Estado de São Paulo
"Taylor Swift e Beyoncé vão se apresentar na cerimônia do Grammy".
Folha de São Paulo
"Michael Jackson sofreu risco de assassinato, diz relatório do FBI".
Jornal da Tarde
"Samba original hoje no Bar Brahma".
"Os músicos do Clube do Balanço se reúnem com o grupo Os Opalas para tocar no Aldeia Turiassu hoje à noite".
"Rod Stewart abusa das regravações".
"Maior dupla do Brasil no Ibirapuera".
"Para conhecer a banda que vem em março".
"Novo álbum recicla velhas canções".
"Superbanda reúne Foo Fighters e Led Zeppelin".
"Amy depõe por agressão".
"Notícias bizarras é com Britney".
Jornal do Brasil
"Vocalista do Aerosmith é internado em clínica de reabilitação".
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Estadão - Taylor Swift e Beyoncé vão se apresentar na cerimônia do Grammy
Estadão
LOS ANGELES - Taylor Swift, Beyoncé e o grupo Black Eyed Peas vão se apresentar na cerimônia do Grammy em janeiro em uma noite em que devem levar vários troféus.
O grupo de country Lady Antebellum e o cantor de R&B Maxwell também estarão entre os que se apresentarão ao vivo na maior noite da indústria da música em 31 de janeiro, quando o Grammy é entregue em um programa ao vivo na televisão, disse a CBS na terça-feira.
Beyoncé lidera a disputa com 10 indicações ao Grammy, inclusive a de álbum do ano, gravação do ano e canção do ano para seu sucesso "Single Ladies".
Taylor Swift, de 20 anos, cujo álbum "Fearless" foi o mais vendido nos Estados Unidos em 2009 mas que nunca ganhou um Grammy, está em segundo com oito indicações.
O grupo de hip hop Black Eyed Peas e Maxwell -- voltando para o cenário musical depois de um hiato de oito anos -- tiveram seis indicações cada.
Lady Antebellum compete por dois Grammy nas categorias de melhor música country ("I Run to You") e melhor grupo de country.
LOS ANGELES - Taylor Swift, Beyoncé e o grupo Black Eyed Peas vão se apresentar na cerimônia do Grammy em janeiro em uma noite em que devem levar vários troféus.
O grupo de country Lady Antebellum e o cantor de R&B Maxwell também estarão entre os que se apresentarão ao vivo na maior noite da indústria da música em 31 de janeiro, quando o Grammy é entregue em um programa ao vivo na televisão, disse a CBS na terça-feira.
Beyoncé lidera a disputa com 10 indicações ao Grammy, inclusive a de álbum do ano, gravação do ano e canção do ano para seu sucesso "Single Ladies".
Taylor Swift, de 20 anos, cujo álbum "Fearless" foi o mais vendido nos Estados Unidos em 2009 mas que nunca ganhou um Grammy, está em segundo com oito indicações.
O grupo de hip hop Black Eyed Peas e Maxwell -- voltando para o cenário musical depois de um hiato de oito anos -- tiveram seis indicações cada.
Lady Antebellum compete por dois Grammy nas categorias de melhor música country ("I Run to You") e melhor grupo de country.
Folha - Michael Jackson sofreu risco de assassinato, diz relatório do FBI
da Efe, em Los Angeles
O FBI (Polícia Federal americana) apresentou na terça-feira parte do dossiê sobre as acusações de abuso de menores contra o cantor Michael Jackson, que morreu em junho.
Atendendo a um pedido da imprensa americana, as 333 páginas divulgadas detalham o trabalho do FBI em duas acusações contra o cantor, de 1993 e 2004. No material há citações sobre ameaças de assassinato.
FBI investigou cantor por suposto abuso sexual fora dos EUA
FBI registra extorsão em caso de abuso sexual do cantor
Polícia não apresentará acusações sobre morte neste ano
Sobre o primeiro caso, foi divulgado o testemunho de uma mulher de Toronto que afirmava ter viajado no mesmo trem que o artista.
Segundo ela, Michael fazia o percurso de Chicago ao Grand Canyon acompanhado por Jordan Chandler, menino que supostamente revelou ao pai supostos abusos por parte do "rei do pop".
Citada pelo site "The Hollywood Reporter", a mulher disse ao FBI que os dois pareciam ter uma relação extremamente próxima e que estava preocupada com os barulhos que ouvia do interior da cabine onde Michael viajava com o garoto, então com 12 anos.
Jordan teria recebido aproximadamente US$ 20 milhões do cantor para que não testemunhasse contra ele no processo.
Na acusação de 2004, por pedofilia, o FBI informou que nada foi encontrado nos computadores do cantor que pudesse incriminá-lo.
Assassinato
Jackson foi declarado inocente de dez acusações, sendo quatro por abusar sexualmente de menores.
Mas a maior parte do arquivo revelado tem como assunto um relatório de 200 páginas, feito em 1992, sobre um homem que ameaçava matar o então presidente americano George H.W. Bush e cometer outros assassinatos em série.
O suspeito, que acabou sendo detido, tinha o cantor como um de seus alvos.
Os documentos também incluem provas de um complô para extorquir o cantor em 1992 e investigações referentes a um caso de pornografia infantil, no qual o artista também não foi incriminado.
Michael Jackson morreu em junho, aos 50 anos, em circunstâncias qualificadas na autópsia como "homicídio".
A polícia trabalha com a hipótese de homicídio involuntário cometido pelo médico particular do cantor, Conrad Murray, presente no momento de sua morte.
O conteúdo revelado ontem não inclui material sobre essa investigação
O FBI (Polícia Federal americana) apresentou na terça-feira parte do dossiê sobre as acusações de abuso de menores contra o cantor Michael Jackson, que morreu em junho.
Atendendo a um pedido da imprensa americana, as 333 páginas divulgadas detalham o trabalho do FBI em duas acusações contra o cantor, de 1993 e 2004. No material há citações sobre ameaças de assassinato.
FBI investigou cantor por suposto abuso sexual fora dos EUA
FBI registra extorsão em caso de abuso sexual do cantor
Polícia não apresentará acusações sobre morte neste ano
Sobre o primeiro caso, foi divulgado o testemunho de uma mulher de Toronto que afirmava ter viajado no mesmo trem que o artista.
Segundo ela, Michael fazia o percurso de Chicago ao Grand Canyon acompanhado por Jordan Chandler, menino que supostamente revelou ao pai supostos abusos por parte do "rei do pop".
Citada pelo site "The Hollywood Reporter", a mulher disse ao FBI que os dois pareciam ter uma relação extremamente próxima e que estava preocupada com os barulhos que ouvia do interior da cabine onde Michael viajava com o garoto, então com 12 anos.
Jordan teria recebido aproximadamente US$ 20 milhões do cantor para que não testemunhasse contra ele no processo.
Na acusação de 2004, por pedofilia, o FBI informou que nada foi encontrado nos computadores do cantor que pudesse incriminá-lo.
Assassinato
Jackson foi declarado inocente de dez acusações, sendo quatro por abusar sexualmente de menores.
Mas a maior parte do arquivo revelado tem como assunto um relatório de 200 páginas, feito em 1992, sobre um homem que ameaçava matar o então presidente americano George H.W. Bush e cometer outros assassinatos em série.
O suspeito, que acabou sendo detido, tinha o cantor como um de seus alvos.
Os documentos também incluem provas de um complô para extorquir o cantor em 1992 e investigações referentes a um caso de pornografia infantil, no qual o artista também não foi incriminado.
Michael Jackson morreu em junho, aos 50 anos, em circunstâncias qualificadas na autópsia como "homicídio".
A polícia trabalha com a hipótese de homicídio involuntário cometido pelo médico particular do cantor, Conrad Murray, presente no momento de sua morte.
O conteúdo revelado ontem não inclui material sobre essa investigação
JT - Samba original hoje no Bar Brahma
Jornal da Tarde
Com uma homenagem ao humorista e ex-integrante Mussum, o grupo Os Originais do Samba se apresenta hoje, a partir das 22h30, no Bar Brahma, com entradas a R$30. Avenida São João,677.Tel.: 6773333-0855.
Com uma homenagem ao humorista e ex-integrante Mussum, o grupo Os Originais do Samba se apresenta hoje, a partir das 22h30, no Bar Brahma, com entradas a R$30. Avenida São João,677.Tel.: 6773333-0855.
JT - Clube do Balanço no Aldeia Turiassu
Jornal da Tarde
Os músicos do Clube do Balanço se reúnem com o grupo Os Opalas para tocar no Aldeia Turiassu hoje à noite. Trata-se da última apresentação da festa Let’s Groove neste ano. A casa fica na Rua Turiassu, 928, Perdizes. 18 anos. Entradas: R$20 (mulher) e R$ 25 (homem). Há desconto com nome na lista. 3865-3055.
Os músicos do Clube do Balanço se reúnem com o grupo Os Opalas para tocar no Aldeia Turiassu hoje à noite. Trata-se da última apresentação da festa Let’s Groove neste ano. A casa fica na Rua Turiassu, 928, Perdizes. 18 anos. Entradas: R$20 (mulher) e R$ 25 (homem). Há desconto com nome na lista. 3865-3055.
JT - Rod Stewart abusa das regravações
Jornal da Tarde
Rod Stewart vem há quase uma década apostando na regravação de clássicos. Desta vez, ele pinçou o melhor da soul music americana e trouxe para sua voz canções como ‘My Cherie Amour’ (Stevie Wonder) e ‘Just My Imagination’ (The Temptations).
Rod Stewart
‘Soulbook’
Sony
Preço: R$ 19,90
Rod Stewart vem há quase uma década apostando na regravação de clássicos. Desta vez, ele pinçou o melhor da soul music americana e trouxe para sua voz canções como ‘My Cherie Amour’ (Stevie Wonder) e ‘Just My Imagination’ (The Temptations).
Rod Stewart
‘Soulbook’
Sony
Preço: R$ 19,90
JT - Maior dupla do Brasil no Ibirapuera
Jornal da Tarde
Gravado no Ginásio do Ibirapuera em duas noites de setembro, o show traz os grandes sucessos da dupla Victor & Léo, como ‘Borboletas’, ‘Estrela Cadente’, ‘Cavalo Enxuto’ e ‘Deus e Eu no Sertão’ (com Alcione). Nos extras, um making of da turnê.
Victor & Léo
‘Ao Vivo e em Cores’
Sony
Preço: R$ 29,90
Gravado no Ginásio do Ibirapuera em duas noites de setembro, o show traz os grandes sucessos da dupla Victor & Léo, como ‘Borboletas’, ‘Estrela Cadente’, ‘Cavalo Enxuto’ e ‘Deus e Eu no Sertão’ (com Alcione). Nos extras, um making of da turnê.
Victor & Léo
‘Ao Vivo e em Cores’
Sony
Preço: R$ 29,90
JT - Para conhecer a banda que vem em março
Jornal da Tarde
O DVD duplo combina shows de 1980 e 2008. O primeiro disco foi gravado em Essen, no lançamento do álbum clássico ‘Deguello’ (com 9 das 10 músicas do disco), numa fase ainda sem os sintetizadores. O disco 2 foi gravado na turnê europeia de 2008.
ZZ Top - ‘Double Down Live’
ST2
Preço: R$ 34,90
O DVD duplo combina shows de 1980 e 2008. O primeiro disco foi gravado em Essen, no lançamento do álbum clássico ‘Deguello’ (com 9 das 10 músicas do disco), numa fase ainda sem os sintetizadores. O disco 2 foi gravado na turnê europeia de 2008.
ZZ Top - ‘Double Down Live’
ST2
Preço: R$ 34,90
JT - Novo álbum recicla velhas canções
Jornal da Tarde
Mesmo quando ‘erra’, Jon Bon Jovi faz canções como ‘We Weren’t Born To Follow’ e ‘Work for the Working Man’, esta última com início que emula ‘Livin’ On a Prayer’. A edição com DVD ainda conta com o documentário ‘When We Are Beautiful’, sobre a última turnê.
Bon Jovi
‘The Circle’
Universal
Preço: R$ 49,90
Mesmo quando ‘erra’, Jon Bon Jovi faz canções como ‘We Weren’t Born To Follow’ e ‘Work for the Working Man’, esta última com início que emula ‘Livin’ On a Prayer’. A edição com DVD ainda conta com o documentário ‘When We Are Beautiful’, sobre a última turnê.
Bon Jovi
‘The Circle’
Universal
Preço: R$ 49,90
JT - Superbanda reúne Foo Fighters e Led Zeppelin
Jornal da Tarde
Quando a reunião entre Dave Grohl (Foo Fighters), Josh Homme (Queens of the Stone Age) e John Paul Jones (Led Zeppelin) foi anunciada no início do ano, as expectativas para que o trabalho nascesse bonito e formoso extrapolavam a seara musical.
Grohl saiu da frente do palco e voltou à bateria, como fazia no Nirvana.
Homme canta e toca sua guitarra lisérgica enquanto Jones segura o baixo de maneira primorosa. As 13 faixas que contam a história desta união foram apresentadas pela primeira vez em agosto, em uma série de shows. Materializadas neste primeiro CD, soam potentes, refrescantes e hipnóticas.
Faixas como ‘No One Loves Me & Neither Do I’, ‘New Fang’ e ‘Elephants’ transpiram a influência de seus três integrantes: a maior delas é o Queens of the Stone Age. Os riffs de Homme são destruidores. O disco se arrasta um pouco na sua metade, mas deixa um gosto de quero mais - o que deve acontecer em breve. Em entrevista à revista Rolling Stone, Grohl avisou que o Them Crooked Vultures não é projeto de um disco só.
Quando a reunião entre Dave Grohl (Foo Fighters), Josh Homme (Queens of the Stone Age) e John Paul Jones (Led Zeppelin) foi anunciada no início do ano, as expectativas para que o trabalho nascesse bonito e formoso extrapolavam a seara musical.
Grohl saiu da frente do palco e voltou à bateria, como fazia no Nirvana.
Homme canta e toca sua guitarra lisérgica enquanto Jones segura o baixo de maneira primorosa. As 13 faixas que contam a história desta união foram apresentadas pela primeira vez em agosto, em uma série de shows. Materializadas neste primeiro CD, soam potentes, refrescantes e hipnóticas.
Faixas como ‘No One Loves Me & Neither Do I’, ‘New Fang’ e ‘Elephants’ transpiram a influência de seus três integrantes: a maior delas é o Queens of the Stone Age. Os riffs de Homme são destruidores. O disco se arrasta um pouco na sua metade, mas deixa um gosto de quero mais - o que deve acontecer em breve. Em entrevista à revista Rolling Stone, Grohl avisou que o Them Crooked Vultures não é projeto de um disco só.
JT - Amy depõe por agressão
Jornal da Tarde
A cantora Amy Winehouse foi chamada ontem pela polícia londrina para prestar depoimento sobre uma confusão que causou em um teatro no domingo, durante uma apresentação infantil. Amy deixou mães furiosas na plateia ao interromper a peça ‘Cinderela’ com gritos de palavrões. Amy teria agredido o gerente do teatro com puxões de cabelo, socos e chutes.
A cantora Amy Winehouse foi chamada ontem pela polícia londrina para prestar depoimento sobre uma confusão que causou em um teatro no domingo, durante uma apresentação infantil. Amy deixou mães furiosas na plateia ao interromper a peça ‘Cinderela’ com gritos de palavrões. Amy teria agredido o gerente do teatro com puxões de cabelo, socos e chutes.
JT - Notícias bizarras é com Britney
Jornal da Tarde
A princesa do pop Britney Spears embarcou no espírito de fim de ano e publicou em seu site oficial uma lista de 75 “notícias absurdas ou falsas” publicadas sobre ela em 2009. Estão no rol supostas brigas, casos amorosos que nunca se confirmaram, crises, ataques de estrelismos e até notas engraçadas, como uma que alega que seu pai a alimentou com carne de esquilos. “São mais de 13 mil histórias sobre Britney. Elegemos as mais ridículas”, informa o site www.britneyspears.com.
A princesa do pop Britney Spears embarcou no espírito de fim de ano e publicou em seu site oficial uma lista de 75 “notícias absurdas ou falsas” publicadas sobre ela em 2009. Estão no rol supostas brigas, casos amorosos que nunca se confirmaram, crises, ataques de estrelismos e até notas engraçadas, como uma que alega que seu pai a alimentou com carne de esquilos. “São mais de 13 mil histórias sobre Britney. Elegemos as mais ridículas”, informa o site www.britneyspears.com.
JB - Vocalista do Aerosmith é internado em clínica de reabilitação
Portal Terra
Steven Tyler, o vocalista do grupo de rock Aerosmith, se internou numa clínica de reabilitação para tratar o vício em analgésicos, informou o site da revista americana People. Ele é dependente de remédios para dor há dez anos.
"Com a ajuda da minha família e de uma equipe de profissionais da área médica, eu estou assumindo a responsabilidade de tratar a minha dor e estou ansioso para voltar ao palco e ao estúdio de gravação com meus companheiros de banda Joe Perry, Joey Kramer, Tom Hamilton e Brad Whitford", disse Tyler em comunicado.
"Eu amo o Aerosmith. Eu amo ser o vocalista do Aerosmith", ele acrescentou. "Agradeço todo o apoio e amor que estou recebendo e estou empenhado a melhorar", finalizou.
A filha do cantor, a atriz Liv Tyler, falou sobre a internação do pai. "Minha família e eu apoiamos completamente a decisão do meu pai de procurar tratamento. Ele é um homem corajoso. Nós o amamos e estamos orgulhosos por ele estar recebendo ajuda para equilibrar sua dor, não apenas por si mesmo, mas por sua família, amigos e fãs".
Steven Tyler sofreu lesões ortopédicas durante uma década, o que o deixou com uma "severa dor crônica" e requereu cirurgias nos joelhos e pés. Em agosto desse ano, ele ainda caiu durante um show do Aerosmith e quebrou o ombro.
Esta não é a primeira vez que Steven Tyler se interna em uma clínica de reabilitação. Em maio de 2008, ele ficou meses numa clínica para se recuperar de cirurgias no pé que lhe causavam dores.
Steven Tyler, o vocalista do grupo de rock Aerosmith, se internou numa clínica de reabilitação para tratar o vício em analgésicos, informou o site da revista americana People. Ele é dependente de remédios para dor há dez anos.
"Com a ajuda da minha família e de uma equipe de profissionais da área médica, eu estou assumindo a responsabilidade de tratar a minha dor e estou ansioso para voltar ao palco e ao estúdio de gravação com meus companheiros de banda Joe Perry, Joey Kramer, Tom Hamilton e Brad Whitford", disse Tyler em comunicado.
"Eu amo o Aerosmith. Eu amo ser o vocalista do Aerosmith", ele acrescentou. "Agradeço todo o apoio e amor que estou recebendo e estou empenhado a melhorar", finalizou.
A filha do cantor, a atriz Liv Tyler, falou sobre a internação do pai. "Minha família e eu apoiamos completamente a decisão do meu pai de procurar tratamento. Ele é um homem corajoso. Nós o amamos e estamos orgulhosos por ele estar recebendo ajuda para equilibrar sua dor, não apenas por si mesmo, mas por sua família, amigos e fãs".
Steven Tyler sofreu lesões ortopédicas durante uma década, o que o deixou com uma "severa dor crônica" e requereu cirurgias nos joelhos e pés. Em agosto desse ano, ele ainda caiu durante um show do Aerosmith e quebrou o ombro.
Esta não é a primeira vez que Steven Tyler se interna em uma clínica de reabilitação. Em maio de 2008, ele ficou meses numa clínica para se recuperar de cirurgias no pé que lhe causavam dores.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Destaques dos Jornais 22/12/2009
Estado de São Paulo
"Começa amanhã venda de ingressos para Beyoncé".
Folha de São Paulo
"Amy Winehouse pode sofrer investigação por agressão".
"Britney Spears publica lista de notícias "falsas ou ridículas" sobre ela".
"Conheça o "afro-futurismo" de Naná Vanconcelos; veja entrevista com o músico".
"Record coloca sertanejos na geladeira".
Jornal da Tarde
"No embaldo do Natal,Direito autoral não tira férias. Nem a trilha sonora das festas de fim de ano sai de graça".
"DJ Marky hoje no Hot Hot".
"Soul, funk e cia. no Rey Castro".
"Paula Lima,faz show amanhã no Teatro Bradesco".
"Só deu Susan Boyle em 2009".
"Ed Motta canta seu mundo e volta ao pop".
"Canto em coro no anoitecer da Paulista".
"Pete Doherty na delegacia".
Jornal do Brasil
"Taylor Swift é cotada para viver Supergirl nos cinemas".
"Começa amanhã venda de ingressos para Beyoncé".
Folha de São Paulo
"Amy Winehouse pode sofrer investigação por agressão".
"Britney Spears publica lista de notícias "falsas ou ridículas" sobre ela".
"Conheça o "afro-futurismo" de Naná Vanconcelos; veja entrevista com o músico".
"Record coloca sertanejos na geladeira".
Jornal da Tarde
"No embaldo do Natal,Direito autoral não tira férias. Nem a trilha sonora das festas de fim de ano sai de graça".
"DJ Marky hoje no Hot Hot".
"Soul, funk e cia. no Rey Castro".
"Paula Lima,faz show amanhã no Teatro Bradesco".
"Só deu Susan Boyle em 2009".
"Ed Motta canta seu mundo e volta ao pop".
"Canto em coro no anoitecer da Paulista".
"Pete Doherty na delegacia".
Jornal do Brasil
"Taylor Swift é cotada para viver Supergirl nos cinemas".
Estadão - Começa amanhã venda de ingressos para Beyoncé
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Os ingressos para os shows da cantora norte-americana Beyoncé em São Paulo (dia 6/2, no Estádio do Morumbi) e no Rio (dia 7/2, no HSBC Arena) começam a ser vendidos amanhã, nas bilheterias dos locais, pelo site www.livepass.com.br e pelo tel. 4003-1527 (sem DDD, custo de ligação local). Em São Paulo, as entradas custam de R$ 35 (meia-entrada) a R$ 600 e, no Rio, de R$ 90 (meia-entrada) a R$ 500. Os ingressos para o show em Florianópolis, que ocorre no dia 4/2, começaram a ser vendidos ontem pelo site www.ingressorapido.com.br e pelo tel. 4003-1212. O show em Salvador, em 10/2, terá ingressos à venda a partir de 28/12. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Os ingressos para os shows da cantora norte-americana Beyoncé em São Paulo (dia 6/2, no Estádio do Morumbi) e no Rio (dia 7/2, no HSBC Arena) começam a ser vendidos amanhã, nas bilheterias dos locais, pelo site www.livepass.com.br e pelo tel. 4003-1527 (sem DDD, custo de ligação local). Em São Paulo, as entradas custam de R$ 35 (meia-entrada) a R$ 600 e, no Rio, de R$ 90 (meia-entrada) a R$ 500. Os ingressos para o show em Florianópolis, que ocorre no dia 4/2, começaram a ser vendidos ontem pelo site www.ingressorapido.com.br e pelo tel. 4003-1212. O show em Salvador, em 10/2, terá ingressos à venda a partir de 28/12. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Folha - Conheça o "afro-futurismo" de Naná Vanconcelos; veja entrevista com o músico
do Guia da Folha
Um dos ícones da percussão brasileira, o pernambucano Naná Vasconcelos mostra no vídeo a seguir a sua invenção musical intitulada afro-futurismo. Trata-se de uma mescla de elementos rítmicos característicos da música percussiva com intervenções sonoras de vanguarda, que Naná faz nesta gravação ao lado do quarteto São Paulo Underground, dos MCs do Mamelo Sound System e do poeta e produtor Mike Ladd.
Segundo ele, o afro-futurismo é a "música alternativa dos quem não têm compromisso com a mesmice". Veja entrevista, produzida pela reportagem do Guia da Folha (conteúdo exclusivo a assinantes da Folha e do UOL).
Um dos ícones da percussão brasileira, o pernambucano Naná Vasconcelos mostra no vídeo a seguir a sua invenção musical intitulada afro-futurismo. Trata-se de uma mescla de elementos rítmicos característicos da música percussiva com intervenções sonoras de vanguarda, que Naná faz nesta gravação ao lado do quarteto São Paulo Underground, dos MCs do Mamelo Sound System e do poeta e produtor Mike Ladd.
Segundo ele, o afro-futurismo é a "música alternativa dos quem não têm compromisso com a mesmice". Veja entrevista, produzida pela reportagem do Guia da Folha (conteúdo exclusivo a assinantes da Folha e do UOL).
Folha - Amy Winehouse pode sofrer investigação por agressão
da Folha Online
A cantora Amy Winehouse, 26, pode sofrer outra investigação policial por agressão, informou o site da revista "People".
Amy teria atacado um funcionário de um teatro numa apresentação em Buckinghamshire, na Inglaterra, no último dia 19, segundo o jornal "The Sun".
O jornal inglês afirma que Winehouse, foi violenta e gritou palavras obscenas para o elenco da produção de "Cinderella", que incluía o ator americano Mickey Rourke.
Neste ano, a cantora já foi acusada de agressão outras vezes.
A cantora Amy Winehouse, 26, pode sofrer outra investigação policial por agressão, informou o site da revista "People".
Amy teria atacado um funcionário de um teatro numa apresentação em Buckinghamshire, na Inglaterra, no último dia 19, segundo o jornal "The Sun".
O jornal inglês afirma que Winehouse, foi violenta e gritou palavras obscenas para o elenco da produção de "Cinderella", que incluía o ator americano Mickey Rourke.
Neste ano, a cantora já foi acusada de agressão outras vezes.
Folha - Britney Spears publica lista de notícias "falsas ou ridículas" sobre ela
da Efe, em Washington
A cantora americana Britney Spears publicou nesta segunda-feira (21) em seu site na internet uma lista de 75 notícias "ridículas ou falsas" publicadas sobre ela durante este ano.
Entre essas notícias incluiu informes que era drogada por seu pai, que, devido à pobreza da família, a teria alimentado com carne de esquilos.
Outras das informações selecionadas dizem que a cantora sofreu uma crise nervosa durante uma viagem pela Austrália, que teve amores com um produtor cinematográfico indiano e que filmou um vídeo no qual mostrava o seio.
"Houve mais de 13 mil histórias sobre Britney em 2009. Fizemos um ranking das que achamos serem as mais ridículas", informa o site www.britnewspears.com.
As notícias, acrescenta o site, foram incluídas porque "foram inexatas, porque informavam de algo totalmente absurdo ou simplesmente porque achamos que ofendiam a sensibilidade" da cantora.
A cantora americana Britney Spears publicou nesta segunda-feira (21) em seu site na internet uma lista de 75 notícias "ridículas ou falsas" publicadas sobre ela durante este ano.
Entre essas notícias incluiu informes que era drogada por seu pai, que, devido à pobreza da família, a teria alimentado com carne de esquilos.
Outras das informações selecionadas dizem que a cantora sofreu uma crise nervosa durante uma viagem pela Austrália, que teve amores com um produtor cinematográfico indiano e que filmou um vídeo no qual mostrava o seio.
"Houve mais de 13 mil histórias sobre Britney em 2009. Fizemos um ranking das que achamos serem as mais ridículas", informa o site www.britnewspears.com.
As notícias, acrescenta o site, foram incluídas porque "foram inexatas, porque informavam de algo totalmente absurdo ou simplesmente porque achamos que ofendiam a sensibilidade" da cantora.
Folha - Record coloca sertanejos na geladeira
Folha
As duplas Zezé Di Camargo & Luciano, Victor & Leo, Bruno & Marrone, Cesár Menotti & Fabiano e João Bosco & Vinícius estão proibidas de participar dos programas da Record. Segundo a coluna apurou, a emissora tomou essa decisão porque os sertanejos não autorizaram a exibição de seus shows no especial Ressoar Megashow, que foi ao ar ontem. O espetáculo beneficente foi organizado por uma rádio da Record, em Uberlândia. Os artistas não teriam permitido o uso de sua imagem por pressão da Globo. Chitãozinho & Xororó, Jorge & Mateus e o cantor Daniel deixaram a Record exibir seus shows. A emissora de Edir Macedo nega ter feito sanções aos artistas.
As duplas Zezé Di Camargo & Luciano, Victor & Leo, Bruno & Marrone, Cesár Menotti & Fabiano e João Bosco & Vinícius estão proibidas de participar dos programas da Record. Segundo a coluna apurou, a emissora tomou essa decisão porque os sertanejos não autorizaram a exibição de seus shows no especial Ressoar Megashow, que foi ao ar ontem. O espetáculo beneficente foi organizado por uma rádio da Record, em Uberlândia. Os artistas não teriam permitido o uso de sua imagem por pressão da Globo. Chitãozinho & Xororó, Jorge & Mateus e o cantor Daniel deixaram a Record exibir seus shows. A emissora de Edir Macedo nega ter feito sanções aos artistas.
JT - No embaldo do Natal
Jornal da Tarde
Direito autoral não tira férias. Nem a trilha sonora das festas de fim de ano sai de graça
O espírito natalino não costuma comover o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). O órgão, responsável pelo recolhimento de direitos autorais, vai mobilizar uma tropa de agentes para trabalhar na fiscalização de festinhas de Natal e confraternizações de Revéillon. O lema é: tocou, pagou.
A fiscalização funciona por amostragem. Serão 130 agentes, divididos em 25 unidades, para cobrir todo o território nacional. A estimativa é arrecadar, neste final de ano, cerca de R$ 11 milhões. Festas organizadas por prefeituras, clubes e empresas privadas serão as mais visitadas. “A arrecadação de direitos autorais das músicas é uma exigência legal, uma garantia para os artistas. A ideia, é claro, não é estragar o Natal de ninguém”, diz Márcio de Oliveira Fernandes, gerente nacional de arrecadação do Ecad.
As músicas clássicas de Natal, como o Jingle Bells (a versão original, em inglês), já caíram em domínio público, portanto, ninguém precisa pagar para tocá-las (as canções transformam-se em domínio público 70 anos após a morte do seu autor). “Mas o que se toca em festas de Revéillon e Natal são músicas populares, coisas que tocam nas rádios”, diz Fernandes. Entre os artistas mais executados em festinhas de final de ano estão Ivete Sangalo, Cláudia Leitte, Roberto Carlos, Padre Marcelo, Vitor e Léo, entre outros.
Para as comemorações em que houver cobrança de ingresso e música ao vivo, o Ecad recolhe 10% do valor arrecadado. Se a balada acontecer com música ‘mecânica’ (com ou sem DJ), a mordida do órgão é de 15%. Quando o evento não tem cobrança de ingresso, o pagamento é calculado através da metragem quadrada do espaço utilizado para a festa. Ainda no caso dos shows ao vivo, os organizadores precisam apresentar uma lista com as músicas que serão executadas. Ou seja, até os hinos de Natal podem ter seu preço. “Atualmente, as pessoas estão entendendo melhor essa coisa do direito autoral. Quando uma festa de porte é realizada, os organizadores têm que pensar no bufê, na iluminação, na decoração e também nos direitos autorais”, diz Fernandes. “O artista precisa receber por seu trabalho.”
Para que nenhuma empresa diga que foi surpreendida pela fiscalização, o Ecad enviou uma mala direta para 12 mil profissionais de Recursos Humanos. A fiscalização funciona nos dias 24, 25e 31 de dezembro e em 1º de janeiro.
‘Jingle Bells’, essa pode tocar à vontade
A clássica ‘Jingle Bells’, também conhecida como ‘One Horse Open Sleigh’, foi escrita por James Lord Pierpont (1822-1893) e lançada em 1857. Feita para celebrar o feriado de Ação de Graças da igreja nos EUA, popularizou-se como canção de Natal e hoje é de domínio público. Já a versão brasileira, ‘Sino de Belém’, não pode ser tocada de graça.
O nosso ‘Jingle Bells’ foi lançado só em 1951 pelo radialista e compositor Evaldo Rui.
Direito autoral não tira férias. Nem a trilha sonora das festas de fim de ano sai de graça
O espírito natalino não costuma comover o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). O órgão, responsável pelo recolhimento de direitos autorais, vai mobilizar uma tropa de agentes para trabalhar na fiscalização de festinhas de Natal e confraternizações de Revéillon. O lema é: tocou, pagou.
A fiscalização funciona por amostragem. Serão 130 agentes, divididos em 25 unidades, para cobrir todo o território nacional. A estimativa é arrecadar, neste final de ano, cerca de R$ 11 milhões. Festas organizadas por prefeituras, clubes e empresas privadas serão as mais visitadas. “A arrecadação de direitos autorais das músicas é uma exigência legal, uma garantia para os artistas. A ideia, é claro, não é estragar o Natal de ninguém”, diz Márcio de Oliveira Fernandes, gerente nacional de arrecadação do Ecad.
As músicas clássicas de Natal, como o Jingle Bells (a versão original, em inglês), já caíram em domínio público, portanto, ninguém precisa pagar para tocá-las (as canções transformam-se em domínio público 70 anos após a morte do seu autor). “Mas o que se toca em festas de Revéillon e Natal são músicas populares, coisas que tocam nas rádios”, diz Fernandes. Entre os artistas mais executados em festinhas de final de ano estão Ivete Sangalo, Cláudia Leitte, Roberto Carlos, Padre Marcelo, Vitor e Léo, entre outros.
Para as comemorações em que houver cobrança de ingresso e música ao vivo, o Ecad recolhe 10% do valor arrecadado. Se a balada acontecer com música ‘mecânica’ (com ou sem DJ), a mordida do órgão é de 15%. Quando o evento não tem cobrança de ingresso, o pagamento é calculado através da metragem quadrada do espaço utilizado para a festa. Ainda no caso dos shows ao vivo, os organizadores precisam apresentar uma lista com as músicas que serão executadas. Ou seja, até os hinos de Natal podem ter seu preço. “Atualmente, as pessoas estão entendendo melhor essa coisa do direito autoral. Quando uma festa de porte é realizada, os organizadores têm que pensar no bufê, na iluminação, na decoração e também nos direitos autorais”, diz Fernandes. “O artista precisa receber por seu trabalho.”
Para que nenhuma empresa diga que foi surpreendida pela fiscalização, o Ecad enviou uma mala direta para 12 mil profissionais de Recursos Humanos. A fiscalização funciona nos dias 24, 25e 31 de dezembro e em 1º de janeiro.
‘Jingle Bells’, essa pode tocar à vontade
A clássica ‘Jingle Bells’, também conhecida como ‘One Horse Open Sleigh’, foi escrita por James Lord Pierpont (1822-1893) e lançada em 1857. Feita para celebrar o feriado de Ação de Graças da igreja nos EUA, popularizou-se como canção de Natal e hoje é de domínio público. Já a versão brasileira, ‘Sino de Belém’, não pode ser tocada de graça.
O nosso ‘Jingle Bells’ foi lançado só em 1951 pelo radialista e compositor Evaldo Rui.
JT - DJ Marky hoje no Hot Hot
Jornal da Tarde
O DJ Marky mostra sua música no potente equipamento de som de que dispõe o Club Hot Hot.
A apresentação está marcada para hoje, a partir das 23 horas. A entrada custa R$25, e ainda conta com as presenças do DJ MS2 e de MC Lucky. R. Santo Antônio, 570. 2985-8685.
O DJ Marky mostra sua música no potente equipamento de som de que dispõe o Club Hot Hot.
A apresentação está marcada para hoje, a partir das 23 horas. A entrada custa R$25, e ainda conta com as presenças do DJ MS2 e de MC Lucky. R. Santo Antônio, 570. 2985-8685.
JT - Soul, funk e cia. no Rey Castro
Jornal da Tarde
A banda Serial Funkers encerra o projeto Pure Black Fusion deste ano no Rey Castro Cuban Bar. Hoje, às 23h30. 18 anos. Entrada: um quilo de alimento não-perecível. R. Ministro Jesuíno Cardoso, 181. 3842-5279.
A banda Serial Funkers encerra o projeto Pure Black Fusion deste ano no Rey Castro Cuban Bar. Hoje, às 23h30. 18 anos. Entrada: um quilo de alimento não-perecível. R. Ministro Jesuíno Cardoso, 181. 3842-5279.
JT - Paula Lima
Jornal da Tarde
Sucessos de Jorge Ben, Arlindo Cruz e companhia integram o repertório do show que Paula Lima faz amanhã, no Teatro Bradesco. ’Samba Chic’ começa às 21 horas e não é recomendado
a menores de 14 anos. Shopping Bourbon: Rua Turiassu, 2100. 3670-4141. Ingressos a R$ 50.
Sucessos de Jorge Ben, Arlindo Cruz e companhia integram o repertório do show que Paula Lima faz amanhã, no Teatro Bradesco. ’Samba Chic’ começa às 21 horas e não é recomendado
a menores de 14 anos. Shopping Bourbon: Rua Turiassu, 2100. 3670-4141. Ingressos a R$ 50.
JT - Só deu Susan Boyle em 2009
Jornal da Tarde
A cantora foi a maior audiência do You Tube no ano
Com mais de 120 milhões de views, Susan Boyle foi a maior audiência do site em 2009. Para saber o Top 5 vá para o endereço: http://migre.me/evjg. No Brasil, não dá para
esquecer de Vanusa cantando o Hino Nacional.
A cantora foi a maior audiência do You Tube no ano
Com mais de 120 milhões de views, Susan Boyle foi a maior audiência do site em 2009. Para saber o Top 5 vá para o endereço: http://migre.me/evjg. No Brasil, não dá para
esquecer de Vanusa cantando o Hino Nacional.
JT - Ed Motta canta seu mundo e volta ao pop
Jornal da Tarde
Em 'Piquenique', músico traz canções inéditas, compostas com sua esposa, Edna Lopes
Ed Motta e Edna Lopes são casados há 19 anos. Ele é um cantor conhecido desde o final dos anos 90, quando colocou a canção Manuel na boca de toda uma geração. Ela, uma roteirista de quadrinhos. Pela primeira vez, os dois decidiram se unir e compor as canções que fazem parte de Piquenique, novo álbum de Ed que volta a dialogar com o pop.
“Nem por brincadeira tínhamos pensando em fazer alguma canção juntos. A ideia surgiu depois de um jantar regado a muito vinho”, revela Ed por telefone, quando saía de um restaurante vegetariano em São Paulo. “Vim almoçar em um vegetariano para tirar minha culpa. Falei pra minha mulher que, já que é Ano Novo, eu tinha direito de comer macarrão. Estou comendo todo dia”, brinca, sobre a tentativa frustrada de levar adiante mais uma dieta.
Piquenique é uma resposta de Ed para os fãs que esperavam mais um trabalho pop no estilo de Manoel e do CD Manual Prático Para Festas, Bailes e Afins, de 1997. “Queria ter lançado este disco no ano passado, só que não tinha a uma quantidade de músicas suficiente. A Turma da Pilantragem, com a Maria Rita, por exemplo, fazia parte do disco passado, mas não tinha a ver com o álbum (Chapter 9, de 2008).”
Os arranjos minimalistas - com bateria programada e raros instrumentos - e os poucos músicos convidados para o processo foram propositais. Ed quis que cada música tivesse uma moldura e uma atmosfera radiofônica. “Antes que alguém pegue a canção e faça um remix dela”, justifica. A parceria com a esposa está em 11 faixas, e Nefertiti é a única que aceitou Rita Lee como ‘intrusa’.
“Ninguém me conhece melhor do que a minha esposa. É a primeira vez que canto a minha realidade, pois sempre cantei a ideia dos letristas. Agora estou botando o meu na reta. Tem uma música chamada Nicole Versus Cheng, por exemplo, que é a letra mais legal que já cantei na vida. É detetivesca, quase um roteiro de quadrinhos.” As letras se desenrolaram como um jogral entre o casal, com cada um resolvendo uma frase.
Vício e paixões
Além dos quadrinhos, as letras de Piquenique versam, em sua maioria, sobre o relacionamento e o cotidiano do casal. Sobre suas paixões, Ed continua ligado em vinho, charuto, vinil e HQs. O segredo para arranjar tempo para tantos vícios? “É não ter filho. Meu pai foi um pai exemplar de atenção comigo e me levou pra ver Fellini, Truffaut, mostrou Miles Davis, Jon Coltrane, coisa que eu não conseguiria fazer. Minha vida só sou eu e a Edna.” E, agora, o Facebook, sua mais nova fixação. “Atualizo todo dia.”
LANÇAMENTO
O cantor volta a fazer o som pop e dançante que marcou seu início de carreira.
Ed Motta
‘Piquenique’
Trama
Preço: R$ 24,90
É a primeira vez que canto a minha realidade. Antes, sempre cantei a ideia dos letristas”
ED MOTTA, SOBRE AS LETRAS DE SUA MULHER
Em 'Piquenique', músico traz canções inéditas, compostas com sua esposa, Edna Lopes
Ed Motta e Edna Lopes são casados há 19 anos. Ele é um cantor conhecido desde o final dos anos 90, quando colocou a canção Manuel na boca de toda uma geração. Ela, uma roteirista de quadrinhos. Pela primeira vez, os dois decidiram se unir e compor as canções que fazem parte de Piquenique, novo álbum de Ed que volta a dialogar com o pop.
“Nem por brincadeira tínhamos pensando em fazer alguma canção juntos. A ideia surgiu depois de um jantar regado a muito vinho”, revela Ed por telefone, quando saía de um restaurante vegetariano em São Paulo. “Vim almoçar em um vegetariano para tirar minha culpa. Falei pra minha mulher que, já que é Ano Novo, eu tinha direito de comer macarrão. Estou comendo todo dia”, brinca, sobre a tentativa frustrada de levar adiante mais uma dieta.
Piquenique é uma resposta de Ed para os fãs que esperavam mais um trabalho pop no estilo de Manoel e do CD Manual Prático Para Festas, Bailes e Afins, de 1997. “Queria ter lançado este disco no ano passado, só que não tinha a uma quantidade de músicas suficiente. A Turma da Pilantragem, com a Maria Rita, por exemplo, fazia parte do disco passado, mas não tinha a ver com o álbum (Chapter 9, de 2008).”
Os arranjos minimalistas - com bateria programada e raros instrumentos - e os poucos músicos convidados para o processo foram propositais. Ed quis que cada música tivesse uma moldura e uma atmosfera radiofônica. “Antes que alguém pegue a canção e faça um remix dela”, justifica. A parceria com a esposa está em 11 faixas, e Nefertiti é a única que aceitou Rita Lee como ‘intrusa’.
“Ninguém me conhece melhor do que a minha esposa. É a primeira vez que canto a minha realidade, pois sempre cantei a ideia dos letristas. Agora estou botando o meu na reta. Tem uma música chamada Nicole Versus Cheng, por exemplo, que é a letra mais legal que já cantei na vida. É detetivesca, quase um roteiro de quadrinhos.” As letras se desenrolaram como um jogral entre o casal, com cada um resolvendo uma frase.
Vício e paixões
Além dos quadrinhos, as letras de Piquenique versam, em sua maioria, sobre o relacionamento e o cotidiano do casal. Sobre suas paixões, Ed continua ligado em vinho, charuto, vinil e HQs. O segredo para arranjar tempo para tantos vícios? “É não ter filho. Meu pai foi um pai exemplar de atenção comigo e me levou pra ver Fellini, Truffaut, mostrou Miles Davis, Jon Coltrane, coisa que eu não conseguiria fazer. Minha vida só sou eu e a Edna.” E, agora, o Facebook, sua mais nova fixação. “Atualizo todo dia.”
LANÇAMENTO
O cantor volta a fazer o som pop e dançante que marcou seu início de carreira.
Ed Motta
‘Piquenique’
Trama
Preço: R$ 24,90
É a primeira vez que canto a minha realidade. Antes, sempre cantei a ideia dos letristas”
ED MOTTA, SOBRE AS LETRAS DE SUA MULHER
JT - Canto em coro no anoitecer da Paulista
Jornal da Tarde
A Estação Trianon-Masp do metrô (linha verde), na região da Avenida Paulista, é sede até amanhã de apresentações gratuitas de corais. Em sua 17º edição, o evento batizado de Canto Coral de Natal do Metrô começa sempre no início da noite. Os usuários que passarem por ali hoje, por volta das 18 horas, poderão acompanhar a apresentação do Coral da Telefônica. Na sequência, é a vez do Coral Domini. Amanhã, o convidado é o Coral dos Correios, que começa a cantar às 18 horas. O repertório das performances é composto por canções natalinas.
DIVIRTA-SE
Canto Coral de Natal.
Estação Trianon- Masp. Hoje e amanhã, a partir das 18h.
Grátis. Livre
A Estação Trianon-Masp do metrô (linha verde), na região da Avenida Paulista, é sede até amanhã de apresentações gratuitas de corais. Em sua 17º edição, o evento batizado de Canto Coral de Natal do Metrô começa sempre no início da noite. Os usuários que passarem por ali hoje, por volta das 18 horas, poderão acompanhar a apresentação do Coral da Telefônica. Na sequência, é a vez do Coral Domini. Amanhã, o convidado é o Coral dos Correios, que começa a cantar às 18 horas. O repertório das performances é composto por canções natalinas.
DIVIRTA-SE
Canto Coral de Natal.
Estação Trianon- Masp. Hoje e amanhã, a partir das 18h.
Grátis. Livre
JT - Pete Doherty na delegacia
Jornal da Tarde
O cantor britânico Pete Doherty foi detido ontem por suspeita de posse de drogas. Ele acabara de comparecer ao tribunal para responder por um delito no trânsito quando foi levado a uma delegacia próxima. O vocalista do grupo Babyshambles escapou da prisão por pouco em junho, quando dirigiu sob efeito de álcool.
O cantor britânico Pete Doherty foi detido ontem por suspeita de posse de drogas. Ele acabara de comparecer ao tribunal para responder por um delito no trânsito quando foi levado a uma delegacia próxima. O vocalista do grupo Babyshambles escapou da prisão por pouco em junho, quando dirigiu sob efeito de álcool.
JB - Taylor Swift é cotada para viver Supergirl nos cinemas
Portal Terra
PORTAL TERRA - Segundo o site Hollyscoop, a cantora Taylor Swift estaria em negociação para viver ninguém menos, ninguém mais que a Supergirl no cinema. A artista do ano, segundo a revista Billboard, estaria conversando com executivos de Hollywood para viver a equivalente feminina do Super-Homem.
Se confirmada nessa produção, essa seria a segunda experiência de Swift nos cinemas. A primeira estreia será com a comédia romântica Idas e Vindas do Amor, que chega ao Brasil no dia 19 de fevereiro e no qual ela contracena como par romântico de Taylor Lautner, o ator da saga Crepúsculo que é o suposto namorado da moça fora das telas
PORTAL TERRA - Segundo o site Hollyscoop, a cantora Taylor Swift estaria em negociação para viver ninguém menos, ninguém mais que a Supergirl no cinema. A artista do ano, segundo a revista Billboard, estaria conversando com executivos de Hollywood para viver a equivalente feminina do Super-Homem.
Se confirmada nessa produção, essa seria a segunda experiência de Swift nos cinemas. A primeira estreia será com a comédia romântica Idas e Vindas do Amor, que chega ao Brasil no dia 19 de fevereiro e no qual ela contracena como par romântico de Taylor Lautner, o ator da saga Crepúsculo que é o suposto namorado da moça fora das telas
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Destaques dos Jornais em 21/12/2009
Jornal da Tarde
"Show grátis na Paulista".
"Monique Maion faz tributo".
"ho que a predominância do axé gerou ódio e amor',Daniela Mercury surgiu e explodiu no axé quando sua música ainda nem tinha nome".
Jornal do Brasil
"'A Fazenda 2': Maurício Manieri vence prêmio de Natal".
"Show grátis na Paulista".
"Monique Maion faz tributo".
"ho que a predominância do axé gerou ódio e amor',Daniela Mercury surgiu e explodiu no axé quando sua música ainda nem tinha nome".
Jornal do Brasil
"'A Fazenda 2': Maurício Manieri vence prêmio de Natal".
JT - Show grátis na Paulista
Jornal da Tarde
O gaitista Gabriel Grossi sobe ao palco do Sesc Avenida Paulista para mostrar músicas de seu mais recente disco, ‘Horizonte’. Com Sérgio Machado (bateria), Guilherme Ribeiro (teclado) e o convidado Maurício Eihorn (gaita). Av. Paulista, 119. 3179-3700. Amanhã, às 19h. Grátis.
O gaitista Gabriel Grossi sobe ao palco do Sesc Avenida Paulista para mostrar músicas de seu mais recente disco, ‘Horizonte’. Com Sérgio Machado (bateria), Guilherme Ribeiro (teclado) e o convidado Maurício Eihorn (gaita). Av. Paulista, 119. 3179-3700. Amanhã, às 19h. Grátis.
JT - Monique Maion faz tributo
Jornal da Tarde
Acompanhada por seis músicos da banda Fellas, a cantora Monique Maion realiza o show
‘Ella & Her Fellas’, um tributo à cantora de jazz Ella Fitzgerald (1917-1996). Ao longo de uma hora, a intérprete desfilará clássicos da diva. Buchanan’s Lounge Alameda Lorena, 1.221). 3062-5504. Amanhã, às 22h30. Couvert: R$ 20. 18 anos.
Acompanhada por seis músicos da banda Fellas, a cantora Monique Maion realiza o show
‘Ella & Her Fellas’, um tributo à cantora de jazz Ella Fitzgerald (1917-1996). Ao longo de uma hora, a intérprete desfilará clássicos da diva. Buchanan’s Lounge Alameda Lorena, 1.221). 3062-5504. Amanhã, às 22h30. Couvert: R$ 20. 18 anos.
JT - ho que a predominância do axé gerou ódio e amor'
Jornal da Tarde
Daniela Mercury surgiu e explodiu no axé quando sua música ainda nem tinha nome. Nos anos 90, foi erguida ao trono do gênero, reinou na Bahia e testemunhou o nascimento de fenômenos como o É o Tchan!, Ivete Sangalo e Claudia Leitte. Consagrada com a ode a Salvador O Canto da Cidade, hoje, aos 44 anos, combate o frio de São Paulo e defende uma mistura mais híbrida e fina de ritmos, que mostra no novo CD Canibália (Sony, R$ 20). Por telefone, de Salvador, a cantora falou com o JT na última quinta-feira.
Você sempre defendeu que axé combina com tudo. Como define o seu som hoje?
Eu sou livre. O axé me libera e, como no antropofagismo, eu me defino canibalista, é o que me reina, a vontade de me fundir. É o mercado que tende a colocar isso na cabeça das pessoas: ‘Você é rock, você é MPB’, mas não existe isso...
Você decidiu fazer um documentário sobre o axé. Por quê?
O documentário será um manifesto de afirmação, vai falar desse universo particular da Bahia, que muita gente não entende apesar de dançar as músicas. O carnaval de Salvador virou um grande mercado de música, uma grande vitrine. O documentário já foi aprovado pela Ancine e devemos começar a gravar no ano que vem.
Ainda há preconceito com o gênero ou isso é passado?
Quando comecei, o que havia era curiosidade. Nunca senti preconceito só por ser baiana, nordestina, como aconteceu com Caetano e Gil na Tropicália. Mas, depois que vieram tantos artistas, fizeram uma confusão na cabeça. Essa confusão e o exagero, a quantidade de pessoas que surgiram, isso tudo fez com que as pessoas passassem a se incomodar, e isso gerou o preconceito.
Isso popularizou o axé, não? Vários grupos estouraram, como o É o Tchan!...
A predominância do axé gerou ódio e amor. A gente passou a ter um carnaval com mais gente do que quando cheguei, há 17 anos. Assim como tem gente boa, tem gente que não faz o trabalho com tanto cuidado. Não quero julgar ninguém porque isso é delicado...
E como estão as coisas hoje?
Meu sonho seria que compreendessem naturalmente o que está sendo feito. Há um preconceito em achar que axé não é música de boa qualidade, e isso é um equívoco. Também há uma questão brasileira; brasileiro não sabe se quer ser americano ou se quer ser europeu. É como se os burgueses quisessem uma música só para eles.
O axé é tachado de acéfalo, superficial, por se limitar a festejar...
É uma música vibrante e festiva, e a alegria, para alguns brasileiros, parece incômoda. Nossa filosofia na Bahia talvez seja mais de aceitação, mas a alegria é uma resposta para a dor. Dentro do carnaval tem todo um desafogar de mágoas. Mas em vez de fazer protesto como os roqueiros, a gente puxa para cima. É uma música afirmativa, positiva. É a nossa forma de ver o mundo, que eu acho extremamente sábia.
E para você, como é isso?
Faço música alegre porque gosto, me interessa, eu me apego a isso. Quando me perguntam por que somos tão alegres, eu digo: ‘Vocês são existencialistas e nós, sambistas.’ Eu me importo com as dores do mundo, sou totalmente comprometida como cidadã, mas vejo minha empregada chegar em casa feliz todos os dias e ela me diz: ‘Por que não?’
Essa generalização já foi um problema para você?
É lógico que você entra em um caldo. Eu sempre procurei interlocução com acadêmicos que pensam a cultura brasileira, mas as pessoas não conseguem ver separadamente. Cristalizaram minha imagem em O Canto da Cidade (disco lançado em 1992, que vendeu mais de 1 milhão de cópias). Eu já fiz tantas coisas nesses últimos 15 anos, discos diferentes, com DJ, MPB, pesquisas musicais diversas, mas olhavam para mim e só viam um lado. Quando há um movimento forte, de muita gente fazendo música de festa, só se vê aquilo. A massificação conduz a ficar dentro desse pacote...
Daí a ideologia de seguir na contramão, como você define?
Quando tá todo mundo para um lado, vou para o outro. Quando sentia que a gente estava se repetindo, que aquilo já tinha sido absorvido pelo coletivo, tinha necessidade de renovar o ambiente. Aqui em Salvador tem festa o dia inteiro, e se a gente não traz um elemento novo, fica rodando em volta do próprio rabo. Muita gente acha que tem de fazer música dançante do começo ao fim, eu não. Posso fazer qualquer coisa.
Isso não é ir contra o mercado?
Acabo sendo um E.T. Quando fiz o primeiro trio eletrônico, fiquei com o estômago nas costas do começo ao fim do percurso. Subi ali sem saber o que esperar. Vi de tudo. Tinha gente que me mandava andar, muita gente de braço cruzado. O povão da cidade, que estava acostumado a explodir quando eu passava, ficou me olhando como se eu fosse a pessoa mais estranha do mundo, como se eu fosse uma artista nova que chegava ali.
E você não mudou de ideia.
Achei fascinante o contraste que isso causou. A pergunta na cara das pessoas era: ‘O que é isso?’. Nem me reconheciam. Eu sou assim, sempre fiz coisas mais à frente. Antes não tinha mulher em trio grande, eu fui a primeira. Cinco anos atrás, não tinha a menor possibilidade de DJs virem para o carnaval. A música eletrônica está chegando só agora...
Você acha que não a levam a sério como artista?
É, eu tenho a sensação de que tem pessoas que ainda não compreendem meu trabalho, mas isso vai aos pouquinhos... Eu tenho 44 anos, me lembro que Elis (Regina) morreu com 36. Acho que ainda tem gente para me compreender. Só entender, sem entrar no juízo de valor se é bom ou ruim.
Por que acha que isso acontece?
Santo de casa não faz milagre, ou santo da Bahia não faz. Isso não acontece fora do País, onde quem me ouve não me associa a um gênero. Gostam ou não, mas antes veem valor naquilo e pronto. Tenho algumas coisas contra mim, né? Sou baiana, estou dentro de um contexto de alegria, sou uma artista de grande público. São três barreiras, as pessoas pensam que é impossível fazer música boa com essas características. Tenho orgulho de ser latina, brasileira e cantora de axé.
Isso não atormenta você?
Tenho certeza de que o que faço é interessante e bem feito. Não estou falando só porque eu acho, tenho anos de carreira e respaldo para acreditar nisso. Tive dificuldade em ter certeza - e é normal quando se faz um trabalho artístico. Se tem tanta gente que gosta, é impossível que eu esteja fazendo uma coisa que não é boa. Muitas vezes questionei que a unanimidade é burra, e é lógico que é burra, concordo, mas então se a maioria gosta, a música é ruim?
Está satisfeita com o trabalho das suas sucessoras, Ivete Sangalo e Claudia Leitte?
São cantoras talentosas, senão não estariam onde estão. O desafio agora é se manter. Tem coisas muito bonitas no trabalho das duas, uma preocupação cada vez maior com a execução. Cada uma está buscando a sua própria identidade. Ivete já é uma artista consagrada, tem um trabalho bem eclético, o que é bem característico da gente. Já tem uma obra que se pode observar para cada um escolher o que gosta. Claudinha é mais nova. Vejo arranjos bonitos no último trabalho dela, mas não conheço os discos anteriores.
Você nunca se atrelou a uma emissora de TV. Não acha que poderia ser um caminho para firmar a carreira?
Nunca fui refém de gravadora, de TV, nem de ninguém. Sempre tive muito medo de ficar tolhida. Isso é a minha morte. Se me tolher, eu morro.
Cantoras de axé sempre têm a imagem muito explorada. Quanto você acha que a beleza está atrelada ao sucesso na carreira??
Acho que, para uma cantora, se descolar da beleza é libertador e inteligente. A beleza tem tempo determinado na vida da gente, perece. Somos perecíveis ao tempo, mas a arte não, é atemporal. Se pautar muito nisso pode causar graves problemas depois...
Essa frase vinda uma avó de 44 anos que está ‘com tudo em cima’ chega a ser engraçado...
Pois é, mas isso é a preocupação física de toda mulher. E não tenho nenhum problema em falar disso. Além disso, ser avó é como um upgrade, uma graduação. Não pesa.
Você se mudou para São Paulo e recebeu o título de cidadã paulistana. Como está sua adaptação?
Ah, aqui (Bahia) é um Caribezinho. Um sol absurdo, essa praia convidativa, as pessoas se manifestam, conversam de outro jeito, têm uma aproximação natural. Em São Paulo, não. As pessoas ficam separadas, dentro de seus carros. Mudei por causa do meu marido, recebi uma convocação, mas sempre quis morar em centros maiores, sou urbana. Vou estar mais próxima do ambiente acadêmico, vai me abrir horizontes.
Ah, então eu tenho duas palavras para você: trânsito e frio.
(Risos) Ainda estou aprendendo a driblar isso, a sair de casa em horários certos e fazer minhas compras sem carro. Mas o frio... quando vi, estava andando de sobretudo e meia dentro de casa, como se estivesse em Nova York. Estou ‘botando’ vidro na varanda e comprei aquecedores. Ah, e claro, no meu apartamento vai ter lareira!
Daniela Mercury surgiu e explodiu no axé quando sua música ainda nem tinha nome. Nos anos 90, foi erguida ao trono do gênero, reinou na Bahia e testemunhou o nascimento de fenômenos como o É o Tchan!, Ivete Sangalo e Claudia Leitte. Consagrada com a ode a Salvador O Canto da Cidade, hoje, aos 44 anos, combate o frio de São Paulo e defende uma mistura mais híbrida e fina de ritmos, que mostra no novo CD Canibália (Sony, R$ 20). Por telefone, de Salvador, a cantora falou com o JT na última quinta-feira.
Você sempre defendeu que axé combina com tudo. Como define o seu som hoje?
Eu sou livre. O axé me libera e, como no antropofagismo, eu me defino canibalista, é o que me reina, a vontade de me fundir. É o mercado que tende a colocar isso na cabeça das pessoas: ‘Você é rock, você é MPB’, mas não existe isso...
Você decidiu fazer um documentário sobre o axé. Por quê?
O documentário será um manifesto de afirmação, vai falar desse universo particular da Bahia, que muita gente não entende apesar de dançar as músicas. O carnaval de Salvador virou um grande mercado de música, uma grande vitrine. O documentário já foi aprovado pela Ancine e devemos começar a gravar no ano que vem.
Ainda há preconceito com o gênero ou isso é passado?
Quando comecei, o que havia era curiosidade. Nunca senti preconceito só por ser baiana, nordestina, como aconteceu com Caetano e Gil na Tropicália. Mas, depois que vieram tantos artistas, fizeram uma confusão na cabeça. Essa confusão e o exagero, a quantidade de pessoas que surgiram, isso tudo fez com que as pessoas passassem a se incomodar, e isso gerou o preconceito.
Isso popularizou o axé, não? Vários grupos estouraram, como o É o Tchan!...
A predominância do axé gerou ódio e amor. A gente passou a ter um carnaval com mais gente do que quando cheguei, há 17 anos. Assim como tem gente boa, tem gente que não faz o trabalho com tanto cuidado. Não quero julgar ninguém porque isso é delicado...
E como estão as coisas hoje?
Meu sonho seria que compreendessem naturalmente o que está sendo feito. Há um preconceito em achar que axé não é música de boa qualidade, e isso é um equívoco. Também há uma questão brasileira; brasileiro não sabe se quer ser americano ou se quer ser europeu. É como se os burgueses quisessem uma música só para eles.
O axé é tachado de acéfalo, superficial, por se limitar a festejar...
É uma música vibrante e festiva, e a alegria, para alguns brasileiros, parece incômoda. Nossa filosofia na Bahia talvez seja mais de aceitação, mas a alegria é uma resposta para a dor. Dentro do carnaval tem todo um desafogar de mágoas. Mas em vez de fazer protesto como os roqueiros, a gente puxa para cima. É uma música afirmativa, positiva. É a nossa forma de ver o mundo, que eu acho extremamente sábia.
E para você, como é isso?
Faço música alegre porque gosto, me interessa, eu me apego a isso. Quando me perguntam por que somos tão alegres, eu digo: ‘Vocês são existencialistas e nós, sambistas.’ Eu me importo com as dores do mundo, sou totalmente comprometida como cidadã, mas vejo minha empregada chegar em casa feliz todos os dias e ela me diz: ‘Por que não?’
Essa generalização já foi um problema para você?
É lógico que você entra em um caldo. Eu sempre procurei interlocução com acadêmicos que pensam a cultura brasileira, mas as pessoas não conseguem ver separadamente. Cristalizaram minha imagem em O Canto da Cidade (disco lançado em 1992, que vendeu mais de 1 milhão de cópias). Eu já fiz tantas coisas nesses últimos 15 anos, discos diferentes, com DJ, MPB, pesquisas musicais diversas, mas olhavam para mim e só viam um lado. Quando há um movimento forte, de muita gente fazendo música de festa, só se vê aquilo. A massificação conduz a ficar dentro desse pacote...
Daí a ideologia de seguir na contramão, como você define?
Quando tá todo mundo para um lado, vou para o outro. Quando sentia que a gente estava se repetindo, que aquilo já tinha sido absorvido pelo coletivo, tinha necessidade de renovar o ambiente. Aqui em Salvador tem festa o dia inteiro, e se a gente não traz um elemento novo, fica rodando em volta do próprio rabo. Muita gente acha que tem de fazer música dançante do começo ao fim, eu não. Posso fazer qualquer coisa.
Isso não é ir contra o mercado?
Acabo sendo um E.T. Quando fiz o primeiro trio eletrônico, fiquei com o estômago nas costas do começo ao fim do percurso. Subi ali sem saber o que esperar. Vi de tudo. Tinha gente que me mandava andar, muita gente de braço cruzado. O povão da cidade, que estava acostumado a explodir quando eu passava, ficou me olhando como se eu fosse a pessoa mais estranha do mundo, como se eu fosse uma artista nova que chegava ali.
E você não mudou de ideia.
Achei fascinante o contraste que isso causou. A pergunta na cara das pessoas era: ‘O que é isso?’. Nem me reconheciam. Eu sou assim, sempre fiz coisas mais à frente. Antes não tinha mulher em trio grande, eu fui a primeira. Cinco anos atrás, não tinha a menor possibilidade de DJs virem para o carnaval. A música eletrônica está chegando só agora...
Você acha que não a levam a sério como artista?
É, eu tenho a sensação de que tem pessoas que ainda não compreendem meu trabalho, mas isso vai aos pouquinhos... Eu tenho 44 anos, me lembro que Elis (Regina) morreu com 36. Acho que ainda tem gente para me compreender. Só entender, sem entrar no juízo de valor se é bom ou ruim.
Por que acha que isso acontece?
Santo de casa não faz milagre, ou santo da Bahia não faz. Isso não acontece fora do País, onde quem me ouve não me associa a um gênero. Gostam ou não, mas antes veem valor naquilo e pronto. Tenho algumas coisas contra mim, né? Sou baiana, estou dentro de um contexto de alegria, sou uma artista de grande público. São três barreiras, as pessoas pensam que é impossível fazer música boa com essas características. Tenho orgulho de ser latina, brasileira e cantora de axé.
Isso não atormenta você?
Tenho certeza de que o que faço é interessante e bem feito. Não estou falando só porque eu acho, tenho anos de carreira e respaldo para acreditar nisso. Tive dificuldade em ter certeza - e é normal quando se faz um trabalho artístico. Se tem tanta gente que gosta, é impossível que eu esteja fazendo uma coisa que não é boa. Muitas vezes questionei que a unanimidade é burra, e é lógico que é burra, concordo, mas então se a maioria gosta, a música é ruim?
Está satisfeita com o trabalho das suas sucessoras, Ivete Sangalo e Claudia Leitte?
São cantoras talentosas, senão não estariam onde estão. O desafio agora é se manter. Tem coisas muito bonitas no trabalho das duas, uma preocupação cada vez maior com a execução. Cada uma está buscando a sua própria identidade. Ivete já é uma artista consagrada, tem um trabalho bem eclético, o que é bem característico da gente. Já tem uma obra que se pode observar para cada um escolher o que gosta. Claudinha é mais nova. Vejo arranjos bonitos no último trabalho dela, mas não conheço os discos anteriores.
Você nunca se atrelou a uma emissora de TV. Não acha que poderia ser um caminho para firmar a carreira?
Nunca fui refém de gravadora, de TV, nem de ninguém. Sempre tive muito medo de ficar tolhida. Isso é a minha morte. Se me tolher, eu morro.
Cantoras de axé sempre têm a imagem muito explorada. Quanto você acha que a beleza está atrelada ao sucesso na carreira??
Acho que, para uma cantora, se descolar da beleza é libertador e inteligente. A beleza tem tempo determinado na vida da gente, perece. Somos perecíveis ao tempo, mas a arte não, é atemporal. Se pautar muito nisso pode causar graves problemas depois...
Essa frase vinda uma avó de 44 anos que está ‘com tudo em cima’ chega a ser engraçado...
Pois é, mas isso é a preocupação física de toda mulher. E não tenho nenhum problema em falar disso. Além disso, ser avó é como um upgrade, uma graduação. Não pesa.
Você se mudou para São Paulo e recebeu o título de cidadã paulistana. Como está sua adaptação?
Ah, aqui (Bahia) é um Caribezinho. Um sol absurdo, essa praia convidativa, as pessoas se manifestam, conversam de outro jeito, têm uma aproximação natural. Em São Paulo, não. As pessoas ficam separadas, dentro de seus carros. Mudei por causa do meu marido, recebi uma convocação, mas sempre quis morar em centros maiores, sou urbana. Vou estar mais próxima do ambiente acadêmico, vai me abrir horizontes.
Ah, então eu tenho duas palavras para você: trânsito e frio.
(Risos) Ainda estou aprendendo a driblar isso, a sair de casa em horários certos e fazer minhas compras sem carro. Mas o frio... quando vi, estava andando de sobretudo e meia dentro de casa, como se estivesse em Nova York. Estou ‘botando’ vidro na varanda e comprei aquecedores. Ah, e claro, no meu apartamento vai ter lareira!
JB - 'A Fazenda 2': Maurício Manieri vence prêmio de Natal
Portal Terra
SÃO PAULO - Em prova de sorte, no qual os peões Maurício Manieri e Mateus Rocha tiveram que escolher baldes aleatoriamente para derrubar a água de dentro e movimentar um pilão que tinha o mecanismo ligado a eles, o cantor Maurício Manieri vanceu o desafio e levou para casa R$ 150 mil.
Muito contente, o cantor vibrou com a vitória e dedicou o prêmio a sua família. Anunciado antes do início da prova pelo apresentador Britto Jr., o valor do prêmio era pessoal e instransferível, sendo assim, anulada a ideia de divisão da importância entre os participantes - ideia essa já recusada pelo cantor momentos antes em conversa com os outros participantes
SÃO PAULO - Em prova de sorte, no qual os peões Maurício Manieri e Mateus Rocha tiveram que escolher baldes aleatoriamente para derrubar a água de dentro e movimentar um pilão que tinha o mecanismo ligado a eles, o cantor Maurício Manieri vanceu o desafio e levou para casa R$ 150 mil.
Muito contente, o cantor vibrou com a vitória e dedicou o prêmio a sua família. Anunciado antes do início da prova pelo apresentador Britto Jr., o valor do prêmio era pessoal e instransferível, sendo assim, anulada a ideia de divisão da importância entre os participantes - ideia essa já recusada pelo cantor momentos antes em conversa com os outros participantes
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Destaques dos Jornais 18/12/2009
Estado de São Paulo
"Estadão - Orquestra Filarmônica de MG anuncia programação".
"Master Crews 2009, dança para lambrar Michael Jackson".
"Lulu Santos lança novo álbum 'Singular'".
Folha de São Paulo
"Massive Attack lançará o álbum "Heligoland", em fevereiro".
"Simon Cowell pode trocar "American Idol" por "The X Factor".
"Catraca Livre: Álbum reúne nomes promissores da música nacional,lançamento do Selo Sesc".
Jornal da Tarde
"Metrô tem shows gratuitos de corais".
"ZZ Top vem a São Paulo em maio".
"Patife Band toca hoje no Cabaret Inflamável".
"Queijo, molho e cantoria especial,de tanto cantarolar no trabalho, Eduardo Góes virou finalista de um concurso do Mc Donald’s".
"John está fora do Red Hot".
"Longe das guitarras e mais perto do oboé,instrumento de sopro nada popular atrai jovens que se destacam em orquestras de São Paulo".
"Eles são prata da casa, o Sesc Pompeia faz hoje, às 21h, festa de dez anos do projeto Prata da Casa".
"Estadão - Orquestra Filarmônica de MG anuncia programação".
"Master Crews 2009, dança para lambrar Michael Jackson".
"Lulu Santos lança novo álbum 'Singular'".
Folha de São Paulo
"Massive Attack lançará o álbum "Heligoland", em fevereiro".
"Simon Cowell pode trocar "American Idol" por "The X Factor".
"Catraca Livre: Álbum reúne nomes promissores da música nacional,lançamento do Selo Sesc".
Jornal da Tarde
"Metrô tem shows gratuitos de corais".
"ZZ Top vem a São Paulo em maio".
"Patife Band toca hoje no Cabaret Inflamável".
"Queijo, molho e cantoria especial,de tanto cantarolar no trabalho, Eduardo Góes virou finalista de um concurso do Mc Donald’s".
"John está fora do Red Hot".
"Longe das guitarras e mais perto do oboé,instrumento de sopro nada popular atrai jovens que se destacam em orquestras de São Paulo".
"Eles são prata da casa, o Sesc Pompeia faz hoje, às 21h, festa de dez anos do projeto Prata da Casa".
Estadão - Master Crews 2009, dança para lambrar Michael Jackson
O Estadao de S. Paulo
O breaking nasceu nos EUA e tem influência de James Brown, mas está em brasileiros como Bispo e Mr. Fê
SÃO PAULO - Breaking é o nome original do estilo de dança surgido em 1969, em Nova York. Para começar a conversa, é preciso ter em mente as figuras de James Brown e Michael Jackson. Brown foi uma das maiores influências e Michael o pioneiro na mistura de funk, sapateado e ‘locking’. Não entendeu? Várias dessas expressões estranhas você vai ouvir no Master Crews 2009, um dos maiores eventos de cultura urbana da América Latina, neste fim de semana. Além de competição de break, há oficinas, grafite e torneios de ‘popping’, ‘locking’ e ‘chyphers’.
Leia e leve o pequeno glossário abaixo para a Galeria Olido e para a Casa das Caldeiras. E cuidado para não falar ‘break dance’. É proibido, avisa Bispo, um dos fundadores do evento.
Chyphers: roda de improvisação de break (clássicas nos filmes de Spike Lee).
Popping: movimentos robóticos e de ilusão corporal (simulação de movimento de ‘cobra’ com o braço, por exemplo).
Locking: dança com paradas, feitas em pé (diferente do ‘freeze’, que trabalha com paradas corporais e de mão).
Com o vocabulário atualizado, corra para o YouTube e tente imitar os movimentos. No Master, qualquer um pode dançar.
Onde: Galeria Olido. Av. São João, 473, Centro, 3334-0001.
Quando: sáb. (19), 11h/18h.
Quanto: Grátis.
Onde: Casa das Caldeiras. Av. Francisco Matarazzo, 2.000, Água Branca, 3675-1799.
Quando: dom. (20), 14h/22h.
Quanto: R$ 15.
O breaking nasceu nos EUA e tem influência de James Brown, mas está em brasileiros como Bispo e Mr. Fê
SÃO PAULO - Breaking é o nome original do estilo de dança surgido em 1969, em Nova York. Para começar a conversa, é preciso ter em mente as figuras de James Brown e Michael Jackson. Brown foi uma das maiores influências e Michael o pioneiro na mistura de funk, sapateado e ‘locking’. Não entendeu? Várias dessas expressões estranhas você vai ouvir no Master Crews 2009, um dos maiores eventos de cultura urbana da América Latina, neste fim de semana. Além de competição de break, há oficinas, grafite e torneios de ‘popping’, ‘locking’ e ‘chyphers’.
Leia e leve o pequeno glossário abaixo para a Galeria Olido e para a Casa das Caldeiras. E cuidado para não falar ‘break dance’. É proibido, avisa Bispo, um dos fundadores do evento.
Chyphers: roda de improvisação de break (clássicas nos filmes de Spike Lee).
Popping: movimentos robóticos e de ilusão corporal (simulação de movimento de ‘cobra’ com o braço, por exemplo).
Locking: dança com paradas, feitas em pé (diferente do ‘freeze’, que trabalha com paradas corporais e de mão).
Com o vocabulário atualizado, corra para o YouTube e tente imitar os movimentos. No Master, qualquer um pode dançar.
Onde: Galeria Olido. Av. São João, 473, Centro, 3334-0001.
Quando: sáb. (19), 11h/18h.
Quanto: Grátis.
Onde: Casa das Caldeiras. Av. Francisco Matarazzo, 2.000, Água Branca, 3675-1799.
Quando: dom. (20), 14h/22h.
Quanto: R$ 15.
Estadão - Orquestra Filarmônica de MG anuncia programação
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais vai iniciar a temporada de 2010 com uma homenagem à música das Américas. No dia 23 de fevereiro, às 20h30, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, um concerto abre a nova temporada com obras de Corigliano, Villa-Lobos, Piazzolla e Ginastera, sob regência de Fabio Mechetti. O concerto tem início com Abertura Promenade, de John Corigliano. Em seguida, a Filarmônica executa Momoprece, de Heitor Villa-Lobos. O solista será o pianista brasileiro Marcelo Bratke. Após o intervalo, Três Tangos, de Astor Piazzolla, com arranjos do regente titular da orquestra, o maestro Fabio Mechetti, e Estancia: Suíte de Balé, de Alberto Ginastera. O preço dos ingressos vai variar entre R$ 45, R$ 30 e R$ 20. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais vai iniciar a temporada de 2010 com uma homenagem à música das Américas. No dia 23 de fevereiro, às 20h30, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, um concerto abre a nova temporada com obras de Corigliano, Villa-Lobos, Piazzolla e Ginastera, sob regência de Fabio Mechetti. O concerto tem início com Abertura Promenade, de John Corigliano. Em seguida, a Filarmônica executa Momoprece, de Heitor Villa-Lobos. O solista será o pianista brasileiro Marcelo Bratke. Após o intervalo, Três Tangos, de Astor Piazzolla, com arranjos do regente titular da orquestra, o maestro Fabio Mechetti, e Estancia: Suíte de Balé, de Alberto Ginastera. O preço dos ingressos vai variar entre R$ 45, R$ 30 e R$ 20. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Estadão - Lulu Santos lança novo álbum 'Singular'
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Depois de 21 discos lançados em 27 anos - e mais de cinco milhões vendidos -, Lulu Santos se perguntou: pra que mais um? "É disco demais, é produção compulsiva e compulsória. No mesmo período, os Pet Shop Boys fizeram oito; a Sade, cinco. Eu tive essa visão crítica", diz o rei do pop brasileiro, e conclui: "Eu tenho uma intenção sonora." A partir dela surgiu Singular, que Lulu lança pela EMI. Para o cantor e compositor, "sonoridade é discurso". Ele repete isso algumas vezes durante entrevista por conta do novo CD, em que explora o "manancial de recursos sonoros" da música eletrônica.
"Isto é música pop, não pretendo que seja outra coisa. O pop precisa de um elemento sonoro, não é muito o que diz, mas o que soa. Esse disco me fez me certificar de que sou um artista que trabalha com música eletrônica. ?Ah, o disco está muito eletrônico!? Sim, mas a essa altura, se não estivesse, não seria eu."
SÃO PAULO - Depois de 21 discos lançados em 27 anos - e mais de cinco milhões vendidos -, Lulu Santos se perguntou: pra que mais um? "É disco demais, é produção compulsiva e compulsória. No mesmo período, os Pet Shop Boys fizeram oito; a Sade, cinco. Eu tive essa visão crítica", diz o rei do pop brasileiro, e conclui: "Eu tenho uma intenção sonora." A partir dela surgiu Singular, que Lulu lança pela EMI. Para o cantor e compositor, "sonoridade é discurso". Ele repete isso algumas vezes durante entrevista por conta do novo CD, em que explora o "manancial de recursos sonoros" da música eletrônica.
"Isto é música pop, não pretendo que seja outra coisa. O pop precisa de um elemento sonoro, não é muito o que diz, mas o que soa. Esse disco me fez me certificar de que sou um artista que trabalha com música eletrônica. ?Ah, o disco está muito eletrônico!? Sim, mas a essa altura, se não estivesse, não seria eu."
Folha - Catraca Livre: Álbum reúne nomes promissores da música nacional
da Folha Online
O álbum “Prata da Casa – 10 anos, 1999/2009”, lançamento do Selo Sesc, reúne gravações de 30 jovens artistas, selecionados entre os mais de 400 que passaram pelo projeto Prata da Casa. O show de lançamento, gratuito, acontece na Choperia do Sesc Pompeia na sexta-feira, 18 , às 21h.
Sobem ao palco Fabiana Cozza, Quinteto em Branco e Preto, Mariana Aydar, Cérebro Eletrônico, Rubi, Turbo Trio e Renegado.
O álbum “Prata da Casa – 10 anos, 1999/2009”, lançamento do Selo Sesc, reúne gravações de 30 jovens artistas, selecionados entre os mais de 400 que passaram pelo projeto Prata da Casa. O show de lançamento, gratuito, acontece na Choperia do Sesc Pompeia na sexta-feira, 18 , às 21h.
Sobem ao palco Fabiana Cozza, Quinteto em Branco e Preto, Mariana Aydar, Cérebro Eletrônico, Rubi, Turbo Trio e Renegado.
Folha - Massive Attack lançará o álbum "Heligoland", em fevereiro
da Folha de S.Paulo
Quanto mais testados pelo tempo, mais maduros nos tornamos, certo? Não para o Massive Attack. "Acho que com o passar dos anos estamos ficando cada vez mais infantis, imaturos", brinca, apoiado por uma gargalhada, Robert del Naja.
Nascido em Bristol, Inglaterra, em janeiro de 1965, del Naja é, ao lado de Grant Marshall, 49, o corpo do Massive Attack.
Em uma espécie de "síndrome de Benjamin Button", a dupla parece ter nascido já com anos de experiência nas costas.
unidos desde o final dos anos 1980 (à época, como um trio; Andy Vowles saiu alguns anos depois), o duo lançou o primeiro disco, "Blue Lines", em 1991.
Enclausurado entre a barulheira grunge e o hedonismo da acid house, o Massive Attack desenhava ali um mundo distópico, escuro. Ao acomodarem sob o mesmo teto hip hop, dub, soul, tecno e house, fizeram emergir uma música densa, com contorno psicodélico e cativantemente lenta. Música adulta, madura, que depois ganharia o rótulo de trip hop.
Se logo de cara você já é homem feito, como amadurecer?
"[De lá para cá] Bristol mudou muito, a Inglaterra mudou, nossos fãs mudaram. O mundo mudou e nós acompanhamos essas mudanças. Faz parte do crescimento, não é?", diz del Naja, por telefone. "Nossa atitude em relação às coisas, não apenas à música, mudou desde o início dos anos 1990."
"Heligoland", o quinto disco do Massive Attack, que será lançado no início de fevereiro, é o que motiva a entrevista com a Folha. Diferentemente de "100th Window", de 2003, produzido quase exclusivamente por del Naja, o próximo álbum teve grande participação de Grant Marshall no estúdio.
É, Grant não estava muito envolvido no último disco. Temos visões distintas de música" -são notórias as divergências entre os integrantes do Massive Attack, desde a época em que eram um trio. "Quando saímos em turnês, nos damos bem. No estúdio é um pouco diferente, nosso humor varia muito. Ele adora baixo, quer colocar baixo em todas as faixas", brinca.
Como del Naja e Marshall preocupam-se mais em criar as bases do que em cantar, eles chamaram várias pessoas para participar de "Heligoland", como Damon Albarn (do Blur), Tunde Adebimpe (TV on the Radio), Guy Garvey (Elbow) e a cantora Hope Sandoval.
Uma das canções maiúsculas do disco, "Paradise Circus" possui batidas secas e quebradas, que ganham emoção com a voz sussurrada de Sandoval. Já "Pray for Rain" caminha em ritmo de marcha sob a voz firme de Adebimpe. "Gosto de chamar várias pessoas. Ajuda a nos inspirarmos, eles acrescentam algo [às músicas]."
Se em "100th Window" o Massive Attack trabalhou sem usar samples, em "Heligoland" eles tentaram criar algo "orgânico. Gravamos a bateria de forma limpa, sem muitas interferências. O disco soa como se estivéssemos tocando ao vivo".
Orgânico ou não, o Massive Attack ainda é nome eletrônico: "Se você quiser encontrar música original, experimental, tem de ir à eletrônica. É a que está sempre mudando, forçando os limites. A cena rock é nostálgica, cheia de besteiras".
Com o lançamento de "Heligoland" em fevereiro, o Massive Attack sairá em turnê. Já estão confirmados shows na Inglaterra e no México. Talvez estiquem até o Brasil.
Quanto mais testados pelo tempo, mais maduros nos tornamos, certo? Não para o Massive Attack. "Acho que com o passar dos anos estamos ficando cada vez mais infantis, imaturos", brinca, apoiado por uma gargalhada, Robert del Naja.
Nascido em Bristol, Inglaterra, em janeiro de 1965, del Naja é, ao lado de Grant Marshall, 49, o corpo do Massive Attack.
Em uma espécie de "síndrome de Benjamin Button", a dupla parece ter nascido já com anos de experiência nas costas.
unidos desde o final dos anos 1980 (à época, como um trio; Andy Vowles saiu alguns anos depois), o duo lançou o primeiro disco, "Blue Lines", em 1991.
Enclausurado entre a barulheira grunge e o hedonismo da acid house, o Massive Attack desenhava ali um mundo distópico, escuro. Ao acomodarem sob o mesmo teto hip hop, dub, soul, tecno e house, fizeram emergir uma música densa, com contorno psicodélico e cativantemente lenta. Música adulta, madura, que depois ganharia o rótulo de trip hop.
Se logo de cara você já é homem feito, como amadurecer?
"[De lá para cá] Bristol mudou muito, a Inglaterra mudou, nossos fãs mudaram. O mundo mudou e nós acompanhamos essas mudanças. Faz parte do crescimento, não é?", diz del Naja, por telefone. "Nossa atitude em relação às coisas, não apenas à música, mudou desde o início dos anos 1990."
"Heligoland", o quinto disco do Massive Attack, que será lançado no início de fevereiro, é o que motiva a entrevista com a Folha. Diferentemente de "100th Window", de 2003, produzido quase exclusivamente por del Naja, o próximo álbum teve grande participação de Grant Marshall no estúdio.
É, Grant não estava muito envolvido no último disco. Temos visões distintas de música" -são notórias as divergências entre os integrantes do Massive Attack, desde a época em que eram um trio. "Quando saímos em turnês, nos damos bem. No estúdio é um pouco diferente, nosso humor varia muito. Ele adora baixo, quer colocar baixo em todas as faixas", brinca.
Como del Naja e Marshall preocupam-se mais em criar as bases do que em cantar, eles chamaram várias pessoas para participar de "Heligoland", como Damon Albarn (do Blur), Tunde Adebimpe (TV on the Radio), Guy Garvey (Elbow) e a cantora Hope Sandoval.
Uma das canções maiúsculas do disco, "Paradise Circus" possui batidas secas e quebradas, que ganham emoção com a voz sussurrada de Sandoval. Já "Pray for Rain" caminha em ritmo de marcha sob a voz firme de Adebimpe. "Gosto de chamar várias pessoas. Ajuda a nos inspirarmos, eles acrescentam algo [às músicas]."
Se em "100th Window" o Massive Attack trabalhou sem usar samples, em "Heligoland" eles tentaram criar algo "orgânico. Gravamos a bateria de forma limpa, sem muitas interferências. O disco soa como se estivéssemos tocando ao vivo".
Orgânico ou não, o Massive Attack ainda é nome eletrônico: "Se você quiser encontrar música original, experimental, tem de ir à eletrônica. É a que está sempre mudando, forçando os limites. A cena rock é nostálgica, cheia de besteiras".
Com o lançamento de "Heligoland" em fevereiro, o Massive Attack sairá em turnê. Já estão confirmados shows na Inglaterra e no México. Talvez estiquem até o Brasil.
Folha - Simon Cowell pode trocar "American Idol" por "The X Factor
da Folha Online
O produtor Simon Cowell, 50, pode estar deixando o posto de jurado do programa de talentos "American Idol" nos Estados Unidos, para investir em uma versão de seu outro reality show, "The X Factor", no país.
O contrato de Cowell com o "American Idol" expira em maio, e o produtor já está em contato com a rede Fox desde o ano passado, informou o jornal "The Daily Mail".
O anúncio é esperado para as próximas semanas, e uma versão norte-americana do "X Factor" será produzida para 2011.
Simon Cowell pode deixar o "American Idol" e trazer para os EUA seu "The X-Factor"
O futuro de "American Idol", que é disparado o show mais popular dos EUA, ficará ameaçado se Cowell deixar o programa.
Cowell é o jurado mais famoso do reality show. Entretanto, no "X Factor" Cowell também é o produtor, enquanto no "Idol" ele é apenas jurado, sem interferência nas decisões de produção.
"The X Factor" se tornou um sucesso no Reino Unido, e muitas das decisões que tornaram o novo show popular são creditadas ao maior controle de Cowell sobre esta atração.
Há também o fato que uma versão do "X Factor" nos EUA seria muito mais lucrativa para o produtor do que seu papel de jurado no "American Idol".
Cowell é o homem mais bem pago do horário nobre da televisão norte-americana, com uma bolada estimada de US$ 75 milhões ganha entre julho do ano passado e deste ano, segundo estimativa da revista Forbes.
O produtor Simon Cowell, 50, pode estar deixando o posto de jurado do programa de talentos "American Idol" nos Estados Unidos, para investir em uma versão de seu outro reality show, "The X Factor", no país.
O contrato de Cowell com o "American Idol" expira em maio, e o produtor já está em contato com a rede Fox desde o ano passado, informou o jornal "The Daily Mail".
O anúncio é esperado para as próximas semanas, e uma versão norte-americana do "X Factor" será produzida para 2011.
Simon Cowell pode deixar o "American Idol" e trazer para os EUA seu "The X-Factor"
O futuro de "American Idol", que é disparado o show mais popular dos EUA, ficará ameaçado se Cowell deixar o programa.
Cowell é o jurado mais famoso do reality show. Entretanto, no "X Factor" Cowell também é o produtor, enquanto no "Idol" ele é apenas jurado, sem interferência nas decisões de produção.
"The X Factor" se tornou um sucesso no Reino Unido, e muitas das decisões que tornaram o novo show popular são creditadas ao maior controle de Cowell sobre esta atração.
Há também o fato que uma versão do "X Factor" nos EUA seria muito mais lucrativa para o produtor do que seu papel de jurado no "American Idol".
Cowell é o homem mais bem pago do horário nobre da televisão norte-americana, com uma bolada estimada de US$ 75 milhões ganha entre julho do ano passado e deste ano, segundo estimativa da revista Forbes.
JT - Eles são prata da casa
Jornal da Tarde
O Sesc Pompeia faz hoje, às 21h, festa de dez anos do projeto Prata da Casa, que revela nomes da música. Entre as atrações, há o Quinteto em Branco e Preto (foto), Fabiana Cozza, Mariana Aydar e Cérebro Eletrônico. Rua Clélia, 93. 3871-7700. Grátis. Ingressos a partir das 19h.
O Sesc Pompeia faz hoje, às 21h, festa de dez anos do projeto Prata da Casa, que revela nomes da música. Entre as atrações, há o Quinteto em Branco e Preto (foto), Fabiana Cozza, Mariana Aydar e Cérebro Eletrônico. Rua Clélia, 93. 3871-7700. Grátis. Ingressos a partir das 19h.
JT - Metrô tem shows gratuitos de corais
Jornal da Tarde
Quatro corais podem ser vistos de graça, hoje, no Metrô. Na estação Sé, às 18h, tem o Estrela Guia; às 18h30, La Salle, Creci e Shangri-lá. No Trianon-Masp, há outra turma do Estrela Guia, às 18h, e o Bom Jesus de Cangaíba, às 18h30.
Quatro corais podem ser vistos de graça, hoje, no Metrô. Na estação Sé, às 18h, tem o Estrela Guia; às 18h30, La Salle, Creci e Shangri-lá. No Trianon-Masp, há outra turma do Estrela Guia, às 18h, e o Bom Jesus de Cangaíba, às 18h30.
JT - ZZ Top vem a São Paulo em maio
Jornal da Tarde
Famoso pelas longas barbas de dois de seus integrantes, o trio americano ZZ Top anuncia em seu site que fará shows nos dias 20 e 21 de maio, no Via Funchal. Por ora, não há informações sobre preços de ingressos.
Famoso pelas longas barbas de dois de seus integrantes, o trio americano ZZ Top anuncia em seu site que fará shows nos dias 20 e 21 de maio, no Via Funchal. Por ora, não há informações sobre preços de ingressos.
JT - Patife Band toca hoje no Cabaret Inflamável
Jornal da Tarde
Liderada por Paulo Barnabé (na foto, à direita), irmão de Arrigo, a Patife Band mostra seu som experimental influenciado por hard-rock, jazz e ritmos brasileiros. No repertório, também estão músicas do próximo disco. Hoje, à s 22h, no Cabaret Inflamável. R. Maria Borba, 87.
2533-8543, Consolação. Entradas a R$ 15.
Liderada por Paulo Barnabé (na foto, à direita), irmão de Arrigo, a Patife Band mostra seu som experimental influenciado por hard-rock, jazz e ritmos brasileiros. No repertório, também estão músicas do próximo disco. Hoje, à s 22h, no Cabaret Inflamável. R. Maria Borba, 87.
2533-8543, Consolação. Entradas a R$ 15.
JT - Queijo, molho e cantoria especial
Jornal da Tarde
De tanto cantarolar no trabalho, Eduardo Góes virou finalista de um concurso do Mc Donald’s
Entre um hambúrguer e outro, o estudante Eduardo Góes dos Santos, 18 anos, afina a voz para cantarolar a música Alma Gêmea de Fábio Jr. O cliente pede um sanduíche de frango acompanhado de batatas e refrigerante e, ainda assim, Eduardo não se intimida. Ele entrega o lanche e solta a voz. Dessa vez, no ritmo dos sertanejos Victor e Léo.
O jovem de Pirituba, São Paulo, é um dos 30 semifinalistas do concurso mundial Voice of Mc Donald’s, uma espécie de Ídolos da rede de fast-food, que há três anos agita a rotina dos funcionários. A final está marcada para abril, em Orlando, na Flórida. O dono da melhor voz ganha R$ 45 mil.
Neste ano, pela primeira vez, o Brasil leva três semifinalistas para o concurso, que contou com dez mil inscritos. Um de São Paulo e duas irmãs gêmeas de Alagoas.
Há dois anos como funcionário da loja do Shopping West Plaza, Eduardo resolveu concorrer por influência de outros colegas que operam caixa na lanchonete. “Como eu canto o dia inteiro no caixa, me apelidaram de ‘diva’. Quando apareceu o concurso, me convenceram a ir.”
Além de ser funcionário do Mc Donald’s, o candidato precisa gostar de música. Na seleção inicial, Eduardo passou com nota dez. Filho de mãe cantora, ainda pequeno participou de programas como os de Eliana e Sérgio Mallandro. Mesmo assim, passar essa experiência para um vídeo de três minutos exigiu muito do jovem. Para chegar à versão final de Alma Gêmea, ele gravou dez vídeos.
A mãe Marilene de Andrade dos Santos cuidou da produção. “Ela aquece diariamente a minha voz.” Apesar de gostar do ritmo sertanejo desde os 5 anos, Eduardo acompanha a cantora em apresentações noturnas de MPB.
Mas a preocupação de Eduardo no momento é o inglês. Sem domínio da língua, tem treinado diariamente com um colega. Das consultorias, resolveu cantar na segunda etapa do concurso Apologize, de Justin Timberlake.
O sotaque em inglês no vídeo (que pode ser conferido no http://vom.mcdonalds.com) deixou a desejar, mas Eduardo acredita que até abril, quando se apresenta em Orlando, estará mais afiado. “Essa é a minha maior dificuldade, mas estou me preparando.” Se vencer, ele pretende gravar um CD e entrar na faculdade de gastronomia. Caso não consiga, quer se inscrever no reality Ídolos, da Record.
O CD também é o sonho das irmãs gêmeas Suyane e Nayane Pereira dos Santos, de 19 anos, também finalistas. Acostumadas a cantar em igrejas e eventos escolares, há dez meses trabalham na rede de lanches. “Adoraria se a minha irmã ganhasse”, diz Suyane. “Queremos fazer bonito”, completa Nayane. As irmãs se apresentam sozinhas, conforme exige o regulamento do concurso.
De tanto cantarolar no trabalho, Eduardo Góes virou finalista de um concurso do Mc Donald’s
Entre um hambúrguer e outro, o estudante Eduardo Góes dos Santos, 18 anos, afina a voz para cantarolar a música Alma Gêmea de Fábio Jr. O cliente pede um sanduíche de frango acompanhado de batatas e refrigerante e, ainda assim, Eduardo não se intimida. Ele entrega o lanche e solta a voz. Dessa vez, no ritmo dos sertanejos Victor e Léo.
O jovem de Pirituba, São Paulo, é um dos 30 semifinalistas do concurso mundial Voice of Mc Donald’s, uma espécie de Ídolos da rede de fast-food, que há três anos agita a rotina dos funcionários. A final está marcada para abril, em Orlando, na Flórida. O dono da melhor voz ganha R$ 45 mil.
Neste ano, pela primeira vez, o Brasil leva três semifinalistas para o concurso, que contou com dez mil inscritos. Um de São Paulo e duas irmãs gêmeas de Alagoas.
Há dois anos como funcionário da loja do Shopping West Plaza, Eduardo resolveu concorrer por influência de outros colegas que operam caixa na lanchonete. “Como eu canto o dia inteiro no caixa, me apelidaram de ‘diva’. Quando apareceu o concurso, me convenceram a ir.”
Além de ser funcionário do Mc Donald’s, o candidato precisa gostar de música. Na seleção inicial, Eduardo passou com nota dez. Filho de mãe cantora, ainda pequeno participou de programas como os de Eliana e Sérgio Mallandro. Mesmo assim, passar essa experiência para um vídeo de três minutos exigiu muito do jovem. Para chegar à versão final de Alma Gêmea, ele gravou dez vídeos.
A mãe Marilene de Andrade dos Santos cuidou da produção. “Ela aquece diariamente a minha voz.” Apesar de gostar do ritmo sertanejo desde os 5 anos, Eduardo acompanha a cantora em apresentações noturnas de MPB.
Mas a preocupação de Eduardo no momento é o inglês. Sem domínio da língua, tem treinado diariamente com um colega. Das consultorias, resolveu cantar na segunda etapa do concurso Apologize, de Justin Timberlake.
O sotaque em inglês no vídeo (que pode ser conferido no http://vom.mcdonalds.com) deixou a desejar, mas Eduardo acredita que até abril, quando se apresenta em Orlando, estará mais afiado. “Essa é a minha maior dificuldade, mas estou me preparando.” Se vencer, ele pretende gravar um CD e entrar na faculdade de gastronomia. Caso não consiga, quer se inscrever no reality Ídolos, da Record.
O CD também é o sonho das irmãs gêmeas Suyane e Nayane Pereira dos Santos, de 19 anos, também finalistas. Acostumadas a cantar em igrejas e eventos escolares, há dez meses trabalham na rede de lanches. “Adoraria se a minha irmã ganhasse”, diz Suyane. “Queremos fazer bonito”, completa Nayane. As irmãs se apresentam sozinhas, conforme exige o regulamento do concurso.
JT - John está fora do Red Hot
Jornal da Tarde
John Frusciante confirmou em seu blog que não faz mais parte do Red Hot Chili Peppers. O guitarrista disse que saiu há mais de um ano para investir em outros caminhos profissionais -sem detalhar quais são esses projetos. “Não houve drama ou raiva, e os outros caras foram muito compreensivos”, escreveu. 'Eu amo a banda e o que fizemos.' No site do Red Hot Chili Peppers, no entanto, não há qualquer notícia sobre sua saída nem o nome de um eventual substituto.
John Frusciante confirmou em seu blog que não faz mais parte do Red Hot Chili Peppers. O guitarrista disse que saiu há mais de um ano para investir em outros caminhos profissionais -sem detalhar quais são esses projetos. “Não houve drama ou raiva, e os outros caras foram muito compreensivos”, escreveu. 'Eu amo a banda e o que fizemos.' No site do Red Hot Chili Peppers, no entanto, não há qualquer notícia sobre sua saída nem o nome de um eventual substituto.
JT - Longe das guitarras e mais perto do oboé
Jornal da Tarde
Instrumento de sopro nada popular atrai jovens que se destacam em orquestras de São Paulo
Oboé, o que seria um oboé? Talvez levados pela sonoridade do nome, muitos respondem que se trata de um instrumento de percussão. Não é. Um oboé faz parte da família dos sopros e, mesmo discreto nas orquestras e desconhecido do público, ganha como fãs músicos bem jovens.
A coroação dos oboístas aconteceu neste mês, quando Ricardo Barbosa Pereira, 25 anos, sagrou-se vencedor do programa Prelúdio, da TV Cultura. “Nem achei que fosse selecionado para participar. Pensei que os pianistas e regentes tivessem mais chances. Mas o júri ressaltou a dificuldade de execução do oboé. Não é um instrumento fácil”, diz o músico.
Antes de chegar ao oboé, Pereira tocava instrumentos de fanfarra na escola em que estudava, em Rio Preto, interior de São Paulo. Depois, partiu para o saxofone. “Mas eu queria tocar em orquestra. O saxofone não tem muito espaço na música clássica. Então, arrisquei o oboé.” Por se tratar de um instrumento com palheta dupla, requer um controle apurado da respiração (pelo diafragma). “Já é difícil tocar. Mas é mais difícil tentar estudar. O oboé é um instrumento muito caro”, avisa Pereira. Uma peça profissional custa cerca de 6 mil euros (R$ 18 mil). Já um instrumento para estudantes, de menor qualidade, não sai por menos de 3 mil euros (R$ 12 mil). “Oboísta sofre. Se eu fosse um estudante de flauta, poderia praticar em um instrumento chinês de R$ 400.”
o bom oboísta, por outro lado, tem grandes chances de entrar logo em uma orquestra. “Tem muitos jovens tocando porque a demanda é maior do que o número de instrumentistas. Tem gente com três anos de estudo já atuando em orquestra”, fala Vitor de Souza Pinheiro, 21 anos, bolsista da Orquestra Jovem do Estado. “O problema é que, como oboísta, vou ter menos oportunidades de trabalho fora de uma orquestra. Quase não tem oboé na música popular”, completa.
Pinheiro começou tocando guitarra e rock-and-roll, mas sempre gostou dos timbres diferentes. “Quando ouvi um oboé pela primeira vez, sem nem saber o que era isso, me encantei de cara”, lembra. Para ele, o difícil era explicar para os amigos e familiares que tipo de instrumento era aquele. “Não sei porque, mas todo mundo acha que é percussão. Tento explicar dizendo que é parecido com a flauta, mas as pessoas só entendem quando me veem tocando”, diz.
Outro bolsista da Orquestra Jovem do Estado, Gabriel Paes Marcaccini , 30 anos, começou sua carreira em igrejas evangélicas. “Eu era muito pequeno e meu pai já me falava do oboé. Ele dizia que era um instrumento muito bonito e tal. O legal é que a gente vivia em um ambiente de música popular, ninguém sabia direito o que era esse instrumento”, relembra Marcaccini. “Eu digo que é parecido com aquelas flautas dos encantadores de serpentes.”
Jorlane Barbosa da Silva, 17 anos, toca na Orquestra do Auditório do Ibirapuera. A menina começou a se interessar por música ainda no colégio. “Quando abriram as inscrições para a orquestra, eu tentei me apresentar com uma flauta. Só que, na audição, eu vi uma moça muito alta tentando tirar um som de um instrumento que eu sequer conhecia. Ela não conseguiu. Eu tentei, e tive sucesso. O professor disse que, mesmo que eu não quisesse, eu teria que ficar com o oboé”, diz a instrumentista. “O oboé é tão difícil que a Orquestra do Auditório está há dois anos sem um segundo oboísta (normalmente, são dois desses instrumentistas por formação). Eu tenho que me virar sozinha mesmo”, brinca.
Instrumento de sopro nada popular atrai jovens que se destacam em orquestras de São Paulo
Oboé, o que seria um oboé? Talvez levados pela sonoridade do nome, muitos respondem que se trata de um instrumento de percussão. Não é. Um oboé faz parte da família dos sopros e, mesmo discreto nas orquestras e desconhecido do público, ganha como fãs músicos bem jovens.
A coroação dos oboístas aconteceu neste mês, quando Ricardo Barbosa Pereira, 25 anos, sagrou-se vencedor do programa Prelúdio, da TV Cultura. “Nem achei que fosse selecionado para participar. Pensei que os pianistas e regentes tivessem mais chances. Mas o júri ressaltou a dificuldade de execução do oboé. Não é um instrumento fácil”, diz o músico.
Antes de chegar ao oboé, Pereira tocava instrumentos de fanfarra na escola em que estudava, em Rio Preto, interior de São Paulo. Depois, partiu para o saxofone. “Mas eu queria tocar em orquestra. O saxofone não tem muito espaço na música clássica. Então, arrisquei o oboé.” Por se tratar de um instrumento com palheta dupla, requer um controle apurado da respiração (pelo diafragma). “Já é difícil tocar. Mas é mais difícil tentar estudar. O oboé é um instrumento muito caro”, avisa Pereira. Uma peça profissional custa cerca de 6 mil euros (R$ 18 mil). Já um instrumento para estudantes, de menor qualidade, não sai por menos de 3 mil euros (R$ 12 mil). “Oboísta sofre. Se eu fosse um estudante de flauta, poderia praticar em um instrumento chinês de R$ 400.”
o bom oboísta, por outro lado, tem grandes chances de entrar logo em uma orquestra. “Tem muitos jovens tocando porque a demanda é maior do que o número de instrumentistas. Tem gente com três anos de estudo já atuando em orquestra”, fala Vitor de Souza Pinheiro, 21 anos, bolsista da Orquestra Jovem do Estado. “O problema é que, como oboísta, vou ter menos oportunidades de trabalho fora de uma orquestra. Quase não tem oboé na música popular”, completa.
Pinheiro começou tocando guitarra e rock-and-roll, mas sempre gostou dos timbres diferentes. “Quando ouvi um oboé pela primeira vez, sem nem saber o que era isso, me encantei de cara”, lembra. Para ele, o difícil era explicar para os amigos e familiares que tipo de instrumento era aquele. “Não sei porque, mas todo mundo acha que é percussão. Tento explicar dizendo que é parecido com a flauta, mas as pessoas só entendem quando me veem tocando”, diz.
Outro bolsista da Orquestra Jovem do Estado, Gabriel Paes Marcaccini , 30 anos, começou sua carreira em igrejas evangélicas. “Eu era muito pequeno e meu pai já me falava do oboé. Ele dizia que era um instrumento muito bonito e tal. O legal é que a gente vivia em um ambiente de música popular, ninguém sabia direito o que era esse instrumento”, relembra Marcaccini. “Eu digo que é parecido com aquelas flautas dos encantadores de serpentes.”
Jorlane Barbosa da Silva, 17 anos, toca na Orquestra do Auditório do Ibirapuera. A menina começou a se interessar por música ainda no colégio. “Quando abriram as inscrições para a orquestra, eu tentei me apresentar com uma flauta. Só que, na audição, eu vi uma moça muito alta tentando tirar um som de um instrumento que eu sequer conhecia. Ela não conseguiu. Eu tentei, e tive sucesso. O professor disse que, mesmo que eu não quisesse, eu teria que ficar com o oboé”, diz a instrumentista. “O oboé é tão difícil que a Orquestra do Auditório está há dois anos sem um segundo oboísta (normalmente, são dois desses instrumentistas por formação). Eu tenho que me virar sozinha mesmo”, brinca.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Destaques dos Jornais 17/12/2009
Estado de São Paulo
"Roberto Carlos quer investir em cinema em 2010".
Folha de São Paulo
"Michael Jackson, Tiger Woods e Irã lideram assuntos do Twitter em 2009".
Jornal da Tarde
"O importante é que emoções eu vivi,Roberto Carlos fecha um de seus anos mais produtivos com planos grandiosos".
"O que mais ele pode querer?,Roberto Carlos é mesmo um homem, digamos, bem-sucedido".
"Em clima de boteco,a dupla Bruno & Marrone encerra a turnê ‘B&M de Volta aos Bares’".
"Show com cantoras, banda e orquestra".
"McCartney mais longe do Brasilília".
"O que é que essa baiana tem? Daniela Mercury já foi comparada a Carmen Miranda".
Jornal do Brasil
"Saulo Roston aposta no romantismo e vence o 'Ídolos 2009'".
"'Ídolos 2009': segundo lugar não tira felicidade de Diego Moraes".
"Roberto Carlos quer investir em cinema em 2010".
Folha de São Paulo
"Michael Jackson, Tiger Woods e Irã lideram assuntos do Twitter em 2009".
Jornal da Tarde
"O importante é que emoções eu vivi,Roberto Carlos fecha um de seus anos mais produtivos com planos grandiosos".
"O que mais ele pode querer?,Roberto Carlos é mesmo um homem, digamos, bem-sucedido".
"Em clima de boteco,a dupla Bruno & Marrone encerra a turnê ‘B&M de Volta aos Bares’".
"Show com cantoras, banda e orquestra".
"McCartney mais longe do Brasilília".
"O que é que essa baiana tem? Daniela Mercury já foi comparada a Carmen Miranda".
Jornal do Brasil
"Saulo Roston aposta no romantismo e vence o 'Ídolos 2009'".
"'Ídolos 2009': segundo lugar não tira felicidade de Diego Moraes".
Estadão - Roberto Carlos quer investir em cinema em 2010
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Aos 15 minutos da madrugada de ontem, Roberto Carlos deixou o palco pela última vez no ano. As 8 mil pessoas que aplaudiam o Rei enquanto "Jesus Cristo" ainda soava no Ginásio do Ibirapuera lotado estavam assistindo a parte da história. Não só por aquela apresentação ser mais uma gravação de um especial da Globo, a ser exibido na noite de 25 de dezembro, mas por finalizar um ano em que o Rei correu o País comemorando seus 50 anos de carreira.
Mas nem bem fecha o ciclo de celebrações, Roberto Carlos já se embrenha em novos projetos. Ele quer investir no cinema com recursos próprios, ajudar na captação de verbas, além de compor trilhas e colaborar na divulgação das produções. Uma possibilidade seria um longa de Monique Gardenberg, sobre romance vivido em cruzeiro, no qual o Rei apareceria fazendo ponta, em show. Uma trilogia sobre sua vida também é programada para daqui a três anos. Para isso, são cogitados como diretores tanto Steven Spielberg quanto Roberto Farias.
Com relação a shows, Roberto Carlos quer seguir a mesma linha de Elas Cantam Roberto, chamando ao palco artistas sertanejos como Zezé Di Camargo & Luciano, Victor & Léo e Roberta Miranda, em março, e bandas de rock em julho. E há o projeto de um espetáculo no estilo Broadway para 2010 com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho.
No show no Ginásio do Ibirapuera, Roberto Carlos demonstrou que energia não vai lhe faltar para o próximo pacote de projetos. Sem citar as dores nas costas que fizeram o especial ser desmarcado na última quinta-feira, ele subiu ao palco com mais de uma hora de atraso, às 22h15, e sacou "Emoções" do vasto repertório. A apresentação correu sem sobressaltos.
Ana Carolina cantou "Encostar na Tua" e "Como Vai Você". Daniel interpretou "Estou Apaixonado" e "Quando Eu Quero Falar com Deus", a última junto ao Rei, que reverenciou Daniel como o cantor "mais do bem do Brasil". A atriz Dira Paes, a Norminha da novela "Caminho das Índias", juntou-se a Roberto em "Cama e Mesa" e assistiu à apresentação do Calcinha Preta interpretando "Você Não Vale Nada". "Eu colocaria o nome de Calcinha Azul", brincou o Rei.
Dez meses antes desta apresentação, em fevereiro, Roberto embarcava no navio Costa Mágica para cantar para 2.682 pessoas. No dia 19 de abril, celebrou seus 68 anos na cidade natal, Cachoeiro de Itapemirim (ES), com um show que fazia 14 anos após lotar pela última vez o Estádio do Sumaré. Junho marcou seu encontro com as divas brasileiras no Teatro Municipal em São Paulo para 1.500 privilegiados. Convidadas como Daniela Mercury, Wanderléa, Hebe e Fafá de Belém levaram Roberto às alturas. As informações são do Jornal da Tarde.
SÃO PAULO - Aos 15 minutos da madrugada de ontem, Roberto Carlos deixou o palco pela última vez no ano. As 8 mil pessoas que aplaudiam o Rei enquanto "Jesus Cristo" ainda soava no Ginásio do Ibirapuera lotado estavam assistindo a parte da história. Não só por aquela apresentação ser mais uma gravação de um especial da Globo, a ser exibido na noite de 25 de dezembro, mas por finalizar um ano em que o Rei correu o País comemorando seus 50 anos de carreira.
Mas nem bem fecha o ciclo de celebrações, Roberto Carlos já se embrenha em novos projetos. Ele quer investir no cinema com recursos próprios, ajudar na captação de verbas, além de compor trilhas e colaborar na divulgação das produções. Uma possibilidade seria um longa de Monique Gardenberg, sobre romance vivido em cruzeiro, no qual o Rei apareceria fazendo ponta, em show. Uma trilogia sobre sua vida também é programada para daqui a três anos. Para isso, são cogitados como diretores tanto Steven Spielberg quanto Roberto Farias.
Com relação a shows, Roberto Carlos quer seguir a mesma linha de Elas Cantam Roberto, chamando ao palco artistas sertanejos como Zezé Di Camargo & Luciano, Victor & Léo e Roberta Miranda, em março, e bandas de rock em julho. E há o projeto de um espetáculo no estilo Broadway para 2010 com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho.
No show no Ginásio do Ibirapuera, Roberto Carlos demonstrou que energia não vai lhe faltar para o próximo pacote de projetos. Sem citar as dores nas costas que fizeram o especial ser desmarcado na última quinta-feira, ele subiu ao palco com mais de uma hora de atraso, às 22h15, e sacou "Emoções" do vasto repertório. A apresentação correu sem sobressaltos.
Ana Carolina cantou "Encostar na Tua" e "Como Vai Você". Daniel interpretou "Estou Apaixonado" e "Quando Eu Quero Falar com Deus", a última junto ao Rei, que reverenciou Daniel como o cantor "mais do bem do Brasil". A atriz Dira Paes, a Norminha da novela "Caminho das Índias", juntou-se a Roberto em "Cama e Mesa" e assistiu à apresentação do Calcinha Preta interpretando "Você Não Vale Nada". "Eu colocaria o nome de Calcinha Azul", brincou o Rei.
Dez meses antes desta apresentação, em fevereiro, Roberto embarcava no navio Costa Mágica para cantar para 2.682 pessoas. No dia 19 de abril, celebrou seus 68 anos na cidade natal, Cachoeiro de Itapemirim (ES), com um show que fazia 14 anos após lotar pela última vez o Estádio do Sumaré. Junho marcou seu encontro com as divas brasileiras no Teatro Municipal em São Paulo para 1.500 privilegiados. Convidadas como Daniela Mercury, Wanderléa, Hebe e Fafá de Belém levaram Roberto às alturas. As informações são do Jornal da Tarde.
Folha - Michael Jackson, Tiger Woods e Irã lideram assuntos do Twitter em 2009
da Folha Online
O Twitter divulgou os temas mais comentados no serviço de microblogs no ano de 2009, baseado no serviço já disponível no site, denominado Trending Topics, que mede os assuntos mais comentados do dia. A divulgação foi feita na quarta-feira (16).
A divisão das temáticas foi feita a partir de sete tópicos distintos: novos eventos, pessoas, filmes, shows televisivos, esportes, tecnologia e hashtags (o sinal "#", que, no Twitter, é uma forma de marcação de um determinado assunto).
Dentre as personalidades mais mencionadas, lidera o cantor Michael Jackson, cuja morte por overdose aconteceu em julho, seguido por Susan Boyle, a cantora-revelação do programa "Britain's Got Talent".
O jogador de golfe Tiger Woods, protagonista de um caso de infidelidade neste ano, e o cantor Chris Brown, que agrediu a namorada Rihanna e foi condenado devido a isso, também estão entre os mais comentados.
O tema novo que predominou em 2009 foi #iranelection. A posse do presidente Barack Obama foi o 10º tema mais mencionado (#inaug09).
Quanto aos programas televisivos, entre os mais citados figuram "American Idol" e "Lost".
No tópico tecnologia, aparecem a nova plataforma lançada pelo Google, o Wave e o sistema operacional da Apple, o Snow Leopard. O Windows 7 aparece como 4º tema mais falado, enquanto a falha da Amazon que tirou livros de temática gay do ranking de mais vendidos ficou em 9º.
O assunto que apareceu mais repetidamente em formas diferentes, no entanto, foram as eleições iranianas.
O Twitter divulgou os temas mais comentados no serviço de microblogs no ano de 2009, baseado no serviço já disponível no site, denominado Trending Topics, que mede os assuntos mais comentados do dia. A divulgação foi feita na quarta-feira (16).
A divisão das temáticas foi feita a partir de sete tópicos distintos: novos eventos, pessoas, filmes, shows televisivos, esportes, tecnologia e hashtags (o sinal "#", que, no Twitter, é uma forma de marcação de um determinado assunto).
Dentre as personalidades mais mencionadas, lidera o cantor Michael Jackson, cuja morte por overdose aconteceu em julho, seguido por Susan Boyle, a cantora-revelação do programa "Britain's Got Talent".
O jogador de golfe Tiger Woods, protagonista de um caso de infidelidade neste ano, e o cantor Chris Brown, que agrediu a namorada Rihanna e foi condenado devido a isso, também estão entre os mais comentados.
O tema novo que predominou em 2009 foi #iranelection. A posse do presidente Barack Obama foi o 10º tema mais mencionado (#inaug09).
Quanto aos programas televisivos, entre os mais citados figuram "American Idol" e "Lost".
No tópico tecnologia, aparecem a nova plataforma lançada pelo Google, o Wave e o sistema operacional da Apple, o Snow Leopard. O Windows 7 aparece como 4º tema mais falado, enquanto a falha da Amazon que tirou livros de temática gay do ranking de mais vendidos ficou em 9º.
O assunto que apareceu mais repetidamente em formas diferentes, no entanto, foram as eleições iranianas.
JT - O importante é que emoções eu vivi
Jornal da Tarde
Aos 15 minutos da madrugada de quarta-feira, Roberto Carlos deixou o palco pela última vez no ano. As 8 mil pessoas que aplaudiam o rei enquanto Jesus Cristo ainda soava no Ginásio do Ibirapuera lotado estavam assistindo a parte da história. Não só por aquela apresentação ser mais uma gravação de um especial da Globo, a ser exibido na noite de 25 de dezembro, mas por finalizar um ano em que o Rei correu o País comemorando seus 50 anos de carreira.
Mas nem bem fecha o ciclo de celebrações, Roberto Carlos já se embrenha em novos projetos. Ele quer investir no cinema com recursos próprios, ajudar na captação de verbas, além de compor trilhas e colaborar na divulgação das produções. Uma possibilidade seria um longa de Monique Gardenberg, sobre romance vivido em cruzeiro, no qual o Rei apareceria fazendo ponta, em show.
Uma trilogia sobre sua vida também é programada para daqui a três anos. Para isso, são cogitados como diretores tanto Steven Spielberg quanto Roberto Farias, que assinou três longas seus, entre eles Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968).
Com relação a shows, Roberto Carlos quer seguir a mesma linha de Elas Cantam Roberto, chamando ao palco artistas sertanejos como Zezé Di Camargo & Luciano, Victor & Léo e Roberta Miranda, em março, e bandas de rock em julho. E há o projeto de um espetáculo no estilo Broadway para 2010 com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho.
No show no Ginásio do Ibirapuera, Roberto Carlos demonstrou que energia não vai lhe faltar para o próximo pacote de projetos. Sem citar as dores nas costas que fizeram o especial ser desmarcado na quinta-feira, ele subiu ao palco com mais de uma hora de atraso, às 22h15, e sacou Emoções do vasto repertório. A apresentação correu sem sobressaltos.
Ana Carolina cantou Encostar na Tua e Como Vai Você. Daniel interpretou Estou Apaixonado e Quando Eu Quero Falar com Deus, a última junto ao Rei, que reverenciou Daniel como o cantor “mais do bem do Brasil”. A atriz Dira Paes, a Norminha da novela Caminho das Índias, juntou-se a Roberto em Cama e Mesa e assistiu à entrada morna do Calcinha Preta interpretando Você Não Vale Nada. “Eu colocaria o nome de Calcinha Azul”, brincou o Rei.
Dez meses antes desta apresentação, em fevereiro, Roberto embarcava no navio Costa Mágica para cantar para 2.682 pessoas. O extenso calendário comemorativo apenas começava.
Na entrevista coletiva, antes do cruzeiro, Roberto disse ter pânico da velhice. No dia 19 de abril, celebrou seus 68 anos na cidade natal, Cachoeiro de Itapemirim (ES), com um show que fazia 14 anos após lotar pela última vez o Estádio do Sumaré.
Junho guardava dois grandes eventos: o Festival de Rodeio de Jaguariúna e o encontro com as divas brasileiras no Teatro Municipal em São Paulo para 1.500 privilegiados. Se a apresentação em Jaguariúna foi cancelada com a justificativa de fortes chuvas e a morte de quatro pessoas uma semana antes, o concerto com as divas foi um sucesso. Convidadas como Daniela Mercury, Wanderléa, Hebe e Fafá de Belém levaram Roberto às alturas.
As músicas do especial de final de ano
Introdução da banda de Roberto Carlos com a presença de músicos da Osesp
‘Emoções’
‘Eu Te amo, Te Amo, Te Amo’
‘Além do Horizonte’
‘Encostar na Tua’ - com Ana Carolina
‘Como Vai Você’ - com Ana Carolina
‘Detalhes’
‘Outra Vez’
‘A Mulher que eu Amo’
‘Estou Apaixonado’ - Daniel canta solo
‘Quando Eu Quero Falar com Deus’ - com Daniel
‘As Curvas da Estrada de Santos’
‘Cama e Mesa’ - com a atriz Dira Paes
‘Você Não Vale Nada’ - Calcinha Preta canta solo
Medley com músicas como ‘É Proibido Fumar’,
‘Namoradinha de um Amigo Meu’
‘Como é Grande o Meu
Amor por Você’
‘É Preciso Saber Viver”
‘Jesus Cristo’
Aos 15 minutos da madrugada de quarta-feira, Roberto Carlos deixou o palco pela última vez no ano. As 8 mil pessoas que aplaudiam o rei enquanto Jesus Cristo ainda soava no Ginásio do Ibirapuera lotado estavam assistindo a parte da história. Não só por aquela apresentação ser mais uma gravação de um especial da Globo, a ser exibido na noite de 25 de dezembro, mas por finalizar um ano em que o Rei correu o País comemorando seus 50 anos de carreira.
Mas nem bem fecha o ciclo de celebrações, Roberto Carlos já se embrenha em novos projetos. Ele quer investir no cinema com recursos próprios, ajudar na captação de verbas, além de compor trilhas e colaborar na divulgação das produções. Uma possibilidade seria um longa de Monique Gardenberg, sobre romance vivido em cruzeiro, no qual o Rei apareceria fazendo ponta, em show.
Uma trilogia sobre sua vida também é programada para daqui a três anos. Para isso, são cogitados como diretores tanto Steven Spielberg quanto Roberto Farias, que assinou três longas seus, entre eles Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968).
Com relação a shows, Roberto Carlos quer seguir a mesma linha de Elas Cantam Roberto, chamando ao palco artistas sertanejos como Zezé Di Camargo & Luciano, Victor & Léo e Roberta Miranda, em março, e bandas de rock em julho. E há o projeto de um espetáculo no estilo Broadway para 2010 com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho.
No show no Ginásio do Ibirapuera, Roberto Carlos demonstrou que energia não vai lhe faltar para o próximo pacote de projetos. Sem citar as dores nas costas que fizeram o especial ser desmarcado na quinta-feira, ele subiu ao palco com mais de uma hora de atraso, às 22h15, e sacou Emoções do vasto repertório. A apresentação correu sem sobressaltos.
Ana Carolina cantou Encostar na Tua e Como Vai Você. Daniel interpretou Estou Apaixonado e Quando Eu Quero Falar com Deus, a última junto ao Rei, que reverenciou Daniel como o cantor “mais do bem do Brasil”. A atriz Dira Paes, a Norminha da novela Caminho das Índias, juntou-se a Roberto em Cama e Mesa e assistiu à entrada morna do Calcinha Preta interpretando Você Não Vale Nada. “Eu colocaria o nome de Calcinha Azul”, brincou o Rei.
Dez meses antes desta apresentação, em fevereiro, Roberto embarcava no navio Costa Mágica para cantar para 2.682 pessoas. O extenso calendário comemorativo apenas começava.
Na entrevista coletiva, antes do cruzeiro, Roberto disse ter pânico da velhice. No dia 19 de abril, celebrou seus 68 anos na cidade natal, Cachoeiro de Itapemirim (ES), com um show que fazia 14 anos após lotar pela última vez o Estádio do Sumaré.
Junho guardava dois grandes eventos: o Festival de Rodeio de Jaguariúna e o encontro com as divas brasileiras no Teatro Municipal em São Paulo para 1.500 privilegiados. Se a apresentação em Jaguariúna foi cancelada com a justificativa de fortes chuvas e a morte de quatro pessoas uma semana antes, o concerto com as divas foi um sucesso. Convidadas como Daniela Mercury, Wanderléa, Hebe e Fafá de Belém levaram Roberto às alturas.
As músicas do especial de final de ano
Introdução da banda de Roberto Carlos com a presença de músicos da Osesp
‘Emoções’
‘Eu Te amo, Te Amo, Te Amo’
‘Além do Horizonte’
‘Encostar na Tua’ - com Ana Carolina
‘Como Vai Você’ - com Ana Carolina
‘Detalhes’
‘Outra Vez’
‘A Mulher que eu Amo’
‘Estou Apaixonado’ - Daniel canta solo
‘Quando Eu Quero Falar com Deus’ - com Daniel
‘As Curvas da Estrada de Santos’
‘Cama e Mesa’ - com a atriz Dira Paes
‘Você Não Vale Nada’ - Calcinha Preta canta solo
Medley com músicas como ‘É Proibido Fumar’,
‘Namoradinha de um Amigo Meu’
‘Como é Grande o Meu
Amor por Você’
‘É Preciso Saber Viver”
‘Jesus Cristo’
JT - O que mais ele pode querer?
Jornal da Tarde
Ele cantou no Maracanã lotado, foi homenageado pelas maiores cantoras pop do País, recebido como rei em sua própria cidade e agora se prepara para dar show nos Estados Unidos. Roberto Carlos é mesmo um homem, digamos, bem-sucedido
No dia 19 de julho, Roberto levou sua superprodução para o Maracanã. A expectativa do público, de mais de 70 mil pessoas, dava o tamanho da solenidade da ocasião. Mas a grande comemoração de seus 50 anos de carreira quase foi por água abaixo.
A chuva que caiu por volta das 22h45, com cerca de uma hora de show, fez muita gente que estava perto do palco sair correndo. Roberto interrompeu o show por dez minutos, trocou palavras com o maestro Eduardo Lages e também saiu do palco.
Já a série de shows no Ginásio do Ibirapuera, que previa quatro apresentações no final de agosto, ganhou três noites extras. O cantor completava cerca de 60 shows na atual temporada (sua média recente era de 40 por ano). Parece muito? Roberto já chegou a fazer 150 concertos num único ano (praticamente dia sim dia não). A cereja do bolo ficou novamente reservada para ser colocada no especial de final de ano do Rei para a Rede Globo. O dia 9 de dezembro foi o escolhido para a gravação do programa. Convidados como Ana Carolina, Daniel, a atriz Dira Paes e o conjunto Calcinha Preta estavam a postos. De repente, um susto. A gravação é cancelada. A produção alegou que Roberto estava com dores fortes na coluna. Tudo foi remarcado para a noite de anteontem, quando o rei enfim surgiu no mesmo Ginásio do Ibirapuera. E lembrar que 2010 terá ainda mais cruzeiro logo em janeiro; show em Miami e no Carnegie Hall, em Nova York, em abril; exposição na Oca do Ibirapuera e o show Emoções Sertanejas. Sem falar nos outros projetos.
Ele cantou no Maracanã lotado, foi homenageado pelas maiores cantoras pop do País, recebido como rei em sua própria cidade e agora se prepara para dar show nos Estados Unidos. Roberto Carlos é mesmo um homem, digamos, bem-sucedido
No dia 19 de julho, Roberto levou sua superprodução para o Maracanã. A expectativa do público, de mais de 70 mil pessoas, dava o tamanho da solenidade da ocasião. Mas a grande comemoração de seus 50 anos de carreira quase foi por água abaixo.
A chuva que caiu por volta das 22h45, com cerca de uma hora de show, fez muita gente que estava perto do palco sair correndo. Roberto interrompeu o show por dez minutos, trocou palavras com o maestro Eduardo Lages e também saiu do palco.
Já a série de shows no Ginásio do Ibirapuera, que previa quatro apresentações no final de agosto, ganhou três noites extras. O cantor completava cerca de 60 shows na atual temporada (sua média recente era de 40 por ano). Parece muito? Roberto já chegou a fazer 150 concertos num único ano (praticamente dia sim dia não). A cereja do bolo ficou novamente reservada para ser colocada no especial de final de ano do Rei para a Rede Globo. O dia 9 de dezembro foi o escolhido para a gravação do programa. Convidados como Ana Carolina, Daniel, a atriz Dira Paes e o conjunto Calcinha Preta estavam a postos. De repente, um susto. A gravação é cancelada. A produção alegou que Roberto estava com dores fortes na coluna. Tudo foi remarcado para a noite de anteontem, quando o rei enfim surgiu no mesmo Ginásio do Ibirapuera. E lembrar que 2010 terá ainda mais cruzeiro logo em janeiro; show em Miami e no Carnegie Hall, em Nova York, em abril; exposição na Oca do Ibirapuera e o show Emoções Sertanejas. Sem falar nos outros projetos.
JT - Em clima de boteco
Jornal da Tarde
A dupla Bruno & Marrone encerra a turnê ‘B&M de Volta aos Bares’ com shows amanhã e sábado, às 22h, no Credicard Hall. Os goianos resgatam sucessos como ‘Favo de Mel’ e ‘Como Eu Te Amo’.
Av. das Nações Unidas,17.955.
2846-6010. Entradas de
R$ 60 a R$ 200. 14 anos.
A dupla Bruno & Marrone encerra a turnê ‘B&M de Volta aos Bares’ com shows amanhã e sábado, às 22h, no Credicard Hall. Os goianos resgatam sucessos como ‘Favo de Mel’ e ‘Como Eu Te Amo’.
Av. das Nações Unidas,17.955.
2846-6010. Entradas de
R$ 60 a R$ 200. 14 anos.
JT - Show com cantoras, banda e orquestra
Jornal da Tarde
A Banda Glória, a Orquestra da ABCD e as cantoras Mônica Salmaso e Mariana Belém fazem show beneficente hoje, às 19h, no Teatro do Colégio Santa Cruz .
Rua Orobó, 277. 3024-5191. Bilhetes a R$ 60. Livre.
A Banda Glória, a Orquestra da ABCD e as cantoras Mônica Salmaso e Mariana Belém fazem show beneficente hoje, às 19h, no Teatro do Colégio Santa Cruz .
Rua Orobó, 277. 3024-5191. Bilhetes a R$ 60. Livre.
JT - McCartney mais longe do Brasilília
Jornal da Tarde
Os escândalos no Distrito Federal podem melar o show de Paul McCartney no Brasil em 2010. As negociações para a vinda do ex-Beatle foram paralisadas por causa das denúncias de corrupção envolvendo o governador José Roberto Arruda. Tentava-se trazer o cantor para um show gratuito em abril, na festa dos 50 anos de Bras
Os escândalos no Distrito Federal podem melar o show de Paul McCartney no Brasil em 2010. As negociações para a vinda do ex-Beatle foram paralisadas por causa das denúncias de corrupção envolvendo o governador José Roberto Arruda. Tentava-se trazer o cantor para um show gratuito em abril, na festa dos 50 anos de Bras
JT - O que é que essa baiana tem?
Jornal da Tarde
Seja pela inserção no exterior ou pela brejeirice, Daniela Mercury já foi comparada a Carmen Miranda por críticos do Brasil e de fora. Em seu trio eletrônico, no carnaval deste ano que é o do centenário de Carmen, ela a homenageou com um figurino especial, e cantou dois de seus maiores sucessos: O Que É Que A Baiana Tem? (Dorival Caymmi) e Tico Tico No Fubá (Zequinha Abreu/Aloysio de Oliveira). O tributo se estende agora a seu novo CD, Canibália, cujas músicas a cantora já vem mostrando em shows.
“Deu vontade de fazer um disco inteiro com o repertório de Carmen. São canções que reafirmam o Brasil. Ela já era canibalista, misturava tudo, foi fazendo fusões”, diz Daniela, que também fez sua amálgama de samba, reggae, rap, rock e eletrônico em faixas como Oyá Por Nós (Daniela/Margareth Menezes, que participa da faixa), Dona Desse Lugar (Daniela/Marcelo Quintanilha/Paulo Daflin) e Trio Em Transe (Daniela/Marivaldo dos Santos/Gabriel Póvoas).
“Muitas vezes as pessoas me cobraram uma unidade no meu trabalho. Mas eu sou aberta a muitas influências, todos os meus discos são ecléticos. Os artistas brasileiros sempre misturaram elementos. Isso não é muito comum no mundo. Eu busco sons que façam a diferença. Se não, o trabalho vai ficando pasteurizado”, ela conta, e cita Caetano Veloso, Lenine, Lulu Santos, Rita Lee.
A antropofagia proposta nos anos 20 e resgatada nos 60 pelo tropicalismo é uma influência clara nesta proposta, que deve dar ainda em um documentário sobre a axé music e uma exposição de artes. “Sou herdeira direta do tropicalismo”, declara-se, lembrando que os baianos de então também trouxeram de volta à tona a imagem de Carmen, à época esmaecida.
Além da Pequena Notável, com quem Daniela faz um dueto em O Que É Que a Baiana Tem? (foi usado um fonograma de 70 anos atrás), o CD celebra Caymmi, com a fusão de O Samba da Minha Terra, Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso) e Samba da Bênção (Baden Powell/Vinicius de Moraes).
No total, a porção compositora de Daniela aparece em sete das 14 faixas. Em três delas, Castelo Imaginário, Trio em Transe e Sol do Sul (a primeira também com Tais Nader; a segunda com Marivaldo dos Santos), tem no filho de 24 anos, Gabriel, um parceiro.
Gabriel toca violão, guitarra e bandolim, assina arranjos, programações, gravações e ainda a coordenação musical do CD. “Ele agora entrou na banda também. Fiquei felicíssima”, revela a cantora, que ainda trouxe para seu caldeirão o rapper e produtor americano Wyclef Jean, com quem compôs, em inglês, This Life Is Beautiful, e Chico Buarque (O Que Será - À Flor da Terra, aqui um samba reggae eletrônico).
Seu Jorge,com quem Daniela cantou em seu trio no carnaval do ano passado, faz participação no Rap do Negão, de sua autoria, com Wallace Jeferson e Gabriel Moura, numa tríade com Eu Sou Preta (J. Velloso/Mariene de Castro) e Sorriso Negro (Adilson Barbado/Jair Carvalho/ Wallace Jeferson).
Ela brinca que já não é “mais branca há muito tempo”. “Para fazer a música que eu escolhi fazer e ter legitimidade, sendo branca, no começo foi preciso criar uma relação com a comunidade negra, ter um aval”, lembra. A conquista se deu há 20 anos, cantando em iorubá com a banda de percussão do bloco afro Ilê Aiyê.
Lançamento
Canibália
Sony/BMG
R$ 20 (média)
Seja pela inserção no exterior ou pela brejeirice, Daniela Mercury já foi comparada a Carmen Miranda por críticos do Brasil e de fora. Em seu trio eletrônico, no carnaval deste ano que é o do centenário de Carmen, ela a homenageou com um figurino especial, e cantou dois de seus maiores sucessos: O Que É Que A Baiana Tem? (Dorival Caymmi) e Tico Tico No Fubá (Zequinha Abreu/Aloysio de Oliveira). O tributo se estende agora a seu novo CD, Canibália, cujas músicas a cantora já vem mostrando em shows.
“Deu vontade de fazer um disco inteiro com o repertório de Carmen. São canções que reafirmam o Brasil. Ela já era canibalista, misturava tudo, foi fazendo fusões”, diz Daniela, que também fez sua amálgama de samba, reggae, rap, rock e eletrônico em faixas como Oyá Por Nós (Daniela/Margareth Menezes, que participa da faixa), Dona Desse Lugar (Daniela/Marcelo Quintanilha/Paulo Daflin) e Trio Em Transe (Daniela/Marivaldo dos Santos/Gabriel Póvoas).
“Muitas vezes as pessoas me cobraram uma unidade no meu trabalho. Mas eu sou aberta a muitas influências, todos os meus discos são ecléticos. Os artistas brasileiros sempre misturaram elementos. Isso não é muito comum no mundo. Eu busco sons que façam a diferença. Se não, o trabalho vai ficando pasteurizado”, ela conta, e cita Caetano Veloso, Lenine, Lulu Santos, Rita Lee.
A antropofagia proposta nos anos 20 e resgatada nos 60 pelo tropicalismo é uma influência clara nesta proposta, que deve dar ainda em um documentário sobre a axé music e uma exposição de artes. “Sou herdeira direta do tropicalismo”, declara-se, lembrando que os baianos de então também trouxeram de volta à tona a imagem de Carmen, à época esmaecida.
Além da Pequena Notável, com quem Daniela faz um dueto em O Que É Que a Baiana Tem? (foi usado um fonograma de 70 anos atrás), o CD celebra Caymmi, com a fusão de O Samba da Minha Terra, Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso) e Samba da Bênção (Baden Powell/Vinicius de Moraes).
No total, a porção compositora de Daniela aparece em sete das 14 faixas. Em três delas, Castelo Imaginário, Trio em Transe e Sol do Sul (a primeira também com Tais Nader; a segunda com Marivaldo dos Santos), tem no filho de 24 anos, Gabriel, um parceiro.
Gabriel toca violão, guitarra e bandolim, assina arranjos, programações, gravações e ainda a coordenação musical do CD. “Ele agora entrou na banda também. Fiquei felicíssima”, revela a cantora, que ainda trouxe para seu caldeirão o rapper e produtor americano Wyclef Jean, com quem compôs, em inglês, This Life Is Beautiful, e Chico Buarque (O Que Será - À Flor da Terra, aqui um samba reggae eletrônico).
Seu Jorge,com quem Daniela cantou em seu trio no carnaval do ano passado, faz participação no Rap do Negão, de sua autoria, com Wallace Jeferson e Gabriel Moura, numa tríade com Eu Sou Preta (J. Velloso/Mariene de Castro) e Sorriso Negro (Adilson Barbado/Jair Carvalho/ Wallace Jeferson).
Ela brinca que já não é “mais branca há muito tempo”. “Para fazer a música que eu escolhi fazer e ter legitimidade, sendo branca, no começo foi preciso criar uma relação com a comunidade negra, ter um aval”, lembra. A conquista se deu há 20 anos, cantando em iorubá com a banda de percussão do bloco afro Ilê Aiyê.
Lançamento
Canibália
Sony/BMG
R$ 20 (média)
JB - 'Ídolos 2009': segundo lugar não tira felicidade de Diego Moraes
Portal Terra
SÃO PAULO - Embora tenha sido comparado a Caetano Veloso e apontado pelos jurados como o candidato mais preparado para encarar o mercado fonográfico, Diego Moraes não conseguiu vencer o carisma de Saulo Roston e ficou com o segundo lugar na final do 'Ídolos', disputada na madrugada desta quinta-feira, em São Paulo.
Mesmo com o excesso de elogios recebidos durante sua trajetória na competição, o rapaz não cantou vitória antes do tempo e diz não estar surpreso com a escolha do público. - O resultado não me surpreendeu porque eu concentrei minhas energias mais na felicidade que senti em encontrar a galera e participar desta festa grandiosa. Me senti muito lisonjeado e privilegiado por Deus em chegar até aqui. Esperar eu nunca espero nada porque eu vivo o momento presente. Estou muito feliz e vou continuar trabalhando - afirmou.
O rapaz aproveitou para tecer elogios ao ex-adversário. - O Saulo realmente é merecedor pela batalha e dedicação. Ele acorda cantando, almoça cantando, dorme cantando. Ele é realmente merecedor de tudo isso - disse.
Com o fim de sua trajetória no reality show, Diego se dedicará exclusivamente à gravação de seu disco com repertório de sua autoria e sonha em gravar com os ex-concorrentes do programa. - Seria legal poder gravar com a Thais Bonizzi, Dani Moraes, Taíssa de Araújo, Priscila Borges e Helen Lyu - comentou.
SÃO PAULO - Embora tenha sido comparado a Caetano Veloso e apontado pelos jurados como o candidato mais preparado para encarar o mercado fonográfico, Diego Moraes não conseguiu vencer o carisma de Saulo Roston e ficou com o segundo lugar na final do 'Ídolos', disputada na madrugada desta quinta-feira, em São Paulo.
Mesmo com o excesso de elogios recebidos durante sua trajetória na competição, o rapaz não cantou vitória antes do tempo e diz não estar surpreso com a escolha do público. - O resultado não me surpreendeu porque eu concentrei minhas energias mais na felicidade que senti em encontrar a galera e participar desta festa grandiosa. Me senti muito lisonjeado e privilegiado por Deus em chegar até aqui. Esperar eu nunca espero nada porque eu vivo o momento presente. Estou muito feliz e vou continuar trabalhando - afirmou.
O rapaz aproveitou para tecer elogios ao ex-adversário. - O Saulo realmente é merecedor pela batalha e dedicação. Ele acorda cantando, almoça cantando, dorme cantando. Ele é realmente merecedor de tudo isso - disse.
Com o fim de sua trajetória no reality show, Diego se dedicará exclusivamente à gravação de seu disco com repertório de sua autoria e sonha em gravar com os ex-concorrentes do programa. - Seria legal poder gravar com a Thais Bonizzi, Dani Moraes, Taíssa de Araújo, Priscila Borges e Helen Lyu - comentou.
JB - .Saulo Roston aposta no romantismo e vence o 'Ídolos 2009'
Portal Terra
SÃO PAULO - O carisma e romantismo das músicas cantadas por Saulo Roston durante toda sua trajetória no 'Ídolos 2009' o consagraram como grande vencedor do reality musical na madrugada desta quinta-feira, em São Paulo. Em meio a choros e abraços de agradecimento à produção do programa, o cantor mostrou ao Brasil que estudou muito no último ano para conquistar a vitória.
Isso porque o rapaz é veterano na competição. Em 2008 ele chegou ao top 30, mas a imaturidade artística apontada pelos jurados Marco Camargo, Paula Lima e Luiz Calainho influenciaram na escolha do público e seu percurso na competição foi breve.
O sonho de se tornar um grande cantor e ganhar o carinho do público fizeram o rapaz baixar a cabeça e voltar para casa com todas as críticas e o gostinho de "quero mais". Após avaliar seus passos, ele decidiu arriscar novamente e foi o único candidato remanescente de 2008 aprovado nesta temporada.
- O segredo é ser insistente. Eu acho que quando a gente quer alguma coisa tem que fechar o olho e ir em frente - avaliou.
Foram 37 mil candidatos, um confronto de gente grande contra Diego Moraes na final - que chegou a ser comparado a Caetano Veloso pelos jurados - e a gagueira latente, que some quando ele canta, mas vem à tona quando se emociona. - Não consigo falar de tanta felicidade. É a emoção e a gagueira - brincou o rapaz em meio às lágrimas enquanto abraçava a equipe da emissora.
SÃO PAULO - O carisma e romantismo das músicas cantadas por Saulo Roston durante toda sua trajetória no 'Ídolos 2009' o consagraram como grande vencedor do reality musical na madrugada desta quinta-feira, em São Paulo. Em meio a choros e abraços de agradecimento à produção do programa, o cantor mostrou ao Brasil que estudou muito no último ano para conquistar a vitória.
Isso porque o rapaz é veterano na competição. Em 2008 ele chegou ao top 30, mas a imaturidade artística apontada pelos jurados Marco Camargo, Paula Lima e Luiz Calainho influenciaram na escolha do público e seu percurso na competição foi breve.
O sonho de se tornar um grande cantor e ganhar o carinho do público fizeram o rapaz baixar a cabeça e voltar para casa com todas as críticas e o gostinho de "quero mais". Após avaliar seus passos, ele decidiu arriscar novamente e foi o único candidato remanescente de 2008 aprovado nesta temporada.
- O segredo é ser insistente. Eu acho que quando a gente quer alguma coisa tem que fechar o olho e ir em frente - avaliou.
Foram 37 mil candidatos, um confronto de gente grande contra Diego Moraes na final - que chegou a ser comparado a Caetano Veloso pelos jurados - e a gagueira latente, que some quando ele canta, mas vem à tona quando se emociona. - Não consigo falar de tanta felicidade. É a emoção e a gagueira - brincou o rapaz em meio às lágrimas enquanto abraçava a equipe da emissora.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Destaques dos Jornais 15/12/2009
Estado de São Paulo
"Courtney Love perde guarda da filha".
Folha de São Paulo
"Aos 18, Pixie Lott teve duas canções em 1º lugar da parada britânica".
"Roberto Carlos quer investir em cinema".
Jornal da Tarde
"John Frusciante pode ter deixado o Chili Peppers".
"Wood: perverso quando bebe".
"Expresso silencioso de Gilberto Gil".
"Só as músicas que tiraram nota dez,o título do novo trabalho de Ana Carolina é autoexplicativo".
"Chitãozinho & Xororó para jovens".
"Dupla celebra Tom Waits".
"Sucessos de três décadas em show".
"Iara Rennó e Tulipa Ruiz são atrações do projeto Música no Teatro".
Jornal do Brasil
"Andrea Bocelli lança disco de Natal em inglês e espanhol".
"Courtney Love perde guarda da filha".
Folha de São Paulo
"Aos 18, Pixie Lott teve duas canções em 1º lugar da parada britânica".
"Roberto Carlos quer investir em cinema".
Jornal da Tarde
"John Frusciante pode ter deixado o Chili Peppers".
"Wood: perverso quando bebe".
"Expresso silencioso de Gilberto Gil".
"Só as músicas que tiraram nota dez,o título do novo trabalho de Ana Carolina é autoexplicativo".
"Chitãozinho & Xororó para jovens".
"Dupla celebra Tom Waits".
"Sucessos de três décadas em show".
"Iara Rennó e Tulipa Ruiz são atrações do projeto Música no Teatro".
Jornal do Brasil
"Andrea Bocelli lança disco de Natal em inglês e espanhol".
Estadão - Courtney Love perde guarda da filha
Estadão
LOS ANGELES - A roqueira Courtney Love perdeu a guarda de sua filha com o ex-vocalista do Nirvana Kurt Cobain, Frances Bean, depois que um tribunal passou os cuidados da adolescente de 17 anos para a mãe e para a irmã de Cobain, disseram documentos judiciários nesta segunda-feira.
Não foi dada uma razão para a decisão do juiz, que foi tomada na sexta-feira.
Courtney se prepara para lançar o álbum "Nobody's Daughter" no início do próximo ano. Um representante da cantora de 45 anos não quis comentar a notícia.
Em uma entrevista em 2007 para a National Public Radio, Courtney disse que sentia a necessidade de ser magra para ser bem-sucedida na indústria musical, mas a filha dela disse que isso era "doença".
"Minha filha é esperta", disse Courtney na entrevista. "Ela é tão esperta. Ela é tipo 'a cultura à qual você se refere é tão nojenta, mãe'".
Courtney estava casada com Kurt Cobain quando ele se suicidou em 1994.
LOS ANGELES - A roqueira Courtney Love perdeu a guarda de sua filha com o ex-vocalista do Nirvana Kurt Cobain, Frances Bean, depois que um tribunal passou os cuidados da adolescente de 17 anos para a mãe e para a irmã de Cobain, disseram documentos judiciários nesta segunda-feira.
Não foi dada uma razão para a decisão do juiz, que foi tomada na sexta-feira.
Courtney se prepara para lançar o álbum "Nobody's Daughter" no início do próximo ano. Um representante da cantora de 45 anos não quis comentar a notícia.
Em uma entrevista em 2007 para a National Public Radio, Courtney disse que sentia a necessidade de ser magra para ser bem-sucedida na indústria musical, mas a filha dela disse que isso era "doença".
"Minha filha é esperta", disse Courtney na entrevista. "Ela é tão esperta. Ela é tipo 'a cultura à qual você se refere é tão nojenta, mãe'".
Courtney estava casada com Kurt Cobain quando ele se suicidou em 1994.
Folha - Aos 18, Pixie Lott teve duas canções em 1º lugar da parada britânica
da Folha de S.Paulo
Há poucas cantoras pop por aí como Pixie Lott. Aos fatos: 1) Ela tem apenas 18 anos e já colocou duas canções no primeiro lugar da parada britânica; 2) Ela compõe as próprias músicas; 3) Ela tem na manga "centenas" de músicas para lançar.
Bem comportada e relativamente discreta, Pixie Lott não costuma ocupar as páginas de fofocas dos tabloides britânicos, como as artistas mais velhas com as quais tem sido comparada --Britney Spears e Mariah Carey, por exemplo.
Filha de um casal inglês de classe média, ela tornou-se um nome onipresente no Reino Unido graças a canções de apelo extremamente pop, como "Mama Do (Uh Oh, Uh Oh)" e "Boys and Girls", faixas que foram ao primeiro lugar da parada do país.
Credencial que a faz ser considerada expoente de uma nova geração de cantoras surgidas pós-Lily Allen e Lady Gaga, como Janelle Monae e Nikki Jane.
Victoria Louise Lott fará 19 anos em janeiro, mas já tem currículo de artista bem experiente. É vista em programas de TV e seriados desde 2005, estampa capas de revistas como "FHM" e "In Style" e vai estrelar filme no ano que vem.
"Eu canto desde os três anos de idade", ela conta à Folha, por telefone. "Sempre sonhei em ser cantora e atriz."
Da sala de casa, Pixie passou a cantar no coral de uma igreja. Ainda criança, passou a frequentar uma escola de canto. Com 14 anos, esteve em um musical no West End londrino.
Articulada, ela afirma que apenas recentemente se tocou que estava se tornando uma artista conhecida.
"Até pouco tempo atrás, eu não tinha ideia do que iria me acontecer. Percebi que minha carreira estava decolando apenas quando lancei o primeiro single [de "Mama Do (Uh Oh, Uh Oh)", em junho] e ele entrou no primeiro lugar da parada. Aí comecei a fazer sucesso e a ficar realmente ocupada."
Centenas de faixas
Alegres e desencanadas, suas letras falam de relacionamentos e de amizade.
"Não estive em muitas relações sérias, mas já tive o coração partido algumas vezes", ela revela. "Escrevo melhor quando estou emocionada, não importa se triste ou feliz."
Se por algum motivo Pixie Lott sofrer um bloqueio criativo, sua gravadora não vai precisar se preocupar -ela tem guardadas "centenas" de canções já compostas.
"Comecei a compor há alguns anos. Ultimamente, sinto que tenho progredido, tenho composto canções melhores. Mas por causa dos shows e compromissos, não tenho tido muito tempo para escrever."
Além das faixas de "Turn It Up", pode-se ouvir músicas de Pixie Lott pelas vozes de outras cantoras. Por exemplo, Alexandra Burke, ganhadora da quinta edição do show de talentos britânico "The X Factor", ocorrida em 2008. Para Burke, Pixie fez "You Broke My Heart".
Entre as inspirações da jovem artista, ela cita Whitney Houston e Mariah Carey, além de várias "cantoras britânicas de soul music". Pixie é conectada a uma outra voz que tomou conta do pop em 2009: Lady Gaga. "Eu a conheci há uns três anos, pois trabalhávamos com as mesmas pessoas. Sempre soube que ela faria sucesso, pois é talentosa, possui uma bela voz, sabe escrever e tem um visual muito legal."
Em 2010, ela continuará com a agenda cheia: quer divulgar o disco nos EUA, com uma grande turnê. "Não tenho tido muito tempo para me divertir, mas não posso reclamar, né?".
Há poucas cantoras pop por aí como Pixie Lott. Aos fatos: 1) Ela tem apenas 18 anos e já colocou duas canções no primeiro lugar da parada britânica; 2) Ela compõe as próprias músicas; 3) Ela tem na manga "centenas" de músicas para lançar.
Bem comportada e relativamente discreta, Pixie Lott não costuma ocupar as páginas de fofocas dos tabloides britânicos, como as artistas mais velhas com as quais tem sido comparada --Britney Spears e Mariah Carey, por exemplo.
Filha de um casal inglês de classe média, ela tornou-se um nome onipresente no Reino Unido graças a canções de apelo extremamente pop, como "Mama Do (Uh Oh, Uh Oh)" e "Boys and Girls", faixas que foram ao primeiro lugar da parada do país.
Credencial que a faz ser considerada expoente de uma nova geração de cantoras surgidas pós-Lily Allen e Lady Gaga, como Janelle Monae e Nikki Jane.
Victoria Louise Lott fará 19 anos em janeiro, mas já tem currículo de artista bem experiente. É vista em programas de TV e seriados desde 2005, estampa capas de revistas como "FHM" e "In Style" e vai estrelar filme no ano que vem.
"Eu canto desde os três anos de idade", ela conta à Folha, por telefone. "Sempre sonhei em ser cantora e atriz."
Da sala de casa, Pixie passou a cantar no coral de uma igreja. Ainda criança, passou a frequentar uma escola de canto. Com 14 anos, esteve em um musical no West End londrino.
Articulada, ela afirma que apenas recentemente se tocou que estava se tornando uma artista conhecida.
"Até pouco tempo atrás, eu não tinha ideia do que iria me acontecer. Percebi que minha carreira estava decolando apenas quando lancei o primeiro single [de "Mama Do (Uh Oh, Uh Oh)", em junho] e ele entrou no primeiro lugar da parada. Aí comecei a fazer sucesso e a ficar realmente ocupada."
Centenas de faixas
Alegres e desencanadas, suas letras falam de relacionamentos e de amizade.
"Não estive em muitas relações sérias, mas já tive o coração partido algumas vezes", ela revela. "Escrevo melhor quando estou emocionada, não importa se triste ou feliz."
Se por algum motivo Pixie Lott sofrer um bloqueio criativo, sua gravadora não vai precisar se preocupar -ela tem guardadas "centenas" de canções já compostas.
"Comecei a compor há alguns anos. Ultimamente, sinto que tenho progredido, tenho composto canções melhores. Mas por causa dos shows e compromissos, não tenho tido muito tempo para escrever."
Além das faixas de "Turn It Up", pode-se ouvir músicas de Pixie Lott pelas vozes de outras cantoras. Por exemplo, Alexandra Burke, ganhadora da quinta edição do show de talentos britânico "The X Factor", ocorrida em 2008. Para Burke, Pixie fez "You Broke My Heart".
Entre as inspirações da jovem artista, ela cita Whitney Houston e Mariah Carey, além de várias "cantoras britânicas de soul music". Pixie é conectada a uma outra voz que tomou conta do pop em 2009: Lady Gaga. "Eu a conheci há uns três anos, pois trabalhávamos com as mesmas pessoas. Sempre soube que ela faria sucesso, pois é talentosa, possui uma bela voz, sabe escrever e tem um visual muito legal."
Em 2010, ela continuará com a agenda cheia: quer divulgar o disco nos EUA, com uma grande turnê. "Não tenho tido muito tempo para me divertir, mas não posso reclamar, né?".
Folha - Roberto Carlos quer investir em cinema
da Folha Online
Roberto Carlos quer produzir filmes, investindo dinheiro próprio e ajudando na captação de recursos. O Rei pretende ainda se associar aos trabalhos. Ele cederia canções e ajudaria na divulgação dos longas, badalando em lançamentos e entrevistas.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta terça-feira.
A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
De acordo com seu empresário, Dodi Sirena, o cantor quer produzir mais de um filme. Entre outros, Roberto gostou de um projeto de Monique Gardenberg de filmar uma história de amor ambientada no navio em que se apresenta há alguns anos. A ideia é que Roberto, além de compor a trilha, faça também uma ponta, interpretando ele mesmo na história.
Outro projeto da equipe de Roberto Carlos é a produção de um musical de teatro, "no estilo do "Mamma Mia'", que fez sucesso nos palcos e foi transportado para o cinema. Algo com qualidade e vocação para ser apresentado "no Brasil e na Broadway", diz Dodi.
Roberto Carlos quer produzir filmes, investindo dinheiro próprio e ajudando na captação de recursos. O Rei pretende ainda se associar aos trabalhos. Ele cederia canções e ajudaria na divulgação dos longas, badalando em lançamentos e entrevistas.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta terça-feira.
A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
De acordo com seu empresário, Dodi Sirena, o cantor quer produzir mais de um filme. Entre outros, Roberto gostou de um projeto de Monique Gardenberg de filmar uma história de amor ambientada no navio em que se apresenta há alguns anos. A ideia é que Roberto, além de compor a trilha, faça também uma ponta, interpretando ele mesmo na história.
Outro projeto da equipe de Roberto Carlos é a produção de um musical de teatro, "no estilo do "Mamma Mia'", que fez sucesso nos palcos e foi transportado para o cinema. Algo com qualidade e vocação para ser apresentado "no Brasil e na Broadway", diz Dodi.
JT - John Frusciante pode ter deixado o Chili Peppers
Jornal da Tarde
John Frusciante pode ter deixado o Red Hot Chili Peppers. O site americano MusicRadar anunciou, anteontem, que o guitarrista pediu demissão porque estaria mais interessado em investir na carreira solo. Alguns indícios levam a crer que a notícia procede. Ao mesmo site, neste ano, Frusciante quis ser identificado apenas como guitarrista, não vinculado à banda. Outro fato curioso é que, em maio, ele não se apresentou com o grupo e, em seu lugar, foi Josh Kilnghoffer que tocou com artistas como PJ Harvey e Gnarls Barkley.
John Frusciante pode ter deixado o Red Hot Chili Peppers. O site americano MusicRadar anunciou, anteontem, que o guitarrista pediu demissão porque estaria mais interessado em investir na carreira solo. Alguns indícios levam a crer que a notícia procede. Ao mesmo site, neste ano, Frusciante quis ser identificado apenas como guitarrista, não vinculado à banda. Outro fato curioso é que, em maio, ele não se apresentou com o grupo e, em seu lugar, foi Josh Kilnghoffer que tocou com artistas como PJ Harvey e Gnarls Barkley.
JT - Wood: perverso quando bebe
Jornal da Tarde
A garçonete russa Ekaterina Ivanova, de 21 anos, disse que seu ex-namorado, o guitarrista dos Rolling Stones Ron Wood (foto), 62, é “perverso” quando bebe. Em entrevista à revista Hello!, contou que ele não tem limite para a bebida. 'Você tem de ser muito forte para viver com alguém assim.' Mesmo quando estava bem, o roqueiro ficava repetindo histórias, o que era “irritante” para ela. 'Bêbado, ele era como uma criança birrenta, jogando garrafas de água e imitando a minha voz.”
A garçonete russa Ekaterina Ivanova, de 21 anos, disse que seu ex-namorado, o guitarrista dos Rolling Stones Ron Wood (foto), 62, é “perverso” quando bebe. Em entrevista à revista Hello!, contou que ele não tem limite para a bebida. 'Você tem de ser muito forte para viver com alguém assim.' Mesmo quando estava bem, o roqueiro ficava repetindo histórias, o que era “irritante” para ela. 'Bêbado, ele era como uma criança birrenta, jogando garrafas de água e imitando a minha voz.”
JT - Expresso silencioso de Gilberto Gil
Jornal da Tarde
Voz, violão e alguns convidados. Com apenas esses elementos, Gilberto Gil gravou seu show, que agora pode ser conferido no CD e no DVD Bandadois. Eles são resultado de duas apresentações realizadas no Teatro Bradesco do Shopping Bourbon, em São Paulo, nos dias 28 e 29 de setembro.
O lançamento não é mais uma versão de Unplugged, o bem-sucedido álbum de 1994 no qual o artista gravou canções famosas com a banda desplugada. Neste espetáculo, dirigido pelo cineasta Andrucha Waddington, Gil está sozinho com seu violão e canta de costas para o público na maior parte do tempo, sentado em um banquinho sobre um palco giratório.
Antes de entrar em cena, Gil conversou com Liminha, que produziu o trabalho. Dele, ouviu que a gravação era como voltar ao começo da carreira, e Gil emendou que o registro seria então como se estivesse no aconchego do lar, sentado no sofá, ele e o instrumento.
E assim foi. Sobre o palco giratório, Gil às vezes dá as costas à plateia. A iluminação, focada apenas no músico, ajudou a criar o clima intimista, mesmo no imenso teatro que tem capacidade para mais de 1,5 mil pessoas.
O repertório traz músicas de várias fases da carreira. Seu filho Bem Gil faz participações com violão, pandeiro e tamborim em algumas faixas. Como convidados especiais sobem ao palco o outro filho, José Gil, que dá sua contribuição em Refavela e Babá Alapalá, e a cantora Maria Rita, que assume o microfone em Amor Até o Fim.
O repertório inclui ainda os clássicos Flora, Super-homem - A Canção, Saudade da Bahia e Expresso 2222. Todos adaptados para a versão acústica. Das três inéditas, Das Duas, Uma é poesia pura. Quatro Coisas aposta na melodia e Pronto Pra Preto (incluída apenas no DVD), exalta as conquistas dos negros. O DVD chega com 23 faixas e o CD, com 16.
O disco é limpo. Só se escuta a plateia ao final das canções com seus aplausos. No DVD é um pouco diferente. A plateia está mais presente, do jeito que Gil gosta. É possível até ouvir gritinhos do tipo “olha eu aqui!” E embora ele fique de costas para o público, a câmera para o DVD o focaliza de frente. Gil também fez parceria com a MTV, que exibiu o DVD na íntegra na semana passada.Mas nos extras.
Lançamento
Bandadois Gilberto Gil
CD: R$ 29,90
DVD: R$34,90
Voz, violão e alguns convidados. Com apenas esses elementos, Gilberto Gil gravou seu show, que agora pode ser conferido no CD e no DVD Bandadois. Eles são resultado de duas apresentações realizadas no Teatro Bradesco do Shopping Bourbon, em São Paulo, nos dias 28 e 29 de setembro.
O lançamento não é mais uma versão de Unplugged, o bem-sucedido álbum de 1994 no qual o artista gravou canções famosas com a banda desplugada. Neste espetáculo, dirigido pelo cineasta Andrucha Waddington, Gil está sozinho com seu violão e canta de costas para o público na maior parte do tempo, sentado em um banquinho sobre um palco giratório.
Antes de entrar em cena, Gil conversou com Liminha, que produziu o trabalho. Dele, ouviu que a gravação era como voltar ao começo da carreira, e Gil emendou que o registro seria então como se estivesse no aconchego do lar, sentado no sofá, ele e o instrumento.
E assim foi. Sobre o palco giratório, Gil às vezes dá as costas à plateia. A iluminação, focada apenas no músico, ajudou a criar o clima intimista, mesmo no imenso teatro que tem capacidade para mais de 1,5 mil pessoas.
O repertório traz músicas de várias fases da carreira. Seu filho Bem Gil faz participações com violão, pandeiro e tamborim em algumas faixas. Como convidados especiais sobem ao palco o outro filho, José Gil, que dá sua contribuição em Refavela e Babá Alapalá, e a cantora Maria Rita, que assume o microfone em Amor Até o Fim.
O repertório inclui ainda os clássicos Flora, Super-homem - A Canção, Saudade da Bahia e Expresso 2222. Todos adaptados para a versão acústica. Das três inéditas, Das Duas, Uma é poesia pura. Quatro Coisas aposta na melodia e Pronto Pra Preto (incluída apenas no DVD), exalta as conquistas dos negros. O DVD chega com 23 faixas e o CD, com 16.
O disco é limpo. Só se escuta a plateia ao final das canções com seus aplausos. No DVD é um pouco diferente. A plateia está mais presente, do jeito que Gil gosta. É possível até ouvir gritinhos do tipo “olha eu aqui!” E embora ele fique de costas para o público, a câmera para o DVD o focaliza de frente. Gil também fez parceria com a MTV, que exibiu o DVD na íntegra na semana passada.Mas nos extras.
Lançamento
Bandadois Gilberto Gil
CD: R$ 29,90
DVD: R$34,90
JT - Só as músicas que tiraram nota dez
Jornal da Tarde
O título do novo trabalho de Ana Carolina é autoexplicativo: N9ve + Um. Todas as canções são acompanhadas por um convidado. Mas a soma não faz referência à quantidade de músicas ou de personalidades que dividem o palco com ela, e sim ao tempo de carreira da cantora: dez anos. O álbum, com dez faixas, foi lançado dentro do projeto Multishow Registro. O DVD tem 14 canções.
O número nove, aliás, tem bastante significado para Ana Carolina. Ela usa como exemplo o fato de ter nascido no dia “nove do nove” de 1974. Além disso, foi lançada comercialmente em 1999. Nada mais natural, segundo ela, que usar o número como referência.
Muitos dos hits compostos por ela estão reinventados neste trabalho. É o caso, por exemplo, de Cabide, música de sua autoria, transformada em samba e acompanhada por Luiz Melodia. A composição seguinte também vem em forma de samba. Na companhia de Roberta Sá, ela mostra Milhares de Sambas. O time de convidados inclui ainda Maria Bethânia, Angela Ro Ro, Maria Gadú, Zizi Possi, Seu Jorge e Antônio Villeroy, seu antigo parceiro. Até Gilberto Gil dá as caras no trabalho, gravando a música Torpedo.
Em outras canções, Ana Carolina deixa de lado a MPB para privilegiar tangos e boleros. Homens e Mulheres, por exemplo, perde o viés agressivo e se torna um bolero, no qual a cantora é acompanhada por Angela Ro Ro. Em seguida, Mais que a Mim vira uma canção romântica com a participação de Maria Gadú. Em entrevista ao canal Multishow, Ana Carolina afirma que a identificação com Gadú, nova queridinha da MPB, foi imediata: “O timbre de voz e sua atitude me impressionaram”.
As participações de Esperanza Spalding e Chiara Civello nas canções Traição e Resta só estão disponíveis no DVD, assim como a ponta de John Legend em Entreolhares (The Way You’re Looking At Me), que está tocando atualmente nas rádios.
O cenário usado na gravação é um casarão construído no Alto da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Com cenografia de Gringo Cardia, Ana Carolina recebe seus convidados no meio de um jardim.
Lançamento
N9vê + UM
Ana Carolina
CD: R$19,90
CD/DVD: R$47,90
O título do novo trabalho de Ana Carolina é autoexplicativo: N9ve + Um. Todas as canções são acompanhadas por um convidado. Mas a soma não faz referência à quantidade de músicas ou de personalidades que dividem o palco com ela, e sim ao tempo de carreira da cantora: dez anos. O álbum, com dez faixas, foi lançado dentro do projeto Multishow Registro. O DVD tem 14 canções.
O número nove, aliás, tem bastante significado para Ana Carolina. Ela usa como exemplo o fato de ter nascido no dia “nove do nove” de 1974. Além disso, foi lançada comercialmente em 1999. Nada mais natural, segundo ela, que usar o número como referência.
Muitos dos hits compostos por ela estão reinventados neste trabalho. É o caso, por exemplo, de Cabide, música de sua autoria, transformada em samba e acompanhada por Luiz Melodia. A composição seguinte também vem em forma de samba. Na companhia de Roberta Sá, ela mostra Milhares de Sambas. O time de convidados inclui ainda Maria Bethânia, Angela Ro Ro, Maria Gadú, Zizi Possi, Seu Jorge e Antônio Villeroy, seu antigo parceiro. Até Gilberto Gil dá as caras no trabalho, gravando a música Torpedo.
Em outras canções, Ana Carolina deixa de lado a MPB para privilegiar tangos e boleros. Homens e Mulheres, por exemplo, perde o viés agressivo e se torna um bolero, no qual a cantora é acompanhada por Angela Ro Ro. Em seguida, Mais que a Mim vira uma canção romântica com a participação de Maria Gadú. Em entrevista ao canal Multishow, Ana Carolina afirma que a identificação com Gadú, nova queridinha da MPB, foi imediata: “O timbre de voz e sua atitude me impressionaram”.
As participações de Esperanza Spalding e Chiara Civello nas canções Traição e Resta só estão disponíveis no DVD, assim como a ponta de John Legend em Entreolhares (The Way You’re Looking At Me), que está tocando atualmente nas rádios.
O cenário usado na gravação é um casarão construído no Alto da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Com cenografia de Gringo Cardia, Ana Carolina recebe seus convidados no meio de um jardim.
Lançamento
N9vê + UM
Ana Carolina
CD: R$19,90
CD/DVD: R$47,90
JT - Chitãozinho & Xororó para jovens
Jornal da Tarde
Chitãozinho e Xororó fazem música sertaneja, certo? Errado. Pelo menos o novo disco de inéditas da dupla Se For Pra Ser Feliz, 31º da carreira, está mais para pop do que para sertanejo. As participações de Andreas Kisser, do Sepultura, e também da banda de rock Fresno, além de Junior, filho de Xororó, e Lucas Lima, genro, deixaram os arranjos mais agressivos. “É para a galera mais jovem dar uma sacada no que a gente está fazendo”, diz Chitãozinho, cheio de gírias.
O disco traz 12 faixas, sendo 10 inéditas. Uma delas, Duas Lágrimas, foi composta pela banda Fresno. Para Chitãozinho a letra não fica atrás dos grandes sucessos sertanejos. “É romântica e sofrida, como toda moda de viola feita nas cidades do interior. Ela traz um som de violão de 12 cordas”, diz ele. Os versos confirmam: “Uma lágrima rolou / Do meu olho ao perceber / Que era a última vez / Em que eu ia ver você.”
Chitãozinho acredita que as 12 canções gravadas dão margem para inovações sem, contudo, perderem o sentimento sertanejo. Caminhoneiro é Bicho Louco, por exemplo, é sertaneja e feita para um dos maiores públicos da dupla. “A música faz parte da vida dos caminhoneiros”, diz.
Convidar tantas pessoas diferentes, no entanto, exigiu da dupla um controle maior sobre o trabalho. “Foi uma reviravolta mesmo. Mas mantivemos nossa forma de cantar. Inovamos no arranjo sem perder nossa característica.” Confuso? Chitão explica. “Queremos modernizar a música sem perder a essência caipira.”
Trabalhar em família também não foi complicado. Junior, filho e sobrinho da dupla, assumiu a bateria na canção Gota d’água, com guitarras de Andreas Kisser. Já o genro de Xororó, Lucas Lima, assina o arranjo em três canções. “É mais fácil trabalhar em família e com amigos. Mas o tratamento que tivemos com eles foi profissional e só entraram no disco porque são competentes”, defende Chitãozinho.
A malícia também está nas letras. Em Nasci de Bota e Chapéu, por exemplo, que tem o bordão: “a banana vai comer o macaco”, já está sendo repetido pelos rodeios brasileiros.
Lançamento
Se for pra ser feliz
EMI
Preço: R$19,90
Chitãozinho e Xororó fazem música sertaneja, certo? Errado. Pelo menos o novo disco de inéditas da dupla Se For Pra Ser Feliz, 31º da carreira, está mais para pop do que para sertanejo. As participações de Andreas Kisser, do Sepultura, e também da banda de rock Fresno, além de Junior, filho de Xororó, e Lucas Lima, genro, deixaram os arranjos mais agressivos. “É para a galera mais jovem dar uma sacada no que a gente está fazendo”, diz Chitãozinho, cheio de gírias.
O disco traz 12 faixas, sendo 10 inéditas. Uma delas, Duas Lágrimas, foi composta pela banda Fresno. Para Chitãozinho a letra não fica atrás dos grandes sucessos sertanejos. “É romântica e sofrida, como toda moda de viola feita nas cidades do interior. Ela traz um som de violão de 12 cordas”, diz ele. Os versos confirmam: “Uma lágrima rolou / Do meu olho ao perceber / Que era a última vez / Em que eu ia ver você.”
Chitãozinho acredita que as 12 canções gravadas dão margem para inovações sem, contudo, perderem o sentimento sertanejo. Caminhoneiro é Bicho Louco, por exemplo, é sertaneja e feita para um dos maiores públicos da dupla. “A música faz parte da vida dos caminhoneiros”, diz.
Convidar tantas pessoas diferentes, no entanto, exigiu da dupla um controle maior sobre o trabalho. “Foi uma reviravolta mesmo. Mas mantivemos nossa forma de cantar. Inovamos no arranjo sem perder nossa característica.” Confuso? Chitão explica. “Queremos modernizar a música sem perder a essência caipira.”
Trabalhar em família também não foi complicado. Junior, filho e sobrinho da dupla, assumiu a bateria na canção Gota d’água, com guitarras de Andreas Kisser. Já o genro de Xororó, Lucas Lima, assina o arranjo em três canções. “É mais fácil trabalhar em família e com amigos. Mas o tratamento que tivemos com eles foi profissional e só entraram no disco porque são competentes”, defende Chitãozinho.
A malícia também está nas letras. Em Nasci de Bota e Chapéu, por exemplo, que tem o bordão: “a banana vai comer o macaco”, já está sendo repetido pelos rodeios brasileiros.
Lançamento
Se for pra ser feliz
EMI
Preço: R$19,90
JT - Dupla celebra Tom Waits
Jornal da Tarde
A cantora e pianista Cida Moreira retoma sua parceria com o cantor e violonista André Frateschi no show ‘Canções Para Cortar os Pulsos’, baseado em músicas de Tom Waits. Sesc Vila Mariana. Rua Pelotas, 141.
5080-3000. Hoje, às 20h30. Ingressos a R$ 12.
A cantora e pianista Cida Moreira retoma sua parceria com o cantor e violonista André Frateschi no show ‘Canções Para Cortar os Pulsos’, baseado em músicas de Tom Waits. Sesc Vila Mariana. Rua Pelotas, 141.
5080-3000. Hoje, às 20h30. Ingressos a R$ 12.
JT - Sucessos de três décadas em show
Jornal da Tarde
No show ‘Natal dos Amigos’, o cantor Francis Bringell passeia por repertório recheado de sucessos das décadas de 60, 70 e 80. Hoje, às 21h30. Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331. 3255-008 Couvert: R$ 160 (inclui jantar).
No show ‘Natal dos Amigos’, o cantor Francis Bringell passeia por repertório recheado de sucessos das décadas de 60, 70 e 80. Hoje, às 21h30. Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331. 3255-008 Couvert: R$ 160 (inclui jantar).
JT - Iara Rennó e Tulipa Ruiz são atrações do projeto Música no Teatro
Jornal da Tarde
As cantoras Iara Rennó e Tulipa Ruiz são as atrações da última edição do ano do projeto Música no Teatro. Enquanto Tulipa revela composições próprias, Iara exibe faixas de seu mais recente álbum, ‘Macunaópera Tupi’, de 2008. Teatro Cacilda Becker.
Rua Tito, 295. 3864-4513. Hoje, às 21h. Grátis. 14 anos.
As cantoras Iara Rennó e Tulipa Ruiz são as atrações da última edição do ano do projeto Música no Teatro. Enquanto Tulipa revela composições próprias, Iara exibe faixas de seu mais recente álbum, ‘Macunaópera Tupi’, de 2008. Teatro Cacilda Becker.
Rua Tito, 295. 3864-4513. Hoje, às 21h. Grátis. 14 anos.
JB - Andrea Bocelli lança disco de Natal em inglês e espanhol
Portal Terra
O tenor italiano Andrea Bocelli lança seu novo projeto, 'My Christmas/Mi Navidad', um disco de Natal que traz músicas natalinas cantadas em espanhol e inglês. São 16 músicas, incluindo duas em italiano, que, segundo Bocelli, o fazem recordar sua infância.
O tenor italiano Andrea Bocelli lança seu novo projeto, 'My Christmas/Mi Navidad', um disco de Natal que traz músicas natalinas cantadas em espanhol e inglês. São 16 músicas, incluindo duas em italiano, que, segundo Bocelli, o fazem recordar sua infância.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Destaques dos Jornais 14/12/2009
Folha de São Paulo
"Começa hoje venda de ingressos para show extra do Metallica".
"Maria Bethânia transforma simples e sofisticado em sinônimos".
"Outro Canal: Especial da Record gera confusão com sertanejos".
Jornal da Tarde
"Paulo Ricardo lança novo CD".
"Glenn Hughes em show acústico".
"Fabiana Cozza é convidada de Paulo César Pinheiro na Rádio Eldorado".
Jornal do Brasil
""Preciso reaprender a tocar", diz Dinho Ouro Preto".
"Começa hoje venda de ingressos para show extra do Metallica".
"Maria Bethânia transforma simples e sofisticado em sinônimos".
"Outro Canal: Especial da Record gera confusão com sertanejos".
Jornal da Tarde
"Paulo Ricardo lança novo CD".
"Glenn Hughes em show acústico".
"Fabiana Cozza é convidada de Paulo César Pinheiro na Rádio Eldorado".
Jornal do Brasil
""Preciso reaprender a tocar", diz Dinho Ouro Preto".
Folha - Maria Bethânia transforma simples e sofisticado em sinônimos
TONY GOES
colaboração para a Folha de S.Paulo
"Quando Bethânia canta "janela", a gente sabe se está aberta ou fechada." O comentário ouvido à saída do teatro Abril reforça uma constante na música brasileira: o poder que a cantora tem de preencher de intenções a menor das sílabas e a sua capacidade de manter a plateia hipnotizada. Maria Bethânia não tem fãs: tem súditos.
Aos 63 anos, ela mostra que está no auge da forma artística. As folclóricas desafinações de que era acusada no início da carreira desapareceram, ou estão escondidas por um total domínio de cena.
Seu novo show, "Amor, Festa, Devoção", teve casa lotada durante três noites em São Paulo e promete voltar à cidade em meados de 2010. É baseado no repertório dos dois novos discos que ela lançou recentemente, só com canções inéditas: "Tua", romântico e introspectivo, e "Encanteria", que celebra a fé e a baianidade.
O roteiro é pensado para não cansar o espectador com novidades, entremeando-as com sucessos de várias épocas. Depois de um bloco que começa animado e segue intimista, Bethânia traz a casa abaixo pela primeira vez com uma versão a cappella de "Explode Coração", de Gonzaguinha.
Mas talvez o momento mais forte seja "Balada de Gisberta", que encerra a primeira parte.
Escrita pelo português Pedro Abrunhosa em homenagem a um travesti brasileiro assassinado no Porto, a faixa ficou de fora dos novos CDs, talvez por não se encaixar direito na proposta de nenhum deles.
Cenário e figurino mudam na segunda parte, que é aberta por "Objeto Não Identificado" --segundo a cantora, a composição de Caetano Veloso favorita do pai de ambos.
Mais tarde, a interpretação definitiva de "É o Amor", de Zezé di Camargo, ganha uma citação marota de "Vai Dar Namoro", da dupla sertaneja Bruno e Marrone.
No final, ela se faz de surpresa, como se estivesse desabituada a dar bis. Não era para menos: embalada pela direção musical de Jaime Alem, a direção e a cenografia de Bia Lessa e a luz de Lauro Escorel, Maria Bethânia transforma simples e sofisticado em sinônimos.
colaboração para a Folha de S.Paulo
"Quando Bethânia canta "janela", a gente sabe se está aberta ou fechada." O comentário ouvido à saída do teatro Abril reforça uma constante na música brasileira: o poder que a cantora tem de preencher de intenções a menor das sílabas e a sua capacidade de manter a plateia hipnotizada. Maria Bethânia não tem fãs: tem súditos.
Aos 63 anos, ela mostra que está no auge da forma artística. As folclóricas desafinações de que era acusada no início da carreira desapareceram, ou estão escondidas por um total domínio de cena.
Seu novo show, "Amor, Festa, Devoção", teve casa lotada durante três noites em São Paulo e promete voltar à cidade em meados de 2010. É baseado no repertório dos dois novos discos que ela lançou recentemente, só com canções inéditas: "Tua", romântico e introspectivo, e "Encanteria", que celebra a fé e a baianidade.
O roteiro é pensado para não cansar o espectador com novidades, entremeando-as com sucessos de várias épocas. Depois de um bloco que começa animado e segue intimista, Bethânia traz a casa abaixo pela primeira vez com uma versão a cappella de "Explode Coração", de Gonzaguinha.
Mas talvez o momento mais forte seja "Balada de Gisberta", que encerra a primeira parte.
Escrita pelo português Pedro Abrunhosa em homenagem a um travesti brasileiro assassinado no Porto, a faixa ficou de fora dos novos CDs, talvez por não se encaixar direito na proposta de nenhum deles.
Cenário e figurino mudam na segunda parte, que é aberta por "Objeto Não Identificado" --segundo a cantora, a composição de Caetano Veloso favorita do pai de ambos.
Mais tarde, a interpretação definitiva de "É o Amor", de Zezé di Camargo, ganha uma citação marota de "Vai Dar Namoro", da dupla sertaneja Bruno e Marrone.
No final, ela se faz de surpresa, como se estivesse desabituada a dar bis. Não era para menos: embalada pela direção musical de Jaime Alem, a direção e a cenografia de Bia Lessa e a luz de Lauro Escorel, Maria Bethânia transforma simples e sofisticado em sinônimos.
Folha - Outro Canal: Especial da Record gera confusão com sertanejos
da Folha Online
A Record colocou no ar chamadas para o programa especial de fim de ano, a ser exibido no dia 21, com várias duplas sertanejas. O problema é que Zezé Di Camargo e Luciano, que estão entre os anunciados, gravaram o "Show da Virada" e o especial de fim de ano da Xuxa, atrações da Globo.
A informação é da coluna Outro Canal, publicada na Folha desta segunda-feira --a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
O especial da Record será gravado em dois shows de uma rádio de Uberlândia (MG), a Paranaíba, com vários sertanejos, como Daniel, Leonardo, Chitãozinho e Xororó. A estação é do grupo da TV afiliada da Record na cidade.
Segundo a Folha apurou, Zezé e Luciano fecharam contrato para o show da rádio e só depois souberam que ele seria exibido como especial da Record. Parte do escritório da dupla defendia que um emissário fosse enviado para a Record e vetasse que os Camargo fizessem parte do especial.
Mas outra parte queria tentar fazer algum acordo. Os sertanejos temiam que a divergência prejudicasse a carreira de sua irmã, a atriz Lucielli di Camargo, que trabalha na Record. Outro nó era saber como não deixar a Record na mão, sem desagradar a Globo.
A Record disse à Folha que o show é beneficente, do grupo Ressoar, ligado à Record, e que tem autorização por e-mail de representantes de todos os artistas para exibi-lo como especial. A participação de Zezé e Luciano, até o fechamento, estava garantida, segundo a rede. (LAURA MATTOS)
A Record colocou no ar chamadas para o programa especial de fim de ano, a ser exibido no dia 21, com várias duplas sertanejas. O problema é que Zezé Di Camargo e Luciano, que estão entre os anunciados, gravaram o "Show da Virada" e o especial de fim de ano da Xuxa, atrações da Globo.
A informação é da coluna Outro Canal, publicada na Folha desta segunda-feira --a íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
O especial da Record será gravado em dois shows de uma rádio de Uberlândia (MG), a Paranaíba, com vários sertanejos, como Daniel, Leonardo, Chitãozinho e Xororó. A estação é do grupo da TV afiliada da Record na cidade.
Segundo a Folha apurou, Zezé e Luciano fecharam contrato para o show da rádio e só depois souberam que ele seria exibido como especial da Record. Parte do escritório da dupla defendia que um emissário fosse enviado para a Record e vetasse que os Camargo fizessem parte do especial.
Mas outra parte queria tentar fazer algum acordo. Os sertanejos temiam que a divergência prejudicasse a carreira de sua irmã, a atriz Lucielli di Camargo, que trabalha na Record. Outro nó era saber como não deixar a Record na mão, sem desagradar a Globo.
A Record disse à Folha que o show é beneficente, do grupo Ressoar, ligado à Record, e que tem autorização por e-mail de representantes de todos os artistas para exibi-lo como especial. A participação de Zezé e Luciano, até o fechamento, estava garantida, segundo a rede. (LAURA MATTOS)
Folha - Começa hoje venda de ingressos para show extra do Metallica
da Folha Online
A venda de ingressos para a apresentação extra do Metallica no estádio do Morumbi, em São Paulo, em 31 de janeiro de 2010, começou à 0h desta segunda-feira.
James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo do grupo de rock Metallica
Até as 9h, as entradas são vendidas somente pela internet; a partir disso, também pelo Call Center (4003-8282) e, a partir das 10h, nos pontos de venda espalhados pelo país e a partir das 12h na bilheteria oficial do show --estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981, em Santo Amaro, região sul, São Paulo, SP).
O preço dos ingressos para a pista é R$ 250 e para a pista VIP é R$500. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250) e cadeira superior (R$ 300). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancada azul e vermelha) e R$ 190 (arquibancada vermelha especial).
A apresentação extra será a última da turnê do Metallica no Brasil, depois de tocar nas cidades de Porto Alegre (28/1/2010) e São Paulo (30/1/2010). A banda, que já vendeu mais de 100 milhões de discos e está entre as dez bandas mais vendidas do planeta, traz a turnê "World Magnetic Tour" para divulgar o álbum "Death Magnetic" (2008).
A venda de ingressos para a apresentação extra do Metallica no estádio do Morumbi, em São Paulo, em 31 de janeiro de 2010, começou à 0h desta segunda-feira.
James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo do grupo de rock Metallica
Até as 9h, as entradas são vendidas somente pela internet; a partir disso, também pelo Call Center (4003-8282) e, a partir das 10h, nos pontos de venda espalhados pelo país e a partir das 12h na bilheteria oficial do show --estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981, em Santo Amaro, região sul, São Paulo, SP).
O preço dos ingressos para a pista é R$ 250 e para a pista VIP é R$500. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250) e cadeira superior (R$ 300). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancada azul e vermelha) e R$ 190 (arquibancada vermelha especial).
A apresentação extra será a última da turnê do Metallica no Brasil, depois de tocar nas cidades de Porto Alegre (28/1/2010) e São Paulo (30/1/2010). A banda, que já vendeu mais de 100 milhões de discos e está entre as dez bandas mais vendidas do planeta, traz a turnê "World Magnetic Tour" para divulgar o álbum "Death Magnetic" (2008).
JT - Paulo Ricardo lança novo CD
Jornal da Tarde
Paulo Ricardo chama ao palco do Carioca Club artistas como Roger (Ultraje a Rigor), Fernando Deluqui (ex-RPM) e Luis Carlini (Tutti Frutti). Com a banda PR5.
Amanhã, às 22h. Rua Cardeal Arcoverde, 2.899, Pinheiros.
3813-8598. R$ 30 (antecipado) e R$ 40.
Paulo Ricardo chama ao palco do Carioca Club artistas como Roger (Ultraje a Rigor), Fernando Deluqui (ex-RPM) e Luis Carlini (Tutti Frutti). Com a banda PR5.
Amanhã, às 22h. Rua Cardeal Arcoverde, 2.899, Pinheiros.
3813-8598. R$ 30 (antecipado) e R$ 40.
JT - Glenn Hughes em show acústico
Jornal da Tarde
Dono de sucessos como ‘Burn’, o ex-baixista do Deep Purple toca hoje seu set acústico acompanhado de violão e teclado. Rhino Pub.
Avenida Cotovia, 99, Moema.
2729- 1029). Ingressos de R$ 250 e a R$ 400. 18 anos.
Dono de sucessos como ‘Burn’, o ex-baixista do Deep Purple toca hoje seu set acústico acompanhado de violão e teclado. Rhino Pub.
Avenida Cotovia, 99, Moema.
2729- 1029). Ingressos de R$ 250 e a R$ 400. 18 anos.
JT - Fabiana Cozza é convidada de Paulo César Pinheiro na Rádio Eldorado
Jornal da Tarde
Fabiana Cozza é a convidada de Paulo César Pinheiro na última edição do ano da Sala do
Professor Buchanan’s, promovida e transmitida ao vivo pela Rádio Eldorado FM (92,9). Na aula-show, ela interpreta músicas do compositor, como ‘Lapinha’ . Hoje, às 21h. Bourbon Street. Rua dos Chanés, 127. 5095-6100. Couvert: R$ 45. 18 anos
Fabiana Cozza é a convidada de Paulo César Pinheiro na última edição do ano da Sala do
Professor Buchanan’s, promovida e transmitida ao vivo pela Rádio Eldorado FM (92,9). Na aula-show, ela interpreta músicas do compositor, como ‘Lapinha’ . Hoje, às 21h. Bourbon Street. Rua dos Chanés, 127. 5095-6100. Couvert: R$ 45. 18 anos
JB -" Preciso reaprender a tocar", diz Dinho Ouro Preto
Portal Terra
DA REDAÇÃO - O cantor Dinho Ouro Preto, vocalista da banda Capital Inicial, deu a primeira entrevista após seu acidente no palco ao programa Fantástico, da rede Globo neste domingo, dia 13.
"Preciso reaprender a tocar", afirma Dinho, que quebrou vértebras e costelas e ainda não recuperou todos os movimentos. "Consigo caminhar, mas não consigo me abaixar. Por muito pouco não fiquei tetraplégico ou morri."
Dinho conta que um dos piores momentos de sua recuperação foi quando não conseguiu fechar as mãos entrelaçadas. "Foi um momento de choro compulsivo", conta o músico, que tentou tocar uma música da banda U2 ao violão, sem muito sucesso.
O cantor afirmou também que o acidente vai deixar sequelas emocionais. "Deitado não conseguia ler, escrever, não conseguia me concentrar. Só ficava olhando para o teto pensando na minha vida, como ia ser daqui para a frente".
Dinho ainda não tem previsão de voltar aos palcos.
DA REDAÇÃO - O cantor Dinho Ouro Preto, vocalista da banda Capital Inicial, deu a primeira entrevista após seu acidente no palco ao programa Fantástico, da rede Globo neste domingo, dia 13.
"Preciso reaprender a tocar", afirma Dinho, que quebrou vértebras e costelas e ainda não recuperou todos os movimentos. "Consigo caminhar, mas não consigo me abaixar. Por muito pouco não fiquei tetraplégico ou morri."
Dinho conta que um dos piores momentos de sua recuperação foi quando não conseguiu fechar as mãos entrelaçadas. "Foi um momento de choro compulsivo", conta o músico, que tentou tocar uma música da banda U2 ao violão, sem muito sucesso.
O cantor afirmou também que o acidente vai deixar sequelas emocionais. "Deitado não conseguia ler, escrever, não conseguia me concentrar. Só ficava olhando para o teto pensando na minha vida, como ia ser daqui para a frente".
Dinho ainda não tem previsão de voltar aos palcos.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Destaques dos Jornais 11/12/2009
Estado de São Paulo
"APCA elege os melhores de ano em dez categorias,incluindo música popular e música erudita".
"Brasileiro vence show de talentos na Alemanha, programa alemão Popstars".
Folha de São Paulo
"Daniela Mercury quer reeditar Semana de 22 em novo disco".
Catraca Livre apresenta sugestão para esta sexta
"João Donato recebe hoje o trombonista Raul Souza em um show no Centro Cultural Paulo".
"No Teatro do Sesi, o californiano Roy Rogers mostra suas inovações da guitarra slide moderna".
"Orquestra Brasileira, Quinteto em Branco e Preto com regência de José Roberto Branco, Nailor Proveta e Vanderlei Banci".
"Johnny Alf recebe homenagem e comemora seus 80 anos".
Jornal da Tarde
"Três chances para ver ópera cômica".
"Obra de João Bosco tocada com violino".
"Elza Soares apresenta o show 'Arrepio'".
"Roberto Carlos adia especial da Globo".
"Miley Cyrus vai gravar seu último álbum pop".
"Em defesa do casamento gay,o ícone do rock Bruce Springsteen".
"Fundamental é mesmo ele, Johnny Alf".
Jornal do Brasil
"Daniel deixa empresário e passa a cuidar de sua carreira".
"Quase 20 mil pessoas assistem show de Paul McCartney em Paris".
"APCA elege os melhores de ano em dez categorias,incluindo música popular e música erudita".
"Brasileiro vence show de talentos na Alemanha, programa alemão Popstars".
Folha de São Paulo
"Daniela Mercury quer reeditar Semana de 22 em novo disco".
Catraca Livre apresenta sugestão para esta sexta
"João Donato recebe hoje o trombonista Raul Souza em um show no Centro Cultural Paulo".
"No Teatro do Sesi, o californiano Roy Rogers mostra suas inovações da guitarra slide moderna".
"Orquestra Brasileira, Quinteto em Branco e Preto com regência de José Roberto Branco, Nailor Proveta e Vanderlei Banci".
"Johnny Alf recebe homenagem e comemora seus 80 anos".
Jornal da Tarde
"Três chances para ver ópera cômica".
"Obra de João Bosco tocada com violino".
"Elza Soares apresenta o show 'Arrepio'".
"Roberto Carlos adia especial da Globo".
"Miley Cyrus vai gravar seu último álbum pop".
"Em defesa do casamento gay,o ícone do rock Bruce Springsteen".
"Fundamental é mesmo ele, Johnny Alf".
Jornal do Brasil
"Daniel deixa empresário e passa a cuidar de sua carreira".
"Quase 20 mil pessoas assistem show de Paul McCartney em Paris".
Estadão - APCA elege os melhores de ano em dez categorias
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Ocorreu na noite de segunda, na sede do Sindicato dos Jornalistas, em São Paulo, a reunião anual da Associação Paulista de Críticos de Artes, a APCA, para apontar os melhores do ano em dez categorias artísticas: televisão, cinema, artes visuais, teatro, teatro infantil, dança, música popular, música erudita, literatura e rádio.
Na área de música popular, Ney Matogrosso fica com o troféu de melhor show, Céu com o de cantora e Lenine, compositor. Em música erudita, um dos premiados foi Ernst Mahle, pelo conjunto da obra. Em rádio, Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, será homenageado pelo lançamento do livro "Ninguém Faz Sucesso Sozinho". Em dança, Antônio Nóbrega foi premiado por sua pesquisa para "Naturalmente - Teoria e Jogo de uma Dança Brasileira".
Os prêmios serão entregues em festa realizada em parceria da APCA com o Sesc, em 6 de abril de 2010, no Teatro Paulo Autran. O presidente comemora: "A APCA, após 53 anos, continua vigorosa, em plena forma, abrigando críticos experientes, com trajetórias expressivas, e críticos jovens, que dão sangue novo à associação. Todos atuam com entusiasmo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Ocorreu na noite de segunda, na sede do Sindicato dos Jornalistas, em São Paulo, a reunião anual da Associação Paulista de Críticos de Artes, a APCA, para apontar os melhores do ano em dez categorias artísticas: televisão, cinema, artes visuais, teatro, teatro infantil, dança, música popular, música erudita, literatura e rádio.
Na área de música popular, Ney Matogrosso fica com o troféu de melhor show, Céu com o de cantora e Lenine, compositor. Em música erudita, um dos premiados foi Ernst Mahle, pelo conjunto da obra. Em rádio, Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, será homenageado pelo lançamento do livro "Ninguém Faz Sucesso Sozinho". Em dança, Antônio Nóbrega foi premiado por sua pesquisa para "Naturalmente - Teoria e Jogo de uma Dança Brasileira".
Os prêmios serão entregues em festa realizada em parceria da APCA com o Sesc, em 6 de abril de 2010, no Teatro Paulo Autran. O presidente comemora: "A APCA, após 53 anos, continua vigorosa, em plena forma, abrigando críticos experientes, com trajetórias expressivas, e críticos jovens, que dão sangue novo à associação. Todos atuam com entusiasmo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Estadão - Brasileiro vence show de talentos na Alemanha
Estadão
BBCBrasil
De Frankfurt para a BBC Brasil - Um brasileiro de 20 anos é o grande vencedor do programa alemão Popstars. Seu disco em dueto com uma parceira já está sendo vendido na Alemanha.
Leo Ritzmann, que também tem nacionalidade suíça, venceu o show de talentos, que recrutou cantores para formar um dueto entre milhares de candidatos.
Leo e sua parceira alemã Vanessa foram escolhidos pelo público como o dueto vencedor na madrugada de quinta-feira. A final do programa, transmitida ao vivo, foi vista por 2,5 milhões de telespectadores.
O brasileiro, que fala alemão quase sem sotaque, vive na cidade de Hinwil, na Suíça, e trabalha como comerciante. Ele já tinha ficado em sexto lugar no programa suíço Music Star.
O dueto foi escolhido pelos telespectadores, que votaram por telefone. Nos momentos finais do show, Leo apelou em português frente às câmeras: "Todos os brasileiros que estão me ouvindo, liguem para cá!"
Ele chorou quando foi declarado vencedor. No programa final, ele e sua parceira cantaram músicas como Cry for you e Umbrella, que apresentaram junto com a cantora americana Rihanna.
Seu prêmio é a comercialização de um CD do dueto, que foi gravado antes do show pelos duetos que disputaram a final. O disco já está sendo vendido na Alemanha a partir desta sexta-feira.
"Já faz tempo que eu quero fazer carreira como cantor", disse Leo, que tem três ídolos musicais: Michael Jackson, Boyz II Men e o cantor Usher. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
BBCBrasil
De Frankfurt para a BBC Brasil - Um brasileiro de 20 anos é o grande vencedor do programa alemão Popstars. Seu disco em dueto com uma parceira já está sendo vendido na Alemanha.
Leo Ritzmann, que também tem nacionalidade suíça, venceu o show de talentos, que recrutou cantores para formar um dueto entre milhares de candidatos.
Leo e sua parceira alemã Vanessa foram escolhidos pelo público como o dueto vencedor na madrugada de quinta-feira. A final do programa, transmitida ao vivo, foi vista por 2,5 milhões de telespectadores.
O brasileiro, que fala alemão quase sem sotaque, vive na cidade de Hinwil, na Suíça, e trabalha como comerciante. Ele já tinha ficado em sexto lugar no programa suíço Music Star.
O dueto foi escolhido pelos telespectadores, que votaram por telefone. Nos momentos finais do show, Leo apelou em português frente às câmeras: "Todos os brasileiros que estão me ouvindo, liguem para cá!"
Ele chorou quando foi declarado vencedor. No programa final, ele e sua parceira cantaram músicas como Cry for you e Umbrella, que apresentaram junto com a cantora americana Rihanna.
Seu prêmio é a comercialização de um CD do dueto, que foi gravado antes do show pelos duetos que disputaram a final. O disco já está sendo vendido na Alemanha a partir desta sexta-feira.
"Já faz tempo que eu quero fazer carreira como cantor", disse Leo, que tem três ídolos musicais: Michael Jackson, Boyz II Men e o cantor Usher. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Folha - Catraca Livre apresenta sugestão para esta sexta
da Folha Online
João Donato recebe hoje o trombonista Raul Souza em um show no Centro Cultural Paulo.
"João Donato"
Onde: Centro Cultural Paulo - r. Vergueiro, 1.000, Paraíso, região sul, São Paulo, tel.: 3397-4002
Quando: Sex. às 21h30
Quanto: grátis
No Teatro do Sesi, o californiano Roy Rogers mostra suas inovações da guitarra slide moderna.
"Roy Rogers"
Onde: Teatro do Sesi Endereço - av. Paulista, 1313, região central, São Paulo,
tel.: 3146-7405
Quando: Sex. às 20h
Quanto: R$ 10,00
Orquestra Brasileira, Quinteto em Branco e Preto e mais no Auditório do Ibirapuera
Com regência de José Roberto Branco, Nailor Proveta e Vanderlei Banci e participações especiais do Quinteto em Branco e Preto e Grêmio Recreativo Escola de Samba Tom Maior, a Orquestra Brasileira da Escola do Auditório Ibirapuera faz uma apresentação nesta sexta-feira, 11, a partir das 21h. A entrada é Catraca Livre.
A Orquestra é formada por 90 instrumentistas e 30 cantores, todos jovens alunos da Escola do Auditório Ibirapuera (entre 13 e 21 anos).
Quando: Sex 11/12 às 21:00
Quanto: Catraca Livre
Onde: Auditório do Ibirapuera
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n. Ibrirapuera - Zona Sul.
Tel. (11) 5574-5505 / 5574-5177
Johnny Alf recebe homenagem e comemora seus 80 anos
Para comemorar os 80 anos do músico Alfredo José da Silva, o Johnny Alf, a Caixa Cultural traz o espetáculo “Geialf” para São Paulo. O show, intitulado com o apelido que o maestro Tom Jobim dera ao músico, acontece nos dias 11, 12 e 13 de dezembro, com entrada Catraca Livre, no palco da Caixa Cultural São Paulo, a partir das 19h.
Quando: Sex 11 a Dom 13/12 às 19:00
Quanto: Catraca Livre
Onde: Caixa Cultural - Sé
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro.
Telefone: (11) 3321-4400
João Donato recebe hoje o trombonista Raul Souza em um show no Centro Cultural Paulo.
"João Donato"
Onde: Centro Cultural Paulo - r. Vergueiro, 1.000, Paraíso, região sul, São Paulo, tel.: 3397-4002
Quando: Sex. às 21h30
Quanto: grátis
No Teatro do Sesi, o californiano Roy Rogers mostra suas inovações da guitarra slide moderna.
"Roy Rogers"
Onde: Teatro do Sesi Endereço - av. Paulista, 1313, região central, São Paulo,
tel.: 3146-7405
Quando: Sex. às 20h
Quanto: R$ 10,00
Orquestra Brasileira, Quinteto em Branco e Preto e mais no Auditório do Ibirapuera
Com regência de José Roberto Branco, Nailor Proveta e Vanderlei Banci e participações especiais do Quinteto em Branco e Preto e Grêmio Recreativo Escola de Samba Tom Maior, a Orquestra Brasileira da Escola do Auditório Ibirapuera faz uma apresentação nesta sexta-feira, 11, a partir das 21h. A entrada é Catraca Livre.
A Orquestra é formada por 90 instrumentistas e 30 cantores, todos jovens alunos da Escola do Auditório Ibirapuera (entre 13 e 21 anos).
Quando: Sex 11/12 às 21:00
Quanto: Catraca Livre
Onde: Auditório do Ibirapuera
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n. Ibrirapuera - Zona Sul.
Tel. (11) 5574-5505 / 5574-5177
Johnny Alf recebe homenagem e comemora seus 80 anos
Para comemorar os 80 anos do músico Alfredo José da Silva, o Johnny Alf, a Caixa Cultural traz o espetáculo “Geialf” para São Paulo. O show, intitulado com o apelido que o maestro Tom Jobim dera ao músico, acontece nos dias 11, 12 e 13 de dezembro, com entrada Catraca Livre, no palco da Caixa Cultural São Paulo, a partir das 19h.
Quando: Sex 11 a Dom 13/12 às 19:00
Quanto: Catraca Livre
Onde: Caixa Cultural - Sé
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro.
Telefone: (11) 3321-4400
Folha - Daniela Mercury quer reeditar Semana de 22 em novo disco
da Folha de S.Paulo
Assim que o gravador que registraria as perguntas e respostas para esta reportagem foi ligado, outro, muito mais moderno, foi logo posto ao lado dele. A dona era a própria entrevistada, a cantora Daniela Mercury. Antes de dar o "play", avisou: "Gravo minhas entrevistas todas. Adoro guardar e ficar com o sentido do que eu quero".
Neste momento, o sentido do que ela quer está guardado em "Canibália", décimo álbum de estúdio. A clara referência à Tropicália de Caetano Veloso e Gilberto Gil é assumida pela artista, mas, segundo afirma a autora, não está sozinha. "Minha ideia é reiterar e ampliar também o conceito da Semana de Arte Moderna", diz.
"Afirmar que é preciso quebrar barreiras. Que é permitido a todos fazer qualquer tipo de fusão e não é necessário seguir tradições nem olhar para o outro com idolatria. Estou acrescentando meu olhar a isso tudo."
A ideia soa ambiciosa. Na mesma medida das que a cantora tem levado aos carnavais de Salvador. Enquanto suas colegas de avenida mantêm a fórmula segura do trio de axé, Daniela arrisca misturas ousadas, como um trio eletrônico, com DJ, e outro de música clássica, com pianista tocando Beethoven, de fraque, em meio à folia.
Se deu certo? "O presidente de uma companhia [de discos] me disse uma frase: "Dan, você erra, mas erra para o futuro. Então não tem problema'", diz.
"Meu universo de interesses é muito maior do que simplesmente celebrar a alegria." Em 2010, o samba-reggae faz 25 anos. Daniela Mercury, responsável por difundir o gênero em larga escala pelo país, gosta de compará-lo ao blues.
"Dentro do nosso contexto de povo mais festivo, a "África" daqui encontrou outras formas de fazer seu lamento", diz. "O único canal que o cara tem para dizer "olhe pra mim, eu sou arretado" é a música. Só na música e na cozinha nego é rei." Ivete Sangalo, Claudia Leitte.
Daniela já cansou de ouvir perguntas sobre o que pensa de suas duas, digamos, "sucessoras" no reinado do axé. Sempre escapa pela tangente. "Eu não gerei ninguém. Só fiz abrir a picada", diz. "Mas abriram para mim, também. Caetano, Gal. A gente vai ampliando esse portão. Aconteceu só de eu ser a catalisadora daquela música. São sincronicidades."
Contraditoriamente, é na mesma cidade em que aconteceram a Semana de 22 e a Tropicália --movimentações artísticas a que o novo trabalho de Daniela se refere- que a cantora diz ser pior interpretada. "Até hoje sinto os jornalistas de São Paulo um pouco desconfiados de mim", afirma. "As pessoas daqui olham para a gente [da Bahia] como se fôssemos estrangeiros.
Ainda há muita incompreensão do que são as distintas culturas. Vocês não podem ter afeto por algumas coisas, não podem entender por que uma pessoa dança daquele jeito em Salvador." Na última segunda-feira Daniela recebeu, das mãos da vereadora Mara Gabrilli, o título de cidadã paulistana.
Assim que o gravador que registraria as perguntas e respostas para esta reportagem foi ligado, outro, muito mais moderno, foi logo posto ao lado dele. A dona era a própria entrevistada, a cantora Daniela Mercury. Antes de dar o "play", avisou: "Gravo minhas entrevistas todas. Adoro guardar e ficar com o sentido do que eu quero".
Neste momento, o sentido do que ela quer está guardado em "Canibália", décimo álbum de estúdio. A clara referência à Tropicália de Caetano Veloso e Gilberto Gil é assumida pela artista, mas, segundo afirma a autora, não está sozinha. "Minha ideia é reiterar e ampliar também o conceito da Semana de Arte Moderna", diz.
"Afirmar que é preciso quebrar barreiras. Que é permitido a todos fazer qualquer tipo de fusão e não é necessário seguir tradições nem olhar para o outro com idolatria. Estou acrescentando meu olhar a isso tudo."
A ideia soa ambiciosa. Na mesma medida das que a cantora tem levado aos carnavais de Salvador. Enquanto suas colegas de avenida mantêm a fórmula segura do trio de axé, Daniela arrisca misturas ousadas, como um trio eletrônico, com DJ, e outro de música clássica, com pianista tocando Beethoven, de fraque, em meio à folia.
Se deu certo? "O presidente de uma companhia [de discos] me disse uma frase: "Dan, você erra, mas erra para o futuro. Então não tem problema'", diz.
"Meu universo de interesses é muito maior do que simplesmente celebrar a alegria." Em 2010, o samba-reggae faz 25 anos. Daniela Mercury, responsável por difundir o gênero em larga escala pelo país, gosta de compará-lo ao blues.
"Dentro do nosso contexto de povo mais festivo, a "África" daqui encontrou outras formas de fazer seu lamento", diz. "O único canal que o cara tem para dizer "olhe pra mim, eu sou arretado" é a música. Só na música e na cozinha nego é rei." Ivete Sangalo, Claudia Leitte.
Daniela já cansou de ouvir perguntas sobre o que pensa de suas duas, digamos, "sucessoras" no reinado do axé. Sempre escapa pela tangente. "Eu não gerei ninguém. Só fiz abrir a picada", diz. "Mas abriram para mim, também. Caetano, Gal. A gente vai ampliando esse portão. Aconteceu só de eu ser a catalisadora daquela música. São sincronicidades."
Contraditoriamente, é na mesma cidade em que aconteceram a Semana de 22 e a Tropicália --movimentações artísticas a que o novo trabalho de Daniela se refere- que a cantora diz ser pior interpretada. "Até hoje sinto os jornalistas de São Paulo um pouco desconfiados de mim", afirma. "As pessoas daqui olham para a gente [da Bahia] como se fôssemos estrangeiros.
Ainda há muita incompreensão do que são as distintas culturas. Vocês não podem ter afeto por algumas coisas, não podem entender por que uma pessoa dança daquele jeito em Salvador." Na última segunda-feira Daniela recebeu, das mãos da vereadora Mara Gabrilli, o título de cidadã paulistana.
Assinar:
Postagens (Atom)