Folha de São Paulo
"Stone Temple Pilots "renasce" após desintoxicação do vocalista".
"Festival de música na Escócia proíbe vuvuzelas".
Jornal da Tarde
"Peter Frampton faz show em São Paulo".
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Folha - Stone Temple Pilots "renasce" após desintoxicação do vocalista
da Folha de São Paulo
O mais surpreendente ao ouvir o sexto álbum da banda americana Stone Temple Pilots não é constatar que o quarteto preserva a pegada hard rock que o consagrou.
O mais incrível é que o vocalista Scott Weiland está vivo. E cantando bem. Na faixa "Hickory Dichotomy", por exemplo, berra como garoto.
O grupo foi acusado de copiar o Pearl Jam quando apareceu na cena grunge, em 1992. Mas escutar no novo disco a levada quase Beatles de "Dare If You Dare" ou a pesada "Hazy Daze", que poderia estar em qualquer bom disco do Deep Purple, faz o ouvinte pensar como uma banda tão boa ficou tanto tempo separada.
O álbum, que leva o nome do grupo, é o primeiro desde "Shangri-La Dee Da", de 2001, quando os problemas de Weiland com cocaína e heroína passaram da conta. Os irmãos Robert (baixo) e Dean DeLeo (guitarra) e o baterista Eric Kretz partiram para outros projetos.
Weiland fez dois álbuns solos e foi cantar no Velvet Revolver, que tinha um guitarrista acostumado a cantores problemáticos: Slash, parceiro de Axl Rose no Guns N' Roses. Quem viu os shows do Velvet Revolver no Brasil conferiu de perto seu estado quase morto-vivo.
A reunião do Stone Temple Pilots se deu após a desintoxicação de Weiland e prova que a força do álbum de estreia, "Core", continua viva e segue a mesma receita.
A banda mistura grunge com hard rock setentista. Até aí é o que o Pearl Jam faz, mas Weiland e Robert DeLeo também têm os pés no rock de sucesso radiofônico que ouviam quando moleques, como Cheap Trick e Styx.
Com esse ingrediente, o Stone Temple Pilots não tem medo de soar às vezes como rock de arena, feito um Bon Jovi com menos condicionador no cabelo e mais uísque no estômago e substâncias ilegais nas veias.
O novo álbum tem o lado pop na deliciosa "First Kiss in Mars" e a face pesada na espetacular "Bagman", que pode abrir qualquer "greatest hits" do grupo. Uma grande volta do Stone Temple Pilots.
STONE TEMPLE PILOTS
ARTISTA: Stone Temple Pilots
GRAVADORA: Warner
QUANTO: R$ 32,80, em média
AVALIAÇÃO: ótimo
O mais surpreendente ao ouvir o sexto álbum da banda americana Stone Temple Pilots não é constatar que o quarteto preserva a pegada hard rock que o consagrou.
O mais incrível é que o vocalista Scott Weiland está vivo. E cantando bem. Na faixa "Hickory Dichotomy", por exemplo, berra como garoto.
O grupo foi acusado de copiar o Pearl Jam quando apareceu na cena grunge, em 1992. Mas escutar no novo disco a levada quase Beatles de "Dare If You Dare" ou a pesada "Hazy Daze", que poderia estar em qualquer bom disco do Deep Purple, faz o ouvinte pensar como uma banda tão boa ficou tanto tempo separada.
O álbum, que leva o nome do grupo, é o primeiro desde "Shangri-La Dee Da", de 2001, quando os problemas de Weiland com cocaína e heroína passaram da conta. Os irmãos Robert (baixo) e Dean DeLeo (guitarra) e o baterista Eric Kretz partiram para outros projetos.
Weiland fez dois álbuns solos e foi cantar no Velvet Revolver, que tinha um guitarrista acostumado a cantores problemáticos: Slash, parceiro de Axl Rose no Guns N' Roses. Quem viu os shows do Velvet Revolver no Brasil conferiu de perto seu estado quase morto-vivo.
A reunião do Stone Temple Pilots se deu após a desintoxicação de Weiland e prova que a força do álbum de estreia, "Core", continua viva e segue a mesma receita.
A banda mistura grunge com hard rock setentista. Até aí é o que o Pearl Jam faz, mas Weiland e Robert DeLeo também têm os pés no rock de sucesso radiofônico que ouviam quando moleques, como Cheap Trick e Styx.
Com esse ingrediente, o Stone Temple Pilots não tem medo de soar às vezes como rock de arena, feito um Bon Jovi com menos condicionador no cabelo e mais uísque no estômago e substâncias ilegais nas veias.
O novo álbum tem o lado pop na deliciosa "First Kiss in Mars" e a face pesada na espetacular "Bagman", que pode abrir qualquer "greatest hits" do grupo. Uma grande volta do Stone Temple Pilots.
STONE TEMPLE PILOTS
ARTISTA: Stone Temple Pilots
GRAVADORA: Warner
QUANTO: R$ 32,80, em média
AVALIAÇÃO: ótimo
Folha - Festival de música na Escócia proíbe vuvuzelas
DE SÃO PAULO
Os organizadores do festival escocês T in the Park proibiram a entrada de vuvuzelas na área dos shows. A medida foi adotada para impedir que o som alto da corneta sul-africana atrapalhe as performances e incomode os artistas.
"Apesar de o T in the Park ser um festival que sempre carrega um clima festivo, nós temos que respeitar os artistas e os milhares de fãs que querem ouvir a música sem serem perturbados por barulhos como o som das vuvuzelas", diz o comunicado oficial do evento.
As vuvuzelas levadas ao festival serão confiscadas pela segurança.
O festival realizado no interior da Escócia acontece entre os dias 9 e 11 de julho. As principais atrações do evento deste ano serão as bandas britânicas Muse e Kasabian e o rapper Eminem.
Os organizadores do festival escocês T in the Park proibiram a entrada de vuvuzelas na área dos shows. A medida foi adotada para impedir que o som alto da corneta sul-africana atrapalhe as performances e incomode os artistas.
"Apesar de o T in the Park ser um festival que sempre carrega um clima festivo, nós temos que respeitar os artistas e os milhares de fãs que querem ouvir a música sem serem perturbados por barulhos como o som das vuvuzelas", diz o comunicado oficial do evento.
As vuvuzelas levadas ao festival serão confiscadas pela segurança.
O festival realizado no interior da Escócia acontece entre os dias 9 e 11 de julho. As principais atrações do evento deste ano serão as bandas britânicas Muse e Kasabian e o rapper Eminem.
JT - Peter Frampton faz show em São Paulo
Jornal da Tarde
Dono de sucessos como “Baby I Love Your Way”, “I Love That Way” e “I’m in You”, o cantor e guitarrista inglês Peter Frampton vai se apresentar no Via Funchal, no dia 17 de setembro, às 22h. O show na capital paulista faz parte de uma turnê, que inclui ainda Brasília (dia 9), Rio de Janeiro (11), Porto Alegre (14) e Belo Horizonte (18). Os ingressos, de R$ 140 a R$ 300, estão à venda.
Peter Frampton aprendeu a tocar guitarra aos 8 anos de idade. Aos 16, largou a escola e montou a banda The Herds, com a qual logo conheceu o sucesso. Mas não foi só sua música que caiu no gosto do público. Em 1968, sua beleza lhe rendeu o título de “O rosto de ‘68″, dado pela imprensa especializada.
O talento do britânico se impôs e, depois da The Herd, formou a banda Humble Pie, com Steve Marriott, do Small Faces. Seu auge foi nos anos 70, já em carreira solo. “Frampton Comes Alive”, lançado em 1975, permaneceu no topo das paradas por dez semanas e o álbum vendeu nada menos que 16 milhões de cópias no mundo.
A carreira de Frampton depois passou por vários reveses. O músico não só sofreu um acidente que quase o matou, nas Bahamas, em 1978, como mergulhou nas drogas e no álcool.
Após o atentado ao World Trade Center em Nova York, em 11 de setembro de 2001, o artista resolveu tornar-se cidadão americano. E no começo deste ano, lançou ”Thank You Mr.Churchill”, com teor autobiográfico.
Dono de sucessos como “Baby I Love Your Way”, “I Love That Way” e “I’m in You”, o cantor e guitarrista inglês Peter Frampton vai se apresentar no Via Funchal, no dia 17 de setembro, às 22h. O show na capital paulista faz parte de uma turnê, que inclui ainda Brasília (dia 9), Rio de Janeiro (11), Porto Alegre (14) e Belo Horizonte (18). Os ingressos, de R$ 140 a R$ 300, estão à venda.
Peter Frampton aprendeu a tocar guitarra aos 8 anos de idade. Aos 16, largou a escola e montou a banda The Herds, com a qual logo conheceu o sucesso. Mas não foi só sua música que caiu no gosto do público. Em 1968, sua beleza lhe rendeu o título de “O rosto de ‘68″, dado pela imprensa especializada.
O talento do britânico se impôs e, depois da The Herd, formou a banda Humble Pie, com Steve Marriott, do Small Faces. Seu auge foi nos anos 70, já em carreira solo. “Frampton Comes Alive”, lançado em 1975, permaneceu no topo das paradas por dez semanas e o álbum vendeu nada menos que 16 milhões de cópias no mundo.
A carreira de Frampton depois passou por vários reveses. O músico não só sofreu um acidente que quase o matou, nas Bahamas, em 1978, como mergulhou nas drogas e no álcool.
Após o atentado ao World Trade Center em Nova York, em 11 de setembro de 2001, o artista resolveu tornar-se cidadão americano. E no começo deste ano, lançou ”Thank You Mr.Churchill”, com teor autobiográfico.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 29/06/2010
Estado de São Paulo
"Áurea Martins, uma dama da noite carioca".
Folha de São Paulo
"Veja quais são as promessas reveladas no festival de Glastonbury".
Jornal da Tarde
"Roupa Nova grava DVD com convidados".
"Caetano Veloso na trilha de ‘O Bem Amado’".
"Áurea Martins, uma dama da noite carioca".
Folha de São Paulo
"Veja quais são as promessas reveladas no festival de Glastonbury".
Jornal da Tarde
"Roupa Nova grava DVD com convidados".
"Caetano Veloso na trilha de ‘O Bem Amado’".
Estadão - Áurea Martins, uma dama da noite carioca
O Estado de S. Paulo
RIO - Cantar na noite pode ser o início de uma carreira de sucesso na música - aconteceu com Djavan, Ana Carolina, Jorge Vercillo e tantos outros. Mas nem sempre é assim. Há quem comece nos bares da vida e neles construa sua trajetória, permanecendo à margem das prateleiras das lojas e das primeiras páginas. Esta é a história de Áurea Martins, carioca com mais de 50 anos de clubes, boates e casas de shows fora do mainstream. No dia 13, completou 70 anos - aparenta dez menos -, e vem comemorando a data redonda no palco.
Texto de Hermínio Bello de Carvalho sobre a cantora
Na última quinta-feira, pouco antes de um desses shows-festa, no Cordão da Bola Preta, no centro do Rio, ela recebeu o Estado para conversar sobre a efeméride. Áurea diz que não está cansada das noitadas, embora tenha dado pra sofrer de alergias recentemente (resultado da longa exposição à fumaça de cigarro). Não tem, isso é verdade, o mesmo pique de décadas atrás, quando pulava de casa em casa, e tinha entre seus admiradores aquela que ela própria, e todo o Brasil, considerava a maior de todas: Elizeth Cardoso.
"Ela foi minha madrinha. Ia me ver cantar nas boates da zona sul e falava de mim nas entrevistas, me colocava entre as grandes. Dizia que eu era magrinha e me levava pra casa pra comer gemada", lembra a cantora, que se chama Áldima e foi batizada profissionalmente por Paulo Gracindo, nos anos 60 (ele dizia que seu sorriso era reluzente como ouro). Gracindo era apresentador da Rádio Nacional e a moça de Campo Grande, bairro distante de tudo, era uma iniciante que dividia os programas com nomes então consagrados, como Ângela Maria e Zezé Gonzaga, e outros que ainda iriam estourar, caso de Elis Regina. Áurea, por sua vez, jamais estourou. É "quase invisível", nas palavras de Hermínio Bello de Carvalho, que a vem produzindo há alguns anos.
Manteve, porém, seu lugar nos palcos, diante de uma plateia acanhada, mas embevecida com seu timbre único, a emoção nas interpretações, a bela escolha de repertório, que não sucumbe ao óbvio nem ao banal.
Poucos discos. O primeiro LP, com Luizinho Eça, gravou em 1972, como prêmio pelo primeiro lugar conquistado num programa de Flávio Cavalcanti anos antes, cuja final havia sido no principal palco da cidade, o do Teatro Municipal. Levou nota dez de todos os jurados: Maysa (que se afeiçoou à moça pobre e suburbana e acabou por ajudá-la a se vestir para as apresentações, emprestando-lhe vestidos e sapatos), Bibi Ferreira, Paulo Moura, Nelson Motta... Em 2003, veio o segundo, com produção de João de Aquino, e em 2008, o terceiro, com Hermínio e o pianista Zé-Maria Rocha.
Nos três, o samba-canção que Áurea gosta de cantar e conhece bem, muito Dorival Caymmi, Paulo César Pinheiro, Lupicínio Rodrigues, Herivelto Martins, Custódio Mesquita, Ary Barroso. Suas gravações de Janelas Abertas, de Tom e Vinicius, e Embarcação, de Francis Hime e Chico Buarque, são referenciais.
Agora, Áurea está em meio à preparação do quarto disco, novamente com Hermínio. O repertório tem só canções dele com parceiros - os novos, Vidal Assis, Lucas Porto e Luizinho Barcellos, e os antigos, Pixinguinha (Isso É Que É Viver), Dona Ivone Lara (Mas Quem Disse Que Eu Te Esqueço) e Elton Medeiros (Pressentimento). Cartola (com quem Hermínio e Carlos Cachaça compuseram Alvorada), talvez entre no CD.
"Descoberta". Para Hermínio, "essa negona de cara enfezada ou de sorriso estonteante, conforme o momento assim o exigir", tinha que aparecer mais, ser, enfim, "descoberta", para além das meras participações em songbooks (cantou no de Tom, de Chico e de João de Aquino). Já para ela, está bom assim. "Eu não tenho estrutura pra fazer muito sucesso. Tenho medo de avião, gosto de dormir... O meu trabalho é reconhecido por quem eu quero."
Áurea começou pós-adolescente, em clubes, com a mãe a tiracolo. Em seu début, urinou diante da plateia, de pânico. Nos anos 80, saturada das madrugadas, fez concurso e virou inspetora de escola. Não suportou e logo voltou à dedicação integral à música. Ano passado, no eclético Prêmio de Música Brasileira (ex-Tim), foi eleita melhor cantora, mesmo desconhecida do grande público. Áurea vive num apartamento no Catete, bairro outrora nobre da zona sul, e canta na Lapa e arredores, sozinha ou com a Orquestra Lunar, grupo só de mulheres, que tem cinco anos. "É um vício, não sei ficar sem".
RIO - Cantar na noite pode ser o início de uma carreira de sucesso na música - aconteceu com Djavan, Ana Carolina, Jorge Vercillo e tantos outros. Mas nem sempre é assim. Há quem comece nos bares da vida e neles construa sua trajetória, permanecendo à margem das prateleiras das lojas e das primeiras páginas. Esta é a história de Áurea Martins, carioca com mais de 50 anos de clubes, boates e casas de shows fora do mainstream. No dia 13, completou 70 anos - aparenta dez menos -, e vem comemorando a data redonda no palco.
Texto de Hermínio Bello de Carvalho sobre a cantora
Na última quinta-feira, pouco antes de um desses shows-festa, no Cordão da Bola Preta, no centro do Rio, ela recebeu o Estado para conversar sobre a efeméride. Áurea diz que não está cansada das noitadas, embora tenha dado pra sofrer de alergias recentemente (resultado da longa exposição à fumaça de cigarro). Não tem, isso é verdade, o mesmo pique de décadas atrás, quando pulava de casa em casa, e tinha entre seus admiradores aquela que ela própria, e todo o Brasil, considerava a maior de todas: Elizeth Cardoso.
"Ela foi minha madrinha. Ia me ver cantar nas boates da zona sul e falava de mim nas entrevistas, me colocava entre as grandes. Dizia que eu era magrinha e me levava pra casa pra comer gemada", lembra a cantora, que se chama Áldima e foi batizada profissionalmente por Paulo Gracindo, nos anos 60 (ele dizia que seu sorriso era reluzente como ouro). Gracindo era apresentador da Rádio Nacional e a moça de Campo Grande, bairro distante de tudo, era uma iniciante que dividia os programas com nomes então consagrados, como Ângela Maria e Zezé Gonzaga, e outros que ainda iriam estourar, caso de Elis Regina. Áurea, por sua vez, jamais estourou. É "quase invisível", nas palavras de Hermínio Bello de Carvalho, que a vem produzindo há alguns anos.
Manteve, porém, seu lugar nos palcos, diante de uma plateia acanhada, mas embevecida com seu timbre único, a emoção nas interpretações, a bela escolha de repertório, que não sucumbe ao óbvio nem ao banal.
Poucos discos. O primeiro LP, com Luizinho Eça, gravou em 1972, como prêmio pelo primeiro lugar conquistado num programa de Flávio Cavalcanti anos antes, cuja final havia sido no principal palco da cidade, o do Teatro Municipal. Levou nota dez de todos os jurados: Maysa (que se afeiçoou à moça pobre e suburbana e acabou por ajudá-la a se vestir para as apresentações, emprestando-lhe vestidos e sapatos), Bibi Ferreira, Paulo Moura, Nelson Motta... Em 2003, veio o segundo, com produção de João de Aquino, e em 2008, o terceiro, com Hermínio e o pianista Zé-Maria Rocha.
Nos três, o samba-canção que Áurea gosta de cantar e conhece bem, muito Dorival Caymmi, Paulo César Pinheiro, Lupicínio Rodrigues, Herivelto Martins, Custódio Mesquita, Ary Barroso. Suas gravações de Janelas Abertas, de Tom e Vinicius, e Embarcação, de Francis Hime e Chico Buarque, são referenciais.
Agora, Áurea está em meio à preparação do quarto disco, novamente com Hermínio. O repertório tem só canções dele com parceiros - os novos, Vidal Assis, Lucas Porto e Luizinho Barcellos, e os antigos, Pixinguinha (Isso É Que É Viver), Dona Ivone Lara (Mas Quem Disse Que Eu Te Esqueço) e Elton Medeiros (Pressentimento). Cartola (com quem Hermínio e Carlos Cachaça compuseram Alvorada), talvez entre no CD.
"Descoberta". Para Hermínio, "essa negona de cara enfezada ou de sorriso estonteante, conforme o momento assim o exigir", tinha que aparecer mais, ser, enfim, "descoberta", para além das meras participações em songbooks (cantou no de Tom, de Chico e de João de Aquino). Já para ela, está bom assim. "Eu não tenho estrutura pra fazer muito sucesso. Tenho medo de avião, gosto de dormir... O meu trabalho é reconhecido por quem eu quero."
Áurea começou pós-adolescente, em clubes, com a mãe a tiracolo. Em seu début, urinou diante da plateia, de pânico. Nos anos 80, saturada das madrugadas, fez concurso e virou inspetora de escola. Não suportou e logo voltou à dedicação integral à música. Ano passado, no eclético Prêmio de Música Brasileira (ex-Tim), foi eleita melhor cantora, mesmo desconhecida do grande público. Áurea vive num apartamento no Catete, bairro outrora nobre da zona sul, e canta na Lapa e arredores, sozinha ou com a Orquestra Lunar, grupo só de mulheres, que tem cinco anos. "É um vício, não sei ficar sem".
Folha - Veja quais são as promessas reveladas no festival de Glastonbury
ESPECIAL DE GLASTONBURY
Com equilíbrio entre atrações, terminou anteontem o Festival de Glastonbury, na Inglaterra, que comemora 40 anos em 2010.
Durante quatro dias, os cerca de 180 mil frequentadores (sendo 128 mil pagantes) puderam curtir shows de artistas consagrados como Snoop Dogg, Gorillaz, Shakira, Scissor Sisters, Pet Shop Boys e Stevie Wonder.
Apesar de ter grandes nomes, a escalação do festival privilegiou bandas independentes mas já consagradas, como Vampire Weekend, Phoenix, Grizzly Bear e LCD Soundsystem.
Por outro lado, o Glastonbury fez apostas interessantes, como as bandas Florence and the Machine, Two Door Cinema Club, The Temper Trap, The xx e The Drums, selecionadas pela Folha como boas escolhas do festival.
As cinco bandas fizeram shows lotados e absolutamente ovacionados nos palcos Other Stage e John Peel, destinados na maioria das vezes a grandes estrelas da cena independente.
40 anos
Se uma palavra pudesse definir o Festival de Glastonbury deste ano, seria calor. A fazenda na região de Somerset, na Inglaterra, abrigou o público sob um Sol escaldante e altas temperaturas.
O festival, conhecido pelas chuvas e lamaçais que se repetem todo ano, teve temperaturas entre 25ºC e 30ºC e Sol sem cessar até as 21h.
Muitos tiveram que receber atendimento médico por causa do calor. Até domingo, quase 3.000 pessoas passaram pelos postos médicos. Em 2009, foram 166.
O público só diminuiu durante a partida Inglaterra x Alemanha pela Copa do Mundo (que eliminou a seleção inglesa do campeonato), quando cerca de 50 mil pessoas se reuniram nos bares ao redor para assistir ao jogo.
As participações especiais de convidados-celebridades também foram destaque.
No sábado, a estrela pop australiana Kylie Minogue subiu ao palco para cantar "Any Which Way" com a banda disco Scissor Sisters.
À noite, foi a vez de o guitarrista do U2, The Edge, dar uma forcinha para os britânicos do Muse na cover da banda irlandesa "Where the Streets Have No Name".
Na sexta-feira, o Gorillaz também levou convidados: o eterno Velvet Underground Lou Reed, o rapper Snoop Dogg e os músicos Mark E. Smith e Bobby Womack.
Os famosos shows secretos também tiveram a presença ilustre de dois membros do Radiohead, o vocalista Thom Yorke e o guitarrista Jonny Greenwood.
Com equilíbrio entre atrações, terminou anteontem o Festival de Glastonbury, na Inglaterra, que comemora 40 anos em 2010.
Durante quatro dias, os cerca de 180 mil frequentadores (sendo 128 mil pagantes) puderam curtir shows de artistas consagrados como Snoop Dogg, Gorillaz, Shakira, Scissor Sisters, Pet Shop Boys e Stevie Wonder.
Apesar de ter grandes nomes, a escalação do festival privilegiou bandas independentes mas já consagradas, como Vampire Weekend, Phoenix, Grizzly Bear e LCD Soundsystem.
Por outro lado, o Glastonbury fez apostas interessantes, como as bandas Florence and the Machine, Two Door Cinema Club, The Temper Trap, The xx e The Drums, selecionadas pela Folha como boas escolhas do festival.
As cinco bandas fizeram shows lotados e absolutamente ovacionados nos palcos Other Stage e John Peel, destinados na maioria das vezes a grandes estrelas da cena independente.
40 anos
Se uma palavra pudesse definir o Festival de Glastonbury deste ano, seria calor. A fazenda na região de Somerset, na Inglaterra, abrigou o público sob um Sol escaldante e altas temperaturas.
O festival, conhecido pelas chuvas e lamaçais que se repetem todo ano, teve temperaturas entre 25ºC e 30ºC e Sol sem cessar até as 21h.
Muitos tiveram que receber atendimento médico por causa do calor. Até domingo, quase 3.000 pessoas passaram pelos postos médicos. Em 2009, foram 166.
O público só diminuiu durante a partida Inglaterra x Alemanha pela Copa do Mundo (que eliminou a seleção inglesa do campeonato), quando cerca de 50 mil pessoas se reuniram nos bares ao redor para assistir ao jogo.
As participações especiais de convidados-celebridades também foram destaque.
No sábado, a estrela pop australiana Kylie Minogue subiu ao palco para cantar "Any Which Way" com a banda disco Scissor Sisters.
À noite, foi a vez de o guitarrista do U2, The Edge, dar uma forcinha para os britânicos do Muse na cover da banda irlandesa "Where the Streets Have No Name".
Na sexta-feira, o Gorillaz também levou convidados: o eterno Velvet Underground Lou Reed, o rapper Snoop Dogg e os músicos Mark E. Smith e Bobby Womack.
Os famosos shows secretos também tiveram a presença ilustre de dois membros do Radiohead, o vocalista Thom Yorke e o guitarrista Jonny Greenwood.
JT - Roupa Nova grava DVD com convidados
Jornal da Tarde
Nos dias 2 e 3 de julho (sexta e sábado) a banda Roupa Nova fará shows no Credicard Hall, às 22h. Durante os shows, a banda grava DVD em comemoração aos 30 anos de carreira. Entre as particiapações especiais da gravação estão: Milton Nascimento, Sandy e Fresno, que se apresentam na sexta; e Padre Fábio de Mello, que canta no sábado.
Os ingressos custam entre R$ 60 e R$ 140 e estão à venda pela internet.
Nos dias 2 e 3 de julho (sexta e sábado) a banda Roupa Nova fará shows no Credicard Hall, às 22h. Durante os shows, a banda grava DVD em comemoração aos 30 anos de carreira. Entre as particiapações especiais da gravação estão: Milton Nascimento, Sandy e Fresno, que se apresentam na sexta; e Padre Fábio de Mello, que canta no sábado.
Os ingressos custam entre R$ 60 e R$ 140 e estão à venda pela internet.
JT - Caetano Veloso na trilha de ‘O Bem Amado’
Jornal da Tarde
As trapalhadas de Odorico Paraguaçu, adorável prefeito de intenções duvidosas, ganham a interpretação de Marco Nanini e canções originais no filme O Bem Amado, de Guel Arraes, que estreia no dia 23 de julho. Assinada por Caetano Veloso, Berna Ceppas e Mauro Lima, a trilha sonora reúne sete músicas inéditas e três releituras, que reproduzem um pouco da atmosfera bem-humorada da fictícia cidade de Sucupira, localizada num lugar qualquer do litoral da Bahia, e de seus habitantes.
Lançada em CD, a trilha é aberta por Esta Terra, composta especialmente por Caetano Veloso e José Almino para o longa-metragem, com interpretação do próprio Caetano. “Foi um poema do Almino que eu musiquei. É uma canção engraçada, irônica, meio Tropicalista e que vai sobre a imagem do enterro. Às vezes, a trilha de um filme define o clima dele”, explica Caetano. “Como o filme é muito farsesco, não tem nada realista, as atuações são exageradas, tudo é feito de maneira não sóbria, a música tinha de sublinhar e também compensar isso. Acho que o Guel já tinha essa ideia e nós fomos fazendo dessa maneira.”
Entre a nova safra, A Vida Ruim, também de Caetano, recebeu uma versão instrumental e outra gravada por Zélia Duncan, com ares de dor de cotovelo. O simpático Jingle do Odorico, composta pelos cineastas Guel Arraes e Jorge Furtado, com Kassin e Berna Ceppas, traz Thalma de Freitas, Nina Becker e Cecilia Spyer entoando, em coro, “O Bem Amado, o grande líder/Ele é o salvador/O povo não se esquece, o povo tem memória/Ainda bem que ele voltou!”.
No Boogie Sem Nome, de Mauro Lima, os cantores Leo Jaime, Selvagem Big Abreu, Bob Gallo e Leandro Verdeal asseguram o clima à la anos 1950. Já na instrumental Chachacha das Cajazeiras (Kassin), vem a homenagem às irmãs Cajazeiras, solteironas cheias de amor para dar, aliadas do prefeito Odorico – que, no cinema, serão interpretadas por Andrea Beltrão, Drica Moraes e Zezé Polessa.
Na linha de releituras, Caetano Veloso pega a canção A Bandeira do Meu Partido, do álbum que ele mesmo produziu, o Antimaldito, de Jorge Mautner (1985). Na voz de Mautner, a música, que foi composta em 1958, pincela a trilha com um momento mais politizado. O clássico Carcará, de João do Valle e José Cândido, vem embalado na voz soturna de Zé Ramalho e é endereçado ao temido matador Zeca Diabo, encarnado no filme por José Wilker. Na romântica Nossa Canção, de Luiz Ayrão (famosa na versão de Roberto Carlos e, depois, Vanessa da Mata), Mallu Magalhães embala os momentos in love do jovem casal formado por Violeta (Maria Flor), filha do prefeito que estuda na capital, e Neco (Caio Blat), um jovem repórter.
Eternizado como seriado de TV por Paulo Gracindo, Lima Duarte e grande elenco, entre os anos 1970 e 1980, O Bem Amado conta as desventuras de Odorico Paraguaçu, que sonha em ver concretizado seu grande feito político: a inauguração o cemitério da cidade. Só é impedido por um simples detalhe: ninguém morre.
A trama é inspirada numa peça de teatro do autor Dias Gomes, chamada Odorico, o Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte, que foi escrita em 1962
As trapalhadas de Odorico Paraguaçu, adorável prefeito de intenções duvidosas, ganham a interpretação de Marco Nanini e canções originais no filme O Bem Amado, de Guel Arraes, que estreia no dia 23 de julho. Assinada por Caetano Veloso, Berna Ceppas e Mauro Lima, a trilha sonora reúne sete músicas inéditas e três releituras, que reproduzem um pouco da atmosfera bem-humorada da fictícia cidade de Sucupira, localizada num lugar qualquer do litoral da Bahia, e de seus habitantes.
Lançada em CD, a trilha é aberta por Esta Terra, composta especialmente por Caetano Veloso e José Almino para o longa-metragem, com interpretação do próprio Caetano. “Foi um poema do Almino que eu musiquei. É uma canção engraçada, irônica, meio Tropicalista e que vai sobre a imagem do enterro. Às vezes, a trilha de um filme define o clima dele”, explica Caetano. “Como o filme é muito farsesco, não tem nada realista, as atuações são exageradas, tudo é feito de maneira não sóbria, a música tinha de sublinhar e também compensar isso. Acho que o Guel já tinha essa ideia e nós fomos fazendo dessa maneira.”
Entre a nova safra, A Vida Ruim, também de Caetano, recebeu uma versão instrumental e outra gravada por Zélia Duncan, com ares de dor de cotovelo. O simpático Jingle do Odorico, composta pelos cineastas Guel Arraes e Jorge Furtado, com Kassin e Berna Ceppas, traz Thalma de Freitas, Nina Becker e Cecilia Spyer entoando, em coro, “O Bem Amado, o grande líder/Ele é o salvador/O povo não se esquece, o povo tem memória/Ainda bem que ele voltou!”.
No Boogie Sem Nome, de Mauro Lima, os cantores Leo Jaime, Selvagem Big Abreu, Bob Gallo e Leandro Verdeal asseguram o clima à la anos 1950. Já na instrumental Chachacha das Cajazeiras (Kassin), vem a homenagem às irmãs Cajazeiras, solteironas cheias de amor para dar, aliadas do prefeito Odorico – que, no cinema, serão interpretadas por Andrea Beltrão, Drica Moraes e Zezé Polessa.
Na linha de releituras, Caetano Veloso pega a canção A Bandeira do Meu Partido, do álbum que ele mesmo produziu, o Antimaldito, de Jorge Mautner (1985). Na voz de Mautner, a música, que foi composta em 1958, pincela a trilha com um momento mais politizado. O clássico Carcará, de João do Valle e José Cândido, vem embalado na voz soturna de Zé Ramalho e é endereçado ao temido matador Zeca Diabo, encarnado no filme por José Wilker. Na romântica Nossa Canção, de Luiz Ayrão (famosa na versão de Roberto Carlos e, depois, Vanessa da Mata), Mallu Magalhães embala os momentos in love do jovem casal formado por Violeta (Maria Flor), filha do prefeito que estuda na capital, e Neco (Caio Blat), um jovem repórter.
Eternizado como seriado de TV por Paulo Gracindo, Lima Duarte e grande elenco, entre os anos 1970 e 1980, O Bem Amado conta as desventuras de Odorico Paraguaçu, que sonha em ver concretizado seu grande feito político: a inauguração o cemitério da cidade. Só é impedido por um simples detalhe: ninguém morre.
A trama é inspirada numa peça de teatro do autor Dias Gomes, chamada Odorico, o Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte, que foi escrita em 1962
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 28/06/2010
Estado de São Paulo
"Paul McCartney canta por três horas em pleno Hyde Park".
Folha de São Paulo
"Stevie Wonder encerra aniversário de Glastonbury cantando "parabéns a você"".
"Fãs de Michael Jackson pagam US$ 1 mil para dormir em exposição no Japão".
"Chris Brown chora em homenagem a Michael Jackson".
Jornal da Tarde
"Lauryn Hill desembarca no Brasil em setembro".
Jornal do Brasil
"Claudia Leitte ganhará livro sobre sua vida".
"BET Awards 2010 homenageia Prince pelo conjunto da obra".
"Paul McCartney canta por três horas em pleno Hyde Park".
Folha de São Paulo
"Stevie Wonder encerra aniversário de Glastonbury cantando "parabéns a você"".
"Fãs de Michael Jackson pagam US$ 1 mil para dormir em exposição no Japão".
"Chris Brown chora em homenagem a Michael Jackson".
Jornal da Tarde
"Lauryn Hill desembarca no Brasil em setembro".
Jornal do Brasil
"Claudia Leitte ganhará livro sobre sua vida".
"BET Awards 2010 homenageia Prince pelo conjunto da obra".
Estadão - Paul McCartney canta por três horas em pleno Hyde Park
O Estado de S. Paulo
LONDRES - O cenário não poderia ser melhor. Em pleno Hyde Park, no coração de Londres, logo após a derrota da Inglaterra para a Alemanha pelas oitavas de final da Copa do Mundo, quando a cidade, ainda que ensolarada, ainda curtia uma certa tristeza pela derrota, Paul McCartney entra no palco do Hard Rock Calling Festival (que começou no dia 25 e já contou com Pearl Jam, Elvis Costello e Stevie Wonder) disposto a fazer valer a máxima "quem canta seus males espanta."
Não fosse este um dos (quase) últimos shows a céu aberto do ex-Beatle para um grande público (segundo números oficiais, cerca de 40 mil pessoas pagaram cerca de 70 libras - R$ 210,00 - para assistir ao "mestre Paul") a apresentação deste domingo não passaria de mais uma das centenas que ocorrem em dezenas de festivais de verão na Inglaterra.
Mas Paul estava disposto a provar porque, aos 66 anos, ainda tem fôlego para levar sua plateia ao delírio. Às 19h30 (15h30 do Brasil), subiu ao palco com pontualidade britânica e começou a esquentar uma plateia que parecia ainda um tanto amortecida. Pausa depois da primeira música: "Antes de realmente começar, deixem-me olhar bem para vocês. Esta será uma noite muito especial."
E o que se seguiu confirmou a previsão. Como poucos, Paul é capaz de tirar da inércia até mesmo o mais preguiçoso dos fãs. Sejam eles ingleses ou não. Como não poderia deixar de ser em um show beatlemaníaco, a plateia era heterogênea e "multi-idade". Pais, mães, filhos, netos. Ingleses, brasileiros, alemães, italianos… Mas a torcida era torcia, unânime, para o show ser memorável. E foi. No set list, muito bem equilibrado entre clássicos para agradar os saudosos beatlemaníacos e sucessos pessoais com novas canções, não faltaram Got to Get Into My Life, The Long and Winding Road, Hey Jude, Something, A Day in the Life, Give Peace a Chance, Let It Be...
Nada seria digno de nova nota não fosse exatamente a direção cuidadosa do show e o talento de "showman" de Paul que, combinados, transformam um show cujo áudio deixava muito a desejar em uma "história cantada da vida do músico." Antes de My Love, a declaração: "Esta eu escrevi para Linda (sua primeira mulher, que morreu de câncer em 1998). E dedico a todos os amantes desta plateia". Como bem sintetizou o fã inglês, "Paul poderia simplesmente subir no palco, cantar e cantar, ir embora e já estaria bom demais. Mas ele faz questão de explicar início de canção por canção. Cada uma faz parte de uma fase de sua vida. Este show conta a vida dele."
De fato. Pequenos grandes detalhes que, ao final, fazem netos e avós darem as mãos para cantar Hey Jude por 10 minutos sem parar. E continuar mesmo depois que o cantor deixou o palco pela segunda vez, 'obrigando-o' a voltar por mais outra hora inteira. Após pequena pausa, voltou ao palco empunhando uma imensa bandeira da Inglaterra. Em dia de derrota, um tanto de patriotismo cai bem.
Já eram 22h18 quando o cantor tentou terminar pela terceira vez e mandou Helter Skelter, mas a plateia não deixava. "A gente tem que ir embora. A não ser que vocês queiram dormir no parque", disse Paul, que ouviu um sonoro: "Sim!" Para, finalmente, tentar expulsar o público, que nesta hora já pulava, dançava e não arredava pé, Ob-la-di, Ob-la-da... Life góes on... A vida continua e o show não acabava.
Para terminar, claro: Sargent Peppers Lonely Heart Club Band e, clichê dos clichês: "And in the end the love you take.. is equal to the love..you make." (O Amor que você ganha é o mesmo que você dá). Paul levou muito amor para casa neste domingo e garantiu: "Até a próxima."
Quem sabe, com o fôlego inspirador, Paul não se animou com a bandeira brasileira que tremulava na plateia e não se anima a fazer, ao menos, uma última parada no Brasil. A ver.
LONDRES - O cenário não poderia ser melhor. Em pleno Hyde Park, no coração de Londres, logo após a derrota da Inglaterra para a Alemanha pelas oitavas de final da Copa do Mundo, quando a cidade, ainda que ensolarada, ainda curtia uma certa tristeza pela derrota, Paul McCartney entra no palco do Hard Rock Calling Festival (que começou no dia 25 e já contou com Pearl Jam, Elvis Costello e Stevie Wonder) disposto a fazer valer a máxima "quem canta seus males espanta."
Não fosse este um dos (quase) últimos shows a céu aberto do ex-Beatle para um grande público (segundo números oficiais, cerca de 40 mil pessoas pagaram cerca de 70 libras - R$ 210,00 - para assistir ao "mestre Paul") a apresentação deste domingo não passaria de mais uma das centenas que ocorrem em dezenas de festivais de verão na Inglaterra.
Mas Paul estava disposto a provar porque, aos 66 anos, ainda tem fôlego para levar sua plateia ao delírio. Às 19h30 (15h30 do Brasil), subiu ao palco com pontualidade britânica e começou a esquentar uma plateia que parecia ainda um tanto amortecida. Pausa depois da primeira música: "Antes de realmente começar, deixem-me olhar bem para vocês. Esta será uma noite muito especial."
E o que se seguiu confirmou a previsão. Como poucos, Paul é capaz de tirar da inércia até mesmo o mais preguiçoso dos fãs. Sejam eles ingleses ou não. Como não poderia deixar de ser em um show beatlemaníaco, a plateia era heterogênea e "multi-idade". Pais, mães, filhos, netos. Ingleses, brasileiros, alemães, italianos… Mas a torcida era torcia, unânime, para o show ser memorável. E foi. No set list, muito bem equilibrado entre clássicos para agradar os saudosos beatlemaníacos e sucessos pessoais com novas canções, não faltaram Got to Get Into My Life, The Long and Winding Road, Hey Jude, Something, A Day in the Life, Give Peace a Chance, Let It Be...
Nada seria digno de nova nota não fosse exatamente a direção cuidadosa do show e o talento de "showman" de Paul que, combinados, transformam um show cujo áudio deixava muito a desejar em uma "história cantada da vida do músico." Antes de My Love, a declaração: "Esta eu escrevi para Linda (sua primeira mulher, que morreu de câncer em 1998). E dedico a todos os amantes desta plateia". Como bem sintetizou o fã inglês, "Paul poderia simplesmente subir no palco, cantar e cantar, ir embora e já estaria bom demais. Mas ele faz questão de explicar início de canção por canção. Cada uma faz parte de uma fase de sua vida. Este show conta a vida dele."
De fato. Pequenos grandes detalhes que, ao final, fazem netos e avós darem as mãos para cantar Hey Jude por 10 minutos sem parar. E continuar mesmo depois que o cantor deixou o palco pela segunda vez, 'obrigando-o' a voltar por mais outra hora inteira. Após pequena pausa, voltou ao palco empunhando uma imensa bandeira da Inglaterra. Em dia de derrota, um tanto de patriotismo cai bem.
Já eram 22h18 quando o cantor tentou terminar pela terceira vez e mandou Helter Skelter, mas a plateia não deixava. "A gente tem que ir embora. A não ser que vocês queiram dormir no parque", disse Paul, que ouviu um sonoro: "Sim!" Para, finalmente, tentar expulsar o público, que nesta hora já pulava, dançava e não arredava pé, Ob-la-di, Ob-la-da... Life góes on... A vida continua e o show não acabava.
Para terminar, claro: Sargent Peppers Lonely Heart Club Band e, clichê dos clichês: "And in the end the love you take.. is equal to the love..you make." (O Amor que você ganha é o mesmo que você dá). Paul levou muito amor para casa neste domingo e garantiu: "Até a próxima."
Quem sabe, com o fôlego inspirador, Paul não se animou com a bandeira brasileira que tremulava na plateia e não se anima a fazer, ao menos, uma última parada no Brasil. A ver.
Folha - Stevie Wonder encerra aniversário de Glastonbury cantando "parabéns a você"
A GLASTONBURY (INGLATERRA)
O lendário pianista Stevie Wonder foi a atração escolhida para encerrar a comemoração dos 40 anos do festival de Glastonbury, que terminou ontem na região de Somerset, na Inglaterra.
Ao lado de Michael Eavis, que fundou o festival em 1969 quando ainda era apenas um fazendeiro na região, Stevie cantou "parabéns a você". Eavis encerrou a programação agradecendo e voltou a repetir o que diz todos os anos: este foi o melhor festival de todos.
O festival rendeu mesmo algumas boas surpresas neste ano. Sem aviso, Thom Yorke e o guitarrista do Radiohead fizeram um show para poucas pessoas numa das tendas mais afastadas do festival.
Os shows também tiveram diferentes convidados especiais. Enquanto Gorillaz recebeu Snoop Dogg, Mark E. Smith e o roqueiro veterano Lou Reed, ex-Velvet Underground, a banda Scissor Sisters teve a estrela pop australiana Kylie Minogue.
Até mesmo atrações menores como o duo La Roux teve um astro da Motown como convidado.
Além de músicos consagrados, o Glastonbury mostrou o talento de várias bandas que estiveram na lista de apostas de veículos como a BBC em 2009 e 2010.
Entre elas, as apostas The Drums, The Temper Trap, The xx e Two Door Cinema Club.
Houve ainda bandas que tiveram grande destaque no ano passado e que esse ano já se apresentaram em tendas de maior prestígio, como Florence and the Machine e La Roux.
Em linhas gerais, o festival acertou a mão na organização, com alguns poucos defeitos como falta de sinalização e informação e lixo espalhado pelo local. Os frequentadores também sofreram com o calor e não tinham onde se refrescar. Restava comprar garrafas de águas pequenas por até duas libras (cerca de R$6).
O lendário pianista Stevie Wonder foi a atração escolhida para encerrar a comemoração dos 40 anos do festival de Glastonbury, que terminou ontem na região de Somerset, na Inglaterra.
Ao lado de Michael Eavis, que fundou o festival em 1969 quando ainda era apenas um fazendeiro na região, Stevie cantou "parabéns a você". Eavis encerrou a programação agradecendo e voltou a repetir o que diz todos os anos: este foi o melhor festival de todos.
O festival rendeu mesmo algumas boas surpresas neste ano. Sem aviso, Thom Yorke e o guitarrista do Radiohead fizeram um show para poucas pessoas numa das tendas mais afastadas do festival.
Os shows também tiveram diferentes convidados especiais. Enquanto Gorillaz recebeu Snoop Dogg, Mark E. Smith e o roqueiro veterano Lou Reed, ex-Velvet Underground, a banda Scissor Sisters teve a estrela pop australiana Kylie Minogue.
Até mesmo atrações menores como o duo La Roux teve um astro da Motown como convidado.
Além de músicos consagrados, o Glastonbury mostrou o talento de várias bandas que estiveram na lista de apostas de veículos como a BBC em 2009 e 2010.
Entre elas, as apostas The Drums, The Temper Trap, The xx e Two Door Cinema Club.
Houve ainda bandas que tiveram grande destaque no ano passado e que esse ano já se apresentaram em tendas de maior prestígio, como Florence and the Machine e La Roux.
Em linhas gerais, o festival acertou a mão na organização, com alguns poucos defeitos como falta de sinalização e informação e lixo espalhado pelo local. Os frequentadores também sofreram com o calor e não tinham onde se refrescar. Restava comprar garrafas de águas pequenas por até duas libras (cerca de R$6).
Folha - Fãs de Michael Jackson pagam US$ 1 mil para dormir em exposição no Japão
da BBC Brasil
Um grupo de 50 pessoas pagou cerca de US$ 1 mil (cerca de R$ 1.800) no Japão para dormir uma noite em uma exposição de objetos que pertenceram a Michael Jackson, a Neverland Collection.
Segundo a organização, 200 pessoas entre as centenas de inscritos foram chamadas para uma entrevista pessoal. Mas apenas 50 ganharam o direito de comprar o ingresso para passar a noite na mostra. Cada um levou seu próprio colchonete e escolheu o lugar onde iria passar a noite.
"Esta é uma chance única e não há dinheiro que pague por isso", comentou Shiomi Okubo, uma das fãs contempladas. Bastante emocionada, ela contou que já visitou a exposição dez vezes. "Fico horas observando cada objeto", contou a japonesa, que estendeu apenas uma toalha ao lado de um conjunto de roupas usadas em shows por Michael Jackson. "Acho que não vou conseguir dormir mesmo. Vou chorar a noite toda."
Os "convidados" foram recebidos ao som de um violino e um coral gospel. O sueco Carlos Vercelli, 23, chorou durante todo o tour. "É um sonho poder estar perto dos objetos de um ídolo mundial", comentou ele, o único estrangeiro sorteado. "Meus pais são fãs de Michael Jackson e ouço as músicas dele desde criança", contou.
A organização do evento lembrou que, para os ocidentais a ideia pode soar estranha e "até mórbida". Mas para os japoneses, lembrar um ano da morte de uma pessoa querida ao lado de seus pertences é uma tradição importante. O evento marcou o primeiro ano da morte do astro americano.
A exposição Neverland Collection, inaugurada no dia 1º de maio e que vai até a próxima semana, reúne perto de 300 objetos pessoais de Michael Jackson. A mostra é a maior já realizada no mundo, segundo os organizadores. Ela pode ser vista na Torre de Tóquio, local preferido do astro pop quando visitava o Japão.
Entre os destaques estão a famosa luva brilhante e o Rolls-Royce que o cantor usava para passear com amigos mais íntimos. Está à mostra também todo o figurino que seria usado no show This Is It.
Desde que a exposição foi aberta, o público enfrenta filas diárias de quase uma hora para poder entrar.
Um grupo de 50 pessoas pagou cerca de US$ 1 mil (cerca de R$ 1.800) no Japão para dormir uma noite em uma exposição de objetos que pertenceram a Michael Jackson, a Neverland Collection.
Segundo a organização, 200 pessoas entre as centenas de inscritos foram chamadas para uma entrevista pessoal. Mas apenas 50 ganharam o direito de comprar o ingresso para passar a noite na mostra. Cada um levou seu próprio colchonete e escolheu o lugar onde iria passar a noite.
"Esta é uma chance única e não há dinheiro que pague por isso", comentou Shiomi Okubo, uma das fãs contempladas. Bastante emocionada, ela contou que já visitou a exposição dez vezes. "Fico horas observando cada objeto", contou a japonesa, que estendeu apenas uma toalha ao lado de um conjunto de roupas usadas em shows por Michael Jackson. "Acho que não vou conseguir dormir mesmo. Vou chorar a noite toda."
Os "convidados" foram recebidos ao som de um violino e um coral gospel. O sueco Carlos Vercelli, 23, chorou durante todo o tour. "É um sonho poder estar perto dos objetos de um ídolo mundial", comentou ele, o único estrangeiro sorteado. "Meus pais são fãs de Michael Jackson e ouço as músicas dele desde criança", contou.
A organização do evento lembrou que, para os ocidentais a ideia pode soar estranha e "até mórbida". Mas para os japoneses, lembrar um ano da morte de uma pessoa querida ao lado de seus pertences é uma tradição importante. O evento marcou o primeiro ano da morte do astro americano.
A exposição Neverland Collection, inaugurada no dia 1º de maio e que vai até a próxima semana, reúne perto de 300 objetos pessoais de Michael Jackson. A mostra é a maior já realizada no mundo, segundo os organizadores. Ela pode ser vista na Torre de Tóquio, local preferido do astro pop quando visitava o Japão.
Entre os destaques estão a famosa luva brilhante e o Rolls-Royce que o cantor usava para passear com amigos mais íntimos. Está à mostra também todo o figurino que seria usado no show This Is It.
Desde que a exposição foi aberta, o público enfrenta filas diárias de quase uma hora para poder entrar.
Folha - Chris Brown chora em homenagem a Michael Jackson
DA EFE
O cantor Chris Brown chorou no palco enquanto realizava uma homenagem a Michael Jackson na festa de entrega da décima edição dos prêmios Black Entertainment Television, na noite deste domingo (27).
O irmão de Michael, Jermaine Jackson, apresentou a interpretação de Brown, que repassou com precisão algumas das coreografias mais destacadas da carreira do Michael com temas como "Remember the Time", "Smooth Criminal" e "Billie Jean".
Brown chorou pouco antes de começar a cantar uma versão de "Man in the Mirror".
O artista gaguejou e, embora tenha tentado se recompor e secar as lágrimas, terminou sua atuação apontando para o céu e consolado por Jermaine.
A atuação de Brown, que está em liberdade condicional após agredir no ano passado sua ex-namorada Rihanna, se tornou o momento mais relevante da cerimônia.
O cantor Chris Brown chorou no palco enquanto realizava uma homenagem a Michael Jackson na festa de entrega da décima edição dos prêmios Black Entertainment Television, na noite deste domingo (27).
O irmão de Michael, Jermaine Jackson, apresentou a interpretação de Brown, que repassou com precisão algumas das coreografias mais destacadas da carreira do Michael com temas como "Remember the Time", "Smooth Criminal" e "Billie Jean".
Brown chorou pouco antes de começar a cantar uma versão de "Man in the Mirror".
O artista gaguejou e, embora tenha tentado se recompor e secar as lágrimas, terminou sua atuação apontando para o céu e consolado por Jermaine.
A atuação de Brown, que está em liberdade condicional após agredir no ano passado sua ex-namorada Rihanna, se tornou o momento mais relevante da cerimônia.
JT - Lauryn Hill desembarca no Brasil em setembro
Jornal da Tarde
A rapper, produtora, atriz e compositora Lauryn Hill fará uma turnê de quatro shows no Brasil em setembro. A ex-vocalista do Fugees deve passar por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Florianópolis. A notícia foi confirmada pelo twitter oficial da rede Credicard é Show. A empresa também anunciou as datas oficiais, de 12 a 18 de setembro, via twitter. A primeira vez em que Hill esteve no País foi em junho de 2007quando dois shows em São Paulo e um no Rio de Janeiro
A rapper, produtora, atriz e compositora Lauryn Hill fará uma turnê de quatro shows no Brasil em setembro. A ex-vocalista do Fugees deve passar por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Florianópolis. A notícia foi confirmada pelo twitter oficial da rede Credicard é Show. A empresa também anunciou as datas oficiais, de 12 a 18 de setembro, via twitter. A primeira vez em que Hill esteve no País foi em junho de 2007quando dois shows em São Paulo e um no Rio de Janeiro
JB - Claudia Leitte ganhará livro sobre sua vida
Portal Terra
SÃO PAULO - A exemplo de Ivete Sangalo, que ganhará um documentário sobre sua trajetória em breve, a cantora Claudia Leitte terá uma biografia sobre a sua carreira, segundo a coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo. A ideia, de acordo com a publicação, é que os fãs participem da produção do livro com depoimentos a respeito da importância da artista em suas vidas.
Resta saber se os admiradores das artistas vão aceitar os dois projetos caminhando lado a lado numa boa. Recentemente, Claudia Leitte se indispôs com tietes de Ivete, que, supostamente, a teriam ofendido pelo Twitter.
SÃO PAULO - A exemplo de Ivete Sangalo, que ganhará um documentário sobre sua trajetória em breve, a cantora Claudia Leitte terá uma biografia sobre a sua carreira, segundo a coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo. A ideia, de acordo com a publicação, é que os fãs participem da produção do livro com depoimentos a respeito da importância da artista em suas vidas.
Resta saber se os admiradores das artistas vão aceitar os dois projetos caminhando lado a lado numa boa. Recentemente, Claudia Leitte se indispôs com tietes de Ivete, que, supostamente, a teriam ofendido pelo Twitter.
JB - BET Awards 2010 homenageia Prince pelo conjunto da obra
Portal Terra
NOVA YORK - Aconteceu neste domingo, a cerimônia do BET Awards, o grande prêmio do canal Black Entertainment Television, que premia os artistas negros em diversas categorias.
Apresentado por Queen Latifah no Shrine Auditorium, em Los Angeles, a noite foi uma homenagem ao cantor Prince pelo conjunto da sua obra e pelo um ano da morte de Michael Jackson.
Chris Brown, que tentou prestar uma homenagem ao "rei do Pop", cujo aniversário da morte foi lembrado na sexta-feira, não conseguiu conter as lágrimas durante o impressionante número de dança, repleto de efeitos especiais em um medley das canções do astro.
Com apresentações, também, de Diddy, Kanye West, Eminem e El DeBarge, o evento contou, ainda, com a presença de Stevie Wonder, que homenageou Prince em um vídeo, enquanto Janelle Monae interpretou Let's Go Crazy e Patti Labelle cantou Purple Rain.
Alicia Keys, grávida de dois meses, também homenageou Prince, cantando Adore, e se empolgou com uma performance na qual dançou ajoelhada e deitada no chão.
Confira a lista dos vencedores na categoria de música do Bet Awards:
Melhor Cantora de R&B: Alicia Keys
Melhor Artista Feminina de Hip Hop: Nicki Minaj
Melhor Artista Masculino de Hip Hop: Drake
Melhor Colaboração: Empire State Of Mind, Jay-Z Feat. Alicia Keys
Melhor Cantor de R&B: Trey Songz
Video do Ano: Videophone, Beyoncé Feat. Lady GaGa
Escolha da Audiência: Hard, Rihanna Feat. Young Jeezy
Fandemonium Award: Chris Brown
Prêmio Humanitário: John Legend
Lifetime Achievement Award: Prince
NOVA YORK - Aconteceu neste domingo, a cerimônia do BET Awards, o grande prêmio do canal Black Entertainment Television, que premia os artistas negros em diversas categorias.
Apresentado por Queen Latifah no Shrine Auditorium, em Los Angeles, a noite foi uma homenagem ao cantor Prince pelo conjunto da sua obra e pelo um ano da morte de Michael Jackson.
Chris Brown, que tentou prestar uma homenagem ao "rei do Pop", cujo aniversário da morte foi lembrado na sexta-feira, não conseguiu conter as lágrimas durante o impressionante número de dança, repleto de efeitos especiais em um medley das canções do astro.
Com apresentações, também, de Diddy, Kanye West, Eminem e El DeBarge, o evento contou, ainda, com a presença de Stevie Wonder, que homenageou Prince em um vídeo, enquanto Janelle Monae interpretou Let's Go Crazy e Patti Labelle cantou Purple Rain.
Alicia Keys, grávida de dois meses, também homenageou Prince, cantando Adore, e se empolgou com uma performance na qual dançou ajoelhada e deitada no chão.
Confira a lista dos vencedores na categoria de música do Bet Awards:
Melhor Cantora de R&B: Alicia Keys
Melhor Artista Feminina de Hip Hop: Nicki Minaj
Melhor Artista Masculino de Hip Hop: Drake
Melhor Colaboração: Empire State Of Mind, Jay-Z Feat. Alicia Keys
Melhor Cantor de R&B: Trey Songz
Video do Ano: Videophone, Beyoncé Feat. Lady GaGa
Escolha da Audiência: Hard, Rihanna Feat. Young Jeezy
Fandemonium Award: Chris Brown
Prêmio Humanitário: John Legend
Lifetime Achievement Award: Prince
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 25/06/2010
Folha de São Paulo
"Vocalista do Killers anuncia data de lançamento de álbum solo".
"Chico César se apresenta neste fim de semana em SP; veja programação".
"Compositores de choro recebem homenagem em show gratuito em SP".
"Em um ano, Michael Jackson "pagou" suas dívidas".
"Segundo dia de shows em Glastonbury tem Gorillaz e Snoop Dogg".
"Pai de Michael Jackson diz que há muito a ser revelado sobre morte do cantor".
Jornal da Tarde
"Mariah Carey fará show em Barretos".
Jornal do Brasil
"Fãs ironizam ausência do U2 em Glastonbury".
"Première de 'Eclipse' reúne divas adolescentes em LA".
"Vocalista do Killers anuncia data de lançamento de álbum solo".
"Chico César se apresenta neste fim de semana em SP; veja programação".
"Compositores de choro recebem homenagem em show gratuito em SP".
"Em um ano, Michael Jackson "pagou" suas dívidas".
"Segundo dia de shows em Glastonbury tem Gorillaz e Snoop Dogg".
"Pai de Michael Jackson diz que há muito a ser revelado sobre morte do cantor".
Jornal da Tarde
"Mariah Carey fará show em Barretos".
Jornal do Brasil
"Fãs ironizam ausência do U2 em Glastonbury".
"Première de 'Eclipse' reúne divas adolescentes em LA".
Folha - Vocalista do Killers anuncia data de lançamento de álbum solo
DA REUTERS, EM NOVA YORK
Brandon Flowers, o vocalista da banda de rock americana The Killers, vai lançar em 14de setembro seu primeiro álbum solo, intitulado "Flamingo", anunciou nesta quinta-feira a gravadora Island Records.
A gravadora disse que o vocalista de 29 anos da banda de Las Vegas gravou o álbum solo com o mesmo produtor do terceiro álbum do Killers, "Day & Age." O álbum terá coros e instrumentações semelhantes aos que já viraram a marca registrada do som da banda.
O primeiro single de "Flamingo", "Crossfire", já foi lançado, e outras canções vão incluir o rock animado "Jilted Lovers and Broken Hearts", além de "Welcome to Fabulous Las Vegas", segundo a gravadora.
Ex-estudante universitário que abandonou a faculdade antes de se diplomar, Flowers ficou conhecido por sua imagem glam rock e seus vocais fortes, depois de o primeiro álbum do Killers, "Hot Fuss", de 2004, impelir a banda para o sucesso internacional, com singles que incluíram "Mr. Brightside" e "All These Things That I've Done."
Flowers disse que, depois de fazer um hiato por tempo indeterminado após sua última turnê, que começou em 2009 e terminou no início deste ano, o Killers está discutindo quando começar a gravar um álbum novo
Brandon Flowers, o vocalista da banda de rock americana The Killers, vai lançar em 14de setembro seu primeiro álbum solo, intitulado "Flamingo", anunciou nesta quinta-feira a gravadora Island Records.
A gravadora disse que o vocalista de 29 anos da banda de Las Vegas gravou o álbum solo com o mesmo produtor do terceiro álbum do Killers, "Day & Age." O álbum terá coros e instrumentações semelhantes aos que já viraram a marca registrada do som da banda.
O primeiro single de "Flamingo", "Crossfire", já foi lançado, e outras canções vão incluir o rock animado "Jilted Lovers and Broken Hearts", além de "Welcome to Fabulous Las Vegas", segundo a gravadora.
Ex-estudante universitário que abandonou a faculdade antes de se diplomar, Flowers ficou conhecido por sua imagem glam rock e seus vocais fortes, depois de o primeiro álbum do Killers, "Hot Fuss", de 2004, impelir a banda para o sucesso internacional, com singles que incluíram "Mr. Brightside" e "All These Things That I've Done."
Flowers disse que, depois de fazer um hiato por tempo indeterminado após sua última turnê, que começou em 2009 e terminou no início deste ano, o Killers está discutindo quando começar a gravar um álbum novo
Folha - Chico César se apresenta neste fim de semana em SP; veja programação
DE SÃO PAULO
O cantor e compositor Chico César se apresenta neste sábado (25) no Sesc Itaquera com entrada a R$ 7. O repertório do show, que é destaque do Catraca Livre, inclui frevo, forró e músicas inéditas do artista.
O cantor e compositor Chico César se apresenta neste sábado (25) no Sesc Itaquera com entrada a R$ 7. O repertório do show, que é destaque do Catraca Livre, inclui frevo, forró e músicas inéditas do artista.
Folha - Compositores de choro recebem homenagem em show gratuito em SP
DE SÃO PAULO
O Trio Choro de Bebê se apresenta hoje no Sesc Pinheiros, em São Paulo. No repertório do show, músicas que homenageiam compositores de choro de todo o Brasil.
"Trio Choro do Bebê"
Onde: Sesc Pinheiros - r. Paes Leme, 195, Pinheiros, região oeste, São Paulo, tel.:0/xx/11/3095-9400
Quando: Sex., às 18h
Quanto: grátis
No Centro Cultural da Juventude, o músico Daniel Peixoto é atração do projeto "Sexta Sonora". O artista apresenta, durante o espetáculo, canções de seu projeto solo.
"Daniel Peixoto"
Onde: Centro Cultural da Juventude - av. Deputado Emílio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha, região norte, São Paulo, tel.:0/xx/11/3984-2466
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis
Ambas as programações estão entre os destaques da agenda cultural do site Catraca Livre.
O Trio Choro de Bebê se apresenta hoje no Sesc Pinheiros, em São Paulo. No repertório do show, músicas que homenageiam compositores de choro de todo o Brasil.
"Trio Choro do Bebê"
Onde: Sesc Pinheiros - r. Paes Leme, 195, Pinheiros, região oeste, São Paulo, tel.:0/xx/11/3095-9400
Quando: Sex., às 18h
Quanto: grátis
No Centro Cultural da Juventude, o músico Daniel Peixoto é atração do projeto "Sexta Sonora". O artista apresenta, durante o espetáculo, canções de seu projeto solo.
"Daniel Peixoto"
Onde: Centro Cultural da Juventude - av. Deputado Emílio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha, região norte, São Paulo, tel.:0/xx/11/3984-2466
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis
Ambas as programações estão entre os destaques da agenda cultural do site Catraca Livre.
Folha - Em um ano, Michael Jackson "pagou" suas dívidas
DE LOS ANGELES
Michael Jackson pode ter morrido endividado, mas bastou um ano morto para resolver o assunto.
Comprador compulsivo, o astro também gastou milhões durante sua defesa no processo de abuso sexual de menores, do qual foi absolvido. Segundo fontes do "Wall Street Journal" e do "New York Times", o astro teria deixado uma dívida de mais de US$ 400 milhões ao morrer aos 50 anos, em 2009.
Porém, um ano sem gastar nada e o filme musical de maior sucesso da história ajudaram a dissolver as dívidas. A saudade dos fãs, traduzida em compras de música, também colaborou.
Para a revista musical "Billboard", Jackson teria feito, em um ano morto, US$ 1 bilhão. Outros jornais fazem avaliações mais modestas, entre centenas de milhões, mas já descontando as dívidas.
Nos últimos 12 meses, Jackson vendeu 33 milhões de álbuns pelo mundo e 26,5 milhões de downloads, que geraram US$ 417 milhões, de acordo com as estimativas da "Billboard".
Nas contas da revista também está o pagamento de US$ 60 milhões que a Sony fez ao espólio de Jackson pelos direitos de distribuir o documentário "This Is It", que mostrava os ensaios da turnê de Jackson.
"Acho que estão todos brincando com números de receita que o espólio tem gerado, balanceado com suas dívidas", disse a crítica cultural do jornal "New York Times" Margo Jefferson, autora de uma biografia sobre Jackson.
"Os administradores do espólio vêm dizendo que esses lucros --vendas de discos, acordo com a Sony, o show do Cirque Du Soleil, videogame, vendas do DVD de "This is It"-- já deram um jeito nos problemas financeiros."
Para novembro, a Sony promete um álbum de músicas inéditas, como parte de um acordo de US$ 250 milhões com o espólio de Jackson que inclui 10 discos até 2017, entre material novo e antigo. Para 2012, o Cirque Du Soleil planeja abrir em Las Vegas um show fixo e outro itinerante sobre o músico.
Ao morrer, Jackson se preparava para uma volta aos palcos, numa ambiciosa turnê em Londres com dezenas de shows. Sua saúde, no entanto, estava bastante debilitada.
Legistas confirmaram a morte do músico devido à grande quantidade ingerida de analgésicos. Em agosto, Conrad Murray, médico que cuidava de Jackson e principal suspeito de homicídio, terá uma audiência judicial.
"Médicos e consultores financeiros ao redor de Michael mostraram que não davam a mínima para o seu bem estar. Queriam fazer dinheiro acima de tudo", disse por email Ian Halperin, diretor do documentário "Michael Jackson: Cedo Demais Para Morrer", que estreia hoje na TV a cabo GNT, junto com mais 50 países, incluindo os EUA. "Certamente foi ganância que matou Michael Jackson", conclui.
Michael Jackson pode ter morrido endividado, mas bastou um ano morto para resolver o assunto.
Comprador compulsivo, o astro também gastou milhões durante sua defesa no processo de abuso sexual de menores, do qual foi absolvido. Segundo fontes do "Wall Street Journal" e do "New York Times", o astro teria deixado uma dívida de mais de US$ 400 milhões ao morrer aos 50 anos, em 2009.
Porém, um ano sem gastar nada e o filme musical de maior sucesso da história ajudaram a dissolver as dívidas. A saudade dos fãs, traduzida em compras de música, também colaborou.
Para a revista musical "Billboard", Jackson teria feito, em um ano morto, US$ 1 bilhão. Outros jornais fazem avaliações mais modestas, entre centenas de milhões, mas já descontando as dívidas.
Nos últimos 12 meses, Jackson vendeu 33 milhões de álbuns pelo mundo e 26,5 milhões de downloads, que geraram US$ 417 milhões, de acordo com as estimativas da "Billboard".
Nas contas da revista também está o pagamento de US$ 60 milhões que a Sony fez ao espólio de Jackson pelos direitos de distribuir o documentário "This Is It", que mostrava os ensaios da turnê de Jackson.
"Acho que estão todos brincando com números de receita que o espólio tem gerado, balanceado com suas dívidas", disse a crítica cultural do jornal "New York Times" Margo Jefferson, autora de uma biografia sobre Jackson.
"Os administradores do espólio vêm dizendo que esses lucros --vendas de discos, acordo com a Sony, o show do Cirque Du Soleil, videogame, vendas do DVD de "This is It"-- já deram um jeito nos problemas financeiros."
Para novembro, a Sony promete um álbum de músicas inéditas, como parte de um acordo de US$ 250 milhões com o espólio de Jackson que inclui 10 discos até 2017, entre material novo e antigo. Para 2012, o Cirque Du Soleil planeja abrir em Las Vegas um show fixo e outro itinerante sobre o músico.
Ao morrer, Jackson se preparava para uma volta aos palcos, numa ambiciosa turnê em Londres com dezenas de shows. Sua saúde, no entanto, estava bastante debilitada.
Legistas confirmaram a morte do músico devido à grande quantidade ingerida de analgésicos. Em agosto, Conrad Murray, médico que cuidava de Jackson e principal suspeito de homicídio, terá uma audiência judicial.
"Médicos e consultores financeiros ao redor de Michael mostraram que não davam a mínima para o seu bem estar. Queriam fazer dinheiro acima de tudo", disse por email Ian Halperin, diretor do documentário "Michael Jackson: Cedo Demais Para Morrer", que estreia hoje na TV a cabo GNT, junto com mais 50 países, incluindo os EUA. "Certamente foi ganância que matou Michael Jackson", conclui.
Folha - Segundo dia de shows em Glastonbury tem Gorillaz e Snoop Dogg
da INGLATERRA
Após uma quinta-feira ensolarada com atrações menores, o segundo dia do Festival de Glastonbury já começa muito bem. Logo pela manhã, a programação traz shows de bandas como a britânica fofinha Magic Numbers e o sueco Miike Snow, que lançou seu ótimo álbum de estreia homônimo no ano passado.
À tarde, destaque para os franceses do Phoenix, que lançaram no ano passado seu quarto álbum de estúdio ("Wolfgang Amadeus Phoenix"), o rapper Snoop Dogg e a ruiva topetuda britânica La Roux, com suas canções synthpop que conquistam principalmente as mulheres.
Outra atração que deve arrastar bastante gente para a tenda dance é o belga Aeroplane, que costumava ser um duo, mas agora é composto apenas por Vito De Luca.
A partir das 19h (horário local), as tendas começam a receber atrações maiores como a banda britânica Florence and the Machine, liderada pelos vocais poderosos de Florence Welch, o electropop do Hot Chip e o rock psicodélico do Flaming Lips.
A corrida por bons shows passa ainda pelo rapper nova-iorquino Mos Def, pela banda americana Black Keys, liderada pelo incrível Dan Auerbach, pelo quarteto britânico The xx, que ganhou muito destaque com seu álbum de estreia no ano passado ("xx"). Para dançar, a pedida é acompanhar os DJs Fatboy Slim e Boys Noize.
No palco principal, tocam os nova-iorquinos do Vampire Weekend, que fazem músicas com inspirações africanas, o rapper londrino Dizzee Rascal e a banda Gorillaz, que fecha a noite com promessa de muitos efeitos visuais e participações de Snoop Dogg e Lou Reed.
Primeiro dia
O primeiro dia de shows do Glastonbury aconteceu debaixo de um sol forte e termômetros marcando quase 26°. Os destaques foram o trio irlandês de electropop Two Door Cinema Club e o DJ inglês Joy Orbison, considerado uma das apostas para este ano por publicações como o semanário "NME". No mesmo palco, discotecaram Jamie, da incrível banda inglesa The xx, e o oitentista Boy George (ex-Culture Club), que chegou a cantar "Hare Krishna". Eclético o Glastonbury.
Ontem, o festival teve ainda a presença do príncipe Charles, que percorreu as instalações do festival e inclusive subiu ao palco para cumprimentar funcionários.
Após uma quinta-feira ensolarada com atrações menores, o segundo dia do Festival de Glastonbury já começa muito bem. Logo pela manhã, a programação traz shows de bandas como a britânica fofinha Magic Numbers e o sueco Miike Snow, que lançou seu ótimo álbum de estreia homônimo no ano passado.
À tarde, destaque para os franceses do Phoenix, que lançaram no ano passado seu quarto álbum de estúdio ("Wolfgang Amadeus Phoenix"), o rapper Snoop Dogg e a ruiva topetuda britânica La Roux, com suas canções synthpop que conquistam principalmente as mulheres.
Outra atração que deve arrastar bastante gente para a tenda dance é o belga Aeroplane, que costumava ser um duo, mas agora é composto apenas por Vito De Luca.
A partir das 19h (horário local), as tendas começam a receber atrações maiores como a banda britânica Florence and the Machine, liderada pelos vocais poderosos de Florence Welch, o electropop do Hot Chip e o rock psicodélico do Flaming Lips.
A corrida por bons shows passa ainda pelo rapper nova-iorquino Mos Def, pela banda americana Black Keys, liderada pelo incrível Dan Auerbach, pelo quarteto britânico The xx, que ganhou muito destaque com seu álbum de estreia no ano passado ("xx"). Para dançar, a pedida é acompanhar os DJs Fatboy Slim e Boys Noize.
No palco principal, tocam os nova-iorquinos do Vampire Weekend, que fazem músicas com inspirações africanas, o rapper londrino Dizzee Rascal e a banda Gorillaz, que fecha a noite com promessa de muitos efeitos visuais e participações de Snoop Dogg e Lou Reed.
Primeiro dia
O primeiro dia de shows do Glastonbury aconteceu debaixo de um sol forte e termômetros marcando quase 26°. Os destaques foram o trio irlandês de electropop Two Door Cinema Club e o DJ inglês Joy Orbison, considerado uma das apostas para este ano por publicações como o semanário "NME". No mesmo palco, discotecaram Jamie, da incrível banda inglesa The xx, e o oitentista Boy George (ex-Culture Club), que chegou a cantar "Hare Krishna". Eclético o Glastonbury.
Ontem, o festival teve ainda a presença do príncipe Charles, que percorreu as instalações do festival e inclusive subiu ao palco para cumprimentar funcionários.
Folha - Pai de Michael Jackson diz que há muito a ser revelado sobre morte do cantor
DE LOS ANGELES
De vilão do pop a paladino da justiça, Joe Jackson diz que sente falta da voz do filho chamando seu nome.
"Ele me ligava para dizer como estava, para dizer que me amava. Conversávamos sobre negócios, amigos, coisas que ele estava fazendo", disse à Folha o pai de Michael Jackson, cuja morte completa hoje um ano.
Joe, acusado pelo próprio astro de ter sido um pai extremamente violento, vem se mantendo nos tabloides desde o ano passado, com acusações das mais estapafúrdias para explicar a tragédia do filho, incluindo culpar a própria mãe de Michael.
Mas ele insiste que só quer a verdade.
"Há muitas pessoas envolvidas na morte de Michael. Há documentos que provam isso e eles irão aos poucos se tornar públicos", disse, sem dar detalhe, através de uma entrevista por e-mail.
Apesar de Michael ter afirmado que perdoara o pai e de ter até feito aparições públicas ao seu lado, segurando sua mão, Joe ficou de fora do testamento do músico.
Jackson morreu aos 50 anos, no momento em que se preparava para voltar aos palcos. Legistas confirmaram morte por homicídio e devido à grande quantidade ingerida de analgésicos.
Em agosto, Conrad Murray, médico que cuidava de Jackson e principal suspeito, terá uma audiência judicial.
Músicas inéditas
Além de "justiça", Joe quer algo grandioso, megalomaníaco. "Quero pedir às Nações Unidas para reunir todos os fãs de Michael do mundo inteiro para celebrar seu amor e a paz."
E também promete um memorial ao estilo de Graceland, ponto de peregrinação dos fãs de Elvis. Será em Gary, Indiana, onde o astro nasceu, e deverá ter 300 acres para um museu, dois hotéis cinco estrelas e um centro cultural.
Para novembro, a Sony promete um álbum de inéditas, como parte de um acordo de US$ 250 milhões com o espólio de Jackson, que inclui 10 discos até 2017, entre material novo e antigo.
Para 2012, o Cirque Du Soleil planeja abrir em Las Vegas um show fixo e itinerante sobre o músico.
"Não ouvi essas músicas novas. Michael nunca quis que músicas fossem lançadas porque não estavam prontas. Só queria mostrar o produto final", disse Joe.
Para especialistas ouvidos pela Folha, a imagem do astro no último ano mudou de maneira astronômica.
"Antes, ele era visto como uma pessoa acabada, uma piada sinistra, um criminoso que se safou. E agora ele é um gênio cuja influência cultural é inalcançável", disse Margo Jefferson, crítica cultural sênior do "New York Times" e autora de uma biografia sobre Michael.
"Ele virou Santo Michael Jackson, e vai virar um parque de diversões", disse Stephen Davis, ghost-writer da autobiografia "Moonwalker", em relação ao projeto do Cirque Du Soleil. "Acho que ele ficaria feliz."
De vilão do pop a paladino da justiça, Joe Jackson diz que sente falta da voz do filho chamando seu nome.
"Ele me ligava para dizer como estava, para dizer que me amava. Conversávamos sobre negócios, amigos, coisas que ele estava fazendo", disse à Folha o pai de Michael Jackson, cuja morte completa hoje um ano.
Joe, acusado pelo próprio astro de ter sido um pai extremamente violento, vem se mantendo nos tabloides desde o ano passado, com acusações das mais estapafúrdias para explicar a tragédia do filho, incluindo culpar a própria mãe de Michael.
Mas ele insiste que só quer a verdade.
"Há muitas pessoas envolvidas na morte de Michael. Há documentos que provam isso e eles irão aos poucos se tornar públicos", disse, sem dar detalhe, através de uma entrevista por e-mail.
Apesar de Michael ter afirmado que perdoara o pai e de ter até feito aparições públicas ao seu lado, segurando sua mão, Joe ficou de fora do testamento do músico.
Jackson morreu aos 50 anos, no momento em que se preparava para voltar aos palcos. Legistas confirmaram morte por homicídio e devido à grande quantidade ingerida de analgésicos.
Em agosto, Conrad Murray, médico que cuidava de Jackson e principal suspeito, terá uma audiência judicial.
Músicas inéditas
Além de "justiça", Joe quer algo grandioso, megalomaníaco. "Quero pedir às Nações Unidas para reunir todos os fãs de Michael do mundo inteiro para celebrar seu amor e a paz."
E também promete um memorial ao estilo de Graceland, ponto de peregrinação dos fãs de Elvis. Será em Gary, Indiana, onde o astro nasceu, e deverá ter 300 acres para um museu, dois hotéis cinco estrelas e um centro cultural.
Para novembro, a Sony promete um álbum de inéditas, como parte de um acordo de US$ 250 milhões com o espólio de Jackson, que inclui 10 discos até 2017, entre material novo e antigo.
Para 2012, o Cirque Du Soleil planeja abrir em Las Vegas um show fixo e itinerante sobre o músico.
"Não ouvi essas músicas novas. Michael nunca quis que músicas fossem lançadas porque não estavam prontas. Só queria mostrar o produto final", disse Joe.
Para especialistas ouvidos pela Folha, a imagem do astro no último ano mudou de maneira astronômica.
"Antes, ele era visto como uma pessoa acabada, uma piada sinistra, um criminoso que se safou. E agora ele é um gênio cuja influência cultural é inalcançável", disse Margo Jefferson, crítica cultural sênior do "New York Times" e autora de uma biografia sobre Michael.
"Ele virou Santo Michael Jackson, e vai virar um parque de diversões", disse Stephen Davis, ghost-writer da autobiografia "Moonwalker", em relação ao projeto do Cirque Du Soleil. "Acho que ele ficaria feliz."
JT - Mariah Carey fará show em Barretos
Jornal da Tarde
Confirmada a participação da cantora Mariah Carey na festa do Peão de Barretos que acontece entre os dias 19 e 29 de agosto. Essa é a segunda vez que a cantora vem ao Brasil. A primeira foi em outubro de 2009, para participar do Oi Fashion Rocks.
O show da cantora acontece no dia 21. Entre as atrações da festa estão confirmados shows de: Luan Santana, Restart, Ana Carolina, Inimigos da HP, Jorge & Mateus, e Victor & Leo.
Confirmada a participação da cantora Mariah Carey na festa do Peão de Barretos que acontece entre os dias 19 e 29 de agosto. Essa é a segunda vez que a cantora vem ao Brasil. A primeira foi em outubro de 2009, para participar do Oi Fashion Rocks.
O show da cantora acontece no dia 21. Entre as atrações da festa estão confirmados shows de: Luan Santana, Restart, Ana Carolina, Inimigos da HP, Jorge & Mateus, e Victor & Leo.
JB - Fãs ironizam ausência do U2 em Glastonbury
Portal Terra
LONDRES - Programado para ser headliner das comemorações de 40 anos do festival de Glastonbury, o U2 teve que cancelar sua apresentação em cima da hora em função de uma cirurgia de emergência do vocalista Bono, que agora se recupera.
Nesta sexta-feira, um dos espectadores do festival apareceu no meio do público com uma placa lembrando o episódio. "I Survived Glastonbury but U2 didnt" (Eu sobrevivi a Glastonbury mas o U2, não), dizia.
O festival, que tinha o U2 como headliner, teve que lidar com o cancelamento dos irlandeses, já que Bono sofreu uma cirurgia e ainda se recupera. No entanto, a ausência não deve afetar o ânimo dos fãs, que ainda contam com shows de Gorillaz, Muse, Shakira, Dead Weather, Snoop Dogg, Flaming Lips, Pet Shop Boys, Editors, The National, Phoenix, MGMT, LCD Soundsystem e muitos outros.
LONDRES - Programado para ser headliner das comemorações de 40 anos do festival de Glastonbury, o U2 teve que cancelar sua apresentação em cima da hora em função de uma cirurgia de emergência do vocalista Bono, que agora se recupera.
Nesta sexta-feira, um dos espectadores do festival apareceu no meio do público com uma placa lembrando o episódio. "I Survived Glastonbury but U2 didnt" (Eu sobrevivi a Glastonbury mas o U2, não), dizia.
O festival, que tinha o U2 como headliner, teve que lidar com o cancelamento dos irlandeses, já que Bono sofreu uma cirurgia e ainda se recupera. No entanto, a ausência não deve afetar o ânimo dos fãs, que ainda contam com shows de Gorillaz, Muse, Shakira, Dead Weather, Snoop Dogg, Flaming Lips, Pet Shop Boys, Editors, The National, Phoenix, MGMT, LCD Soundsystem e muitos outros.
JB - Première de 'Eclipse' reúne divas adolescentes em LA
Portal Terra
LOS ANGELES - Um show de novas divas do cinema causou a histeria de um bando de adolescentes que esperavam ao redor do Nokia Theater, em Los Angeles, nesta quinta-feira. Kristen Stewart, Nikki Reed, Dakota Fanning e Bryce Dallas Howard, entre outras, dividiram os holofotes ao promover a nova e quase inexplicável sensação adolescente: a saga Crepúsculo, que agora lança seu novo filme, Eclipse, a estrear nos cinemas mundiais em 30 de junho.
"Enclausurada" em um vestido branco de uma manga só, Kristen Stewart - que quando passa diante de um paparazzo está sempre vestindo bermudas ou calças largas com um boné - não parecia muito confortável com seu "figurino de festa", mas mesmo assim mostrou toda a simpatia com os fãs. Muitos deles acamparam por mais de uma semana para ver os astros de perto.
Nikki Reed, a atriz mais curvilínea da saga, Dakota Fanning, Anna Kendrick e Bryce Dallas Howard brilharam menos, mas nem por isso deixaram de receber o carinho dos fãs.
Como era de se esperar, os dois galãs do longa, Taylor Lautner e Robert Pattinson, ganharam os gritos mais histéricos. No meio da multidão, não era raro ver uma fã estendendo placas com mensagens de amor aos ídolos - algumas, de teor erótico.
No terceiro filme da saga Crepúsculo, Bella se vê mais uma vez dividida entre o amor de Edward e Jacob, ao mesmo tempo que um grupo de vampiros malvadões chega a Forks para atrapalhar a paz da cidadezinha.
Segundo o site da revista Entertainment Weekly, Eclipse deve arrecadar entre US$ 150 e US$ 179 milhões em sua primeira semana de exibição nos EUA, possivelmente batendo o recorde que pertence a Homem-Aranha 2 para uma estreia no mês de julho.
LOS ANGELES - Um show de novas divas do cinema causou a histeria de um bando de adolescentes que esperavam ao redor do Nokia Theater, em Los Angeles, nesta quinta-feira. Kristen Stewart, Nikki Reed, Dakota Fanning e Bryce Dallas Howard, entre outras, dividiram os holofotes ao promover a nova e quase inexplicável sensação adolescente: a saga Crepúsculo, que agora lança seu novo filme, Eclipse, a estrear nos cinemas mundiais em 30 de junho.
"Enclausurada" em um vestido branco de uma manga só, Kristen Stewart - que quando passa diante de um paparazzo está sempre vestindo bermudas ou calças largas com um boné - não parecia muito confortável com seu "figurino de festa", mas mesmo assim mostrou toda a simpatia com os fãs. Muitos deles acamparam por mais de uma semana para ver os astros de perto.
Nikki Reed, a atriz mais curvilínea da saga, Dakota Fanning, Anna Kendrick e Bryce Dallas Howard brilharam menos, mas nem por isso deixaram de receber o carinho dos fãs.
Como era de se esperar, os dois galãs do longa, Taylor Lautner e Robert Pattinson, ganharam os gritos mais histéricos. No meio da multidão, não era raro ver uma fã estendendo placas com mensagens de amor aos ídolos - algumas, de teor erótico.
No terceiro filme da saga Crepúsculo, Bella se vê mais uma vez dividida entre o amor de Edward e Jacob, ao mesmo tempo que um grupo de vampiros malvadões chega a Forks para atrapalhar a paz da cidadezinha.
Segundo o site da revista Entertainment Weekly, Eclipse deve arrecadar entre US$ 150 e US$ 179 milhões em sua primeira semana de exibição nos EUA, possivelmente batendo o recorde que pertence a Homem-Aranha 2 para uma estreia no mês de julho.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 24/06/2010
Estado de São Paulo
"Morte salva Michael Jackson da falência financeira".
"Músicas de R.E.M. e 2Pac, na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos".
"Trio Cor das Cordas lança CD de estreia em show".
Jornal da Tarde
"Em luto, Chitãozinho e Xororó adiam show".
"Morte salva Michael Jackson da falência financeira".
"Músicas de R.E.M. e 2Pac, na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos".
"Trio Cor das Cordas lança CD de estreia em show".
Jornal da Tarde
"Em luto, Chitãozinho e Xororó adiam show".
Estadão - Morte salva Michael Jackson da falência financeira
LOS ANGELES (AP)
Matérias publicadas pela mídia internacional afirmam que se Michael Jackson não tivesse morrido teria ido à falência financeira. Segundo o Wall Street Journal, apesar de um patrimônio que ultrapassava US$ 1 bilhão, o cantor arrastou até o dia em que morreu, 25 de junho do ano passado, dívidas que chegavam a US$ 500 milhões. De acordo com o jornal, o fundo do artista teria gerado mais de US$ 200 milhões de lucro em um ano, quantidade que serviu para salvar alguns embargos e acertar contas não pagas.
Nesta sexta, quando faz um ano da morte de Jackson, os EUA não renderão grandes homenagens ao cantor, em grande parte por causa do interesse da família em evitar aglomerações e da proibição de que fãs se aproximem da sepultura do artista. Na cidade em que Jackson passou parte de sua infância, porém, Gary, em Indiana, haverá discursos e apresentações, com a presença de Katherine Jackson, mãe do cantor.
Matérias publicadas pela mídia internacional afirmam que se Michael Jackson não tivesse morrido teria ido à falência financeira. Segundo o Wall Street Journal, apesar de um patrimônio que ultrapassava US$ 1 bilhão, o cantor arrastou até o dia em que morreu, 25 de junho do ano passado, dívidas que chegavam a US$ 500 milhões. De acordo com o jornal, o fundo do artista teria gerado mais de US$ 200 milhões de lucro em um ano, quantidade que serviu para salvar alguns embargos e acertar contas não pagas.
Nesta sexta, quando faz um ano da morte de Jackson, os EUA não renderão grandes homenagens ao cantor, em grande parte por causa do interesse da família em evitar aglomerações e da proibição de que fãs se aproximem da sepultura do artista. Na cidade em que Jackson passou parte de sua infância, porém, Gary, em Indiana, haverá discursos e apresentações, com a presença de Katherine Jackson, mãe do cantor.
Estadão - Músicas de R.E.M. e 2Pac, na Biblioteca do Congresso
WASHINGTON (EFE)
Músicas do grupo R.E.M. e do rapper Tupac Shakur, mais conhecido como 2Pac, fazem parte da lista incluída nesta terça, 23, no Registro Nacional de Gravações da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.
As peças foram incluídas por serem "culturalmente, historicamente e esteticamente importantes", segundo o critério da Lei de Preservação de Gravações de 2000.
Até o momento, há 300 canções no arquivo, ao qual só podem ter acesso aquelas que tenham completado dez anos de criação e sejam selecionadas por uma comissão especial, segundo a instituição.
A música escolhida do R.E.M. foi "Radio Free Europe", que foi escutada pela primeira vez em uma rádio universitária em 1981 antes de ser gravada para o álbum estreia da banda, "Murmur".
"Dear Mama", de 1995, foi a música de 2Pac incluída no registro, que a Biblioteca do Congresso descreve como "uma homenagem eloquente e emotiva" a sua mãe e a todas as mães que lutam para manter uma família em meio à pobreza, à dependência das drogas e à indiferença social.
Músicas do grupo R.E.M. e do rapper Tupac Shakur, mais conhecido como 2Pac, fazem parte da lista incluída nesta terça, 23, no Registro Nacional de Gravações da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.
As peças foram incluídas por serem "culturalmente, historicamente e esteticamente importantes", segundo o critério da Lei de Preservação de Gravações de 2000.
Até o momento, há 300 canções no arquivo, ao qual só podem ter acesso aquelas que tenham completado dez anos de criação e sejam selecionadas por uma comissão especial, segundo a instituição.
A música escolhida do R.E.M. foi "Radio Free Europe", que foi escutada pela primeira vez em uma rádio universitária em 1981 antes de ser gravada para o álbum estreia da banda, "Murmur".
"Dear Mama", de 1995, foi a música de 2Pac incluída no registro, que a Biblioteca do Congresso descreve como "uma homenagem eloquente e emotiva" a sua mãe e a todas as mães que lutam para manter uma família em meio à pobreza, à dependência das drogas e à indiferença social.
Estadão - Trio Cor das Cordas lança CD de estreia em show
O Estadão
Para marcar o lançamento do primeiro disco que leva o nome do trio de violões, Cor das Cordas, lançado pela Lua Discos. No show, que acontece no Sesc Pinheiros nesta quinta, 24, Edinho Godoy, Luca Bulgarini e Milton Daud tocam composições próprias e canções de grandes nomes nacionais como Milton Nascimento ("Clube da Esquina 2", "Fé Cega, Faca Amolada") e Djavan ("Cigano", "Fato Consumado"). Participa do show o percussionista André Kurchal.
Cor das Cordas - Data: 24 de junho, 20hs. SESC Pinheiros - Auditório. Rua Paes Leme, 195, Pinheiros - São Paulo. Ingressos: R$ 12,00 e R$ 6,00 (meia entrada)
Para marcar o lançamento do primeiro disco que leva o nome do trio de violões, Cor das Cordas, lançado pela Lua Discos. No show, que acontece no Sesc Pinheiros nesta quinta, 24, Edinho Godoy, Luca Bulgarini e Milton Daud tocam composições próprias e canções de grandes nomes nacionais como Milton Nascimento ("Clube da Esquina 2", "Fé Cega, Faca Amolada") e Djavan ("Cigano", "Fato Consumado"). Participa do show o percussionista André Kurchal.
Cor das Cordas - Data: 24 de junho, 20hs. SESC Pinheiros - Auditório. Rua Paes Leme, 195, Pinheiros - São Paulo. Ingressos: R$ 12,00 e R$ 6,00 (meia entrada)
JT - Em luto, Chitãozinho e Xororó adiam show
Jornal da Tarde
Por causa do falecimento de Araci Lima, mãe de Chitãozinho e Xororó, a dupla adiou o primeiro show da turnê “40 Anos de Carreira de Chitãozinho & Xororó que aconteceria nesta sexta-feira, 25, no Via Funchal. A assessoria da dupla ainda não divulgou nova data para o show, mas confirma que os ingressos serão válidos.
Araci Lima tinha 76 anos e faleceu na noite de terça (22), vítima de um infarto.
Por causa do falecimento de Araci Lima, mãe de Chitãozinho e Xororó, a dupla adiou o primeiro show da turnê “40 Anos de Carreira de Chitãozinho & Xororó que aconteceria nesta sexta-feira, 25, no Via Funchal. A assessoria da dupla ainda não divulgou nova data para o show, mas confirma que os ingressos serão válidos.
Araci Lima tinha 76 anos e faleceu na noite de terça (22), vítima de um infarto.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 23/06/2010
Estado de São Paulo
"Morre mãe de Chitãozinho e Xororó".
Folha de São Paulo
"Festival de Glastonbury completa 40 anos como o maior do gênero".
"Show foi "baseado no repertório" da banda, diz Prefeitura de São Paulo".
Jornal da Tarde
"Proibidas visitas ao túmulo de Michael Jackson".
Jornal do Brasil
"Elton John mostra seus sucessos em show na Eslováquia".
"Ingressos para Lionel Richie no Brasil já estão à venda".
"Morre mãe de Chitãozinho e Xororó".
Folha de São Paulo
"Festival de Glastonbury completa 40 anos como o maior do gênero".
"Show foi "baseado no repertório" da banda, diz Prefeitura de São Paulo".
Jornal da Tarde
"Proibidas visitas ao túmulo de Michael Jackson".
Jornal do Brasil
"Elton John mostra seus sucessos em show na Eslováquia".
"Ingressos para Lionel Richie no Brasil já estão à venda".
Estadão - Morre mãe de Chitãozinho e Xororó
O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - A mãe da dupla Chitãozinho e Xororó e avó de Sandy e Junior, dona Araci, de 77 anos, morreu na tarde desta terça-feira, 22, vítima de um enfarte. Dona Araci passou mal na noite de segunda e foi operada no Hospital Madre Maria Teodora, em Campinas, a 98 km de São Paulo, mas não resistiu e morreu às 18h30.
Segundo a assessoria dos cantores, o enterro será amanhã às 10h30, porém ainda não está definido o cemitério. Xororó está voltando de Nova York na noite desta terça-feira. Chitãozinho já está no hospital.
SÃO PAULO - A mãe da dupla Chitãozinho e Xororó e avó de Sandy e Junior, dona Araci, de 77 anos, morreu na tarde desta terça-feira, 22, vítima de um enfarte. Dona Araci passou mal na noite de segunda e foi operada no Hospital Madre Maria Teodora, em Campinas, a 98 km de São Paulo, mas não resistiu e morreu às 18h30.
Segundo a assessoria dos cantores, o enterro será amanhã às 10h30, porém ainda não está definido o cemitério. Xororó está voltando de Nova York na noite desta terça-feira. Chitãozinho já está no hospital.
Folha - Festival de Glastonbury completa 40 anos como o maior do gênero
Folha
Há exatos 40 anos, um dia após a morte do lendário guitarrista Jimi Hendrix, o DJ Mad Mick escolheu a versão original da música eternizada pelos Rolling Stones, "It's All Over Now", de Bobby Womack, para abrir o Pilton Pop Festival, organizado pelo fazendeiro Michael Eavis.
Marc Bolan, líder da principal banda do festival naquele ano (T. Rex), ficou impressionado com a música e pediu a Mick que a tocasse de novo. Em 2010, o DJ terá a chance de atender o pedido.
Em comemoração de seu quadragésimo aniversário, o agora conhecido como Festival de Glastonbury, que começa hoje e vai até domingo em Somerset, interior da Inglaterra, vai unir novas apostas da música a nomes que fizeram história no festival.
Segundo Crispin Aubrey, um dos organizadores, a ideia é ter algumas das atrações mais representativas de cada década do festival.
Além de Mick, apresentam-se a banda Quintessence, de Raja Ram, e o oitentista Billy Bragg. Há também artistas recentes como o homem de mil bandas Jack White, com o Dead Weather, e o ex-Blur Damon Albarn, que foi chamado de última hora com sua banda-cartum Gorillaz.
Ele substitui o U2, que cancelou sua participação depois que o vocalista Bono passou por uma cirurgia na coluna após se machucar durante um ensaio, no dia 21/5.
Já entre as atrações mais novas, destaque para as bandas The TemperTrap, The xx e Two Door Cinema Club.
Mutantes
Completam o line-up atrações de peso como Stevie Wonder, em sua primeira vez no festival, Muse e LCD Soundsystem. Os brasileiros também marcam presença no festival com a banda Os Mutantes e o duo de música eletrônica MixHell.
O Glastonbury tomou proporções gigantescas e é hoje o maior evento do tipo a céu aberto. Realizado em uma fazenda com área de mil hectares, o festival conta neste ano com 45 palcos, com média de dez atrações por dia.
De acordo com Aubrey, no primeiro ano o festival recebeu cerca de 1.500 pessoas, que pagaram pelo ingresso uma libra (R$ 2,60). Hoje, o festival cobra de 185 libras a 200libras (de R$ 480 a R$ 520) pelos ingressos.
Os pacotes que também incluem transporte custam o dobro. A expectativa é que 177.500 pessoas participem.
Tudo isso faz do festival um evento lucrativo para a Inglaterra _de acordo com uma pesquisa do distrito de Mendip, o evento movimenta mais de 82 milhões de libras (cerca de R$ 214 milhões).
Há exatos 40 anos, um dia após a morte do lendário guitarrista Jimi Hendrix, o DJ Mad Mick escolheu a versão original da música eternizada pelos Rolling Stones, "It's All Over Now", de Bobby Womack, para abrir o Pilton Pop Festival, organizado pelo fazendeiro Michael Eavis.
Marc Bolan, líder da principal banda do festival naquele ano (T. Rex), ficou impressionado com a música e pediu a Mick que a tocasse de novo. Em 2010, o DJ terá a chance de atender o pedido.
Em comemoração de seu quadragésimo aniversário, o agora conhecido como Festival de Glastonbury, que começa hoje e vai até domingo em Somerset, interior da Inglaterra, vai unir novas apostas da música a nomes que fizeram história no festival.
Segundo Crispin Aubrey, um dos organizadores, a ideia é ter algumas das atrações mais representativas de cada década do festival.
Além de Mick, apresentam-se a banda Quintessence, de Raja Ram, e o oitentista Billy Bragg. Há também artistas recentes como o homem de mil bandas Jack White, com o Dead Weather, e o ex-Blur Damon Albarn, que foi chamado de última hora com sua banda-cartum Gorillaz.
Ele substitui o U2, que cancelou sua participação depois que o vocalista Bono passou por uma cirurgia na coluna após se machucar durante um ensaio, no dia 21/5.
Já entre as atrações mais novas, destaque para as bandas The TemperTrap, The xx e Two Door Cinema Club.
Mutantes
Completam o line-up atrações de peso como Stevie Wonder, em sua primeira vez no festival, Muse e LCD Soundsystem. Os brasileiros também marcam presença no festival com a banda Os Mutantes e o duo de música eletrônica MixHell.
O Glastonbury tomou proporções gigantescas e é hoje o maior evento do tipo a céu aberto. Realizado em uma fazenda com área de mil hectares, o festival conta neste ano com 45 palcos, com média de dez atrações por dia.
De acordo com Aubrey, no primeiro ano o festival recebeu cerca de 1.500 pessoas, que pagaram pelo ingresso uma libra (R$ 2,60). Hoje, o festival cobra de 185 libras a 200libras (de R$ 480 a R$ 520) pelos ingressos.
Os pacotes que também incluem transporte custam o dobro. A expectativa é que 177.500 pessoas participem.
Tudo isso faz do festival um evento lucrativo para a Inglaterra _de acordo com uma pesquisa do distrito de Mendip, o evento movimenta mais de 82 milhões de libras (cerca de R$ 214 milhões).
Folha - Show foi "baseado no repertório" da banda, diz Prefeitura de São Paulo
DE SÃO PAULO
Em resposta à afirmação de Otis Williams, dono da marca Temptations, de que o show da banda na Virada Cultural, em São Paulo, foi de um grupo "fake", a prefeitura afirmou, em nota, que "o show apresentado foi baseado no repertório do grupo".
No line-up da Virada, o show aparecia como The Temptations com Glenn Leonard. A prefeitura diz que "a referência foi utilizada na divulgação do nome do grupo, que sempre saiu acompanhada de Glenn Leonard como atração principal".
Leonard fez parte da banda de 1975 a 1983, mas segundo Williams, não pode usar a marca em apresentações.
Leonard e outros integrantes da banda que se apresentou na Virada foram contratados para o show por R$ 68 mil. Nenhum dos nomes contratados, exceto Leonard, chegou a integrar a banda.
Em resposta à afirmação de Otis Williams, dono da marca Temptations, de que o show da banda na Virada Cultural, em São Paulo, foi de um grupo "fake", a prefeitura afirmou, em nota, que "o show apresentado foi baseado no repertório do grupo".
No line-up da Virada, o show aparecia como The Temptations com Glenn Leonard. A prefeitura diz que "a referência foi utilizada na divulgação do nome do grupo, que sempre saiu acompanhada de Glenn Leonard como atração principal".
Leonard fez parte da banda de 1975 a 1983, mas segundo Williams, não pode usar a marca em apresentações.
Leonard e outros integrantes da banda que se apresentou na Virada foram contratados para o show por R$ 68 mil. Nenhum dos nomes contratados, exceto Leonard, chegou a integrar a banda.
JT - Proibidas visitas ao túmulo de Michael Jackson
Jornal da Tarde
Nesta terça (22) sites americanos divulgaram que o mausoléu onde está o corpo de Michael Jackson, no cemitério Forest Lawn, Califórnia, EUA, seria aberto ao público na sexta (25), quando a morte do Rei completa um ano. Só que para tristeza dos fãs, a notícia era falsa. Ao JT, a administração do cemitério afirmou que o mausoléu continuará fechado, como sempre, a pedido da família, e que apenas a visitação normal ao cemitério estará aberta, das 9h às 18h.
Nesta terça (22) sites americanos divulgaram que o mausoléu onde está o corpo de Michael Jackson, no cemitério Forest Lawn, Califórnia, EUA, seria aberto ao público na sexta (25), quando a morte do Rei completa um ano. Só que para tristeza dos fãs, a notícia era falsa. Ao JT, a administração do cemitério afirmou que o mausoléu continuará fechado, como sempre, a pedido da família, e que apenas a visitação normal ao cemitério estará aberta, das 9h às 18h.
JB - Elton John mostra seus sucessos em show na Eslováquia
Portal Terra
KOSICE - Em turnê pela Europa, Elton John desembarcou na noite desta terça-feira na Eslováquia e contagiou seus fãs no país com um show em Kosice.
Nesta excursão pela Europa, o compositor tem cantado seus maiores hits. O repertório do britânico inclui canções como Tiny Dancer, Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding, Daniel, Candle in the Wind e Your Song.
Com shows marcados até dezembro, Elton John faz uma série de apresentações no Canadá e Estados Unidos para depois retornar para a Europa passando por Espanha, Itália, França, Noruega, Dinamarca e Suécia.
KOSICE - Em turnê pela Europa, Elton John desembarcou na noite desta terça-feira na Eslováquia e contagiou seus fãs no país com um show em Kosice.
Nesta excursão pela Europa, o compositor tem cantado seus maiores hits. O repertório do britânico inclui canções como Tiny Dancer, Funeral for a Friend/Love Lies Bleeding, Daniel, Candle in the Wind e Your Song.
Com shows marcados até dezembro, Elton John faz uma série de apresentações no Canadá e Estados Unidos para depois retornar para a Europa passando por Espanha, Itália, França, Noruega, Dinamarca e Suécia.
JB - Ingressos para Lionel Richie no Brasil já estão à venda
Portal Terra
SÃO PAULO - Estão à venda os ingressos para as duas apresentações que o cantor Lionel Richie fará no Brasil. Esta será a primeira vez que o artista se apresentará no país.
Os shows estão agendados para os dias 28 e 29 de agosto, em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente.
SÃO PAULO - Estão à venda os ingressos para as duas apresentações que o cantor Lionel Richie fará no Brasil. Esta será a primeira vez que o artista se apresentará no país.
Os shows estão agendados para os dias 28 e 29 de agosto, em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 22/06/2010
Estado de São Paulo
"Autópsia revela que baixista do Slipknot morreu de overdose acidental".
"Clã de Martinho da Vila canta Noel Rosa".
Folha de São Paulo
"Espólio de Michael Jackson lucrou US$ 1 bi desde sua morte".
"Exposição de Carmen Miranda revive fatos da "Pequena Notável"".
"Mãe de Michael Jackson se associa a empresário para lançar livro".
"Autópsia revela que baixista do Slipknot morreu de overdose acidental".
"Clã de Martinho da Vila canta Noel Rosa".
Folha de São Paulo
"Espólio de Michael Jackson lucrou US$ 1 bi desde sua morte".
"Exposição de Carmen Miranda revive fatos da "Pequena Notável"".
"Mãe de Michael Jackson se associa a empresário para lançar livro".
Estadão - Autópsia revela que baixista do Slipknot morreu de overdose acidental
Associated Press
IOWA, EUA- Resultados da autópsia confirmam que o baixista da banda de metal Slipknot morreu devido a uma overdose acidental de morfina e fentanil, um substituto sintético da morfina, afirmou a polícia de Urbandale nesta segunda-feira, 21. Segundo os policiais, a autópsia também revelou sinais de que o músico tinha uma séria doença cardíaca.
Gray, de 38 anos, foi encontrado morto em um quarto de hotel do subúrbio de Des Moines, em 25 de maio. Um funcionário do estabelecimento informou a um atendente de emergência que uma agulha foi encontrada próxima ao corpo de Gray e que também havia pílulas no quarto.
Não há evidências de que o baixista tinha prescrição médica para as drogas, de acordo com o sargento Dave Disney. Segundo o porta-voz policial, agentes estão investigando como Gray conseguiu as substâncias.
Uma pessoa que atendeu a uma ligação na gravadora da banda, a Roadrunner Records, em Nova York, se recusou a comentar o resultado da autópsia e disse que não haveria resposta oficial da companhia ou do grupo até que algo seja postado no site oficial do Slipknot. Nenhum comunicado havia sido publicado na página até a noite de segunda.
A maioria dos membros do Slipknot cresceu na região de Des Moines. Gray era um dos membros que estão com a banda desde o começo e um dos dois que não nasceram em Iowa.
O Slipknot é conhecido por suas máscaras grotescas, músicas pesadas e letras obscuras e agressivas. Seu primeiro álbum, lançado em 1999, com o mesmo título do nome da banda, vendeu mais de um milhão de cópias. A banda já ganhou sete Grammys, o último deles em 2006 pela melhor performance metal com a música Before I Forget. O último álbum do Slipknot, All Hope Is Gone, foi lançado em 2008.
IOWA, EUA- Resultados da autópsia confirmam que o baixista da banda de metal Slipknot morreu devido a uma overdose acidental de morfina e fentanil, um substituto sintético da morfina, afirmou a polícia de Urbandale nesta segunda-feira, 21. Segundo os policiais, a autópsia também revelou sinais de que o músico tinha uma séria doença cardíaca.
Gray, de 38 anos, foi encontrado morto em um quarto de hotel do subúrbio de Des Moines, em 25 de maio. Um funcionário do estabelecimento informou a um atendente de emergência que uma agulha foi encontrada próxima ao corpo de Gray e que também havia pílulas no quarto.
Não há evidências de que o baixista tinha prescrição médica para as drogas, de acordo com o sargento Dave Disney. Segundo o porta-voz policial, agentes estão investigando como Gray conseguiu as substâncias.
Uma pessoa que atendeu a uma ligação na gravadora da banda, a Roadrunner Records, em Nova York, se recusou a comentar o resultado da autópsia e disse que não haveria resposta oficial da companhia ou do grupo até que algo seja postado no site oficial do Slipknot. Nenhum comunicado havia sido publicado na página até a noite de segunda.
A maioria dos membros do Slipknot cresceu na região de Des Moines. Gray era um dos membros que estão com a banda desde o começo e um dos dois que não nasceram em Iowa.
O Slipknot é conhecido por suas máscaras grotescas, músicas pesadas e letras obscuras e agressivas. Seu primeiro álbum, lançado em 1999, com o mesmo título do nome da banda, vendeu mais de um milhão de cópias. A banda já ganhou sete Grammys, o último deles em 2006 pela melhor performance metal com a música Before I Forget. O último álbum do Slipknot, All Hope Is Gone, foi lançado em 2008.
Estadão - Clã de Martinho da Vila canta Noel Rosa
O Estado de S. Paulo
O Ano Noel Rosa (1910-1937), que festeja o centenário daquele que é considerado o primeiro poeta do samba, começou no carnaval, com o desfile-tributo da escola de seu bairro, Vila Isabel. Segue com o CD Poeta da Cidade (Biscoito Fino), gravado por Martinho da Vila, também autor do samba-enredo da Vila, que relê 14 faixas de seu repertório.
Para cantar clássicos como Filosofia, Fita Amarela, Três Apitos e O X do Problema, e também músicas menos conhecidas, como E Não Brinca Não, Seja Breve e Cidade Mulher, Martinho convidou cinco cantoras, sendo três delas suas filhas: a consagrada Mart’nália, Analimar Ventapane, que faz backing vocal para o pai, a irmã e artistas como Diogo Nogueira e o grupo Fundo de Quintal, e Maira Freitas, pianista clássica de 24 anos que está estreando em disco e começa a se aventurar pela música popular.
Maira gravou piano e voz em Último Desejo, uma das faixas mais bonitas do CD. "É um novo caminho que está se abrindo pra mim", acredita a jovem, a terceira na escadinha de oito filhos de Martinho (os mais jovens, Alegria e Preto, têm 10 e 15 anos).
Patricia Hora, filha do produtor do projeto, Rildo Hora, além de Ana Costa e Aline Calixto, vozes do samba carioca, completam o time. A ideia nasceu quando Martinho, que em seus 40 anos de carreira já havia gravado músicas como Com Que Roupa? e Feitio de Oração, foi chamado a fazer um CD que viria encartado num livro em que analistas discorreriam sobre a obra de Noel, por conta da efeméride.
O livro ainda não saiu, conta Martinho, mas o CD agradou à Biscoito Fino, que resolveu lançá-lo. Apesar do pouco tempo de vida - Noel morreu antes de completar 27 anos -, sua produção foi grande, de modo que ficou decidido que só entrariam músicas em que letra e melodia fossem de Noel (a exceção foi Filosofia, parceria com André Filho, que acabou escapando do recorte).
Rildo e Mauricio Carrilho foram chamados para fazer os arranjos. As gravações, realizadas entre dezembro e janeiro, bem em meio ao burburinho pré-carnavalesco (todo o clã desfila na Vila Isabel, que teve Martinho à frente, abrindo o caminho na Passarela do Samba), viraram um encontro familiar. Além das três cantoras, juntou-se ao time Martinho Filho, irmão delas, que é gerente de produção da gravadora. "Eu disse pra Analimar: ‘Nossa, vai parecer que a família está querendo invadir.’ E ela respondeu: ‘Mas é essa a intenção mesmo!’", contou o produtor, que acompanhou tudo de perto.
"A gente está sempre junto... Só não encontramos quem não queremos encontrar, né? O ponto de encontro é Vila Isabel", diz o pai, todo contente de ver a prole reunida na Biscoito Fino - só Mart’nália faltou ao encontro, marcado para a entrevista ao Estado ("ela é a estrela", brinca Martinho). Nascido em Duas Barras, no interior do Rio, em 1938, ele chegou ao bairro da zona norte da capital lá pela metade dos anos 60, época em que também ingressou na escola de samba. Desde então, virou "Noel Rosa Futebol Clube".
Admira não só as rimas ricas e as melodias, mas, para além das qualidades artísticas, ressalta a atitude de Noel, desprovida de qualquer preconceito, característica, aliás, que ele destacou no samba-enredo da Vila deste ano (o desfile relembrou passagens de sua vida, emocionando o público da Sapucaí, mas a escola acabou em 4.º lugar).
"Noel sempre foi uma referência pra mim. Pela minha ligação com a Vila, viviam me perguntando sobre ele, e tive que estudar", conta. "Os compositores do morro não eram admirados, e Noel se aproximou deles, foi parceiro deles. Quem tocava violão era marginalizado, e Noel aparecia empunhando o dele. O samba era coisa de preto e ele mostrou que não era bem assim."
Sobre a "ação em família", Martinho jura que nunca incentivou os filhos a seguir seus passos. Pelo menos não conscientemente. "Sempre disse que vida de artista é a pior que existe. Mas volta e meia botava um pra fazer uma brincadeira num show..."
Programações do centenário - As homenagens a Noel Rosa se estendem até o fim do ano. É para quando está programada uma sessão especial na Academia Brasileira de Letras, que vai lembrar a importância e a beleza de sua obra. Além da Biscoito Fino, outra gravadora, a Som Livre, lançou um CD focado em seu repertório. Em Noel Rosa - 100 Anos de Celebração, foram reunidas gravações feitas dos anos 60 para cá. Entre as mais antigas, estão Meu Barracão, com Maria Bethânia, de 1965, Conversa de Botequim, com Moreira da Silva, de 1966, Feitio de Oração, com Clara Nunes, de 1971, e Filosofia, com Chico Buarque, de 1974. Da nova geração, Roberta Sá canta O X do Problema. Prova de que Noel é eterno.
O Ano Noel Rosa (1910-1937), que festeja o centenário daquele que é considerado o primeiro poeta do samba, começou no carnaval, com o desfile-tributo da escola de seu bairro, Vila Isabel. Segue com o CD Poeta da Cidade (Biscoito Fino), gravado por Martinho da Vila, também autor do samba-enredo da Vila, que relê 14 faixas de seu repertório.
Para cantar clássicos como Filosofia, Fita Amarela, Três Apitos e O X do Problema, e também músicas menos conhecidas, como E Não Brinca Não, Seja Breve e Cidade Mulher, Martinho convidou cinco cantoras, sendo três delas suas filhas: a consagrada Mart’nália, Analimar Ventapane, que faz backing vocal para o pai, a irmã e artistas como Diogo Nogueira e o grupo Fundo de Quintal, e Maira Freitas, pianista clássica de 24 anos que está estreando em disco e começa a se aventurar pela música popular.
Maira gravou piano e voz em Último Desejo, uma das faixas mais bonitas do CD. "É um novo caminho que está se abrindo pra mim", acredita a jovem, a terceira na escadinha de oito filhos de Martinho (os mais jovens, Alegria e Preto, têm 10 e 15 anos).
Patricia Hora, filha do produtor do projeto, Rildo Hora, além de Ana Costa e Aline Calixto, vozes do samba carioca, completam o time. A ideia nasceu quando Martinho, que em seus 40 anos de carreira já havia gravado músicas como Com Que Roupa? e Feitio de Oração, foi chamado a fazer um CD que viria encartado num livro em que analistas discorreriam sobre a obra de Noel, por conta da efeméride.
O livro ainda não saiu, conta Martinho, mas o CD agradou à Biscoito Fino, que resolveu lançá-lo. Apesar do pouco tempo de vida - Noel morreu antes de completar 27 anos -, sua produção foi grande, de modo que ficou decidido que só entrariam músicas em que letra e melodia fossem de Noel (a exceção foi Filosofia, parceria com André Filho, que acabou escapando do recorte).
Rildo e Mauricio Carrilho foram chamados para fazer os arranjos. As gravações, realizadas entre dezembro e janeiro, bem em meio ao burburinho pré-carnavalesco (todo o clã desfila na Vila Isabel, que teve Martinho à frente, abrindo o caminho na Passarela do Samba), viraram um encontro familiar. Além das três cantoras, juntou-se ao time Martinho Filho, irmão delas, que é gerente de produção da gravadora. "Eu disse pra Analimar: ‘Nossa, vai parecer que a família está querendo invadir.’ E ela respondeu: ‘Mas é essa a intenção mesmo!’", contou o produtor, que acompanhou tudo de perto.
"A gente está sempre junto... Só não encontramos quem não queremos encontrar, né? O ponto de encontro é Vila Isabel", diz o pai, todo contente de ver a prole reunida na Biscoito Fino - só Mart’nália faltou ao encontro, marcado para a entrevista ao Estado ("ela é a estrela", brinca Martinho). Nascido em Duas Barras, no interior do Rio, em 1938, ele chegou ao bairro da zona norte da capital lá pela metade dos anos 60, época em que também ingressou na escola de samba. Desde então, virou "Noel Rosa Futebol Clube".
Admira não só as rimas ricas e as melodias, mas, para além das qualidades artísticas, ressalta a atitude de Noel, desprovida de qualquer preconceito, característica, aliás, que ele destacou no samba-enredo da Vila deste ano (o desfile relembrou passagens de sua vida, emocionando o público da Sapucaí, mas a escola acabou em 4.º lugar).
"Noel sempre foi uma referência pra mim. Pela minha ligação com a Vila, viviam me perguntando sobre ele, e tive que estudar", conta. "Os compositores do morro não eram admirados, e Noel se aproximou deles, foi parceiro deles. Quem tocava violão era marginalizado, e Noel aparecia empunhando o dele. O samba era coisa de preto e ele mostrou que não era bem assim."
Sobre a "ação em família", Martinho jura que nunca incentivou os filhos a seguir seus passos. Pelo menos não conscientemente. "Sempre disse que vida de artista é a pior que existe. Mas volta e meia botava um pra fazer uma brincadeira num show..."
Programações do centenário - As homenagens a Noel Rosa se estendem até o fim do ano. É para quando está programada uma sessão especial na Academia Brasileira de Letras, que vai lembrar a importância e a beleza de sua obra. Além da Biscoito Fino, outra gravadora, a Som Livre, lançou um CD focado em seu repertório. Em Noel Rosa - 100 Anos de Celebração, foram reunidas gravações feitas dos anos 60 para cá. Entre as mais antigas, estão Meu Barracão, com Maria Bethânia, de 1965, Conversa de Botequim, com Moreira da Silva, de 1966, Feitio de Oração, com Clara Nunes, de 1971, e Filosofia, com Chico Buarque, de 1974. Da nova geração, Roberta Sá canta O X do Problema. Prova de que Noel é eterno.
Folha - Espólio de Michael Jackson lucrou US$ 1 bi desde sua morte
da BBC Brasil
O espólio do cantor Michael Jackson já lucrou mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 1,76 bilhão) desde sua morte, há um ano, segundo estimativas feitas pela revista especializada "Billboard".
A revista diz que as vendas dos discos de Michael Jackson geraram cerca de US$ 383 milhões, enquanto a renda com o filme "This Is It" chegou a quase US$ 400 milhões.
Michael Jackson sorri durante entrevista coletiva concedida no 02 Arena, em Londres,
um novo contrato para lançamentos de discos já gerou US$ 31 milhões. O acordo com a gravadora Sony prevê o lançamento de dez álbuns do cantor nos próximos sete anos, incluindo um com material inédito.
O espólio do cantor deve receber até US$ 250 milhões pelo acordo com a Sony, mas a "Billboard" calcula que aproximadamente US$ 31 milhões disso já foram pagos nos últimos 12 meses.
Suvenires
Apesar de a turnê "This Is It" nunca ter acontecido, a renda com ingressos guardados pelos fãs como suvenires e não reembolsados gerou aproximadamente US$ 6,5 milhões.
A companhia Mijac, que gerencia os direitos autorais do cantor, tem hoje um valor estimado em US$ 150 milhões, segundo a "Billboard". A revista diz que a Mijac teria recebido cerca de US$ 50 milhões no ano passado.
O espólio de Michael Jackson também detém metade da editora musical Sony/ATV. A parcela do cantor na companhia teria gerado US$ 80 milhões no ano passado.
Outras fontes de renda vieram de direitos autorais, vendas e aluguéis de DVDs e downloads de músicas, vídeos e ringtones.
Michael Jackson morreu no dia 25 de junho do ano passado, aos 50 anos, após uma suposta overdose de medicamentos.
O espólio do cantor Michael Jackson já lucrou mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 1,76 bilhão) desde sua morte, há um ano, segundo estimativas feitas pela revista especializada "Billboard".
A revista diz que as vendas dos discos de Michael Jackson geraram cerca de US$ 383 milhões, enquanto a renda com o filme "This Is It" chegou a quase US$ 400 milhões.
Michael Jackson sorri durante entrevista coletiva concedida no 02 Arena, em Londres,
um novo contrato para lançamentos de discos já gerou US$ 31 milhões. O acordo com a gravadora Sony prevê o lançamento de dez álbuns do cantor nos próximos sete anos, incluindo um com material inédito.
O espólio do cantor deve receber até US$ 250 milhões pelo acordo com a Sony, mas a "Billboard" calcula que aproximadamente US$ 31 milhões disso já foram pagos nos últimos 12 meses.
Suvenires
Apesar de a turnê "This Is It" nunca ter acontecido, a renda com ingressos guardados pelos fãs como suvenires e não reembolsados gerou aproximadamente US$ 6,5 milhões.
A companhia Mijac, que gerencia os direitos autorais do cantor, tem hoje um valor estimado em US$ 150 milhões, segundo a "Billboard". A revista diz que a Mijac teria recebido cerca de US$ 50 milhões no ano passado.
O espólio de Michael Jackson também detém metade da editora musical Sony/ATV. A parcela do cantor na companhia teria gerado US$ 80 milhões no ano passado.
Outras fontes de renda vieram de direitos autorais, vendas e aluguéis de DVDs e downloads de músicas, vídeos e ringtones.
Michael Jackson morreu no dia 25 de junho do ano passado, aos 50 anos, após uma suposta overdose de medicamentos.
Folha - Exposição de Carmen Miranda revive fatos da "Pequena Notável"
DE SÃO PAULO
Carmen Miranda está de volta à terrinha. Desde a última sexta-feira, o Centro Cultural de Cascais, nos arredores de Lisboa, abriga a exposição "A Nossa Carmen - A Maior Luso-Brasileira de Sempre", com memorabilia para fanático nenhum botar defeito.
São fotos, sapatos, pulseiras, turbantes, capas de discos e vídeos que retraçam a carreira da artista portuguesa que fez sucesso no Brasil antes de ganhar as plateias americanas. A curadoria é do jornalista e escritor Ruy Castro, colunista da Folha.
No podcast a seguir, a jornalista portuguesa Isabel Coutinho, que escreveu sobre a mostra para a Ilustrada de hoje, conta o que mais chamou a atenção dos visitantes na noite de abertura e aponta os destaques do passeio. A exposição fica aberta até 26 de setembro, e ainda não há planos de montá-la no Brasil.
Carmen Miranda está de volta à terrinha. Desde a última sexta-feira, o Centro Cultural de Cascais, nos arredores de Lisboa, abriga a exposição "A Nossa Carmen - A Maior Luso-Brasileira de Sempre", com memorabilia para fanático nenhum botar defeito.
São fotos, sapatos, pulseiras, turbantes, capas de discos e vídeos que retraçam a carreira da artista portuguesa que fez sucesso no Brasil antes de ganhar as plateias americanas. A curadoria é do jornalista e escritor Ruy Castro, colunista da Folha.
No podcast a seguir, a jornalista portuguesa Isabel Coutinho, que escreveu sobre a mostra para a Ilustrada de hoje, conta o que mais chamou a atenção dos visitantes na noite de abertura e aponta os destaques do passeio. A exposição fica aberta até 26 de setembro, e ainda não há planos de montá-la no Brasil.
Folha - Mãe de Michael Jackson se associa a empresário para lançar livro
DA EFE, EM LOS ANGELES
A mãe do cantor Michael Jackson, Katherine, de 80 anos, se associou a um promotor de uma versão erótica de cassinos na internet para publicar ainda esta semana um livro sobre o "rei do pop", informou nesta segunda-feira o site "TMZ", que trata de notícias sobre celebridades.
Katherine conheceu Howard Mann no início do ano, e desde então mantiveram uma boa relação, até que o empresário foi convidado a eventos familiares com os filhos do cantor.
A sintonia entre as partes levou à publicação do primeiro livro da mãe do cantor, "Never Can Say Good Bye: The Katherine Jackson Story", que está à venda em "www.jacksonsecretvault.com".
A obra inclui 150 páginas cheias de fotografias inéditas do artista, que morreu em 25 de junho do ano passado em Los Angeles, vítima de uma intoxicação aguda de anestésicos.
Junto ao livro, Mann assegurou ao "TMZ" que trabalha com Katherine Jackson para levar sua vida ao cinema, e indicou que estão negociando a venda de 273 músicas inéditas do "rei do pop" que o empresário adquiriu após a compra de um depósito com pertences da família do artista.
Aparentemente, a família deixou de pagar a mensalidade do local, onde estava o material, que incluía canções gravadas por Michael e cerca de 20 mil fotografias.
No entanto, as intenções comerciais de Mann encontram a oposição dos gerentes do fundo fiduciário que controla o patrimônio deixado por Michael Jackson.
O advogado do fundo, Howard Weitzman, afirmou ao "TMZ" que Mann "pode escutar as canções em sua sala ou usá-las em suas festas, mas não tem absolutamente nenhum direito sobre a propriedade intelectual" do rei do pop.
A mãe do cantor Michael Jackson, Katherine, de 80 anos, se associou a um promotor de uma versão erótica de cassinos na internet para publicar ainda esta semana um livro sobre o "rei do pop", informou nesta segunda-feira o site "TMZ", que trata de notícias sobre celebridades.
Katherine conheceu Howard Mann no início do ano, e desde então mantiveram uma boa relação, até que o empresário foi convidado a eventos familiares com os filhos do cantor.
A sintonia entre as partes levou à publicação do primeiro livro da mãe do cantor, "Never Can Say Good Bye: The Katherine Jackson Story", que está à venda em "www.jacksonsecretvault.com".
A obra inclui 150 páginas cheias de fotografias inéditas do artista, que morreu em 25 de junho do ano passado em Los Angeles, vítima de uma intoxicação aguda de anestésicos.
Junto ao livro, Mann assegurou ao "TMZ" que trabalha com Katherine Jackson para levar sua vida ao cinema, e indicou que estão negociando a venda de 273 músicas inéditas do "rei do pop" que o empresário adquiriu após a compra de um depósito com pertences da família do artista.
Aparentemente, a família deixou de pagar a mensalidade do local, onde estava o material, que incluía canções gravadas por Michael e cerca de 20 mil fotografias.
No entanto, as intenções comerciais de Mann encontram a oposição dos gerentes do fundo fiduciário que controla o patrimônio deixado por Michael Jackson.
O advogado do fundo, Howard Weitzman, afirmou ao "TMZ" que Mann "pode escutar as canções em sua sala ou usá-las em suas festas, mas não tem absolutamente nenhum direito sobre a propriedade intelectual" do rei do pop.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 21/06/2010
Folha de São Paulo
"Miley Cyrus se apresenta em premiação com roupa provocante".
"Radiohead revela que lançará novo álbum este ano".
Jornal do Brasil
"Pink se irrita com paparazzi, após se esbaldar em pub irlandês".
"Miley Cyrus divide palco com Justin Bieber em premiação".
"Miley Cyrus se apresenta em premiação com roupa provocante".
"Radiohead revela que lançará novo álbum este ano".
Jornal do Brasil
"Pink se irrita com paparazzi, após se esbaldar em pub irlandês".
"Miley Cyrus divide palco com Justin Bieber em premiação".
Folha - Miley Cyrus se apresenta em premiação com roupa provocante
DE SÃO PAULO
Miley Cyrus foi uma das atrações musicais da premiação canadense MuchMusic Video Awards e, mais uma vez, a adolescente chamou a atenção por seu figurino provocante.
Cyrus apresentou as músicas "Party In The U.S.A." e "Can't Be Tamed", single de seu novo álbum lançado na semana passada.
A festa, promovida por uma emissora de televisão do Canadá, teve ainda apresentações de Justin Bieber, Ke$ha e Katy Perry.
Miley Cyrus foi uma das atrações musicais da premiação canadense MuchMusic Video Awards e, mais uma vez, a adolescente chamou a atenção por seu figurino provocante.
Cyrus apresentou as músicas "Party In The U.S.A." e "Can't Be Tamed", single de seu novo álbum lançado na semana passada.
A festa, promovida por uma emissora de televisão do Canadá, teve ainda apresentações de Justin Bieber, Ke$ha e Katy Perry.
Folha - Radiohead revela que lançará novo álbum este ano
DE SÃO PAULO
O Radiohead revelou estar terminando de gravar o seu novo álbum de estúdio. A banda inglesa não conta detalhes sobre o trabalho, mas garante que ele está diferente dos seus discos anteriores.
Em entrevista à rádio "BBC6", o guitarrista Ed O'Brien defende o trabalho como a melhor coisa que o Radiohead já fez. "Fazer música com essa banda é tão bom quanto sempre foi", diz.
Segundo o site "NME", os ingleses podem estar envolvidos novamente com Nigel Godrich, produtor que já trabalhou com o Radiohead em seus álbuns anteriores.
O'Brien conta que o processo de gravação está nos estágios finais. "Se tudo der certo, será apenas questão de semanas".
O guitarrista não fala, no entanto, sobre os planos da banda para fazer o álbum chegar aos fãs. O último trabalho do Radiohead, "In Rainbows", foi lançado pela internet em outubro de 2007. O download de disco na íntegra podia ser feito mediante o pagamento de qualquer quantia, inclusive de graça.
O Radiohead revelou estar terminando de gravar o seu novo álbum de estúdio. A banda inglesa não conta detalhes sobre o trabalho, mas garante que ele está diferente dos seus discos anteriores.
Em entrevista à rádio "BBC6", o guitarrista Ed O'Brien defende o trabalho como a melhor coisa que o Radiohead já fez. "Fazer música com essa banda é tão bom quanto sempre foi", diz.
Segundo o site "NME", os ingleses podem estar envolvidos novamente com Nigel Godrich, produtor que já trabalhou com o Radiohead em seus álbuns anteriores.
O'Brien conta que o processo de gravação está nos estágios finais. "Se tudo der certo, será apenas questão de semanas".
O guitarrista não fala, no entanto, sobre os planos da banda para fazer o álbum chegar aos fãs. O último trabalho do Radiohead, "In Rainbows", foi lançado pela internet em outubro de 2007. O download de disco na íntegra podia ser feito mediante o pagamento de qualquer quantia, inclusive de graça.
JB - Pink se irrita com paparazzi, após se esbaldar em pub irlandês
Portal Terra
DUBLIN - Em turnê com seu show 'Funhouse Summer Carnival' na Irlanda, a cantora Pink decidiu visitar também um dos lugares preferidos dos moradores do país, um pub. A estrela foi assistir à performance de uma stripper no domingo e levou sua máquina fotográfica para registrar tudo. Porém, ao sair do bar acompanhada de um grupo de amigos e seguranças, ela se irritou com os paparazzi que a esperavam do lado de fora, de acordo com o Daily Mail.
Com um cigarro na mão e a "cara pintada", Pink não mostrou muita simpatia pelos fotógrafos do país, após declarar no Twitter que ama a capital, Dublin. O motivo de tanto carinho pela Irlanda, contudo, vai além da simpatia dos moradores e a recepção calorosa que recebeu em sua chegada ao território viking. Conforme declarou em post no microblog, ela adora whisky.
DUBLIN - Em turnê com seu show 'Funhouse Summer Carnival' na Irlanda, a cantora Pink decidiu visitar também um dos lugares preferidos dos moradores do país, um pub. A estrela foi assistir à performance de uma stripper no domingo e levou sua máquina fotográfica para registrar tudo. Porém, ao sair do bar acompanhada de um grupo de amigos e seguranças, ela se irritou com os paparazzi que a esperavam do lado de fora, de acordo com o Daily Mail.
Com um cigarro na mão e a "cara pintada", Pink não mostrou muita simpatia pelos fotógrafos do país, após declarar no Twitter que ama a capital, Dublin. O motivo de tanto carinho pela Irlanda, contudo, vai além da simpatia dos moradores e a recepção calorosa que recebeu em sua chegada ao território viking. Conforme declarou em post no microblog, ela adora whisky.
JB - Miley Cyrus divide palco com Justin Bieber em premiação
Portal Terra
TORONTO - Atrações do Much Music Awards 2010, tradicional premiação da música promovida pelo canal de TV do Canadá, Miley Cyrus e Katy Perry esbanjaram sensualidade na cerimônia que aconteceu na noite de domingo, em Toronto.
Enquanto a "nova" Miley Cyrus, que se distancia de Hannah Montana a cada dia, abusou de modelitos ousados, Katy Perry apostou no seu look mais recorrente: o decote. Do lado masculino, Justin Bieber se destacou ao levar três prêmios pelo seu clipe da música Baby.
Confira os vencedores:
Vídeo do Ano: Hedley - "Perfect"
Vídeo Pop do Ano: Hedley - "Cha-Ching"
Vídeo Internacional do Ano - Miley Cyrus - "Party in the U.S.A."
Vídeo Interancional de um canadense: Justin Bieber ft. Ludacris - "Baby"
Vídeo Internacional: Jonas Brothers - "Paranoid"
Vídeo Mais Assistido: Young Artists for Haiti - "Waving Flag"
MuchLOUD Vídeo de Rock: Billy Talent - "Devil On My Shoulder"
MuchVIBE Vídeo de Hip Hop: Drake and Trey Songz - "Successful"
MuchFACT Vídeo Indie: Belly ft. Snoop Dogg - "Hot Girl"
Diretor do Ano: Michael Maxxis - Billy Talent's "Saint Veronika"
Pós Produção do Ano: Hedley - "Perfect"
UR FAVE Vídeo: Justin Bieber ft. Ludacris - "Baby"
UR FAVE Vídeo Internacional: Adam Lambert - "Whataya Want From Me"
UR FAVE Revelação: Justin Bieber ft. Ludacris - "Baby"
TORONTO - Atrações do Much Music Awards 2010, tradicional premiação da música promovida pelo canal de TV do Canadá, Miley Cyrus e Katy Perry esbanjaram sensualidade na cerimônia que aconteceu na noite de domingo, em Toronto.
Enquanto a "nova" Miley Cyrus, que se distancia de Hannah Montana a cada dia, abusou de modelitos ousados, Katy Perry apostou no seu look mais recorrente: o decote. Do lado masculino, Justin Bieber se destacou ao levar três prêmios pelo seu clipe da música Baby.
Confira os vencedores:
Vídeo do Ano: Hedley - "Perfect"
Vídeo Pop do Ano: Hedley - "Cha-Ching"
Vídeo Internacional do Ano - Miley Cyrus - "Party in the U.S.A."
Vídeo Interancional de um canadense: Justin Bieber ft. Ludacris - "Baby"
Vídeo Internacional: Jonas Brothers - "Paranoid"
Vídeo Mais Assistido: Young Artists for Haiti - "Waving Flag"
MuchLOUD Vídeo de Rock: Billy Talent - "Devil On My Shoulder"
MuchVIBE Vídeo de Hip Hop: Drake and Trey Songz - "Successful"
MuchFACT Vídeo Indie: Belly ft. Snoop Dogg - "Hot Girl"
Diretor do Ano: Michael Maxxis - Billy Talent's "Saint Veronika"
Pós Produção do Ano: Hedley - "Perfect"
UR FAVE Vídeo: Justin Bieber ft. Ludacris - "Baby"
UR FAVE Vídeo Internacional: Adam Lambert - "Whataya Want From Me"
UR FAVE Revelação: Justin Bieber ft. Ludacris - "Baby"
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 18/06/2010
Estado de São Paulo
"Uruguaio Franny Glass divide o palco com Tiê".
Folha de São Paulo
"Lanchonete celebra 68 anos de Paul McCartney com sanduíches vegetarianos".
""Say Say Say" foi o maior sucesso de Michael Jackson, segundo a "Billboard"".
Jornal da Tarde
"Nelly Furtado participará de DVD de Ivete".
Jornal do Brasil
"Nicole Scherzinger posa para ensaio sensual da 'Maxim'".
"Uruguaio Franny Glass divide o palco com Tiê".
Folha de São Paulo
"Lanchonete celebra 68 anos de Paul McCartney com sanduíches vegetarianos".
""Say Say Say" foi o maior sucesso de Michael Jackson, segundo a "Billboard"".
Jornal da Tarde
"Nelly Furtado participará de DVD de Ivete".
Jornal do Brasil
"Nicole Scherzinger posa para ensaio sensual da 'Maxim'".
Estadão - Uruguaio Franny Glass divide o palco com Tiê
O Estadão
SÃO PAULO - No final de 2008, o cantor e compositor uruguaio Gonzalo Deniz passou discretamente por São Paulo, no Sesc Vila Mariana, onde tocou sozinho ao violão as canções do CD Con la Mente Perdida en Intereses Secretos, estreia de seu projeto-solo Franny Glass. Hoje ele está de volta, desta vez acompanhado de sua banda, para mostrar o material de seu novo álbum, Hay un Cuerpo Tirado en la Calle, de 2009.
Deniz divide a noite com a cantora paulista Tiê, dando sequência à série Seus Pares Latinos, que trouxe a cantora e a banda argentinas Liliana Herrero e Rosário Smowing na semana passada. Amanhã o projeto continua com a cantora pernambucana Lulina e a dupla venezuelana Jóvenes y Sexys. O argentino Juan Stewart também veio a São Paulo em 2008, na mesma mostra Cone Sul em Movimento, que trouxe Franny Glass, volta no segundo semestre para dividir o palco, provavelmente, com a banda mineira Constantina. Stewart vai masterizar um álbum em tributo a Adriana Calcanhotto, com dez artistas latino-americanos, entre eles Franny Glass e Jóvenes y Sexys.
Com o Franny Glass, Deniz gravou Esquadros e vai mostrar no show de hoje uma versão diferente da que está no disco. "Conhecia Adriana só de nome. Comecei a ouvi-la por meio de Rodrigo Maceira, um amigo de São Paulo, que organizou o tributo. Ele me convidou a participar e a canção Esquadros me encantou. Me leva tempo chegar a uma versão que faça algo de justiça à original", afirma Deniz.
Ele diz que a cena folk uruguaia se dá em menor grau do que no Brasil atualmente, mas que seguramente vê esse gênero de canção acontecendo por todo lado. "Gosto muito de Tiê. Não tive oportunidade de vê-la ao vivo em Montevidéu, mas penso que temos coisas em comum pela maneira de nos expressarmos em canções" (leia mais abaixo). No show de hoje, a banda interpretada canções dos dois álbuns e algumas novas.
Sesc Pompeia. Choperia (800 lug.). R. Clélia, 93, 3871-7700. Sexta,18 e sáb., 19, 21h. R$ 20.
SÃO PAULO - No final de 2008, o cantor e compositor uruguaio Gonzalo Deniz passou discretamente por São Paulo, no Sesc Vila Mariana, onde tocou sozinho ao violão as canções do CD Con la Mente Perdida en Intereses Secretos, estreia de seu projeto-solo Franny Glass. Hoje ele está de volta, desta vez acompanhado de sua banda, para mostrar o material de seu novo álbum, Hay un Cuerpo Tirado en la Calle, de 2009.
Deniz divide a noite com a cantora paulista Tiê, dando sequência à série Seus Pares Latinos, que trouxe a cantora e a banda argentinas Liliana Herrero e Rosário Smowing na semana passada. Amanhã o projeto continua com a cantora pernambucana Lulina e a dupla venezuelana Jóvenes y Sexys. O argentino Juan Stewart também veio a São Paulo em 2008, na mesma mostra Cone Sul em Movimento, que trouxe Franny Glass, volta no segundo semestre para dividir o palco, provavelmente, com a banda mineira Constantina. Stewart vai masterizar um álbum em tributo a Adriana Calcanhotto, com dez artistas latino-americanos, entre eles Franny Glass e Jóvenes y Sexys.
Com o Franny Glass, Deniz gravou Esquadros e vai mostrar no show de hoje uma versão diferente da que está no disco. "Conhecia Adriana só de nome. Comecei a ouvi-la por meio de Rodrigo Maceira, um amigo de São Paulo, que organizou o tributo. Ele me convidou a participar e a canção Esquadros me encantou. Me leva tempo chegar a uma versão que faça algo de justiça à original", afirma Deniz.
Ele diz que a cena folk uruguaia se dá em menor grau do que no Brasil atualmente, mas que seguramente vê esse gênero de canção acontecendo por todo lado. "Gosto muito de Tiê. Não tive oportunidade de vê-la ao vivo em Montevidéu, mas penso que temos coisas em comum pela maneira de nos expressarmos em canções" (leia mais abaixo). No show de hoje, a banda interpretada canções dos dois álbuns e algumas novas.
Sesc Pompeia. Choperia (800 lug.). R. Clélia, 93, 3871-7700. Sexta,18 e sáb., 19, 21h. R$ 20.
Folha - Lanchonete celebra 68 anos de Paul McCartney com sanduíches vegetarianos
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
John & Paul Burger (foto), na zona oeste, cria dois sanduíches vegetarianos em comemoração ao aniversário de Paul McCartney
A lanchonete temática John & Paul não podia deixar o aniversário de um dos músicos do Beatles passar em branco.
Por isso, a partir desta sexta-feira (18), a casa inclui dois novos lanches vegetarianos no cardápio, como forma de homenagear Paul McCartney por seus 68 anos --o artista é vegetariano.
As novidades são o happy birthday Paul (hambúrguer de grão-de-bico, servido com tomate caqui e molho de coalhada seca) e o FAB veggie (hambúrguer de proteína de soja, com rúcula, tomate-caqui e mozarela derretida). Os sanduíches custam R$ 15 cada e ficam disponíveis até 25 de junho.
John & Paul Burger (foto), na zona oeste, cria dois sanduíches vegetarianos em comemoração ao aniversário de Paul McCartney
A lanchonete temática John & Paul não podia deixar o aniversário de um dos músicos do Beatles passar em branco.
Por isso, a partir desta sexta-feira (18), a casa inclui dois novos lanches vegetarianos no cardápio, como forma de homenagear Paul McCartney por seus 68 anos --o artista é vegetariano.
As novidades são o happy birthday Paul (hambúrguer de grão-de-bico, servido com tomate caqui e molho de coalhada seca) e o FAB veggie (hambúrguer de proteína de soja, com rúcula, tomate-caqui e mozarela derretida). Os sanduíches custam R$ 15 cada e ficam disponíveis até 25 de junho.
Folha - "Say Say Say" foi o maior sucesso de Michael Jackson, segundo a "Billboard"
DA EFE, EM NOVA YORK
A canção de maior sucesso da carreira de Michael Jackson foi "Say Say Say", gravada ao lado de outro grande nome da história da música, Paul McCartney, segundo lista divulgada nesta quinta-feira pela revista "Billboard".
A uma semana do primeiro aniversário da morte de Michael, a revista, que elabora as listas de sucessos musicais de referência nos Estados Unidos, publicou estatísticas centradas em sua carreira.
"Say Say Say", composta em 1983 ao lado do ex-Beatle, superou clássicos como "Billie Jean" e "Thriller", e esteve seis semanas no primeiro lugar na primeira posição e 18 dentro do Top 40 da "Billboard".
A canção faz parte do disco "Pipes of Peace" de McCartney, e é a segunda que mais tempo esteve como número um - superada apenas por "Billie Jean" -, mas ficou mais semanas nas listas, o que faz com que ocupe o posto mais alto no ranking de seus 50 maiores sucessos.
"Paul e eu compartilhávamos a mesma ideia sobre como deve funcionar uma canção pop, e foi um verdadeiro presente trabalhar junto a ele", disse Michael sobre sua parceria com o britânico, segundo revista, que reuniu as músicas de maior sucesso da carreira do artista, tanto em carreira solo quanto junto a seus irmãos no Jackson Five ou em parcerias com outros artistas.
O segundo posto do ranking ficou com "Billie Jean" (1983), "uma música que fez de Jackson uma sensação mundial", segundo a revista, e que foi número um durante sete semanas seguidas, mas esteve entre os 40 maiores sucessos dos EUA "apenas" durante 17 semanas.
"I'll be there", que Michael gravou junto aos irmãos em 1970, ficou com a terceira posição da lista, seguida por outras músicas de sucesso, como "Beat it" (1983), "Rock With You" (1980), "Dancing Machine" (1974), "Man in the Mirror" (1988), "I Want You Back" (1970) e "ABC" (1970).
Nas dez primeiras posições da lista está outra canção de Michael Jackson e Paul McCartney, "The Girl Is Mine" (1982), música que, segundo a Billboard, abriu "a incrível carreira de sucessos para o álbum 'Thriller'".
Entre os 50 maiores sucessos de Jackson também estão "The Way You Make Me Feel" (12º lugar), "Black or White" (13º), "Bad" (15º) "Dirty Diana" (17º), "Don't Stop 'Til You Get Enough" (18º), "Will You Be There" (32º) e "Scream/Childhood" (33º), que compartilhou com sua irmã Janet em 1995.
As músicas mais recentes que conseguiram entrar na lista são "You Rock My World" e "Butterflies", de 2001 e 2002, que ficaram nos lugares 47 e 42 do ranking, respectivamente.
Michael Jackson morreu em 25 de junho do ano passado em Los Angeles, devido a uma intoxicação aguda do anestésico Propofol, em circunstâncias que foram qualificadas como "homicídio" pelas autoridades da Califórnia.
A canção de maior sucesso da carreira de Michael Jackson foi "Say Say Say", gravada ao lado de outro grande nome da história da música, Paul McCartney, segundo lista divulgada nesta quinta-feira pela revista "Billboard".
A uma semana do primeiro aniversário da morte de Michael, a revista, que elabora as listas de sucessos musicais de referência nos Estados Unidos, publicou estatísticas centradas em sua carreira.
"Say Say Say", composta em 1983 ao lado do ex-Beatle, superou clássicos como "Billie Jean" e "Thriller", e esteve seis semanas no primeiro lugar na primeira posição e 18 dentro do Top 40 da "Billboard".
A canção faz parte do disco "Pipes of Peace" de McCartney, e é a segunda que mais tempo esteve como número um - superada apenas por "Billie Jean" -, mas ficou mais semanas nas listas, o que faz com que ocupe o posto mais alto no ranking de seus 50 maiores sucessos.
"Paul e eu compartilhávamos a mesma ideia sobre como deve funcionar uma canção pop, e foi um verdadeiro presente trabalhar junto a ele", disse Michael sobre sua parceria com o britânico, segundo revista, que reuniu as músicas de maior sucesso da carreira do artista, tanto em carreira solo quanto junto a seus irmãos no Jackson Five ou em parcerias com outros artistas.
O segundo posto do ranking ficou com "Billie Jean" (1983), "uma música que fez de Jackson uma sensação mundial", segundo a revista, e que foi número um durante sete semanas seguidas, mas esteve entre os 40 maiores sucessos dos EUA "apenas" durante 17 semanas.
"I'll be there", que Michael gravou junto aos irmãos em 1970, ficou com a terceira posição da lista, seguida por outras músicas de sucesso, como "Beat it" (1983), "Rock With You" (1980), "Dancing Machine" (1974), "Man in the Mirror" (1988), "I Want You Back" (1970) e "ABC" (1970).
Nas dez primeiras posições da lista está outra canção de Michael Jackson e Paul McCartney, "The Girl Is Mine" (1982), música que, segundo a Billboard, abriu "a incrível carreira de sucessos para o álbum 'Thriller'".
Entre os 50 maiores sucessos de Jackson também estão "The Way You Make Me Feel" (12º lugar), "Black or White" (13º), "Bad" (15º) "Dirty Diana" (17º), "Don't Stop 'Til You Get Enough" (18º), "Will You Be There" (32º) e "Scream/Childhood" (33º), que compartilhou com sua irmã Janet em 1995.
As músicas mais recentes que conseguiram entrar na lista são "You Rock My World" e "Butterflies", de 2001 e 2002, que ficaram nos lugares 47 e 42 do ranking, respectivamente.
Michael Jackson morreu em 25 de junho do ano passado em Los Angeles, devido a uma intoxicação aguda do anestésico Propofol, em circunstâncias que foram qualificadas como "homicídio" pelas autoridades da Califórnia.
JT - Nelly Furtado participará de DVD de Ivete
Jornal da Tarde
A cantora canadense Nelly Furtado confirmou que participará da gravação do DVD de Ivete Sangalo, que acontece em setembro, no Madison Square Garden, em Nova York, EUA. A parceria foi firmada quando as duas cantoras se encontraram no Canadá, no início deste mês. Nelly e Ivete também aproveitaram o encontro para compor três músicas.
Além de Nelly vão participar da gravação do DVD de Ivete o cantor argentino Diego Torres, Seu Jorge, James Morrison, Juanes e a dupla Wisin & Yandel.
A cantora canadense Nelly Furtado confirmou que participará da gravação do DVD de Ivete Sangalo, que acontece em setembro, no Madison Square Garden, em Nova York, EUA. A parceria foi firmada quando as duas cantoras se encontraram no Canadá, no início deste mês. Nelly e Ivete também aproveitaram o encontro para compor três músicas.
Além de Nelly vão participar da gravação do DVD de Ivete o cantor argentino Diego Torres, Seu Jorge, James Morrison, Juanes e a dupla Wisin & Yandel.
JB - Nicole Scherzinger posa para ensaio sensual da 'Maxim'
Portal Terra
NOVA YORK - A cantora do Pussycat Dolls, Nicole Scherzinger, é a capa da edição de julho da revista americana Maxim. Na publicação, além de posar em um ensaio sensual, a estrela fala da sua vitória no reality show Dancing with the Stars.
Nicole foi a vencedora da edição de 2010, derrotando concorrentes como a modelo Pamela Anderson. Questionada pela revista se ela sente atração por alguma mulher, Scherzinger disse que sim, pela atriz Halle Berry, que ela acha uma mulher naturalmente bela.
NOVA YORK - A cantora do Pussycat Dolls, Nicole Scherzinger, é a capa da edição de julho da revista americana Maxim. Na publicação, além de posar em um ensaio sensual, a estrela fala da sua vitória no reality show Dancing with the Stars.
Nicole foi a vencedora da edição de 2010, derrotando concorrentes como a modelo Pamela Anderson. Questionada pela revista se ela sente atração por alguma mulher, Scherzinger disse que sim, pela atriz Halle Berry, que ela acha uma mulher naturalmente bela.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 17/06/2010
Folha de São Paulo
"Trilha sonora de "Glee" bate "Eclipse" em lista de mais vendidos".
"Mariah Carey vai tocar em Barretos com contrato de exclusividade".
"Músicos pedem saída do maestro da Orquestra Sinfônica Municipal".
"Jesus Luz compara Madonna e Lady Gaga no Twitter".
Jornal do Brasil
"Ivete Sangalo terá especial sobre sua vida".
"Ex-Spice Geri Halliwell é flagrada com o 'cofrinho' à mostra".
"Trilha sonora de "Glee" bate "Eclipse" em lista de mais vendidos".
"Mariah Carey vai tocar em Barretos com contrato de exclusividade".
"Músicos pedem saída do maestro da Orquestra Sinfônica Municipal".
"Jesus Luz compara Madonna e Lady Gaga no Twitter".
Jornal do Brasil
"Ivete Sangalo terá especial sobre sua vida".
"Ex-Spice Geri Halliwell é flagrada com o 'cofrinho' à mostra".
Folha - Trilha sonora de "Glee" bate "Eclipse" em lista de mais vendidos
DE SÃO PAULO
O terceiro álbum com a trilha sonora da série "Glee" foi lançado já em primeiro lugar no topo da lista da revista "Billboard".
"Glee: The Music, Journey to Regionals", já vendeu 152 mil cópias nos Estados Unidos, e é o sucessor do também número um "The Power of Madonna and The Music: Volume 3 - Showstoppers", que está na sétima posição da lista e vendeu 40 mil cópias somente nesta semana.
A trilha de "Glee" está na frente da do filme "Eclipse", terceira parte da franquia "Crepúsculo", que vem em segundo lugar com 144 mil cópias vendidas.
Também figuram na lista o álbum "Bionic" da cantora Christina Aguilera, em terceiro lugar, "To the Sea" de Jack Johnson em quarto, e "My World 2.0" de Justin Bieber em sexto.
O terceiro álbum com a trilha sonora da série "Glee" foi lançado já em primeiro lugar no topo da lista da revista "Billboard".
"Glee: The Music, Journey to Regionals", já vendeu 152 mil cópias nos Estados Unidos, e é o sucessor do também número um "The Power of Madonna and The Music: Volume 3 - Showstoppers", que está na sétima posição da lista e vendeu 40 mil cópias somente nesta semana.
A trilha de "Glee" está na frente da do filme "Eclipse", terceira parte da franquia "Crepúsculo", que vem em segundo lugar com 144 mil cópias vendidas.
Também figuram na lista o álbum "Bionic" da cantora Christina Aguilera, em terceiro lugar, "To the Sea" de Jack Johnson em quarto, e "My World 2.0" de Justin Bieber em sexto.
Folha - Mariah Carey vai tocar em Barretos com contrato de exclusividade
DE SÃO PAULO
A cantora americana Mariah Carey vai se apresentar na Festa do Peão de Barretos, no interior de São Paulo, no dia 21 de agosto.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (17). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
O clube Os Independentes, organizador do evento, exigiu em contrato que ela não fizesse shows no Brasil 70 dias antes e 70 dias depois da performance na cidade.
Carey virá ao Brasil com uma comitiva de 40 pessoas, sendo que 16 delas viajarão de primeira classe.
A cantora americana Mariah Carey vai se apresentar na Festa do Peão de Barretos, no interior de São Paulo, no dia 21 de agosto.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quinta-feira (17). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
O clube Os Independentes, organizador do evento, exigiu em contrato que ela não fizesse shows no Brasil 70 dias antes e 70 dias depois da performance na cidade.
Carey virá ao Brasil com uma comitiva de 40 pessoas, sendo que 16 delas viajarão de primeira classe.
Folha - Músicos pedem saída do maestro da Orquestra Sinfônica Municipal
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo está em crise com seu regente titular.
Em 27 de maio, 21 chefes de naipe do grupo assinaram uma carta pedindo a saída de Rodrigo de Carvalho do cargo. Ela foi encaminhada ao prefeito Gilberto Kassab, ao secretário municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil, a Carvalho e à diretora do Teatro Municipal, Beatriz Franco do Amaral, que, em férias, não atendeu a Folha.
Foram 88 votos contra Carvalho, e quatro a favor. A missiva fala em "conhecimento insuficiente da partitura, falta de clareza no gesto, insuficiência em transmitir o que se deseja da música (como fraseado musical e alterações de dinâmica) e incapacidade de identificar problemas de execução em conjunto e saná-los".
Além disso, os músicos se queixam de "interferências unilaterais do maestro na estrutura da hierarquia artística interna da orquestra", e de "restrição de diálogo com os representantes artísticos".
Uma votação para eventuais substitutos do titular trouxe os nomes de Alex Klein, Carlos Moreno e Luiz Fernando Malheiro.
Carvalho, 36, assumiu a direção da orquestra depois que José Maria Florêncio, do qual ele era assistente, deixou o cargo, no final de 2008.
Embora os músicos não estejam em greve, a direção do Teatro Municipal cancelou quatro concertos da OSM até agosto, tendo sido mantida apenas a apresentação do grupo no Festival de Inverno de Campos do Jordão.
Para o regente, a carta é "baixa" e "difamatória": "eles carregam nas tintas, mas não falam qual é o real problema, ou seja, a questão da autoridade".
Em sua opinião, o conflito surgiu porque ele tentou coibir episódios de indisciplina de alguns integrantes da orquestra.
"Alguns músicos, porque tocam muito bem, se acham acima do bem e do mal. São inaceitáveis atitudes como tocar o ensaio inteiro em pianíssimo, ou passar o ensaio sem olhar o maestro", diz.
"Eu não inventei coisas. Tive que reagir a situações que os músicos criaram".
A Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo está em crise com seu regente titular.
Em 27 de maio, 21 chefes de naipe do grupo assinaram uma carta pedindo a saída de Rodrigo de Carvalho do cargo. Ela foi encaminhada ao prefeito Gilberto Kassab, ao secretário municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil, a Carvalho e à diretora do Teatro Municipal, Beatriz Franco do Amaral, que, em férias, não atendeu a Folha.
Foram 88 votos contra Carvalho, e quatro a favor. A missiva fala em "conhecimento insuficiente da partitura, falta de clareza no gesto, insuficiência em transmitir o que se deseja da música (como fraseado musical e alterações de dinâmica) e incapacidade de identificar problemas de execução em conjunto e saná-los".
Além disso, os músicos se queixam de "interferências unilaterais do maestro na estrutura da hierarquia artística interna da orquestra", e de "restrição de diálogo com os representantes artísticos".
Uma votação para eventuais substitutos do titular trouxe os nomes de Alex Klein, Carlos Moreno e Luiz Fernando Malheiro.
Carvalho, 36, assumiu a direção da orquestra depois que José Maria Florêncio, do qual ele era assistente, deixou o cargo, no final de 2008.
Embora os músicos não estejam em greve, a direção do Teatro Municipal cancelou quatro concertos da OSM até agosto, tendo sido mantida apenas a apresentação do grupo no Festival de Inverno de Campos do Jordão.
Para o regente, a carta é "baixa" e "difamatória": "eles carregam nas tintas, mas não falam qual é o real problema, ou seja, a questão da autoridade".
Em sua opinião, o conflito surgiu porque ele tentou coibir episódios de indisciplina de alguns integrantes da orquestra.
"Alguns músicos, porque tocam muito bem, se acham acima do bem e do mal. São inaceitáveis atitudes como tocar o ensaio inteiro em pianíssimo, ou passar o ensaio sem olhar o maestro", diz.
"Eu não inventei coisas. Tive que reagir a situações que os músicos criaram".
Folha - Jesus Luz compara Madonna e Lady Gaga no Twitter
DE SÃO PAULO
O DJ brasileiro e namorado de Madonna, Jesus Luz, postou nesta quarta-feira (16) em sua página no Twitter um link de uma montagem do Youtube que compara imagens de clipes das cantoras Madonna e Lady Gaga. Para completar a provocação, Jesus escreve "Coincidência, inspiração ou cópia?".
O próprio autor da montagem explica no Youtube que a fez por diversão e para mostrar que a originalidade é difícil hoje em dia, "especialmente quando Madonna já fez tudo". Mas ele sugere que cabe ao telespectador decidir.
O DJ brasileiro e namorado de Madonna, Jesus Luz, postou nesta quarta-feira (16) em sua página no Twitter um link de uma montagem do Youtube que compara imagens de clipes das cantoras Madonna e Lady Gaga. Para completar a provocação, Jesus escreve "Coincidência, inspiração ou cópia?".
O próprio autor da montagem explica no Youtube que a fez por diversão e para mostrar que a originalidade é difícil hoje em dia, "especialmente quando Madonna já fez tudo". Mas ele sugere que cabe ao telespectador decidir.
JB - Ivete Sangalo terá especial sobre sua vida
Portal Terra
SALVADOR - Os milhares de fãs da musa do axé Ivete Sangalo já podem começar a comemorar: a cantora ganhará um especial sobre sua vida, segundo a coluna Diário da Fama, do jornal Diário de S. Paulo. A produção ficará a cargo da Conspiração Filmes, que já está na Bahia para conversar com familiares e amigos da estrela, a fim de descobrir cada detalhe de sua trajetória desde pequena em Juazeiro até a fama.
Apesar da euforia geral, algumas pessoas, que se dizem bem próximas da artista, estão um pouco chateadas por não terem sido convidadas para participar do projeto.
SALVADOR - Os milhares de fãs da musa do axé Ivete Sangalo já podem começar a comemorar: a cantora ganhará um especial sobre sua vida, segundo a coluna Diário da Fama, do jornal Diário de S. Paulo. A produção ficará a cargo da Conspiração Filmes, que já está na Bahia para conversar com familiares e amigos da estrela, a fim de descobrir cada detalhe de sua trajetória desde pequena em Juazeiro até a fama.
Apesar da euforia geral, algumas pessoas, que se dizem bem próximas da artista, estão um pouco chateadas por não terem sido convidadas para participar do projeto.
JB - Ex-Spice Geri Halliwell é flagrada com o 'cofrinho' à mostra
Portal Terra
NOVA YORK - A ex-Spice Girl Geri Halliwell protagonizou mais um momento constrangedor, de acordo com o DailyMail. A Ginger Spice saiu de sua casa com uma calça larga, que deixava à mostra mais do que deveria.
A cantora de 37 anos foi flagrada por fotógrafos mostrando o 'cofrinho' enquanto entrava em seu carro. Na quarta, Geri passou por outro constrangimento, quando foi vaiada ao participar como jurada do X-Factor.
NOVA YORK - A ex-Spice Girl Geri Halliwell protagonizou mais um momento constrangedor, de acordo com o DailyMail. A Ginger Spice saiu de sua casa com uma calça larga, que deixava à mostra mais do que deveria.
A cantora de 37 anos foi flagrada por fotógrafos mostrando o 'cofrinho' enquanto entrava em seu carro. Na quarta, Geri passou por outro constrangimento, quando foi vaiada ao participar como jurada do X-Factor.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Destaques dos Jornais 16/06/2010
Estado de São Paulo
"Impasse no Municipal: músicos pedem saída de maestro".
Folha de São Paulo
"Primeiro CD após acidente de Dinho traz Capital Inicial em versão poderosa".
"Elogiado por Maria Bethânia, Vander Lee faz show único em São Paulo".
"Após cirurgia no pulso, Antonio Meneses faz concertos no Brasil".
Jornal do Brasil
"Com vestido colado, Katy Perry faz show relâmpago nos EUA".
"Irmão de Michael Jackson é internado com fortes dores no peito".
"Impasse no Municipal: músicos pedem saída de maestro".
Folha de São Paulo
"Primeiro CD após acidente de Dinho traz Capital Inicial em versão poderosa".
"Elogiado por Maria Bethânia, Vander Lee faz show único em São Paulo".
"Após cirurgia no pulso, Antonio Meneses faz concertos no Brasil".
Jornal do Brasil
"Com vestido colado, Katy Perry faz show relâmpago nos EUA".
"Irmão de Michael Jackson é internado com fortes dores no peito".
Estadão - Impasse no Municipal: músicos pedem saída de maestro
O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - O Teatro Municipal de São Paulo completa 100 anos em março de 2011 - e, nos bastidores, boatos dão conta de uma festa de arromba sendo aprontada. A dúvida é se o salão estará em ordem a tempo. Músicos da Sinfônica Municipal, após assembleia, acabam de pedir a saída do maestro Rodrigo de Carvalho do posto de regente titular; em resposta, concertos até agosto foram cancelados, resgatando o fantasma dos contratos precários de trabalho dos artistas. E não é só isso: representantes dos demais corpos estáveis da casa questionam a ausência de um diretor artístico no projeto que prevê a transformação do Municipal em uma fundação; e as últimas estimativas sobre a obra pela qual passa o Municipal preveem que o teatro somente será reaberto em julho de 2011.
Carvalho ocupava o posto de regente-assistente da Sinfônica Municipal, trabalhando ao lado do então titular José Maria Florêncio, que deixou o cargo no fim de 2008. Passou, então, por meio de uma portaria de designação, a desempenhar as funções de regente titular. Na carta enviada ao prefeito Gilberto Kassab, ao secretário Carlos Augusto Calil, a Carvalho e à diretora do Municipal, Beatriz Amaral, o grupo de spallas da sinfônica escreve que os músicos aceitaram a decisão por acreditarem ser uma solução provisória. "Com a extensão desse prazo, acumularam-se as evidências da limitada competência artística do maestro Rodrigo de Carvalho. (...) Além disso, as interferências unilaterais do maestro na hierarquia artística interna da orquestra, juntamente à restrição do diálogo com os representantes artísticos da orquestra, causaram uma deterioração contínua do clima de trabalho, chegando a um ponto de insustentabilidade."
Por conta disso, fizeram uma eleição interna, com voto secreto. Das 112 vagas, três não estão preenchidas e, descontadas ainda as cinco abstenções, foram 104 os votantes. Destes, 10 votaram nulo, levando a um total de 94 votos válidos; 88 optaram pela não permanência de Carvalho; quatro o referendaram como regente titular; 2 votaram em branco. Dos 88 que querem a saída do maestro, 78 dão como justificativa "questões artísticas e desempenho gerencial". Os músicos fizeram ainda uma votação para chegar a uma lista tríplice de maestros candidatos ao posto: Luiz Fernando Malheiro, Alex Klein e Carlos Moreno
Procurado pelo Estado, Carvalho preferiu responder às perguntas por e-mail. Apesar dos números da votação, diz que o pedido pela sua saída representa a "vontade individualista de alguns integrantes"; e questiona a presença de questões artísticas como justificativa. "O que está sendo questionado por parte da orquestra não é minha competência artística, mas o fato de ter imprimido à Sinfônica Municipal - um grupo de músicos mantido pela municipalidade para estar à disposição 30 dias por mês, com salários pagos pelo cidadão paulistano - padrões mínimos de qualquer gestão pública, como desconto do dia, por faltas a atividades agendadas com antecedência", diz. Segundo um representante dos músicos, porém, ninguém questiona a autoridade do maestro, mas, sim, a maneira como ele a tem exercido. "Há regras internas que preveem advertências e suspensões e a demissão sumária de alguns integrantes vai contra elas, e acabaram revertidas", diz.
Após a entrega da carta, os músicos souberam do cancelamento dos concertos da orquestra até agosto - entre eles, a apresentação no Festival de Inverno de Campos do Jordão, com a pianista Cristina Ortiz. Aqui, a história se ramifica em versões. Os músicos dizem não conhecer os motivos do cancelamento; a direção, em contato com o festival, afirmou que, "amotinada", a orquestra não poderia participar, versão corroborada pela Secretaria Municipal de Cultura, em e-mail enviado à Redação. Possível árbitro na questão, o diretor do evento, Paulo Zuben falou com o Estado. "Sei tanto quanto você, mas não cancelei o concerto, há o compromisso com a solista e ingressos à venda", diz. "Quando ouvi falar do motim, conversei com músicos e eles, em uma carta enviada na última sexta, garantiram que vão se apresentar. Hoje (segunda-feira) tentei falar com a diretora, mas fui informado de que ela havia partido em férias. Achei estranho e, sem interlocutor, apelei ao secretário Estadual de Cultura, pedindo a ele que procurasse seu colega de município em busca de mais informações."
Fundação municipal terá três diretores
O cancelamento dos concertos resgata um antigo fantasma da história do Teatro Municipal. Cerca de 80% dos músicos da Sinfônica Municipal têm contratos provisórios de trabalhos, que precisam ser renovados periodicamente - a criação da fundação, aliás, tem como um dos objetivos resolver essa questão. Para que os contratos sejam feitos, no entanto, é preciso discriminar os concertos e obras dos quais os artistas vão participar. "Se os concertos são cancelados, não há contrato e, portanto, mais de 80% da orquestra perde o vínculo e ela deixa de existir propriamente dita. Tenho colegas que estão desesperados com essa possibilidade", diz um experiente integrante da orquestra, que pediu para não ser identificado.
A Secretaria Municipal de Cultura, em resposta enviada por e-mail, diz que "os contratos serão renovados normalmente, mas a retomada dos concertos depende da manifestação do conjunto da Sinfônica Municipal no sentido de colaborar com o maestro interino e a programação por ele proposta".
Representantes dos músicos ouvidos pelo Estado garantem que a orquestra está disposta a cumprir a programação, mesmo que sob a direção de Rodrigo de Carvalho, "antes que uma opção seja encontrada". Na segunda-feira, porém, funcionários do Municipal informaram que tanto Carvalho quanto a diretora-geral Beatriz Amaral estavam em férias a partir daquele dia, retornando apenas em um mês.
Ainda sobre a polêmica envolvendo o nome de Carvalho, a Secretaria afirma que ele "nunca foi regente titular da Sinfônica Municipal". "É seu interino." Mesmo que o material de divulgação da temporada da orquestra no Auditório Ibirapuera, que está servindo de palco para o grupo durante a reforma do teatro, o apresente como regente titular, a mensagem da Secretaria informa que "a intenção era a de aguardar a criação da fundação e só então definir o regente titular de sua orquestra". "A manifestação dos músicos precipitou o processo e a Secretaria de Cultura pretende convidar maestros para regerem o conjunto."
A permanência ou não de Carvalho, porém, parece ser apenas um aspecto de uma discussão maior, que envolve a programação durante o período da reforma do palco e a transformação do Teatro Municipal em uma fundação de direito público, que está em discussão na Câmara Municipal. "Estamos nos sentindo perdidos e vendo a qualidade do trabalho se perder", diz uma representante do Coral Lírico Municipal, um dos corpos estáveis do teatro. "Sabemos que podemos fazer melhor do que isso, mas estamos sem interlocutor dentro do teatro. Ouvimos falar de uma programação sendo montada para 2011, quando o teatro completa 100 anos, mas o que sabemos é pela imprensa", diz, corroborando informações dadas por membros de outros grupos da casa, como o Balé da Cidade e a Orquestra Experimental de Repertório.
Críticas. A questão que os músicos colocam é a ausência de um diretor artístico no projeto da fundação, que teria apenas um diretor-geral e um conselho de programação. O formato vem sendo criticado também por personalidades do mundo musical. O maestro John Neschling, por exemplo, escreveu em seu blog, o Semibreves: "É sabido no meio musical que se deseja que o Teatro Municipal seja dirigido por uma comissão artística. Não conheço nenhum teatro no mundo que seja dirigido artisticamente por uma comissão. No Brasil, onde até políticos e editores se metem a programar temporadas musicais, uma solução como essa não é novidade. Na minha opinião, trata-se de uma guerra anunciada e de um desastre com hora marcada. Se isso virar lei, o Teatro Municipal estará condenado a uma mediocridade eterna (mediocridade no sentido literal de qualidade da média), até que essa lei seja revogada, o que sabemos pode levar décadas", escreveu. E completou: "A falta de uma direção artística no nosso teatro lírico acaba por permitir erros desse quilate: uma orquestra, há muito tempo sem projeto e com concertos esparsos aqui e ali, terá como primeiro desafio do ano que vem tocar uma partitura dificílima, só enfrentada habitualmente por orquestras com muitos anos de trabalho constante e profundo, que já vem tocando sistematicamente todo o repertório clássico, romântico e pós-romântico", pontuou, fazendo referência ao anúncio de Lulu, de Alban Berg, como um dos títulos previstos para a temporada de 2011, que teria ainda a presença dos pianistas Nelson Freire, Maria João Pires e Martha Argerich.
Direções. As declarações do maestro Neschling não receberam resposta oficial por parte da Prefeitura, mas o Estado teve acesso a uma carta enviada a ele pela diretora do Municipal, Beatriz Amaral, que dá pistas sobre como será desenvolvida a direção artística da fundação. "Explico ao maestro que o projeto é de uma fundação pública e não privada e prevê um diretor musical, um diretor de dança e um diretor de formação: são esses profissionais que se responsabilizarão por elaborar a programação. E, enquanto a fundação não se instala, há uma comissão especial constituída por profissionais de comprovada competência que se responsabiliza pela programação a ser desenvolvida em 2011", diz a carta. Os artistas do teatro, porém, insistem que não estão sendo consultados sobre os planos.
A presença de um diretor musical, um diretor de dança e um diretor de formação contraria a nota oficial enviada à imprensa pela Secretaria Municipal de Cultura quando o maestro Jamil Maluf deixou o posto de diretor artístico do Municipal, em novembro de 2009. Explicando que a saída de Maluf tinha como objetivo facilitar a transição para o novo modelo de gestão, a nota dizia que, quando da instalação da fundação, "será criado um Conselho de Orientação Artística composto pela diretora do teatro, Beatriz Franco do Amaral; pela diretora do Balé da Cidade, Mônica Mion; pelo regente da Sinfônica Municipal, Rodrigo de Carvalho; pelo regente da Experimental de Repertório, Jamil Maluf; por um representante do Quarteto de Cordas; pelo regente do Coral Lírico, Mário Zaccaro; pelo regente do Coral Paulistano, Tiago Pinheiro; e pelos diretores das escolas de dança e música do município, Esmeralda Penha Gazal e Henrique Gregori".
Questionada sobre a questão, a Secretaria diz que "não conhecemos manifestações contrárias ao formato proposto". "O Teatro Municipal é composto de corpos artísticos (duas orquestras, dois coros, um balé e um quarteto), mas também de duas escolas profissionalizantes e de uma central de produção. A recente experiência mostrou que um diretor artístico não tem condições de coordenar todas essas atividades, e por esse motivo se propõe na futura fundação a figura de um diretor musical." A nota diz ainda que, ao contrário do que foi vinculado na imprensa, a reforma do palco será concluída em janeiro de 2011.
SÃO PAULO - O Teatro Municipal de São Paulo completa 100 anos em março de 2011 - e, nos bastidores, boatos dão conta de uma festa de arromba sendo aprontada. A dúvida é se o salão estará em ordem a tempo. Músicos da Sinfônica Municipal, após assembleia, acabam de pedir a saída do maestro Rodrigo de Carvalho do posto de regente titular; em resposta, concertos até agosto foram cancelados, resgatando o fantasma dos contratos precários de trabalho dos artistas. E não é só isso: representantes dos demais corpos estáveis da casa questionam a ausência de um diretor artístico no projeto que prevê a transformação do Municipal em uma fundação; e as últimas estimativas sobre a obra pela qual passa o Municipal preveem que o teatro somente será reaberto em julho de 2011.
Carvalho ocupava o posto de regente-assistente da Sinfônica Municipal, trabalhando ao lado do então titular José Maria Florêncio, que deixou o cargo no fim de 2008. Passou, então, por meio de uma portaria de designação, a desempenhar as funções de regente titular. Na carta enviada ao prefeito Gilberto Kassab, ao secretário Carlos Augusto Calil, a Carvalho e à diretora do Municipal, Beatriz Amaral, o grupo de spallas da sinfônica escreve que os músicos aceitaram a decisão por acreditarem ser uma solução provisória. "Com a extensão desse prazo, acumularam-se as evidências da limitada competência artística do maestro Rodrigo de Carvalho. (...) Além disso, as interferências unilaterais do maestro na hierarquia artística interna da orquestra, juntamente à restrição do diálogo com os representantes artísticos da orquestra, causaram uma deterioração contínua do clima de trabalho, chegando a um ponto de insustentabilidade."
Por conta disso, fizeram uma eleição interna, com voto secreto. Das 112 vagas, três não estão preenchidas e, descontadas ainda as cinco abstenções, foram 104 os votantes. Destes, 10 votaram nulo, levando a um total de 94 votos válidos; 88 optaram pela não permanência de Carvalho; quatro o referendaram como regente titular; 2 votaram em branco. Dos 88 que querem a saída do maestro, 78 dão como justificativa "questões artísticas e desempenho gerencial". Os músicos fizeram ainda uma votação para chegar a uma lista tríplice de maestros candidatos ao posto: Luiz Fernando Malheiro, Alex Klein e Carlos Moreno
Procurado pelo Estado, Carvalho preferiu responder às perguntas por e-mail. Apesar dos números da votação, diz que o pedido pela sua saída representa a "vontade individualista de alguns integrantes"; e questiona a presença de questões artísticas como justificativa. "O que está sendo questionado por parte da orquestra não é minha competência artística, mas o fato de ter imprimido à Sinfônica Municipal - um grupo de músicos mantido pela municipalidade para estar à disposição 30 dias por mês, com salários pagos pelo cidadão paulistano - padrões mínimos de qualquer gestão pública, como desconto do dia, por faltas a atividades agendadas com antecedência", diz. Segundo um representante dos músicos, porém, ninguém questiona a autoridade do maestro, mas, sim, a maneira como ele a tem exercido. "Há regras internas que preveem advertências e suspensões e a demissão sumária de alguns integrantes vai contra elas, e acabaram revertidas", diz.
Após a entrega da carta, os músicos souberam do cancelamento dos concertos da orquestra até agosto - entre eles, a apresentação no Festival de Inverno de Campos do Jordão, com a pianista Cristina Ortiz. Aqui, a história se ramifica em versões. Os músicos dizem não conhecer os motivos do cancelamento; a direção, em contato com o festival, afirmou que, "amotinada", a orquestra não poderia participar, versão corroborada pela Secretaria Municipal de Cultura, em e-mail enviado à Redação. Possível árbitro na questão, o diretor do evento, Paulo Zuben falou com o Estado. "Sei tanto quanto você, mas não cancelei o concerto, há o compromisso com a solista e ingressos à venda", diz. "Quando ouvi falar do motim, conversei com músicos e eles, em uma carta enviada na última sexta, garantiram que vão se apresentar. Hoje (segunda-feira) tentei falar com a diretora, mas fui informado de que ela havia partido em férias. Achei estranho e, sem interlocutor, apelei ao secretário Estadual de Cultura, pedindo a ele que procurasse seu colega de município em busca de mais informações."
Fundação municipal terá três diretores
O cancelamento dos concertos resgata um antigo fantasma da história do Teatro Municipal. Cerca de 80% dos músicos da Sinfônica Municipal têm contratos provisórios de trabalhos, que precisam ser renovados periodicamente - a criação da fundação, aliás, tem como um dos objetivos resolver essa questão. Para que os contratos sejam feitos, no entanto, é preciso discriminar os concertos e obras dos quais os artistas vão participar. "Se os concertos são cancelados, não há contrato e, portanto, mais de 80% da orquestra perde o vínculo e ela deixa de existir propriamente dita. Tenho colegas que estão desesperados com essa possibilidade", diz um experiente integrante da orquestra, que pediu para não ser identificado.
A Secretaria Municipal de Cultura, em resposta enviada por e-mail, diz que "os contratos serão renovados normalmente, mas a retomada dos concertos depende da manifestação do conjunto da Sinfônica Municipal no sentido de colaborar com o maestro interino e a programação por ele proposta".
Representantes dos músicos ouvidos pelo Estado garantem que a orquestra está disposta a cumprir a programação, mesmo que sob a direção de Rodrigo de Carvalho, "antes que uma opção seja encontrada". Na segunda-feira, porém, funcionários do Municipal informaram que tanto Carvalho quanto a diretora-geral Beatriz Amaral estavam em férias a partir daquele dia, retornando apenas em um mês.
Ainda sobre a polêmica envolvendo o nome de Carvalho, a Secretaria afirma que ele "nunca foi regente titular da Sinfônica Municipal". "É seu interino." Mesmo que o material de divulgação da temporada da orquestra no Auditório Ibirapuera, que está servindo de palco para o grupo durante a reforma do teatro, o apresente como regente titular, a mensagem da Secretaria informa que "a intenção era a de aguardar a criação da fundação e só então definir o regente titular de sua orquestra". "A manifestação dos músicos precipitou o processo e a Secretaria de Cultura pretende convidar maestros para regerem o conjunto."
A permanência ou não de Carvalho, porém, parece ser apenas um aspecto de uma discussão maior, que envolve a programação durante o período da reforma do palco e a transformação do Teatro Municipal em uma fundação de direito público, que está em discussão na Câmara Municipal. "Estamos nos sentindo perdidos e vendo a qualidade do trabalho se perder", diz uma representante do Coral Lírico Municipal, um dos corpos estáveis do teatro. "Sabemos que podemos fazer melhor do que isso, mas estamos sem interlocutor dentro do teatro. Ouvimos falar de uma programação sendo montada para 2011, quando o teatro completa 100 anos, mas o que sabemos é pela imprensa", diz, corroborando informações dadas por membros de outros grupos da casa, como o Balé da Cidade e a Orquestra Experimental de Repertório.
Críticas. A questão que os músicos colocam é a ausência de um diretor artístico no projeto da fundação, que teria apenas um diretor-geral e um conselho de programação. O formato vem sendo criticado também por personalidades do mundo musical. O maestro John Neschling, por exemplo, escreveu em seu blog, o Semibreves: "É sabido no meio musical que se deseja que o Teatro Municipal seja dirigido por uma comissão artística. Não conheço nenhum teatro no mundo que seja dirigido artisticamente por uma comissão. No Brasil, onde até políticos e editores se metem a programar temporadas musicais, uma solução como essa não é novidade. Na minha opinião, trata-se de uma guerra anunciada e de um desastre com hora marcada. Se isso virar lei, o Teatro Municipal estará condenado a uma mediocridade eterna (mediocridade no sentido literal de qualidade da média), até que essa lei seja revogada, o que sabemos pode levar décadas", escreveu. E completou: "A falta de uma direção artística no nosso teatro lírico acaba por permitir erros desse quilate: uma orquestra, há muito tempo sem projeto e com concertos esparsos aqui e ali, terá como primeiro desafio do ano que vem tocar uma partitura dificílima, só enfrentada habitualmente por orquestras com muitos anos de trabalho constante e profundo, que já vem tocando sistematicamente todo o repertório clássico, romântico e pós-romântico", pontuou, fazendo referência ao anúncio de Lulu, de Alban Berg, como um dos títulos previstos para a temporada de 2011, que teria ainda a presença dos pianistas Nelson Freire, Maria João Pires e Martha Argerich.
Direções. As declarações do maestro Neschling não receberam resposta oficial por parte da Prefeitura, mas o Estado teve acesso a uma carta enviada a ele pela diretora do Municipal, Beatriz Amaral, que dá pistas sobre como será desenvolvida a direção artística da fundação. "Explico ao maestro que o projeto é de uma fundação pública e não privada e prevê um diretor musical, um diretor de dança e um diretor de formação: são esses profissionais que se responsabilizarão por elaborar a programação. E, enquanto a fundação não se instala, há uma comissão especial constituída por profissionais de comprovada competência que se responsabiliza pela programação a ser desenvolvida em 2011", diz a carta. Os artistas do teatro, porém, insistem que não estão sendo consultados sobre os planos.
A presença de um diretor musical, um diretor de dança e um diretor de formação contraria a nota oficial enviada à imprensa pela Secretaria Municipal de Cultura quando o maestro Jamil Maluf deixou o posto de diretor artístico do Municipal, em novembro de 2009. Explicando que a saída de Maluf tinha como objetivo facilitar a transição para o novo modelo de gestão, a nota dizia que, quando da instalação da fundação, "será criado um Conselho de Orientação Artística composto pela diretora do teatro, Beatriz Franco do Amaral; pela diretora do Balé da Cidade, Mônica Mion; pelo regente da Sinfônica Municipal, Rodrigo de Carvalho; pelo regente da Experimental de Repertório, Jamil Maluf; por um representante do Quarteto de Cordas; pelo regente do Coral Lírico, Mário Zaccaro; pelo regente do Coral Paulistano, Tiago Pinheiro; e pelos diretores das escolas de dança e música do município, Esmeralda Penha Gazal e Henrique Gregori".
Questionada sobre a questão, a Secretaria diz que "não conhecemos manifestações contrárias ao formato proposto". "O Teatro Municipal é composto de corpos artísticos (duas orquestras, dois coros, um balé e um quarteto), mas também de duas escolas profissionalizantes e de uma central de produção. A recente experiência mostrou que um diretor artístico não tem condições de coordenar todas essas atividades, e por esse motivo se propõe na futura fundação a figura de um diretor musical." A nota diz ainda que, ao contrário do que foi vinculado na imprensa, a reforma do palco será concluída em janeiro de 2011.
Folha - Primeiro CD após acidente de Dinho traz Capital Inicial em versão poderosa
DA REVISTA SÃOPAULO
O novo álbum do Capital Inicial pode ser classificado como "curto e grosso". Ou, talvez, "rápido e fulminante". Qualquer um desses clichês se encaixa como elogio ao trabalho, que traz um vigor incomum a uma banda com quase 30 anos.
Curto e grosso porque é um disco de pouco mais de meia hora (são 11 canções, algumas que nem ultrapassam três minutos) e som encorpado, cheio de pistas de guitarra por cima dos vocais.
Rápido e fulminante porque bastam alguns acordes para o Capital mostrar a que veio em 2010
O primeiro disco do grupo depois do acidente com o vocalista Dinho Ouro Preto, que caiu do palco durante show no ano passado e enfrentou em seguida infecção hospitalar, chega com rock direto e baladas contundentes, do tipo que fisga o ouvinte.
É notável que uma banda de quarentões fale tão certeiro à molecada. Os shows do grupo atraem adolescentes que têm espaço no iPod tanto para o Capital quanto para Restart e Fresno.
Mas Dinho e seu velho parceiro de letras Alvin L produzem versos que, mesmo esbarrando às vezes em fúria colegial, trazem poesia bem consistente do que a predominante no "happy rock".
"Outra história/ Com outro rosto/ Outro beijo/ Com o mesmo gosto", em "Vivendo e Aprendendo". "Passamos muito tempo/ Sentados na calçada/ Falando sobre tudo/ E não dizendo nada", em "Depois da Meia-Noite". "De todos os desastres que eu podia/ Eu escolhi você", em "Não Sei Por Quê". E mais.
Dinho e Alvin não se esqueceram de como é passar noites no quarto ou pelas ruas tentando achar uma turma que acolha alguém que se sente fora do mundo.
A moldura para tanto hormônio adolescente turbinando angústia ou delírio fugitivo deve muito ao guitarrista Yves Passarell. Poucas vezes na carreira o Capital soou tão poderoso. Ele é diretamente responsável por uma urgência que percorre todo o CD, mesmo nas baladas.
Falando nelas, "Eu Quero Ser Como Você" é um grande momento do Dinho cantor, uma interpretação que renderá muitas luzinhas de celular acesas nos novos shows.
DAS KAPITAL
ARTISTA: Capital Inicial
LANÇAMENTO: Sony Music
QUANTO: R$ 26, em média
AVALIAÇÃO: ótimo
O novo álbum do Capital Inicial pode ser classificado como "curto e grosso". Ou, talvez, "rápido e fulminante". Qualquer um desses clichês se encaixa como elogio ao trabalho, que traz um vigor incomum a uma banda com quase 30 anos.
Curto e grosso porque é um disco de pouco mais de meia hora (são 11 canções, algumas que nem ultrapassam três minutos) e som encorpado, cheio de pistas de guitarra por cima dos vocais.
Rápido e fulminante porque bastam alguns acordes para o Capital mostrar a que veio em 2010
O primeiro disco do grupo depois do acidente com o vocalista Dinho Ouro Preto, que caiu do palco durante show no ano passado e enfrentou em seguida infecção hospitalar, chega com rock direto e baladas contundentes, do tipo que fisga o ouvinte.
É notável que uma banda de quarentões fale tão certeiro à molecada. Os shows do grupo atraem adolescentes que têm espaço no iPod tanto para o Capital quanto para Restart e Fresno.
Mas Dinho e seu velho parceiro de letras Alvin L produzem versos que, mesmo esbarrando às vezes em fúria colegial, trazem poesia bem consistente do que a predominante no "happy rock".
"Outra história/ Com outro rosto/ Outro beijo/ Com o mesmo gosto", em "Vivendo e Aprendendo". "Passamos muito tempo/ Sentados na calçada/ Falando sobre tudo/ E não dizendo nada", em "Depois da Meia-Noite". "De todos os desastres que eu podia/ Eu escolhi você", em "Não Sei Por Quê". E mais.
Dinho e Alvin não se esqueceram de como é passar noites no quarto ou pelas ruas tentando achar uma turma que acolha alguém que se sente fora do mundo.
A moldura para tanto hormônio adolescente turbinando angústia ou delírio fugitivo deve muito ao guitarrista Yves Passarell. Poucas vezes na carreira o Capital soou tão poderoso. Ele é diretamente responsável por uma urgência que percorre todo o CD, mesmo nas baladas.
Falando nelas, "Eu Quero Ser Como Você" é um grande momento do Dinho cantor, uma interpretação que renderá muitas luzinhas de celular acesas nos novos shows.
DAS KAPITAL
ARTISTA: Capital Inicial
LANÇAMENTO: Sony Music
QUANTO: R$ 26, em média
AVALIAÇÃO: ótimo
Folha - Elogiado por Maria Bethânia, Vander Lee faz show único em São Paulo
Guia da Folha
Faz três anos que o público paulistano espera por Vander Lee. O cantor e compositor mineiro, que encantou artistas como Maria Bethânia, Gal Gosta e Elza Soares, volta ao Citibank Hall (zona sul de São Paulo) na quinta-feira (17) para mostrar as novidades do sexto álbum de estúdio, "Faro", e sucessos como "Esperando Aviões" e "Românticos".
Escute canções de Vander Lee.
A pedido do Guia, Bethânia --que gravou "Estrela" no disco "Encanteria" (2009)-- falou sobre Vander Lee: "Ele é muito mineiro, estranho, com umas letras misteriosas, e, ao mesmo tempo, bom cantor e compositor".
E é com esse estilo diferente e particular que o artista promete uma "catarse de sentimentos" durante a apresentação em São Paulo. "É impossível não misturar o repertório de todos os discos, das várias fases, dos momentos românticos, passando pelas questões existenciais, resoluções bem-humoradas, irreverência, espiritualidade e questões sociais", conta Vander em entrevista ao Guia.
O repertório inclui o poema musicado de Cartola, "Obscuridade", a releitura de "Ninguém Vai Tirar Você de Mim", que virou sucesso na voz de Roberto Carlos, e muitas outras composições próprias, como "Eu e Ela" e "Onde Deus Possa Me Ouvir". A banda é formada por Arthur Rezende (bateria), Thiago Corrêa (baixo), Luiz Peixoto (guitarra e programações), Gustavo Figueiredo (teclados) e Lenis Rino (percussão).
Para quem quiser aproveitar ainda mais, o artista realiza um pocket-show na Fnac da avenida Paulista (zona oeste), nesta quarta-feira (16), a partir das 12h30. A distribuição de senhas é feita no dia da apresentação.
Abaixo, leia o que o compositor pensa sobre os fãs paulistanos e o reconhecimento de grandes nomes da música.
Guia da Folha - Você já recebeu elogios de diversos artistas. Com quais se sentiu mais lisonjeado?
Vander Lee - Acho que, pela importância delas em minha vida, e como referência musical pra maioria das cantoras modernas, sou superfeliz em falar das tropicalistas Maria Bethânia e Gal Costa. Mas tenho por Elza Soares uma gratidão eterna, porque ela foi a primeira estrela que pousou os olhos na minha música e me valorizou como intérprete também, me convidando pra participar de vários dos seus shows no meu começo de carreira.
Guia - Para alguém que nunca ouviu seu som, quais músicas você sugeriria?
Vander - "Esperando Aviões", "Galo e Cruzeiro", "Onde Deus Possa Me Ouvir", "Do Brasil", "Desejo de Flor", "Passional", "Românticos", "Eu e Ela", "Obscuridade"... acho difícil preterir qualquer música, sempre tenho dificuldade com isso.
Guia - Faz três anos que você não toca em São Paulo. Por ficar tanto tempo sem seu show, você acha que o público acaba aproveitando mais?
Vander - Acho que isso aconteceu sem planejamento. Outras regiões do Brasil e do mundo me solicitam mais e, apesar da importância econômica e cultural de São Paulo, acabei por diminuir minha frequência na cidade. Gostaria de ir mais vezes a São Paulo e acho que depois desse show isso vai acontecer naturalmente. Sinto a cidade muito efervescente e que tem muita gente que gosta do meu som, mas tem um lado de São Paulo que deixa as pessoas isoladas em seus mundos, o que dificulta saber se existe uma demanda pra minha música na cidade. O público sempre pede, mas o mundo do "show business" está mais cauteloso nesse momento. Acho que tudo tem sua hora de acontecer e respeito o fluxo da vida. Evito forçar as portas.
Faz três anos que o público paulistano espera por Vander Lee. O cantor e compositor mineiro, que encantou artistas como Maria Bethânia, Gal Gosta e Elza Soares, volta ao Citibank Hall (zona sul de São Paulo) na quinta-feira (17) para mostrar as novidades do sexto álbum de estúdio, "Faro", e sucessos como "Esperando Aviões" e "Românticos".
Escute canções de Vander Lee.
A pedido do Guia, Bethânia --que gravou "Estrela" no disco "Encanteria" (2009)-- falou sobre Vander Lee: "Ele é muito mineiro, estranho, com umas letras misteriosas, e, ao mesmo tempo, bom cantor e compositor".
E é com esse estilo diferente e particular que o artista promete uma "catarse de sentimentos" durante a apresentação em São Paulo. "É impossível não misturar o repertório de todos os discos, das várias fases, dos momentos românticos, passando pelas questões existenciais, resoluções bem-humoradas, irreverência, espiritualidade e questões sociais", conta Vander em entrevista ao Guia.
O repertório inclui o poema musicado de Cartola, "Obscuridade", a releitura de "Ninguém Vai Tirar Você de Mim", que virou sucesso na voz de Roberto Carlos, e muitas outras composições próprias, como "Eu e Ela" e "Onde Deus Possa Me Ouvir". A banda é formada por Arthur Rezende (bateria), Thiago Corrêa (baixo), Luiz Peixoto (guitarra e programações), Gustavo Figueiredo (teclados) e Lenis Rino (percussão).
Para quem quiser aproveitar ainda mais, o artista realiza um pocket-show na Fnac da avenida Paulista (zona oeste), nesta quarta-feira (16), a partir das 12h30. A distribuição de senhas é feita no dia da apresentação.
Abaixo, leia o que o compositor pensa sobre os fãs paulistanos e o reconhecimento de grandes nomes da música.
Guia da Folha - Você já recebeu elogios de diversos artistas. Com quais se sentiu mais lisonjeado?
Vander Lee - Acho que, pela importância delas em minha vida, e como referência musical pra maioria das cantoras modernas, sou superfeliz em falar das tropicalistas Maria Bethânia e Gal Costa. Mas tenho por Elza Soares uma gratidão eterna, porque ela foi a primeira estrela que pousou os olhos na minha música e me valorizou como intérprete também, me convidando pra participar de vários dos seus shows no meu começo de carreira.
Guia - Para alguém que nunca ouviu seu som, quais músicas você sugeriria?
Vander - "Esperando Aviões", "Galo e Cruzeiro", "Onde Deus Possa Me Ouvir", "Do Brasil", "Desejo de Flor", "Passional", "Românticos", "Eu e Ela", "Obscuridade"... acho difícil preterir qualquer música, sempre tenho dificuldade com isso.
Guia - Faz três anos que você não toca em São Paulo. Por ficar tanto tempo sem seu show, você acha que o público acaba aproveitando mais?
Vander - Acho que isso aconteceu sem planejamento. Outras regiões do Brasil e do mundo me solicitam mais e, apesar da importância econômica e cultural de São Paulo, acabei por diminuir minha frequência na cidade. Gostaria de ir mais vezes a São Paulo e acho que depois desse show isso vai acontecer naturalmente. Sinto a cidade muito efervescente e que tem muita gente que gosta do meu som, mas tem um lado de São Paulo que deixa as pessoas isoladas em seus mundos, o que dificulta saber se existe uma demanda pra minha música na cidade. O público sempre pede, mas o mundo do "show business" está mais cauteloso nesse momento. Acho que tudo tem sua hora de acontecer e respeito o fluxo da vida. Evito forçar as portas.
Folha - Após cirurgia no pulso, Antonio Meneses faz concertos no Brasil
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
De um tumor no pulso direito, Antonio Meneses extraiu um livro de memórias.
Mais celebrado instrumentista brasileiro de cordas de todos os tempos, o pernambucano radicado na Basileia (Suíça) resolveu narrar a história de seus 52 anos de vida.
"A ideia não é fazer uma biografia, mas contar coisas importantes que me aconteceram", diz. O músico está sendo auxiliado na empreitada pelos jornalistas João Luiz Sampaio, de "O Estado de S.Paulo", e Luciana Medeiros, assessora de imprensa.
"O livro é uma mistura de memórias pessoais e reflexões sobre música", diz Sampaio. A primeira parte da obra --ainda sem título-- conta a trajetória de Meneses da infância à consagração.
Há episódios como a vitória no Concurso Tchaikovski, de Moscou, as gravações com a Filarmônica de Berlim, do mítico regente Herbert von Karajan, e o período com o Beaux Arts Trio.
A segunda metade do livro trata do violoncelo e seu repertório e das atividades pedagógicas de Meneses.
Tumor benigno
Tudo começou no final do ano passado. "Havia a previsão de operar um tumor benigno que estava crescendo no pulso direito, e a Rosana Lanzelotte [cravista e parceira musical] sugeriu que eu aproveitasse o período que ficaria sem tocar para escrever o livro", conta o músico.
Feita a cirurgia em 29/12, Meneses deu seu depoimento aos jornalistas no começo deste ano. Acompanhada de um CD que está sendo gravado, a obra deve sair pela Algol Editora no final de outubro, quando ele toca na Sala São Paulo, com a Osesp.
Restabelecido da operação e em plena atividade de concertos, ele vem ao Brasil em julho. Estreará no Festival de Inverno de Campos do Jordão um duo com a pianista portuguesa Maria João Pires e lançará um disco gravado com a orquestra britânica Northern Sinfonia.
"O duo com Maria João começou meio por acaso. Eu ia tocar no Brasil com [o pianista] Menahem Pressler [de 86 anos, que foi seu parceiro no Beaux Arts Trio]. Glória Guerra, que é a agente de ambos, fez a intermediação entre nós", conta.
Meneses só vai encontrar a futura parceira em Campos do Jordão. "Minha expectativa é a melhor possível, porque a Maria João tocou música de câmara a vida inteira, e isso faz a diferença."
O concerto marcará o lançamento de seu disco com um par de concertos do mestre austríaco do classicismo Joseph Haydn (1732-1809), ao lado do concertino do pernambucano Clóvis Pereira.
A ser editado internacionalmente pela Avie Records, e aqui pelo selo Clássicos, o CD não tem maestro --Meneses é o diretor musical. "Não faço isso muito, porque as oportunidades não aparecem. De qualquer forma, se houver um bom regente, prefiro trabalhar com ele."
Para 2011, ele prevê o lançamento de um DVD com sonatas do compositor barroco veneziano Antonio Vivaldi (1678-1741), acompanhado do cravo de Lanzelotte e do violoncelo de David Chew.
Ao interpretar o repertório desse período, Meneses emprega seu violoncelo montado da maneira moderna, mas lança mão de um arco barroco, e algumas técnicas interpretativas aprendidas da escola da música "de época".
"Aprendi muito com as ideias do barroco, mas seria falso tentar fazer meu violoncelo imitar o da música antiga", diz. "Eu diria que faço um barroco moderno."
De um tumor no pulso direito, Antonio Meneses extraiu um livro de memórias.
Mais celebrado instrumentista brasileiro de cordas de todos os tempos, o pernambucano radicado na Basileia (Suíça) resolveu narrar a história de seus 52 anos de vida.
"A ideia não é fazer uma biografia, mas contar coisas importantes que me aconteceram", diz. O músico está sendo auxiliado na empreitada pelos jornalistas João Luiz Sampaio, de "O Estado de S.Paulo", e Luciana Medeiros, assessora de imprensa.
"O livro é uma mistura de memórias pessoais e reflexões sobre música", diz Sampaio. A primeira parte da obra --ainda sem título-- conta a trajetória de Meneses da infância à consagração.
Há episódios como a vitória no Concurso Tchaikovski, de Moscou, as gravações com a Filarmônica de Berlim, do mítico regente Herbert von Karajan, e o período com o Beaux Arts Trio.
A segunda metade do livro trata do violoncelo e seu repertório e das atividades pedagógicas de Meneses.
Tumor benigno
Tudo começou no final do ano passado. "Havia a previsão de operar um tumor benigno que estava crescendo no pulso direito, e a Rosana Lanzelotte [cravista e parceira musical] sugeriu que eu aproveitasse o período que ficaria sem tocar para escrever o livro", conta o músico.
Feita a cirurgia em 29/12, Meneses deu seu depoimento aos jornalistas no começo deste ano. Acompanhada de um CD que está sendo gravado, a obra deve sair pela Algol Editora no final de outubro, quando ele toca na Sala São Paulo, com a Osesp.
Restabelecido da operação e em plena atividade de concertos, ele vem ao Brasil em julho. Estreará no Festival de Inverno de Campos do Jordão um duo com a pianista portuguesa Maria João Pires e lançará um disco gravado com a orquestra britânica Northern Sinfonia.
"O duo com Maria João começou meio por acaso. Eu ia tocar no Brasil com [o pianista] Menahem Pressler [de 86 anos, que foi seu parceiro no Beaux Arts Trio]. Glória Guerra, que é a agente de ambos, fez a intermediação entre nós", conta.
Meneses só vai encontrar a futura parceira em Campos do Jordão. "Minha expectativa é a melhor possível, porque a Maria João tocou música de câmara a vida inteira, e isso faz a diferença."
O concerto marcará o lançamento de seu disco com um par de concertos do mestre austríaco do classicismo Joseph Haydn (1732-1809), ao lado do concertino do pernambucano Clóvis Pereira.
A ser editado internacionalmente pela Avie Records, e aqui pelo selo Clássicos, o CD não tem maestro --Meneses é o diretor musical. "Não faço isso muito, porque as oportunidades não aparecem. De qualquer forma, se houver um bom regente, prefiro trabalhar com ele."
Para 2011, ele prevê o lançamento de um DVD com sonatas do compositor barroco veneziano Antonio Vivaldi (1678-1741), acompanhado do cravo de Lanzelotte e do violoncelo de David Chew.
Ao interpretar o repertório desse período, Meneses emprega seu violoncelo montado da maneira moderna, mas lança mão de um arco barroco, e algumas técnicas interpretativas aprendidas da escola da música "de época".
"Aprendi muito com as ideias do barroco, mas seria falso tentar fazer meu violoncelo imitar o da música antiga", diz. "Eu diria que faço um barroco moderno."
JB - Com vestido colado, Katy Perry faz show relâmpago nos EUA
Portal Terra
NOVAYORK - Mesmo cantando apenas três músicas, Katy Perry conseguiu empolgar todos que passaram pela Times Square, em Nova York, na tarde desta terça-feira. A cantora participou do lançamento de um modelo de automóvel e, como sempre, abusou de sua sensualidade na performance.
Com um vestido colado, Katy fez caras e bocas características no palco e chegou até a subir no capô do novo carro lançado para o delírio de seus fãs. Na rápida apresentação, ela emendou três hits: I Kissed a Girl, Hot N Cold e California Gurls.
NOVAYORK - Mesmo cantando apenas três músicas, Katy Perry conseguiu empolgar todos que passaram pela Times Square, em Nova York, na tarde desta terça-feira. A cantora participou do lançamento de um modelo de automóvel e, como sempre, abusou de sua sensualidade na performance.
Com um vestido colado, Katy fez caras e bocas características no palco e chegou até a subir no capô do novo carro lançado para o delírio de seus fãs. Na rápida apresentação, ela emendou três hits: I Kissed a Girl, Hot N Cold e California Gurls.
JB - Irmão de Michael Jackson é internado com fortes dores no peito
Portal Terra
LOS ANGELES - Randy Jackson, um dos irmãos do cantor Michael Jackson, foi hospitalizado nesta terça-feira com fortes dores no peito, segundo informa o site TMZ.
O músico, de 48 anos, passou mal durante uma audiência judicial do médico Conrad Murray, acusado de provocar a morte de Michael, e foi levado para o Hospital Huntinton Memorial, em Pasadena, na Califórnia.
O músico passará por uma bateria de testes e não há previsão de alta.
LOS ANGELES - Randy Jackson, um dos irmãos do cantor Michael Jackson, foi hospitalizado nesta terça-feira com fortes dores no peito, segundo informa o site TMZ.
O músico, de 48 anos, passou mal durante uma audiência judicial do médico Conrad Murray, acusado de provocar a morte de Michael, e foi levado para o Hospital Huntinton Memorial, em Pasadena, na Califórnia.
O músico passará por uma bateria de testes e não há previsão de alta.
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