Estado de São Paulo
"Festival fluminense oferece jazz de graça em Rio das Ostras".
Folha de São Paulo
"Cantora M.I.A. divulga música atacando jornalista que falou "mal" dela".
"Após sofrer hemorragia cerebral e derrame, Bret Michaels volta aos palcos".
"Miley Cyrus esnoba "Glee" e diz que não consegue assistir a musicais".
Jornal da Tarde
"Duo de jazz no Bourbon Street".
"Rabeca e percussão no palco do Sesc".
"Violino para Gil e Sivuca,o violinista francês Nicolas Krassik se apresenta hoje no Sesc Consolação".
"A cantora Negra Li faz show hoje, às 22h, no Tom Jazz".
"Aerosmith faz show impecável em SP".
Jornal do Brasil
"Backstreet Boys rompem com gravadora".
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Estadão - Festival fluminense oferece jazz de graça em Rio das Ostras
AE - Agência Estado
O baixista Ron Carter e o pianista Joey Calderazzo são os destaques da 8ª edição do Rio das Ostras Jazz e Blues.
O festival fluminense Rio das Ostras Jazz e Blues é sem dúvida um dos eventos musicais mais democráticos do país. Afinal de contas, não é todo dia que você pode assistir a shows de alto nível na faixa e ainda com a brisa do mar de bônus.
DivulgaçãoRon Carter é um dos destaques do festivalEm sua oitava edição, o festival localizado no litoral norte do Rio de Janeiro volta a oferecer um bom leque de músicos de jazz e blues (brasileiros e estrangeiros) em seus quatro dias. Como acontece desde 2003, a produção escolhe o feriado prolongado de Corpus Christi para conseguir atrair um número maior de espectadores para um dos seus três palcos espalhados em diferentes pontos da cidade.
Este ano o grande destaque é o trio comandado pelo experiente baixista Ron Carter. Ao seu lado, outras duas feras do jazz, o guitarrista Russell Malone e o pianista Mulgrew Miller. O trio, que lançou o disco The Golden Striker (2003), toca na sexta-feira (4/6). No mesmo dia, o festival traz o quarteto do pianista Joey Calderazzo, que já tocou com os irmãos Marsalis.
Outro show que deve atrair a atenção é o encontro entre o bandolinista Armandinho Macêdo e o guitarrista norte-americano Stanley Jordan, figura onipresente em várias edições do festival.
Para quem gosta de blues, o festival traz o guitarrista brasileiro Andre Christovam, a banda Brazilian Blues Band e o gaitista norte-americano Rod Piazza. Outros destaques são o veterano trombonista Raul de Souza, o baixista fusion Victor Bailey e o guitarrista Michael Landau.
Veja a programação
2/6 - Quarta-feira
CostAzul - 20h00
Orquestra Kuarup
Brazilian Blues Band
André Christóvam
3/6 - Quinta-feira
Lagoa de Iriry - 14h15
André Christovam
Praia da Tartaruga - 17h15
Joey Calderazzo Quartet
CostAzul - 20h00
Plataforma C
Raul de Souza
The Michael Landau Group
Stanley Jordan Trio c/ Armandinho Macêdo
4/6 - Sexta-feira
Lagoa de Iriry - 14h15
Rod Piazza & The Mighty Flyers
Praia da Tartaruga - 17h15
Armandinho Macêdo e Banda c/ Stanley Jordan
CostAzul - 20h00
Ron Carter Trio c/ Russel Malone e Mulgrew Miller
Joey Calderazzo Quartet
Michael "Patches" Stewart
Rio Jazz Big Band & Taryn
5/6 - Sábado
Lagoa de Iriry - 14h15
The Michael Landau Group
Praia da Tartaruga - 17h15
Michael "Patches" Stewart
CostAzul - 20h00
Victor Bailey Band
Rod Piazza & The Mighty Flyer
T.M. Stevens Project c/ Cindy Blackman, Delmar Brown e Blackbyrd Mc Knight
Glen David Andrews Band
6/6 - Domingo
Lagoa de Iriry - 14h15
Victor Bailey Band
Praia da Tartaruga - 17h15
T.M. Stevens Project c/ Cindy Blackman, Delmar Brown e Blackbyrd Mc Knight
Para mais informações, acesse o site
O baixista Ron Carter e o pianista Joey Calderazzo são os destaques da 8ª edição do Rio das Ostras Jazz e Blues.
O festival fluminense Rio das Ostras Jazz e Blues é sem dúvida um dos eventos musicais mais democráticos do país. Afinal de contas, não é todo dia que você pode assistir a shows de alto nível na faixa e ainda com a brisa do mar de bônus.
DivulgaçãoRon Carter é um dos destaques do festivalEm sua oitava edição, o festival localizado no litoral norte do Rio de Janeiro volta a oferecer um bom leque de músicos de jazz e blues (brasileiros e estrangeiros) em seus quatro dias. Como acontece desde 2003, a produção escolhe o feriado prolongado de Corpus Christi para conseguir atrair um número maior de espectadores para um dos seus três palcos espalhados em diferentes pontos da cidade.
Este ano o grande destaque é o trio comandado pelo experiente baixista Ron Carter. Ao seu lado, outras duas feras do jazz, o guitarrista Russell Malone e o pianista Mulgrew Miller. O trio, que lançou o disco The Golden Striker (2003), toca na sexta-feira (4/6). No mesmo dia, o festival traz o quarteto do pianista Joey Calderazzo, que já tocou com os irmãos Marsalis.
Outro show que deve atrair a atenção é o encontro entre o bandolinista Armandinho Macêdo e o guitarrista norte-americano Stanley Jordan, figura onipresente em várias edições do festival.
Para quem gosta de blues, o festival traz o guitarrista brasileiro Andre Christovam, a banda Brazilian Blues Band e o gaitista norte-americano Rod Piazza. Outros destaques são o veterano trombonista Raul de Souza, o baixista fusion Victor Bailey e o guitarrista Michael Landau.
Veja a programação
2/6 - Quarta-feira
CostAzul - 20h00
Orquestra Kuarup
Brazilian Blues Band
André Christóvam
3/6 - Quinta-feira
Lagoa de Iriry - 14h15
André Christovam
Praia da Tartaruga - 17h15
Joey Calderazzo Quartet
CostAzul - 20h00
Plataforma C
Raul de Souza
The Michael Landau Group
Stanley Jordan Trio c/ Armandinho Macêdo
4/6 - Sexta-feira
Lagoa de Iriry - 14h15
Rod Piazza & The Mighty Flyers
Praia da Tartaruga - 17h15
Armandinho Macêdo e Banda c/ Stanley Jordan
CostAzul - 20h00
Ron Carter Trio c/ Russel Malone e Mulgrew Miller
Joey Calderazzo Quartet
Michael "Patches" Stewart
Rio Jazz Big Band & Taryn
5/6 - Sábado
Lagoa de Iriry - 14h15
The Michael Landau Group
Praia da Tartaruga - 17h15
Michael "Patches" Stewart
CostAzul - 20h00
Victor Bailey Band
Rod Piazza & The Mighty Flyer
T.M. Stevens Project c/ Cindy Blackman, Delmar Brown e Blackbyrd Mc Knight
Glen David Andrews Band
6/6 - Domingo
Lagoa de Iriry - 14h15
Victor Bailey Band
Praia da Tartaruga - 17h15
T.M. Stevens Project c/ Cindy Blackman, Delmar Brown e Blackbyrd Mc Knight
Para mais informações, acesse o site
Folha - Cantora M.I.A. divulga música atacando jornalista que falou "mal" dela
DE SÃO PAULO
A cantora M.I.A. parece ter ficado mesmo com raiva da jornalista Lynn Hirschberg, do "New York Times". Além de publicar o telefone da jornalista na última quinta-feira no Twitter, a cantora divulgou uma nova música no site da sua gravadora atacando a repórter.
Após publicar a música no site, a cantora escreveu no Twitter: "Aos meus fãs, aqui está a verdade, e o link para o que realmente importa".
"Você pode falar merda para mim, estou acostumada a ouvir. Você me faz mais forte com as feridas que eu tenho que lamber", diz a letra da música, que pode ser ouvida no site da gravadora Neet.
A reportagem falava sobre a cantora e suas conexões com o Sri Lanka, onde nasceu seus problemas com vistos nos EUA e sua família.
M.I.A. havia prometido publicar sua própria versão da reportagem neste final de semana, mas, aparentemente, a ideia foi substituída pela música
A cantora M.I.A. parece ter ficado mesmo com raiva da jornalista Lynn Hirschberg, do "New York Times". Além de publicar o telefone da jornalista na última quinta-feira no Twitter, a cantora divulgou uma nova música no site da sua gravadora atacando a repórter.
Após publicar a música no site, a cantora escreveu no Twitter: "Aos meus fãs, aqui está a verdade, e o link para o que realmente importa".
"Você pode falar merda para mim, estou acostumada a ouvir. Você me faz mais forte com as feridas que eu tenho que lamber", diz a letra da música, que pode ser ouvida no site da gravadora Neet.
A reportagem falava sobre a cantora e suas conexões com o Sri Lanka, onde nasceu seus problemas com vistos nos EUA e sua família.
M.I.A. havia prometido publicar sua própria versão da reportagem neste final de semana, mas, aparentemente, a ideia foi substituída pela música
Folha - Após sofrer hemorragia cerebral e derrame, Bret Michaels volta aos palcos
DE SÃO PAULO
Cerca de um mês após sofrer uma hemorragia cerebral, o vocalista do Poison, Bret Michaels, 47, voltou aos palcos. Ele se apresentou no Hard Rock Casino, em Biloxi, nos EUA, para 1,4 mil fãs.
Na semana passada, o cantor também venceu o reality show do qual participava, o "Celebrity Apprentice". Alguns dias depois, Michaels participou também da final do "American Idol" e mostrou interesse em ocupar o lugar do durão Simon Cowell.
Michaels foi levado ao hospital às pressas no mês passado. Na ocasião, médicos diagnosticaram uma hemorragia subaracnóidea maciça, ou seja, sangramento na base do tronco cerebral.
Algumas semanas depois, o cantor sentiu um formigamento e retornou ao hospital. Os médicos disseram que ele teve sintomas de derrame
Cerca de um mês após sofrer uma hemorragia cerebral, o vocalista do Poison, Bret Michaels, 47, voltou aos palcos. Ele se apresentou no Hard Rock Casino, em Biloxi, nos EUA, para 1,4 mil fãs.
Na semana passada, o cantor também venceu o reality show do qual participava, o "Celebrity Apprentice". Alguns dias depois, Michaels participou também da final do "American Idol" e mostrou interesse em ocupar o lugar do durão Simon Cowell.
Michaels foi levado ao hospital às pressas no mês passado. Na ocasião, médicos diagnosticaram uma hemorragia subaracnóidea maciça, ou seja, sangramento na base do tronco cerebral.
Algumas semanas depois, o cantor sentiu um formigamento e retornou ao hospital. Os médicos disseram que ele teve sintomas de derrame
Folha - Miley Cyrus esnoba "Glee" e diz que não consegue assistir a musicais
DE SÃO PAULO
A cantora Miley Cyrus, 17, disse em entrevista à revista "Billboard" que, embora uma de suas músicas ("The Climb") tenha entrado na trilha sonora de "Glee", ela não consegue assistir à série.
"Honestamente, musicais? Eu simplesmente não consigo", disse Miley à edição de junho da revista. "E se aquilo fosse a vida real e eu estivesse andando pela rua e de repente começasse a cantar uma música sobre o quanto eu gosto de sapatos?", brincou.
Miley ficou famosa após protagonizar a série musical "Hannah Montana" na televisão, na qual ela interpretava uma garota que dividia sua vida entre a escola e os palcos.
Na mesma entrevista, Miley diz que adora a música de Lady Gaga. "Ao contrário da maioria dos artistas, todas as suas músicas significam algo para ela", disse a cantora.
A cantora Miley Cyrus, 17, disse em entrevista à revista "Billboard" que, embora uma de suas músicas ("The Climb") tenha entrado na trilha sonora de "Glee", ela não consegue assistir à série.
"Honestamente, musicais? Eu simplesmente não consigo", disse Miley à edição de junho da revista. "E se aquilo fosse a vida real e eu estivesse andando pela rua e de repente começasse a cantar uma música sobre o quanto eu gosto de sapatos?", brincou.
Miley ficou famosa após protagonizar a série musical "Hannah Montana" na televisão, na qual ela interpretava uma garota que dividia sua vida entre a escola e os palcos.
Na mesma entrevista, Miley diz que adora a música de Lady Gaga. "Ao contrário da maioria dos artistas, todas as suas músicas significam algo para ela", disse a cantora.
JT - Duo de jazz no Bourbon Street
Jornal da Tarde
O baixista Stevens divide amanhã, às 22h30, o palco com o jazzista Michael Landau, no Bourbon Street. Stevens já tocou com James Brown, Joe Cocker e Tina Turner. Rua dos Chanés, 127. Moema. R$75. Tel.: 5095-6100.
O baixista Stevens divide amanhã, às 22h30, o palco com o jazzista Michael Landau, no Bourbon Street. Stevens já tocou com James Brown, Joe Cocker e Tina Turner. Rua dos Chanés, 127. Moema. R$75. Tel.: 5095-6100.
JT - Rabeca e percussão no palco do Sesc
Jornal da Tarde
O dueto formado pelo suíço Thomas Rohrer (rabeca e saxofone) e pelo brasileiro Antônio Panda Gianfratti (percussão) se apresenta amanhã, às 19h30, no Sesc Consolação. Rua. Dr. Vila Nova, 245. Grátis.
O dueto formado pelo suíço Thomas Rohrer (rabeca e saxofone) e pelo brasileiro Antônio Panda Gianfratti (percussão) se apresenta amanhã, às 19h30, no Sesc Consolação. Rua. Dr. Vila Nova, 245. Grátis.
JT - Violino para Gil e Sivuca
Jornal da Tarde
O violinista francês Nicolas Krassik se apresenta hoje, às 19h, tocando músicas de Dominguinhos, Sivuca e Gilberto Gil. Ele será acompanhado dos Cordestinos. No repertório ‘Assum Preto’ e ‘Caminho do Sol’. No Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245. Tel.: 3234-3061. Grátis.
O violinista francês Nicolas Krassik se apresenta hoje, às 19h, tocando músicas de Dominguinhos, Sivuca e Gilberto Gil. Ele será acompanhado dos Cordestinos. No repertório ‘Assum Preto’ e ‘Caminho do Sol’. No Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245. Tel.: 3234-3061. Grátis.
JT - Negra Li
Jornal da Tarde
A cantora Negra Li faz show hoje, às 22h, no Tom Jazz. Atualmente, ela está em processo de produção do seu terceiro CD. Enquanto isso, segue fazendo shows. No de hoje, ela cantará as canções ‘Killing me Softly’, sucesso na voz de Roberta Flack, e ‘Se Você Pensa’, de Roberto Carlos. Av. Angélica, 2331. Higienópolis. 3255-0084. R$30.
A cantora Negra Li faz show hoje, às 22h, no Tom Jazz. Atualmente, ela está em processo de produção do seu terceiro CD. Enquanto isso, segue fazendo shows. No de hoje, ela cantará as canções ‘Killing me Softly’, sucesso na voz de Roberta Flack, e ‘Se Você Pensa’, de Roberto Carlos. Av. Angélica, 2331. Higienópolis. 3255-0084. R$30.
JT - Aerosmith faz show impecável em SP
Jornal da Tarde
Banda veterana ofereceu espetáculo de qualidade: agudos contagiantes e solos precisos de guitarra.
Aos 62 anos, Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, esbanjou saúde ao fazer neste sábado, no estádio Palestra Itália, mais um show da turnê Cocked, Locked, Ready to Rock. E, em duas horas de show, Tyler, Russ Irwin, Joey Kramer, Tom Hamilton, Brad Withford e Joe Perry mostraram porque ainda continuam na estrada, mesmo depois de 40 anos de banda. O som estava bom, a qualidade da imagem no telão era excelente, a voz de Steven não falhou, os solos de guitarra de Perry foram precisos, enfim, um verdadeiro espetáculo para as quase 35 mil pessoas que foram assisti-los.
A apresentação começou dentro do horário planejado, depois da banda gaúcha Cachorro Grande ter feito o show de abertura. Às 21h37, as luzes do estádio se apagaram e pode-se ouvir Tyler gritando “Oi” para o público em português. Em seguida, enquanto a cortina caía, eles tocaram o primeiro hit da noite: Eat the Rich.
Tyler, de chapéu, óculos escuros e imensos brincos, correu de uma ponta a outra do palco, fez caras e bocas, brincou com o microfone e, ao final da quarta música, estava usando apenas uma camiseta preta com lantejoulas douradas que formavam o logo da banda. Em frente ao palco, um ventilador estrategicamente instalado, dava o efeito “propaganda de xampu” ao deixar esvoaçante a cabeleira do vocalista.
Joe Perry, um dos fundadores da banda, também teve seu momento solo. Nele, o guitarrista desafiou a plateia e ir ao palco tocar contra ele. Perry se referia ao jogo Guitar Hero. “Me perguntam como alguém pode ganhar de mim no jogo. Vou provar para vocês que não podem.” Sua apresentação foi intercalada com cenas do personagem de Perry no game, com som ao vivo da guitarra.
No bateria, Joey Kramer também teve seu momento solo. Dispensando as baquetas, ele tocou com os braços enquanto Tyler fazia gracinhas atrás dele. O vocalista, mesmo com toda a sua pose afeminada, a cada agudo arrancava suspiros e lágrimas das mulheres. Uma mais afoita jogou no palco uma calcinha vermelha.
Por mais que a segurança estivesse reforçada, pessoas da pista comum (R$ 250 o ingresso) se infiltraram na pista premium (R$ 500). Por R$ 300, um vendedor ambulante emprestou o colete vermelho, que dá acesso irrestrito, e possibilitou a travessia.
Banda veterana ofereceu espetáculo de qualidade: agudos contagiantes e solos precisos de guitarra.
Aos 62 anos, Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, esbanjou saúde ao fazer neste sábado, no estádio Palestra Itália, mais um show da turnê Cocked, Locked, Ready to Rock. E, em duas horas de show, Tyler, Russ Irwin, Joey Kramer, Tom Hamilton, Brad Withford e Joe Perry mostraram porque ainda continuam na estrada, mesmo depois de 40 anos de banda. O som estava bom, a qualidade da imagem no telão era excelente, a voz de Steven não falhou, os solos de guitarra de Perry foram precisos, enfim, um verdadeiro espetáculo para as quase 35 mil pessoas que foram assisti-los.
A apresentação começou dentro do horário planejado, depois da banda gaúcha Cachorro Grande ter feito o show de abertura. Às 21h37, as luzes do estádio se apagaram e pode-se ouvir Tyler gritando “Oi” para o público em português. Em seguida, enquanto a cortina caía, eles tocaram o primeiro hit da noite: Eat the Rich.
Tyler, de chapéu, óculos escuros e imensos brincos, correu de uma ponta a outra do palco, fez caras e bocas, brincou com o microfone e, ao final da quarta música, estava usando apenas uma camiseta preta com lantejoulas douradas que formavam o logo da banda. Em frente ao palco, um ventilador estrategicamente instalado, dava o efeito “propaganda de xampu” ao deixar esvoaçante a cabeleira do vocalista.
Joe Perry, um dos fundadores da banda, também teve seu momento solo. Nele, o guitarrista desafiou a plateia e ir ao palco tocar contra ele. Perry se referia ao jogo Guitar Hero. “Me perguntam como alguém pode ganhar de mim no jogo. Vou provar para vocês que não podem.” Sua apresentação foi intercalada com cenas do personagem de Perry no game, com som ao vivo da guitarra.
No bateria, Joey Kramer também teve seu momento solo. Dispensando as baquetas, ele tocou com os braços enquanto Tyler fazia gracinhas atrás dele. O vocalista, mesmo com toda a sua pose afeminada, a cada agudo arrancava suspiros e lágrimas das mulheres. Uma mais afoita jogou no palco uma calcinha vermelha.
Por mais que a segurança estivesse reforçada, pessoas da pista comum (R$ 250 o ingresso) se infiltraram na pista premium (R$ 500). Por R$ 300, um vendedor ambulante emprestou o colete vermelho, que dá acesso irrestrito, e possibilitou a travessia.
JB - Backstreet Boys rompem com gravadora
Portal Terra
NOVA YORK - Os integrantes do Backstreet Boys romperam sua parceria com a Jive Records, parte da Sony, após encerrarem o contrato de forma amigável, informa o site oficial do grupo. De acordo com um comunicado divulgado pela boy band, o rompimento é "melhor coisa que já aconteceu para eles".
No texto divulgado, assinado por Brian Littrell, os Backstreet Boys alegam que estão confiantes com o futuro e esperam lançar novas músicas em 2011. A parceria entre boy band e Jive durou 14 anos. Seu disco de estreia foi lançado pelo selo em 1996. Ao todo, foram sete álbuns de estúdio, contando que Milleninum, sozinho, vendeu 14 milhões de cópias somente nos Estados Unidos.
NOVA YORK - Os integrantes do Backstreet Boys romperam sua parceria com a Jive Records, parte da Sony, após encerrarem o contrato de forma amigável, informa o site oficial do grupo. De acordo com um comunicado divulgado pela boy band, o rompimento é "melhor coisa que já aconteceu para eles".
No texto divulgado, assinado por Brian Littrell, os Backstreet Boys alegam que estão confiantes com o futuro e esperam lançar novas músicas em 2011. A parceria entre boy band e Jive durou 14 anos. Seu disco de estreia foi lançado pelo selo em 1996. Ao todo, foram sete álbuns de estúdio, contando que Milleninum, sozinho, vendeu 14 milhões de cópias somente nos Estados Unidos.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 28/05/2010
Estado de São Paulo
"Aerosmith invade o Palestra Itália com legítimo rock’n’roll".
Folha de São Paulo
"Baixista do Slipknot foi encontrado morto perto de agulha e comprimidos".
Catraca Livre destaca eventos gratuitos nesta sexta-feira em SP
"Atração do projeto "Sexta Sonora", o músico DJ Tudo lança seu novo disco, no Centro Cultural da Juventude".
"A cantora Anelis Assumpção faz show na Escola de Artes César Antônio Salvi, em Osasco (Grande SP)".
Jornal da Tarde
"Bebel canta canção do pai, Sesc Pompeia".
"Show com música, circo e convidados hoje, às 21h. Memorial da América Latina".
"Paulistana eclética canta de rap a MPB,hoje, 22h. Av. Angélica".
"Paul McCartney se apresenta hoje no estádio For Solo, na Cidade do México (MEX)".
"Só o amor salva, a cantora Katy Perry conseguiu curar o noivo, o ator britânico Russel Brand".
"Só dá forró. Em Aracaju, ritmo tem até festa exclusiva".
"Winehouse pai vai lançar CD".
Jornal do Brasil
"Demi Lovato leva os adolescentes à loucura no Rio de Janeiro".
"Aerosmith invade o Palestra Itália com legítimo rock’n’roll".
Folha de São Paulo
"Baixista do Slipknot foi encontrado morto perto de agulha e comprimidos".
Catraca Livre destaca eventos gratuitos nesta sexta-feira em SP
"Atração do projeto "Sexta Sonora", o músico DJ Tudo lança seu novo disco, no Centro Cultural da Juventude".
"A cantora Anelis Assumpção faz show na Escola de Artes César Antônio Salvi, em Osasco (Grande SP)".
Jornal da Tarde
"Bebel canta canção do pai, Sesc Pompeia".
"Show com música, circo e convidados hoje, às 21h. Memorial da América Latina".
"Paulistana eclética canta de rap a MPB,hoje, 22h. Av. Angélica".
"Paul McCartney se apresenta hoje no estádio For Solo, na Cidade do México (MEX)".
"Só o amor salva, a cantora Katy Perry conseguiu curar o noivo, o ator britânico Russel Brand".
"Só dá forró. Em Aracaju, ritmo tem até festa exclusiva".
"Winehouse pai vai lançar CD".
Jornal do Brasil
"Demi Lovato leva os adolescentes à loucura no Rio de Janeiro".
Estadão - Aerosmith invade o Palestra Itália com legítimo rock’n’roll
O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A turnê ‘Cocked, Locked, Ready to Rock Tour’, do Aerosmith, não foi anunciada como uma série de apresentações de despedida, mas esta pode ser, quem sabe, a última oportunidade de assistir a um show da banda. Pelo menos, com a formação original.
O segundo semestre de 2009 não foi nada fácil para o quinteto. Desde que Steven Tyler caiu do palco em um show em agosto, nos EUA, só surgiram notícias negativas: parte da turnê foi cancelada, o guitarrista Joe Perry anunciou que o grupo estava atrás de outro vocalista e Tyler se internou (de novo) em uma clínica de reabilitação.
Apesar dos rumores de separação, não é surpresa que a banda permaneça unida. Afinal, mesmo sem lançar um disco de estúdio há seis anos, eles venderam mais de 500 mil cópias no ano passado. De quebra, ganharam um título próprio na linha de games ‘Guitar Hero’, com hits como ‘Sweet Emotion’, ‘Pink’ e ‘Walk This Way’, fazendo com que uma nova geração conhecesse sua carreira de mais de 40 anos.
Se, nos bastidores, as relações entre os integrantes são intermediadas por empresários e advogados - que cuidam da ‘grife’ Aerosmith -, todas as intrigas são deixadas de lado quando a banda se posiciona no palco. Ali, a prioridade continua sendo o rock’n’roll, e esse entrosamento pode ser conferido por novos e antigos fãs na turnê que passa neste sábado, 29, por São Paulo.
Aerosmith - Parque Antártica (38.213 lug.). R. Turiaçu, 1.840, Pompeia, 4003-0848. Quando: Sáb. (29), 21h30. Quanto: R$ 150/R$ 500.
SÃO PAULO - A turnê ‘Cocked, Locked, Ready to Rock Tour’, do Aerosmith, não foi anunciada como uma série de apresentações de despedida, mas esta pode ser, quem sabe, a última oportunidade de assistir a um show da banda. Pelo menos, com a formação original.
O segundo semestre de 2009 não foi nada fácil para o quinteto. Desde que Steven Tyler caiu do palco em um show em agosto, nos EUA, só surgiram notícias negativas: parte da turnê foi cancelada, o guitarrista Joe Perry anunciou que o grupo estava atrás de outro vocalista e Tyler se internou (de novo) em uma clínica de reabilitação.
Apesar dos rumores de separação, não é surpresa que a banda permaneça unida. Afinal, mesmo sem lançar um disco de estúdio há seis anos, eles venderam mais de 500 mil cópias no ano passado. De quebra, ganharam um título próprio na linha de games ‘Guitar Hero’, com hits como ‘Sweet Emotion’, ‘Pink’ e ‘Walk This Way’, fazendo com que uma nova geração conhecesse sua carreira de mais de 40 anos.
Se, nos bastidores, as relações entre os integrantes são intermediadas por empresários e advogados - que cuidam da ‘grife’ Aerosmith -, todas as intrigas são deixadas de lado quando a banda se posiciona no palco. Ali, a prioridade continua sendo o rock’n’roll, e esse entrosamento pode ser conferido por novos e antigos fãs na turnê que passa neste sábado, 29, por São Paulo.
Aerosmith - Parque Antártica (38.213 lug.). R. Turiaçu, 1.840, Pompeia, 4003-0848. Quando: Sáb. (29), 21h30. Quanto: R$ 150/R$ 500.
Folha - Catraca Livre destaca eventos gratuitos nesta sexta-feira em SP
DE SÃO PAULO
Atração do projeto "Sexta Sonora", o músico DJ Tudo lança seu novo disco "Nos Quintais do Mundo - My Community is Humanity", no Centro Cultural da Juventude, em São Paulo. O trabalho reúne ritmos tradicionais brasileiros com reggae, dub, jungle e funk.
"DJ Tudo"
Onde: Centro Cultural da Juventude - av. Deputado Emílio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha, região norte, São Paulo, tel.:0/xx/11/3984-2466
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis
A cantora Anelis Assumpção faz show na Escola de Artes César Antônio Salvi, em Osasco (Grande SP). No repertório, a artista apresenta composições próprias, mesclando samba, reggae, hip hop, entre outros ritmos dançantes.
"Anelis Assumpção"
Onde: Escola de Artes César Antônio Salvi - r. Tenente Avelar Pires de Azevedo, 360, Osasco, São Paulo, tel.:0/xx/11/3699-1490
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis
Atração do projeto "Sexta Sonora", o músico DJ Tudo lança seu novo disco "Nos Quintais do Mundo - My Community is Humanity", no Centro Cultural da Juventude, em São Paulo. O trabalho reúne ritmos tradicionais brasileiros com reggae, dub, jungle e funk.
"DJ Tudo"
Onde: Centro Cultural da Juventude - av. Deputado Emílio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha, região norte, São Paulo, tel.:0/xx/11/3984-2466
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis
A cantora Anelis Assumpção faz show na Escola de Artes César Antônio Salvi, em Osasco (Grande SP). No repertório, a artista apresenta composições próprias, mesclando samba, reggae, hip hop, entre outros ritmos dançantes.
"Anelis Assumpção"
Onde: Escola de Artes César Antônio Salvi - r. Tenente Avelar Pires de Azevedo, 360, Osasco, São Paulo, tel.:0/xx/11/3699-1490
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis
Folha - Baixista do Slipknot foi encontrado morto perto de agulha e comprimidos
DE SÃO PAULO
O corpo do baixista do Slipknot, Paul Gray, foi encontrado na última segunda-feira próximo a uma agulha e um frasco de comprimidos, segundo um funcionário do hotel em que ele estava hospedado.
Na gravação da ligação que o funcionário fez para o serviço de emergência, obtido pelo site TMZ, ele diz que suspeita que Gray havia morrido de "overdose de drogas" e que havia um frasco de comprimidos e uma agulha próxima a cama.
A autópsia feita no corpo do baixista foi dada como inconclusiva, assim, a causa da morte só poderá ser concluída quando os resultados dos exames toxicológicos ficarem prontos, dentro de no máximo seis semanas.
O corpo do baixista do Slipknot, Paul Gray, foi encontrado na última segunda-feira próximo a uma agulha e um frasco de comprimidos, segundo um funcionário do hotel em que ele estava hospedado.
Na gravação da ligação que o funcionário fez para o serviço de emergência, obtido pelo site TMZ, ele diz que suspeita que Gray havia morrido de "overdose de drogas" e que havia um frasco de comprimidos e uma agulha próxima a cama.
A autópsia feita no corpo do baixista foi dada como inconclusiva, assim, a causa da morte só poderá ser concluída quando os resultados dos exames toxicológicos ficarem prontos, dentro de no máximo seis semanas.
JT - Bebel canta canção do pai
Jornal da Tarde
Filha de João Gilberto e Miúcha e sobrinha de Chico Buarque, Bebel Gilberto faz show de lançamento do CD ‘All In One’, hoje e amanhã, às 21h, e domingo, às 18h. No repertório do seu quarto disco, há ‘Bim Bom’, composição do seu pai. Sesc Pompeia. R. Clélia, 93. Tel 3871-7700. R$ 40.
Filha de João Gilberto e Miúcha e sobrinha de Chico Buarque, Bebel Gilberto faz show de lançamento do CD ‘All In One’, hoje e amanhã, às 21h, e domingo, às 18h. No repertório do seu quarto disco, há ‘Bim Bom’, composição do seu pai. Sesc Pompeia. R. Clélia, 93. Tel 3871-7700. R$ 40.
JT - Show com música, circo e convidados
Jornal da Tarde
Nô Stopa canta em show que mistura música e intervenções circenses. Seu pai, Zé Geraldo, é um dos convidados. Hoje, às 21h. Memorial da América Latina. Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664. 3867-2398. R$ 10 e R$ 20.
Nô Stopa canta em show que mistura música e intervenções circenses. Seu pai, Zé Geraldo, é um dos convidados. Hoje, às 21h. Memorial da América Latina. Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664. 3867-2398. R$ 10 e R$ 20.
JT - Paulistana eclética canta de rap a MPB
Jornal da Tarde
Em show do seu segundo CD, ‘Infindável’, Elizabeth Woolley mostra ecletismo tocando de rap a MPB, com ajuda dos convidados: Walmir Gil, Anette Camargo e Dom Lamba. Hoje, 22h. Av. Angélica, 2331. 3255-0084. R$ 30.
Em show do seu segundo CD, ‘Infindável’, Elizabeth Woolley mostra ecletismo tocando de rap a MPB, com ajuda dos convidados: Walmir Gil, Anette Camargo e Dom Lamba. Hoje, 22h. Av. Angélica, 2331. 3255-0084. R$ 30.
JT - Paul McCartney
Jornal da Tarde
Paul McCartney se apresenta hoje no estádio For Solo, na Cidade do México (MEX). Os ingressos estão esgotados desde abril. Mas os fãs de todo o mundo do eterno Beatle poderão conferir sua performance. Basta ter uma boa conexão de internet, acessar o site da Coca Cola TV (www.coca-cola.tv) e conferir o show, que começa às 19 horas.
Paul McCartney se apresenta hoje no estádio For Solo, na Cidade do México (MEX). Os ingressos estão esgotados desde abril. Mas os fãs de todo o mundo do eterno Beatle poderão conferir sua performance. Basta ter uma boa conexão de internet, acessar o site da Coca Cola TV (www.coca-cola.tv) e conferir o show, que começa às 19 horas.
JT - Só o amor salva
Jornal da Tarde
A cantora Katy Perry conseguiu curar o noivo, o ator britânico Russel Brand ,do vício em sexo. Pelo menos, foi o que ele disse à revista ‘Rolling Stone’. “Encontrá-la me transformou. Com ela, não sinto como se estivesse preenchendo algum fetiche. Quero estar em união com ela e negar meus impulsos biológicos”.
Eles devem se casar no final deste ano.
A cantora Katy Perry conseguiu curar o noivo, o ator britânico Russel Brand ,do vício em sexo. Pelo menos, foi o que ele disse à revista ‘Rolling Stone’. “Encontrá-la me transformou. Com ela, não sinto como se estivesse preenchendo algum fetiche. Quero estar em união com ela e negar meus impulsos biológicos”.
Eles devem se casar no final deste ano.
JT - Winehouse pai vai lançar CD
Jornal da Tarde
O pai da cantora Amy Winehouse, Mitch Winehouse, vai lançar um CD. Intitulado ‘Rush of Love’, o trabalho de Winehouse pai deve chegar às lojas da Inglaterra nas primeiras semanas de junho. “Se tenho vantagem por ser pai de Amy? Acredito que, de certo modo, sim. Veremos se o disco vai vender. Mas acho que se não fosse pai de Amy não estaria lançando um álbum”, disse Mitch. Já Amy está compondo e sem previsão para lançar CD novo.
O pai da cantora Amy Winehouse, Mitch Winehouse, vai lançar um CD. Intitulado ‘Rush of Love’, o trabalho de Winehouse pai deve chegar às lojas da Inglaterra nas primeiras semanas de junho. “Se tenho vantagem por ser pai de Amy? Acredito que, de certo modo, sim. Veremos se o disco vai vender. Mas acho que se não fosse pai de Amy não estaria lançando um álbum”, disse Mitch. Já Amy está compondo e sem previsão para lançar CD novo.
JT - Só dá forró. Em Aracaju, ritmo tem até festa exclusiva
Jornal da Tarde
Seja na base do dois para lá dois para cá, com o trio de zabumba, sanfona e triângulo ou com grandes bandas, o forró é o dono da festa em quase todas as cidades nordestinas durante o período junino. Em Aracaju (foto), o ritmo é ainda mais forte e tem até uma festa anual, que reúne cerca de 100 mil pessoas por noite. É o Forró Caju, que neste ano contará com 124 atrações, de 18 a 20 de junho.
Esta edição terá a presença de Gilberto Gil pela primeira vez. Além dele, estão confirmados Alceu Valença, Zé Ramalho, Dominguinhos, Flávio José, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo. Também vão se apresentar Aviões do Forró, Calcinha Preta, Calypso, Cavaleiros do Forró, Fogo na Saia e Mastruz com Leite e Falamansa. Os shows serão realizados na Praça de Eventos Hilton Lopes, no centro.
Quem ainda não sabe dançar forró pode aprender com professores, à disposição para ensinar os passos da dança.
Em Maceió, a festa também rola em ritmo de forró, de 23 a 30 de junho, no bairro de Jaraguá. A programação ainda não foi fechada, mas deve incluir cerca de 20 trios e 30 bandas. / A.O.
Seja na base do dois para lá dois para cá, com o trio de zabumba, sanfona e triângulo ou com grandes bandas, o forró é o dono da festa em quase todas as cidades nordestinas durante o período junino. Em Aracaju (foto), o ritmo é ainda mais forte e tem até uma festa anual, que reúne cerca de 100 mil pessoas por noite. É o Forró Caju, que neste ano contará com 124 atrações, de 18 a 20 de junho.
Esta edição terá a presença de Gilberto Gil pela primeira vez. Além dele, estão confirmados Alceu Valença, Zé Ramalho, Dominguinhos, Flávio José, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo. Também vão se apresentar Aviões do Forró, Calcinha Preta, Calypso, Cavaleiros do Forró, Fogo na Saia e Mastruz com Leite e Falamansa. Os shows serão realizados na Praça de Eventos Hilton Lopes, no centro.
Quem ainda não sabe dançar forró pode aprender com professores, à disposição para ensinar os passos da dança.
Em Maceió, a festa também rola em ritmo de forró, de 23 a 30 de junho, no bairro de Jaraguá. A programação ainda não foi fechada, mas deve incluir cerca de 20 trios e 30 bandas. / A.O.
JB - Demi Lovato leva os adolescentes à loucura no Rio
Portal Terra
RIO - Gritos, pulos e choro. Foi assim o clima durante todo o show de Demi Lovato no Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira. Um ano após se apresentar na cidade na companhia dos Jonas Brothers, a jovem americana voltou ao Rio para desta vez cantar sozinha as músicas da turnê Here We Go Again, na Arena HSBC.
Com a casa de show lotada por milhares de fãs, Demi conseguiu fazer uma apresentação animada, contagiando a todos. À vontade, a cantora conversou, sempre em inglês, com a plateia em diversos momentos, principalmente no intervalo das músicas. Até mesmo os responsáveis pelos menores de 14 anos se deixaram levar pelo estilo jovem e pop de Demi.
O início da apresentação foi apoteótico. Nem mesmo o atraso de 30 minutos tirou a paciência dos adolescentes que aguardavam ansiosamente pela estrela. Quando Demi apareceu pela primeira vez para cantar La La Land um barulho ensurdecedor tomou conta da Arena. Era o resultado da histeria e emoção dos fãs. A partir daquele momento a cena voltaria a se repetir diversas vezes ao longo do show.
As crianças e os adolescentes com menos altura contaram com o apoio das costas dos pais e das mães para ver Demi Lovato e sua banda mais de perto. Alguns casais revezaram a tarefa durante as músicas, tornando a função um pouco menos cansativa.
"O show foi nota 10. Vim para acompanhar a minha filha e não me arrependi. Eu também gosto das músicas da Demi e do estilo dela", disse Valéria Alves, 44 anos, secretária executiva, na companhia da filha adolescente Lorena Almeida. "Sou muito fã da Demi e não perderia esse show por nada. Estava na expectativa há algumas semanas. Ainda tive a sorte de pegar uma das rosas que ela jogou".
Na plateia havia muita gente com mensagens escritas em cartolina, especialmente dedicadas à Demi. Blusas e faixas foram vendidas do lado de fora, tanto na entrada como na saída do show. Bastões que ficavam iluminados no escuro deram um toque especial nas arquibancadas.
Com disposição para acender a chama dos seus fãs logo na abertura, Demi emendou alguns sucessos como So Far So Great, Gonna Get Caught, U Got Nothing On Me e Party. Todas elas cantadas com o acompanhamento luxuoso dos fãs, do início ao fim. "Esta é a segunda vez que venho ao Rio. A primeira foi com os Jonas Brothers. E sempre sou bem recebida por todos. Adoro estar no Brasil. Vocês estão se divertindo esta noite?", brincou Demi, que momentos depois presentearia os admiradores jogando rosas.
Outra famosa música do repertório da cantora, Catch Me, teve a presença de um fã, que foi convidado por Demi para subir ao palco, causando um misto de inveja por parte dos que foram abdicados e histeria nos amigos do felizardo. O sortudo ainda teve a chance de tirar algumas fotos com a cantora, além de improvisar um dueto e dançar durante a canção seguinte, This Is Me.
Em algumas músicas, Demi fazia um revezamento entre o piano e a guitarra. Isso ficou bem evidente na fase romântica do show, quando tocou 2 Worlds e Natural Women. Mesmo nesse momento mais "relax" o público não desanimou e acompanhou a cantora com os braços levantados. Antes de voltar a agitar a galera, ela fez questão de apresentar todos os músicos da banda que a acompanha na turnê.
Demi estava tão feliz com a recepção calorosa preparada por seus fãs cariocas que deitou no chão da passarela próxima do palco ao cantar Remember December. Depois de pouco mais de uma hora de show, ela vestiu uma camisa com dedicatória de amor à cidade (I love Rio) e encerrou com as bem conhecidas Don't Forget e Get Back. Com cortinas fechadas e luzes apagadas não faltaram lágrimas e aquelas típicas conversas de final de show: "Nossa, foi inesquecível!" ou "Espero que ela volte logo a fazer mais um show aqui no Rio".
Alguns tentaram um contato a mais com a cantora, fazendo plantão na porta do camarim e dando trabalho aos seguranças. Houve quem garantisse que Demi pediu à produção frutas, suco de laranja, batata frita, chocolates, refrigerante e bebida energética.
Demi Lovato segue com a turnê pela América do Sul. Nesta sexta-feira (28) ela se apresenta em São Paulo, em seu último show no Brasil.
RIO - Gritos, pulos e choro. Foi assim o clima durante todo o show de Demi Lovato no Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira. Um ano após se apresentar na cidade na companhia dos Jonas Brothers, a jovem americana voltou ao Rio para desta vez cantar sozinha as músicas da turnê Here We Go Again, na Arena HSBC.
Com a casa de show lotada por milhares de fãs, Demi conseguiu fazer uma apresentação animada, contagiando a todos. À vontade, a cantora conversou, sempre em inglês, com a plateia em diversos momentos, principalmente no intervalo das músicas. Até mesmo os responsáveis pelos menores de 14 anos se deixaram levar pelo estilo jovem e pop de Demi.
O início da apresentação foi apoteótico. Nem mesmo o atraso de 30 minutos tirou a paciência dos adolescentes que aguardavam ansiosamente pela estrela. Quando Demi apareceu pela primeira vez para cantar La La Land um barulho ensurdecedor tomou conta da Arena. Era o resultado da histeria e emoção dos fãs. A partir daquele momento a cena voltaria a se repetir diversas vezes ao longo do show.
As crianças e os adolescentes com menos altura contaram com o apoio das costas dos pais e das mães para ver Demi Lovato e sua banda mais de perto. Alguns casais revezaram a tarefa durante as músicas, tornando a função um pouco menos cansativa.
"O show foi nota 10. Vim para acompanhar a minha filha e não me arrependi. Eu também gosto das músicas da Demi e do estilo dela", disse Valéria Alves, 44 anos, secretária executiva, na companhia da filha adolescente Lorena Almeida. "Sou muito fã da Demi e não perderia esse show por nada. Estava na expectativa há algumas semanas. Ainda tive a sorte de pegar uma das rosas que ela jogou".
Na plateia havia muita gente com mensagens escritas em cartolina, especialmente dedicadas à Demi. Blusas e faixas foram vendidas do lado de fora, tanto na entrada como na saída do show. Bastões que ficavam iluminados no escuro deram um toque especial nas arquibancadas.
Com disposição para acender a chama dos seus fãs logo na abertura, Demi emendou alguns sucessos como So Far So Great, Gonna Get Caught, U Got Nothing On Me e Party. Todas elas cantadas com o acompanhamento luxuoso dos fãs, do início ao fim. "Esta é a segunda vez que venho ao Rio. A primeira foi com os Jonas Brothers. E sempre sou bem recebida por todos. Adoro estar no Brasil. Vocês estão se divertindo esta noite?", brincou Demi, que momentos depois presentearia os admiradores jogando rosas.
Outra famosa música do repertório da cantora, Catch Me, teve a presença de um fã, que foi convidado por Demi para subir ao palco, causando um misto de inveja por parte dos que foram abdicados e histeria nos amigos do felizardo. O sortudo ainda teve a chance de tirar algumas fotos com a cantora, além de improvisar um dueto e dançar durante a canção seguinte, This Is Me.
Em algumas músicas, Demi fazia um revezamento entre o piano e a guitarra. Isso ficou bem evidente na fase romântica do show, quando tocou 2 Worlds e Natural Women. Mesmo nesse momento mais "relax" o público não desanimou e acompanhou a cantora com os braços levantados. Antes de voltar a agitar a galera, ela fez questão de apresentar todos os músicos da banda que a acompanha na turnê.
Demi estava tão feliz com a recepção calorosa preparada por seus fãs cariocas que deitou no chão da passarela próxima do palco ao cantar Remember December. Depois de pouco mais de uma hora de show, ela vestiu uma camisa com dedicatória de amor à cidade (I love Rio) e encerrou com as bem conhecidas Don't Forget e Get Back. Com cortinas fechadas e luzes apagadas não faltaram lágrimas e aquelas típicas conversas de final de show: "Nossa, foi inesquecível!" ou "Espero que ela volte logo a fazer mais um show aqui no Rio".
Alguns tentaram um contato a mais com a cantora, fazendo plantão na porta do camarim e dando trabalho aos seguranças. Houve quem garantisse que Demi pediu à produção frutas, suco de laranja, batata frita, chocolates, refrigerante e bebida energética.
Demi Lovato segue com a turnê pela América do Sul. Nesta sexta-feira (28) ela se apresenta em São Paulo, em seu último show no Brasil.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 27/05/2010
Jornal da Tarde
"A banda gaúcha Apanhador Só faz show hoje, às21h, no Sesc Santana".
"Leonardo Miggiorin fará show com a Banda Vista,no Bleecker Street".
"Madeleine abre temporada de divas, Teatro Bradesco (Shopping Bourbon)".
"A banda Gorillaz vai substituir o U2 no Festival de Glastonbury".
Jornal do Brasil
"Bon Jovi toca em estádio nos EUA".
"A banda gaúcha Apanhador Só faz show hoje, às21h, no Sesc Santana".
"Leonardo Miggiorin fará show com a Banda Vista,no Bleecker Street".
"Madeleine abre temporada de divas, Teatro Bradesco (Shopping Bourbon)".
"A banda Gorillaz vai substituir o U2 no Festival de Glastonbury".
Jornal do Brasil
"Bon Jovi toca em estádio nos EUA".
JT - Apanhador Só em São Paulo
Jornal da Tarde
A banda gaúcha Apanhador Só faz show hoje, às21h, no Sesc Santana. O grupo vai tocar o tradicional rock gaúcho com temperos de MPB.
No repertório, há músicas como ‘Um Rei e o Zé’,’ Maria Augusta’ e ‘Balão-de-vira-mundo’. Avenida Luiz Dumont Villares, 579. 2971-8700. R$ 8.
A banda gaúcha Apanhador Só faz show hoje, às21h, no Sesc Santana. O grupo vai tocar o tradicional rock gaúcho com temperos de MPB.
No repertório, há músicas como ‘Um Rei e o Zé’,’ Maria Augusta’ e ‘Balão-de-vira-mundo’. Avenida Luiz Dumont Villares, 579. 2971-8700. R$ 8.
JT - Leonardo Miggiorin fará show com a Banda Vista
Jornal da Tarde
O ator global Leonardo Miggiorin, que interpretava o Flavinho na novela ‘Viver a Vida’, fará show hoje, às 23h30, com a Banda Vista. O som do grupo é um pop rock dançante, mesclando canções autorais com covers de clássicos do rock. No Bleecker Street. Rua Inácio Pereira da Rocha, 367. Pinheiros. 3032-3697. R$ 20.
O ator global Leonardo Miggiorin, que interpretava o Flavinho na novela ‘Viver a Vida’, fará show hoje, às 23h30, com a Banda Vista. O som do grupo é um pop rock dançante, mesclando canções autorais com covers de clássicos do rock. No Bleecker Street. Rua Inácio Pereira da Rocha, 367. Pinheiros. 3032-3697. R$ 20.
JT - Madeleine abre temporada de divas
Jornal da Tarde
Na semana passada, Madeleine Peyroux andava pelo Brooklyn procurando um novo apartamento para alugar. Ofegante, parou num café para atender o celular. “Já fiz três entrevistas com imobiliárias”, contou, para depois respirar fundo e conversar com a nossa reportagem. Madeleine já esteve no Brasil cinco vezes. Virou uma espécie de cult singer particular no País, assim como John Pizzarelli. Todos querem vê-la de novo. Volta desta vez para outra turnê brasileira, com um álbum novo fresquinho na bagagem: acaba de compor os temas, e pretende mostrar alguns aos brasileiros em primeira mão.
Ela começou na carreira apenas como intérprete (muito associada ao legado de Billie Holiday), sem se arriscar na composição. No disco Half the Perfect World (2006), começou a arriscar-se. Foi co-autora de quatro faixas. Subitamente, passou a assinar todas as faixas do novo trabalho, Bare Bones (2008), exacerbando a faceta de compositora - uma das faixas, Instead, foi composta no Rio de Janeiro.
No álbum, demonstrava habilidade e simplicidade nas letras e melodias. Os temas geralmente são muito pessoais, como em River of Tears, que ela fez para o pai, morto há quatro anos. O parceiro nas composições era Larry Klein, ex-marido de Joni Mitchell. O show no Brasil (ela canta em São Paulo no Teatro Bradesco, no dia 8) terá canções de todos os discos anteriores de Madeleine Peyroux, como Dreamland (1996), Careless Love (2004) e Half the Perfect World (2006).
Como foi sua primeira vez em Ouro Preto (Minas Gerais), no ano passado?
Foi muito bom, de verdade. Reencontrei alguns dos melhores músicos da cena americana, participei de uma homenagem a uma artista fundamental, que é Billie Holiday. Ouro Preto é linda, foi um dos melhores festivais em que já toquei. Teve também uma coisa engraçada: nós fomos tratados como rock stars. Você sabe, não é normal para nós, do jazz, sermos tratados assim, é mais comum no rock. Mas tudo de um jeito carinhoso. Eu adorei. De lá, fomos para Belo Horizonte, mas não passei por São Paulo dessa vez. Já estava com saudade.
Está gravando um disco novo?
Sim, estou pesquisando, gravando, ensaiando. Mal posso esperar. Agora mesmo estou indo para o estúdio. Tenho diversas músicas novas, tenho planos de tocar umas 4 ou 5 no show em São Paulo. Estou indo com um sexteto, uma nova banda que me deixa muito animada, com um trompetista à frente, um grande músico - Ron Miles, que toca com Bill Frisell. Ele tem um estilo tranquilo, marcadamente tranquilo.
Há uma profusão de cantoras de jazz surgindo atualmente: Ingrid Lucia, Leah Chase, Judy Spellman. Algumas já veteranas, mas buscando seu espaço. È um fenômeno real?
Há muitas mulheres cantando, é verdade, muitas delas revisitando períodos especiais da música. Deve ser porque há muitas canções bonitas para serem cantadas. É simbólico que isso esteja acontecendo logo após uma grande crise. Sempre que há um boom na economia, logo depois vem uma crise, e no bojo dessa crise uma grande produção cultural. Acho que isso explica um pouco. Outra coisa que mudou é que as mulheres estão mais independentes, têm uma voz mais ativa na sociedade atualmente. Nós sabemos o que queremos. Há 70 anos, mulheres não eram bandleaders nem podiam ser. Agora, estamos no controle não só das nossas vidas, mas das nossas carreiras, das nossas ideias, da nossa produção. Acho que tudo isso representa uma guinada em nossa cultura. De qualquer modo, o que acho mais importante, quando a gente revisita certos períodos da arte, é que tenhamos claro como dizer aquelas mensagens de um jeito novo. Meu avô me ensinou, e eu aprendi, que é importante saber de onde viemos, mas isso tem de nos ajudar a esclarecer nosso cotidiano.
E como você definiria o seu disco novo? Ele apresenta um novo caminho?
Não sei ainda. Só sei que é muito diferente de Bare Bones (2008). Mas prossegue na tradição do jazz. Estou me empenhando em fazer mais com menos, é a única coisa que posso dizer a respeito.
Pode me dizer o nome das canções novas que vai cantar aqui?
Não sei se será útil. Para que saber o nome de uma música sem saber como ela é, sem saber o que ela diz?
Bom, pode ser inútil, mas também pode ser interessante para quem gosta de você.
Uma das que eu certamente vou cantar tem nome de mulher, Ophelia.
Que é personagem shakesperiana, uma mulher que deseja um homem que lhe é proibido...
É verdade. Sobre a canção, vocês farão o juízo. Prometo cantá-la aí em São Paulo.
Seu novo disco será um álbum melancólico, como os primeiros, ou mais para cima, como foi ‘Bare Bones’?
Durante um certo tempo, a melancolia parecia uma característica básica de toda canção que eu cantava. Tinha a ver com a escolha de repertório, com os autores e sua circunstância histórica. Mas não era só melancolia. Aliás, nenhuma é só melancolia. Há sentimentos imprecisos, contraditórios às vezes, que revelam felicidade e tristeza ao mesmo tempo. Para mim, sempre se tratou de revelar meus verdadeiros sentimentos. Toda minha experiência com a canção é buscar expressar o que são meus sentimentos. Acredito que um bom entendimento da tristeza, dos sentimentos agudos, tudo isso é importante para a pessoa ser realmente feliz.
DIVIRTA-SE
Madeleine
Peyroux.
Dia 8 de junho, às 21 h.
Teatro Bradesco (Shopping Bourbon)
Rua Turiaçu, 2.100. (824 lugares). Informações e vendas: 4003-1212.
Preços: R$ 80 a R$ 350.
Na semana passada, Madeleine Peyroux andava pelo Brooklyn procurando um novo apartamento para alugar. Ofegante, parou num café para atender o celular. “Já fiz três entrevistas com imobiliárias”, contou, para depois respirar fundo e conversar com a nossa reportagem. Madeleine já esteve no Brasil cinco vezes. Virou uma espécie de cult singer particular no País, assim como John Pizzarelli. Todos querem vê-la de novo. Volta desta vez para outra turnê brasileira, com um álbum novo fresquinho na bagagem: acaba de compor os temas, e pretende mostrar alguns aos brasileiros em primeira mão.
Ela começou na carreira apenas como intérprete (muito associada ao legado de Billie Holiday), sem se arriscar na composição. No disco Half the Perfect World (2006), começou a arriscar-se. Foi co-autora de quatro faixas. Subitamente, passou a assinar todas as faixas do novo trabalho, Bare Bones (2008), exacerbando a faceta de compositora - uma das faixas, Instead, foi composta no Rio de Janeiro.
No álbum, demonstrava habilidade e simplicidade nas letras e melodias. Os temas geralmente são muito pessoais, como em River of Tears, que ela fez para o pai, morto há quatro anos. O parceiro nas composições era Larry Klein, ex-marido de Joni Mitchell. O show no Brasil (ela canta em São Paulo no Teatro Bradesco, no dia 8) terá canções de todos os discos anteriores de Madeleine Peyroux, como Dreamland (1996), Careless Love (2004) e Half the Perfect World (2006).
Como foi sua primeira vez em Ouro Preto (Minas Gerais), no ano passado?
Foi muito bom, de verdade. Reencontrei alguns dos melhores músicos da cena americana, participei de uma homenagem a uma artista fundamental, que é Billie Holiday. Ouro Preto é linda, foi um dos melhores festivais em que já toquei. Teve também uma coisa engraçada: nós fomos tratados como rock stars. Você sabe, não é normal para nós, do jazz, sermos tratados assim, é mais comum no rock. Mas tudo de um jeito carinhoso. Eu adorei. De lá, fomos para Belo Horizonte, mas não passei por São Paulo dessa vez. Já estava com saudade.
Está gravando um disco novo?
Sim, estou pesquisando, gravando, ensaiando. Mal posso esperar. Agora mesmo estou indo para o estúdio. Tenho diversas músicas novas, tenho planos de tocar umas 4 ou 5 no show em São Paulo. Estou indo com um sexteto, uma nova banda que me deixa muito animada, com um trompetista à frente, um grande músico - Ron Miles, que toca com Bill Frisell. Ele tem um estilo tranquilo, marcadamente tranquilo.
Há uma profusão de cantoras de jazz surgindo atualmente: Ingrid Lucia, Leah Chase, Judy Spellman. Algumas já veteranas, mas buscando seu espaço. È um fenômeno real?
Há muitas mulheres cantando, é verdade, muitas delas revisitando períodos especiais da música. Deve ser porque há muitas canções bonitas para serem cantadas. É simbólico que isso esteja acontecendo logo após uma grande crise. Sempre que há um boom na economia, logo depois vem uma crise, e no bojo dessa crise uma grande produção cultural. Acho que isso explica um pouco. Outra coisa que mudou é que as mulheres estão mais independentes, têm uma voz mais ativa na sociedade atualmente. Nós sabemos o que queremos. Há 70 anos, mulheres não eram bandleaders nem podiam ser. Agora, estamos no controle não só das nossas vidas, mas das nossas carreiras, das nossas ideias, da nossa produção. Acho que tudo isso representa uma guinada em nossa cultura. De qualquer modo, o que acho mais importante, quando a gente revisita certos períodos da arte, é que tenhamos claro como dizer aquelas mensagens de um jeito novo. Meu avô me ensinou, e eu aprendi, que é importante saber de onde viemos, mas isso tem de nos ajudar a esclarecer nosso cotidiano.
E como você definiria o seu disco novo? Ele apresenta um novo caminho?
Não sei ainda. Só sei que é muito diferente de Bare Bones (2008). Mas prossegue na tradição do jazz. Estou me empenhando em fazer mais com menos, é a única coisa que posso dizer a respeito.
Pode me dizer o nome das canções novas que vai cantar aqui?
Não sei se será útil. Para que saber o nome de uma música sem saber como ela é, sem saber o que ela diz?
Bom, pode ser inútil, mas também pode ser interessante para quem gosta de você.
Uma das que eu certamente vou cantar tem nome de mulher, Ophelia.
Que é personagem shakesperiana, uma mulher que deseja um homem que lhe é proibido...
É verdade. Sobre a canção, vocês farão o juízo. Prometo cantá-la aí em São Paulo.
Seu novo disco será um álbum melancólico, como os primeiros, ou mais para cima, como foi ‘Bare Bones’?
Durante um certo tempo, a melancolia parecia uma característica básica de toda canção que eu cantava. Tinha a ver com a escolha de repertório, com os autores e sua circunstância histórica. Mas não era só melancolia. Aliás, nenhuma é só melancolia. Há sentimentos imprecisos, contraditórios às vezes, que revelam felicidade e tristeza ao mesmo tempo. Para mim, sempre se tratou de revelar meus verdadeiros sentimentos. Toda minha experiência com a canção é buscar expressar o que são meus sentimentos. Acredito que um bom entendimento da tristeza, dos sentimentos agudos, tudo isso é importante para a pessoa ser realmente feliz.
DIVIRTA-SE
Madeleine
Peyroux.
Dia 8 de junho, às 21 h.
Teatro Bradesco (Shopping Bourbon)
Rua Turiaçu, 2.100. (824 lugares). Informações e vendas: 4003-1212.
Preços: R$ 80 a R$ 350.
JT - Sai U2. Entra Gorillaz
Jornal da Tarde
A banda Gorillaz vai substituir o U2 no Festival de Glastonbury, que ocorre entre os dias 23 e 27 de junho. Antes da confirmação, Coldplay, Led Zeppelin e Dizzee Rascal estavam cotados para ocupar o lugar da banda.
Os irlandeses deixaram o evento após Bono sofrer um acidente enquanto ensaiava a turnê ‘U2 360°’. O líder do U2 passou por cirurgia nas costas em Munique, na Alemanha, e só deve voltar aos palcos em agosto. Segundo a MTV britânica, Michael Eavis, um dos organizadores do evento, agradeceu ao Gorillaz, banda virtual criada por Damon Albarn e Jamie Hewlett. “Este vai ser o único show que o Gorillaz fará num festival do Reino Unido. Será um grande espetáculo”, disse.
A banda Gorillaz vai substituir o U2 no Festival de Glastonbury, que ocorre entre os dias 23 e 27 de junho. Antes da confirmação, Coldplay, Led Zeppelin e Dizzee Rascal estavam cotados para ocupar o lugar da banda.
Os irlandeses deixaram o evento após Bono sofrer um acidente enquanto ensaiava a turnê ‘U2 360°’. O líder do U2 passou por cirurgia nas costas em Munique, na Alemanha, e só deve voltar aos palcos em agosto. Segundo a MTV britânica, Michael Eavis, um dos organizadores do evento, agradeceu ao Gorillaz, banda virtual criada por Damon Albarn e Jamie Hewlett. “Este vai ser o único show que o Gorillaz fará num festival do Reino Unido. Será um grande espetáculo”, disse.
JB - Bon Jovi toca em estádio nos EUA
Portal Terra
NOVA JERSEY - A banda Bon Jovi realizou mais uma apresentação da 'The Circle Tour' nesta quarta-feira no Meadowlands Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
O show foi o primeiro dos três que o grupo fará no estádio, localizado no distrito de East Rutherfort. O próximo acontece nesta sexta-feira e o terceiro somente dia 9 de julho. Antes deste último, o grupo faz uma série especial de 12 shows na O2 Arena, em Londres.
No inicio deste mês, o Bon Jovi relançou seus 10 primeiros álbuns em CD, todos com versões ao vivo das faixas como bônus. O lançamento inclui: Bon Jovi, 7800° Fahrenheit, Slippery When Wet, New Jersey, Keep The Faith, These Days, Crush, Bounce, Have A Nice Day e Lost Highway.
NOVA JERSEY - A banda Bon Jovi realizou mais uma apresentação da 'The Circle Tour' nesta quarta-feira no Meadowlands Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
O show foi o primeiro dos três que o grupo fará no estádio, localizado no distrito de East Rutherfort. O próximo acontece nesta sexta-feira e o terceiro somente dia 9 de julho. Antes deste último, o grupo faz uma série especial de 12 shows na O2 Arena, em Londres.
No inicio deste mês, o Bon Jovi relançou seus 10 primeiros álbuns em CD, todos com versões ao vivo das faixas como bônus. O lançamento inclui: Bon Jovi, 7800° Fahrenheit, Slippery When Wet, New Jersey, Keep The Faith, These Days, Crush, Bounce, Have A Nice Day e Lost Highway.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 26/05/2010
Folha de São Paulo
"Após perda de integrantes, Mombojó volta à ativa com "Amigo do Tempo"".
Jornal da Tarde
"Show intimista de Celso Viáfora, no Memorial da América Latina".
"Homenagem ao samba de raiz, hoje, às 22h Tom Jazz".
"Uma noite e dois shows de jazz do guitarrista Kurt Rosenwinkel no Ao Vivo Music".
"Forgotten Boys no palco do Teatro Popular do Sesi".
"Zé Ramalho homenageia o ‘Rei do Ritmo'".
"'Não consigo ouvir duas vezes a mesma música' diz o violonista, guitarrista e compositor Chico Pinheiro".
"Britney quer ser congelada".
"Chegou ao fim o relacionamento dos jovens astros Demi Lovato e Joe Jonas".
Jornal do Brasil
"Christina Aguilera adia turnê nos EUA para 2011".
"Após perda de integrantes, Mombojó volta à ativa com "Amigo do Tempo"".
Jornal da Tarde
"Show intimista de Celso Viáfora, no Memorial da América Latina".
"Homenagem ao samba de raiz, hoje, às 22h Tom Jazz".
"Uma noite e dois shows de jazz do guitarrista Kurt Rosenwinkel no Ao Vivo Music".
"Forgotten Boys no palco do Teatro Popular do Sesi".
"Zé Ramalho homenageia o ‘Rei do Ritmo'".
"'Não consigo ouvir duas vezes a mesma música' diz o violonista, guitarrista e compositor Chico Pinheiro".
"Britney quer ser congelada".
"Chegou ao fim o relacionamento dos jovens astros Demi Lovato e Joe Jonas".
Jornal do Brasil
"Christina Aguilera adia turnê nos EUA para 2011".
Folha - Após perda de integrantes, Mombojó volta à ativa com "Amigo do Tempo"
DE SÃO PAULO
Ao contrário do que se chegou a imaginar, o Mombojó está na ativa. A banda pernambucana, uma das maiores promessas do cenário independente na década passada, não lançava um disco há quatro anos. E, para muita gente, tinha acabado.
Foram muitos os contratempos. Entre "Homem Espuma", o trabalho de 2006, e agora, perderam dois integrantes. O flautista Rafael Torres morreu do coração em 2007. O violonista Marcelo Campello deixaria a banda no ano seguinte.
Com lançamento "físico" marcado para 19 de junho (e download gratuito a partir de 7 de junho no site da banda), "Amigo do Tempo" marca a recuperação da banda, a reacomodação em quinteto.
"Senti que estávamos nos perdendo do público", diz o vocalista Felipe S. "Mas tentávamos não nos deixasse levar. Se algumas pessoas acharam que a gente foi 'a' banda e deixou de ser, é melhor recuperar isso agora, na prática, com o disco."
Não é exagero afirmar: Roberto Carlos --o Rei-- bancou o terceiro disco do Mombojó.
"Amigo do Tempo" levou dois anos para ficar pronto.
Primeiro, a banda inscreveu o projeto em vários editais a fim de levantar os R$ 30 mil que julgava necessários para viabilizar o disco. Nenhum deles foi aprovado.
Em janeiro, partiram para o plano B. Meteram a mão na massa, formaram parcerias com amigos e pagaram as gravações do próprio bolso.
Roberto Carlos
O dinheiro para isso, ganharam em shows semanais não do Mombojó, mas do Del Rey, banda que levam em paralelo, interpretando apenas repertório de Roberto.
Também é o Del Rey, eles dizem, que paga o aluguel da casa onde moram, na Pompeia (moram em São Paulo desde o ano passado), a comida, as contas. E a existência do próprio Mombojó.
"Roberto Carlos é um dos únicos artistas que conseguem chegar em qualquer público, de qualquer classe social", diz o vocalista Felipe S. "Ele atinge um mercado que o Mombojó nunca vai ter --e a gente nem acha errado que não chegue."
O Del Rey cumpre, portanto, função parecida com a de alguns artistas populares --Roberto, inclusive-- nos tempos áureos da gravadoras, quando o rendimento obtido com o sucesso de alguns subsidiava as experiências formais de outros. Uma vez assimilado que teriam que parir o álbum às próprias custas, os cinco meninos partiram para Recife.
Internaram-se por um mês em um sítio, dormindo no mesmo quarto, e começaram a compor compulsivamente. Gravaram ali quase toda a base do disco. Outros detalhes entraram na volta, no estúdio caseiro que têm no subsolo da casa na Pompeia.
"Em estúdio [profissional], a gente só refez algumas coisas de voz e bateria. E bem poucas", garante o tecladista Chiquinho Moreira. A produção foi coassinada com Pupillo, da Nação Zumbi.
Ao contrário do que se chegou a imaginar, o Mombojó está na ativa. A banda pernambucana, uma das maiores promessas do cenário independente na década passada, não lançava um disco há quatro anos. E, para muita gente, tinha acabado.
Foram muitos os contratempos. Entre "Homem Espuma", o trabalho de 2006, e agora, perderam dois integrantes. O flautista Rafael Torres morreu do coração em 2007. O violonista Marcelo Campello deixaria a banda no ano seguinte.
Com lançamento "físico" marcado para 19 de junho (e download gratuito a partir de 7 de junho no site da banda), "Amigo do Tempo" marca a recuperação da banda, a reacomodação em quinteto.
"Senti que estávamos nos perdendo do público", diz o vocalista Felipe S. "Mas tentávamos não nos deixasse levar. Se algumas pessoas acharam que a gente foi 'a' banda e deixou de ser, é melhor recuperar isso agora, na prática, com o disco."
Não é exagero afirmar: Roberto Carlos --o Rei-- bancou o terceiro disco do Mombojó.
"Amigo do Tempo" levou dois anos para ficar pronto.
Primeiro, a banda inscreveu o projeto em vários editais a fim de levantar os R$ 30 mil que julgava necessários para viabilizar o disco. Nenhum deles foi aprovado.
Em janeiro, partiram para o plano B. Meteram a mão na massa, formaram parcerias com amigos e pagaram as gravações do próprio bolso.
Roberto Carlos
O dinheiro para isso, ganharam em shows semanais não do Mombojó, mas do Del Rey, banda que levam em paralelo, interpretando apenas repertório de Roberto.
Também é o Del Rey, eles dizem, que paga o aluguel da casa onde moram, na Pompeia (moram em São Paulo desde o ano passado), a comida, as contas. E a existência do próprio Mombojó.
"Roberto Carlos é um dos únicos artistas que conseguem chegar em qualquer público, de qualquer classe social", diz o vocalista Felipe S. "Ele atinge um mercado que o Mombojó nunca vai ter --e a gente nem acha errado que não chegue."
O Del Rey cumpre, portanto, função parecida com a de alguns artistas populares --Roberto, inclusive-- nos tempos áureos da gravadoras, quando o rendimento obtido com o sucesso de alguns subsidiava as experiências formais de outros. Uma vez assimilado que teriam que parir o álbum às próprias custas, os cinco meninos partiram para Recife.
Internaram-se por um mês em um sítio, dormindo no mesmo quarto, e começaram a compor compulsivamente. Gravaram ali quase toda a base do disco. Outros detalhes entraram na volta, no estúdio caseiro que têm no subsolo da casa na Pompeia.
"Em estúdio [profissional], a gente só refez algumas coisas de voz e bateria. E bem poucas", garante o tecladista Chiquinho Moreira. A produção foi coassinada com Pupillo, da Nação Zumbi.
JT - Show intimista de Celso Viáfora
Jornal da Tarde
O cantor Celso Viáfora faz amanhã, às 20h30, no Memorial da América Latina, um show intimista dentro do projeto ‘Adoniran’, com canções como ‘Crença’ e ‘Parcerias’. Sala dos Espelhos. Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda.Tel.: 3823-4600. Grátis.
O cantor Celso Viáfora faz amanhã, às 20h30, no Memorial da América Latina, um show intimista dentro do projeto ‘Adoniran’, com canções como ‘Crença’ e ‘Parcerias’. Sala dos Espelhos. Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda.Tel.: 3823-4600. Grátis.
JT - Homenagem ao samba de raiz
Jornal da Tarde
A cantora Valéria Oliveira presta homenagem hoje, às 22h, ao samba de raiz, cantando músicas como ‘No Ar’, ‘Romance à Francesa’ e ‘A Tua Presença’. Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331, Higienópolis. 3255-0084. R$ 20.
A cantora Valéria Oliveira presta homenagem hoje, às 22h, ao samba de raiz, cantando músicas como ‘No Ar’, ‘Romance à Francesa’ e ‘A Tua Presença’. Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331, Higienópolis. 3255-0084. R$ 20.
JT - Uma noite e dois shows de jazz
Jornal da Tarde
Com um jazz solto e envolvente, o guitarrista Kurt Rosenwinkel toca pela primeira vez no Brasil. São dois shows hoje. No Ao Vivo Music, às 20h30 (esgotado) e 22h30. Rua Inhambu, 229, Moema. 3807-0792. R$ 150.
Com um jazz solto e envolvente, o guitarrista Kurt Rosenwinkel toca pela primeira vez no Brasil. São dois shows hoje. No Ao Vivo Music, às 20h30 (esgotado) e 22h30. Rua Inhambu, 229, Moema. 3807-0792. R$ 150.
JT - Forgotten Boys
Jornal da Tarde
As bandas de rock Forgotten Boys e Hurtmold irão tocar hoje, às 20h, ao mesmo tempo, no palco do Teatro Popular do Sesi. O set list vai mesclar músicas de cada um dos grupos. Já estão confirmadas ‘Quinta-feira’, do Forgotten Boys,
e ‘Desisto’, do Hurtmold. Avenida Paulista, 1.313. 456 lugares. 3146-7405. R$ 10.
As bandas de rock Forgotten Boys e Hurtmold irão tocar hoje, às 20h, ao mesmo tempo, no palco do Teatro Popular do Sesi. O set list vai mesclar músicas de cada um dos grupos. Já estão confirmadas ‘Quinta-feira’, do Forgotten Boys,
e ‘Desisto’, do Hurtmold. Avenida Paulista, 1.313. 456 lugares. 3146-7405. R$ 10.
JT - Zé Ramalho homenageia o ‘Rei do Ritmo’
Jornal da Tarde
Zé Ramalho lança mais um disco, desta vez interpretando os grandes sucessos de Jackson do Pandeiro. Além disso, há lançamentos de bons filmes em DVD, como ‘Amor sem Escalas’, com George Clooney, e ‘Todos Estão Bem’, estrelado por Robert De Niro. Edição: Felipe Branco Cruz.
Zé Ramalho
‘Canta Jackson do Pandeiro’
Discobertas
Preço: R$ 24,90
Zé Ramalho lança mais um disco, desta vez interpretando os grandes sucessos de Jackson do Pandeiro. Além disso, há lançamentos de bons filmes em DVD, como ‘Amor sem Escalas’, com George Clooney, e ‘Todos Estão Bem’, estrelado por Robert De Niro. Edição: Felipe Branco Cruz.
Zé Ramalho
‘Canta Jackson do Pandeiro’
Discobertas
Preço: R$ 24,90
JT - 'Não consigo ouvir duas vezes a mesma música'
Jornal da Tarde
Convidado pela Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer (Tucca) para participar do show Música pela Cura, o violonista, guitarrista e compositor Chico Pinheiro logo pensou em dois músicos importantes para se juntar a ele no projeto. Chamou o amigo Cesar Camargo Mariano, pianista, arranjador, compositor e produtor, e Edu Lobo, cantor, compositor e instrumentista, a quem ele conhecia apenas de conversas de bastidor. O trio se reúne hoje, às 21 horas, no palco da Sala São Paulo, com renda revertida para a entidade.
Esse encontro, inédito, já se esboçou nos ensaios realizados num estúdio no bairro de Sumarezinho, em São Paulo, dias antes da apresentação. Cesar veio diretamente dos EUA, onde vive há 16 anos. Edu pegou a ponte aérea no Rio. “Meu trabalho fica entre a canção e o instrumental. Então, tinha muito sentido chamá-los', diz o anfitrião Chico.
No ensaio de segunda à noite, ele, Cesar e banda - ainda sem a presença de Edu - começaram a definir parte do repertório. Todos entrosados, ali foi tomando corpo o espetáculo, que será puxado por canções como Tempestade, Café com Pão, Choro Bandido e Dança do Corrupião. Foi nesse ambiente de ensaio, um de seus preferidos, que Cesar Camargo Mariano falou ao JT sobre música e sua vida nos EUA.
É a primeira vez que você e Edu Lobo se apresentam juntos?
Sim. Sempre fiz arranjos para músicas dele. É um grande compositor. Acho que não somos muito mais próximos, porque eu morava em São Paulo e ele, no Rio. Agora, no palco, num disco, tocar juntos, nunca fizemos antes.
Você mora em Nova York desde 1994. Já foi pensando em ficar?
Até hoje não penso em ficar. Não estou lá. Estou lá e cá. Nunca quis sair do País, mas a decisão de ir para lá foi por conta de compromissos. Evidente que por causa de mercado também, porque a música instrumental lá tem um público específico, que é grande. Mas é um lugar mais perto do mundo. Sempre tive muito trabalho espalhado nos Estados Unidos, Europa, América Central. O estopim da bomba foi quando tive de nomear um agente na Califórnia, enquanto eu ainda morava aqui. Um dia, ele me disse: “Cesar, você precisa estar aqui amanhã às 11 horas”. Não dá. Além disso, estar lá é maravilhoso em termos de qualidade de vida. Quando fui, minhas filhas (Luiza e Maria Rita) ainda eram pequenas, então foi bom para elas.
Você mantém uma rotina de estudos, ensaios?
Estudar, nunca. Ensaiar, muito. Sou a favor de muito ensaio para qualquer coisa que seja. Porque quando você sobe no palco, existe uma injeção de adrenalina e a segurança protege você dessa tensão. Deixa todo mundo muito confortável. Já o estudo é zero. Deixei de ter piano em casa aos 18 anos. Tenho teclados, estúdio, mas piano não. Nunca dedico um tempo para ficar estudando, só faço isso na hora de compor.
Então, você ainda sente a adrenalina quando sobe no palco?
Sem dúvida. Muita adrenalina, pernas tremendo. Em dia de concerto, eu não como nada, nem café da manhã. Me sinto bem de estômago vazio. Só tomo muito café e água o dia inteiro. Não tomo droga nenhuma, não bebo. Tenho essa necessidade de estar muito ligado a partir das 14 horas para o concerto às 20 horas. Quando eu como, fico relax demais. Desde menino, por causa do trabalho, me acostumei a comer muito de manhã, não comer nada o dia inteiro e só jantar. Não sou ligado em comida light. Faço muita ginástica, ando.
Nos dias de hoje, no cenário da música, parece ser mais importante o artista aparecer na mídia primeiro para depois mostrar seu trabalho. Com a sua geração, acontecia foi inverso. O que você acha disso?
A indústria fonográfica é responsável por isso. Ficou estabelecido por ela que você tem de gravar um disco e depois vender esse disco. Na minha época e de Elis Regina, eram duas coisas ao mesmo tempo. Começávamos um ciclo com a gravação de um disco e íamos para a rua trabalhá-lo o ano inteiro. Na metade do ano, estávamos com repertório já mudado, que entraria no próximo álbum. Hoje, você tem de fazer mais shows, mostrar seu trabalho ao vivo, para depois gravar. Isso facilita para a gravadora divulgar. Isso quando se tem gravadora.
E o que acha de fenômenos como Lady Gaga?
Não me incomoda nem um pouco. É tudo válido. O que cobro pesado mesmo é qualidade. Se você quer um disco recitando textos, com um sonzinho atrás, tudo bem. Mas que seja bem gravado, bem cuidado.
Tem ouvido algum artista novo?
Nunca ouvi disco. Tenho uma discoteca e CDteca muito grande, porque ouço uma vez. Não consigo ouvir duas vezes a mesma música. Faço isso muito raramente. Tenho meus discos de cabeceira, que são trilhas de cinema, coisas de música clássica ou jazz, que gosto de visitar de vez em quando. Mas ficar ouvindo IPod, música o dia inteiro, eu não consigo.
Quando não está envolvido com música, o que gosta de fazer?
Desenhar com lápis crayon. Quando estou falando ao telefone, faço um desenho.
Você é muito crítico com seus filhos (Pedro Mariano e Maria Rita, filhos com Elis Regina, e Marcelo Mariano, com a cantora Marisa Gata Mansa) envolvidos na música?
Não, pelo contrário. Fui criado assim também. Quando me perguntam coisas, respondo baseado em experiência. Tenho obrigação de educar. Temos uma caixinha de primeiros-socorros em casa. Quando cair, a gente arruma, mas tem de deixar cair.
A Maria Rita já atingiu um momento em que comparações com a mãe Elis não fazem mais sentido. No entanto, no palco, muitas vezes ela impressiona por semelhanças. Você já teve essa sensação nos shows dela?
Pergunto se você teve essa sensação hoje vendo meu filho (Marcelo Mariano, baixista) tocando comigo. É genética. Tem de ter o jeito. Em casa, a gente acha ela muito parecida com a titia, a vovó...
DIVIRTA-SE
Tucca/Música Pela Cura: Chico Pinheiro Convida Edu Lobo e Cesar Camargo Mariano
Hoje, às 21h.
Ingressos de R$ 60 a R$ 150
Sala São Paulo: Praça Júlio Prestes, 16, Luz. 3057-0131
Convidado pela Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer (Tucca) para participar do show Música pela Cura, o violonista, guitarrista e compositor Chico Pinheiro logo pensou em dois músicos importantes para se juntar a ele no projeto. Chamou o amigo Cesar Camargo Mariano, pianista, arranjador, compositor e produtor, e Edu Lobo, cantor, compositor e instrumentista, a quem ele conhecia apenas de conversas de bastidor. O trio se reúne hoje, às 21 horas, no palco da Sala São Paulo, com renda revertida para a entidade.
Esse encontro, inédito, já se esboçou nos ensaios realizados num estúdio no bairro de Sumarezinho, em São Paulo, dias antes da apresentação. Cesar veio diretamente dos EUA, onde vive há 16 anos. Edu pegou a ponte aérea no Rio. “Meu trabalho fica entre a canção e o instrumental. Então, tinha muito sentido chamá-los', diz o anfitrião Chico.
No ensaio de segunda à noite, ele, Cesar e banda - ainda sem a presença de Edu - começaram a definir parte do repertório. Todos entrosados, ali foi tomando corpo o espetáculo, que será puxado por canções como Tempestade, Café com Pão, Choro Bandido e Dança do Corrupião. Foi nesse ambiente de ensaio, um de seus preferidos, que Cesar Camargo Mariano falou ao JT sobre música e sua vida nos EUA.
É a primeira vez que você e Edu Lobo se apresentam juntos?
Sim. Sempre fiz arranjos para músicas dele. É um grande compositor. Acho que não somos muito mais próximos, porque eu morava em São Paulo e ele, no Rio. Agora, no palco, num disco, tocar juntos, nunca fizemos antes.
Você mora em Nova York desde 1994. Já foi pensando em ficar?
Até hoje não penso em ficar. Não estou lá. Estou lá e cá. Nunca quis sair do País, mas a decisão de ir para lá foi por conta de compromissos. Evidente que por causa de mercado também, porque a música instrumental lá tem um público específico, que é grande. Mas é um lugar mais perto do mundo. Sempre tive muito trabalho espalhado nos Estados Unidos, Europa, América Central. O estopim da bomba foi quando tive de nomear um agente na Califórnia, enquanto eu ainda morava aqui. Um dia, ele me disse: “Cesar, você precisa estar aqui amanhã às 11 horas”. Não dá. Além disso, estar lá é maravilhoso em termos de qualidade de vida. Quando fui, minhas filhas (Luiza e Maria Rita) ainda eram pequenas, então foi bom para elas.
Você mantém uma rotina de estudos, ensaios?
Estudar, nunca. Ensaiar, muito. Sou a favor de muito ensaio para qualquer coisa que seja. Porque quando você sobe no palco, existe uma injeção de adrenalina e a segurança protege você dessa tensão. Deixa todo mundo muito confortável. Já o estudo é zero. Deixei de ter piano em casa aos 18 anos. Tenho teclados, estúdio, mas piano não. Nunca dedico um tempo para ficar estudando, só faço isso na hora de compor.
Então, você ainda sente a adrenalina quando sobe no palco?
Sem dúvida. Muita adrenalina, pernas tremendo. Em dia de concerto, eu não como nada, nem café da manhã. Me sinto bem de estômago vazio. Só tomo muito café e água o dia inteiro. Não tomo droga nenhuma, não bebo. Tenho essa necessidade de estar muito ligado a partir das 14 horas para o concerto às 20 horas. Quando eu como, fico relax demais. Desde menino, por causa do trabalho, me acostumei a comer muito de manhã, não comer nada o dia inteiro e só jantar. Não sou ligado em comida light. Faço muita ginástica, ando.
Nos dias de hoje, no cenário da música, parece ser mais importante o artista aparecer na mídia primeiro para depois mostrar seu trabalho. Com a sua geração, acontecia foi inverso. O que você acha disso?
A indústria fonográfica é responsável por isso. Ficou estabelecido por ela que você tem de gravar um disco e depois vender esse disco. Na minha época e de Elis Regina, eram duas coisas ao mesmo tempo. Começávamos um ciclo com a gravação de um disco e íamos para a rua trabalhá-lo o ano inteiro. Na metade do ano, estávamos com repertório já mudado, que entraria no próximo álbum. Hoje, você tem de fazer mais shows, mostrar seu trabalho ao vivo, para depois gravar. Isso facilita para a gravadora divulgar. Isso quando se tem gravadora.
E o que acha de fenômenos como Lady Gaga?
Não me incomoda nem um pouco. É tudo válido. O que cobro pesado mesmo é qualidade. Se você quer um disco recitando textos, com um sonzinho atrás, tudo bem. Mas que seja bem gravado, bem cuidado.
Tem ouvido algum artista novo?
Nunca ouvi disco. Tenho uma discoteca e CDteca muito grande, porque ouço uma vez. Não consigo ouvir duas vezes a mesma música. Faço isso muito raramente. Tenho meus discos de cabeceira, que são trilhas de cinema, coisas de música clássica ou jazz, que gosto de visitar de vez em quando. Mas ficar ouvindo IPod, música o dia inteiro, eu não consigo.
Quando não está envolvido com música, o que gosta de fazer?
Desenhar com lápis crayon. Quando estou falando ao telefone, faço um desenho.
Você é muito crítico com seus filhos (Pedro Mariano e Maria Rita, filhos com Elis Regina, e Marcelo Mariano, com a cantora Marisa Gata Mansa) envolvidos na música?
Não, pelo contrário. Fui criado assim também. Quando me perguntam coisas, respondo baseado em experiência. Tenho obrigação de educar. Temos uma caixinha de primeiros-socorros em casa. Quando cair, a gente arruma, mas tem de deixar cair.
A Maria Rita já atingiu um momento em que comparações com a mãe Elis não fazem mais sentido. No entanto, no palco, muitas vezes ela impressiona por semelhanças. Você já teve essa sensação nos shows dela?
Pergunto se você teve essa sensação hoje vendo meu filho (Marcelo Mariano, baixista) tocando comigo. É genética. Tem de ter o jeito. Em casa, a gente acha ela muito parecida com a titia, a vovó...
DIVIRTA-SE
Tucca/Música Pela Cura: Chico Pinheiro Convida Edu Lobo e Cesar Camargo Mariano
Hoje, às 21h.
Ingressos de R$ 60 a R$ 150
Sala São Paulo: Praça Júlio Prestes, 16, Luz. 3057-0131
JT - Britney quer ser congelada
Jornal da Tarde
A cantora Britney Spears decidiu que depois de sua morte quer ser congelada em uma câmara de nitrogênio líquido para, no futuro, ser ressuscitada. Ela quer tanto que as gerações futuras possam conferir seu rebolado que começou a contribuir com a clínica Alcor Life Institute, no Arizona, EUA. Uma fonte disse ao ‘The Sun’ que a loira passou a pensar no assunto após ouvir o velho boato de que o corpo de Walt Disney estaria congelado.
A cantora Britney Spears decidiu que depois de sua morte quer ser congelada em uma câmara de nitrogênio líquido para, no futuro, ser ressuscitada. Ela quer tanto que as gerações futuras possam conferir seu rebolado que começou a contribuir com a clínica Alcor Life Institute, no Arizona, EUA. Uma fonte disse ao ‘The Sun’ que a loira passou a pensar no assunto após ouvir o velho boato de que o corpo de Walt Disney estaria congelado.
JT - O amor chegou ao fim
Jornal da Tarde
Terminou o relacionamento dos jovens astros Demi Lovato e Joe Jonas. A cantora declarou via twitter: “Não deu certo, mas continuamos amigos”. Joe
enviou comunicado igualmente polido à imprensa: “Terminar foi minha decisão, mas continuamos amigos”. O namoro durou 11 meses.
Terminou o relacionamento dos jovens astros Demi Lovato e Joe Jonas. A cantora declarou via twitter: “Não deu certo, mas continuamos amigos”. Joe
enviou comunicado igualmente polido à imprensa: “Terminar foi minha decisão, mas continuamos amigos”. O namoro durou 11 meses.
JB - Christina Aguilera adia turnê nos EUA para 2011
Portal Terra
NOVA YORK - Prevista para começar no dia 15 de julho, a nova turnê de Christina Aguilera foi adiada para 2011. De acordo com o site da New Musical Express, a cantora está com outras prioridades e prefere que os fãs conheçam suas músicas antes de irem aos shows, que terão as novas datas anunciadas ainda neste ano.
Aguilera disse que vai dar prioridade ao seu filme que está sendo gravado, 'Burlesque', e o lançamento de 'Bionic', que chega às lojas em 8 de junho. O último disco da cantora é 'Back to Basics', de 2006.
NOVA YORK - Prevista para começar no dia 15 de julho, a nova turnê de Christina Aguilera foi adiada para 2011. De acordo com o site da New Musical Express, a cantora está com outras prioridades e prefere que os fãs conheçam suas músicas antes de irem aos shows, que terão as novas datas anunciadas ainda neste ano.
Aguilera disse que vai dar prioridade ao seu filme que está sendo gravado, 'Burlesque', e o lançamento de 'Bionic', que chega às lojas em 8 de junho. O último disco da cantora é 'Back to Basics', de 2006.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 25/05/2010
Folha de São Paulo
"Chico Buarque fala de política em estreia de "Sangue Latino"".
"Cantora Lady Gaga faz exames para lúpus".
Jornal da Tarde
"John Pizzarelli se apresenta hoje no Bourbon Street".
"Caetano Veloso com novos arranjos, gratuitamente, no Studio SP".
"Alcione canta hoje em SP".
"Martinho homenageia poeta da Vila".
"Tenho chances de entrar para ABL, diz o cantor Martinho da Vila autor de nove livros".
"Rolling Stones de volta à rua principal".
Jornal do Brasil
"Paraty tem festival de blues neste final de semana".
"Chico Buarque fala de política em estreia de "Sangue Latino"".
"Cantora Lady Gaga faz exames para lúpus".
Jornal da Tarde
"John Pizzarelli se apresenta hoje no Bourbon Street".
"Caetano Veloso com novos arranjos, gratuitamente, no Studio SP".
"Alcione canta hoje em SP".
"Martinho homenageia poeta da Vila".
"Tenho chances de entrar para ABL, diz o cantor Martinho da Vila autor de nove livros".
"Rolling Stones de volta à rua principal".
Jornal do Brasil
"Paraty tem festival de blues neste final de semana".
Folha - Chico Buarque fala de política em estreia de "Sangue Latino"
DE SÃO PAULO
Chico Buarque dedilha um piano de "mil e oitocentos e lá vai fumaça", como gosta de dizer. Pertenceu à avó e agora está na sala da casa que é cenário da entrevista ao jornalista Eric Nepomuceno para "Sangue Latino".
O músico e escritor fala de família, música, América Latina, Cuba. Para ele, todos os latino-americanos têm "uma dívida muito grande" com o país. Faz, sim, crítica ao regime, mas não deixa de apontar o dedo aos EUA.
Também o aponta o escritor uruguaio Eduardo Galeano, em outro episódio. Para ele, os "professores de democracia" não podem entender a diversidade da região.
Se as entrevistas são sem pauta definida há, sem dúvida, temas comuns, e a política parece ser um.
Também fala-se de arte, literatura e cinema nas conversas que têm em torno de 20 minutos de duração.
Nepomuceno, tradutor e interlocutor de García Márquez, quase não aparece. O rosto fica por trás da câmera intimista. Os convidados parecem dar um depoimento.
São os microfones latinos abertos para intelectuais como o artista argentino León Ferrari, o escritor chileno Antonio Skármeta e o cineasta argentino Pino Solanas.
SANGUE LATINO
QUANDO: estreia hoje; ter., às 21h, e sáb., às 12h, no Canal Brasil
CLASSIFICAÇÃO: livre
Chico Buarque dedilha um piano de "mil e oitocentos e lá vai fumaça", como gosta de dizer. Pertenceu à avó e agora está na sala da casa que é cenário da entrevista ao jornalista Eric Nepomuceno para "Sangue Latino".
O músico e escritor fala de família, música, América Latina, Cuba. Para ele, todos os latino-americanos têm "uma dívida muito grande" com o país. Faz, sim, crítica ao regime, mas não deixa de apontar o dedo aos EUA.
Também o aponta o escritor uruguaio Eduardo Galeano, em outro episódio. Para ele, os "professores de democracia" não podem entender a diversidade da região.
Se as entrevistas são sem pauta definida há, sem dúvida, temas comuns, e a política parece ser um.
Também fala-se de arte, literatura e cinema nas conversas que têm em torno de 20 minutos de duração.
Nepomuceno, tradutor e interlocutor de García Márquez, quase não aparece. O rosto fica por trás da câmera intimista. Os convidados parecem dar um depoimento.
São os microfones latinos abertos para intelectuais como o artista argentino León Ferrari, o escritor chileno Antonio Skármeta e o cineasta argentino Pino Solanas.
SANGUE LATINO
QUANDO: estreia hoje; ter., às 21h, e sáb., às 12h, no Canal Brasil
CLASSIFICAÇÃO: livre
Folha - Cantora Lady Gaga faz exames para lúpus
DE SÃO PAULO
Desde que sentiu-se mal no palco e teve que cancelar vários shows, citando o estresse como a causa de seu mal-estar, a cantora Lady Gaga, 24, tem ido a médicos para descobrir se tem alguma doença. As informações são da revista "People".
Agora, Gaga resolveu fazer um exame para lúpus, pois diz ter histórico da doença na família. "Eu tenho uma ligação muito pessoal com a minha tia Joanne, que morreu de lúpus", disse.
Apesar de afirmar que fez os exames, a cantora não revelou o resultado, pois disse que não quer preocupar seus fãs.
"Eu tenho palpitações e coisas assim. Mas está tudo bem. Deve ser do cansaço e algumas outras coisas", disse Gaga.
A cantora também reafirmou que não tem problemas para se alimentar e que não usa drogas. "Eu não uso cocaína mais, eu não fumo, eu tomo conta de mim mesma", disse
Desde que sentiu-se mal no palco e teve que cancelar vários shows, citando o estresse como a causa de seu mal-estar, a cantora Lady Gaga, 24, tem ido a médicos para descobrir se tem alguma doença. As informações são da revista "People".
Agora, Gaga resolveu fazer um exame para lúpus, pois diz ter histórico da doença na família. "Eu tenho uma ligação muito pessoal com a minha tia Joanne, que morreu de lúpus", disse.
Apesar de afirmar que fez os exames, a cantora não revelou o resultado, pois disse que não quer preocupar seus fãs.
"Eu tenho palpitações e coisas assim. Mas está tudo bem. Deve ser do cansaço e algumas outras coisas", disse Gaga.
A cantora também reafirmou que não tem problemas para se alimentar e que não usa drogas. "Eu não uso cocaína mais, eu não fumo, eu tomo conta de mim mesma", disse
JT - John Pizzarelli se apresenta hoje no Bourbon Street
Jornal da Tarde
John Pizzarelli, um dos guitarristas mais inventivos do jazz, se apresenta hoje, às 20h, no Bourbon Street, dentro do projeto Sala do Professor Buchanan’s. Daniel Daibem, apresentador da Rádio Eldorado, será o mestre de cerimônias. O artista fará um show extra na sexta-feira, às 20h. Rua dos Chanés, 127, Moema. R$ 110 5095-6100.
John Pizzarelli, um dos guitarristas mais inventivos do jazz, se apresenta hoje, às 20h, no Bourbon Street, dentro do projeto Sala do Professor Buchanan’s. Daniel Daibem, apresentador da Rádio Eldorado, será o mestre de cerimônias. O artista fará um show extra na sexta-feira, às 20h. Rua dos Chanés, 127, Moema. R$ 110 5095-6100.
JT - Caetano Veloso com novos arranjos
Jornal da Tarde
A Banda Caetano se apresenta hoje, às 23h59, gratuitamente, no Studio SP.
O grupo toca apenas músicas de Caetano Veloso, como ‘Leãozinho’ e ‘Odara’, com novos arranjos. Rua Augusta, 591.3129-7040
A Banda Caetano se apresenta hoje, às 23h59, gratuitamente, no Studio SP.
O grupo toca apenas músicas de Caetano Veloso, como ‘Leãozinho’ e ‘Odara’, com novos arranjos. Rua Augusta, 591.3129-7040
JT - Alcione canta hoje em SP
Jornal da Tarde
A cantora Alcione faz hoje e amanhã, às 21h, show do seu novo disco ‘Acesa’, no Teatro Bradesco. Dentre as canções, a Marrom cantará ‘Você me Vira a Cabeça’ e ‘Meu Ébano’, além de outros clássicos. Rua Turiaçu, 2100. 3670-4141. De R$ 50 a R$170. 1457 lugares.
A cantora Alcione faz hoje e amanhã, às 21h, show do seu novo disco ‘Acesa’, no Teatro Bradesco. Dentre as canções, a Marrom cantará ‘Você me Vira a Cabeça’ e ‘Meu Ébano’, além de outros clássicos. Rua Turiaçu, 2100. 3670-4141. De R$ 50 a R$170. 1457 lugares.
JT - Martinho homenageia poeta da Vila
Jornal da Tarde
No centenário de Noel Rosa, Martinho da Vila lança disco com as composições do poeta
No ano do centenário de Noel Rosa, não vão faltar homenagens para o Poeta da Vila. Se estivesse vivo, ele iria completar 100 anos no dia 11 de dezembro. E o primeiro a celebrar a data é Martinho da Vila, nascido e criado no mesmo bairro de Noel, a Vila Isabel, no Rio de Janeiro. O cantor carioca lança neste mês, pela gravadora Biscoito Fino, o álbum Poeta da Cidade - Martinho Canta Noel. “Temos uma ligação direta por causa do bairro. Foi Noel quem imortalizou a Vila, numa época em que Unidos de Vila Isabel nem existia. Por outro lado, eu imortalizei o Carnaval da escola de samba”, diz Martinho. Ele entrou de cabeça, também este ano, em outro projeto: tornar-se um imortal. Sua candidatura à vaga na Academia Brasileira de Letras já foi enviada oficialmente (leia ao lado).
De volta à música, o novo disco sai com 14 canções, a maioria pouco conhecida do público. Martinho conta que a escolha do repertório teve apenas um critério: priorizar as canções que Noel compôs sozinho - letra e música -, exceto Filosofia, feita em parceria com André Filho. “É igual roupa de mulher. Como elas têm milhares de sapatos e vestidos, demoram muito para se vestir. Para não demorarmos a escolher o repertório, optamos pelas músicas que Noel Rosa compôs sozinho”.
Para este trabalho, Martinho convidou cantoras novas. Aline Calixto divide os vocais em Fita Amarela; Patricia Hora, em Três Apitos; Ana Costa, em Século do Progresso, e Maira Freitas - filha de Martinho -, em Último Desejo. “Minhas duas filhas cantam comigo no disco. A Mart’nália, que já é experiente, e a Maira, de 24 anos, que está fazendo sua estreia no mundo musical”, diz.
A ideia, com esse trabalho, não era lançar um álbum de carreira. “Era para o disco sair encartado num livro em homenagem a Noel. Só que ele ficou pronto e o livro não. Então, lançamos assim mesmo”, diz. “Acho que conseguimos fazer uma leitura um pouco diferente. Noel já foi tão regravado que fica difícil fazer algo que ainda não foi feito”, declara.
Martinho da Vila aponta o produtor Rildo Hora como o principal responsável por dar esse toque especial às canções. Hora trabalhou por mais de dez anos nos álbuns mais importantes da carreira de Martinho. Outra parceria é com o artista plástico Elifas Andreato, que assina a capa do disco. Nela, percebemos Martinho na penumbra e impresso por cima, em verniz, os traços do perfil de Noel, criando um efeito bem interessante. O cantor conta que ainda não tem planos para lançar DVD com essas composições, mas que já estuda montar um show em homenagem a Noel.
Lançamento
Martinho da Vila homenageia nesse disco Noel Rosa, por causa do centenário de nascimento do músico. Martinho gravou canções menos conhecidas do compositor, como ‘Minha Viola’, ‘Rapaz Folgado’ e ‘Três Apitos’.
No centenário de Noel Rosa, Martinho da Vila lança disco com as composições do poeta
No ano do centenário de Noel Rosa, não vão faltar homenagens para o Poeta da Vila. Se estivesse vivo, ele iria completar 100 anos no dia 11 de dezembro. E o primeiro a celebrar a data é Martinho da Vila, nascido e criado no mesmo bairro de Noel, a Vila Isabel, no Rio de Janeiro. O cantor carioca lança neste mês, pela gravadora Biscoito Fino, o álbum Poeta da Cidade - Martinho Canta Noel. “Temos uma ligação direta por causa do bairro. Foi Noel quem imortalizou a Vila, numa época em que Unidos de Vila Isabel nem existia. Por outro lado, eu imortalizei o Carnaval da escola de samba”, diz Martinho. Ele entrou de cabeça, também este ano, em outro projeto: tornar-se um imortal. Sua candidatura à vaga na Academia Brasileira de Letras já foi enviada oficialmente (leia ao lado).
De volta à música, o novo disco sai com 14 canções, a maioria pouco conhecida do público. Martinho conta que a escolha do repertório teve apenas um critério: priorizar as canções que Noel compôs sozinho - letra e música -, exceto Filosofia, feita em parceria com André Filho. “É igual roupa de mulher. Como elas têm milhares de sapatos e vestidos, demoram muito para se vestir. Para não demorarmos a escolher o repertório, optamos pelas músicas que Noel Rosa compôs sozinho”.
Para este trabalho, Martinho convidou cantoras novas. Aline Calixto divide os vocais em Fita Amarela; Patricia Hora, em Três Apitos; Ana Costa, em Século do Progresso, e Maira Freitas - filha de Martinho -, em Último Desejo. “Minhas duas filhas cantam comigo no disco. A Mart’nália, que já é experiente, e a Maira, de 24 anos, que está fazendo sua estreia no mundo musical”, diz.
A ideia, com esse trabalho, não era lançar um álbum de carreira. “Era para o disco sair encartado num livro em homenagem a Noel. Só que ele ficou pronto e o livro não. Então, lançamos assim mesmo”, diz. “Acho que conseguimos fazer uma leitura um pouco diferente. Noel já foi tão regravado que fica difícil fazer algo que ainda não foi feito”, declara.
Martinho da Vila aponta o produtor Rildo Hora como o principal responsável por dar esse toque especial às canções. Hora trabalhou por mais de dez anos nos álbuns mais importantes da carreira de Martinho. Outra parceria é com o artista plástico Elifas Andreato, que assina a capa do disco. Nela, percebemos Martinho na penumbra e impresso por cima, em verniz, os traços do perfil de Noel, criando um efeito bem interessante. O cantor conta que ainda não tem planos para lançar DVD com essas composições, mas que já estuda montar um show em homenagem a Noel.
Lançamento
Martinho da Vila homenageia nesse disco Noel Rosa, por causa do centenário de nascimento do músico. Martinho gravou canções menos conhecidas do compositor, como ‘Minha Viola’, ‘Rapaz Folgado’ e ‘Três Apitos’.
JT - ‘Tenho chances de entrar para ABL’
Jornal da Tarde
O cantor Martinho da Vila é autor de nove livros e se candidatou à vaga aberta na Academia Brasileira de Letras após a morte de José Mindlin, em 28 de fevereiro.
Por que quer ser membro da Academia Brasileira de Letras?
Tenho muitos amigos cantores, compositores e artistas que gostariam de se ver representados lá. Alguns acadêmicos também me incentivaram e disseram que iriam votar em mim.
Ja está fazendo campanha?
Isso é uma chateação. Achei que era só dizer que queria ser imortal, e pronto. Mas tive de escrever uma carta e mandar um telegrama. Te-le-gra-ma, acredita?
Acha que tem chances?
Fiz o básico. Acho que tenho chances, sim. Mas só vou concorrer desta vez. A concorrência é grande. Se não entrar, tudo bem.
O cantor Martinho da Vila é autor de nove livros e se candidatou à vaga aberta na Academia Brasileira de Letras após a morte de José Mindlin, em 28 de fevereiro.
Por que quer ser membro da Academia Brasileira de Letras?
Tenho muitos amigos cantores, compositores e artistas que gostariam de se ver representados lá. Alguns acadêmicos também me incentivaram e disseram que iriam votar em mim.
Ja está fazendo campanha?
Isso é uma chateação. Achei que era só dizer que queria ser imortal, e pronto. Mas tive de escrever uma carta e mandar um telegrama. Te-le-gra-ma, acredita?
Acha que tem chances?
Fiz o básico. Acho que tenho chances, sim. Mas só vou concorrer desta vez. A concorrência é grande. Se não entrar, tudo bem.
JT - Rolling Stones de volta à rua principal
Jornal da Tarde
Banda inglesa relança ‘Exile on Main Street’, com direito a dez faixas bônus e documentário
Quase 40 anos separam o lançamento do álbum Exile on Main Street, o décimo da banda inglesa Rolling Stones, de sua reedição na forma de CD duplo (Universal), com direito a dez faixas bônus, como Pass the Wine (Sophia Loren), Good Time Women e Dancing in the Light. O tempo opera milagres. Recebido com reservas por especialistas quatro décadas atrás – e tratado como obra menor pelo próprio Mick Jagger –, o disco foi alçado à condição de uma das principais obras da história do rock. Em muitas listas, figura entre as dez mais relevantes.
Em 1971, exilados na Riviera Francesa, no sul daquele país, Jagger (vocal), Keith Richards (guitarra e vocal), Mick Taylor (guitarra e baixo), Bill Wyman (baixo) e Charlie Watts (bateria) cunharam Exile on Main Street num momento um tanto conturbado para a banda. Fugindo do fisco inglês, o quinteto se isolou no porão de um antigo casarão, que foi transformado em estúdio e QG temporário da então maior banda de rock’n’roll do mundo. Afinal, àquela altura, seus maiores concorrentes, que respondiam pelo nome de The Beatles, não existiam mais, após sua dissolução definitiva em 1970.
Na temporada francesa, os Stones esbanjaram dinheiro, sem se importarem de o governo britânico estar em seu encalço. Afundaram-se em drogas e problemas pessoais. Entre viagens movidas a heroína, picos de criatividade e a busca pela sanidade, fizeram de Exile uma confluência de rock, blues, country e soul.
Com este relançamento, a banda voltou ao topo das paradas de sucesso britânicas, coisa que não acontecia desde 1994, com Voodoo Lounge. No próximo dia 4, às 23 horas, o Multishow vai exibir o documentário Rolling Stones, Exile on Main Street, que narra justamente os bastidores da gravação do álbum, lançado em 1972. A direção é de Stephen Kijak, com produção dos próprios Stones Keith Richards e Mick Jagger.
Banda inglesa relança ‘Exile on Main Street’, com direito a dez faixas bônus e documentário
Quase 40 anos separam o lançamento do álbum Exile on Main Street, o décimo da banda inglesa Rolling Stones, de sua reedição na forma de CD duplo (Universal), com direito a dez faixas bônus, como Pass the Wine (Sophia Loren), Good Time Women e Dancing in the Light. O tempo opera milagres. Recebido com reservas por especialistas quatro décadas atrás – e tratado como obra menor pelo próprio Mick Jagger –, o disco foi alçado à condição de uma das principais obras da história do rock. Em muitas listas, figura entre as dez mais relevantes.
Em 1971, exilados na Riviera Francesa, no sul daquele país, Jagger (vocal), Keith Richards (guitarra e vocal), Mick Taylor (guitarra e baixo), Bill Wyman (baixo) e Charlie Watts (bateria) cunharam Exile on Main Street num momento um tanto conturbado para a banda. Fugindo do fisco inglês, o quinteto se isolou no porão de um antigo casarão, que foi transformado em estúdio e QG temporário da então maior banda de rock’n’roll do mundo. Afinal, àquela altura, seus maiores concorrentes, que respondiam pelo nome de The Beatles, não existiam mais, após sua dissolução definitiva em 1970.
Na temporada francesa, os Stones esbanjaram dinheiro, sem se importarem de o governo britânico estar em seu encalço. Afundaram-se em drogas e problemas pessoais. Entre viagens movidas a heroína, picos de criatividade e a busca pela sanidade, fizeram de Exile uma confluência de rock, blues, country e soul.
Com este relançamento, a banda voltou ao topo das paradas de sucesso britânicas, coisa que não acontecia desde 1994, com Voodoo Lounge. No próximo dia 4, às 23 horas, o Multishow vai exibir o documentário Rolling Stones, Exile on Main Street, que narra justamente os bastidores da gravação do álbum, lançado em 1972. A direção é de Stephen Kijak, com produção dos próprios Stones Keith Richards e Mick Jagger.
JB - Paraty tem festival de blues neste final de semana
JB Online
PARATY - Jazz tradicional e moderno, Blues, R&B, Soul, Swing e o originalíssimo som de New Orleans serão representados por várias atrações nacionais, internacionais e participações especiais em três noites e dois dias de shows abertos e gratuitos em um palco montado especialmente para o evento.
O casting programado prima pela alta diversidade e qualidade dos artistas, que vai de nomes consagrados do Jazz como John Pizzarelli e Stanley Jordan, passa pela tradição do Blues com Paulo Meyer e Caviars Blues Band até as atrações dançantes como Big Time Orchestra e o soulman Victor Brooks acompanhado de Julie McKnight e Wayne Vaughn, diretamente de Los Angeles.
O Festival é produzido pelo conceituado Bourbon Street Music Club em uma realização conjunta com a Prefeitura de Paraty. O evento será uma grande amostra das atrações que se apresentam no clube paulistano, considerado o templo do Jazz & Blues da América Latina.
No dia 28 de maio, Street Bands e performances anunciarão os shows imperdíveis que acontecerão durante as noites de sexta, sábado e domingo a partir das 21h00.
Os artistas
Sexta-feira – 28/05
Leo Gandelman
Excelência e grandeza musical incomparável
“Um dos mais populares instrumentistas brasileiros”. É o título que o saxofonista, arranjador, compositor e produtor Léo Gandelman ostenta com toda propriedade em suas apresentações.
(Rio de Janeiro-USA)
Glen David Andrews
A tradição renovada
Grande cantor recria um som que une a música tradicional de New Orleans e um som mais jovem e atual. O músico de raro entusiasmo e energia faz com que todo seu show seja enérgico, especial e excitante.
(New Orleans-USA)
Big Time Orchestra
O melhor do rock´n´roll, soul e swing dos anos 50 e 60
A primeira banda brasileira de Neoswing mostra músicas autorais e releituras de clássicos do rock e soul em uma apresentação imperdível.
(Curitiba-PR)
Sábado – Dia 29/05
Caviars Blues Band
Com part. de Paulo Meyer (Rj), Chui (Sp) e Donny Nichilo (Chicago-USA)
O espírito do Blues e deliciosas surpresas
Caviars! Pois é... CAVIARS. Finalmente uma banda de Blues que traz deliciosas surpresas no repertório! Os músicos apresentam releituras dos grandes clássicos do blues executadas com competência e emoção.
(São Paulo-SP)
Stanley Jordan e Armandinho
O Jazz contemporâneo e a guitarra baiana
A prova de que a virtuose e o feeling podem estar juntos!
Grande encontro entre o lendário guitarrista Stanley Jordan com participação especial de Armandinho, pai da guitarra baiana.
(Phoenix-USA) (Salvador-BA)
Victor Brooks
Com Julie Mcknight e Wayne Vaughn
Um encontro memorável da soul music mundial
A cantora americana Julie Mcknight, o tecladista Wayne Vaughn e o cantor Victor Brooks farão juntos uma deliciosa mistura de ritmos, que divide um show entre músicas próprias e sucessos de gênios da soul music americana.
(Los Angeles-USA)
Domingo – Dia 30/05
Rhandhal & Trio
A brasilidade no Jazz
Bossa-nova, Chorinho, Sambalanço, Baião e Xote. Clássicos destes estilos serão interpretados com muita energia por Rhandal e seu trio, anfitriões locais do festival.
Bocato
Com part. de Flávia Fonseca
Um dos maiores trombonistas do Brasil mostra todo seu talento e carisma
Talento este que fez com que gravasse com Elis Regina e tocasse com artistas como Rita Lee, Ney Matogrosso e Roberto Carlos. Músico formado em composição e regência faz um espetáculo de sua tão bem executada virtuose.
(São Paulo-SP)
John Pizzarelli
A elegância e o bom humor do Jazz
Uma saborosa receita musical: John combina sua guitarra tipicamente jazzística com um repertório recheado de pérolas de gigantes da canção norte-americana. O músico também preenche o repertório com sucessos dos Beatles.
(New York-USA)
Todos os dias, ao longo do dia
A alegria dos mágicos ritmos de New Orleans, para anunciar a festa.
Pequenos espetáculos descompromissados feitos por músicos de muito talento! O Bourbon Fest Paraty recria os "Buskers", shows com artistas de rua que tradicionalmente tocam por alguns trocados em grandes capitais como NY e Londres. Além disso, haverá a Dixie Square Jazz Band que percorrerá as ruas históricas e, junto com os Bukers, aquecerá o público para as noites do festival.
Paraty tem vocação cultural!
A cidade anteriormente conhecida por sua história, começou a ser vista por um novo ângulo assim que começou a sediar a Flip (Feira Literária Internacional de Paraty) e a partir daí criou uma efervescência artística sem tamanho.
Um pouquinho paulista, um tantinho carioca e dona de um aspecto “cult”, a importância da cidade confere charme e personalidade ao Festival Internacional de Jazz e Blues, evento que retribui homenageando a rica cultura musical do local incluindo no casting apresentações dos bons grupos musicais que vivem ou sempre estão presentes na cidade.
PARATY - Jazz tradicional e moderno, Blues, R&B, Soul, Swing e o originalíssimo som de New Orleans serão representados por várias atrações nacionais, internacionais e participações especiais em três noites e dois dias de shows abertos e gratuitos em um palco montado especialmente para o evento.
O casting programado prima pela alta diversidade e qualidade dos artistas, que vai de nomes consagrados do Jazz como John Pizzarelli e Stanley Jordan, passa pela tradição do Blues com Paulo Meyer e Caviars Blues Band até as atrações dançantes como Big Time Orchestra e o soulman Victor Brooks acompanhado de Julie McKnight e Wayne Vaughn, diretamente de Los Angeles.
O Festival é produzido pelo conceituado Bourbon Street Music Club em uma realização conjunta com a Prefeitura de Paraty. O evento será uma grande amostra das atrações que se apresentam no clube paulistano, considerado o templo do Jazz & Blues da América Latina.
No dia 28 de maio, Street Bands e performances anunciarão os shows imperdíveis que acontecerão durante as noites de sexta, sábado e domingo a partir das 21h00.
Os artistas
Sexta-feira – 28/05
Leo Gandelman
Excelência e grandeza musical incomparável
“Um dos mais populares instrumentistas brasileiros”. É o título que o saxofonista, arranjador, compositor e produtor Léo Gandelman ostenta com toda propriedade em suas apresentações.
(Rio de Janeiro-USA)
Glen David Andrews
A tradição renovada
Grande cantor recria um som que une a música tradicional de New Orleans e um som mais jovem e atual. O músico de raro entusiasmo e energia faz com que todo seu show seja enérgico, especial e excitante.
(New Orleans-USA)
Big Time Orchestra
O melhor do rock´n´roll, soul e swing dos anos 50 e 60
A primeira banda brasileira de Neoswing mostra músicas autorais e releituras de clássicos do rock e soul em uma apresentação imperdível.
(Curitiba-PR)
Sábado – Dia 29/05
Caviars Blues Band
Com part. de Paulo Meyer (Rj), Chui (Sp) e Donny Nichilo (Chicago-USA)
O espírito do Blues e deliciosas surpresas
Caviars! Pois é... CAVIARS. Finalmente uma banda de Blues que traz deliciosas surpresas no repertório! Os músicos apresentam releituras dos grandes clássicos do blues executadas com competência e emoção.
(São Paulo-SP)
Stanley Jordan e Armandinho
O Jazz contemporâneo e a guitarra baiana
A prova de que a virtuose e o feeling podem estar juntos!
Grande encontro entre o lendário guitarrista Stanley Jordan com participação especial de Armandinho, pai da guitarra baiana.
(Phoenix-USA) (Salvador-BA)
Victor Brooks
Com Julie Mcknight e Wayne Vaughn
Um encontro memorável da soul music mundial
A cantora americana Julie Mcknight, o tecladista Wayne Vaughn e o cantor Victor Brooks farão juntos uma deliciosa mistura de ritmos, que divide um show entre músicas próprias e sucessos de gênios da soul music americana.
(Los Angeles-USA)
Domingo – Dia 30/05
Rhandhal & Trio
A brasilidade no Jazz
Bossa-nova, Chorinho, Sambalanço, Baião e Xote. Clássicos destes estilos serão interpretados com muita energia por Rhandal e seu trio, anfitriões locais do festival.
Bocato
Com part. de Flávia Fonseca
Um dos maiores trombonistas do Brasil mostra todo seu talento e carisma
Talento este que fez com que gravasse com Elis Regina e tocasse com artistas como Rita Lee, Ney Matogrosso e Roberto Carlos. Músico formado em composição e regência faz um espetáculo de sua tão bem executada virtuose.
(São Paulo-SP)
John Pizzarelli
A elegância e o bom humor do Jazz
Uma saborosa receita musical: John combina sua guitarra tipicamente jazzística com um repertório recheado de pérolas de gigantes da canção norte-americana. O músico também preenche o repertório com sucessos dos Beatles.
(New York-USA)
Todos os dias, ao longo do dia
A alegria dos mágicos ritmos de New Orleans, para anunciar a festa.
Pequenos espetáculos descompromissados feitos por músicos de muito talento! O Bourbon Fest Paraty recria os "Buskers", shows com artistas de rua que tradicionalmente tocam por alguns trocados em grandes capitais como NY e Londres. Além disso, haverá a Dixie Square Jazz Band que percorrerá as ruas históricas e, junto com os Bukers, aquecerá o público para as noites do festival.
Paraty tem vocação cultural!
A cidade anteriormente conhecida por sua história, começou a ser vista por um novo ângulo assim que começou a sediar a Flip (Feira Literária Internacional de Paraty) e a partir daí criou uma efervescência artística sem tamanho.
Um pouquinho paulista, um tantinho carioca e dona de um aspecto “cult”, a importância da cidade confere charme e personalidade ao Festival Internacional de Jazz e Blues, evento que retribui homenageando a rica cultura musical do local incluindo no casting apresentações dos bons grupos musicais que vivem ou sempre estão presentes na cidade.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 24/05/2010
Jornal da Tarde
"Thiago Pethit no Sesc Pompeia".
"Banda Mantiqueira se apresenta hoje, no Tom Jazz".
"Macaco Bong, no Sesc Consolação".
Jornal do Brasil
"Rolling Stones assumem topo da parada inglesa pela 1ª vez desde 94".
"Rihanna mostra as coxas em festival no País de Gales".
"Britney Spears ultrapassa Ashton Kutcher em seguidores no Twitter".
"Thiago Pethit no Sesc Pompeia".
"Banda Mantiqueira se apresenta hoje, no Tom Jazz".
"Macaco Bong, no Sesc Consolação".
Jornal do Brasil
"Rolling Stones assumem topo da parada inglesa pela 1ª vez desde 94".
"Rihanna mostra as coxas em festival no País de Gales".
"Britney Spears ultrapassa Ashton Kutcher em seguidores no Twitter".
JT - Thiago Pethit no Sesc
Jornal da Tarde
O cantor Thiago Pethit faz show grátis amanhã, às 21h, na choperia do Sesc Pompeia. No repertório, canções do primeiro disco ‘Berlim, Texas’, como ‘Voix de Ville’. A apresentação acontece dentro do projeto ‘Prata da Casa’. Rua Clélia, 93. 3871-7700. 800 lugares.
O cantor Thiago Pethit faz show grátis amanhã, às 21h, na choperia do Sesc Pompeia. No repertório, canções do primeiro disco ‘Berlim, Texas’, como ‘Voix de Ville’. A apresentação acontece dentro do projeto ‘Prata da Casa’. Rua Clélia, 93. 3871-7700. 800 lugares.
JT - Banda Mantiqueira se apresenta hoje
Jornal da Tarde
A big band Mantiqueira faz show hoje, às 21h30, no Tom Jazz. Liderada pelo instrumentista Nailor Azevedo, o Proveta, o show será de músicas instrumentais. Av. Angélica. Higienópolis, 2331. 3255-0084. R$40.
A big band Mantiqueira faz show hoje, às 21h30, no Tom Jazz. Liderada pelo instrumentista Nailor Azevedo, o Proveta, o show será de músicas instrumentais. Av. Angélica. Higienópolis, 2331. 3255-0084. R$40.
JT - Macaco Bong
Jornal da Tarde
O power trio Macaco Bong se apresenta hoje, às 19h, no Sesc Consolação. As canções do grupo cuiabano não têm letras e o repertório será composto basicamente com as músicas do elogiado primeiro disco ‘Artista Igual Pedreiro’. Teatro Anchieta. Rua Dr. Vila Nova, 245. 3234-3061. Grátis. 320 lugares
O power trio Macaco Bong se apresenta hoje, às 19h, no Sesc Consolação. As canções do grupo cuiabano não têm letras e o repertório será composto basicamente com as músicas do elogiado primeiro disco ‘Artista Igual Pedreiro’. Teatro Anchieta. Rua Dr. Vila Nova, 245. 3234-3061. Grátis. 320 lugares
JB - Rolling Stones assumem topo da parada inglesa pela 1ª vez desde 94
Portal Terra
LONDRES - A versão remasterizada de Exile On Main Street, do Rolling Stones, que assumiu o topo da parada britânica em 1972 no seu lançamento original, repetiu o feito nesta semana, no Reino Unido. Este é o primeiro disco da banda de Mick Jagger e Keith Richards que atinge o lugar mais alto da lista desde Voodoo Lounge, de 1994.
O "lançamento" dos veteranos superou outras estreias da semana, como The Dance, de Faithless, e The Defamation of Strickland Banks, do Plan B.
Já entre os singles, Nothin On You, de B.o.B., ficou com o lugar mais alto da parada, enquanto canções de Jason Derulo e Roll Deep completaram o pódio.
Confira a parada:
Álbuns
1. The Rolling Stones - 'Exile On Main St'
2. Faithless - 'The Dance'
3. Plan B - 'The Defamation Of Strickland Banks'
4. The Baseballs - 'Strike 5'
5. Lady Gaga - 'The Fame'
6. Keane - 'Night Train'
7. LCD Soundsystem - 'This Is Happening'
8. Alicia Keys - 'The Element Of Freedom'
9. AC/DC - 'Iron Man 2 OST'
10. Florence and The Machine - 'Lungs'
Singles
1. B.o.B - 'Nothin' On You' (feat. Bruno Mars)
2. Jason Derulo - 'Ridin' Solo'
3. Roll Deep - 'Good Times'
4. Alexandra Burke - 'All Night Long' (feat. Pitbull)
5. Edward Maya - 'Stereo Love' (feat. Vika Jigulina)
6. Usher - 'OMG' (feat. Will I Am)
7. Aggro Santos - 'Candy' (feat. Kimberly Wyatt)
8. Plan B - 'She Said'
9. Fyfe Dangerfield - 'She's Always A Woman'
10. Leeds United Team & Supporters - 'Leeds Leeds Leeds (Marching On Together)'
LONDRES - A versão remasterizada de Exile On Main Street, do Rolling Stones, que assumiu o topo da parada britânica em 1972 no seu lançamento original, repetiu o feito nesta semana, no Reino Unido. Este é o primeiro disco da banda de Mick Jagger e Keith Richards que atinge o lugar mais alto da lista desde Voodoo Lounge, de 1994.
O "lançamento" dos veteranos superou outras estreias da semana, como The Dance, de Faithless, e The Defamation of Strickland Banks, do Plan B.
Já entre os singles, Nothin On You, de B.o.B., ficou com o lugar mais alto da parada, enquanto canções de Jason Derulo e Roll Deep completaram o pódio.
Confira a parada:
Álbuns
1. The Rolling Stones - 'Exile On Main St'
2. Faithless - 'The Dance'
3. Plan B - 'The Defamation Of Strickland Banks'
4. The Baseballs - 'Strike 5'
5. Lady Gaga - 'The Fame'
6. Keane - 'Night Train'
7. LCD Soundsystem - 'This Is Happening'
8. Alicia Keys - 'The Element Of Freedom'
9. AC/DC - 'Iron Man 2 OST'
10. Florence and The Machine - 'Lungs'
Singles
1. B.o.B - 'Nothin' On You' (feat. Bruno Mars)
2. Jason Derulo - 'Ridin' Solo'
3. Roll Deep - 'Good Times'
4. Alexandra Burke - 'All Night Long' (feat. Pitbull)
5. Edward Maya - 'Stereo Love' (feat. Vika Jigulina)
6. Usher - 'OMG' (feat. Will I Am)
7. Aggro Santos - 'Candy' (feat. Kimberly Wyatt)
8. Plan B - 'She Said'
9. Fyfe Dangerfield - 'She's Always A Woman'
10. Leeds United Team & Supporters - 'Leeds Leeds Leeds (Marching On Together)'
JB - Rihanna mostra as coxas em festival no País de Gales
Portal Terra
BANGOR - Uma das principais atrações do Radio 1 Big Weekend, a cantora Rihanna ajudou a fechar o festival realizado em Bangor, no País de Gales, promovido pela emissora BBC. Com seu figurino ousado, ela abusou da sensualidade em suas coreografias no show deste domingo.
Rihanna, que já estava em turnê pela Europa, levou todo seu equipamento para o palco. Dançarinos e um show pirotécnico embalaram os hits Rude Boy e Umbrella, que fizeram parte dos 40 minutos da apresentação da cantora.
Nesta edição 2010, além de Rihanna, os dois dias de festival (22 e 23), contaram com shows de Paramore, Ke$ha, Vampire Weekend, MGMT, 30 Seconds to Mars, Lostprophets, 30 Seconds do Mars, Justin Bieber e outros.
BANGOR - Uma das principais atrações do Radio 1 Big Weekend, a cantora Rihanna ajudou a fechar o festival realizado em Bangor, no País de Gales, promovido pela emissora BBC. Com seu figurino ousado, ela abusou da sensualidade em suas coreografias no show deste domingo.
Rihanna, que já estava em turnê pela Europa, levou todo seu equipamento para o palco. Dançarinos e um show pirotécnico embalaram os hits Rude Boy e Umbrella, que fizeram parte dos 40 minutos da apresentação da cantora.
Nesta edição 2010, além de Rihanna, os dois dias de festival (22 e 23), contaram com shows de Paramore, Ke$ha, Vampire Weekend, MGMT, 30 Seconds to Mars, Lostprophets, 30 Seconds do Mars, Justin Bieber e outros.
JB - Britney Spears ultrapassa Ashton Kutcher em seguidores no Twitter
Portal Terra
NOVA YORK - O ator Ashton Kutcher sempre ergueu o troféu de grande recordista de seguidores no microblog Twitter. Porém, desta vez, Britney Spears ultrapassou o ator em número de interessados em ler os posts diários.
Com 4.945.136 seguidores, Britney tomou o troféu de Kutcher, que mantém o número de 4.491.449fãs. Porém, curiosamente, não é Britney quem posta seus 140 caracteres, de acordo com o Just Jared. A cantora possui uma equipe que faz isso por ela, além de seu empresário Adam Leber, que escreve mais lá do que em seu próprio perfil. Ashton, por outro lado, escreve suas próprias mensagens.
Outra curiosidade é o número de posts diários: enquanto Britney mantém uma média de 1,7 post por dia, Kutcher atinge 11,2.
NOVA YORK - O ator Ashton Kutcher sempre ergueu o troféu de grande recordista de seguidores no microblog Twitter. Porém, desta vez, Britney Spears ultrapassou o ator em número de interessados em ler os posts diários.
Com 4.945.136 seguidores, Britney tomou o troféu de Kutcher, que mantém o número de 4.491.449fãs. Porém, curiosamente, não é Britney quem posta seus 140 caracteres, de acordo com o Just Jared. A cantora possui uma equipe que faz isso por ela, além de seu empresário Adam Leber, que escreve mais lá do que em seu próprio perfil. Ashton, por outro lado, escreve suas próprias mensagens.
Outra curiosidade é o número de posts diários: enquanto Britney mantém uma média de 1,7 post por dia, Kutcher atinge 11,2.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 21/05/2010
Estado de São Paulo
"Virada Cultural Paulista é atração em 30 cidades".
Folha de São Paulo
"Música no aeroporto reúne instrumentistas em Congonhas (SP)".
"O Trio Sabiá faz show hoje no Centro Cultural Banco do Brasil".
"Documentário sobre os Rolling Stones será exibido no Brasil em junho".
"Assista "Mormaço", novo clipe do Paralamas do Sucesso".
Jornal da Tarde
"Tangos imortais de Piazzolla, no Bridgestone Music Festival".
"Chicas fazem show em São Paulo".
"Será a encarnação de Jacob do Bandolim? O público pode conferir o som de Danilo hoje e amanhã, às 19h, no Auditório Ibirapuera".
"Cauby Peixoto apresenta espetáculo com a obra de Roberto Carlos".
"Autores estrangeiros e brasileiros recriam o cancioneiro de Chico Buarque em livro".
"Lagoa na sala de estar, as mudanças significativas Taylor Swift".
"Virada Cultural Paulista é atração em 30 cidades".
Folha de São Paulo
"Música no aeroporto reúne instrumentistas em Congonhas (SP)".
"O Trio Sabiá faz show hoje no Centro Cultural Banco do Brasil".
"Documentário sobre os Rolling Stones será exibido no Brasil em junho".
"Assista "Mormaço", novo clipe do Paralamas do Sucesso".
Jornal da Tarde
"Tangos imortais de Piazzolla, no Bridgestone Music Festival".
"Chicas fazem show em São Paulo".
"Será a encarnação de Jacob do Bandolim? O público pode conferir o som de Danilo hoje e amanhã, às 19h, no Auditório Ibirapuera".
"Cauby Peixoto apresenta espetáculo com a obra de Roberto Carlos".
"Autores estrangeiros e brasileiros recriam o cancioneiro de Chico Buarque em livro".
"Lagoa na sala de estar, as mudanças significativas Taylor Swift".
Estadão - Virada Cultural Paulista é atração em 30 cidades
AE - Agência Estado
Depois da capital, chega a vez do interior receber as atrações da edição 2010 da Virada Cultural Paulista, que começa às 18 horas de sábado e vai até as 18 horas de domingo. Trinta cidades vão receber atrações musicais internacionais e locais. Na 4.ª edição do evento promovido pela Secretaria da Cultura do Estado estão previstas 1.077 apresentações gratuitas - investimento de R$ 6,5 milhões.
A expectativa é de que 1,5 milhão de pessoas se mobilize para ir aos shows. A Secretaria espera levar o público paulistano para as cidades mais próximas da capital, como São Bernardo do Campo, Santos, Jundiaí, Mogi das Cruzes e Sorocaba. DJs, exibição de filmes, intervenções urbanas, ópera, espetáculos de teatro, dança e circo fazem parte da programação, que está completa no site www.viradaculturalpaulista.sp.gov.br
Pouco mais de cinco meses após a cidade ser quase destruída pelas chuvas, São Luís do Paraitinga faz mais uma edição da sua homenagem ao Divino Espírito Santo, festa realizada há mais de 200 anos. O evento vai até domingo. Neste ano, cerca de 10 mil turistas são esperados para ver missas, procissões e danças folclóricas, como o Moçambique e a congada. As informações são do Jornal da Tarde.
Destaques da Programação
Cat Power
Jundiaí (sábado, às 22h30) e São José dos Campos (domingo, às 17h).
Manu Chao
Santos (madrugada de sábado para domingo, à 0h) e
Araraquara (domingo, às 17h).
Yann Tiersen
Piracicaba (sábado, às 22h30) e São João da Boa Vista
(domingo, 16h30).
Mudhoney
Mogi das Cruzes (domingo, à 0h) e São José do Rio Preto
(domingo, às 17h).
Bebel Gilberto
Indaiatuba (domingo, às 17h).
Sepultura
Caraguatatuba (domingo, à 0h).
Ultraje a Rigor
Bauru (domingo, à 0h) e S. Bárbara D?Oeste (domingo, às 17h).
Titãs
Sorocaba (domingo, à 0h) e Ribeirão Preto (domingo, às 17h).
Depois da capital, chega a vez do interior receber as atrações da edição 2010 da Virada Cultural Paulista, que começa às 18 horas de sábado e vai até as 18 horas de domingo. Trinta cidades vão receber atrações musicais internacionais e locais. Na 4.ª edição do evento promovido pela Secretaria da Cultura do Estado estão previstas 1.077 apresentações gratuitas - investimento de R$ 6,5 milhões.
A expectativa é de que 1,5 milhão de pessoas se mobilize para ir aos shows. A Secretaria espera levar o público paulistano para as cidades mais próximas da capital, como São Bernardo do Campo, Santos, Jundiaí, Mogi das Cruzes e Sorocaba. DJs, exibição de filmes, intervenções urbanas, ópera, espetáculos de teatro, dança e circo fazem parte da programação, que está completa no site www.viradaculturalpaulista.sp.gov.br
Pouco mais de cinco meses após a cidade ser quase destruída pelas chuvas, São Luís do Paraitinga faz mais uma edição da sua homenagem ao Divino Espírito Santo, festa realizada há mais de 200 anos. O evento vai até domingo. Neste ano, cerca de 10 mil turistas são esperados para ver missas, procissões e danças folclóricas, como o Moçambique e a congada. As informações são do Jornal da Tarde.
Destaques da Programação
Cat Power
Jundiaí (sábado, às 22h30) e São José dos Campos (domingo, às 17h).
Manu Chao
Santos (madrugada de sábado para domingo, à 0h) e
Araraquara (domingo, às 17h).
Yann Tiersen
Piracicaba (sábado, às 22h30) e São João da Boa Vista
(domingo, 16h30).
Mudhoney
Mogi das Cruzes (domingo, à 0h) e São José do Rio Preto
(domingo, às 17h).
Bebel Gilberto
Indaiatuba (domingo, às 17h).
Sepultura
Caraguatatuba (domingo, à 0h).
Ultraje a Rigor
Bauru (domingo, à 0h) e S. Bárbara D?Oeste (domingo, às 17h).
Titãs
Sorocaba (domingo, à 0h) e Ribeirão Preto (domingo, às 17h).
Folha - Música no aeroporto reúne instrumentistas em Congonhas (SP)
da Reportagem Local
O aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, é palco nesta sexta-feira para as apresentações do projeto "Música no Aeroporto". O evento contará com mais 70 instrumentistas brasileiros. Os espetáculos ocorrem às 7h e às 18h.
"Música no Aeroporto"
Onde: Aeroporto de Congonhas - av. Washigton Luís, s/nº, região sul, São Paulo, tel.:0/xx/11/5090-9000
Quando: Sex., às 7h e às 18h
Quanto: grátis
O Trio Sabiá faz show hoje no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. Liderada por Tio Joca, a banda apresenta clássicos consagrados por Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.
"Trio Sabiá"
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - r. Álvares Penteado, 112, região central, tel.:0/xx/11/3113-3651
Quando: Sex., às 12h30
Quanto: grátis
O aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, é palco nesta sexta-feira para as apresentações do projeto "Música no Aeroporto". O evento contará com mais 70 instrumentistas brasileiros. Os espetáculos ocorrem às 7h e às 18h.
"Música no Aeroporto"
Onde: Aeroporto de Congonhas - av. Washigton Luís, s/nº, região sul, São Paulo, tel.:0/xx/11/5090-9000
Quando: Sex., às 7h e às 18h
Quanto: grátis
O Trio Sabiá faz show hoje no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. Liderada por Tio Joca, a banda apresenta clássicos consagrados por Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.
"Trio Sabiá"
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil - r. Álvares Penteado, 112, região central, tel.:0/xx/11/3113-3651
Quando: Sex., às 12h30
Quanto: grátis
Folha - Documentário sobre os Rolling Stones será exibido no Brasil em junho
da Reportagem Local

Charlie Watts, Mick Jagger e Keith Richards na apresentação do filme "Rolling Stones - Exílio em Main Street"
O mais novo documentário sobre Rolling Stones que passou esta semana pelo Festival de Cannes chegará ao Brasil já no mês que vem. O filme "Rolling Stones - Exílio em Main Street" será exibido pelo canal pago Multishow no dia 4 de junho às 23h com horários alternativos nos dias 5, 6 e 8 do mesmo mês.
O filme dirigido por Stephen Kijak mostra os bastidores da gravação do clássico álbum "Exile on Main Street", lançado pelos Rolling Stones em 1972. O documentário reúne depoimentos exclusivos dos integrantes da banda além de declarações de Martin Scorsese, Jack White e Bill Clinton.
O filme traz ainda fotos de arquivo e imagens registradas na época que foram resgatadas entre as sobras de um documentário nunca lançado oficialmente.

Charlie Watts, Mick Jagger e Keith Richards na apresentação do filme "Rolling Stones - Exílio em Main Street"
O mais novo documentário sobre Rolling Stones que passou esta semana pelo Festival de Cannes chegará ao Brasil já no mês que vem. O filme "Rolling Stones - Exílio em Main Street" será exibido pelo canal pago Multishow no dia 4 de junho às 23h com horários alternativos nos dias 5, 6 e 8 do mesmo mês.
O filme dirigido por Stephen Kijak mostra os bastidores da gravação do clássico álbum "Exile on Main Street", lançado pelos Rolling Stones em 1972. O documentário reúne depoimentos exclusivos dos integrantes da banda além de declarações de Martin Scorsese, Jack White e Bill Clinton.
O filme traz ainda fotos de arquivo e imagens registradas na época que foram resgatadas entre as sobras de um documentário nunca lançado oficialmente.
Folha - Assista "Mormaço", novo clipe do Paralamas do Sucesso
da Reportagem Local
O grupo Paralamas do Sucesso lançou ontem na internet seu novo clipe, "Mormaço". A faixa faz parte do disco "Brasil Afora" (2009). O cantor Zé Ramalho e o artista paraibano Totonho fazem participação especial no vídeo, que foi dirigido por Lírio Ferreira, de "Baile Perfumado" e "Árido Movie".
O grupo Paralamas do Sucesso lançou ontem na internet seu novo clipe, "Mormaço". A faixa faz parte do disco "Brasil Afora" (2009). O cantor Zé Ramalho e o artista paraibano Totonho fazem participação especial no vídeo, que foi dirigido por Lírio Ferreira, de "Baile Perfumado" e "Árido Movie".
JT - Tangos imortais de Piazzolla
Jornal da Tarde
O baterista Daniel ‘Pipi’ Piazzolla se apresenta hoje, às 21h ,no Bridgestone Music Festival. Ele é neto de Astor Piazzolla e vai tocar os tangos imortalizados pelo avô. Pipi será acompanhado de um sexteto. Citibank Hall. Av. dos Jamaris, 213. De R$ 20 a R$ 120. Tel.: 4003-5588.
O baterista Daniel ‘Pipi’ Piazzolla se apresenta hoje, às 21h ,no Bridgestone Music Festival. Ele é neto de Astor Piazzolla e vai tocar os tangos imortalizados pelo avô. Pipi será acompanhado de um sexteto. Citibank Hall. Av. dos Jamaris, 213. De R$ 20 a R$ 120. Tel.: 4003-5588.
JT - Chicas fazem show em São Paulo
Jornal da Tarde
As quatro meninas cariocas do grupo Chicas fazem show hoje e amanhã, às 22h, no Tom Jazz. No repertório, canções de Lenine e Gonzaguinha. Av. Angélica, 2.331, Higienópolis. 3255-0084. R$ 40.
As quatro meninas cariocas do grupo Chicas fazem show hoje e amanhã, às 22h, no Tom Jazz. No repertório, canções de Lenine e Gonzaguinha. Av. Angélica, 2.331, Higienópolis. 3255-0084. R$ 40.
JT - Será a encarnação de Jacob do Bandolim?
Jornal da Tarde
Há quem afirme que o bandolinista Danilo Brito é a encarnação de Jacob do Bandolim. O público pode conferir o som de Danilo hoje e amanhã, às 19h, no Auditório Ibirapuera. Av. Pedro Álvares Cabral. 3629-1014. R$ 30.
Há quem afirme que o bandolinista Danilo Brito é a encarnação de Jacob do Bandolim. O público pode conferir o som de Danilo hoje e amanhã, às 19h, no Auditório Ibirapuera. Av. Pedro Álvares Cabral. 3629-1014. R$ 30.
JT - Cauby Peixoto apresenta espetáculo com a obra de Roberto Carlos
Jornal da Tarde
Aos 79 anos, Cauby Peixoto continua na ativa. Depois de fazer, há algumas semanas, um show em homenagem a Frank Sinatra, agora ele apresenta espetáculo com a obra de Roberto Carlos. Hoje, às 21h30, e amanhã, às 21h, no Teatro Fecap. Av. Liberdade, 532. 2626-0929. R$ 100. 400Lugares.
Aos 79 anos, Cauby Peixoto continua na ativa. Depois de fazer, há algumas semanas, um show em homenagem a Frank Sinatra, agora ele apresenta espetáculo com a obra de Roberto Carlos. Hoje, às 21h30, e amanhã, às 21h, no Teatro Fecap. Av. Liberdade, 532. 2626-0929. R$ 100. 400Lugares.
JT - Canções de Chico em prosa de peso
Jornal da Tarde
Autores estrangeiros e brasileiros recriam o cancioneiro de Chico Buarque em livro.
Chico Buarque não começou sua carreira como cantor ou compositor. Na adolescência, foi contista e cronista, escrevendo num jornal de colégio progressista dirigido por padres, antes de ser consagrado como escritor e receber prêmios (como o Jabuti, por Budapeste, em 2004). Talvez por isso as letras de suas canções estejam impregnadas de cifradas citações literárias – de Eurípides (Gota D’Água) a Maupassant (Geni) – e exerçam atração incomum sobre outros autores. Dez deles foram selecionados pelo escritor e jornalista Ronaldo Bressane (autor de Céu de Lúcifer) para recriar em prosa o cancioneiro de Buarque no livro Essa História Está Diferente (Companhia das Letras, 264 págs., R$ 45), que chega às livrarias dia 27 e reúne dez contos de autores brasileiros e estrangeiros. Integram a última lista os argentinos Alan Pauls e Rodrigo Fresán, o mexicano Mario Bellatin, o moçambicano Mia Couto. Os seis brasileiros são o mineiro André Sant’Anna, o paulistano Cadão Volpato, a carioca Carola Saavedra, os gaúchos João Gilberto Noll e Luís Fernando Verissimo e o cearense Xico Sá.
Bressane não dirigiu os ouvidos de seus convidados. Concedeu a eles total liberdade para a escolha das canções, reinterpretadas ou usadas como pretexto para a construção desses diversos contos, concebidos em diferentes registros, que vão do cômico (caso da “versão” de Verissimo para Feijoada Completa) à tragédia social (a dos meninos de rua contada por André Sant’Anna com base na canção Brejo da Cruz).
Entre o riso e o siso, há lugar para uma viagem nostálgica de João Gilberto Noll, que toma a canção As Vitrines como guia do conto A Calça Branca, mudando o sexo dos personagens ao fazer da figura entrevista nas vitrines de uma galeria um homem que foi o primeiro amante do observador.
Curiosamente, os autores estrangeiros são mais solenes ao retrabalhar as canções de Buarque. Alan Pauls trata o conflito do casal de Ela Faz Cinema. O mexicano Mauro Bellatin, que não tem um braço, relata uma experiência pessoal e usa Construção como metáfora. Finalmente, o moçambicano Mia Couto fala de uma traição para recontar Olhos nos Olhos. Tocante. Antonio Gonçalves Filho
Autores estrangeiros e brasileiros recriam o cancioneiro de Chico Buarque em livro.
Chico Buarque não começou sua carreira como cantor ou compositor. Na adolescência, foi contista e cronista, escrevendo num jornal de colégio progressista dirigido por padres, antes de ser consagrado como escritor e receber prêmios (como o Jabuti, por Budapeste, em 2004). Talvez por isso as letras de suas canções estejam impregnadas de cifradas citações literárias – de Eurípides (Gota D’Água) a Maupassant (Geni) – e exerçam atração incomum sobre outros autores. Dez deles foram selecionados pelo escritor e jornalista Ronaldo Bressane (autor de Céu de Lúcifer) para recriar em prosa o cancioneiro de Buarque no livro Essa História Está Diferente (Companhia das Letras, 264 págs., R$ 45), que chega às livrarias dia 27 e reúne dez contos de autores brasileiros e estrangeiros. Integram a última lista os argentinos Alan Pauls e Rodrigo Fresán, o mexicano Mario Bellatin, o moçambicano Mia Couto. Os seis brasileiros são o mineiro André Sant’Anna, o paulistano Cadão Volpato, a carioca Carola Saavedra, os gaúchos João Gilberto Noll e Luís Fernando Verissimo e o cearense Xico Sá.
Bressane não dirigiu os ouvidos de seus convidados. Concedeu a eles total liberdade para a escolha das canções, reinterpretadas ou usadas como pretexto para a construção desses diversos contos, concebidos em diferentes registros, que vão do cômico (caso da “versão” de Verissimo para Feijoada Completa) à tragédia social (a dos meninos de rua contada por André Sant’Anna com base na canção Brejo da Cruz).
Entre o riso e o siso, há lugar para uma viagem nostálgica de João Gilberto Noll, que toma a canção As Vitrines como guia do conto A Calça Branca, mudando o sexo dos personagens ao fazer da figura entrevista nas vitrines de uma galeria um homem que foi o primeiro amante do observador.
Curiosamente, os autores estrangeiros são mais solenes ao retrabalhar as canções de Buarque. Alan Pauls trata o conflito do casal de Ela Faz Cinema. O mexicano Mauro Bellatin, que não tem um braço, relata uma experiência pessoal e usa Construção como metáfora. Finalmente, o moçambicano Mia Couto fala de uma traição para recontar Olhos nos Olhos. Tocante. Antonio Gonçalves Filho
JT - Lagoa na sala de estar
Jornal da Tarde
Desde que se mudou para um apartamento em Nashville (EUA), Taylor Swift fez algumas mudanças significativas na estrutura da casa. “Agora, há salas onde não existiam antes”, disse a cantora country à revista People. As alterações não pararam por aí. “Instalei uma lagoa na sala de estar do apartamento. Agora, quero começar colocando algumas arraias na lagoa. Não quero que as pessoas pensem que eu estou louca. Mas não seria legal?”, pergunta a mocinha.
Desde que se mudou para um apartamento em Nashville (EUA), Taylor Swift fez algumas mudanças significativas na estrutura da casa. “Agora, há salas onde não existiam antes”, disse a cantora country à revista People. As alterações não pararam por aí. “Instalei uma lagoa na sala de estar do apartamento. Agora, quero começar colocando algumas arraias na lagoa. Não quero que as pessoas pensem que eu estou louca. Mas não seria legal?”, pergunta a mocinha.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 20/05/2010
Estado de São Paulo
"Jazz contemporâneo abre a primeira noite do Bridgestone Festival em SP".
Folha de São Paulo
"Não me lembro a última vez em que me barbeei", diz vocalista do ZZ Top".
"Paul McCartney bate-papo com fãs pela internet nesta quinta".
Jornal da Tarde
"O ídolo de Miles Davis, O veterano pianista Ahmad Jamal hoje, às 21h, no Bridgestone Music Festival".
"Show de estreia de Edsonn e Enrique, Villa Country".
"Chris Brown, no Credicard Hall".
"Cindy de volta às paradas".
"Rock sem frescura, banda ZZ Top se apresentam pela primeira vez no Brasil, com som alto e acelerado".
"Jazz contemporâneo abre a primeira noite do Bridgestone Festival em SP".
Folha de São Paulo
"Não me lembro a última vez em que me barbeei", diz vocalista do ZZ Top".
"Paul McCartney bate-papo com fãs pela internet nesta quinta".
Jornal da Tarde
"O ídolo de Miles Davis, O veterano pianista Ahmad Jamal hoje, às 21h, no Bridgestone Music Festival".
"Show de estreia de Edsonn e Enrique, Villa Country".
"Chris Brown, no Credicard Hall".
"Cindy de volta às paradas".
"Rock sem frescura, banda ZZ Top se apresentam pela primeira vez no Brasil, com som alto e acelerado".
Estadão - Jazz contemporâneo abre a primeira noite do Bridgestone Festival em SP
estadão.com.br
Evento terá ainda Dave Holland, Melissa Walker e Ahmad Jamal, que completa 80 anos no mês que vem.
A terceira edição do Bridgestone Festival em São Paulo teve início na noite desta quarta-feira, 19, e contou com as apresentações do pianista Uri Caine e a cantora Barbara Walker, além do Christian Scott Quintet. Neste ano, assim como no ano passado, quando trouxe o baterista Jimmy Cobb e seu tributo aos 50 anos do disco Kind Of Blue, de Miles Davis, o festival oferece um dos conjuntos mais disputados dos últimos anos, o The Overtone Quarter, formado por Dave Holland (baixo), Eric Harland (bateria), Chris Potter (sax) e Jason Moran (piano). O quarteto toca no dia 21 de maio, no Citibank Hall, na capital paulista.
Evento terá ainda Dave Holland, Melissa Walker e Ahmad Jamal, que completa 80 anos no mês que vem.
A terceira edição do Bridgestone Festival em São Paulo teve início na noite desta quarta-feira, 19, e contou com as apresentações do pianista Uri Caine e a cantora Barbara Walker, além do Christian Scott Quintet. Neste ano, assim como no ano passado, quando trouxe o baterista Jimmy Cobb e seu tributo aos 50 anos do disco Kind Of Blue, de Miles Davis, o festival oferece um dos conjuntos mais disputados dos últimos anos, o The Overtone Quarter, formado por Dave Holland (baixo), Eric Harland (bateria), Chris Potter (sax) e Jason Moran (piano). O quarteto toca no dia 21 de maio, no Citibank Hall, na capital paulista.
Folha - "Não me lembro a última vez em que me barbeei", diz vocalista do ZZ Top
da Reportagem Local
Billy Gibbons começou a cultivar sua atual barba em um mundo em que ainda havia os Beatles, Pelé reinava no futebol e o Brasil estava sob uma ditadura militar. "Não me lembro a última vez em que me barbeei. Sei que foi bem antes de começarmos a banda."
A banda em questão é o ZZ Top, formada em 1969 em Houston, no Texas, por Gibbons (guitarra e vocal), Dusty Hill (baixo e também dono de uma barba espetacular) e Frank Beard (bateria e bigode).
O trio está junto desde então --são 41 anos com a mesma formação, algo que não encontra paralelo em bandas roqueiras de grande repercussão.
Então, a pergunta inevitável: qual o segredo?
"Talvez porque nós sempre gostamos dos mesmos músicos. É um elemento comum que faz não ser tão difícil permanecer juntos", conta Gibbons, por telefone. "Fazemos um blues rock com toque moderno e gostamos disso."
A liga que uniu com tanta eficiência esses roqueiros é feita de gente como Muddy Waters (1915-83) e Howlin' Wolf (1910-76), da linhagem de ouro do blues norte-americano.
E por que demoraram tanto para vir ao Brasil, já que suas primeiras apresentações por aqui acontecem hoje e amanhã no Via Funchal, em São Paulo?
"Estivemos ensaiando por 40 anos. Acho que finalmente ficamos bons para irmos à América do Sul", brinca.
A banda prepara disco com o requisitado produtor Rick Rubin (Beastie Boys, Metallica, Johnny Cash). "Ele tem ideias interessantes, quer que façamos coisas de uma maneira diferente. Há algo em comum entre nossos discos. Não sei se é o som da guitarra ou a combinação de nós três tocando juntos. Se tentamos fazer um cover de 'Whole Lotta Love' [Led Zeppelin], sai 'Whole Lotta ZZ'."
E, voltando à barba, uma pergunta hipotética: se fosse leiloá-la, quanto acha que ganharia? "Provavelmente o suficiente para me mudar para o Brasil, comprar casa na praia e viver bem o resto da vida."
ZZ TOP
Quando: hoje e amanhã, às 22h
Onde: Via Funchal (r. Funchal, 65, tel. 2144-5444
Quanto: de R$ 200 a R$ 500
Classificação: 12 anos
Billy Gibbons começou a cultivar sua atual barba em um mundo em que ainda havia os Beatles, Pelé reinava no futebol e o Brasil estava sob uma ditadura militar. "Não me lembro a última vez em que me barbeei. Sei que foi bem antes de começarmos a banda."
A banda em questão é o ZZ Top, formada em 1969 em Houston, no Texas, por Gibbons (guitarra e vocal), Dusty Hill (baixo e também dono de uma barba espetacular) e Frank Beard (bateria e bigode).
O trio está junto desde então --são 41 anos com a mesma formação, algo que não encontra paralelo em bandas roqueiras de grande repercussão.
Então, a pergunta inevitável: qual o segredo?
"Talvez porque nós sempre gostamos dos mesmos músicos. É um elemento comum que faz não ser tão difícil permanecer juntos", conta Gibbons, por telefone. "Fazemos um blues rock com toque moderno e gostamos disso."
A liga que uniu com tanta eficiência esses roqueiros é feita de gente como Muddy Waters (1915-83) e Howlin' Wolf (1910-76), da linhagem de ouro do blues norte-americano.
E por que demoraram tanto para vir ao Brasil, já que suas primeiras apresentações por aqui acontecem hoje e amanhã no Via Funchal, em São Paulo?
"Estivemos ensaiando por 40 anos. Acho que finalmente ficamos bons para irmos à América do Sul", brinca.
A banda prepara disco com o requisitado produtor Rick Rubin (Beastie Boys, Metallica, Johnny Cash). "Ele tem ideias interessantes, quer que façamos coisas de uma maneira diferente. Há algo em comum entre nossos discos. Não sei se é o som da guitarra ou a combinação de nós três tocando juntos. Se tentamos fazer um cover de 'Whole Lotta Love' [Led Zeppelin], sai 'Whole Lotta ZZ'."
E, voltando à barba, uma pergunta hipotética: se fosse leiloá-la, quanto acha que ganharia? "Provavelmente o suficiente para me mudar para o Brasil, comprar casa na praia e viver bem o resto da vida."
ZZ TOP
Quando: hoje e amanhã, às 22h
Onde: Via Funchal (r. Funchal, 65, tel. 2144-5444
Quanto: de R$ 200 a R$ 500
Classificação: 12 anos
Folha - Paul McCartney bate-papo com fãs pela internet nesta quinta
da Reportagem Local
Paul McCartney irá conversar com seus fãs pela internet nesta quinta. O encontro virtual terá 20 minutos e irá acontecer no site Ustream a partir das 17h da tarde em Londres (13h em Brasília).
Esta será a primeira vez que o ex-Beatle se coloca em contato direto com seus admiradores através da internet. McCartney irá falar com os fãs de dentro de seu estúdio durante um intervalo nos ensaios para seus próximos shows.
Paul está em turnê mundial e tem shows marcados até julho. Nos próximos meses ele deverá se apresentar no México, no Reino Unido e nos Estados Unidos
Paul McCartney irá conversar com seus fãs pela internet nesta quinta. O encontro virtual terá 20 minutos e irá acontecer no site Ustream a partir das 17h da tarde em Londres (13h em Brasília).
Esta será a primeira vez que o ex-Beatle se coloca em contato direto com seus admiradores através da internet. McCartney irá falar com os fãs de dentro de seu estúdio durante um intervalo nos ensaios para seus próximos shows.
Paul está em turnê mundial e tem shows marcados até julho. Nos próximos meses ele deverá se apresentar no México, no Reino Unido e nos Estados Unidos
JT - O ídolo de Miles Davis
Jornal da Tarde
O veterano pianista Ahmad Jamal, 79 anos, é a atração de hoje, às 21h, no Bridgestone Music Festival. Ele tocará com o baixista James Cammack. Miles Davis (1926-1991) foi um grande fã de Ahmad. Citibank Hall. Av. dos Jamaris, 213. De R$ 50 a R$ 120. 4003-5588.
O veterano pianista Ahmad Jamal, 79 anos, é a atração de hoje, às 21h, no Bridgestone Music Festival. Ele tocará com o baixista James Cammack. Miles Davis (1926-1991) foi um grande fã de Ahmad. Citibank Hall. Av. dos Jamaris, 213. De R$ 50 a R$ 120. 4003-5588.
JT - Show de estreia de Edsonn e Enrique
Jornal da Tarde
A dupla sertaneja Edsonn & Enrique faz hoje, às 20h, show de estreia do primeiro disco, cantando as músicas ‘Eu Quero Mais’ e ‘Beijo na Boca’. Villa Country. Av. Francisco Matarazzo, 774. R$ 30. 3868-5858.
A dupla sertaneja Edsonn & Enrique faz hoje, às 20h, show de estreia do primeiro disco, cantando as músicas ‘Eu Quero Mais’ e ‘Beijo na Boca’. Villa Country. Av. Francisco Matarazzo, 774. R$ 30. 3868-5858.
JT - Chris Brown
Jornal da Tarde
O cantor Chris Brown, ex-namorado de Rihanna, se apresenta hoje, pela primeira vez no Brasil, às 21h30, no Credicard Hall. No show, ele cantará os hits do seu terceiro álbum: ‘Graffiti’. Av. das Nações Unidas, 17.955. 4003-0848. Ingressos de R$ 100 a R$ 400. 6.938 lugares
O cantor Chris Brown, ex-namorado de Rihanna, se apresenta hoje, pela primeira vez no Brasil, às 21h30, no Credicard Hall. No show, ele cantará os hits do seu terceiro álbum: ‘Graffiti’. Av. das Nações Unidas, 17.955. 4003-0848. Ingressos de R$ 100 a R$ 400. 6.938 lugares
JT - Cindy de volta às paradas
Jornal da Tarde
Ícone da música dos anos 80, Cindy Lauper acaba de lançar o primeiro single de seu próximo álbum. Intitulada ‘Just Your Fool’, a faixa já está no iTunes e chegará às lojas em 22 de junho, com o CD ‘Memphis Blues’. BB King e Allen Toussaint participam do disco.
Ícone da música dos anos 80, Cindy Lauper acaba de lançar o primeiro single de seu próximo álbum. Intitulada ‘Just Your Fool’, a faixa já está no iTunes e chegará às lojas em 22 de junho, com o CD ‘Memphis Blues’. BB King e Allen Toussaint participam do disco.
JT - Rock sem frescura
Jornal da Tarde
Sessentões da banda ZZ Top se apresentam pela primeira vez no Brasil, com som alto e acelerado.
Guitarra, baixo e bateria. Os barbudos sessentões Billy Gibbons, Dusty Hill e Frank Beard, do trio texano de hard rock ZZ Top, formado em 1969, só precisaram desses três instrumentos para se tornarem uma espécie de lenda no meio musical. Agora, a banda se apresenta pela primeira vez na América Latina, em shows em Santiago, no Chile; Buenos Aires, na Argentina, e em Porto Alegre e São Paulo. Na capital paulista, eles farão dois shows: hoje e amanhã, no Via Funchal. No repertório, não faltarão as canções com letras satíricas, a maioria delas falando de bebidas, mulher, carros e do Texas, como, por exemplo, La Grange, Tush e Got Me Under Pressure.
Em entrevista ao JT, o vocalista e guitarrista Billy Gibbons brincou, dizendo que eles usam barba grande por tanto tempo que não reconheceria mais seu companheiro de banda, Dusty Hill, sem os pêlos no rosto. A exceção é o baterista, Frank Beard, que a mantém aparada. “Bem no começo da banda, quando os uísques eram poucos, eu vi Dusty sem barba, mas não por muito tempo”, conta Gibbons. Eles levam a barba tão a sério que, em 1984, recusaram US$1 milhão para aparecerem de barba feita num comercial da Gillette. “Sempre nos perguntam quanto seria necessário para cortarmos a barba. A realidade é que a ideia de nos contemplar com a barba feita é assustadora demais para ser concebida”, diz.
A respeito da demora em virem ao Brasil para o primeiro show, Gibbons tem uma resposta na ponta da língua: “Demoramos porque queríamos ter certeza de que teríamos as músicas bem construídas, para trazermos o melhor show possível. Estamos há uns 40 anos ou mais ajustando os detalhes para o show no Brasil. Agora, estamos prontos!”. Da música nacional, no entanto, eles conhecem pouco, mas citam Os Mutantes. “Adoramos trios musicais”, declara o roqueiro. Enquanto isso, no Texas, a adoração pelo ZZ Top é tanta que, quando era o governador do estado, George W. Bush criou o Dia do ZZ Top. “Foi uma ótima surpresa e certamente uma grande honra para nós”, conta Billy Gibbons.
Coerentes com sua filosofia de vida, que inclui aí mulher, rock, cerveja e carros, os integrantes da banda também já receberam diversas homenagens ao redor do mundo neste sentido. Gibbons é colecionador de carros e motos. Em sua coleção, possui modelos exclusivos modificados para homenagear a banda. É o caso do The Eliminator, um Ford-3, Hot Rod, de 1933, e também do CadZZilla, feito em cima de um Cadillac, ano 1948. No Brasil, a banda também será presenteada com um carro. No caso, o modelo será um ZZ Cruiser, um Chrysler PT Cruiser customizado, que leva a assinatura do piloto Emerson Fittipaldi e estará exposto no saguão do Via Funchal. “Já estamos sabendo desse presente e iremos preparar uma guitarra customizada para o Fittipaldi”, avisa Gibbons. “Nós cantamos e tocamos sobre carros e gostamos disso. Por isso, faremos um show com um som alto e acelerado”.
DIVIRTA-SE
ZZ Top. Hoje e a amanhã,
às 22h. Via Funchal. Rua Funchal, 65. Vila Olímpia. De R$ 200
a R$300. 2144-5444.
6mil lugares. 120 min. 12 anos.
Restam poucos ingressos.
www.viafunchal.com.br.
Sessentões da banda ZZ Top se apresentam pela primeira vez no Brasil, com som alto e acelerado.
Guitarra, baixo e bateria. Os barbudos sessentões Billy Gibbons, Dusty Hill e Frank Beard, do trio texano de hard rock ZZ Top, formado em 1969, só precisaram desses três instrumentos para se tornarem uma espécie de lenda no meio musical. Agora, a banda se apresenta pela primeira vez na América Latina, em shows em Santiago, no Chile; Buenos Aires, na Argentina, e em Porto Alegre e São Paulo. Na capital paulista, eles farão dois shows: hoje e amanhã, no Via Funchal. No repertório, não faltarão as canções com letras satíricas, a maioria delas falando de bebidas, mulher, carros e do Texas, como, por exemplo, La Grange, Tush e Got Me Under Pressure.
Em entrevista ao JT, o vocalista e guitarrista Billy Gibbons brincou, dizendo que eles usam barba grande por tanto tempo que não reconheceria mais seu companheiro de banda, Dusty Hill, sem os pêlos no rosto. A exceção é o baterista, Frank Beard, que a mantém aparada. “Bem no começo da banda, quando os uísques eram poucos, eu vi Dusty sem barba, mas não por muito tempo”, conta Gibbons. Eles levam a barba tão a sério que, em 1984, recusaram US$1 milhão para aparecerem de barba feita num comercial da Gillette. “Sempre nos perguntam quanto seria necessário para cortarmos a barba. A realidade é que a ideia de nos contemplar com a barba feita é assustadora demais para ser concebida”, diz.
A respeito da demora em virem ao Brasil para o primeiro show, Gibbons tem uma resposta na ponta da língua: “Demoramos porque queríamos ter certeza de que teríamos as músicas bem construídas, para trazermos o melhor show possível. Estamos há uns 40 anos ou mais ajustando os detalhes para o show no Brasil. Agora, estamos prontos!”. Da música nacional, no entanto, eles conhecem pouco, mas citam Os Mutantes. “Adoramos trios musicais”, declara o roqueiro. Enquanto isso, no Texas, a adoração pelo ZZ Top é tanta que, quando era o governador do estado, George W. Bush criou o Dia do ZZ Top. “Foi uma ótima surpresa e certamente uma grande honra para nós”, conta Billy Gibbons.
Coerentes com sua filosofia de vida, que inclui aí mulher, rock, cerveja e carros, os integrantes da banda também já receberam diversas homenagens ao redor do mundo neste sentido. Gibbons é colecionador de carros e motos. Em sua coleção, possui modelos exclusivos modificados para homenagear a banda. É o caso do The Eliminator, um Ford-3, Hot Rod, de 1933, e também do CadZZilla, feito em cima de um Cadillac, ano 1948. No Brasil, a banda também será presenteada com um carro. No caso, o modelo será um ZZ Cruiser, um Chrysler PT Cruiser customizado, que leva a assinatura do piloto Emerson Fittipaldi e estará exposto no saguão do Via Funchal. “Já estamos sabendo desse presente e iremos preparar uma guitarra customizada para o Fittipaldi”, avisa Gibbons. “Nós cantamos e tocamos sobre carros e gostamos disso. Por isso, faremos um show com um som alto e acelerado”.
DIVIRTA-SE
ZZ Top. Hoje e a amanhã,
às 22h. Via Funchal. Rua Funchal, 65. Vila Olímpia. De R$ 200
a R$300. 2144-5444.
6mil lugares. 120 min. 12 anos.
Restam poucos ingressos.
www.viafunchal.com.br.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 19/05/2010
Estado de São Paulo
"Trio Retrofoguetes faz hoje primeiro de três shows em SP".
Folha de São Paulo
"Irmão de Michael Jackson arruma briga com família de Clark Gable".
Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta
"O saxofonista Thiago França se apresenta hoje na Galeria Olido".
"Líder da banda baiana Brincando de Deus, o músico Messias é a atração da noite no Studio SP".
""Adoraria tocar no Brasil", diz John Fogerty, ex-líder do Creedence".
"Por trás de Lady Gaga, há uma música tradicional, diz produtor".
"Lista das mais tocadas no Brasil consagra a canção simplória".
"Festival em São Paulo reúne facetas da música negra".
Jornal da Tarde
"As aventuras de Punkbrega,o gaúcho Wander Wildner faz show amanhã, às 23h59, no Studio SP".
"Uma semana inteira dedicada ao jazz,começa hoje, às 21h, o Bridgestone Music Festival no Citibank Hall".
"Katinguelê faz show amanhã às 22h30, no Capella Beer".
"Teatro do Sesi tem apresentação de Mônica Salmaso e do grupo Sujeito a Guincho".
"Trio Retrofoguetes faz hoje primeiro de três shows em SP".
Folha de São Paulo
"Irmão de Michael Jackson arruma briga com família de Clark Gable".
Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta
"O saxofonista Thiago França se apresenta hoje na Galeria Olido".
"Líder da banda baiana Brincando de Deus, o músico Messias é a atração da noite no Studio SP".
""Adoraria tocar no Brasil", diz John Fogerty, ex-líder do Creedence".
"Por trás de Lady Gaga, há uma música tradicional, diz produtor".
"Lista das mais tocadas no Brasil consagra a canção simplória".
"Festival em São Paulo reúne facetas da música negra".
Jornal da Tarde
"As aventuras de Punkbrega,o gaúcho Wander Wildner faz show amanhã, às 23h59, no Studio SP".
"Uma semana inteira dedicada ao jazz,começa hoje, às 21h, o Bridgestone Music Festival no Citibank Hall".
"Katinguelê faz show amanhã às 22h30, no Capella Beer".
"Teatro do Sesi tem apresentação de Mônica Salmaso e do grupo Sujeito a Guincho".
Estadão - Trio Retrofoguetes faz hoje primeiro de três shows em SP
AE - Agência Estado
O trio baiano Retrofoguetes saiu na frente, em 2002, nessa crescente tendência de bandas que produzem música instrumental dançante a partir do rock. Os músicos fazem hoje, no Studio SP, o primeiro de três shows em São Paulo, dando ênfase ao repertório do novo e independente álbum, "Chachachá". Na sexta, eles se apresentam ao vivo na TV Trama, às 16 h, e no domingo tocam na Virada Cultural Paulista, às 14 horas, no Palco do Povo, em Presidente Prudente.
Além de Morotó Slim (guitarra, guitarra baiana, violão, lap steel e voz em uma faixa), Rex (bateria, castanholas e pandeirola) e CH Straatmann (contrabaixo elétrico e acústico), o CD tem o dedo do maestro Letieres Leite (criador da Orkestra Rumpilezz), que assina os arranjos de sopro, e a guitarra baiana de Aroldo Macedo, filho de Osmar, criador do instrumento que revolucionou a música baiana nos anos 1950.
Apesar de distribuírem fotos em que fazem poses que lembram os alemães do Kraftwerk, Straatmann faz questão de frisar que a música deles nada tem de eletrônica. "Somos analógicos, nossos instrumentos são tocados. O Kraftwerk é uma banda que curtimos, mas a influência estética vem principalmente de filmes e seriados B de ficção científica. Muito do que ouvimos, lemos ou gostamos pode vir a influenciar nossa música em alguns aspectos", diz o baixista. "A surf music continua sendo um viés forte no nosso trabalho, os timbres e intenções estão todos lá."
No segundo disco de carreira (eles também gravaram um só com músicas de Natal em 2004), o trio de Salvador decidiu explorar mais "a capacidade de compor variados temas", mas suas principais características ''sonoras e pessoais'' prevalecem. "Creio que conseguimos criar uma identidade muito própria, mesmo tocando coisas diferentes. Decidimos trabalhar para a música, então se surgia um tango ou um mambo entre nossas composições, o que fazíamos era tentar tocar aquilo com real sinceridade. Esse tem sido o nosso caminho", diz o músico. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Retrofoguetes - Studio SP (Rua Augusta, 591). Tel. (011) 3129-7040. Lançamento do CD "Chachacha". Por volta de meia-noite e meia. R$ 20 e R$ 10 (com nome na lista).
O trio baiano Retrofoguetes saiu na frente, em 2002, nessa crescente tendência de bandas que produzem música instrumental dançante a partir do rock. Os músicos fazem hoje, no Studio SP, o primeiro de três shows em São Paulo, dando ênfase ao repertório do novo e independente álbum, "Chachachá". Na sexta, eles se apresentam ao vivo na TV Trama, às 16 h, e no domingo tocam na Virada Cultural Paulista, às 14 horas, no Palco do Povo, em Presidente Prudente.
Além de Morotó Slim (guitarra, guitarra baiana, violão, lap steel e voz em uma faixa), Rex (bateria, castanholas e pandeirola) e CH Straatmann (contrabaixo elétrico e acústico), o CD tem o dedo do maestro Letieres Leite (criador da Orkestra Rumpilezz), que assina os arranjos de sopro, e a guitarra baiana de Aroldo Macedo, filho de Osmar, criador do instrumento que revolucionou a música baiana nos anos 1950.
Apesar de distribuírem fotos em que fazem poses que lembram os alemães do Kraftwerk, Straatmann faz questão de frisar que a música deles nada tem de eletrônica. "Somos analógicos, nossos instrumentos são tocados. O Kraftwerk é uma banda que curtimos, mas a influência estética vem principalmente de filmes e seriados B de ficção científica. Muito do que ouvimos, lemos ou gostamos pode vir a influenciar nossa música em alguns aspectos", diz o baixista. "A surf music continua sendo um viés forte no nosso trabalho, os timbres e intenções estão todos lá."
No segundo disco de carreira (eles também gravaram um só com músicas de Natal em 2004), o trio de Salvador decidiu explorar mais "a capacidade de compor variados temas", mas suas principais características ''sonoras e pessoais'' prevalecem. "Creio que conseguimos criar uma identidade muito própria, mesmo tocando coisas diferentes. Decidimos trabalhar para a música, então se surgia um tango ou um mambo entre nossas composições, o que fazíamos era tentar tocar aquilo com real sinceridade. Esse tem sido o nosso caminho", diz o músico. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Retrofoguetes - Studio SP (Rua Augusta, 591). Tel. (011) 3129-7040. Lançamento do CD "Chachacha". Por volta de meia-noite e meia. R$ 20 e R$ 10 (com nome na lista).
Folha - Irmão de Michael Jackson arruma briga com família de Clark Gable
da Reportagem Local
Uma decisão tomada por um dos irmão do cantor Michael Jackson, Randy, tem deixado descontentes os familiares de astros hollywoodianos que já morreram.
De acordo com o site "TMZ", o irmão de Jackson queria deixar o túmulo do cantor para visitação pública no dia 25 de junho, dia em que a morte do cantor completa um ano.
Porém, no mesmo local, estão os túmulos de atores como Clark Gable, cuja família não está nada feliz com a ideia de Randy.
O neto de Gable disse ao site que o túmulo "não seria mais tão sagrado" se todos pudessem entrar.
Uma decisão tomada por um dos irmão do cantor Michael Jackson, Randy, tem deixado descontentes os familiares de astros hollywoodianos que já morreram.
De acordo com o site "TMZ", o irmão de Jackson queria deixar o túmulo do cantor para visitação pública no dia 25 de junho, dia em que a morte do cantor completa um ano.
Porém, no mesmo local, estão os túmulos de atores como Clark Gable, cuja família não está nada feliz com a ideia de Randy.
O neto de Gable disse ao site que o túmulo "não seria mais tão sagrado" se todos pudessem entrar.
Folha - Catraca Livre apresenta sugestões para esta quarta
da Reportagem Local
O saxofonista Thiago França se apresenta hoje na Galeria Olido em São Paulo. Tocando samba e choro, o músico já participou de diversos discos de samba e fez os arranjos do álbum "Olha quem chega", da cantora Dona Inah.
"Thiago França"
Onde: Galeria Olido - av. São João, 473, República, região central, São Paulo. tel.:0/xx/11/3331-8399
Quando: Qua., às 19h
Quanto: grátis
Líder da banda baiana Brincando de Deus, o músico Messias é a atração da noite no Studio SP. Ele apresenta seu primeiro trabalho solo intitulado de "Escrever-me, Envelhecer-me, Esquecer-me".
"Messias"
Onde: Studio SP - r. Augusta, 591, Cerqueira César, região central, São Paulo. tel.:0/xx/11/3129-7040
Quando: Qua., às 19h30
Quanto: grátis
O saxofonista Thiago França se apresenta hoje na Galeria Olido em São Paulo. Tocando samba e choro, o músico já participou de diversos discos de samba e fez os arranjos do álbum "Olha quem chega", da cantora Dona Inah.
"Thiago França"
Onde: Galeria Olido - av. São João, 473, República, região central, São Paulo. tel.:0/xx/11/3331-8399
Quando: Qua., às 19h
Quanto: grátis
Líder da banda baiana Brincando de Deus, o músico Messias é a atração da noite no Studio SP. Ele apresenta seu primeiro trabalho solo intitulado de "Escrever-me, Envelhecer-me, Esquecer-me".
"Messias"
Onde: Studio SP - r. Augusta, 591, Cerqueira César, região central, São Paulo. tel.:0/xx/11/3129-7040
Quando: Qua., às 19h30
Quanto: grátis
Folha - "Adoraria tocar no Brasil", diz John Fogerty, ex-líder do Creedence
de Los Angeles
John Fogerty, criador e voz da banda Creedence Clearwater Revival, foi homenageado na noite de terça-feira, com um prêmio pelo conjunto da obra, num jantar de gala em Los Angeles.
Fogerty, 64, fez um pequeno show, com cerca de 10 músicas, entre elas clássicos como "Green River" e "Bad Moon Rising". Na banda, estavam seus filhos Shane e Tyler. Na plateia, a cantora country Taylor Swift e o produtor de Lady Gaga, RedOne.
Por trás de Lady Gaga, há uma música tradicional, diz produtor
A homenagem fez parte da 58a edição do BMI Pop Awards, organizado por uma associação de compositores e músicos sediada nos EUA.
Antes da cerimônia, Fogerty conversou com a imprensa. "Eu adoraria tocar na América do Sul. Nos ainda não descobrimos como, mas eu sempre falo sobre isso e sempre escuto isso de fãs. Então não tenho dúvidas de que em breve eu irei", disse o músico à Folha.
Enquanto Fogerty fica sem visitar o Brasil, a banda "cover" Creedence Clearwater Revisited costuma lotar apresentações pelo país. O grupo foi formado nos anos 90 pelo baixista e pelo baterista da banda original, Stu Cook e Doug Clifford, ideia nunca aceita por Forgety, que rompeu com os dois. Ele preferiu não comentar sobre o grupo.
Autor de tantos clássicos, o cantor e compositor disse que fazer um hit é simples como "seguir uma boa vibração". "Tem apenas que soar verdadeiro. Às vezes, alguma coisa te bate, quer ir a algum lugar e você tem que ouvir isso, não pode deixar escapar. Deixe falar e siga. É quase como sintonizar uma estação de rádio", disse.
John Fogerty, criador e voz da banda Creedence Clearwater Revival, foi homenageado na noite de terça-feira, com um prêmio pelo conjunto da obra, num jantar de gala em Los Angeles.
Fogerty, 64, fez um pequeno show, com cerca de 10 músicas, entre elas clássicos como "Green River" e "Bad Moon Rising". Na banda, estavam seus filhos Shane e Tyler. Na plateia, a cantora country Taylor Swift e o produtor de Lady Gaga, RedOne.
Por trás de Lady Gaga, há uma música tradicional, diz produtor
A homenagem fez parte da 58a edição do BMI Pop Awards, organizado por uma associação de compositores e músicos sediada nos EUA.
Antes da cerimônia, Fogerty conversou com a imprensa. "Eu adoraria tocar na América do Sul. Nos ainda não descobrimos como, mas eu sempre falo sobre isso e sempre escuto isso de fãs. Então não tenho dúvidas de que em breve eu irei", disse o músico à Folha.
Enquanto Fogerty fica sem visitar o Brasil, a banda "cover" Creedence Clearwater Revisited costuma lotar apresentações pelo país. O grupo foi formado nos anos 90 pelo baixista e pelo baterista da banda original, Stu Cook e Doug Clifford, ideia nunca aceita por Forgety, que rompeu com os dois. Ele preferiu não comentar sobre o grupo.
Autor de tantos clássicos, o cantor e compositor disse que fazer um hit é simples como "seguir uma boa vibração". "Tem apenas que soar verdadeiro. Às vezes, alguma coisa te bate, quer ir a algum lugar e você tem que ouvir isso, não pode deixar escapar. Deixe falar e siga. É quase como sintonizar uma estação de rádio", disse.
Folha - Por trás de Lady Gaga, há uma música tradicional, diz produtor
enviada especial a Los Angeles
Produtor de Lady Gaga e coautor de sete hits da popstar americana, o músico marroquino RedOne acredita que o segredo do sucesso da parceria dos dois é fazer músicas atemporais, não pensar muito e ter um bom julgamento.
RedOne, nome artístico de Nadir Khayat, recebeu na noite de terça-feira o prêmio de melhor compositor pop do ano pelas canções "Poker Face", "Fire Burning", "Just Dance" e "Love Game", na 58a edição dos prêmios da BMI, uma organização que representa mais de 400 mil compositores e músicos no mundo.
"A produção que eu faço para Lady Gaga pode ser a coisa mais cool do mundo, mas a gente sempre tem uma música boa por trás, uma coisa tradicional, como os Beatles. Sempre pensamos nessas lendas", disse RedOne à Folha, antes da cerimônia em Los Angeles.
"Também não pensamos demais. Graças a Deus provamos que temos um bom julgamento, que nosso controle de qualidade é alto e sabemos o que estamos fazendo. Provamos que as pessoas amam o que achávamos que seriam hits."
Na véspera do evento, RedOne estava em turnê com Lady Gaga na Europa. Sobre a possibilidade de fazer shows na América do Sul, ele apenas comentou que ama a região, assim como Lady Gaga. "Ela já comentou que amaria ir à América do Sul, mas honestamente não sei quando isso vai acontecer", disse RedOne.
RedOne, vencedor de dois Grammys neste ano, já trabalhou com Michael Jackson, Lionel Richie, Enrique Iglesias e Quincy Jones, para quem compôs recentemente uma nova música e produziu a nova versão de "We are the World", para as vítimas do terremoto no Haiti.
Sobre a parceria com artistas diversos, ele comentou que, antes de tudo, observa o jeito de cada artista. "Depois eu tento amplificar isso, melhorar, ou combinar o que eu sou com o que eles são. Qualquer tipo de música que eu faço tem que representá-los da melhor forma possível", disse.
RedOne comentou que, mesmo em turnê, Lady Gaga não para de trabalhar nem nos dias de folga. "Ela sempre arranja um jeito de ir para o estúdio, de escrever", disse. "Ela trabalha duro, e vou te dizer, ela ama tudo isso. Ninguém a obriga, ela simplesmente ama isso."
"Estamos trabalhando em novas coisas. O clima [do novo disco] vai ser incrível. Sempre nos focamos em fazer músicas que são atemporais. Mesmo se a produção for super cool, é sempre uma música. Porque somos compositores no final das contas."
Produtor de Lady Gaga e coautor de sete hits da popstar americana, o músico marroquino RedOne acredita que o segredo do sucesso da parceria dos dois é fazer músicas atemporais, não pensar muito e ter um bom julgamento.
RedOne, nome artístico de Nadir Khayat, recebeu na noite de terça-feira o prêmio de melhor compositor pop do ano pelas canções "Poker Face", "Fire Burning", "Just Dance" e "Love Game", na 58a edição dos prêmios da BMI, uma organização que representa mais de 400 mil compositores e músicos no mundo.
"A produção que eu faço para Lady Gaga pode ser a coisa mais cool do mundo, mas a gente sempre tem uma música boa por trás, uma coisa tradicional, como os Beatles. Sempre pensamos nessas lendas", disse RedOne à Folha, antes da cerimônia em Los Angeles.
"Também não pensamos demais. Graças a Deus provamos que temos um bom julgamento, que nosso controle de qualidade é alto e sabemos o que estamos fazendo. Provamos que as pessoas amam o que achávamos que seriam hits."
Na véspera do evento, RedOne estava em turnê com Lady Gaga na Europa. Sobre a possibilidade de fazer shows na América do Sul, ele apenas comentou que ama a região, assim como Lady Gaga. "Ela já comentou que amaria ir à América do Sul, mas honestamente não sei quando isso vai acontecer", disse RedOne.
RedOne, vencedor de dois Grammys neste ano, já trabalhou com Michael Jackson, Lionel Richie, Enrique Iglesias e Quincy Jones, para quem compôs recentemente uma nova música e produziu a nova versão de "We are the World", para as vítimas do terremoto no Haiti.
Sobre a parceria com artistas diversos, ele comentou que, antes de tudo, observa o jeito de cada artista. "Depois eu tento amplificar isso, melhorar, ou combinar o que eu sou com o que eles são. Qualquer tipo de música que eu faço tem que representá-los da melhor forma possível", disse.
RedOne comentou que, mesmo em turnê, Lady Gaga não para de trabalhar nem nos dias de folga. "Ela sempre arranja um jeito de ir para o estúdio, de escrever", disse. "Ela trabalha duro, e vou te dizer, ela ama tudo isso. Ninguém a obriga, ela simplesmente ama isso."
"Estamos trabalhando em novas coisas. O clima [do novo disco] vai ser incrível. Sempre nos focamos em fazer músicas que são atemporais. Mesmo se a produção for super cool, é sempre uma música. Porque somos compositores no final das contas."
Folha - Lista das mais tocadas no Brasil consagra a canção simplória
da Reportagem Local
Depois de uma rápida olhada na lista das músicas mais executadas nas rádios do país, a constatação é inevitável: o gosto popular se afastou completamente do que a MPB produz de mais interessante e sofisticado.
Uma relação que teve em outras épocas "Olhos nos Olhos", de Chico Buarque, ou "Bem que se Quis", de Marisa Monte, fica hoje limitada a canções comportadas, anódinas, simplórias.
Trata-se da lista considerada a mais confiável no gênero, feita pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), que recolhe direitos autorais no Brasil. Engloba rádios AM e FM e abrange de janeiro a dezembro de 2009.
Entre as dez mais bem colocadas há apenas duas músicas de artistas estrangeiros, uma delas a campeã, "Halo", de Beyoncé. Com fenômeno de massa não se discute.
Outros 12 países também tiveram a música no topo das paradas. Pop eficientíssimo, de receita comprovada, feito para conquistar territórios sem se preocupar com as "vítimas".
A outra gringa da lista também segue uma cartilha redondinha: é "I'm Yours", de Jason Mraz, a bola da vez do surf pop, o estilo calminho e "pra cima" liderado por Jack Johnson.
Nas canções nativas, o sertanejo moderno predomina. Victor e Leo, puxados pela boa-pinta e por uma música na trilha de novela no ano anterior, emplacaram duas: a romântica "Borboletas" e a louvação à vida rural "Deus e Eu no Sertão".
Cheios de boas intenções, mas versos como "Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito/ Parecido com borboletas num jardim" entregam a escassez de recursos líricos.
Já João Bosco e Vinicius (nomes que involuntariamente evocam uma fase mais brilhante da MPB) são poeticamente tão "simples" que até uma vírgula falta no título da canção "Chora Me Chama".
Não se pode dizer que Nando Reis e Samuel Rosa não tenham os predicados para grandes composições. "Sutilmente", do Skank, é uma reserva de qualidade na lista.
Mas é triste que tanto ela como "Vem Andar Comigo", que é mais do mesmo Jota Quest, sinalizem um pop rock comportado, digerível. Onde estão as músicas dos grupos mais endeusados pela molecada?
NX Zero e Fresno fecharam o ano com milhares de fã-clubes, mas eles definitivamente não estão sentados esperando o rádio tocar. Devem estar espertos, baixando e trocando o que querem ouvir, na hora que bem entendem.
A chamada nova MPB, de Vanessas, Céus e Mallus, ganha comentários na mídia, mas nem sonha com um "top 10" assim. A lista é completada com gospel, pop rasteiro e trilha de luau que alguém pode até confundir com reggae de verdade.
A presença de Regis Danese se explica pela fé e só mesmo com muita fé para crer que "Faz um Milagre em Mim" mereça todo esse sucesso.
Já a bonitinha cantora pop Ornella de Santis teve ajuda do cantor Belo (a única e modestíssima menção ao samba) para transformar "Agenda" num hit "chiclete", à Latino.
E, para encerrar de forma sintomática este comentário, sobrou "Versos Simples", do Chimarruts, cujo título sintetiza e condena o atual estágio de nossa parada de sucessos.
Depois de uma rápida olhada na lista das músicas mais executadas nas rádios do país, a constatação é inevitável: o gosto popular se afastou completamente do que a MPB produz de mais interessante e sofisticado.
Uma relação que teve em outras épocas "Olhos nos Olhos", de Chico Buarque, ou "Bem que se Quis", de Marisa Monte, fica hoje limitada a canções comportadas, anódinas, simplórias.
Trata-se da lista considerada a mais confiável no gênero, feita pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), que recolhe direitos autorais no Brasil. Engloba rádios AM e FM e abrange de janeiro a dezembro de 2009.
Entre as dez mais bem colocadas há apenas duas músicas de artistas estrangeiros, uma delas a campeã, "Halo", de Beyoncé. Com fenômeno de massa não se discute.
Outros 12 países também tiveram a música no topo das paradas. Pop eficientíssimo, de receita comprovada, feito para conquistar territórios sem se preocupar com as "vítimas".
A outra gringa da lista também segue uma cartilha redondinha: é "I'm Yours", de Jason Mraz, a bola da vez do surf pop, o estilo calminho e "pra cima" liderado por Jack Johnson.
Nas canções nativas, o sertanejo moderno predomina. Victor e Leo, puxados pela boa-pinta e por uma música na trilha de novela no ano anterior, emplacaram duas: a romântica "Borboletas" e a louvação à vida rural "Deus e Eu no Sertão".
Cheios de boas intenções, mas versos como "Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito/ Parecido com borboletas num jardim" entregam a escassez de recursos líricos.
Já João Bosco e Vinicius (nomes que involuntariamente evocam uma fase mais brilhante da MPB) são poeticamente tão "simples" que até uma vírgula falta no título da canção "Chora Me Chama".
Não se pode dizer que Nando Reis e Samuel Rosa não tenham os predicados para grandes composições. "Sutilmente", do Skank, é uma reserva de qualidade na lista.
Mas é triste que tanto ela como "Vem Andar Comigo", que é mais do mesmo Jota Quest, sinalizem um pop rock comportado, digerível. Onde estão as músicas dos grupos mais endeusados pela molecada?
NX Zero e Fresno fecharam o ano com milhares de fã-clubes, mas eles definitivamente não estão sentados esperando o rádio tocar. Devem estar espertos, baixando e trocando o que querem ouvir, na hora que bem entendem.
A chamada nova MPB, de Vanessas, Céus e Mallus, ganha comentários na mídia, mas nem sonha com um "top 10" assim. A lista é completada com gospel, pop rasteiro e trilha de luau que alguém pode até confundir com reggae de verdade.
A presença de Regis Danese se explica pela fé e só mesmo com muita fé para crer que "Faz um Milagre em Mim" mereça todo esse sucesso.
Já a bonitinha cantora pop Ornella de Santis teve ajuda do cantor Belo (a única e modestíssima menção ao samba) para transformar "Agenda" num hit "chiclete", à Latino.
E, para encerrar de forma sintomática este comentário, sobrou "Versos Simples", do Chimarruts, cujo título sintetiza e condena o atual estágio de nossa parada de sucessos.
Folha - Festival em São Paulo reúne facetas da música negra
colaboração para a Folha
Misturar veteranos com jovens promessas, na tentativa de abarcar um leque diverso da música negra atual, é a receita do Bridgestone Music Festival para a sua terceira edição, que começa hoje em São Paulo.
Em um extremo, o pianista Ahmad Jamal e o baixista Dave Holland, que carregam décadas de estrada musical. No outro, o destaque fica com o trompetista Christian Scott, que desembarca em SP aos 26 anos.
O festival, que dá ênfase ao jazz, vem também bem municiado no segmento "cantoras". Na abertura do evento, sobe ao palco Barbara Walker.
Amanhã é a vez da revelação Dee Alexander. E no sábado, último dia de apresentações, Melissa Walker exibe sua voz.
Natural de Chicago, Dee Alexander, 55, começou a ganhar destaque na cena jazzística em tempos recentes. Seu último álbum, "Wild Is the Wind", de 2009, recebeu cinco estrelas (cotação máxima) da mítica revista "Down Beat".
"É a primeira vez que vou ao Brasil, que conheço apenas por músicos como Milton Nascimento, Astrud Gilberto e Eliane Elias, e estou muito empolgada", disse Alexander à Folha por telefone.
"Quero observar e explorar as sonoridades das ruas do país, sentir a pulsação e o ritmo das pessoas."
Apesar de seu recente disco ter sonoridade mais tradicional, a cantora está intimamente ligada à cena vanguardista de Chicago e faz parte da AACM (associação musical criada nos anos 1960 com papel fundamental na difusão do free jazz).
Para o show, a cantora vem com o grupo Evolution Ensemble e promete apresentar sonoridades que vão do jazz ao gospel, do soul ao R&B.
"As possibilidades são ilimitadas. Tento utilizar minha voz como um instrumento, simulando sons de trombone, saxofone ou violino. Não me considero uma típica cantora de jazz. Busco caminhos pouco explorados", diz.
Dona de voz potente e aconchegante, a artista --que cita Nina Simone e Dinah Washington como influências-- tem, cada vez mais, alimentado sua faceta de compositora.
"Mas sempre ficava apreensiva em contar minhas histórias. Agora estou mais segura com o que tenho a dizer."
Quem for apreciar Dee Alexander no palco terá ainda a oportunidade de ver o lendário Ahmad Jamal em ação.
O pianista, um dos favoritos de Miles Davis, está em atividade desde a década de 1940. Dono de um dedilhado refinado e envolvente, Jamal fecha a noite de amanhã.
"Chegar à AACM foi como nascer de novo e encontrar uma liberdade infinita de criação de sons, tonalidades e ritmos. O free jazz segue vivo, com muitos músicos jovens e criativos abraçando essa música e a conduzindo a diferentes rumos", afirma ela.
BRIDGESTONE MUSIC FESTIVAL
Quando: de hoje a sáb., às 21h
Onde: Citibank Hall (al. dos Jamaris, 213, tel. 2846-6232)
Quanto: de R$ 50 a R$ 120
Classificação: 18 anos
Misturar veteranos com jovens promessas, na tentativa de abarcar um leque diverso da música negra atual, é a receita do Bridgestone Music Festival para a sua terceira edição, que começa hoje em São Paulo.
Em um extremo, o pianista Ahmad Jamal e o baixista Dave Holland, que carregam décadas de estrada musical. No outro, o destaque fica com o trompetista Christian Scott, que desembarca em SP aos 26 anos.
O festival, que dá ênfase ao jazz, vem também bem municiado no segmento "cantoras". Na abertura do evento, sobe ao palco Barbara Walker.
Amanhã é a vez da revelação Dee Alexander. E no sábado, último dia de apresentações, Melissa Walker exibe sua voz.
Natural de Chicago, Dee Alexander, 55, começou a ganhar destaque na cena jazzística em tempos recentes. Seu último álbum, "Wild Is the Wind", de 2009, recebeu cinco estrelas (cotação máxima) da mítica revista "Down Beat".
"É a primeira vez que vou ao Brasil, que conheço apenas por músicos como Milton Nascimento, Astrud Gilberto e Eliane Elias, e estou muito empolgada", disse Alexander à Folha por telefone.
"Quero observar e explorar as sonoridades das ruas do país, sentir a pulsação e o ritmo das pessoas."
Apesar de seu recente disco ter sonoridade mais tradicional, a cantora está intimamente ligada à cena vanguardista de Chicago e faz parte da AACM (associação musical criada nos anos 1960 com papel fundamental na difusão do free jazz).
Para o show, a cantora vem com o grupo Evolution Ensemble e promete apresentar sonoridades que vão do jazz ao gospel, do soul ao R&B.
"As possibilidades são ilimitadas. Tento utilizar minha voz como um instrumento, simulando sons de trombone, saxofone ou violino. Não me considero uma típica cantora de jazz. Busco caminhos pouco explorados", diz.
Dona de voz potente e aconchegante, a artista --que cita Nina Simone e Dinah Washington como influências-- tem, cada vez mais, alimentado sua faceta de compositora.
"Mas sempre ficava apreensiva em contar minhas histórias. Agora estou mais segura com o que tenho a dizer."
Quem for apreciar Dee Alexander no palco terá ainda a oportunidade de ver o lendário Ahmad Jamal em ação.
O pianista, um dos favoritos de Miles Davis, está em atividade desde a década de 1940. Dono de um dedilhado refinado e envolvente, Jamal fecha a noite de amanhã.
"Chegar à AACM foi como nascer de novo e encontrar uma liberdade infinita de criação de sons, tonalidades e ritmos. O free jazz segue vivo, com muitos músicos jovens e criativos abraçando essa música e a conduzindo a diferentes rumos", afirma ela.
BRIDGESTONE MUSIC FESTIVAL
Quando: de hoje a sáb., às 21h
Onde: Citibank Hall (al. dos Jamaris, 213, tel. 2846-6232)
Quanto: de R$ 50 a R$ 120
Classificação: 18 anos
JT - As aventuras de Punkbrega
Jornal da Tarde
O gaúcho Wander Wildner faz show amanhã, às 23h59, no Studio SP, com canções de seu primeiro DVD solo: ‘As Aventuras de um Punkbrega’. Rua Augusta, 591, Consolação. 3129-7040. R$ 25. 450lugares.
O gaúcho Wander Wildner faz show amanhã, às 23h59, no Studio SP, com canções de seu primeiro DVD solo: ‘As Aventuras de um Punkbrega’. Rua Augusta, 591, Consolação. 3129-7040. R$ 25. 450lugares.
JT - Uma semana inteira dedicada ao jazz
Jornal da Tarde
Começa hoje, às 21h, o Bridgestone Music Festival, com várias atrações de jazz. O show de hoje é com o trompetista Christian Scott, de Nova Orleans. Citibank Hall. Av. dos Jamaris, 213. De R$ 50 a R$ 120. 4003-5588.
Começa hoje, às 21h, o Bridgestone Music Festival, com várias atrações de jazz. O show de hoje é com o trompetista Christian Scott, de Nova Orleans. Citibank Hall. Av. dos Jamaris, 213. De R$ 50 a R$ 120. 4003-5588.
JT - Katinguelê faz show amanhã
Jornal da Tarde
A banda de pagode Katinguelê faz show amanhã, às 22h30, no Capella Beer, relembrando os grandes sucessos do passado, como ‘Recado à Minha Amada’, ‘Deusa Menina’ e ‘No Compasso do Criador’. Rua Cunha Gago, 31. Pinheiros. 3812-1877.R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10.
A banda de pagode Katinguelê faz show amanhã, às 22h30, no Capella Beer, relembrando os grandes sucessos do passado, como ‘Recado à Minha Amada’, ‘Deusa Menina’ e ‘No Compasso do Criador’. Rua Cunha Gago, 31. Pinheiros. 3812-1877.R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10.
JT - Teatro do Sesi tem apresentação de Mônica Salmaso e do grupo Sujeito a Guincho
Jornal da Tarde
Como parte da série ‘Encontros’, a cantora paulista Mônica Salmaso e o grupo Sujeito a Guincho, interpretam hoje, às 20h, canções de Paulinho da Viola, Hermeto Pascoal, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Noel Rosa e Jacob do Bandolim, numa apresentação no Teatro do Sesi. Av. Paulista, 1.313. 3146-7405. R$ 10.
Como parte da série ‘Encontros’, a cantora paulista Mônica Salmaso e o grupo Sujeito a Guincho, interpretam hoje, às 20h, canções de Paulinho da Viola, Hermeto Pascoal, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Noel Rosa e Jacob do Bandolim, numa apresentação no Teatro do Sesi. Av. Paulista, 1.313. 3146-7405. R$ 10.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Destaques dos Jornais 18/05/2010
Jornal da Tarde
"Trompete e baixo para Iara Rennó, hoje, às 21h,Vila Madalena".
"Noite das Divas no Rey Castro".
"All You Need is Love cover dos Beatles, no Tom Jazz".
"A vida de Keith numa autobiografia".
Jornal do Brasil
"Morte de Ian Curtis, líder do Joy Division, completa 30 anos".
"Trompete e baixo para Iara Rennó, hoje, às 21h,Vila Madalena".
"Noite das Divas no Rey Castro".
"All You Need is Love cover dos Beatles, no Tom Jazz".
"A vida de Keith numa autobiografia".
Jornal do Brasil
"Morte de Ian Curtis, líder do Joy Division, completa 30 anos".
JT - Trompete e baixo para Iara Rennó
Jornal da Tarde
A cantora Iara Rennó faz show hoje, às 21h, acompanhada de um duo de trompete e baixo. A apresentação faz parte da turnê ‘Macunaópera’. Grazie a Dio!. Rua Girassol, 67. Vila Madalena. 3031-6568. R$25.
A cantora Iara Rennó faz show hoje, às 21h, acompanhada de um duo de trompete e baixo. A apresentação faz parte da turnê ‘Macunaópera’. Grazie a Dio!. Rua Girassol, 67. Vila Madalena. 3031-6568. R$25.
JT - Noite das Divas no Rey Castro
Jornal da Tarde
As cantoras Graça Cunha, Karin Hils e Shirley Carvalho interpretam hoje, às 23h30, músicas de Lauryn Hill e Whitney Houston, na ‘Noite das Divas’ do Rey Castro. R. Min. Jesuíno Cardoso, 181. De R$ 15 a R$ 35. 3842-5279.
As cantoras Graça Cunha, Karin Hils e Shirley Carvalho interpretam hoje, às 23h30, músicas de Lauryn Hill e Whitney Houston, na ‘Noite das Divas’ do Rey Castro. R. Min. Jesuíno Cardoso, 181. De R$ 15 a R$ 35. 3842-5279.
JT - All You Need is Love
Jornal da Tarde
Uma das bandas cover dos Beatles de maior sucesso em São Paulo se apresenta hoje, às 22h,
no Tom Jazz, no show ‘All You Need is Love’. Os músicos fazem uma viagem pela carreira do
grupo, usando os mesmos figurinos, instrumentos e repertório do quarteto de Liverpool. Av. Angélica, 2.331. Higienópolis. 3255-0084. R$ 60.
Uma das bandas cover dos Beatles de maior sucesso em São Paulo se apresenta hoje, às 22h,
no Tom Jazz, no show ‘All You Need is Love’. Os músicos fazem uma viagem pela carreira do
grupo, usando os mesmos figurinos, instrumentos e repertório do quarteto de Liverpool. Av. Angélica, 2.331. Higienópolis. 3255-0084. R$ 60.
JT - A vida de Keith
Jornal da Tarde
O guitarrista Keith Richards vai contar sua vida e aventuras com os Rolling Stones numa autobiografia. A obra, anunciada em 2007, finalmente vai ser lançada, e deve chegar às lojas em outubro deste ano. “É meio estranho ler algo sobre sua própria vida. Quem estaria interessado? Mas, me dei conta de que há bastante interesse, sim”, disse o roqueiro.
O guitarrista Keith Richards vai contar sua vida e aventuras com os Rolling Stones numa autobiografia. A obra, anunciada em 2007, finalmente vai ser lançada, e deve chegar às lojas em outubro deste ano. “É meio estranho ler algo sobre sua própria vida. Quem estaria interessado? Mas, me dei conta de que há bastante interesse, sim”, disse o roqueiro.
JB - Morte de Ian Curtis, líder do Joy Division, completa 30 anos
Portal Terra
SÃO PAULO - Morria em 18 de maio de 1980, 30 anos atrás, Ian Curtins, vocalista de um dos grupos mais importantes do rock britânico, o Joy Division. Aos 23 anos de idade, o cantor foi encontrado enforcado na cozinha de sua casa.
Com um timbre grave e bem característico, Ian liderou o Joy Division ao lado de Peter Hook, Stephen Morris e Bernard Summer. Motivado pelo movimento punk do final dos anos 70, o grupo foi um dos responsáveis por colocar Manchester novamente no mapa musical.
Com diversas compilações póstumas, a banda de Ian Curtis lançou apenas dois álbuns de estúdio: Unknown Pleasures (1979) e Closer (1980), discos considerados referência até os dias de hoje.
Das composições de Curtis, saíram canções como She's Lost Control, Shadowplay, Dead Souls, Transmission, Atmosphere e sua mais famosa, Love Wil Tear Us Apart.
Com uma adolescência "cinza" na industrial Manchester, Ian Curtis abordava em suas letras tons emocionais e viscerais ligadas a dor, violência, alienação e morte. Sua presença de palco logo também ficou característica, principalmente por sua forma de dançar, lembrando inclusive seus ataques epiléticos, outro fator que o incomodava.
A ascensão do Joy Division no mainstream inglês logo colocou a banda nos holofotes, mas esta pressão logo caiu sobre Curtis, que tinha cada vez mais problemas para lidar com a situação. Poucos dias antes da primeira turnê da banda nos Estados Unidos, o vocalista assistiu Stroszek, de Werner Herzog, um de seus filmes favoritos, ouviu The Idiot, disco de Iggy Pop, e se enforcou na cozinha de sua casa.
Além da pressão vinda com o sucesso da banda e a epilepsia, Ian sofreu muito com o divórcio com sua mulher, Deborah, e um caso extra-conjugal com a jornalista belga Annik Honoré.
A trajetória de Ian Curtis ganhou versão cinematográfica nas mãos do diretor Anton Corbijn, em 2007. Em Control, o ator Sam Riley vive o vocalista do Joy Division mostrando seu contato com a música, a ascensão da banda e sua morte.
SÃO PAULO - Morria em 18 de maio de 1980, 30 anos atrás, Ian Curtins, vocalista de um dos grupos mais importantes do rock britânico, o Joy Division. Aos 23 anos de idade, o cantor foi encontrado enforcado na cozinha de sua casa.
Com um timbre grave e bem característico, Ian liderou o Joy Division ao lado de Peter Hook, Stephen Morris e Bernard Summer. Motivado pelo movimento punk do final dos anos 70, o grupo foi um dos responsáveis por colocar Manchester novamente no mapa musical.
Com diversas compilações póstumas, a banda de Ian Curtis lançou apenas dois álbuns de estúdio: Unknown Pleasures (1979) e Closer (1980), discos considerados referência até os dias de hoje.
Das composições de Curtis, saíram canções como She's Lost Control, Shadowplay, Dead Souls, Transmission, Atmosphere e sua mais famosa, Love Wil Tear Us Apart.
Com uma adolescência "cinza" na industrial Manchester, Ian Curtis abordava em suas letras tons emocionais e viscerais ligadas a dor, violência, alienação e morte. Sua presença de palco logo também ficou característica, principalmente por sua forma de dançar, lembrando inclusive seus ataques epiléticos, outro fator que o incomodava.
A ascensão do Joy Division no mainstream inglês logo colocou a banda nos holofotes, mas esta pressão logo caiu sobre Curtis, que tinha cada vez mais problemas para lidar com a situação. Poucos dias antes da primeira turnê da banda nos Estados Unidos, o vocalista assistiu Stroszek, de Werner Herzog, um de seus filmes favoritos, ouviu The Idiot, disco de Iggy Pop, e se enforcou na cozinha de sua casa.
Além da pressão vinda com o sucesso da banda e a epilepsia, Ian sofreu muito com o divórcio com sua mulher, Deborah, e um caso extra-conjugal com a jornalista belga Annik Honoré.
A trajetória de Ian Curtis ganhou versão cinematográfica nas mãos do diretor Anton Corbijn, em 2007. Em Control, o ator Sam Riley vive o vocalista do Joy Division mostrando seu contato com a música, a ascensão da banda e sua morte.
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