhor álbum pop
“My World 2.0″ – Justin Bieber
“I Dreamed a Dream” – Susan Boyle
“The Fame Monster” – Lady Gaga
“Battle Studies” – John Mayer
“Teenage Dream” – Katy Perry
Melhor álbum de rock
“Emotion and Commotion” – Jeff Beck
“The Resistance” – Muse
“Backspacer” – Pearl Jam
“Mojo” – Tom Petty and the Heartbreakers
“Le Noise” – Neil Young
Melhor álbum de r&b
“The Love and War Masterpeace” – Raheem DeVaughn
“Back To Me” – Fantasia
“Another Round” – Jaheim
“Wake Up!” – John Legend and The Roots
“Still Standing” – Monica
Melhor álbum de rap
“The Adventures of Bobby Ray” – B.o.B
“Thank Me Later” – Drake
“Recovery” – Eminem
“The Blueprint 3″ – Jay-Z
“How I Got Over” – The Roots
Melhor álbum de country
“Up On The Ridge” – Dierks Bentley
“You Get What You Give” – Zac Brown Band
“The Guitar Song” – Jamey Johnson
“Need You Now” – Lady Antebellum
“Revolution” – Miranda Lambert
Melhor álbum de pop latino
“Poquita Ropa” – Ricardo Arjona
“Alex Cuba” – Alex Cuba
“Boleto De Entrada” – Kany Garcia
“Paraiso Express” – Alejandro Sanz
“Otra Cosa” – Julieta Venegas
Melhor álbum de jazz contemporâneo
“The Stanley Clarke Band” – The Stanley Clarke Band
“Never Can Say Goodbye” – Joey DeFrancesco
“Now Is The Time” – Jeff Lorber Fusion
“To The One” – John McLaughlin
“Backatown” – Trombone Shorty
Melhor álbum de world music contemporânea
“Throw Down Your Heart , Africa Sessions Part 2: Unreleased Tracks” – Béla Fleck
“All in One” – Bebel Gilberto
“ÖYÖ” – Angelique Kidjo
“Bom Tempo” – Sergio Mendes
“Om Namo Narayanaya: Soul Call” – Chandrika Krishnamurthy Tandon
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 11/02/2011
Estado de São Paulo
"FCLG lança novas composições no Bourbon Street em SP".
Folha de São Paulo
"Britney Spears diz que quer fazer shows no Brasil".
"Bruno Mars lança disco na próxima semana; relembre hits do músico".
"FCLG lança novas composições no Bourbon Street em SP".
Folha de São Paulo
"Britney Spears diz que quer fazer shows no Brasil".
"Bruno Mars lança disco na próxima semana; relembre hits do músico".
Estadão - FCLG lança novas composições no Bourbon Street em SP
do estadão.com.br
Muchacha Fantastica foi uma das músicas novas do Funk Como Le Gusta (FCLG) cantadas pela banda na noite desta quinta-feira, 10, no Bourbon Street Music, em São Paulo. Quem deu voz à nova canção foi o cubano Jorge Luis Ceruto Echevarria, trompetista com a bagagem da música caribenha. Parte da nova formação, Ceruto entrou no lugar de Marcelo Cotarelli.
Para o FCLG o momento é de se firmar nas composições próprias. O grupo trabalha com o novo disco A Cura Pelo Som, que deve sair nos próximos meses. Outra composição nova foi Sem Amor, bem recebida pela plateia que não chegou a lotar o Bourbon.
A banda tem uma trajetória diversificada. Já teve a participação de nomes como Seu Jorge e Paula Lima. Gravou os discos Roda de Funk (1999) e FCLG (2004). O começo da banda foi há cerca de 10 anos nas groovie jams e jams sessions. "Os primeiros encontros foram no Anexo Domus", relembra o baterista Kuki Stolarski.
Nesta quinta-feira os convidados do FCLG foram os integrantes do Clube do Balanço Marco Matoli, Teresa Guma e Léo "Gringo" Pirrongelli. A banda é co-irmã do FGLG pois Tiquinho e Reginaldo, dos metais, fazem parte dos dois grupos. "O Clube do Balanço foi a primeiro grupo a tocar samba rock em São Paulo ao vivo", atesta Gringo.
Nas próximas quintas-feiras, 17 e 24 de fevereiro, o FCLG continua no Bourbon, com convidados especial no "Summer Como Le Gusta SOS Rio de Janeiro". O projeto que vem acontecendo desde janeiro arrecada doações para as vítimas das chuvas. Para colaborar, basta levar um quilo de alimento não perecível.
Playlist
High Sykers
Jack Loda
Funk de Bamba
chora Grande
Sem Amor
Muchacha Fantastica
Manual
Besame Mamma
Cleos
Drive In
Mandamentos
Funk Brother
16 Tones
Irê
Palladium (Clube do Balanço)
Sereia (Clube do Balanço)
Falso Amor (Clube do Balanço)
Aeroporto (Clube do Balanço)
Z4
Dulce Vitta
Agente 69
Muchacha Fantastica foi uma das músicas novas do Funk Como Le Gusta (FCLG) cantadas pela banda na noite desta quinta-feira, 10, no Bourbon Street Music, em São Paulo. Quem deu voz à nova canção foi o cubano Jorge Luis Ceruto Echevarria, trompetista com a bagagem da música caribenha. Parte da nova formação, Ceruto entrou no lugar de Marcelo Cotarelli.
Para o FCLG o momento é de se firmar nas composições próprias. O grupo trabalha com o novo disco A Cura Pelo Som, que deve sair nos próximos meses. Outra composição nova foi Sem Amor, bem recebida pela plateia que não chegou a lotar o Bourbon.
A banda tem uma trajetória diversificada. Já teve a participação de nomes como Seu Jorge e Paula Lima. Gravou os discos Roda de Funk (1999) e FCLG (2004). O começo da banda foi há cerca de 10 anos nas groovie jams e jams sessions. "Os primeiros encontros foram no Anexo Domus", relembra o baterista Kuki Stolarski.
Nesta quinta-feira os convidados do FCLG foram os integrantes do Clube do Balanço Marco Matoli, Teresa Guma e Léo "Gringo" Pirrongelli. A banda é co-irmã do FGLG pois Tiquinho e Reginaldo, dos metais, fazem parte dos dois grupos. "O Clube do Balanço foi a primeiro grupo a tocar samba rock em São Paulo ao vivo", atesta Gringo.
Nas próximas quintas-feiras, 17 e 24 de fevereiro, o FCLG continua no Bourbon, com convidados especial no "Summer Como Le Gusta SOS Rio de Janeiro". O projeto que vem acontecendo desde janeiro arrecada doações para as vítimas das chuvas. Para colaborar, basta levar um quilo de alimento não perecível.
Playlist
High Sykers
Jack Loda
Funk de Bamba
chora Grande
Sem Amor
Muchacha Fantastica
Manual
Besame Mamma
Cleos
Drive In
Mandamentos
Funk Brother
16 Tones
Irê
Palladium (Clube do Balanço)
Sereia (Clube do Balanço)
Falso Amor (Clube do Balanço)
Aeroporto (Clube do Balanço)
Z4
Dulce Vitta
Agente 69
Folha - Britney Spears diz que quer fazer shows no Brasil
DE SÃO PAULO
Britney Spears usou o Twitter para responder a perguntas de fãs nesta quinta-feira e declarou que quer vir ao Brasil com sua próxima turnê.
Respondendo a uma pergunta de fã brasileiro, a cantora disse que já começou a planejar sua próxima turnê. "Adoraria ir a lugares onde eu não cheguei com minha última turnê. Especialmente o Brasil!!!", escreveu Spears.
Britney falou também sobre seu novo álbum, "Femme Fatale", que será lançado em março. Ela não revelou se o disco terá participações, mas descreveu o trabalho como o seu melhor trabalho. "Ele é climático, música pop com MUITA energia."
Britney Spears usou o Twitter para responder a perguntas de fãs nesta quinta-feira e declarou que quer vir ao Brasil com sua próxima turnê.
Respondendo a uma pergunta de fã brasileiro, a cantora disse que já começou a planejar sua próxima turnê. "Adoraria ir a lugares onde eu não cheguei com minha última turnê. Especialmente o Brasil!!!", escreveu Spears.
Britney falou também sobre seu novo álbum, "Femme Fatale", que será lançado em março. Ela não revelou se o disco terá participações, mas descreveu o trabalho como o seu melhor trabalho. "Ele é climático, música pop com MUITA energia."
Folha - Bruno Mars lança disco na próxima semana; relembre hits do músico
DE SÃO PAULO
O álbum de estreia do produtor, compositor e cantor Bruno Mars, "Doo-Wops & Hooligans", que chega ao Brasil no próximo dia 14, traz faixas prontas para virar hits.
Mars, 25, fez fama como produtor trabalhando com o rapper B.o.B., além de ter sido um dos responsáveis pela música "Fuck You", de Cee Lo Green.
O álbum de estreia do produtor, compositor e cantor Bruno Mars, "Doo-Wops & Hooligans", que chega ao Brasil no próximo dia 14, traz faixas prontas para virar hits.
Mars, 25, fez fama como produtor trabalhando com o rapper B.o.B., além de ter sido um dos responsáveis pela música "Fuck You", de Cee Lo Green.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 10/02/2011
Estado de São Paulo
"Funk Como Le Gusta faz comemoração com novo disco no Bourbon Street".
"Funk Como Le Gusta faz comemoração com novo disco no Bourbon Street".
Estadão - Funk Como Le Gusta faz comemoração com novo disco no Bourbon Street
do Estadão.com.br
Em temporada no Bourbon Street (Alameda dos Chanés, 127 - Moema), o Funk Como Le Gusta (FCLG) mostra todo o suingue de sua banda nos dias 10, 17 e 24 deste mês.
Em termos de experiência musical, conta o vocalista e guitarrista do FCLG, Emerson Villani, o grupo encontrou o caminho mais acessível entre o que a banda quer tocar e o público gosta de ouvir. "Temos estilo própria e público de todas as idades em 12 anos de carreira. Será um show de comemoração", vibra Villani.
Desde 2005, sem lançar um novo disco o FCLG dará algumas amostras do disco novo no Bourbon. O músico antecipa que o lançamento sairá ainda no primeiro semestre deste ano. Um dos volumes será vendido em mídia e o outro será para baixar da internet. Serão 21 faixas no total.
Além do que estará no álbum novo, o público também vai poder conferir as músicas mais conhecidas e surpresas. Participam do show Curumim, Thaíde e outros convidados.
Depois dos shows no Bourbon Street, o FCLG prevê apresentações, sem data programada, para outras cidades paulistas, além do Rio de Janeiro e Sul do país.
Participam do FCLG: Sérgio Barolo no baixo, Emerson Villani nas guitarras e vocais, Juliano Beccari nos teclados e vocais, Kuki Stolarski na bateria, James Muller na percussão e vocais, Kito Siqueira no sax, barítono e sax alto, Hugo Hori no sax tenor, flauta e vocais, Reginaldo "16" Gomes no trompete e vocal, Jorge Ceruto no trompete e flugelhorn, Tiquinho no trombone e arranjos.
Em temporada no Bourbon Street (Alameda dos Chanés, 127 - Moema), o Funk Como Le Gusta (FCLG) mostra todo o suingue de sua banda nos dias 10, 17 e 24 deste mês.
Em termos de experiência musical, conta o vocalista e guitarrista do FCLG, Emerson Villani, o grupo encontrou o caminho mais acessível entre o que a banda quer tocar e o público gosta de ouvir. "Temos estilo própria e público de todas as idades em 12 anos de carreira. Será um show de comemoração", vibra Villani.
Desde 2005, sem lançar um novo disco o FCLG dará algumas amostras do disco novo no Bourbon. O músico antecipa que o lançamento sairá ainda no primeiro semestre deste ano. Um dos volumes será vendido em mídia e o outro será para baixar da internet. Serão 21 faixas no total.
Além do que estará no álbum novo, o público também vai poder conferir as músicas mais conhecidas e surpresas. Participam do show Curumim, Thaíde e outros convidados.
Depois dos shows no Bourbon Street, o FCLG prevê apresentações, sem data programada, para outras cidades paulistas, além do Rio de Janeiro e Sul do país.
Participam do FCLG: Sérgio Barolo no baixo, Emerson Villani nas guitarras e vocais, Juliano Beccari nos teclados e vocais, Kuki Stolarski na bateria, James Muller na percussão e vocais, Kito Siqueira no sax, barítono e sax alto, Hugo Hori no sax tenor, flauta e vocais, Reginaldo "16" Gomes no trompete e vocal, Jorge Ceruto no trompete e flugelhorn, Tiquinho no trombone e arranjos.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 09/02/2011
Estado de São Paulo
"Cantor franco-espanhol Manu Chao faz show em SP".
Folha de São Paulo
"Fiuk e Fábio Jr. ficam sem seriado na Globo".
"Os concorrentes dos Beatles".
"Cantor franco-espanhol Manu Chao faz show em SP".
Folha de São Paulo
"Fiuk e Fábio Jr. ficam sem seriado na Globo".
"Os concorrentes dos Beatles".
Estadão - Cantor franco-espanhol Manu Chao faz show em SP
AE - Agência Estado
As outras vezes em que o cantor e compositor franco-espanhol Manu Chao se apresentou no Brasil foi a bordo de sua big band, a Radio Bemba, com média de sete músicos. Desta vez, no show esta noite em um galpão na Vila dos Ipês, na Vila Nova Leopoldina, em São Paulo, ele está munido apenas de dois violões e bateria. "É como se fosse no boteco", diz Manu, que está vivendo a sua fase mais botequeira de toda a vida - no sentido estético e filosófico.
Manu não quer mais gravar discos ou álbuns conceituais, afirma. Não tem vontade. No máximo, fará um combo de duas ou três músicas relacionadas entre si. Conta que fica satisfeito em ver as canções novas que toca por aí, nos bares, ganharem o mundo pela internet. Manu falou ao jornal O Estado de S. Paulo também em um boteco, no Itaim, por mais de uma hora. É um interlocutor ligado, agradável e informado sobre tudo que acontece por aqui - tem um filho brasileiro, cearense, de 12 anos.
Sua turnê passou por João Pessoa (PB), no dia 29, depois Recife (dia 3) e por Brasília (domingo). Sexta é em Guaratuba. Ele volta a São Paulo no dia 13 para um show gratuito no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, a partir das 15h. Hoje, toca para 2,7 mil pessoas cercado de Madji (guitarra e violão) e Gambacito (bateria). "Todo mundo me disse que era loucura, sem baixo não dava, mas está funcionando."
Ele acaba de gravar com os mestres da guitarrada do Pará, com Mestre Vieira, e está fascinado pelo gênero nortista e pelo carimbó. Também gravou com pacientes de La Colifata (clínica de doentes mentais de Buenos Aires que aparece no filme Tetro, de Francis Ford Coppola), e o resultado é um disco duplo de download gratuito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Manu Chao - Vila dos Ipês (Av. Mofarrej, 1.505, V. Nova Leopoldina). Tel. (011) 3835-8198. Hoje, 22h30, R$ 100. Centro Cultural Ruth Cardoso (Av. Dep. Emílio Carlos, 3.641, V. Nova Cachoeirinha). Dia 13, 15 h, grátis.
As outras vezes em que o cantor e compositor franco-espanhol Manu Chao se apresentou no Brasil foi a bordo de sua big band, a Radio Bemba, com média de sete músicos. Desta vez, no show esta noite em um galpão na Vila dos Ipês, na Vila Nova Leopoldina, em São Paulo, ele está munido apenas de dois violões e bateria. "É como se fosse no boteco", diz Manu, que está vivendo a sua fase mais botequeira de toda a vida - no sentido estético e filosófico.
Manu não quer mais gravar discos ou álbuns conceituais, afirma. Não tem vontade. No máximo, fará um combo de duas ou três músicas relacionadas entre si. Conta que fica satisfeito em ver as canções novas que toca por aí, nos bares, ganharem o mundo pela internet. Manu falou ao jornal O Estado de S. Paulo também em um boteco, no Itaim, por mais de uma hora. É um interlocutor ligado, agradável e informado sobre tudo que acontece por aqui - tem um filho brasileiro, cearense, de 12 anos.
Sua turnê passou por João Pessoa (PB), no dia 29, depois Recife (dia 3) e por Brasília (domingo). Sexta é em Guaratuba. Ele volta a São Paulo no dia 13 para um show gratuito no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, a partir das 15h. Hoje, toca para 2,7 mil pessoas cercado de Madji (guitarra e violão) e Gambacito (bateria). "Todo mundo me disse que era loucura, sem baixo não dava, mas está funcionando."
Ele acaba de gravar com os mestres da guitarrada do Pará, com Mestre Vieira, e está fascinado pelo gênero nortista e pelo carimbó. Também gravou com pacientes de La Colifata (clínica de doentes mentais de Buenos Aires que aparece no filme Tetro, de Francis Ford Coppola), e o resultado é um disco duplo de download gratuito. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Manu Chao - Vila dos Ipês (Av. Mofarrej, 1.505, V. Nova Leopoldina). Tel. (011) 3835-8198. Hoje, 22h30, R$ 100. Centro Cultural Ruth Cardoso (Av. Dep. Emílio Carlos, 3.641, V. Nova Cachoeirinha). Dia 13, 15 h, grátis.
Folha - Fiuk e Fábio Jr. ficam sem seriado na Globo
DE SÃO PAULO
A Globo desistiu de transformar o especial "Tal Filho, Tal Pai" em seriado.
O programa, exibido no final do ano passado, era estrelado por Fábio Jr. e Fiuk.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quarta-feira (9). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
A Globo desistiu de transformar o especial "Tal Filho, Tal Pai" em seriado.
O programa, exibido no final do ano passado, era estrelado por Fábio Jr. e Fiuk.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quarta-feira (9). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
JT - Os concorrentes dos Beatles
Jornal da Tarde
Quem viveu a década de 60 na Inglaterra provavelmente não gostava apenas de Beatles e Rolling Stones, como costuma-se imaginar. As cenas de histeria coletiva causadas pela Beatlemania, de fato, são marcantes. Mas os Beatles não eram onipresentes. Bandas como Gerry & The Pacemakers, Herman’s Hermits, The Yardbirds (de Eric Clapton), The Hollies, Dave Clark Five e The Swinging Blue Jeans, hoje ilustres desconhecidas do público, disputavam espaço nas rádios, nas paradas de sucesso e na preferência dos fãs tanto quanto os FabFour.
Eram grupos formados em Liverpool e Londres então apontados como representantes do Merseybeat (os de Liverpool) e Britpop ou Iê iê iê (bandas de Londres e outras cidades do país). Que tipo de som essas bandas faziam? Elas eram realmente boas? Para responder a essas perguntas, o pesquisador musical Marcelo Fróes teve acesso às gravações originais. O resultado pode ser conferido na coletânea Britpop – O Legítimo Pop Britânico dos Anos 60, dividida em três volumes e distribuída pela Discobertas.
Beatles e Rolling Stones foram os grupos que sobreviveram àquele efervescente período. Quase todos os seus contemporâneos terminaram suas atividades antes mesmo do icônico ano de 1969 – o ano do festival de Woodstock – acabar, quando os hippies tomaram o mundo. Foi então que surgiram bandas como Led Zeppelin, Pink Floyd, Queen e Deep Purple. No Brasil, o britpop foi, na década de 60, uma das peças fundamentais para o surgimento da Jovem Guarda. A Dave Clark Five Band ganhou visibilidade no País quando Jerry Adriani regravou Because, hit da banda que ganhou o nome de Porque.
Se por aqui essa presença se fazia de maneira mais tímida, no Reino Unido havia uma verdadeira briga por espaço. Os encartes da coletânea ajudam a ter uma dimensão do que foi aquele cenário. Além de exibirem fotos históricas e reproduções das capas de discos, trazem a posição que a canção ocupou no topo das paradas. A Dave Clark Five Band, por exemplo, se projetou para além do círculo nacional ao se apresentar no programa de TV americano Ed Sullivan Show, um dos mais importantes da época.
Lennon e McCartney
É interessante notar que as bandas que concorriam com os Beatles eram adeptas da moda dos terninhos e cortes de cabelo tipo moptop – justamente o estilo lançado pelos Beatles. Além disso, John Lennon e Paul McCartney compuseram canções para seus concorrentes, que eles mesmos nunca gravaram. Essas canções não estão na coletânea, mas há um caso curioso neste lançamento: I Saw Her Standing There. Sucesso dos Beatles, a música foi regravada por Duffy Power. Mas a versão do cantor não teve a mesma repercussão, e ficou como mais uma de seu repertório.
Herman’s Hermits é uma das bandas com maior hits na coletânea: sete. Eles estouraram em 1964 e até chegaram a gravar um filme bem ao estilo de Os Reis do Iê Iê Iê, dos Beatles – Mrs. Brown, You’ve Got a Lovely Daughter (1968), longa homônimo a um hit do grupo. Como músico substituto na guitarra, vale dizer, eles tinham Jimmy Page. A canção da banda que mais se destaca na coletânea é I’m Into Something Good.
A coletânea, enfim, traz os grandes hits daquela fase – como Here I Go Again (chegou a ocupar o 4º lugar na parada), For Your Love (3º lugar), The House of The Rising Sun (1º lugar) e The Hippy Hippy Shake (2º lugar). É um resumo com o que de melhor se produziu numa das épocas mais criativas da história da música.
Quem viveu a década de 60 na Inglaterra provavelmente não gostava apenas de Beatles e Rolling Stones, como costuma-se imaginar. As cenas de histeria coletiva causadas pela Beatlemania, de fato, são marcantes. Mas os Beatles não eram onipresentes. Bandas como Gerry & The Pacemakers, Herman’s Hermits, The Yardbirds (de Eric Clapton), The Hollies, Dave Clark Five e The Swinging Blue Jeans, hoje ilustres desconhecidas do público, disputavam espaço nas rádios, nas paradas de sucesso e na preferência dos fãs tanto quanto os FabFour.
Eram grupos formados em Liverpool e Londres então apontados como representantes do Merseybeat (os de Liverpool) e Britpop ou Iê iê iê (bandas de Londres e outras cidades do país). Que tipo de som essas bandas faziam? Elas eram realmente boas? Para responder a essas perguntas, o pesquisador musical Marcelo Fróes teve acesso às gravações originais. O resultado pode ser conferido na coletânea Britpop – O Legítimo Pop Britânico dos Anos 60, dividida em três volumes e distribuída pela Discobertas.
Beatles e Rolling Stones foram os grupos que sobreviveram àquele efervescente período. Quase todos os seus contemporâneos terminaram suas atividades antes mesmo do icônico ano de 1969 – o ano do festival de Woodstock – acabar, quando os hippies tomaram o mundo. Foi então que surgiram bandas como Led Zeppelin, Pink Floyd, Queen e Deep Purple. No Brasil, o britpop foi, na década de 60, uma das peças fundamentais para o surgimento da Jovem Guarda. A Dave Clark Five Band ganhou visibilidade no País quando Jerry Adriani regravou Because, hit da banda que ganhou o nome de Porque.
Se por aqui essa presença se fazia de maneira mais tímida, no Reino Unido havia uma verdadeira briga por espaço. Os encartes da coletânea ajudam a ter uma dimensão do que foi aquele cenário. Além de exibirem fotos históricas e reproduções das capas de discos, trazem a posição que a canção ocupou no topo das paradas. A Dave Clark Five Band, por exemplo, se projetou para além do círculo nacional ao se apresentar no programa de TV americano Ed Sullivan Show, um dos mais importantes da época.
Lennon e McCartney
É interessante notar que as bandas que concorriam com os Beatles eram adeptas da moda dos terninhos e cortes de cabelo tipo moptop – justamente o estilo lançado pelos Beatles. Além disso, John Lennon e Paul McCartney compuseram canções para seus concorrentes, que eles mesmos nunca gravaram. Essas canções não estão na coletânea, mas há um caso curioso neste lançamento: I Saw Her Standing There. Sucesso dos Beatles, a música foi regravada por Duffy Power. Mas a versão do cantor não teve a mesma repercussão, e ficou como mais uma de seu repertório.
Herman’s Hermits é uma das bandas com maior hits na coletânea: sete. Eles estouraram em 1964 e até chegaram a gravar um filme bem ao estilo de Os Reis do Iê Iê Iê, dos Beatles – Mrs. Brown, You’ve Got a Lovely Daughter (1968), longa homônimo a um hit do grupo. Como músico substituto na guitarra, vale dizer, eles tinham Jimmy Page. A canção da banda que mais se destaca na coletânea é I’m Into Something Good.
A coletânea, enfim, traz os grandes hits daquela fase – como Here I Go Again (chegou a ocupar o 4º lugar na parada), For Your Love (3º lugar), The House of The Rising Sun (1º lugar) e The Hippy Hippy Shake (2º lugar). É um resumo com o que de melhor se produziu numa das épocas mais criativas da história da música.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 08/02/2011
Folha de São Paulo
"Vocalista do Arctic Monkeys confirma disco solo".
"LCD Soundsystem vem a São Paulo e prepara seu funeral".
"Vocalista do Arctic Monkeys confirma disco solo".
"LCD Soundsystem vem a São Paulo e prepara seu funeral".
Folha - Vocalista do Arctic Monkeys confirma disco solo
DE SÃO PAULO
O vocalista da banda Arctic Monkeys, Alex Turner, anunciou nesta segunda-feira os detalhes de seu disco solo.
Ele escreveu canções para a trilha sonora do filme "Submarine", de Richard Ayoadd, que estrou no festival de Sundance deste ano, ocorrido na semana passada.
Turner vai lançar um EP de seis músicas do filme no dia 14 de março.
As músicas são "Stuck On The Puzzle (Intro)", "Hiding Tonight", "Glass In The Park", "It's Hard To Get Around The Wind", "Stuck On The Puzzle" e "Piledriver Waltz".
Já os Arctic Monkeys estão atualmente terminando seu novo álbum com o produtor James Ford em Los Angeles, nos EUA.
O vocalista da banda Arctic Monkeys, Alex Turner, anunciou nesta segunda-feira os detalhes de seu disco solo.
Ele escreveu canções para a trilha sonora do filme "Submarine", de Richard Ayoadd, que estrou no festival de Sundance deste ano, ocorrido na semana passada.
Turner vai lançar um EP de seis músicas do filme no dia 14 de março.
As músicas são "Stuck On The Puzzle (Intro)", "Hiding Tonight", "Glass In The Park", "It's Hard To Get Around The Wind", "Stuck On The Puzzle" e "Piledriver Waltz".
Já os Arctic Monkeys estão atualmente terminando seu novo álbum com o produtor James Ford em Los Angeles, nos EUA.
Folha - LCD Soundsystem vem a São Paulo e prepara seu funeral
DE SÃO PAULO
"Se alguma coisa puder dar errado, dará", diz a lei de Murphy. A exceção que confirma a regra é homônima à lei: James Murphy, do LCD Soundsystem.
Murphy e sua banda estão entre os mais importantes e influentes na música feita na última década. Junto à gravadora DFA, fundada por ele e outros dois amigos (Tim Goldsworthy e Jonathan Galkin) há 10 anos, ele mudou a cena noturna de Nova York e influenciou toda uma geração de músicos.
Porém, antes que algo desse errado --como prevê a lei--, alegando que está com sensação de dever cumprido, o músico decretou no ano passado o fim. Antes, deu aos fãs um último presente: o disco "This Is Happening".
"Eu sinto que é uma boa hora de parar. A única coisa que me deixaria mais realizado seria se fossemos maiores. Mas o preço em tempo é muito alto", disse Murphy à revista "Clash" em dezembro.
Entre bocejos, em entrevista por telefone que aconteceu às 8h da manhã, a tecladista Nancy Whang falou à Folha sobre o fim.
"Foi uma decisão do James. É muito triste, vamos continuar fazendo música, mas turnês não. É cansativo e toma muito tempo. Sempre falamos: 'Ah, não seria ótimo se pudéssemos fazer isso ou aquilo?'", disse.
Na ocasião, a banda estava na Austrália para shows em seis cidades diferentes. A entrevista era sobre os shows aqui, alguns dos últimos. Desta vez, a terceira no país, a banda passa por três cidades brasileiras: São Paulo, Rio e Porto Alegre.
O último show será em 2 de abril no Madison Square Garden, em Nova York, terá três horas de duração e foi descrito pela banda como um "funeral". Em SP, no dia 18, serão duas horas e 15 minutos.
"Acabou. Eu e Pat [Mahoney] seguimos discotecando. O resto, não sei", diz Whang.
INFLUÊNCIA
Nos anos 1990, quando o prefeito de Nova York Rudolph Giuliani "limpou" as ruas da cidade, desapareceram os clubes que movimentavam a cultura local.
Em 2001, exatamente no fim do mandato de Giuliani, a DFA mudou tudo com o dance-punk e passou a ser uma das gravadoras mais influentes dos anos 2000.
A banda californiana!!! (pronuncia-se "chk chk chk") provoca em "Me and Giuliani Down by the School Yard", de 2003: "Eu queria saber se Giuli sabe dançar".
Quatro anos depois, Murphy exalta a volta da dance music em "All My Friends". "Se o sol raiar e eu ainda não quiser ir pra casa, então será a memória dos nossos melhores [amigos] nos mantendo em pé".
A banda pode acabar, sem lei de Murphy, mas esse Murphy tem certeza de que conseguiu mudar a música à sua maneira.
"Se alguma coisa puder dar errado, dará", diz a lei de Murphy. A exceção que confirma a regra é homônima à lei: James Murphy, do LCD Soundsystem.
Murphy e sua banda estão entre os mais importantes e influentes na música feita na última década. Junto à gravadora DFA, fundada por ele e outros dois amigos (Tim Goldsworthy e Jonathan Galkin) há 10 anos, ele mudou a cena noturna de Nova York e influenciou toda uma geração de músicos.
Porém, antes que algo desse errado --como prevê a lei--, alegando que está com sensação de dever cumprido, o músico decretou no ano passado o fim. Antes, deu aos fãs um último presente: o disco "This Is Happening".
"Eu sinto que é uma boa hora de parar. A única coisa que me deixaria mais realizado seria se fossemos maiores. Mas o preço em tempo é muito alto", disse Murphy à revista "Clash" em dezembro.
Entre bocejos, em entrevista por telefone que aconteceu às 8h da manhã, a tecladista Nancy Whang falou à Folha sobre o fim.
"Foi uma decisão do James. É muito triste, vamos continuar fazendo música, mas turnês não. É cansativo e toma muito tempo. Sempre falamos: 'Ah, não seria ótimo se pudéssemos fazer isso ou aquilo?'", disse.
Na ocasião, a banda estava na Austrália para shows em seis cidades diferentes. A entrevista era sobre os shows aqui, alguns dos últimos. Desta vez, a terceira no país, a banda passa por três cidades brasileiras: São Paulo, Rio e Porto Alegre.
O último show será em 2 de abril no Madison Square Garden, em Nova York, terá três horas de duração e foi descrito pela banda como um "funeral". Em SP, no dia 18, serão duas horas e 15 minutos.
"Acabou. Eu e Pat [Mahoney] seguimos discotecando. O resto, não sei", diz Whang.
INFLUÊNCIA
Nos anos 1990, quando o prefeito de Nova York Rudolph Giuliani "limpou" as ruas da cidade, desapareceram os clubes que movimentavam a cultura local.
Em 2001, exatamente no fim do mandato de Giuliani, a DFA mudou tudo com o dance-punk e passou a ser uma das gravadoras mais influentes dos anos 2000.
A banda californiana!!! (pronuncia-se "chk chk chk") provoca em "Me and Giuliani Down by the School Yard", de 2003: "Eu queria saber se Giuli sabe dançar".
Quatro anos depois, Murphy exalta a volta da dance music em "All My Friends". "Se o sol raiar e eu ainda não quiser ir pra casa, então será a memória dos nossos melhores [amigos] nos mantendo em pé".
A banda pode acabar, sem lei de Murphy, mas esse Murphy tem certeza de que conseguiu mudar a música à sua maneira.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 04/02/2011
Estado de São Paulo
"Diogo Nogueira lança em São Paulo o show da turnê 'Sou Eu'".
Folha de São Paulo
"Especialistas em música são o segredo da rádio on-line Pandora".
"Roberto Carlos se diz "maravilhado" com ensaio da Beija-Flor".
"Falta de energia atrasa show de Ivete Sangalo em Salvador".
"Diogo Nogueira lança em São Paulo o show da turnê 'Sou Eu'".
Folha de São Paulo
"Especialistas em música são o segredo da rádio on-line Pandora".
"Roberto Carlos se diz "maravilhado" com ensaio da Beija-Flor".
"Falta de energia atrasa show de Ivete Sangalo em Salvador".
Estadão - Diogo Nogueira lança em São Paulo o show da turnê 'Sou Eu'
Estadão.com.br
Sambas tradicionais e populares vão estar na boca de Diogo Nogueira, neste sábado, 5. O sambista e grupo (veja abaixo lista) vem a São Paulo para apresentar o DVD Sou Eu e músicas selecionadas. O show será no no HSBC Brasil (Rua Bragança Paulista, 1281 - Chácara Santo Antônio).
DivulgaçãoO sambista Diogo NogueiraEntre os mais vendidos do Brasil, o disco tem a participação de Chico Buarque, Ivan Lins, Alcione, Hamilton de Holanda, e também dos dançarinos da Companhia de Dança Carlinhos de Jesus.
No repertório do show estão previstas todas as músicas do DVD, além de canções do disco CD Tô fazendo a minha parte e releituras de sambas.
Em três anos de carreira, Diogo já foi premiado com o Grammy Latino de Melhor Álbum de Samba pelo CD Tô fazendo a minha parte, no último novembro.
Dois meses antes, o mesmo disco rendeu a ele o Vídeo Music Brasil 2010, na categoria Melhor Álbum de MPB. Em outubro 2010, Diogo já se apresentou em por diversos países da Europa como Portugal, Itália, Inglaterra, França e Suíça.
Playlist divulgada para o show
Contando Estrelas (Ciraninho/Rafael dos Santos)
Razão pra sonhar (Inácio Rios/Diogo Nogueira/Raphael Richard)
Vestibular Pra Solidão (Alexandre Pires)
A Vitória Demora Mas Vem (Juninho Thybau/Anderson Baiaco/Luís Café)
Da Melhor Qualili (Serginho Meriti/Claudinho Guimarães)
Me leva (Toninho Geraes/Serginho Beagá)
Pra que discutir com Madame (Ary Vidal/Janet de Almeida)
Deixa eu te amar (Mauro Silva/Camillo/Agepê)
Lama nas ruas (Almir Guineto/Zeca Pagodinho)
Tô fazendo a minha parte (Gilson Bernini/Flavinho Silva) primeiro single do álbum, Deus é mais (Xande de Pilares/Leandro Fab/Ronaldo Barcellos)
Tô te querendo (Xande de Pilares/Adalto Magalha/Almir Guineto)
Amor imperfeito (Leandro Fregonesi/Ciraninho)
Malandro e Mané é Mané (Neguinho da Beija Flor), que terá a performance dos bailarinos da Companhia de Dança Carlinhos de Jesus
Músicos
Alceu Maia (cavaco)
Cacau Castro (surdo)
Henrique Garcia (cavaco e banjo)
Wallace Peres (violão)
Carlinhos de Castro (pandeiro)
Daniel Felix (percussão)
Sidão Santos (baixo)
Dirceu Leite (clarinete, sax e flauta)
Elias Corrêa (trombone)
Gilson Santos (trompete)
Sandro Araujo (bateria)
Marcelo Nami (violão de 12 cordas e guitarra)
Fernando Merlino (teclado)
Marcelo Pizzott (percussão)
Vozes de Analimar Ventapane, Jussara Lourenço e Ari Bispo
Sambas tradicionais e populares vão estar na boca de Diogo Nogueira, neste sábado, 5. O sambista e grupo (veja abaixo lista) vem a São Paulo para apresentar o DVD Sou Eu e músicas selecionadas. O show será no no HSBC Brasil (Rua Bragança Paulista, 1281 - Chácara Santo Antônio).
DivulgaçãoO sambista Diogo NogueiraEntre os mais vendidos do Brasil, o disco tem a participação de Chico Buarque, Ivan Lins, Alcione, Hamilton de Holanda, e também dos dançarinos da Companhia de Dança Carlinhos de Jesus.
No repertório do show estão previstas todas as músicas do DVD, além de canções do disco CD Tô fazendo a minha parte e releituras de sambas.
Em três anos de carreira, Diogo já foi premiado com o Grammy Latino de Melhor Álbum de Samba pelo CD Tô fazendo a minha parte, no último novembro.
Dois meses antes, o mesmo disco rendeu a ele o Vídeo Music Brasil 2010, na categoria Melhor Álbum de MPB. Em outubro 2010, Diogo já se apresentou em por diversos países da Europa como Portugal, Itália, Inglaterra, França e Suíça.
Playlist divulgada para o show
Contando Estrelas (Ciraninho/Rafael dos Santos)
Razão pra sonhar (Inácio Rios/Diogo Nogueira/Raphael Richard)
Vestibular Pra Solidão (Alexandre Pires)
A Vitória Demora Mas Vem (Juninho Thybau/Anderson Baiaco/Luís Café)
Da Melhor Qualili (Serginho Meriti/Claudinho Guimarães)
Me leva (Toninho Geraes/Serginho Beagá)
Pra que discutir com Madame (Ary Vidal/Janet de Almeida)
Deixa eu te amar (Mauro Silva/Camillo/Agepê)
Lama nas ruas (Almir Guineto/Zeca Pagodinho)
Tô fazendo a minha parte (Gilson Bernini/Flavinho Silva) primeiro single do álbum, Deus é mais (Xande de Pilares/Leandro Fab/Ronaldo Barcellos)
Tô te querendo (Xande de Pilares/Adalto Magalha/Almir Guineto)
Amor imperfeito (Leandro Fregonesi/Ciraninho)
Malandro e Mané é Mané (Neguinho da Beija Flor), que terá a performance dos bailarinos da Companhia de Dança Carlinhos de Jesus
Músicos
Alceu Maia (cavaco)
Cacau Castro (surdo)
Henrique Garcia (cavaco e banjo)
Wallace Peres (violão)
Carlinhos de Castro (pandeiro)
Daniel Felix (percussão)
Sidão Santos (baixo)
Dirceu Leite (clarinete, sax e flauta)
Elias Corrêa (trombone)
Gilson Santos (trompete)
Sandro Araujo (bateria)
Marcelo Nami (violão de 12 cordas e guitarra)
Fernando Merlino (teclado)
Marcelo Pizzott (percussão)
Vozes de Analimar Ventapane, Jussara Lourenço e Ari Bispo
Folha - Especialistas em música são o segredo da rádio on-line Pandora
DE SÃO PAULO
A celebrada rádio on-line Pandora (pandora.com, disponível só nos EUA), que recomenda novas músicas automaticamente com base em canções de que você já gosta, está prestes a levantar US$ 100 milhões em uma oferta pública inicial de ações.
Diante da "precisão brutal e clínica" com que o serviço é capaz de antever suas preferências musicais, Virginia Heffernan, colunista do "New York Times", diz ter se sentido como o gênio russo do xadrez Garry Kasparov ao ser derrotado, em 1997, por uma máquina (o supercomputador Deep Blue, da IBM).
"Perdi meu espírito de luta", afirmara ele, na época. "Kasparov descreveu o sentimento com exatidão. Uma exaustão espiritual surge quando algo que tradicionalmente é uma experiência com outra mente (um músico, um jogador de xadrez, um maestro, um DJ) se revela ser um encontro com uma máquina", escreveu Heffernan, em dezembro de 2010.
No entanto, assim como o Deep Blue se tornou imbatível no xadrez ao contar com um banco de dados de milhares de partidas disputadas entre seres humanos, a eficiência do Pandora é fruto do trabalho árduo e contínuo de especialistas de carne e osso.
Depois de enfrentarem um rigoroso processo seletivo que envolve, entre outras exigências, "descrever a linguagem harmônica" e "esboçar a progressão de acordes" de uma canção de jazz, os funcionários do Pandora passam o dia no escritório da empresa, em Oakland (Califórnia), analisando e categorizando dezenas de músicas de acordo com aspectos como melodia, harmonia, ritmo e instrumentação.
"É verdade que os algoritmos combinam canções matematicamente, mas tudo o que a matemática faz é traduzir algo que um ser humano está medindo", afirmou Tim Westergren, fundador do Pandora, à "Fast Company".
O Pandora teve lucro pela primeira vez em 2009, nove anos depois de sua fundação. Foram US$ 50 milhões, número que dobrou em 2010, segundo uma projeção da empresa de análise digital William Blair.
Com mais de 75 milhões de usuários, o serviço tem ganhado dinheiro principalmente por meio de parcerias com fabricantes de carros e sons automotivos.
Por conta de "restrições de licença", o Pandora só funciona nos EUA. Usuários brasileiros podem recorrer às ferramentas de recomendação musical --não tão precisos quanto o Pandora, infelizmente -- do Grooveshark e do Last.fm.
A celebrada rádio on-line Pandora (pandora.com, disponível só nos EUA), que recomenda novas músicas automaticamente com base em canções de que você já gosta, está prestes a levantar US$ 100 milhões em uma oferta pública inicial de ações.
Diante da "precisão brutal e clínica" com que o serviço é capaz de antever suas preferências musicais, Virginia Heffernan, colunista do "New York Times", diz ter se sentido como o gênio russo do xadrez Garry Kasparov ao ser derrotado, em 1997, por uma máquina (o supercomputador Deep Blue, da IBM).
"Perdi meu espírito de luta", afirmara ele, na época. "Kasparov descreveu o sentimento com exatidão. Uma exaustão espiritual surge quando algo que tradicionalmente é uma experiência com outra mente (um músico, um jogador de xadrez, um maestro, um DJ) se revela ser um encontro com uma máquina", escreveu Heffernan, em dezembro de 2010.
No entanto, assim como o Deep Blue se tornou imbatível no xadrez ao contar com um banco de dados de milhares de partidas disputadas entre seres humanos, a eficiência do Pandora é fruto do trabalho árduo e contínuo de especialistas de carne e osso.
Depois de enfrentarem um rigoroso processo seletivo que envolve, entre outras exigências, "descrever a linguagem harmônica" e "esboçar a progressão de acordes" de uma canção de jazz, os funcionários do Pandora passam o dia no escritório da empresa, em Oakland (Califórnia), analisando e categorizando dezenas de músicas de acordo com aspectos como melodia, harmonia, ritmo e instrumentação.
"É verdade que os algoritmos combinam canções matematicamente, mas tudo o que a matemática faz é traduzir algo que um ser humano está medindo", afirmou Tim Westergren, fundador do Pandora, à "Fast Company".
O Pandora teve lucro pela primeira vez em 2009, nove anos depois de sua fundação. Foram US$ 50 milhões, número que dobrou em 2010, segundo uma projeção da empresa de análise digital William Blair.
Com mais de 75 milhões de usuários, o serviço tem ganhado dinheiro principalmente por meio de parcerias com fabricantes de carros e sons automotivos.
Por conta de "restrições de licença", o Pandora só funciona nos EUA. Usuários brasileiros podem recorrer às ferramentas de recomendação musical --não tão precisos quanto o Pandora, infelizmente -- do Grooveshark e do Last.fm.
Folha - Roberto Carlos se diz "maravilhado" com ensaio da Beija-Flor
DO RIO
O cantor Roberto Carlos afirmou à Folha no início da madrugada desta sexta-feira que ficou "maravilhado" ao assistir de perto o ensaio da Beija-Flor em sua primeira visita à quadra da escola de samba em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Com o enredo "A Simplicidade de um Rei", a escola vai homenagear o artista no Carnaval deste ano.
"Bom, eu estou aqui maravilhado com tudo que estou vendo. Não sabia que era assim no ensaio, que a coisa era dessa forma. Esse povo dançando, sambando me fez sentir uma emoção que até me preocupa com relação ao que vou sentir no dia do desfile", disse o rei no camarote da quadra da Beija Flor.
O ensaio já tinha começado quando o cantor chegou à quadra por volta da meia-noite. Carismático, ele paralisou a bateria e as passistas da escola e acenou para as cerca de 3.000pessoas que lotaram a pista de ensaio.
Logo, o intérprete Neguinho da Beija-Flor anunciou: "Olha o Roberto Carlos aí, gente!". E o Rei seguiu para o camarote onde recebeu os cumprimentos de Anízio Abraão, presidente da Beija-Flor, da atriz Cláudia Raia e do coreógrafo Carlinhos de Jesus, responsável pela comissão de frente.
Duas horas depois, o cantor seguiu para o palco --onde tocou tamborim e dançou ao lado da rainha de bateria Raíssa Oliveira. Junto com Neguinho da Beija-Flor, o rei cantou músicas que marcaram sua carreira como "Nossa Senhora" e "Como é Grande o Meu Amor Por Você".
O cantor Roberto Carlos afirmou à Folha no início da madrugada desta sexta-feira que ficou "maravilhado" ao assistir de perto o ensaio da Beija-Flor em sua primeira visita à quadra da escola de samba em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Com o enredo "A Simplicidade de um Rei", a escola vai homenagear o artista no Carnaval deste ano.
"Bom, eu estou aqui maravilhado com tudo que estou vendo. Não sabia que era assim no ensaio, que a coisa era dessa forma. Esse povo dançando, sambando me fez sentir uma emoção que até me preocupa com relação ao que vou sentir no dia do desfile", disse o rei no camarote da quadra da Beija Flor.
O ensaio já tinha começado quando o cantor chegou à quadra por volta da meia-noite. Carismático, ele paralisou a bateria e as passistas da escola e acenou para as cerca de 3.000pessoas que lotaram a pista de ensaio.
Logo, o intérprete Neguinho da Beija-Flor anunciou: "Olha o Roberto Carlos aí, gente!". E o Rei seguiu para o camarote onde recebeu os cumprimentos de Anízio Abraão, presidente da Beija-Flor, da atriz Cláudia Raia e do coreógrafo Carlinhos de Jesus, responsável pela comissão de frente.
Duas horas depois, o cantor seguiu para o palco --onde tocou tamborim e dançou ao lado da rainha de bateria Raíssa Oliveira. Junto com Neguinho da Beija-Flor, o rei cantou músicas que marcaram sua carreira como "Nossa Senhora" e "Como é Grande o Meu Amor Por Você".
Folha - Falta de energia atrasa show de Ivete Sangalo em Salvador
DA FOLHA - ENVIADO ESPECIAL A SALVADOR
O show da cantora Ivete Sangalo no Festival de Verão de Salvador está atrasado em 20 minutos por causa de falta de energia.
"Acabou a luz, mas eu faço essa porra no escuro", diz Ivete
A cantora é a principal atração de hoje do evento e a apresentação era prevista para a meia-noite horário local, 1h de Brasília.
Há relatos no Twitter de falta de luz em vários Estados do Nordeste --Bahia, Sergipe, Paraíba, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte-- desde a 0h40 desta sexta-feira (horário de Brasília).
No festival, há luz apenas de geradores. O camarim de Ivete, por exemplo, está às escuras.
O show da cantora Ivete Sangalo no Festival de Verão de Salvador está atrasado em 20 minutos por causa de falta de energia.
"Acabou a luz, mas eu faço essa porra no escuro", diz Ivete
A cantora é a principal atração de hoje do evento e a apresentação era prevista para a meia-noite horário local, 1h de Brasília.
Há relatos no Twitter de falta de luz em vários Estados do Nordeste --Bahia, Sergipe, Paraíba, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte-- desde a 0h40 desta sexta-feira (horário de Brasília).
No festival, há luz apenas de geradores. O camarim de Ivete, por exemplo, está às escuras.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 03/02/2010
Estado de São Paulo
"Elba Ramalho lança CD de 30 anos de carreira em SP".
Folha de São Paulo
"Juiz autoriza mãe de Michael Jackson a processar produtora".
"Erramos: White Stripes anuncia que banda acabou".
"Elba Ramalho lança CD de 30 anos de carreira em SP".
Folha de São Paulo
"Juiz autoriza mãe de Michael Jackson a processar produtora".
"Erramos: White Stripes anuncia que banda acabou".
Estadão - Elba Ramalho lança CD de 30 anos de carreira em SP
AE - Agência Estado
Elba Ramalho reuniu em março do ano passado mais de 100 mil pessoas na praça do Marco Zero, centro histórico do Recife, para comemorar 30 anos de carreira e gravar um DVD/CD ao vivo. O número redondo era meramente simbólico, já que a cantora lançou o primeiro álbum, "Ave de Prata", em 1979, e iniciou as atividades artísticas no teatro, antes da música. Nomes fundamentais na história artística de Elba, que completa 60 anos em agosto, compareceram ao show no Recife, entre eles Zé Ramalho e Geraldo Azevedo. Lenine, Chico César, Alcione e o maestro Spok também marcaram presença na festa. Nos shows que Elba traz a São Paulo a partir de hoje não será possível contar com nenhum desses convidados, mas a celebração continua.
Naturalmente, há uma grande diferença entre cantar para uma multidão e interpretar o mesmo repertório na dimensão reduzida de um teatro. Mas Elba é escolada em dominar qualquer tipo de plateia, fazendo algumas mudanças no roteiro do show. "O público de São Paulo é sempre muito receptivo a tudo", observa. Clássicos de seu repertório, como "Leão do Norte" (Lenine/Paulo César Pinheiro), "Chão de Giz" (Zé Ramalho) e "De Volta pro Aconchego" (Dominguinhos/Nando Cordel) batem ponto.
"Mas também vou cantar Canção da Despedida (Geraldo Azevedo/Geraldo Vandré) e algumas músicas de Chico Buarque, que não estão no DVD", diz a cantora. "A gente sempre inventa, né? É uma história longa, de 30 anos, então tem muita coisa lá, esquecida, que a gente às vezes lembra e quer fazer. Mas vou tentar manter algumas coisas que são bacanas e estão no DVD. Acho que as pessoas, mesmo sentadas num teatro, vão esperando essa verve, essa alegria que tem no meu trabalho também. O público vai sabendo que vou cantar forró e gosta de cantar junto."
Nessas três décadas, marcadas por muitos êxitos populares, muita água rolou na trajetória de Elba. Mas o que fica bem claro - e confirmado no registro do show repleto de baião, xaxado, frevo, ciranda, coco, toada - é a firmeza com que a cantora e atriz paraibana se mantém ligada às origens nordestinas e seu manancial de riquezas musicais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Elba Ramalho - Sesc Vila Mariana (Rua Pelotas, 141). Telefone (011) 5080-3000. 5ª a sáb., às 21 h; dom., às 18 h. R$ 40.
Elba Ramalho reuniu em março do ano passado mais de 100 mil pessoas na praça do Marco Zero, centro histórico do Recife, para comemorar 30 anos de carreira e gravar um DVD/CD ao vivo. O número redondo era meramente simbólico, já que a cantora lançou o primeiro álbum, "Ave de Prata", em 1979, e iniciou as atividades artísticas no teatro, antes da música. Nomes fundamentais na história artística de Elba, que completa 60 anos em agosto, compareceram ao show no Recife, entre eles Zé Ramalho e Geraldo Azevedo. Lenine, Chico César, Alcione e o maestro Spok também marcaram presença na festa. Nos shows que Elba traz a São Paulo a partir de hoje não será possível contar com nenhum desses convidados, mas a celebração continua.
Naturalmente, há uma grande diferença entre cantar para uma multidão e interpretar o mesmo repertório na dimensão reduzida de um teatro. Mas Elba é escolada em dominar qualquer tipo de plateia, fazendo algumas mudanças no roteiro do show. "O público de São Paulo é sempre muito receptivo a tudo", observa. Clássicos de seu repertório, como "Leão do Norte" (Lenine/Paulo César Pinheiro), "Chão de Giz" (Zé Ramalho) e "De Volta pro Aconchego" (Dominguinhos/Nando Cordel) batem ponto.
"Mas também vou cantar Canção da Despedida (Geraldo Azevedo/Geraldo Vandré) e algumas músicas de Chico Buarque, que não estão no DVD", diz a cantora. "A gente sempre inventa, né? É uma história longa, de 30 anos, então tem muita coisa lá, esquecida, que a gente às vezes lembra e quer fazer. Mas vou tentar manter algumas coisas que são bacanas e estão no DVD. Acho que as pessoas, mesmo sentadas num teatro, vão esperando essa verve, essa alegria que tem no meu trabalho também. O público vai sabendo que vou cantar forró e gosta de cantar junto."
Nessas três décadas, marcadas por muitos êxitos populares, muita água rolou na trajetória de Elba. Mas o que fica bem claro - e confirmado no registro do show repleto de baião, xaxado, frevo, ciranda, coco, toada - é a firmeza com que a cantora e atriz paraibana se mantém ligada às origens nordestinas e seu manancial de riquezas musicais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Elba Ramalho - Sesc Vila Mariana (Rua Pelotas, 141). Telefone (011) 5080-3000. 5ª a sáb., às 21 h; dom., às 18 h. R$ 40.
Folha - Juiz autoriza mãe de Michael Jackson a processar produtora
DA REUTERS, EM LOS ANGELES
Um juiz autorizou na quarta-feira um processo judicial em que a mãe de Michael Jackson acusa a produtora AEG Live de participação nas decisões médicas que levaram à morte do cantor.
A AEG pagava os honorários do médico Conrad Murray, que responde a um processo de homicídio culposo por ter administrado a overdose de analgésicos que levou Michael Jackson à morte, em junho de 2009, aos 50 anos de idade.
A juíza Yvette Palazuelos, da Corte Superior de Los Angeles, rejeitou na quarta-feira o pedido de arquivamento do processo feito pela AEG, subsidiária da empresa Anschutz Entertainment Group.
Mas a juíza disse que os advogados de Katherine Jackson, 80, precisarão apresentar provas de fraude, imposição negligente de perturbação emocional e conspiração civil.
Palazuelos antecipou ter dúvidas sobre a tese da conspiração civil, já que não há no processo detalhes mostrando que a AEG, que promoveria uma série de shows do cantor, se mancomunou com Murray para violar a lei.
Murray foi contratado para cuidar de Jackson durante os preparativos da turnê que marcaria o relançamento da sua carreira. "Se o objetivo era levá-lo a ensaios, não vejo isso como um ato errôneo ou ilegal", afirmou a juíza.
Marvin Putman, advogado da AEG, alegou que a empresa não teria como imaginar que Jackson morreria por causa de decisões tomadas pelo médico. A produtora argumentou também que "não escolheu nem contratou o dr. Murray", e que meramente negociou para "mantê-lo como um fornecedor independente".
A próxima audiência desse processo, que tem os três filhos de Jackson como coautores ao lado da avó, está marcada para 22 de março.
Num processo que corre paralelamente a esse, Murray deve ser julgado a partir de 28 de março, e pode ser condenado a quatro anos de prisão.
Um juiz autorizou na quarta-feira um processo judicial em que a mãe de Michael Jackson acusa a produtora AEG Live de participação nas decisões médicas que levaram à morte do cantor.
A AEG pagava os honorários do médico Conrad Murray, que responde a um processo de homicídio culposo por ter administrado a overdose de analgésicos que levou Michael Jackson à morte, em junho de 2009, aos 50 anos de idade.
A juíza Yvette Palazuelos, da Corte Superior de Los Angeles, rejeitou na quarta-feira o pedido de arquivamento do processo feito pela AEG, subsidiária da empresa Anschutz Entertainment Group.
Mas a juíza disse que os advogados de Katherine Jackson, 80, precisarão apresentar provas de fraude, imposição negligente de perturbação emocional e conspiração civil.
Palazuelos antecipou ter dúvidas sobre a tese da conspiração civil, já que não há no processo detalhes mostrando que a AEG, que promoveria uma série de shows do cantor, se mancomunou com Murray para violar a lei.
Murray foi contratado para cuidar de Jackson durante os preparativos da turnê que marcaria o relançamento da sua carreira. "Se o objetivo era levá-lo a ensaios, não vejo isso como um ato errôneo ou ilegal", afirmou a juíza.
Marvin Putman, advogado da AEG, alegou que a empresa não teria como imaginar que Jackson morreria por causa de decisões tomadas pelo médico. A produtora argumentou também que "não escolheu nem contratou o dr. Murray", e que meramente negociou para "mantê-lo como um fornecedor independente".
A próxima audiência desse processo, que tem os três filhos de Jackson como coautores ao lado da avó, está marcada para 22 de março.
Num processo que corre paralelamente a esse, Murray deve ser julgado a partir de 28 de março, e pode ser condenado a quatro anos de prisão.
Folha - Erramos: White Stripes anuncia que banda acabou
DE SÃO PAULO
Diferentemente do informado em "White Stripes anuncia que banda acabou" (Ilustrada - 02/02/2011 - 16h06) a banda White Stripes lançou seis álbuns e não cinco. O texto foi corrigido.
Diferentemente do informado em "White Stripes anuncia que banda acabou" (Ilustrada - 02/02/2011 - 16h06) a banda White Stripes lançou seis álbuns e não cinco. O texto foi corrigido.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Destaques dos Jornais 02/02/2011
Folha de São Paulo
"U2 vai trazer 228 pessoas para fazer turnê no Brasil".
Estado de São Paulo
"Vampire Weekend mostra a miscelânea sonora que deu certo".
"U2 vai trazer 228 pessoas para fazer turnê no Brasil".
Estado de São Paulo
"Vampire Weekend mostra a miscelânea sonora que deu certo".
Folha - U2 vai trazer 228 pessoas para fazer turnê no Brasil
DE SÃO PAULO
A banda U2 vai viajar com 228 pessoas para a turnê no Brasil, em abril.
Além disso, embarcam 1.762 toneladas de equipamentos. Dentre eles, 400 caixas de som.
O transporte de toda a infraestrutura será feito por 118 carretas.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quarta-feira (2). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
A banda U2 vai viajar com 228 pessoas para a turnê no Brasil, em abril.
Além disso, embarcam 1.762 toneladas de equipamentos. Dentre eles, 400 caixas de som.
O transporte de toda a infraestrutura será feito por 118 carretas.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quarta-feira (2). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Estadão - Vampire Weekend mostra a miscelânea sonora que deu certo
O Estado de S. Paulo
Cultuados pelos fãs do rock independente, os novaiorquinos do Vampire Weekend trouxeram a São Paulo, na noite desta terça-feira, 1, a mistura de sonoridades que os tornou sucesso de crítica e público desde o lançamento do primeiro álbum, em 2006, que leva o nome da banda.
O quarteto formado por Ezra Koenig (voz e guitarra), Rostam Batmanglij (teclado, guitarra e segunda voz), Chris Tomson (bateria) e Chris Baio (baixo) subiu ao palco do Via Funchal com apenas 16 minutos de atraso e, já na primeira música - Holiday, do segundo dos dois discos lançados por eles até agora, Contra (2010) - deu o tom do que seria uma festa perfeita para o público que lotou a casa.
Gritinhos das meninas com vestidinho retrô e aplausos dos rapazes de camisa xadrez (universitários na maioria) antecederam as saudações depois da música de abertura. "Obrigado. É nossa primeira vez em São Paulo. Obrigado por terem vindo", disse Koenig - o vocalista cujo charme, além da voz, vem do balanço da guitarrinha praiana (bem Chiclete com Banana, como disse um crítico) e dos dedos indicador e polegar que seguram a palheta e, ao mesmo tempo, parecem reger a plateia.
A empolgação do público atingiu um primeiro pico em Cape Code Kwassa, do disco de estreia do Vampire Weekend e inspirada em uma viagem de Koenig à África. A música foi uma das mais badaladas do universo indie dois anos atrás. Depois veio uma sequência de hits como Cousins, A-Punk, One (Blake's Got A New Face) e Diplomat's Son. Essa última, ao vivo, ficou melhor que no disco: tem uma alteração constante entre o ritmo porto-riquenho raggaeton e um quase samba raggae arrastado, que desloca o fluxo da canção.
Quando a apresentação do Vampire Weekend esquentou para valer, a plateia batia palmas em tercinas (um, dois, três, um, dois, três), a pedido de Baio, repetindo a figura rítmica central da polirritmia africana em passo acelerado - uma sacada de resultado bem mais interessante do que o óbvio clap-clap de auditório normalmente ouvido em shows, e que tem tudo a ver com as influências da banda. A miscelânea de sons não é novidade para os grupos do gênero. Mas a maneira com que o Vampire Weekend administra essa mistura é surpreendentemente natural.
Antes do show em São Paulo, que durou uma hora e quinze, a banda formanda na conceituada Columbia University tocou em Porto Alegre, no último sábado. A primeira passagem do Vampire Weekend pelo Brasil termina com apresentação no Circo Voador, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 3.
SETLIST
Holiday
White Sky
Cape Code Kwassa
I Stand Corrected
M79
Bryan
California English
Cousins
Run
A-Punk
Blakes
Diplomats Son
Contra
Giving Up The Gun
Campus/Comma
BIS
Horchata
Mansard Roof
Walcott
Cultuados pelos fãs do rock independente, os novaiorquinos do Vampire Weekend trouxeram a São Paulo, na noite desta terça-feira, 1, a mistura de sonoridades que os tornou sucesso de crítica e público desde o lançamento do primeiro álbum, em 2006, que leva o nome da banda.
O quarteto formado por Ezra Koenig (voz e guitarra), Rostam Batmanglij (teclado, guitarra e segunda voz), Chris Tomson (bateria) e Chris Baio (baixo) subiu ao palco do Via Funchal com apenas 16 minutos de atraso e, já na primeira música - Holiday, do segundo dos dois discos lançados por eles até agora, Contra (2010) - deu o tom do que seria uma festa perfeita para o público que lotou a casa.
Gritinhos das meninas com vestidinho retrô e aplausos dos rapazes de camisa xadrez (universitários na maioria) antecederam as saudações depois da música de abertura. "Obrigado. É nossa primeira vez em São Paulo. Obrigado por terem vindo", disse Koenig - o vocalista cujo charme, além da voz, vem do balanço da guitarrinha praiana (bem Chiclete com Banana, como disse um crítico) e dos dedos indicador e polegar que seguram a palheta e, ao mesmo tempo, parecem reger a plateia.
A empolgação do público atingiu um primeiro pico em Cape Code Kwassa, do disco de estreia do Vampire Weekend e inspirada em uma viagem de Koenig à África. A música foi uma das mais badaladas do universo indie dois anos atrás. Depois veio uma sequência de hits como Cousins, A-Punk, One (Blake's Got A New Face) e Diplomat's Son. Essa última, ao vivo, ficou melhor que no disco: tem uma alteração constante entre o ritmo porto-riquenho raggaeton e um quase samba raggae arrastado, que desloca o fluxo da canção.
Quando a apresentação do Vampire Weekend esquentou para valer, a plateia batia palmas em tercinas (um, dois, três, um, dois, três), a pedido de Baio, repetindo a figura rítmica central da polirritmia africana em passo acelerado - uma sacada de resultado bem mais interessante do que o óbvio clap-clap de auditório normalmente ouvido em shows, e que tem tudo a ver com as influências da banda. A miscelânea de sons não é novidade para os grupos do gênero. Mas a maneira com que o Vampire Weekend administra essa mistura é surpreendentemente natural.
Antes do show em São Paulo, que durou uma hora e quinze, a banda formanda na conceituada Columbia University tocou em Porto Alegre, no último sábado. A primeira passagem do Vampire Weekend pelo Brasil termina com apresentação no Circo Voador, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 3.
SETLIST
Holiday
White Sky
Cape Code Kwassa
I Stand Corrected
M79
Bryan
California English
Cousins
Run
A-Punk
Blakes
Diplomats Son
Contra
Giving Up The Gun
Campus/Comma
BIS
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Mansard Roof
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