quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 30/09/2010

Estado de São Paulo

"Paul McCartney fará três shows no Brasil em novembro".

Folha de São Paulo

"Cantora Wanessa alonga cabelos e adere a movimento pelo casamento gay".

Estadão - Paul McCartney fará três shows no Brasil em novembro

AE - Agência Estado


A produtora DC Set Promoções, de Dody Sirena (que também é empresário do cantor Roberto Carlos), confirmou ontem três shows do cantor e compositor Paul McCartney no Brasil, além de dois concertos na Argentina. Paul toca com sua banda no dia 7 de novembro, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Em seguida, vai à Argentina - ele canta no Estádio do River Plate nos dias 10 e 11 de novembro, em Buenos Aires. Depois, retorna ao Brasil para shows nos dias 21 e 22, em São Paulo, no Estádio do Morumbi.
A DC Set informou que os detalhes estão sendo definidos nesta semana - vendas de ingressos, logística, agenda do cantor -, mas a turnê começa mesmo pelo Sul do País. Muitas especulações sobre a vinda do cantor têm surgido nos últimos meses, mas é a primeira vez que uma produtora assume oficialmente que fechou contrato com o artista. Também é aguardada uma apresentação de Paul em Santiago, no Chile.
McCartney, de 68 anos, quatro anos mais velho do que o antevisto na letra de "When I?m Sixty-Four", do disco Sgt. Pepper''s Lonely Hearts Club Band, veio duas vezes ao Brasil anteriormente, em 1990 e 1993. Foi o único beatle a se apresentar no País - George Harrison esteve no Brasil para acompanhar corridas de automóveis uma vez.
O atual show com que McCartney excursiona tem um quê de retrospectiva da carreira. Antes de ele subir ao palco, os dois telões mostram um pot-pourri de imagens do artista durante sua carreira de cinco décadas, com a trilha sonora de várias épocas. O concerto dura em média três horas, e começa com um hit da banda que Paul teve após os Beatles, The Wings: "Venus and Mars/Rock Show", seguido por "Jet", de sua Band on the Run, de 1974. Então, com "All My Loving", ele abre um set de canções da maior banda de rock de todos os tempos, The Beatles, como "Drive My Car" (do álbum Rubber Soul, sexto disco do grupo, de 1965). Uma viagem no tempo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Provável Set List - Músicas do show no Air Canada Centre Toronto, em 8 de agosto:

Venus and Mars/Rockshow;

Jet;

All My Loving;

Letting Go;

Drive My Car;

Highway;

Let Me Roll It/Foxy Lady;

The Long and Winding Road;

Nineteen Hundred and Eighty Five;

Let ''Em In;

My Love;

I?ve Just Seen A Face;

And I Love Her;

Blackbird;

Here Today;

Dance Tonight;

Mrs Vandebilt;

Eleanor Rigby;

Something;

Sing The Changes;

Band On The Run;

Ob-La-Di, Ob-La-Da;

Back In The U.S.S.R.;

I?ve Got A Feeling;

Paperback Writer;

A Day In The Life/Give Peace A Chance;

Let It Be;

Live and Let Die;

Hey Jude;

Day Tripper;

Lady Madonna;

Get Back;

Yesterday;

Mull of Kintyre;

Helter Skelter;

Sgt. Pepper?s Lonely Hearts Club Band.




Folha - Cantora Wanessa alonga cabelos e adere a movimento pelo casamento gay

DE SÃO PAULO


A cantora Wanessa (ex-Camargo), que acaba de alongar os cabelos, vai usar uma regata com a frase "Todo Mundo É Igual" no show que fará no sábado na boate gay Flexx, em São Paulo.
A filha de Zezé Di Camargo decidiu apoiar publicamente a união civil de homossexuais.
"Acredito que em breve a lei sobre união civil entre iguais seja aprovada em nosso país. Será um exemplo de cidadania. O amor não tem raça, cor ou sexo, o amor simplesmente te arrebata", diz.
Wanessa também negocia com a The Week, outra casa noturna gay de São Paulo, uma temporada de shows.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (30). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 29/09/2010

Folha de São Paulo

"Veja a programação completa do festival SWU".

"André Barcinski: Neil Young lança disco minimalista e anticomercial".

Jornal da Tarde

"D2 dá um passo enorme em direção ao samba".

Folha - Veja a programação completa do festival SWU

DE SÃO PAULO

O festival SWU, que acontece em Itu, no interior de São Paulo nos dias 9, 10 e 11 de outubro tem entre suas atrações principais as bandas Rage Against the Machine, Dave Mathews Band, Pixies, Incubus, Linkin Park e Kings of Leon.

Confira abaixo o line-up completo do festival.

09/10

Palco ar

16h18 às 16h48 - Black Drawing Chalks
17h39 às 18h39 - Infectious Grooves
19h50 às 20h50 - Los Hermanos
22h06 às 23h51 - Rage Against the Machine

Palco água

15h45 às 16h15 - Brothers of Brazil
16h51 às 17h36 - Macaco Bong
18h42 às 19h42 - Mutantes
20h58 às 21h58 - The Mars Volta

Heineken Greenpeace

15h às 16h - Glocal
16h às 17h - Killer On The Dancefloor
17h às 18h - The Twelves
18h às 19h15 - Dave "Switch" Taylor
19h15 às 20h45 - MSTRKFRT
20h45 às 22h - Crystal Method
0h à 1h - DJ Marky
1h15 às 2h15 - Steve Angello

Oi Novo Som

14h40 às 15h10 - Letuce + quinhO
15h30 às 16h - Superguidis
16h20 às 16h50 - Curumin & The Aipins
17h20 às 18h - Mallu Magalhães
18h20 às 18h50 Cidadão Instigado
19h20 às 20h20 - The Apples in Stereo
20h40 às 21h10 - Sobrado 112
21h30 às 21h50 - Batalha de Bandas

10/11

Palco ar

14h51 às 15h36 - O Teatro Mágico
16h42 às 17h42 - Capital Inicial
18h48 às 19h48 - Regina Spektor
21h04 às 22h49 - Dave Matthews Band

Palco água

14h03 às 14h48 - Ilo Ferreira
15h39 às 16h39 - Jota Quest
17h45 às 18h45 - Sublime With Rome
19h56 às 20h56 - Joss Stone
22h57 à 0h42 - Kings of Leon

Heineken Greenpeace

16h30 às 17h45 - Mario Fischetti
17h45 às 19h - Nick Warren
19h às 20h15 - Life is a Loop
20h15 às 21h30 - Sander Kleinenberg
21h30 às 22h45 - Roger Sanchez
22h45 às 0h15 - Sharam
0h15 às 1h45 - Markus Schulz

Oi Novo Som

14h40 às 15h20 - Volver
15h50 às 16h30 - Lucas Santtana
17h às 17h40 - Tulipa Ruiz
18h10 às 18h50 - Rubinho e Força Bruta
19h20 às 20h20 - Bomba Estéreo
20h50 às 21h50 - Otto
22h20 às 23h - Luísa Maita
23h20 às 23h40 - Batalha de Bandas

11/11

Palco ar

14h33 às 15h03 - Alain Johannes
15h39 às 16h09 - Crashdiet
17h às 17h45 - Yo La Tengo
18h51 às 19h51 - Avenged Sevenfold
20h57 às 22h27 - Queens of the Stone Age
23h58 à 1h58 - Linkin Park

Palco água

15h06 às 15h36 - Gloria
16h12 às 16h57 - Rahzel
17h48 às 18h48 - Cavalera Conspiracy
19h54 às 20h54 - Incubus
22h35 às 23h50 - Pixies
02h06 às 04h06 - Tiësto

Heineken Greenpeace

15h30 às 16h45 - Anderson Noise
16h45 às 18h - Anthony Rother
18h às 19h15 - Aeroplane
19h15 às 20h30 - Mixhell
20h30 às 21h45 - Gui Boratto
21h45 às 23h15 - Erol Alkan

Oi Novo Som

14h40 às 15h20 - Tono
15h50 às 16h30 - Mombojó
17h às 17h40 - Autoramas
18h10 às 18h50 - BNegão & Seletores de Frequência
19h20 às 20h20 - Josh Rouse
20h50 às 21h50 - CSS (Cansei de Ser Sexy)
22h20 às 23h - Fino Coletivo
23h20 às 23h40 - Batalha de Bandas

Folha - André Barcinski: Neil Young lança disco minimalista e anticomercial

DE SÃO PAULO

Nesta semana, saiu nos Estados Unidos "Le Noise", o mais recente disco de Neil Young. Contando os LPs da carreira solo e os gravados com Buffalo Springfield e Crosby, Stills, Nash & Young, ele já lançou perto de 60 discos (íntegra disponível para assinantes do jornal e da UOL).
Para André Barcinski, crítico da Folha, "Le Noise" é um álbum radical e anticomercial. "Como tudo na carreira do Neil Young, é um disco imprevisível e muito estranho, talvez um dos mais estranhos que ele já tenha lançado", diz.
Gravado em um estúdio caseiro em Los Angeles, o resultado final é uma produção diferente que tem tudo para agradar aos fãs do cantor, comenta Barcinski.

JT - D2 dá um passo enorme em direção ao samba

Jornal da Tarde


No quintal da sua casa, no Rio de Janeiro, ele brincava com os versos malandros de Bezerra da Silva. Na adolescência, colocava tal malandragem em prática, perambulando pela noite carioca. Hoje, aos 42 anos, ele a canta à vontade, como se estivesse em casa. Como se o samba fosse a sua praia. E não é que é? Ou não? A verdade é que nem ele sabe ao certo.
Marcelo D2, o rapper ou o sambista, se encontra numa linha tênue entre as duas vertentes da música. Desde que entrou de cabeça em sua carreira solo, após o fim do Planet Hemp, em 2001, o músico foi se afastando mais e mais do verso falado. E se dirigia a passos largos em direção ao samba. Por isso tornou-se ainda mais famoso e colecionou elogios. Agora, verso só cantado.
Quando Bezerra, o mentor e centro de toda dessa mudança morreu, em 2005, D2 já estava em busca da batida perfeita. A mistura de rap com samba havia começado oficialmente dois anos antes, com o disco ‘À Procura da Batida Perfeita’. A influencia do mestre estava lá. No ano seguinte, o ‘Acústico MTV’ foi lançado. Quando recebeu a notícia de que Bezerra da Silva havia morrido, na manhã de 17 de janeiro, pegou o primeiro voo da ponte aérea São Paulo-Rio de Janeiro. Ao chegar ao Teatro João Caetano, no centro do Rio, encontrou Zeca Pagodinho, sentado, com cerveja na mão. “Em enterro de sambista, se comemora”, disse o colega. Aquele que já não era mais tão rapper assim concordou e comemorou.
Ali, entre uma história e outra sobre o “repórter do morro”, como Bezerra era chamado, veio a ideia de fazer uma homenagem a ele. “Fiquei com isso martelando na minha cabeça. Sabe qual é?”. Só neste ano, o ritmo acelerado do produtor Leandro Sapucahy animou Marcelo D2. Em maio, eles começaram a se debruçar nos vinis de Bezerra que o rapper/sambista tinha em casa. “Primeiro, selecionamos umas 50 músicas. Depois, reduzimos até chegar às 14 que colocamos no disco”, explica ele.
O CD ‘Marcelo D2 Canta Bezerra da Silva’ compila as grandes músicas do sambista. ‘Se Não Fosse o Samba’, ‘Quem Usa Antena é Televisão’ e ‘Minha Sogra Parece Sapatão’ estão entre as escolhidas. O time que o acompanha também é de primeira: Jota Moraes nos arranjos, Carlinhos Sete Cordas, Jerominho Fernandes e Marcos Arcanjo nos violões, além de Miudinho e Leandro Sapucahy em ação nos pandeiros.
As canções ‘Malandro Rife’ e ‘Malandragem Dá Um Tempo’ parecem ter sido feitas para a voz de D2. E é voz, mesmo. O disco é inteiramente cantado pelo rapper. Versos “Malandro é malandro mesmo / E o otário é otário mesmo” e “Vou apertar, mas não vou acender agora” saem tão naturais que até parecem ter sido compostos pelo próprio D2.
Para ele, cantar Bezerra é natural. Sua voz não é de cantor, é claro, nem tem porte para isso. Mas o samba soa familiar. “Achei que seria mais difícil cantar. Mas acabou sendo fácil”, diz. “Acho que é porque a obra dele sempre esteve impregnada em mim”. D2 se lembra que, desde o começo da carreira, compunha seus versos tentando imitar a forma como Bezerra fazia samba: de um jeito despojado, falando das belezas e tristezas do morro.
Mas a conexão com o mestre foi ainda mais forte. Em 1993, num vendaval de mudanças, quando o Planet Hemp ainda engatinhava, Marcelo D2 perdeu o pai, e conheceu Bezerra da Silva. Logo se tornaram grandes amigos. E parceiros até o fim. “Tenho a lhe dizer que amo a música e sou muito grato por tudo o que ela tem feito por mim. E isso se estende a você, Bezerra/Um ídolo e grande amigo que foi influência e inspiração”, versa D2, na última faixa do disco, ‘Caro Amigo Bezerra’. Como se ainda precisasse.

LANÇAMENTO
Marcelo D2
‘Marcelo D2 Canta Bezerra da Silva’
EMI Music
Preço: R$ 20

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 28/09/2010

Estado de São Paulo

"Álbum resgata músicas de Gilberto Gil dos anos 60".

Folha de São Paulo

"Conheça outros músicos que seguem a vertente da "fossa nova"".

"Katy Perry participará de episódio de "Os Simpsons"".

Jornal da Tarde

"Outubro, o mês dos hermanos".

Jornal do Brasil

"Joe Jonas lançará carreira solo em 2011".

"Fãs de Legião Urbana escolhem repertório de novo CD".

"Corintianos curtem show "especial" de Roberto Carlos"

"Famosos e anônimos se emocionam com filme sobre Nana Caymmi".

Estadão - Álbum resgata músicas de Gilberto Gil dos anos 60

AE - Agência Estado

O ano é 1962. Estamos em Salvador, na Bahia. Se nesse período era difícil fazer qualquer gravação no Rio de Janeiro ou em São Paulo, imagine no Nordeste. Pois foi lá, no estúdio de Jorge Santos, que um tal de Beto gravou sua primeira música. Num dia, um dos músicos do grupo Os Irapuãs faltou e alguém sugeriu convidar Beto para gravar. A turma foi buscar o rapaz de 20 anos na casa dele.
Muito tímido, Beto chegou ao estúdio e ficou dedilhando algumas canções próprias no violão. O pessoal gostou e o convidou para entrar no grupo, sem jamais imaginar que Beto, um dia, seria conhecido e admirado em todo o mundo pelo nome de Gilberto Gil.
Num resgate histórico, chega às lojas o álbum duplo "Retirante", com 32 músicas da fase inicial de Gil. São gravações de 1962 a 1966 e o que se escuta é uma joia rara, com Gil com uma voz jovem, um pouco imatura, mas que já refletia o seu talento. Boa parte das gravações é feita em voz e violão e traz composições como "Roda", "Me Diga", "Moço", "Ensaio Geral", "Zabelê", "Retirante" e "Cantiga". A qualidade não é das melhores. O som é abafado e, em diversos trechos, os graves estão mal equalizados. Como são canções originais, dá para ouvir os bastidores, como, por exemplo, quando ele diz: "Essa canção se chama Beira-Mar. De Gilberto Gil e Caetano Veloso". Gil acompanhou de perto esse resgate, feito pelo pesquisador musical Marcelo Fróes. As informações são do Jornal da Tarde.

Folha - Conheça outros músicos que seguem a vertente da "fossa nova"

EDITORA DO GUIA FOLHA

Assim como a cantora estreante Bárbara Eugênia, outros artistas da novíssima música brasileira andam inspirados pela melancolia, como no pop experimental feito por Marcelo Camelo no disco "Nós", na bossa de Nina Becker, no folk de Tiê e na psicodelia do Cidadão Instigado.
Bárbara Eugênia canta dores de amor em álbum de "fossa nova"

A Folha selecionou outros artistas que seguem a mesma linha:

Nina Becker - "Vermelho" / "Azul" (2010)
A calma marca a estreia da cantora, que interpreta músicas de Moreno Veloso e Domenico Lancellotti, entre outros.

Guizado - "Calavera" (2010)
A começar pelo título, "caveira", ao clima de experimentação, tudo colabora para que o disco caia bem em uma tarde fria.

Mombojó - "Amigo do Tempo" (2010)
"Mesmo quando fico triste tento sorrir", diz o vocalista Felipe S. em faixa do CD marcado pela desilusão.

Thiago Pethit - "Berlim, Texas" (2010)
Em pegada folk com influências de Tom Waits, Pethit fala sobre as coisas simples da vida, sem firulas.

Cidadão Instigado - "Uhuu!" (2009)
As guitarras psicodélicas de Fernando Catatau criam climas de pura fossa.

Tiê - "Sweet Jardim" (2009)
A cantora economiza na instrumentação e destila uma vaga tristeza em letras como "5 Andar"

Rômulo Fróes - "No Chão Sem o Chão" (2009)
No álbum duplo, o compositor retoma a parceria com os artistas Clima e Nuno Ramos em letras herméticas marcadas pelo rock

Marcelo Camelo - "Nós" (2008)
A melancolia ronda o compositor desde os tempos de Los Hermanos e ganha contornos experimentais na parceria com o grupo instrumental Hurtmold.

Folha - Katy Perry participará de episódio de "Os Simpsons"

DE SÃO PAULO

Após ter sido cortada do programa "Vila Sésamo" por causa do seu decote, Katy Perry participará da série "Os Simpsons". A cantora aparecerá no episódio "The 39 Days of Christmas", que irá ao ar dia 5 de dezembro nos Estados Unidos.
Rejeitada por "Vila Sésamo", Katy Perry usa blusa decotada de personagem
Participação de Katy Perry em "Vila Sésamo" é cortada por causa de decote
No seriado, ela aparecerá como namorada de Moe, o dono do bar frequentado por Homer. De acordo com o site E! News, Perry não ganhará uma versão animada. Ela aparecerá em carne e osso, e cantará com fantoches dos personagens.
"Após a traição do Elmo, os personagens do Simpsons oferecerão seu ombro amigo a Katy Perry", disse o produtor-executivo da série Al Jean.
Ainda de acordo com o site, o episódio já estava gravado desde o início do ano, antes da polêmica com a "Vila Sésamo".

JT - Outubro, o mês dos hermanos

Jornal da Tarde

A relação entre o ser humano e o tempo é curiosa. São 565 dias desde a última apresentação ao vivo. Foi em São Paulo, em 22 de outubro, no festival Just a Fest, no qual o Los Hermanos tocou com Radiohead e Kraftwerk. Para os músicos, talvez não seja tanto tempo. Já para os fãs…
No mês que vem, o mostrador da máquina do tempo voltará para algum dia antes daquele 24 de abril de 2007, quando uma nota no site oficial do grupo dava uma triste notícia: o quarteto entrava em recesso, por tempo indeterminado. Pelo menos neste outubro, será como se eles nunca tivessem dado um tempo. São cinco shows agendados, em Itu, no interior de São Paulo, e no Nordeste.
A mini-turnê começa no SWU, no primeiro dia do festival de música que acontece entre os dias 9 e 11. Depois, a banda rumará para Recife, onde faz show no dia 15, Fortaleza (16) e Salvador (17 e 18).
A princípio, essas apresentações não seriam abertas ao público. Os quatro hermanos haviam encontrado datas em suas agendas, mas esses shows fechados foram cancelados. “Estávamos animados para tocar. Daí, conversamos e pensamos: ‘Por que não?’”, conta Rodrigo Barba, baterista da banda.
Como as datas já estavam marcadas na agenda, acertar as apresentações abertas foi fácil. “Resolvemos encarar essa”, diz Barba. A notícia dos shows no Nordeste causou tanto furor entre os fãs que a apresentação em Salvador, na Concha Acústica (com 5,5 mil lugares), por exemplo, teve seus ingressos esgotados em duas horas. Como forma de agradecimento, a banda marcou mais um show, na noite seguinte – e já não há mais bilhetes. A alta procura pegou os quatro amigos desprevenidos. Conhecido por ser o pessimista do grupo, Barba não imaginava que, depois de mais de três anos de recesso, os fãs ainda enfrentariam filas para vê-los. “Acompanhei pela internet toda a repercussão que teve. Fiquei até assustado”, diz.
Mas os fãs de Los Hermanos são assim mesmo. Entre as bandas brasileiras, talvez eles sejam os mais radicais. Até por isso, uma volta aos palcos, mesmo que temporária como esta, significa pressão sobre o desempenho do quarteto. Em outubro do ano passado, quando tocou antes do Radiohead, a banda pareceu estar fora de sincronia. Fruto dos três anos de separação, longe do repertório que formou os quatro discos de estúdio do grupo ‘Los Hermanos’ (1999), ‘Bloco do Eu Sozinho’ (2001), ‘Ventura ‘(2003) e ’4 ‘(2005).
Para evitar que isso se repita, eles ensaiarão durante as duas primeiras semanas de outubro para as cinco apresentações. O set-list, porém, ainda é segredo. Barba garante que a lista de músicas a ser tocadas ainda não foi decidida. “Para o festival, teremos só uma hora de apresentação. É difícil escolher o repertório, né?”, diz. Será durante os quatro shows no Nordeste que a banda terá oportunidade de explorar mais o repertório, com duas horas sobre o palco. Os quatro hermanos discutem o assunto com frequência, via e-mail. “Estou fazendo um lobby por ‘Paquetá’ (do disco ’4′)”, explica Barba, relembrando a música com percussão latina.
Durante a entrevista, Rodrigo Barba deu alguns indícios de estar ansioso pela volta oficial do quarteto. Quando perguntado se a banda soaria diferente depois de três anos em projetos paralelos, ele garante que não, pelo menos nestes cinco shows. “Eu espero que tenhamos uma sonoridade diferente, mas não agora. Até porque só vamos tocar coisas antigas. E o passado está impregnado. Essas diferenças só serão sentidas quando formos criar arranjos juntos, de novo”. Isso quer dizer que eles voltarão logo? “É uma fantasia minha. Mas precisamos esperar cada um terminar essas empreitadas. Tá todo mundo fazendo um monte de coisa. Quem sabe em um ano?” Pois é. Para eles, o tempo parece passar rápido.

JB - Joe Jonas lançará carreira solo em 2011

Portal Terra

NOVA YORK - Joe Jonas, integrante do grupo Jonas Brothers, deve sair em carreira solo em 2011. De acordo com o site E! Online, um representante da gravadora Hollywood Records confirmou que há planos para o lançamento de um disco no ano que vem.
A publicação afirma que Joe tem trabalhado com vários produtores e compositores para reunir as canções de seu álbum. A fonte do site ainda disse que as faixas do cantor devem ter um "clima mais sexy" com o estilo de Justin Timberlake.
Ainda com o Jonas Brothers, Joe virá ao Brasil para shows em São Paulo (6/11), Rio de Janeiro (7/11) e Porto Alegre (10/11).

JB - Fãs de Legião Urbana escolhem repertório de novo CD

Portal Terra

SÃO PAULO - Os fãs da banda Legião Urbana poderão, até quinta-feira, "montar" o próximo álbum da banda. Uma votação no site oficial do grupo permite que os internautas escolham quais canções e em qual ordem elas estejam no registro, que tem previsão de lançamento para novembro.
Além de sugerir o repertório, os fãs participantes também concorrem a discos autografados dos ex-integrantes Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá autografaddos.
O site oficial da Legião Urbana (www.legiaourbana.com.br) oferece muito conteúdo e interação para os fãs da extinta banda. Em abril de 2009, o guitarrista Dado Villa-Lobos falou ao Terra sobre essa "lacuna" online para os seguidores da Legião. "A gente não tinha essa noção corporativa de jeito nenhum. De certa forma pagamos por isso. Por chegar tão tarde sem um site. A verdade é que depois da partida do Renato não fazia mais tanto sentido", explicou.

JB - Corintianos curtem show "especial" de Roberto Carlos

Portal Terra

SÃO PAULO - A noite desta segunda-feira reuniu nomes importantes do futebol e da música em São Paulo. Em mais uma comemoração do centenário do Corinthians, o cantor Roberto Carlos fez uma apresentação especial com a presença de jogadores, dirigentes e figuras de destaque do clube paulista.
Estiveram no auditório Elis Regina, no Anhembi, membros do elenco alvinegro, como os atacantes Ronaldo e Dentinho, acompanhados por suas famílias. O show do "Rei" foi exclusivo para convidados.
Ídolos do passado também compareceram ao evento, como o ex-goleiro Ronaldo, o ex-meio-campista Biro-Biro e o ex-atacante Basílio.
Além deles, o técnico da Seleção Brasileira e ex-comandante do Corinthians, Mano Menezes, também marcou presença, além do presidente do clube alvinegro, Andrés Sanchez.
O Corinthians comemorou 100 anos de fundação no último dia 1º de setembro. Na ocasião, o clube celebrou a data com um show no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, na qual reuniu mais de 100 mil torcedores.

JB - Famosos e anônimos se emocionam com filme sobre Nana Caymmi

Portal Terra

RIO - Mais um pouco e o diretor Georges Gachot será eleito o cineasta oficial das grandes divas da música brasileira. Autor do documentário Música É Perfume, sobre Maria Bethânia, ele lançou na noite desta segunda-feira sua nova inserção no universo de uma cantora brasileira. Desta vez, a protagonista da história se chama Nana Caymmi, foco central de Rio Sonata, filme que conseguiu arrancar algumas tímidas, mas nem por isso menos emocionadas lágrimas dos olhos do público.
Público este que incluiu, além da bastante participativa plateia do Festival do Rio, famosos como Gilberto Gil, de quem Nana já foi mulher, a autora Glória Perez e o irmão de Nana, o cantor Danilo Caymmi. Gil e Danilo, aliás, subiram ao palco na hora da apresentação do filme.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 27/09/2010

Folha de São Paulo

"Di Ferrero, do NXZero, tem ciúme de Mariana Rios por causa da novela 'Araguaia'".

Jornal do Brasil

"Rihanna pede toalhas, velas e móveis pretos em camarim".

Folha - Di Ferrero, do NXZero, tem ciúme de Mariana Rios por causa da novela 'Araguaia'

DE SÃO PAULO


Começa hoje o "sofrimento" de Di Ferrero, vocalista do NXZero. Namorado de Mariana Rios há um ano e um mês, o roqueiro está preocupado com a repercussão do papel sensual dela em "Araguaia", que estreia hoje na Globo. Na novela, a atriz vai usar peças bem curtas e atacar homens ricos em busca de um golpe do baú. "Não tem como evitar o ciúme", disse Ferrero à coluna.

JB - Rihanna pede toalhas, velas e móveis pretos em camarim

Portal Terra


NOVA YORK - Artistas sempre ganham fama por pedidos exóticos em suas exigências de camarim. Para não fugir da regra, a cantora Rihanna surpreendeu seus produtores durante a gravação do clipe para a música What's My Name. De acordo com o site do tabloide The Sun, ela pediu que seu camarim fosse inteiro preto, incluindo móveis, toalhas, velas e roupões.
Uma fonte teria afirmado ao jornal que Rihanna foi muito específica em seu pedido e não deu outra opção para a equipe de produção. As gravações aconteceram durante o final de semana em Nova York, nos Estados Unidos

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 24/09/2010

Folha de São Paulo

"Morre aos 82 anos o cantor americano Eddie Fisher".

"Fiuk e Fábio Jr. terão especial de fim de ano na Globo".

Jornal do Brasil

"Dívidas deixadas por Michael Jackson começam a ser quitadas".

Folha - Morre aos 82 anos o cantor americano Eddie Fisher

DA EFE


O cantor americano Eddie Fisher, um dos precursores do rock nos anos 50 e famoso por seus casamentos com grandes estrelas do cinema como Elizabeth Taylor, Connie Stevens e Debbie Reynolds, morreu aos 82 anos em Berkeley, no estado americano da Califórnia, onde morava.
Fisher morreu na quarta-feira, segundo vários veículos de imprensa americanos, que citam como fonte sua filha Tricia Leigh Fisher, que confirmou que o pai faleceu por complicações após uma cirurgia no quadril.
Cantor de voz melodiosa que nos anos 50 se tornou um ídolo juvenil e vendeu milhões de discos, Fisher se casou em cinco ocasiões, a primeira com a atriz Debbie Reynolds, a quem abandonou pela então viúva de seu amigo, o produtor Mike Todd, a também atriz Elizabeth Taylor, o que causou um grande escândalo e ganhou as primeiras páginas da imprensa americana.
Já nos anos 60, se casou com a emergente estrela de Hollywood Connie Stevens. Depois, ainda se casaria com Terry Richard e Betty Lin. De suas relações com Debbie Reynolds e Connie Stevens nasceram seus filhos Todd, Joely, Tricia e Carrie Fisher, a Princesa Leia de "Star Wars".
Eddie Fisher, nascido em 10 de agosto de 1928 em Filadélfia (no estado da Pensilvânia), começou cantando em uma sinagoga e ganhou concursos em um programa de rádio aos 13 anos. Aos 17, entrou para a orquestra do trombonista Buddy Morrow e do saxofonista Charlie Ventura.
Foi apresentado sozinho em meados dos anos 40 no popular programa radiofônico de Eddie Cantor e assinou um contrato fonográfico com a RCA.
Em 1951, deixou momentaneamente sua carreira para alistar-se no Exército, e então começou a cantar com a banda militar e participou da Guerra da Coreia. Mais tarde, participou de programas de televisão de sucesso, e chegou a ter o seu próprio, o "Eddie Fisher Show", na "NBC" entre 1957 e 1959.
No início dos anos 60 criou seu próprio selo fonográfico, o Ramrod Records. Depois registrou suas gravações com o selo Dot Records. Nessa década atuou em vários locais de Las Vegas, onde interpretou suas músicas mais populares, como "Games that lovers play", "Thinking of you", "Sunrise, Sunset" e "Oh, my papa".
Com duas estrelas no "Passeio da Fama de Hollywood", na década de 70 o cantor teve sérios problemas com as drogas, mas se livrou após 25 anos de dependência, graças à ajuda de seus filhos, como confessou em sua autobiografia "Eddie: My life, My loves" (1981), que voltou a ser editada e ampliada no final dos anos 90.

Folha - Fiuk e Fábio Jr. terão especial de fim de ano na Globo

DE SÃO PAULO

Mesmo fora de "Malhação", Fiuk segue em alta e vai estrelar um especial de fim de ano da Globo ao lado do pai, Fábio Jr. O projeto já está sendo desenvolvido na emissora. Além da TV, Fiuk e sua banda, Hori, iniciarão uma megaturnê em grandes casas do Brasil. Serão 30 shows neste ano e outros 50 em 2011. A estreia ocorrerá no dia 30 de outubro, no Citibank Hall de São Paulo.

JB - Dívidas deixadas por Michael Jackson começam a ser quitadas

Portal Terra

Michael Jackson morreu, mas as dívidas ficaram e estão sendo cobradas pelos credores. Os responsáveis pelo patrimônio deixado pelo cantor têm agora que decidir quais serão pagas e quais acabarão no esquecimento. De acordo com o site TMZ, tiveram sorte, por exemplo, o advogado Tom Mesereau, que defendeu o cantor de uma acusação de abuso sexual em 2005. Os US$ 341,4 mil devidos já foram pagos. A cozinheira Kai Chase, que estava na casa de Michael quando ele morreu, também acabou tendo pago parte do valor solicitado de US$ 8 mil. Esta conta, conforme foi decidido, não será paga integralmente porque a família teria ficado descontente com o fato de a mulher espalhar detalhes da morte do cantor à imprensa. Mas há aqueles que ficarão na mão, como é o caso do ex-agente de Michael, Raymone Bain. O pedido de US$ 404 mil foi indeferido. Quem também pode acabar não vendo a cor do dinheiro é o dermatologista do astro, Arnold Klein. Ele cobra por procedimentos um valor total de pouco mais de US$ 58,5 mil. Essa conta ainda está na lista das decisões a serem tomadas. Pagar ou não pagar.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 23/09/2010

Folha de São Paulo

"Lista revela letras das canções que os britânicos mais erram".

Jornal da Tarde

"Uma amorosa miscelânea musical".

Jornal do Brasil

"Pablo Milanés emociona Maria Rita e público no Telefônica Sonidos".

Folha - Lista revela letras das canções que os britânicos mais erram

da BBC Brasil

Uma pesquisa encomendada por um fabricante de remédios para o ouvido elaborou uma lista das música cujas letras os britânicos mais confundem.
A letra na qual os fãs mais escorregam é The Sidewinder Sleeps Tonite, sucesso dos roqueiros americanos REM, lançado em 1993.
O trecho da letra que tende a ser mal compreendido é "call me when you try to wake her", que a maioria dos britânicos entende como "calling Jamaica".
Em tradução literal, a letra original diz "ligue-me quando tentar acordá-la". Mas o público ouve "ligando para a Jamaica".
Três mil pessoas foram entrevistadas como parte da pesquisa, que faz parte de uma campanha para conscientizar a população sobre a necessidade de evitar o acúmulo de cerume no ouvido.
Um total de 41% admitiram que não conseguem ouvir trechos das letras e simplesmente "embromam" - ou seja, substituem as palavras com palavras alternativas.

Os resultados podem ser cômicos.

A canção Purple Haze, do americano Jimi Hendrix, ficou em segundo lugar na lista graças à frase "excuse me while I kiss the sky", que muitos britânicos ouvem como "excuse me while I kiss this guy''.

Ou seja, o original diz algo como "com licença enquanto eu beijo o céu", mas, para muitos, a frase soa como "com licença enquanto eu beijo esse cara".
Canções das bandas britânicas Take That e Queen, além de um sucesso de John Travolta e Olivia Newton John no filme Grease, se classificaram nas dez primeiras posições da lista.

No caso da canção Dancing Queen, do grupo sueco Abba, o trecho "dancing queen, feel the beat from the tambourine" tende a ser confundido por "dancing queen, feel the beat from the tangerine".

Em tradução livre: em vez de "rainha da pista de dança, sinta a batida do pandeiro", muitos ouvem "rainha da pinta de dança, sinta a batida da tangerina".
Em nono lugar na parada das mal compreendidas ficou a canção Smells Like Teen Spirit, do Nirvana.

Em vez de "here we are now, entertain us", muitos ouvem "here we are now, in containers". O original "aqui estamos, entretenha-nos" vira "aqui estamos, em containers".

A lista na íntegra

As letras mais confundidas pelos britânicos:

1. REM - The Sidewinder Sleeps Tonite
Letra: "Call me when you try to wake her"
Versão errada: "Calling Jamaica"

2. Jimi Hendrix - Purple Haze
Letra: "Excuse me while I kiss the sky"
Versão errada: "Excuse me while I kiss this guy"

3. Aerosmith - Dude Looks Like A Lady
Letra: "Dude looks like a lady"
Versão errada: "Do just like a lady"

4. The Foundations - Buttercup
Letra: "Build me up buttercup"
Versão errada: "Fill me up buttercup"

5. Adele - Chasing Pavements
Letra: "Should I give up, or should I just keep chasing pavements"
Versão errada: "Should I give up, or should I just keep chasing penguins"

6. Bon Jovi - Living On A Prayer
Letra: "It doesn't make a difference if we make it or not"
Versão errada: "It doesn't make a difference if we're naked or not"

7. ABBA - Dancing Queen
Letra: "Dancing queen, Feel the beat from the tambourine, oh yeah"
Versão errada: "Dancing queen, Feel the beat from the tangerine, oh yeah"

8. John Travolta & Olivia Newton-John - One That I Want
Letra: "You're the one that I want"
Versão errada: "You're the wobbly one"

9. Nirvana- Smells Like Teen Spirit
Letra: "Here we are now, entertain us"
Versão errada: "Here we are now, in containers"

10. Queen - Bohemian Rhapsody
Letra: "Spare him his life from this monstrosity"
Versão errada: "Spare him his life for this one cup of tea"

11. Johnny Nash- I Can See Clearly Now
Letra: "I can see clearly now the rain has gone"
Versão errada: "I can see clearly now Lorraine has gone"

12. Madonna- Papa Don't Preach
Letra: "Papa don't preach"
Versão errada: "Poppadom Peach"

13. Queen - Bohemian Rhapsody
Letra: "Scaramouche, Scaramouche, will you do the Fandango"
Versão errada: "Scallaboosh, Scallaboosh, will you to the banned tango"

14. Bee Gees- Stayin' Alive
Letra: "Stayin' alive, stayin' alive"
Versão errada: "Steak and a knife, steak and a knife"

15. Prodigy - Out of space
Letra: "I'll take your brain to another dimension. Pay close attention"
Versão errada: "I'll take your brain to another dimension. Hey close the kitchen"

16. ABBA - Dancing Queen
Letra: "See that girl, watch that scene, dig in the dancing queen"
Versão errada: "See that girl, watch her scream, kicking the dancing queen"

17. ABBA - Mamma Mia
Letra: "How can I resist you"
Versão errada: "Have I got a sister"

18. Take That - Babe
Letra: "Babe"
Versão errada: "Dave"

19. Blue Oyster Cult- Don't Fear The Reaper
Letra: "Seasons don't fear the reaper"
Versão errada: "Jesus don't fear the reaper"

20. Annie Lennox- There Must Be An Angel
Letra: "Must be talking to an angel"
Versão errada: "Must be talking to a ninja"

JT - Uma amorosa miscelânea musical

Jornal da Tarde


Sabe aquelas bandas de colégio, formadas por pré-adolescentes que tocam seus instrumentos no último volume? Aqueles que sempre incomodam a vizinhança, mas nunca estão nem aí? E se eles crescessem, melhorassem em termos musicais, mas mantivessem o espírito jovem das canções? Daria certo? Os cariocas da banda Do Amor mostram que sim. E fazem, hoje, o show de estreia do novo disco, homônimo, no Estúdio Emme.
Quando os caras dizem que tocam juntos desde criança não é exagero. Marcelo Callado (voz e bateria) e Gabriel Bubu (voz e guitarra), ambos de 31 anos, estudaram juntos dos 4 aos 11, no Leblon. Depois, mudaram para escolas diferentes, no Botafogo. Callado conheceu Gustavo Benjão (voz e guitarra), hoje com 32 anos, enquanto Bubu encontrou Ricardo Dias Gomes (baixo e voz), 30.
Aos 14 anos, os amigos resolveram formar uma banda, com esses quatro integrantes. Pronto. Os vizinhos da casa da avó de Callado, onde a os garotos ensaiavam, também no Botafogo, nunca mais teriam sossego. “Tinha gente que jogava gelo e ovo na casa, por causa do barulho”, conta Callado.
Acontece que, para a felicidade dos vizinhos, os meninos cresceram. E os ovos foram trocados por aplausos. Os tais garotos barulhentos continuaram tocando. Bem acompanhados, aliás. Callado e Ricardo integram a banda de Caetano Veloso. Já Bubu foi baixista do Los Hermanos, de 2001 até 2007. Os quatro ainda formam a banda da cantora Nina Becker, além de tocar com Jonas Sá, Rubinho Jacobina e Lucas Santtana.
Em 2007, encontraram um tempo livre e resolveram lançar um EP de cinco músicas. O difícil foi escolher um nome para a banda. Foi Bubu quem sugeriu, sem mais nem menos, o Do Amor. O nome foi logo aprovado. “Tem muito a ver com a gente. É o amor que sentimos um pelo outro. Uma amizade muito duradoura”.
Em 2008, começaram a trabalhar no disco de estreia, terminado apenas no ano seguinte. O lançamento do álbum ‘Do Amor’, porém, só aconteceu este ano, com a ajuda dos selos + Brasil Música e Estúdio 304, de Chico Neves, também o produtor do CD.
Embora a adolescência tenha ficado – há muito tempo – para trás, os rapazes conservam o bom humor despretensioso de antes. O amor que dá nome ao disco e à banda é cantado com uma divertida malícia. ‘Vem me Dar’, por exemplo, abre o CD com os versos: “Ah, vem me dar / Antes que eu me esqueça, por favor”.
É um bom cartão de apresentação, mas a miscelânea de estilos dos cariocas é uma das características fortes. ‘Chalé’, por exemplo, é um rock moderno, quase erótico, com letra cheia de segundas intenções. A música ‘Morena Russa’ é um samba-rock de primeira. E há espaço até para o carimbó, ritmo típico do Pará, em ‘Isso é Carimbó’.
Essa liberdade musical – que permite transitar por gêneros tão diferentes – também dá espaço para mostrar, por exemplo, vocais desafinados de propósito, em ‘Dar Uma Banda’. “Eu também gostaria de ter uma banda/ Que falasse as coisas bonitas e bacanas/ Todo o dia e toda semana/ Só quero ficar plantando banana”, entoam. A banda Do Amor faz um trabalho sério, sim. Adulto. Mas sem perder a criatividade dos tempos em que eram apenas alvo de ovos voadores dos vizinhos.

Divirta-se:
Show Do Amor.
Hoje, às 23h30.
Estúdio Emme (1.000 lug.).
R. Pedroso de Moraes, 1.036, Pinheiros.
Tel: 3031-3290.
Ingressos: R$ 20.

JB - Pablo Milanés emociona Maria Rita e público no Telefônica Sonidos

Portal Terra


SÃO PAULO - Uma bela noite de lua cheia brindou o público que foi ao Jockey Club de São Paulo nesta quarta-feira assistir à segunda noite do festival Telefonica Sonidos. A atração principal era a lenda da canção cubana Pablo Milanés, que aos 67 anos esbanjou o vozeirão interpretando clássicos da chamada "Nueva Trova Cubana", movimento surgido nos anos 60 e que guarda paralelos com a MPB brasileira da época, de Chico Buarque e Milton Nascimento. A convidada era a brasileira Maria Rita e seu samba. Milanés e sua experiente banda subiram ao palco montado nas arquibancadas do Jockey Club por volta das 21h25, e o cubano disse estar feliz por "estar de volta ao Brasil e poder cantar com essa maravilhosa mulher que é Maria Rita". O cubano começou cantando músicas representativas de sua carreira, como Nostalgias, e faixas mais recentes, como Dias de Gloria, bem lentas e românticas. En Saco Rojo trouxe uma pegada maior da música folclórica cubana. Com o passar do tempo e mais à vontade, Milanés começou a animar o público com músicas mais próximas dos ritmos dançantes cubanos, como a rumba. Em Soñando, se percebe um certo paralelo com os trovadores brasileiros, como Roberto Carlos, às vezes pelas orquestrações um tanto conservadoras das músicas. Mas a banda mostrou seu conhecimentos das raízes cubanas com percussões típicas e até uma referência à religiosidade africana, remetendo tanto ao candomblé brasileiro quanto à santeria cubana. O cantor anunciou a faixa Diários de Maurício dizendo que ela foi trilha sonora de um filme que fez muito sucesso em Cuba, e o público acompanhou o ritmo "caliente" batendo palmas. Em seguida, cantou sua versão para Canción, letra do poeta nacional cubano José Martí. Com o público ganho, ele chamou Maria Rita para o palco, dizendo que acompanha a carreira da brasileira, que foi muito aplaudida. Eles cantaram Meu Samba, bela representante das raízes brasileiras, e Tristessa. Mas a terceira música, a clássica Yolanda, foi o momento mais emocionante da noite. Maria Rita estava visivelmente nervosa ao estar ao lado da lenda cubana, mas mostrou todo seu talento vocal jogando no terreno familiar do samba e acompanhando a voz inconfundível de Milanés. Yolanda gerou o primeiro aplauso de pé do show. A brasileira saiu do palco e o cubano cantou mais três músicas antes de se despedir do público. E, se no começo do show o público estava dividido entre quem prestava atenção e alguns que pareciam mais interessados em conversar nos bares, neste momento todos estavam fisgados pela emoção transmitida pelas canções de Milanés, que foi devidamente ovacionado e "obrigado" a voltar ao palco. Bastou Maria Rita aparecer na porta do camarim para também ser festejada pelo público. E tiveram que cantar novamente Yolanda, e foram acompanhados em uníssono pela plateia. No balanço, a convidada Maria Rita soube se manter discreta e deixar o lendário anfitrião cubano brilhar e receber mais uma vez o carinho do público brasileiro. O Telefônica Sonidos promete mais encontros emocionantes até o próximo sábado (25). Nesta quinta (23) o argentino Pedro Aznar chama Maria Gadú, na sexta é a vez da Banda Mantiqueira convidar Gonzalo Rubacalba, e no sábado Yamandu Costa divide o palco Jazz Latin com Alfredo Rodriguez. No fim de semana, haverá também o palco Urban Pop, com atrações mais jovens, como os brasileiros Nando Reis e Ana Cañas, convidados de Fito Paez, e o Capital Inicial, que toca com o El Canto del Loco na sexta-feira. No sábado o hip hop e o reggaeton se encontram com o Carnaval brasileiro em shows do Calle 13 e Monobloco e do rapper Pitbull.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 22/09/2010

Estado de São Paulo

"Chico Buarque participa de homenagem a Saramago".

"Grupo francês Eia faz duas apresentações em São Paulo".

Folha de São Paulo

""Nunca tocamos tão bem quanto nesta turnê", diz vocalista do Rush".

"Badalado grupo sueco Miike Snow toca em São Paulo nesta quarta".

"Fãs terão de desembolsar até R$ 9.000 por show de Zezé Di Camargo & Luciano".

"Vocalista do Cansei de Ser Sexy rebate boatos sobre término do grupo".

Jornal da Tarde

"Um bamba de família".

Estadão - Chico Buarque participa de homenagem a Saramago

AE - Agência Estado


A voz soava rouca, o corpo exibia magreza aguda, mas as ideias continuavam afiadas - na última vez que esteve no Brasil, em 2008, o escritor português José Saramago ainda convalescia de uma doença que quase o matou na época. Mesmo assim, fez questão de vir lançar "A Viagem do Elefante". "Ele amava os brasileiros", conta Pilar Del Río, com quem o autor, que morreu em junho aos 87 anos, foi casado. Ela participa hoje da homenagem a Saramago, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, reunindo leitores ilustres, como Chico Buarque de Holanda, além da direção de Daniela Thomas. O evento marca também o lançamento de "As Palavras de Saramago" (Companhia das Letras), seleção de trechos de entrevistas.
Na homenagem de hoje, Daniela selecionou alguns trechos do documentário "José e Pilar", que serão exibidos em momentos intercalados do evento. "José e Pilar", de Miguel Gonçalves Mendes, já foi exibido na Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, e durante a Bienal do Livro de São Paulo, ambas no mês passado, mas continua provocando grande expectativa.
O filme, que traça um retrato da vida e da obra de José Saramago, será exibido no Festival do Rio no sábado. Trata-se de um meticuloso trabalho de Mendes que, durante três anos, filmou a rotina do prêmio Nobel de Literatura de 1998. E, como nem todas as entrevistas obviamente entraram no documentário, a Companhia das Letras pretende lançar até o fim do ano um livro com a íntegra dessas conversas, acompanhado de um DVD com o próprio filme.
Definido pelo próprio diretor como "uma espécie de Big Brother da vida de José Saramago", o documentário registra momentos de carinho do escritor com sua mulher Pilar alternados com reflexões sobre seu cotidiano. Ou seja, da intimidade para as discussões públicas, oferecendo um retrato do que realmente era rotineiro na vida do escritor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Homenagem a Saramago - Sesc Vila Mariana (Rua Pelotas, 141). Tel. (011) 5080-3000. Direção: Daniela Thomas. Hoje, às 20h30. Ingressos esgotados.

Estadão - Grupo francês Eia faz duas apresentações em São Paulo

AE - Agência Estado

A solidariedade com as vítimas do terremoto que deixou 300 mil mortos no Haiti em janeiro saiu dos círculos diplomáticos e das manchetes dos jornais para ganhar um espaço inusitado - a cozinha do Mosteiro de São Bento, em São Paulo. O Groupe Eia do Musée Cluny de Paris participa hoje, no mosteiro, de um concerto para arrecadação de fundos destinados a financiar projetos de saneamento básico na capital haitiana, Porto Príncipe, e de construção de um banco de leite materno.
Além do concerto, o Consulado da França prepara também um jantar com pratos da culinária dos séculos 12 e 13, sob o comando do chef francês Olivier Delcroix. O concerto e o jantar são para um grupo restrito de convidados que vão desembolsar R$ 500 por ingresso - valor totalmente revertido para os dois projetos no Haiti.
Mas os que não estiverem no mosteiro também terão a chance de ouvir o Eia, num concerto gratuito, amanhã, às 19h30, no Espaço Cultural Tattersal, no Parque da Água Branca. A apresentação será uma oportunidade rara para os paulistanos conhecerem um repertório incomum no panorama de concertos da cidade.
Pela primeira vez no Brasil, o grupo é formado por cinco músicos que vieram do conjunto Ultreia, que tocou no Museu Nacional da Idade Média de Paris de 1991 a 2008, sendo três cantores - o tenor Pierre Bourhis, a soprano Hélène Decarpignies e o contratenor Hervé Mailliet. O Eia leva ao palco instrumentos antigos, como a viela, que é tocada com arco, como um violino; o cistre ou cítola, que é tocado como o alaúde ou o violão, por cordas pinçadas; e a percussão.
Um dos méritos do Eia é o de conseguir executar e popularizar um repertório tão antigo (do século 5.º ao 15), usando algumas composições que contaram apenas com a tradição oral para passar de geração em geração. Todas as peças são de origem sacra. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Groupe Eia - Mosteiro de São Bento (Largo São Bento). Hoje, 20h. R$ 500. Parque da Água Branca. Espaço Cultural Tattersal (Av. Francisco Matarazzo, 455). Amanhã, 19h30. Grátis. Ingressos no local.

Folha - "Nunca tocamos tão bem quanto nesta turnê", diz vocalista do Rush

ENVIADO ESPECIAL A WASHINGTON


O nome da turnê é apropriado. Em "Time Machine" (máquina do tempo), a banda canadense Rush mostra sucessos do passado, oferece duas novas músicas do disco que está por vir e satisfaz a plateia nas quase duas horas e meia presente no palco.

Qual o show internacional que você está esperando mais ansiosamente?

"Estávamos muito impacientes para esperar o lançamento de um álbum, então decidimos escrever e gravar rapidamente algumas canções para em seguida sair em turnê", disse o baixista, tecladista e vocalista Geddy Lee à Folha, pouco antes de se apresentar para 16 mil pessoas no sábado à noite.
Famosa por criar histórias para cada um de seus álbuns, a banda tenta se ajustar aos tempos digitais. "É difícil pensar em criar apenas algumas canções de cada vez, mas estamos começando a perder a fé no conceito de um álbum", revela o vocalista, de forma pouco animada.
"De todo modo, temos um disco para fazer e vamos fazê-lo", prossegue Lee, referindo-se a "Clockwork Angels", que sair em 2011.
Dos tempos em que discos eram formato consagrado, o Rush traz para a atual turnê, que vem ao Brasil em outubro, a execução na íntegra do álbum "Moving Pictures", de 1981, com hits como "Tom Sawyer" e "Limelight".
Lee exalta o momento que vive com os companheiros, Alex Lifeson (guitarra) e Neil Peart (bateria): "Não acho que já tenhamos tocado tão bem quanto nesta turnê. Estamos funcionando realmente muito bem".

VIAGEM NO TEMPO

Os três músicos, além de se destacarem pela execução precisa das canções, de alto nível técnico, tanto as mais progressivas quanto as mais pesadas, também demonstram um lado descontraído na nova turnê.
Há esquetes gravadas para o show, em que encarnam personagens levados para o futuro em uma máquina do tempo. Ali, ouvem versões caricaturais de "Spirit of the Radio", música com que iniciam a apresentação.
Para entender o vídeo que encerra o show, os fãs devem antes assistir à comédia "Eu te Amo, Cara", em que Paul Rudd e Jason Segel interpretam fãs dos canadenses.
Se em questões de iluminação e vídeo a banda está no futuro, usando estrutura móvel de luzes (conhecida como "aranha" por seu formato) e câmeras de alta definição, ainda prefere o passado quando o tema é internet.
"Nem eu nem meus companheiros estamos nas redes sociais. Há muita coisa sendo dita publicamente hoje em dia. Não é necessariamente interessante ouvir tudo o que uma pessoa pensa 24 horas por dia", conta Lee.

O jornalista RODRIGO RUSSO viajou a convite da organização da turnê

RUSH
QUANDO: dia 8/10, em SP, e 10/10 no Rio
ONDE: Estádio do Morumbi, em SP (pça. Roberto Gomes Pedrosa, nº 1; tel. 4003-5588), e praça da Apoteose, no Rio (r. Marquês de Sapucaí, s/nº)
QUANTO: de R$ 80 a R$ 500 (SP) e de R$ 75 a R$ 500 (RJ)
CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

Folha - Badalado grupo sueco Miike Snow toca em São Paulo nesta quarta

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O Estúdio Emme, na zona oeste de São Paulo, recebe nesta quarta-feira (22) a banda sueca de indie pop Miike Snow, na quarta edição do festival Popload Gig.
O grupo é formado por Chris Karlsson, Pontus Winnberg e Andrew Wyatt (o único da turma que não nasceu na Suécia) e tem se destacado no cenário musical mundial pelas criações usadas em causa própria e por trabalhos executados com nomes como Madonna, Kylie Minogue e Britney Spears --eles são vencedores de um Grammy, em 2005, com a faixa "Toxic".
Essa é a primeira turnê do trio pela América Latina. Depois de São Paulo, o desembarque acontece no Rio de Janeiro, em Porto Alegre, em Buenos Aires (Argentina) e em Santiago (Chile).
O primeiro e o segundo lotes de ingressos estão esgotados. Os que ainda restam podem ser adquiridos pela internet ou pelo telefone 0/xx/11/2626-5835, e custam R$ 80 (não há meia-entrada).

Folha - Fãs terão de desembolsar até R$ 9.000 por show de Zezé Di Camargo & Luciano

DE SÃO PAULO


A dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano vai fazer uma temporada de espetáculos VIPs, com mesas que irão custar até R$ 9.000. No preço, estará incluído o jantar e outros privilégios.
O projeto, chamado de "Zezé Di Camargo & Luciano In Love", será voltado exclusivamente para casais.
A primeira apresentação será no dia 21 de outubro, no Terraço Daslu, em São Paulo.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quarta (22). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

Folha - Vocalista do Cansei de Ser Sexy rebate boatos sobre término do grupo

DE SÃO PAULO

A cantora Lovefoxxx, vocalista da banda Cansei de Ser Sexy, comentou os boatos de que a banda teria acabado. A notícia veio da revista especializada "NME", depois de uma entrevista que Lovefoxxx concedeu à publicação inglesa.
Cansei de Ser Sexy prepara terceiro álbum e sonha com turnê no Brasil
"A gente chegou [para fazer shows] no Japão e todo mundo achava que a banda tinha acabado", contou em entrevista à Folha. "Mas a gente só estava de férias", diz a vocalista.

JT - Um bamba de família

Jornal da Tarde


“Traz um chope para mim e outro pro garoto aqui. Ah, sim, traz também uns petiscos”, diz Zeca Pagodinho ao subir para o segundo andar de um restaurante na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O dia estava quente: 31 graus. Zeca vestia uma camisa preta, com calça jeans. Nada colorido. Conforme subia as escadas, o sambista desanimava. Cada passo o afastava do neto Noah, de 7 meses, deixado com a família no andar de baixo.
Sentado do outro lado da mesa, ouvindo um jazz, Zeca não parecia o Zeca. O copo de bebida suando à sua frente quase não é tocado. Era quarta-feira da semana passada. O dia do lançamento do seu novo disco, ‘Vida da Minha Vida’. No mesmo dia, o cantor e compositor perdera um amigo de infância, o sambista Deni de Lima, vítima de um AVC – ele estava internado desde o início deste mês.
O bamba perdeu o compasso do samba. Perdeu o foco. Olhava para os lados, desinteressado, procurando algo que o lembrasse a saudosa Xerém, de onde veio e para onde costuma ir para rever os velhos amigos. Falar do disco o animava, mas logo ele recebia ligações de “cumpadis” falando sobre o enterro do parceiro de samba, marcado para o mesmo dia – durante o papo com a reportagem do ‘JT’, Zeca recebeu dois telefonemas assim.
Com um título quase autobiográfico, o novo disco – o 27º da carreira de Zeca Pagodinho – é melancólico. No álbum, ele canta sobre a velhice (em ‘Orgulho do Vovô’), solidão (‘Casa Vazia’) e amores perdidos (‘Dolores ‘e ‘Suas Desilusões’). É o reflexo de um bamba que, aos 51 anos, já não vive na boemia, foi internado com princípio de pneumonia em 2009 e tem medo de ficar sozinho em casa.
No disco, a sua voz está mais rouca. Tem medo de perdê-la?
É uma das minhas preocupações. Vivo da minha voz. Então, tenho de me cuidar. Mas não sou do tipo ‘preocupaaaado’ (ele fala gesticulando com as mãos). Eu vivo a vida. Mas já não fumo mais, evito falar alto no dia do show. Coisas desse tipo. Nada mais.
Largou o cigarro por causa do princípio de pneumonia que teve no ano passado?
Na verdade, muita coisa me fez parar. Agora, estou com criança nova em casa ‘(Noah, o neto de sete meses)’. É chato, né? Ficar fumando. Hoje é careta, não se vê mais ninguém fumando. E dá trabalho, levantar para fumar. Eu tinha de sair da cama, durante a madrugada, num frio do cacete, para fumar. Não dá, né? Muito ruim. Fica um cheiro péssimo na mão. Sem falar que o dia seguinte sem o cigarro é bem melhor. Pode beber bastante e não fumar, que não tem ressaca. A ressaca do cigarro é a pior de todas.
Por falar em cerveja, aquela história de beber para ficar com a voz rouca é verdade?
‘(risos)’ É uma brincadeira, né? Tem uns que tomam gengibre. Eu, que já tenho a voz rouca, disse uma vez que tomava cerveja para deixar a voz assim. Mas pessoa nenhuma, em sã consciência, faz um negócio desses.
Aos 51 anos, você enfrenta de novo a rotina de gravar um disco, dar entrevistas, fazer turnê. Não está cansado? O que dá mais trabalho. Ensaiar?
Cansa sim, mas temos de fazer isso. Faz parte da divulgação do disco. Ensaiar é bom porque vai todo mundo. Tem festa. Mas é sempre assim: até em velório a gente leva uma caixa de cerveja, uma mortadela, um samba.
Mas agora vai entrar em turnê. Você suporta bem ficar muito tempo longe da família?
Isso é um pouco complicado. Eu sou muito apegado aos meus filhos, à minha casa. Gosto de dormir na minha cama, ao lado da minha mulher ‘(Mônica, casada com Zeca há 24 anos)’.
E como mata a saudade?
Rapaz, eu ligo toda hora.
O pessoal não reclama, não?
Ah, reclamam, sim! ‘(risos)’
Quanto tempo você aguenta ficar longe deles?
Uns três dias.
Isso se reflete no disco? Afinal, na única música de sua autoria, ‘Orgulho do Vovô’, você canta que já foi bom filho, bom pai, e agora quer ser um bom avô. Sua prioridade é a família?
Minha prioridade sempre foi a família. Sempre. Eu tenho a música. Quando digo família, estou falando dos meus amigos também. As pessoas que trabalham comigo. Que convivem comigo. Essa é a minha família.
Falando em seus amigos do bloco Cacique de Ramos, eles sempre são mais críticos quando falam dos novos sambistas. Do samba paulista, por exemplo, Beth Carvalho já disse ser “Jovem Guarda de Tantam”. Você é mais apaziguador. Por que?
E capoeira só existe na Bahia? Aqui no Rio de Janeiro também tem muito samba ruim. ‘(A entrevista é interrompida pela ligação’ ‘de um amigo que pergunta se Zeca vai ao enterro de Deni )’. Então, voltando ao assunto… tem vários estilos de samba. Tá legal, tá maneiro?. Tá roubando alguém? Se não gostar, não compra o disco. Meus filhos gostam de rock, como o som do Marcelo Camelo ‘(ex-integrante do Los Hermanos)’. Não vou dizer que ouço todo o dia, mas gosto.
Marcelo Camelo? Por essa eu não esperava. Tem outros ídolos fora do samba?
É, meu filho gosta do Los Hermanos. Eu tenho uma porrada de ídolos, como o João Bosco, o Fagner.. Não pode ter barreira. Música não tem fronteira. Ela tem de ser liberdade, cara ‘(risos)’.
Liberdade que deixa colocar até uma harpa num samba (em ‘Orgulho do Vovô’)?
Isso é coisa do Rildo Hora ‘(produtor)’. Ele é genial, caprichoso. Todo mundo que trabalha com a gente é caprichoso. Por isso que eu tenho que me policiar, sabe? Não ficar perdendo noite e chegar na gravação mal, sem cantar direito, de mau humor. Todo mundo da minha equipe trabalha direito. Não posso ficar assim. Já fui maluco. Hoje em dia, aos 51 anos, procuro me policiar mais. Antigamente eu ia direto ‘(a entrevista é interrompida por nova ligação de outro amigo, falando do enterro)’. Desculpa, onde eu estava?
Você estava falando que antigamente ia sempre para a boemia, mas que agora…
E também estou cansado disso, né, cara? Não vou mais para a rua como eu ia. Já tenho minhas coisas para fazer. Tenho filha pequena. Ah, cara, quero curtir minha casa. De vez em quando, vou para a boemia, mas não vou como antes. Ia todo o dia. Eu vivia na boemia. Hoje, eu vou lá, vejo a rapaziada. E depois não dá mais. Mas estou falando da vadiagem, né? Porque ainda vivo na noite, fazendo meus shows. Se não tiver show, não fico à toa na rua.

(*O repórter viajou ao Rio a convite da gravadora Universal Music)

Crítica do disco ‘Vida Minha Vida’

Um Zeca de amores e tristezas

“Esse meu disco fala com todo mundo”, diz Zeca Pagodinho. Ele está certo. O samba alegre do bamba continua presente, como em ‘Puxa-saco’. O ritmo solto lembra outro sucesso de Zeca, ‘O Penetra’. Com Alcione, ele canta ‘Quem Passa Vai Parar’ (O Rio de Janeiro sempre foi assim / Uma cerveja com um parceiro / Na porta de um botequim). De Zé Roberto, Zeca regrava ‘O Garanhão’, um hit pronto para explodir. Presente na trilha sonora da novela ‘Passione’, da Globo, a faixa tem tudo para seguir o caminho dos outros sucessos do sambista.
Mas é quando canta sobre a dor que Zeca se entrega de verdade. Como na bela ‘Pela Casa Inteira’ (A solidão e a saudade andam pela casa inteira / Sempre dá vontade de chorar). Casa vazia é o seu maior temor. “Vou até em festa de criança para não ficar só em casa”, diz. A realidade do bamba mudou. E isso se reflete no disco.
Hoje, seu dengo é o neto Noah,de 7 meses. É para ele a única música de autoria própria do CD: ’Orgulho do Vovô’. (Sou bom filho, sou bom pai / Quero ser um bom avô). A temática das músicas pode mudar, mas o vovô Zeca segue entre os maiores nomes do samba brasileiro.

LANÇAMENTO
‘Vida da Minha Vida’
Zeca Pagodinho
Universal Music
Preço: R$ 20

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 21/09/2010

Estado de São Paulo

"Plácido Domingo renova contrato de diretor da Ópera de Los Angeles".

Folha de São Paulo

"Com samba rejeitado pela Beija-Flor, Erasmo Carlos diz que era tudo "uma brincadeira"".

"Seal diz que casamento com Heidi Klum influenciou novo disco".

Jornal da Tarde

"Cubano Milanés se apresenta no Festival Sonidos em SP".

"Eles cantam as lamúrias e as tristezas do mundo".

Estadão - Plácido Domingo renova contrato de diretor da Ópera de Los Angeles

Efe

LOS ANGELES - O tenor espanhol Plácido Domingo renovou seu contrato como diretor-geral da Ópera de Los Angeles até 2013, segundo informou na segunda-feira, 20, a instituição à qual ele está vinculado desde 2000.
Domingo tinha em vigor um contrato de cinco anos que finalizava no final de junho de 2011, quando terminará a temporada de ópera que começa na próxima quinta-feira com a estreia de "Il Postino", obra em espanhol na qual o tenor interpreta o poeta chileno Pablo Neruda.
Como executivo da Ópera californiana, o espanhol foi responsável pela direção de arte entre 2000 e 2003, ano em que foi nomeado diretor-geral.
Entre seus trabalhos está a supervisão da companhia, o programa de espetáculos e a seleção dos cantores para os papéis principais das representações.
Aos 69 anos, Domingo continua em atividade sobre os palcos, dirige a Ópera de Los Angeles e ocupa o posto de diretor-geral da ópera nacional de Washington.
A estreia de "Il Postino", baseada no filme italiano de mesmo nome, lembra o 25º aniversário da ópera de Los Angeles, e foi realizada pelo mexicano Daniel Catán.

Folha - Com samba rejeitado pela Beija-Flor, Erasmo Carlos diz que era tudo "uma brincadeira"

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O cantor Erasmo Carlos declarou que a inscrição da letra de samba-enredo para o concurso da Beija-Flor de Nilópolis, que vai homenagear seu companheiro de Jovem Guarda, Roberto Carlos, no carnaval de 2011, não passou de brincadeira.
"Jamais tive intenção de entrar na disputa", disse o "tremendão" à Folha nesta segunda-feira. "Meu negócio é rock. Essa coisa toda cresceu muito e eu quero seguir em paz fazendo as minhas coisas."
Ouça samba-enredo que Erasmo fez para Roberto Carlos
Ele explicou que não tinha intenção de levar a disputa a sério, tanto que já havia prometido que aos sambistas da escola que se ganhasse, não aceitaria o prêmio em dinheiro oferecido pela Beija-Flor. "Carnaval para mim é ver mulatas gostosas na televisão", explicou o cantor.
Os outros compositores da letra são Eduardo Lages e Paulo Sérgio Valle. Para participar do concurso, o samba foi gravado em estúdio por 20 músicos e competiu com outras 90 composições. O custo da gravação de cada um é estimado em R$ 20 mil, de acordo com informações da coluna Mônica Bergamo.
O título do enrendo oficial sugerido pela Beija-Flor é "A Simplicidade de um Rei". A final das eliminatórias está marcada para 14 de outubro, na quadra da escola, e Roberto Carlos já confirmou presença.
Erasmo veio a São Paulo esta semana para lançar uma versão de seu último álbum "Rock'n'Roll" em vinil. Quinhentas cópias numeradas foram prensadas pela gravadora Coqueiro Verde, selo do cantor, em edição especial para colecionadores. "Temos um carinho especial com este público amante do formato antigo", disse.

Folha - Seal diz que casamento com Heidi Klum influenciou novo disco

DA EFE, EM LOS ANGELES

O cantor Seal lança nesta terça-feira seu sexto álbum de estúdio, "Commitment", o "mais consistente" e o que contém "as melhores canções" de sua carreira, influenciada por seu casamento com Heidi Klum, disse o artista em entrevista à Efe.
Em "Seal 6: Commitment" o cantor volta a mostrar sua inconfundível voz em temas românticos como "Secret", o primeiro single. E a inspiração vem de sua própria família.
"Cada nota que canto nasce deles", declarou Seal, pai de quatro filhos com a modelo, com quem gravou um clipe que promete imagens picantes.
"Há muito a ver e pouco a dizer", admitiu o artista entre risadas. "Os dois escolhemos fazê-lo. Foi um desses momentos nos quais você está inspirado. Sentimos que reflete o que somos e estamos orgulhosos de nosso amor e dos frutos de nossa relação, nossos quatro preciosos filhos", acrescentou.
O primeiro filho da relação nasceu em 2005, o segundo em 2006 e o terceiro em outubro do ano passado. A alemã teve uma menina com o empresário italiano Flavio Briatore em 2004, embora sua figura paterna seja o próprio cantor.
"Representamos todas as coisas que buscamos o um no outro. Ao redor do meu casamento há barulho, mas dentro desse círculo só há paz. O clipe é uma celebração de tudo isso", resumiu.

JT - Cubano Milanés se apresenta no Festival Sonidos em SP

Jornal da Tarde

O cubano Pablo Milanés é um dos convidados especiais para a primeira edição do Festival Sonidos, que reúne expoentes das músicas brasileira e latina no Jockey Club de São Paulo a partir da noite desta terça-feira. Reconhecido internacionalmente, o contemporâneo da MPB dividirá o palco com Maria Rita. Milanés falou ao JT por email:

O que acha do conceito de um festival que reúne ícones da música latina, como você, e o que espera dele?

A mescla de artistas de diferentes geografias é muito importante e benéfica para o enriquecimento musical. Mesmo sendo latinoamericanos, esses estão muitas vezes distantes. É de grande valor a celebração de um festival como este, que contrasta as manifestações culturais. Acredito que esse é o tipo de experiência rica e muito necessária.

Ainda é difícil romper a barreira linguística dos países – ao menos para os artistas iniciantes?

Sim, penso que as vezes existem muitos obstáculos para a difusão musical, e só chegam as músicas que estão apoiadas por uma grande campanha publicitária de companhias multinacionais, que não velam pela qualidade musical, mas sim por produtos que sejam facilmente comerciáveis. Penso que a língua não é uma barreira, porque as músicas transcendem esse plano. Quando a música é boa ela chega a todo mundo de uma verma verdadeira.

Como conheceu o trabalho da Maria Rita?

Há tempos que nos conhecemos e sei de seu trabalho, mas não nos encontramos pessoalmente.

O que você tem ouvido de música brasileira atualmente?

Lamentavelmente, nos últimos anos não estive muito bem informado sobre o que acontece em matéria de música e os jovens artistas, mas de vez em quando me chega algo, como por exemplo Maria Rita. Fiquei muito interessado em sua obra, admirava extraordinariamente o trabalho de sua mãe.

O que o público pode esperar desse repertório de vocês?

Será um repertório que unifique nosso trabalho, por assim dizer. Faremos músicas que são referências nas carreiras de ambos, como ‘Yolanda’ e espero cantar ‘Samba Meu’ e ”Tristesse’, de Milton Nascimento, que a Maria Rita canta maravilhosamente bem com ele.

Quais as suas considerações sobre o Brasil?

Tenho a impressão de ver uma prosperidade que se evidencia nas massas mais desprovidas de recursos e creio que o vaticínio de Lula, de dar ao menos o que seja um café-da-manhã a cada cidadão, me reconforta. Penso que se isso tiver continuidade e profundidade, o modelo pode se tornar sem dúvida no melhor exemplo para a América Latina no futuro.

Você já é uma unanimidade em Cuba. O que prevê para o futuro de seu país, agora que as notícias sobre o agravamento do estado de saúde de Fidel Castro voltaram a pipocar?
Em primeiro lugar, Fidel Castro voltou às aparições públicas com uma qualidade de vida que demonstra ser um sintoma de que o país necessita de uma saída de bem-estar, de liberdade e de novas medidas econômicas que livrem o país do impasse em que se mantém há mais de vinte anos.

JT - Eles cantam as lamúrias e as tristezas do mundo

Jornal da Tarde


Agudos, ecos extravagantes e overdubs. Graves exagerados nos instrumentos e o agudo estridente da voz de Anne Nurmi. O resultado é uma música lamurienta, triste e solitária. Na hora do refrão, quem assume o comando do microfone é Tilo Wolff, acompanhado de orquestra, guitarras e bateria, o que aumenta em um tom as notas da música. É assim o som da banda Lacrimosa, que já traz no nome do grupo o tipo de canção que costumam compor. Eles se apresentarão hoje, às 21h, no Carioca Club, em Pinheiros.
“Existem bandas tristes e existe o carnaval”, diz o vocalista Tilo Wolff, que conversou com o JT por telefone de sua casa, na Alemanha. “O Brasil é um país feliz, com canções alegres. Mas existe sempre um outro lado. Nem sempre tudo é feliz. Temos emoções profundas”, diz o vocalista, falando a respeito do som que sua banda costuma fazer. “As pessoas têm de ouvir outro tipo de música. É como comer pizza todo dia. Uma hora você vai enjoar. Somos como um tipo diferente de comida, para as pessoas não enjoarem de comer sempre a mesma coisa”.
A Lacrimosa é conhecida por compor canções tristes. Por vezes, a banda é classificada como gótica. Eles fazem jus a esse título, já que se vestem de preto, abusam na maquiagem pesada e cortes de cabelos exuberantes. Além disso, boa parte das capas de seus discos são em preto e branco. Mas Wolff não se apega a rótulos. “Não gosto de categorias. Gosto de dizer que fazemos um rock emocional, porque temos muita influência do blues, jazz, música clássica e heavy metal”, diz ele. E, na hora de compor, a inspiração vem do cotidiano. “A inspiração continua a mesma do início da carreira. No dia em que minha vida se tornar totalmente entediante, eu não vou mais ter inspiração para escrever. Enquanto isso não acontecer, vou continuar compondo o que sinto. Essa é a forma pela qual eu me expresso”.
Wolff avisa que o repertório do show será um apanhando de canções de toda a carreira da banda, mas não será uma espécie de “O melhor de Lacrimosa”. “Nossos fãs gostam de ouvir músicas diferentes nos shows. Interpretaremos canções que foram pouco ou nunca interpretadas no palco”. O último álbum da banda, Schattenspiel (algo como ‘Jogo de Sombras’, em alemão), comemora os vinte anos de carreira, com duas canções inéditas: Sellador e Ohne Dich Ist Alles Nichts. O show faz parte dessa comemoração. “Adianto que tocaremos uma dessas músicas inéditas no show”.
Sobre o público brasileiro, Wolff diz que os considera apaixonados e emocionais. “Também somos emocionais. Acho que o público brasileiro é como nós: se dedica 100% àquilo que ama. Vocês têm o coração aberto. É uma conexão muito forte”. Parte das letras das músicas do Lacrimosa também falam de Deus. “Minha crença em Deus é o centro da minha vida e reflete muito na música que fazemos. Deus é uma de minhas inspirações. A crença em Deus é um dos muitos aspectos da nossa música”, conclui Wolff.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 20/09/2010

Estado de São Paulo

"Zeca Pagodinho lança 22º álbum 'Vida da Minha Vida'".

Folha de São Paulo

"Conheça as influências musicais do cantor argentino Fito Paez;".

Jornal da Tarde

"Pavement no Brasil: show de despedida e polêmico".

Estadão - Zeca Pagodinho lança 22º álbum 'Vida da Minha Vida'

AE - Agência Estado

De uns tempos para cá, Zeca Pagodinho vinha escutando a reclamação dos fãs: "Você não grava mais aquelas músicas de dor de cotovelo..." Atento, na hora de selecionar o repertório do novo CD, "Vida da Minha Vida", o 22.º de uma carreira que contabiliza mais de 10 milhões de unidades vendidas, o sambista das multidões resolveu corrigir isso. "Comecei bem romântico, depois fiquei menos", conta Zeca. "E quem nunca passou por uma situação dessa? Eu já passei, e muita mulher já passou por mim também. A música ajuda. O sujeito enche os cornos e bota pra tocar Pela Casa Inteira..."
"Não quero nem pensar/ Ter que voltar pro nosso lar/ É triste olhar o nosso quarto/ E ver que só a solidão existe", diz o samba de Almir Guineto, Magalha e Fred Camacho. É apenas uma das faixas em clima de fossa. Tem ainda "Desacerto" (Toninho Geraes, Fabinho do Terreiro, Randley Carioca), que trata de uma paixão que se vai sem sequer se despedir, e antes, "Hoje Sei Que Te Amo" (Nelson Rufino), sobre aquela sensação de que "foi preciso perder pra saber que te amo".
A mais conhecida das canções no novo CD é "Poxa" (Poxa/ Como foi bacana te encontrar de novo/ Curtindo um samba junto com meu povo...), regravadíssimo sucesso de Gilson de Souza dos anos 70. Zeca prestigiou Souza chamando-o para a gravação. O compositor de Marília se deparou com um estúdio em festa, regada a cerveja e animada pelas tiradas de Zeca e as brincadeiras com os músicos. Quem também apareceu foi Nelson Sargento, que gravou com Zeca "Encanto na Paisagem", conhecida nas rodas de samba.
A faixa "Quem Passa Vai Parar" remete a um Rio do passado - do passado de Zeca. Ele chamou Alcione para entrar no clima de botequim, churrasco, pelada, "um cavaco e um violão na marcação". Realidade que não é mais a do compositor da zona norte, que nasceu em Irajá, criou-se em Del Castilho e hoje mora na Barra da Tijuca. O netinho Noah, de sete meses, filho de sua filha Elisa, é homenageado por Zeca em "Orgulho do Vovô", em que ele pede "ao Criador" que o bebê, "criado ao som de um cavaco", "seja herdeiro de seu amor pelo samba". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Folha - Conheça as influências musicais do cantor argentino Fito Paez;

DE SÃO PAULO

O argentino Fito Paez canta na próxima sexta-feira, no festival Sonidos, em São Paulo. No show, o músico deve apresentar composições de seu novo álbum, "Confiá".

JT - Pavement no Brasil: show de despedida e polêmico

Jornal da Tarde

Em meio ao movimento grunge que explodia no início dos anos 90, o Smashing Pumpkins crescia no cenário musical, fugindo das comparações com Nirvana e Pearl Jam. Em 1993, eles já tinham dois discos lançados, sendo o último, ‘Siamese Dream’, nomeado para o Grammy como melhor disco alternativo e melhor performance de hard rock.
Liderados por Billy Corgan, estavam na crista da onda. Cinco amigos, reunidos em Nova York, riam com uma letra que tirava sarro do sucesso de Corgan e companhia. Os versos “Fora em turnê com o Smashing Pumpkins / Crianças da natureza / Eu e eles não temos função / Não entendo uma palavra do que eles dizem / E eu posso realmente não dar a mínima”, criados por Stephen Malkmus, pertenciam à música recém-criada ‘Range Life’, laçada no ano seguinte, no álbum ‘Crooked Rain, Crooked Rain’. Na mesma música, logo em seguida, eles disparavam contra o Stone Temple Pilots – “Eles são elegantes, solteiros / Para mim eles são sexy. Eles são sexy para você?”
Eles não eram crianças brincando. À época, a idade da turma variava entre 26 e 40 anos. Juntos, eles formavam o Pavement. Alcançaram o auge criativo e, mais, criavam um novo estilo musical. ‘Range Life’, por exemplo, é um hino do rock alternativo, graças ao estilo descompromissado de Malkmus ao cantar. Até seu desafinar, ao tentar alcançar as notas mais agudas, era acompanhado pelos outros instrumentos. Por coisas assim, o Pavement nunca encontrou espaço na música comercial. Ainda assim, eles conquistaram fãs fervorosos e tiveram cinco discos muito bem avaliados pela crítica, de 1989 a 1999, quando a banda chegou ao fim. “Estávamos cansados de tudo isso. A música estava caminhando em direção às batidas eletrônicas. Acho que a gente não precisava disso”, explica Bob Nastanovich, percussionista da banda, por telefone ao JT, de Kansas City, nos EUA.
Detalhe: Nastanovich fala, no presente, como percussionista da banda. É que, em setembro de 2009, o Pavement anunciou uma turnê de despedida para este ano. E o Brasil entrou no cronograma. “Durante os anos 90, tivemos algumas oportunidades de ir até a América do Sul. Mas nunca deu certo”, disse o músico.
Eles vão tocar no Planeta Terra Festival, no dia 20 de novembro. A entrada da banda está marcada para às 23h30. E, por uma daquelas coincidências que fariam aquela tia ranzinza dizer “eu te avisei”, o Smashing Pumpkins – justo eles, daquela música de 1993 – subirão ao palco logo em seguida. “Nossa, é mesmo?”, surpreende-se Nastanovich, que não sabia do fato. “O Stephen (Malkmus, vocalista do Pavement) é sabichão e irônico. Ele quis ser engraçado. Sequer se preocupou em ferir os sentimentos de alguém. Mas os caras do Smashing Pumpkins e Stone Temple Pilots deveriam esperar que, por ser bem sucedidos, eles seriam alvos”, diz.
Mas a pergunta que não quer calar é: eles vão tocar a música que critica o Smashing Pumpkins no Brasil? “É claro! Se eles ficarem chocados, é porque não têm senso de humor. Mas não nos importamos. Temos nossos fãs. Eu tento não pensar naquele cara Billy Corgan, vocalista do Pumpkins). Ele é muito chato para mim”. Para os fãs brasileiros, é, talvez, a única oportunidade de ver a banda ao vivo, com a formação quase igual àquela de 1993, da época da gravação de ‘Range Life’ – o baterista Gary Young foi substituído por Steve West. “É uma turnê para colocar a cereja no bolo”, conclui Nastanovich.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 17/09/2010

Estado de São Paulo

"Scorpions: ponto final em São Paulo".

"João Bosco mostra seu último álbum em SP".

Folha de São Paulo

""Túmulo" de Martinho da Vila vira atração turística no Rio de Janeiro".

Jornal do Brasil

"JB leva você ao show da Diana Krall".

"VMB 2010: Restart sai com cinco troféus mas é vaiado".

Estadão - Scorpions: ponto final em São Paulo

O Estado de S. Paulo

"Queremos encerrar a carreira extraordinária do Scorpions no auge. Concordamos que chegamos ao fim da estrada com o melhor álbum que já gravamos." Foi com esta declaração, publicada em janeiro no site oficial da banda, que os fãs ficaram sabendo do fim de uma trajetória de mais de 40 anos. Mas havia um consolo: "Vamos iniciar uma turnê pelo nosso país e passaremos por outros continentes nos próximos anos".
O quinteto vem ao Brasil em clima de despedida, portanto. A procura pelo show de domingo (19) no Credicard Hall foi tão grande que uma apresentação extra foi marcada para o sábado (18).
Quem já garantiu seu ingresso para uma das noites não deve se decepcionar: apesar de ser a turnê do disco ‘Sting in The Tail’, lançado em março, poucas faixas do novo álbum têm aparecido no repertório dos roqueiros.
Na passagem por Munique, por exemplo, velhas canções como ‘Still Loving You’, ‘Wind of Change’ e ‘Rock You Like a Hurricane’ foram lembradas, agradando aos fãs das antigas. Não se surpeeenda se você começar a gostar de despedidas.

ONDE: Credicard Hall. Av. das Nações Unidas, 17.955,Sto. Amaro, 4003-6464.
QUANDO: Sáb. (18), 22h; dom., 20h. QUANTO: R$ 100/R$ 600.

Estadão - João Bosco mostra seu último álbum em SP

O Estado de S. Paulo


Poucas coisas são mais desonestas do que artistas que se ancoram até hoje no sucesso do passado. Quem prima pelo contrário, tem sempre o compromisso de se inquietar em busca da renovação. Como João Bosco, que, aos 64 anos, sendo mais de 40 de carreira, mostra novamente como se reinventar com seu disco Não Vou Pro Céu, Mas Já Não Vivo no Chão (2009), que finalmente será apresentado em São Paulo.
Marcos De Paula/AEJoão BoscoQuem pegar o disco para ouvir ou for aos shows esperando encontrar aquele violão batucado e percussivo de João, como em Cabeça de Nego (1986) ou Benguelê (1998), deve ser surpreendido. Há síncopes em Tanajura ou Sonho de Caramujo. Obviamente existe a marca de João Bosco, mas aflora desta vez um lado muito mais melódico e harmônico. Um balaio de gêneros que consegue ser belíssimo e diferente dos muitos e consagrados trabalhos anteriores.
"Estou sempre ouvindo coisas novas e outras antigas que eu não conhecia, tentando crescer e ampliar meu universo musical. Enquanto você estiver vivendo esse processo de inquietação, de espanto, é sinal de que você está pulsando e de que ainda está na pontaria", comenta o compositor, cantor e violonista.
Nas três apresentações, ele toca sete temas do álbum novo. Entre eles, o surpreendente e torto Jimbo no Jazz (parceria com Nei Lopes), Pintura (com Carlos Rennó), Tanto Faz, Tanajura (com seu filho Francisco Bosco), e Sonho de Caramujo e Navalha (marcando seu reencontro artístico com o longevo parceiro Aldir Blanc). Além das inéditas, os shows também terão suas composições antológicas, como Corsário e Caça à Raposa, além de releituras de temas de outros compositores. "Tocar todas do disco seria pedir atenção em demasia do público. São inéditas e sempre precisa de um tempo para que elas cheguem às pessoas", explica.

João Bosco - Teatro Fecap. Av. Liberdade, 532, tel. 4003-1212. Sexta, 21h30, sábado, 21h, domingo, 19 h. R$ 120.

Folha - "Túmulo" de Martinho da Vila vira atração turística no Rio de Janeiro

DE SÃO PAULO

O mausoléu que Martinho da Vila mandou construir para homenagear sua mãe, Teresa de Jesus, no cemitério de Duas Barras (175 km do Rio de Janeiro), terra natal do sambista, virou ponto turístico.
Cheio de imagens, ele está sendo chamado pelos moradores do lugar de "o túmulo do Martinho".
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta sexta-feira (17). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

JB - JB leva você ao show da Diana Krall

Jornal do Brasil


Menos de dois anos após seu último show no Brasil, a cantora e pianista Diana Krall, um dos mais importantes nomes do jazz contemporâneo, volta ao país com a turnê de lançamento do álbum Quiet Nights. O 12º disco de sua carreira, gravado no ano passado, foi inspirado na bossa nova, gênero pelo qual é apaixonada desde pequena.
O CD traz clássicos da bossa, como a faixa-título Quiet Nights - versão em inglês de Corcovado –, Este Seu Olhar, de Tom Jobim, So Nice, de Marcos Valle e The Boy From Ipanema, versão do hino carioca Garota de Ipanema; além de tributos ao jazz internacional. Após a passagem por São Paulo e Brasília, a turnê Quiet Nights, que vai percorrer 13 países, chega ao Rio de Janeiro na segunda (20), no Teatro Oi Casagrande, às 21h.
O Jornal do Brasil vai dar a você a chance de levar um acompanhante a este grande show na noite carioca. Para participar da promoção e concorrer a um par de ingressos, você precisa:
- Enviar uma foto de sua autoria mostrando o quanto você é fã da cantora Diana Krall para msociais@jb.com.br . - Ao enviar a foto você estará, automaticamente, autorizando a publicação da mesma no site do Jornal do Brasil.
- As inscrições serão aceitas até dia 19/09/2010 às 23:59.
O resultado será divulgado dia 20/09/2010, às 11h da manhã.
- Os autores das duas fotos mais criativas ganharão um par de ingressos cada um para assistir ao show da Diana Krall no dia 20 de setembro, no Teatro Oi Casa Grande.
- A retirada do prêmio deverá ser feita pelo vencedor, no Jornal do Brasil.

JB - VMB 2010: Restart sai com cinco troféus mas é vaiado

Portal Terra

SÃO PAULO - A banda Restart comprovou o favoritismo e levou cinco troféus no VMB 2010, que aconteceu na noite desta quinta-feira, no Credicard Hall, em São Paulo. Os meninos coloridos foram consagrados nas categorias Artista do Ano, Clipe do Ano, Hit do Ano, Revelação e Pop. Apesar de o grupo ter recebido mais votos do público, grande parte dos jovens presentes na plateia da premiação não ficou satisfeita com o resultado. O grupo recebeu os prêmios sob vaias. "Nós tivemos muitas oportunidades de agradecer hoje. Mesmo quem vaiou, obrigado, críticas são bem-vindas", disse o vocalista Pe Lanza no palco, ao receber o troféu de Artista do Ano. A 16ª edição do Video Music Brasil começou com o apresentador da noite, o VJ Marcelo Adnet, mandando um rap com Fernandinho Beatbox. Até Sandy se arriscou a fazer graça e cantou da plateia uma música sobre a premiação. O VMB abriu a noite com a primeira convidada, a modelo paraguaia Larissa Riquelme (sim, a capa da Playboy de setembro). Ela apresentou a categoria Show do Ano, que consagrou o Nx Zero. Os integrantes agradeceram a equipe, a família, as bandas concorrentes e os fãs. Ao final do discurso, o vocalista Di Ferrero afirmou que o prêmio não se trata de uma competição, e aproveitou para divulgar o número de contato para contratar os shows do Nx Zero. O segundo convidado famoso, Leo Santana, do hit Rebolation, dançou, rebolou e apresentou os indicados a categoria Aposta, levada por Thiago Petit. Em seguida, Marimoon chamou o show do Restart, que fez uma apresentação ao ar livre na Praça Victor Civita, em São Paulo. Dani Calabresa foi sensação com sua clássica imitação de Luciana Gimenez (sem dispensar seu shake na mão). Ela apresentou a categoria Artista Internacional. Apesar da vitória de Justin Bieber, Laura Fontana, a mini Lady Gaga descoberta no programa Qual é o Seu Talento?, do SBT, invadiu o palco e "roubou" o troféu. A atração internacional 3OH!3 fez uma participação especial, apresentando o show da banda Fresno, que enlouqueceu as fãs com os hits Redenção e Revanche. Outro gringo da noite foi Christian Chávez, ex-RBD. O cantor anunciou a categoria Webstar. Artistas de outras emissoras foram convidados para anunciar categorias e atrações. Roberto Justus (SBT) apresentou o prêmio Revelação do Ano; Raul Gil (SBT) chamou a categoria Melhor Clipe do Ano; Sabrina Sato e Charles Henrique - mais conhecido como Henriquepédia (RedeTV!) - apresentaram o show do Otto e Danilo Gentili (Band), ao lado dos lutadores do UFC, Cigano e Anderson Silva, entregou o troféu Hit do Ano para o Restart. A culinarista Palmirinha Onofre, recém-saída da Gazeta, fez bonito no VMB ao lado dos Colírios Capricho. Ela chamou o show do Capital Inicial, que cantou no palco Depois da Meia Noite. O VMB também teve seu momento nostalgia com a presença de Thunderbird e Sabrina Parlatore. VJs da MTV nos anos 90, eles fizeram uma brincadeira fingindo apresentar um prêmio surpresa. Bento Ribeiro recebeu o troféu, comemorou tascando um beijo na boca de uma gordinha e fingiu estar bebendo há 20 horas em comemoração ao aniversário de 20 anos da emissora. Depois, apresentou o show do Jam de 20 anos (com Glória, Hevo 84, Replace e Fake Number). Os americanos do OK Go! se apresentaram no penúltimo bloco. O VMB 2010 terminou com a funkeira Valesca Popozuda no palco em uma sátira com Adnet e Cesar Polvilho (do Pânico na TV!). Confira a lista completa dos vencedores do VMB 2010 Artista Do Ano Restart Clipe Do Ano Restart, com Recomeçar Show Do Ano Nx Zero Hit Do Ano Restart, com Levo Comigo Revelação Restart Aposta Thiago Petit Rock Pitty Rap MV Bill Pop Restart MPB Diogo Nogueira Música Eletrônica Boss In Drama Artista Internacional Justin Bieber Webstar Felipe Neto Webhit Justin Biba - Paródia Justin Bieber (Música Baby) Game Super Mario Galaxy 2

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 16/09/2010

Estado de São Paulo

"Ione Papas relança CD em homenagem a Noel Rosa".

"Silvia Machete mostra novo álbum 'Extravaganza' em SP".

"Plácido Domingo é homenageado por Academia Latina da Gravação".

Folha de São Paulo

"Mãe de Michael Jackson processa produtora pela morte do cantor".

Jornal da Tarde

"Show em dose dupla e sem repeteco".

Estadão - Ione Papas relança CD em homenagem a Noel Rosa

AE - Agência Estado

Em 2000, a cantora baiana Ione Papas, radicada em São Paulo, estreou em disco homenageando o compositor carioca Noel Rosa (1910-1937). Como parte das comemorações dos 100 anos do Poeta da Vila, ela relança agora o CD "Noel por Ione" (Dabliú Discos), e retoma uma série de shows com a apresentação de hoje no Sesc Pinheiros, em São Paulo, dentro do projeto Salve o Compositor. De timbre delicado, miudinha, Ione cresce no palco, cheia de ginga, voz bem projetada e afinada.
Criteriosa na escolha de repertório ela já era antes de mergulhar no universo de Noel, de quem gravou pérolas esquecidas, fugindo do óbvio. "É uma característica minha, de sempre buscar coisas novas, diferentes. O cara tem uma obra imensa e todo mundo só grava as mesmas coisas... Você vê aí as homenagens, os songbooks, é uma ou outra coisa que as pessoas variam", diz.
Ione começou a carreira profissional, cantando na noite em Salvador, e conviveu com o samba de Cartola, Assis Valente, Geraldo Pereira, Pixinguinha desde criança por influência paterna. Em 1984, conhecendo o básico de Noel mais por seus intérpretes, ao pesquisar repertório para seus shows, encontrou na discoteca de um amigo um LP de Aracy de Almeida (1914-1988) cantando Noel. Foi arrebatamento imediato. "Só conhecia a Aracy como jurada de Silvio Santos", lembra. A partir daí Aracy virou referência de intérprete para ela.
Hoje Ione canta acompanhada de Paulo Ribeiro (violão), Filipe Dourado (cavaquinho), Denilson Oliveira e Samba Sam (percussão), Dico Lars Casas (trombone) e João Poleto (sax e flauta). Além do repertório do CD, ela interpreta Sabotagem no Morro (Wilson Batista/Haroldo Lobo), que nada tem que ver com a famosa polêmica entre Wilson e Noel. Mais uma inspiração que vem de Aracy de Almeida. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ione Papas - Sesc Pinheiros ( Rua Paes Leme, 195). Tel. (011) 3095-9400. Hoje, 20h. De R$ 3 a R$ 16.

Estadão - Silvia Machete mostra novo álbum 'Extravaganza' em SP

AE - Agência Estado

Cantora performática, circense, bem-humorada, a carioca Silvia Machete diz que não faz showzinho, mas showzão. Suas acrobacias com bambolês são antológicas, mas agora ela está noutra onda. Seu novo álbum, "Extravaganza" (Coqueiro Verde), dá indícios de que ela não está aí só para brincadeiras. A música bem elaborada vem em primeiro plano - sem dispensar a performance, como vai mostrar hoje no Studio SP.
Tropicalista, Silvia juntou pérolas de Itamar Assumpção, Jorge Mautner e Nelson Jacobina, duas canções de Fabiano Krieger, uma da dupla Domenico Lancellotti e Alberto Continentino, parcerias inéditas dela com Erasmo Carlos, Rubinho Jacobina, Hyldon e Marcio Pombo. De boas surpresas o repertório ainda tem uma versão da belíssima "Como la Cigarra", da argentina María Elena Walsh. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Silvia Machete - Studio SP (Rua Augusta, 591). Tel. (011) 3129-7040. De hoje para amanhã, 1 h. R$ 20.




Estadão - Plácido Domingo é homenageado por Academia Latina da Gravação

REUTERS

LOS ANGELES (Reuters Life!) - O astro da ópera Plácido Domingo será homenageado em novembro pela Academia Latina da Gravação, como Personalidade do Ano, durante um evento para arrecadação de fundos na véspera dos Grammys Latinos em Las Vegas.
O tenor espanhol foi escolhido por "suas realizações filantrópicas e profissionais", disse a academia em comunicado.
Domingo, de 69 anos, fundou a Operalia, uma competição de voz com para incentivar carreiras na ópera. Ele também arrecadou milhões de dólares em concertos beneficentes para vítimas de diversos desastres naturais.
Ele é o único artista remanescente dos Três Tenores, depois da morte de Luciano Pavarotti em 2007, com câncer, e a aposentadoria de José Carreira no ano passado. O cantor foi submetido a uma cirurgia de câncer de cólon em março, mas voltou a se apresentar em abril.
Domingo nasceu na Espanha e sua família era de cantores de ópera. Aos oito anos se mudou para o México, onde frequentou o Conservatório Nacional de Música, na Cidade do México, inicialmente estudando piano e regência.
Ele fez sua estreia oficial como cantor no Metropolitan Opera House em Nova York em 1968 e agora aparece com regularidade em todas as grandes casas de ópera do mundo.
Atualmente é o diretor geral da Ópera Nacional de Washington e a Ópera de Los Angeles, assim como o conselheiro artístico para a Orquestra Jovem das Américas.
Ele receberá a homenagem durante um concerto e um jantar no dia 10 de novembro, um dia antes da 11a cerimônia anual dos Grammys Latinos. O espanhol Alejandro Sanz, o astro do merengue dominicano Juan Luis Guerra, o cantor e tecladista mexicano Mario Domm e o cantor e compositor uruguaio Jorge Drexler são os artistas com maior número de indicações, com quatro nomeações cada.




Folha - Mãe de Michael Jackson processa produtora pela morte do cantor

DA FRANCE PRESSE, EM LOS ANGELES

A mãe de Michael Jackson apresentou uma ação judicial na quarta-feira em Los Angeles contra a AEG, a empresa que promovia os shows que o filho deveria fazer em Londres em 2009, acusando o grupo de ter sido negligente com a saúde do cantor, que faleceu durante os ensaios.
Katherine Jackson apresentou a ação na Corte Superior de Los Angeles, em seu nome e dos três filhos do astro pop. O pedido é de indenização por danos e prejuízos, mas sem um valor específico.
Ela afirma que o grupo AEG não ofereceu ao cantor um acompanhamento médico adequado durante a preparação dos shows, e que foi negligente ao confiar o astro aos cuidados exclusivos do doutor Conrad Murray.
Murray está sendo processado por homicídio doloso por ter administrado a Michael Jackson o poderoso anestésico propofol, que o cantor utilizava como sonífero e que provocou sua morte, em 25 de junho de 2009, aos 50 anos.
O processo de Katherine Jackson considera o grupo AEG responsável pelas decisões médicas de Murray. Michael Jackson é descrito como "perdido, assustado, com lapsos de memória, obsessivo e desorientado" nos meses anteriores à sua morte.

JT - Show em dose dupla e sem repeteco

Jornal da Tarde


Justin Sullivan já era um cinquentão quando ele e sua banda, o New Model Army, tiveram seus vistos de entrada nos Estados Unidos negados, em 2007. Foi uma reação tardia – e passageira – por parte do governo americano contra os músicos que, em 30 anos de carreira, se acostumaram a alfinetar, direta e indiretamente, a política ianque.
Eles não aprenderam. E, como o tempo mostrou, nem precisaram. O último disco dos ingleses, ‘Today Is a Good Day’, de 2009, por exemplo, foi produzido em meio ao colapso de Wall Street do ano anterior, cuja faixa de abertura, homônima, celebra o declínio da economia americana. “Eles tinham reivindicado a vitória/ Eles parecem tão idiotas agora”, são algumas das palavras ácidas que saem da boca de Sullivan na canção. Nem a nova alfinetada proibiu o New Model Army de voltar aos Estados Unidos na turnê de celebração do 30º aniversário da banda.
A cidade escolhida para a estreia não poderia ter sido outra: Nova York, nos dias 3 e 4 de setembro. “Sempre tivemos uma relação engraçada com a América”, conta Sullivan, 54 anos, vocalista e guitarrista da banda, com seu sotaque britânico carregado, diretamente da sua casa, em Bradford, na Inglaterra. A segunda parada da turnê comemorativa é justamente São Paulo, onde tocam amanhã e sábado, no Citibank Hall.
A terceira passagem promete ser diferente das duas primeiras (em 1991 e 2007). Avessos a reproduzir no palco um material antigo, o New Model Army abre nova exceção nesta série de apresentações – a primeira foi em 2000, quando completou 20 anos na estrada. A banda pretende apresentar, pelo menos, quatro músicas de cada um dos 13 álbuns lançados. Isso significa 52 canções divididas nas duas apresentações.
“Queremos dar aos fãs a oportunidade de ver, ao vivo, músicas que não teriam em qualquer outra turnê”, explica Sullivan. “Normalmente, focamos as apresentações nas composições do último disco lançado, não em raridades”. Os shows em São Paulo seguirão o mesmo script de Nova York. O início se dará com uma performance acústica e, depois de uma breve parada, os ingleses voltarão para completar o repertório com instrumentos elétricos. Uma oportunidade de viajar pelo tempo, com um pós-punk temperado por letras críticas e guitarras pesadas.
“Nós temos mais de 200 músicas gravadas. Então, não foi difícil conseguir criar um set-list para dois shows seguidos, sem repetir nada”, explica Sullivan. Mas o revival obrigou a banda a se reunir para lembrar as gravações antigas, principalmente as dos anos 1980, num processo que durou duas semanas. “Precisávamos reaprender a tocar algumas delas”, diz.
Repassar o material antigo deixou em Sullivan o gosto da saudade. Enquanto reaprendia as canções, o vocalista se lembrava do amigo e baterista Robert Heaton, que deixou a banda em 1998, por conta de um câncer no pâncreas que o venceu em 2003. “Foi uma grande perda para o mundo”, diz.
Apesar da referência emotiva, Sullivan não é dado a sentimentalismos. De forma gentil, evita falar sobre o relacionamento de 31 anos com a escritora inglesa Joolz Denby. “Sempre estamos juntos. Ela é a pessoa mais importante que conheci na minha vida. Mas não somos casados. É algo complicado que não preciso explicar”, resume.
É falando sobre sua música que se sente à vontade. Se puder alfinetar os americanos, então, está em casa. “Me perguntaram por que o preço dos ingressos no Brasil (R$ 80 a R$ 150) eram mais caros do que nos Estados Unidos (cerca de R$ 41). A resposta é porque eles são gordos (risos). Mas outra, mais rápida e divertida, porque é um dos países de terceiro mundo, decadente. Enquanto o outro é o Brasil”.

DIVIRTA-SE
Show do New Model Army.
No Citibank Hall. Av. Jamaris, 213, Moema.
T: 4003-6464.
Sexta (17) e sábado (18), às 22h.
R$80 a R$150, para um dia. R$ 126,00 a R$ 290,00, para os dois shows.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Destaques dos Jornais 15/09/2010

Estado de São Paulo

"Subprefeitura oferece vagas para 'Orquestra Jovem'".

Folha de São Paulo

"Atração do VMB, OK Go promete surpresas em shows no Brasil".

"Prestes a vir ao país, Bon Jovi manda recado para fãs brasileiros".

"Eminem fará show em festival no Brasil em novembro".

Jornal do Brasil

"Kings of Leon e Groove Armada trocam ofensas em festival".

Estadão - Subprefeitura oferece vagas para 'Orquestra Jovem'

AE - Agência Estado

Será aberta nesta quarta-feira, 15 de setembro, o processo de seleção que vai escolher 30 jovens músicos para realizar, gratuitamente, aulas de música clássica em São Paulo.
Após o término do curso, o grupo vai atuar como orquestra jovem da Subprefeitura de Vila Prudente, na zona leste, e se apresentar em eventos oficiais da cidade.
Os interessados em se inscrever devem ligar para a subprefeitura, no telefone (11) 3397-0896, ou comparecer à sede do órgão. Para participar, é necessário ter algum conhecimento musical. As vagas são limitadas.
Os alunos vão aprender a tocar instrumentos de cordas, sopros, percussão, bem como técnicas de canto coral em diversos estilos musicais. O projeto também proporciona concentração, disciplina e apuração da sensibilidade.

Folha - Atração do VMB, OK Go promete surpresas em shows no Brasil

DE SÃO PAULO

Já faz quarto anos que o OK Go virou febre na internet graças ao clipe bem sacado de "Here It Goes Again", mas até hoje o quarteto norte-americano segue correndo o risco de entrar para a história como uma banda de um único hit virtual. Sem fugir do perigo, o grupo vem ao Brasil nesta quarta-feira para se apresentar no VMB, principal premiação da MTV no país.
No vídeo famoso, filmado em uma única tomada, o OK Go encena uma coreografia em cima de esteiras em movimento. O sucesso do clipe lançou a banda para a parada de singles dos EUA pela primeira vez e lhe rendeu um Grammy naquele ano.
Em entrevista à Folha, o baixista Tim Nordwind não revela como será a performance da banda no VMB, escapando com a desculpa de que essa questão ainda não foi resolvida. Aproveitando sua primeira vinda ao Brasil, o grupo também fará shows em São Paulo e Porto Alegre nesta sexta e sábado, respectivamente, e sobre essas apresentações o músico se mostra mais disposto a falar.
"O publico já teve 40 anos de rock and roll e já se acostumou com o formato tradicional de shows -- a banda toca no palco, o público assiste fumando um cigarro, a banda age como se nem existisse uma plateia... Tentamos fazer o oposto disso, fazendo o show parecer uma festa à qual todas as pessoas são convidadas", empolga-se.
Segundo ele, o público não poderá reclamar de tédio. "Nós gostamos de ter elementos surpresa nos shows, mudanças e coisas inesperadas. O mais importante ao vivo é tentar se conectar".

MÚSICAS NOVAS

Garantindo não ter se assustado com o sucesso repentino alavancado pela internet, o grupo chega ao Brasil com um novo álbum na bagagem. "Of the Blue Colour of the Sky", lançado em janeiro deste ano por uma grande gravadora e relançado em abril pelo selo da própria banda, repete o pop rock melodioso dos dois trabalhos anteriores, mas aponta para caminhos diferentes com uma pequena dose de psicodelia e uma improvável influência de Prince.
O baixista conta que o novo trabalho foi fruto de cansaço e amadurecimento. "Quando voltamos da turnê de dois anos e meio do álbum 'Oh No' [2005], estávamos quatro anos mais velhos do que quando gravamos aquele disco. Quando sentamos para compor, percebemos que teríamos que nos reinventar para descobrir o que ia nos excitar", diz.
O músico revela que o processo de composição dos primeiros dois trabalhos de estúdio do grupo era racional e objetivo. "Nós decidíamos que queríamos escrever um hino roqueiro e não parávamos enquanto não conseguíamos algo que parecesse com 'We Will Rock You' ou 'I Love Rock and Roll'". Dessa vez, as músicas evoluíram de forma mais emocional. "Escrevíamos coisas no momento e não nos preocupávamos se aquilo se parecia com OK Go".

IDEIAS LOUCAS

Para promover o CD, a banda investiu novamente em clipes criativos e elaborados. O vídeo de "End Love" faz uso novamente do plano sem cortes e acompanha o quarteto por um período de 21 horas com o registro final acelerado para caber no tempo da faixa enquanto "This Too Shall Pass" mostra uma grande máquina de reação em cadeia construída para, como um dominó, se desmontar em harmonia com a música.
Para Nordwind, nada disso é uma tentativa consciente de superar o sucesso de "Here It Goes Again". "Damian [Kulash, vocalista] e eu nos conhecemos há mais de 20 anos e nossa amizade está baseada no fato de gostarmos de fazer coisas juntos. Para nós, ela está ligada à oportunidade de perseguir as nossas ideias mais loucas. Estamos nisso pelo prazer de fazer as coisas, não por uma competição", defende.

VMB 2010
QUANDO dia 16, às 22h, na MTV
CLASSIFICAÇÃO livre

OK GO EM SÃO PAULO
QUANDO dia 17, às 23h30
ONDE Estúdio Emme (Av. Pedroso de Morais, 1036, Pinheiros, tel.: 2626-5835)
QUANTO R$ 60
CLASSIFICAÇÃO 18 anos

OK GO EM PORTO ALEGRE
QUANDO dia 18, às 23h
ONDE Sociedade Hebraica (João Telles, 508, Bom Fim)
QUANTO R$ 50
CLASSIFICAÇÃO não informada