Ao lado do presidente dos EUA, Barack Obama, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é mencionado na lista da revista Time sobre as personalidades políticas mais influentes do mundo. Inicialmente, pensou-se que Lula encabeçasse a lista, já que seu nome vinha em primeiro lugar, mas a própria “Time” esclareceu que não se trata de um ranking por ordem de importância. A lista cita lideranças de vários segmentos e países, e inclui desde uma líder religiosa a um xeque dos Emirados Árabes Unidos. Saiba mais sobre cada um dos indicados.
1- Luiz Inácio Lula da Silva - Presidente do Brasil
2- J.T. Wang - Diretor-Executivo da Multinacional Acer, de Taiwan
3- Almirante Mike Mullen - Presidente da Junta de Líderes Militares dos Estados Unidos
4- Barack Obama - Presidente dos Estados Unidos
5- Rom Bloom - Recém-nomeado Consultor Sênior para Politica Manufatureira do Governo dos EUA
6- Yukio Hatoyama - Primeiro-Ministro Japonês
7- Dominique Strauss-Kahn - Atual Diretor-Gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI)
8- Nancy Pelosi - Presidente da Casa dos Representantes dos Estados Unidos
9- Sarah Palin - Ex-canditada a Vice-Presidente dos Estados Unidos
10- Salam Fayyad - Primeiro Ministro da Palestina
11- Jon Kyl - Senador Republicano do Arizona, nos Estados Unidos
12- Gleen Beck - Personalidade do Rádio e da Televisão dos EUA
13- Annise Parker - Prefeita da cidade amaericana Houston, no Texas
14- Tidjane Thiam - Diretor-Executivo da seguradora britânica Prudential plc
15- Jenny Beth Martin - Ativista Politica,Co-Fundadora e Coordenadora Nacional do "Tea Party Patriots"
16- Christine Lagarde - Ministra da Economia e das Finanças da França
17- Recep Tayyip Erdogan - Primeiro Ministro da Turquia
18- Stanley McChrystal - Chefe das Forças Norte-Americana e da Otan no Afeganistão
19- Manmohan Singh - Ex-Ministro de Finanças da Índia
20- Bo Xilai - Secretário do Partido Comunista Chinês
21- Mark Carney - Atual Presidente do Banco do Canadá
22- Irmã Carol Keehan - Presidente da Associação Católica de Saúde do EUA
23- Xeque Khalifa bin Zayed al- Nahyan - Presidente dos Emirados Árabes Unidos
24- Robin Li - Co-Fundador do Baidu (mecanismo de busca mais popular da China, antes mesmo do Google)
25- Scott Brown - Senador pelo Estado Americano de Massachusetts
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 30/04/2010
Folha de São Paulo
"Executivo diz ter sido namorado de Michael Jackson".
"Tem gente que gosta de sacanear brasileiro, diz Zeca Pagodinho após ganhar indenização".
"Carlos Careqa e Juliana Kehl cantam juntos em Osasco (SP)".
"Festival de Montreux terá Phil Collins e Massive Attack".
Jornal da Tarde
"Drês, o ex-titã Nando Reis faz show, hoje e amanhã, às 22h, e domingo, às 20h, no Citibank Hall".
"Diogo Poças de volta ao Tom Jazz".
"Um show para prender o Thadeu, na choperia do Sesc Pompeia".
"Mulheres poderosas, Vanessa da Mata recebe hoje, às 22h, no Via Funchal as cantoras Maria Gadú, Dona Ivone Lara e Mallu Magalhães".
"Na bagagem, Beethoven e doses de emoção, Orquestra Sinfônica de Heliópolis se prepara para turnê que vai fazer na Alemanha, em outubro".
"Beatles vão a leilão em NY".
"Lady Gaga é a mais influente".
"Executivo diz ter sido namorado de Michael Jackson".
"Tem gente que gosta de sacanear brasileiro, diz Zeca Pagodinho após ganhar indenização".
"Carlos Careqa e Juliana Kehl cantam juntos em Osasco (SP)".
"Festival de Montreux terá Phil Collins e Massive Attack".
Jornal da Tarde
"Drês, o ex-titã Nando Reis faz show, hoje e amanhã, às 22h, e domingo, às 20h, no Citibank Hall".
"Diogo Poças de volta ao Tom Jazz".
"Um show para prender o Thadeu, na choperia do Sesc Pompeia".
"Mulheres poderosas, Vanessa da Mata recebe hoje, às 22h, no Via Funchal as cantoras Maria Gadú, Dona Ivone Lara e Mallu Magalhães".
"Na bagagem, Beethoven e doses de emoção, Orquestra Sinfônica de Heliópolis se prepara para turnê que vai fazer na Alemanha, em outubro".
"Beatles vão a leilão em NY".
"Lady Gaga é a mais influente".
Folha - Executivo diz ter sido namorado de Michael Jackson
da Efe, em Los Angeles
Um executivo de uma companhia médica disse nesta quinta-feira (29), em entrevista ao canal de TV "Extra", que foi namorado de Michael Jackson durante os últimos meses de vida do cantor.
Jason Pfeiffer afirma que teve uma relação muito "apaixonada e sexual" com Michael, que jamais confessou ser homossexual. Segundo ele, o cantor era sua "provável alma gêmea".
"Sei que nos amávamos, ele me dizia isso o tempo todo", comentou o empresário, que teria conhecido o artista em 2008 no consultório do dermatologista Arnold Klein, amigo de Michael e que, para muitos, é o pai biológico dos dois filhos mais velhos do rei do pop, Prince e Paris.
As afirmações de Pfeiffer foram confirmadas pelo médico. "Quando você vê duas pessoas olhando uma para a outra, você sabe o que está acontecendo. Eu simplesmente era muito feliz por eles", comentou Arnold Klein ao canal americano.
Um executivo de uma companhia médica disse nesta quinta-feira (29), em entrevista ao canal de TV "Extra", que foi namorado de Michael Jackson durante os últimos meses de vida do cantor.
Jason Pfeiffer afirma que teve uma relação muito "apaixonada e sexual" com Michael, que jamais confessou ser homossexual. Segundo ele, o cantor era sua "provável alma gêmea".
"Sei que nos amávamos, ele me dizia isso o tempo todo", comentou o empresário, que teria conhecido o artista em 2008 no consultório do dermatologista Arnold Klein, amigo de Michael e que, para muitos, é o pai biológico dos dois filhos mais velhos do rei do pop, Prince e Paris.
As afirmações de Pfeiffer foram confirmadas pelo médico. "Quando você vê duas pessoas olhando uma para a outra, você sabe o que está acontecendo. Eu simplesmente era muito feliz por eles", comentou Arnold Klein ao canal americano.
Folha - Tem gente que gosta de sacanear brasileiro, diz Zeca Pagodinho após ganhar indenização
da Sucursal do Rio
A Justiça do Rio concedeu uma indenização de R$ 30 mil para o cantor Zeca Pagodinho, 51, que se considerou desrespeitado por sofrer atrasos e constrangimentos durante uma viagem de férias a Bariloche (Argentina), em julho de 2008, e, por isso, processou a companhia aérea e a agência de turismo.
Zeca Pagodinho deve receber indenização de R$ 30 mil por ficar preso em avião
O cantor diz que faltou de água e comida à atenção durante o voo. "Que todos que se sentirem assim corram atrás porque só assim que vão ver que as coisas não ficam mal resolvidas. Tem gente que gosta de sacanear brasileiro em tudo quanto é lugar. Por isso é que não gosto de viajar para fora do país", declarou.
FOLHA - Feliz com a decisão?
ZECA PAGODINHO - É claro que fiquei feliz. Principalmente a gente que é do samba e tem aquela coisa do preto, pobre, favelado. Minha preocupação é fazer valer os meus direitos de cidadão e consumidor --já que paguei por isso. Achei legal.
FOLHA - O que pretende fazer com o dinheiro?
ZECA - Queria agradecer a Deus e a todo mundo. Essa graninha aí é bem vinda porque, de vez em quando, a gente compra umas cestas básicas ou uns ovos de Páscoa para as crianças de Xerém e da Barra da Tijuca. Vai ajudando nas despesas. Só vai ajudar mais um pouco. Mas a gente sempre faz esse movimento ganhando indenização ou não. Tem que ajudar com o que Deus dá para gente. Nunca fiz conta, então eu não sei se é o mesmo dinheiro ou se não é.. Então, eu só queria ter razão.
FOLHA - O que mais o constrangeu?
ZECA - Simplesmente eles não atenderam ninguém. Faltou tudo --água, comida, atenção-- tudo. Eu não sei nem de quem eu ganhei a indenização se foi da agência de viagens ou da Aerolineas.
FOLHA - Você se sentiu incomodado preso no avião?
ZECA - Incomodou. Isso porque o avião já estava em péssimo estado e ninguém falava com ninguém. Estavam com má vontade. É o que acontece às vezes: você chama e a pessoa não responde. Isso eu não faço nem com um mendigo na rua. Se me chamar eu paro para perguntar: o que houve? me chamou por quê?
FOLHA - Em algum momento sentiu preconceito por ser sambista?
ZECA - Não teve [preconceito] porque eles nem me conheciam. Só quando um cara falou 'tem um famoso aí' é que eles começaram a olhar assustados.. Aí eu falei vou entrar pelo rádio e detonar esse bagulho... Quem errou, pagou, e vamos embora, vida que segue.
Que todos que se sentirem assim corram atrás porque só assim que vão ver que as coisas não ficam mal resolvidas. Tem gente que gosta de sacanear brasileiro em tudo quanto é lugar. Por isso é que não gosto de viajar para fora do país. Quando fala brasileiro parece que é um bando de sei lá... doente. Eu não gosto de viajar para lugar nenhum. Não sei se tem uma próxima vez
A Justiça do Rio concedeu uma indenização de R$ 30 mil para o cantor Zeca Pagodinho, 51, que se considerou desrespeitado por sofrer atrasos e constrangimentos durante uma viagem de férias a Bariloche (Argentina), em julho de 2008, e, por isso, processou a companhia aérea e a agência de turismo.
Zeca Pagodinho deve receber indenização de R$ 30 mil por ficar preso em avião
O cantor diz que faltou de água e comida à atenção durante o voo. "Que todos que se sentirem assim corram atrás porque só assim que vão ver que as coisas não ficam mal resolvidas. Tem gente que gosta de sacanear brasileiro em tudo quanto é lugar. Por isso é que não gosto de viajar para fora do país", declarou.
FOLHA - Feliz com a decisão?
ZECA PAGODINHO - É claro que fiquei feliz. Principalmente a gente que é do samba e tem aquela coisa do preto, pobre, favelado. Minha preocupação é fazer valer os meus direitos de cidadão e consumidor --já que paguei por isso. Achei legal.
FOLHA - O que pretende fazer com o dinheiro?
ZECA - Queria agradecer a Deus e a todo mundo. Essa graninha aí é bem vinda porque, de vez em quando, a gente compra umas cestas básicas ou uns ovos de Páscoa para as crianças de Xerém e da Barra da Tijuca. Vai ajudando nas despesas. Só vai ajudar mais um pouco. Mas a gente sempre faz esse movimento ganhando indenização ou não. Tem que ajudar com o que Deus dá para gente. Nunca fiz conta, então eu não sei se é o mesmo dinheiro ou se não é.. Então, eu só queria ter razão.
FOLHA - O que mais o constrangeu?
ZECA - Simplesmente eles não atenderam ninguém. Faltou tudo --água, comida, atenção-- tudo. Eu não sei nem de quem eu ganhei a indenização se foi da agência de viagens ou da Aerolineas.
FOLHA - Você se sentiu incomodado preso no avião?
ZECA - Incomodou. Isso porque o avião já estava em péssimo estado e ninguém falava com ninguém. Estavam com má vontade. É o que acontece às vezes: você chama e a pessoa não responde. Isso eu não faço nem com um mendigo na rua. Se me chamar eu paro para perguntar: o que houve? me chamou por quê?
FOLHA - Em algum momento sentiu preconceito por ser sambista?
ZECA - Não teve [preconceito] porque eles nem me conheciam. Só quando um cara falou 'tem um famoso aí' é que eles começaram a olhar assustados.. Aí eu falei vou entrar pelo rádio e detonar esse bagulho... Quem errou, pagou, e vamos embora, vida que segue.
Que todos que se sentirem assim corram atrás porque só assim que vão ver que as coisas não ficam mal resolvidas. Tem gente que gosta de sacanear brasileiro em tudo quanto é lugar. Por isso é que não gosto de viajar para fora do país. Quando fala brasileiro parece que é um bando de sei lá... doente. Eu não gosto de viajar para lugar nenhum. Não sei se tem uma próxima vez
Folha - Carlos Careqa e Juliana Kehl cantam juntos em Osasco (SP)
da Reportagem Local
Os músicos Carlos Careqa e Juliana Kehl fazem show hoje em Osasco, na Grande São Paulo. Careqa mostra músicas do álbum "Tudo Que Respira Quer Comer". Já Juliana Kehl apresenta sucessos como "Outras Mulheres" e "Oiê".
"Careqa e Juliana Kehl"
Onde: Escola de Artes César Antônio Salvi - r. Tenente Avelar Pires de Azevedo, 360, Osasco,São Paulo, tel.:0/xx/11/3699-1490
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis
A cantora Sylvia Maltese é a atração da noite no projeto "Recital de Piano: Mulheres Compositoras França/Brasil", no Centro Cultural São Paulo. Músicas de compositoras francesas e brasileiras são o destaque do espetáculo.
"Sylvia Maltese"
Onde: Centro Cultural São Paulo - r. Vergueiro, 1000, Paraíso, região central, São Paulo, tel.:0/xx/11/3397-4000
Quando: Sex., às 18h30
Quanto: grátis
Os músicos Carlos Careqa e Juliana Kehl fazem show hoje em Osasco, na Grande São Paulo. Careqa mostra músicas do álbum "Tudo Que Respira Quer Comer". Já Juliana Kehl apresenta sucessos como "Outras Mulheres" e "Oiê".
"Careqa e Juliana Kehl"
Onde: Escola de Artes César Antônio Salvi - r. Tenente Avelar Pires de Azevedo, 360, Osasco,São Paulo, tel.:0/xx/11/3699-1490
Quando: Sex., às 20h
Quanto: grátis
A cantora Sylvia Maltese é a atração da noite no projeto "Recital de Piano: Mulheres Compositoras França/Brasil", no Centro Cultural São Paulo. Músicas de compositoras francesas e brasileiras são o destaque do espetáculo.
"Sylvia Maltese"
Onde: Centro Cultural São Paulo - r. Vergueiro, 1000, Paraíso, região central, São Paulo, tel.:0/xx/11/3397-4000
Quando: Sex., às 18h30
Quanto: grátis
Folha - Festival de Montreux terá Phil Collins e Massive Attack
da Reuters, em Caux
Phil Collins fará um concerto exclusivo antes do Festival de Jazz de Montreux 2010, que terá Roxy Music, Massive Attack e uma série de grandes nomes do jazz, anunciaram os organizadores do festival na quinta-feira.
Ex-vocalista e baterista do Genesis, Phil Collins vai mergulhar no Motown e soul dos anos 1960 diante de centenas de músicos dos mundos do pop, rock, blues e jazz que vão se reunir em Montreux entre 2 e 17 de julho em um dos mais prestigiosos eventos de música do verão europeu.
"Phil Collins é um exemplo típico de velho amigo, porque tocou no festival 30 anos atrás com sua banda Brand X em um show gratuito à beira da piscina", disse à Reuters o fundador do festival, Claude Nobs.
A banda de rock artístico britânico Roxy Music, em sua primeira participação em Montreux desde 1973, será a primeira a apresentar-se na sala principal quando a 44a edição do festival começar de fato.
Outros nomes que certamente vão agradar o público incluem a multi-instrumentista Norah Jones, classificada pela revista Billboard como a maior artista de jazz da década passada, em 3 de julho, uma noite de rock com Billy Idol e Gary Moore em 6 de julho, o cantor e compositor americano Ben Harper em 7 de julho e o trip-hop do grupo britânico Massive Attack em 8 de julho.
"O espectro da música em Montreux se ampliou muito, e, olhando a programação, você poderá pensar 'será que o nome jazz deveria ter sido mencionado?'. Mas tivemos muita sorte este ano", disse Nobs. "Teremos todos os principais nomes do jazz capazes de atrair multidões."
Entre eles estão um quinteto de grandes tecladistas de jazz norte-americanos, começando com Brad Mehldau em 4 de julho em uma noite de gala que também terá a soprano Jessye Norman rompendo as barreiras entre o jazz, a música clássica e o gospel.
Keith Jarrett, que se apresentou na primeira edição do festival de Montreux, em 1967, deverá sentar-se ao piano em 11 de julho, dando lugar na noite seguinte ao pioneiro do jazz fusion Chick Corea.
A pianista e vocalista Diana Krall, que no ano passado lançou um álbum de música inspirada na bossa nova, vai dividir o palco em 13 de julho com seu marido Elvis Costello, este acompanhado do grupo country The Sugarcanes.
Herbie Hancock encerra a festa do piano de jazz em 16 de julho com sua 26a participação em Montreux, um recorde.
"Se eu chamo um músico em dois anos consecutivos, é porque sei que ele trará algo de novo ao festival. Herbie vem se apresentando estes anos todos, e nunca são as mesmas músicas ou os mesmos instrumentistas", disse Nobs.
Phil Collins fará um concerto exclusivo antes do Festival de Jazz de Montreux 2010, que terá Roxy Music, Massive Attack e uma série de grandes nomes do jazz, anunciaram os organizadores do festival na quinta-feira.
Ex-vocalista e baterista do Genesis, Phil Collins vai mergulhar no Motown e soul dos anos 1960 diante de centenas de músicos dos mundos do pop, rock, blues e jazz que vão se reunir em Montreux entre 2 e 17 de julho em um dos mais prestigiosos eventos de música do verão europeu.
"Phil Collins é um exemplo típico de velho amigo, porque tocou no festival 30 anos atrás com sua banda Brand X em um show gratuito à beira da piscina", disse à Reuters o fundador do festival, Claude Nobs.
A banda de rock artístico britânico Roxy Music, em sua primeira participação em Montreux desde 1973, será a primeira a apresentar-se na sala principal quando a 44a edição do festival começar de fato.
Outros nomes que certamente vão agradar o público incluem a multi-instrumentista Norah Jones, classificada pela revista Billboard como a maior artista de jazz da década passada, em 3 de julho, uma noite de rock com Billy Idol e Gary Moore em 6 de julho, o cantor e compositor americano Ben Harper em 7 de julho e o trip-hop do grupo britânico Massive Attack em 8 de julho.
"O espectro da música em Montreux se ampliou muito, e, olhando a programação, você poderá pensar 'será que o nome jazz deveria ter sido mencionado?'. Mas tivemos muita sorte este ano", disse Nobs. "Teremos todos os principais nomes do jazz capazes de atrair multidões."
Entre eles estão um quinteto de grandes tecladistas de jazz norte-americanos, começando com Brad Mehldau em 4 de julho em uma noite de gala que também terá a soprano Jessye Norman rompendo as barreiras entre o jazz, a música clássica e o gospel.
Keith Jarrett, que se apresentou na primeira edição do festival de Montreux, em 1967, deverá sentar-se ao piano em 11 de julho, dando lugar na noite seguinte ao pioneiro do jazz fusion Chick Corea.
A pianista e vocalista Diana Krall, que no ano passado lançou um álbum de música inspirada na bossa nova, vai dividir o palco em 13 de julho com seu marido Elvis Costello, este acompanhado do grupo country The Sugarcanes.
Herbie Hancock encerra a festa do piano de jazz em 16 de julho com sua 26a participação em Montreux, um recorde.
"Se eu chamo um músico em dois anos consecutivos, é porque sei que ele trará algo de novo ao festival. Herbie vem se apresentando estes anos todos, e nunca são as mesmas músicas ou os mesmos instrumentistas", disse Nobs.
JT - Drês
Jornal da Tarde
O ex-titã Nando Reis faz show, hoje e amanhã, às 22h, e domingo, às 20h, no Citibank Hall. No repertório, as novas músicas do seu novo disco, ‘Drês’, lançado no ano passado. Quem abre a apresentação é a banda Zafenate, com Theo, filho de Nando, nos vocais. Av. dos Jamaris, 213. Moema. 2846-6040. De R$ 60 a R$ 120. 16 anos.
O ex-titã Nando Reis faz show, hoje e amanhã, às 22h, e domingo, às 20h, no Citibank Hall. No repertório, as novas músicas do seu novo disco, ‘Drês’, lançado no ano passado. Quem abre a apresentação é a banda Zafenate, com Theo, filho de Nando, nos vocais. Av. dos Jamaris, 213. Moema. 2846-6040. De R$ 60 a R$ 120. 16 anos.
JT - Diogo Poças de volta ao Tom Jazz
Jornal da Tarde
Depois do show de lançamento do seu primeiro disco, em janeiro deste ano, o cantor Diogo Poças volta hoje, às 22h, ao Tom Jazz para o show ‘Tempo’. Av. Angélica, 2331. Higienópolis. 3255-0084. R$40. 18 anos.
Depois do show de lançamento do seu primeiro disco, em janeiro deste ano, o cantor Diogo Poças volta hoje, às 22h, ao Tom Jazz para o show ‘Tempo’. Av. Angélica, 2331. Higienópolis. 3255-0084. R$40. 18 anos.
JT - Um show para prender o Thadeu
Jornal da Tarde
A banda pop liderada pelo guitarrista Thadeu Meneghini faz show hoje, às21h, na choperia do Sesc Pompeia. A apresentação divulga o novo disco: ‘Prenda o Thadeu’. Rua Clélia, 93. Pompeia. 3871-7700. R$16. 18 anos.
A banda pop liderada pelo guitarrista Thadeu Meneghini faz show hoje, às21h, na choperia do Sesc Pompeia. A apresentação divulga o novo disco: ‘Prenda o Thadeu’. Rua Clélia, 93. Pompeia. 3871-7700. R$16. 18 anos.
JT - Mulheres poderosas
Jornal da Tarde
Vanessa da Mata recebe hoje, às 22h, as cantoras Maria Gadú, Dona Ivone Lara
e Mallu Magalhães. Juntas, elas farão uma bela mistura musical de estilos. O resultado pode ser conferido no Via Funchal. Rua Funchal, 65. 12 anos. 2144-5444.
R$50 a R$150.
Vanessa da Mata recebe hoje, às 22h, as cantoras Maria Gadú, Dona Ivone Lara
e Mallu Magalhães. Juntas, elas farão uma bela mistura musical de estilos. O resultado pode ser conferido no Via Funchal. Rua Funchal, 65. 12 anos. 2144-5444.
R$50 a R$150.
JT - Na bagagem, Beethoven e doses de emoção
Jornal da Tarde
Orquestra Sinfônica de Heliópolis se prepara para turnê que vai fazer na Alemanha, em outubro.
A melodia melancólica de Villa-Lobos soa pela sala, enquanto, pela janela, a neblina da manhã de quarta-feira se dissipa e revela a paisagem a perder de vista de uma das maiores favelas da América Latina. A mesma música, no entanto, espanta qualquer tendência à tristeza – pouco antes, os cerca de 70 músicos da Sinfônica de Heliópolis ofereciam uma bela interpretação da Sinfonia nº 8 de Beethoven. A plateia era especial: músicos da Filarmônica de Berlim e a diretora do Festival Beethoven, de Bonn. Vieram acompanhar o trabalho da orquestra e acertar os detalhes da viagem que o grupo fará em outubro para a Alemanha, onde vai tocar Beethoven, Villa-Lobos, Tchaikovsky e André Mehmari numa série de concertos. “São tantas as lições que um projeto como esse nos dá! É um futuro que está sendo construído”, diz Ilona Schmiel, chefe do festival.
Parte mais visível das atividades do Instituto Baccarelli, que há décadas trabalha com crianças carentes na favela de Heliópolis, a sinfônica será tema também de um documentário do canal Deutsche Welle, parceiro do Festival Beethoven e responsável pela turnê do grupo por cidades como Berlim, Munique e Dresden. Desde o começo dos anos 2000, o canal tem corrido o mundo em busca de orquestras jovens para levar à Alemanha. “São enormes os significados de uma viagem como a que eles vão fazer à Alemanha. Eles levarão na bagagem Beethoven, mostrando a universalidade dessa música. Mas também é a história de cada um desses músicos que será mostrada lá, proporcionando uma troca de experiências muito grande. E essa troca é emocionante, empolgante mesmo”, declara Gero Schliess, diretor de Programação e Promoção da Deutsche Welle, que esteve em São Paulo esta semana acompanhando os ensaios.
Para um dos coordenadores do Instituto Baccarelli, Edilson Venturelli, fica claro nos olhos das crianças a emoção gerada pela viagem. “Imagina a quantidade de histórias que eles vão ter para contar na volta”, destaca. Os músicos ficarão hospedados em casas de famílias alemãs e terão contato com outros jovens instrumentistas do país, além de trabalhar com professores locais e com o maestro Yutaka Sado, que vai dividir a regência da turnê com o titular da sinfônica, Roberto Tibiriçá.
A viagem conta, ainda, com o apoio do Mozarteum Brasileiro – os artistas da temporada de concertos da entidade têm dado master classes para os integrantes da sinfônica; e o solista da turnê alemã será o violinista Shlomo Mintz, que vai interpretar o Concerto para Violino e Orquestra de Tchaikovski. A Deutsche Welle encomendou ainda uma obra ao compositor André Mehmari, Cidade do Sol, que vai estrear durante a turnê. “É fundamental para nós também o aspecto da troca de informações no que diz respeito à criação”, afirma.
Patrimônio
Após ouvir a interpretação da Sinfonia nº 8 de Beethoven, Ilona Schmiel conversou com os músicos da orquestra e brincou: “O maestro disse que esse é só o segundo ensaio de vocês, mas não acredito”. Mais tarde, se disse impressionada com o andamento imposto pelo maestro Tibiriçá, “bastante rápido”, e com a capacidade dos músicos de acompanhá-lo. “Há uma energia extremamente cativante na maneira de tocar dessa orquestra. Em Bonn, recebemos sempre orquestras de fora, mas desde agora estamos todos ansiosos pela presença desta. Quando os ouço, penso que essa energia fala muito claramente não apenas do futuro dessas crianças, mas, também, do futuro da própria música clássica”.
Orquestra Sinfônica de Heliópolis se prepara para turnê que vai fazer na Alemanha, em outubro.
A melodia melancólica de Villa-Lobos soa pela sala, enquanto, pela janela, a neblina da manhã de quarta-feira se dissipa e revela a paisagem a perder de vista de uma das maiores favelas da América Latina. A mesma música, no entanto, espanta qualquer tendência à tristeza – pouco antes, os cerca de 70 músicos da Sinfônica de Heliópolis ofereciam uma bela interpretação da Sinfonia nº 8 de Beethoven. A plateia era especial: músicos da Filarmônica de Berlim e a diretora do Festival Beethoven, de Bonn. Vieram acompanhar o trabalho da orquestra e acertar os detalhes da viagem que o grupo fará em outubro para a Alemanha, onde vai tocar Beethoven, Villa-Lobos, Tchaikovsky e André Mehmari numa série de concertos. “São tantas as lições que um projeto como esse nos dá! É um futuro que está sendo construído”, diz Ilona Schmiel, chefe do festival.
Parte mais visível das atividades do Instituto Baccarelli, que há décadas trabalha com crianças carentes na favela de Heliópolis, a sinfônica será tema também de um documentário do canal Deutsche Welle, parceiro do Festival Beethoven e responsável pela turnê do grupo por cidades como Berlim, Munique e Dresden. Desde o começo dos anos 2000, o canal tem corrido o mundo em busca de orquestras jovens para levar à Alemanha. “São enormes os significados de uma viagem como a que eles vão fazer à Alemanha. Eles levarão na bagagem Beethoven, mostrando a universalidade dessa música. Mas também é a história de cada um desses músicos que será mostrada lá, proporcionando uma troca de experiências muito grande. E essa troca é emocionante, empolgante mesmo”, declara Gero Schliess, diretor de Programação e Promoção da Deutsche Welle, que esteve em São Paulo esta semana acompanhando os ensaios.
Para um dos coordenadores do Instituto Baccarelli, Edilson Venturelli, fica claro nos olhos das crianças a emoção gerada pela viagem. “Imagina a quantidade de histórias que eles vão ter para contar na volta”, destaca. Os músicos ficarão hospedados em casas de famílias alemãs e terão contato com outros jovens instrumentistas do país, além de trabalhar com professores locais e com o maestro Yutaka Sado, que vai dividir a regência da turnê com o titular da sinfônica, Roberto Tibiriçá.
A viagem conta, ainda, com o apoio do Mozarteum Brasileiro – os artistas da temporada de concertos da entidade têm dado master classes para os integrantes da sinfônica; e o solista da turnê alemã será o violinista Shlomo Mintz, que vai interpretar o Concerto para Violino e Orquestra de Tchaikovski. A Deutsche Welle encomendou ainda uma obra ao compositor André Mehmari, Cidade do Sol, que vai estrear durante a turnê. “É fundamental para nós também o aspecto da troca de informações no que diz respeito à criação”, afirma.
Patrimônio
Após ouvir a interpretação da Sinfonia nº 8 de Beethoven, Ilona Schmiel conversou com os músicos da orquestra e brincou: “O maestro disse que esse é só o segundo ensaio de vocês, mas não acredito”. Mais tarde, se disse impressionada com o andamento imposto pelo maestro Tibiriçá, “bastante rápido”, e com a capacidade dos músicos de acompanhá-lo. “Há uma energia extremamente cativante na maneira de tocar dessa orquestra. Em Bonn, recebemos sempre orquestras de fora, mas desde agora estamos todos ansiosos pela presença desta. Quando os ouço, penso que essa energia fala muito claramente não apenas do futuro dessas crianças, mas, também, do futuro da própria música clássica”.
JT - Beatles vão a leilão em NY
Jornal da Tarde
O manuscrito original da canção dos Beatles ‘A Day in the Life’ será leiloado
em junho, na casa de leilões Sotheby's, em Nova York, que o avaliou em mais
de US$ 500 mil. Trata-se de uma folha de papel manuscrita, em ambos os lados,
por John Lennon com a letra da canção do álbum ‘Sgt. Pepper’.
O manuscrito original da canção dos Beatles ‘A Day in the Life’ será leiloado
em junho, na casa de leilões Sotheby's, em Nova York, que o avaliou em mais
de US$ 500 mil. Trata-se de uma folha de papel manuscrita, em ambos os lados,
por John Lennon com a letra da canção do álbum ‘Sgt. Pepper’.
JT - Lady Gaga é a mais influente
Jornal da Tarde
Enquanto Lula levou o título de político mais influente, coube a Lady Gaga o de artista mais influente do mundo na atualidade. Isso segundo a revista Time, que todo ano revela sua lista com os destaques do ano. Quem escreveu o texto na página de Gaga foi Cindy Lauper, ícone pop da década de 80. Segundo ela, 'a arte de Lady Gaga retrata o período que vivemos agora'. Também figuram no ranking a diretora de ‘Guerra ao Terror’, Kathryn Bigelow, e Robert Pattinson, astro de ‘Crepúsculo’.
Enquanto Lula levou o título de político mais influente, coube a Lady Gaga o de artista mais influente do mundo na atualidade. Isso segundo a revista Time, que todo ano revela sua lista com os destaques do ano. Quem escreveu o texto na página de Gaga foi Cindy Lauper, ícone pop da década de 80. Segundo ela, 'a arte de Lady Gaga retrata o período que vivemos agora'. Também figuram no ranking a diretora de ‘Guerra ao Terror’, Kathryn Bigelow, e Robert Pattinson, astro de ‘Crepúsculo’.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 29/04/2010
Estado de São Paulo
"A banda francesa Nouvelle Vague e o Eletroproust".
Folha de São Paulo
"Ídolo pop adolescente Justin Bieber pede calma a fãs".
Jornal da Tarde
"Tiê canta seu doce jardim, show grátis no Memorial da América Latina".
"Paulo Ricardo está em temporada no Tom Jazz".
"Lulina faz hoje show de seu novo disco".
"Paulo Santos e Hurtmold no palco, Sesc Santana".
"Sandy se lança em voo solo".
"A banda francesa Nouvelle Vague e o Eletroproust".
Folha de São Paulo
"Ídolo pop adolescente Justin Bieber pede calma a fãs".
Jornal da Tarde
"Tiê canta seu doce jardim, show grátis no Memorial da América Latina".
"Paulo Ricardo está em temporada no Tom Jazz".
"Lulina faz hoje show de seu novo disco".
"Paulo Santos e Hurtmold no palco, Sesc Santana".
"Sandy se lança em voo solo".
Estadão - A banda francesa nouvelle vague e o Eletroproust
O Estado de S. Paulo
Para o produtor francês Marc Collin, uma das cabeças falantes do grupo de covers Nouvelle Vague, o roquinho new wave e pós-punk do início dos anos 1980 funciona para a sua geração, quarentona, como uma espécie de "Madeleine de Proust".
É como ele define esse período de tempo que é a matéria-prima essencial de sua música (associada a uma música dos anos 60, a bossa nova brasileira). Marc Collin falou ao Estado por e-mail.
O Nouvelle Vague toca hoje em São Paulo no Clash Club (em show com ingressos que estão esgotados desde a semana passada), e já marcou data extra na segunda-feira, dia 3 de maio, por conta da grande procura, também no Clash Club. É a segunda apresentação da banda no Brasil (eles estiveram no Sesc Vila Mariana há três anos).
Ainda há entradas para os shows do Rio de Janeiro (30 de abril - Disco Voador), Recife (1.° de maio - Mercado Eufrásio Barbosa) e Belo Horizonte (5 de maio - Palácio das Artes).
Qual o significado dos anos 80 para a música pop, em sua opinião?
Eu e Olivier (Libaux, um dos líderes da banda) éramos adolescentes nos anos 80, e aquela música chegando da Inglaterra e dos Estados Unidos nos tomou totalmente. Nós nos vestíamos como new waves, saíamos com gente que amava o mesmo tipo de música, como qualquer adolescente faz. E nunca deixamos de ouvir e amar aquele gênero musical. Tornou-se nossa raiz musical, nossa principal referência, como nossa Madeleine de Proust. Aí tivemos a ideia de fazer um cover de Love Will Tear Us Apart, do Joy Division, mas em ritmo de bossa nova.
Três anos atrás, vocês tocaram em São Paulo. O que lembram daquele show?
Temos lembranças maravilhosas de nossa última turnê pelo Brasil, de fato é a melhor memória de nossos cinco anos excursionando pelo mundo. E eu juro que não estou dizendo isso só porque você é jornalista. É por esse motivo que estamos voltando e torcendo para encontrar de novo aquela plateia. Desta vez estamos com duas cantoras, a brasileira Karina Zeviani, que também canta no Thievery Corporation, e Helena Noguerra, famosa cantora francesa e atriz, e que se juntou a nós em 2009, e que também fala português muito bem. Nos aguardem!
Um sujeito escreveu para um fórum de fãs da banda dizendo que você e Olivier são sexistas, porque colocam cantoras talentosas nos seus discos e não dão créditos. O que acha disso?
Bem, é claro que as cantoras são creditadas nos álbuns, e nós temos grande orgulho delas. É a particularidade do Nouvelle Vague, cada cantora com quem trabalhamos é escolhida por seu grande carisma, energia e criatividade, e elas trazem sua personalidade ao palco. Isso sempre nos deixa maravilhados, e impressionados pelo talento das meninas. Muitas têm os próprios trabalhos-solo, que realizam muito bem. Então você pode esquecer essa coisa de "produtores franceses sexistas", porque aqui no pequeno mundo do Nouvelle Vague as garotas é que dão as cartas.
Para o produtor francês Marc Collin, uma das cabeças falantes do grupo de covers Nouvelle Vague, o roquinho new wave e pós-punk do início dos anos 1980 funciona para a sua geração, quarentona, como uma espécie de "Madeleine de Proust".
É como ele define esse período de tempo que é a matéria-prima essencial de sua música (associada a uma música dos anos 60, a bossa nova brasileira). Marc Collin falou ao Estado por e-mail.
O Nouvelle Vague toca hoje em São Paulo no Clash Club (em show com ingressos que estão esgotados desde a semana passada), e já marcou data extra na segunda-feira, dia 3 de maio, por conta da grande procura, também no Clash Club. É a segunda apresentação da banda no Brasil (eles estiveram no Sesc Vila Mariana há três anos).
Ainda há entradas para os shows do Rio de Janeiro (30 de abril - Disco Voador), Recife (1.° de maio - Mercado Eufrásio Barbosa) e Belo Horizonte (5 de maio - Palácio das Artes).
Qual o significado dos anos 80 para a música pop, em sua opinião?
Eu e Olivier (Libaux, um dos líderes da banda) éramos adolescentes nos anos 80, e aquela música chegando da Inglaterra e dos Estados Unidos nos tomou totalmente. Nós nos vestíamos como new waves, saíamos com gente que amava o mesmo tipo de música, como qualquer adolescente faz. E nunca deixamos de ouvir e amar aquele gênero musical. Tornou-se nossa raiz musical, nossa principal referência, como nossa Madeleine de Proust. Aí tivemos a ideia de fazer um cover de Love Will Tear Us Apart, do Joy Division, mas em ritmo de bossa nova.
Três anos atrás, vocês tocaram em São Paulo. O que lembram daquele show?
Temos lembranças maravilhosas de nossa última turnê pelo Brasil, de fato é a melhor memória de nossos cinco anos excursionando pelo mundo. E eu juro que não estou dizendo isso só porque você é jornalista. É por esse motivo que estamos voltando e torcendo para encontrar de novo aquela plateia. Desta vez estamos com duas cantoras, a brasileira Karina Zeviani, que também canta no Thievery Corporation, e Helena Noguerra, famosa cantora francesa e atriz, e que se juntou a nós em 2009, e que também fala português muito bem. Nos aguardem!
Um sujeito escreveu para um fórum de fãs da banda dizendo que você e Olivier são sexistas, porque colocam cantoras talentosas nos seus discos e não dão créditos. O que acha disso?
Bem, é claro que as cantoras são creditadas nos álbuns, e nós temos grande orgulho delas. É a particularidade do Nouvelle Vague, cada cantora com quem trabalhamos é escolhida por seu grande carisma, energia e criatividade, e elas trazem sua personalidade ao palco. Isso sempre nos deixa maravilhados, e impressionados pelo talento das meninas. Muitas têm os próprios trabalhos-solo, que realizam muito bem. Então você pode esquecer essa coisa de "produtores franceses sexistas", porque aqui no pequeno mundo do Nouvelle Vague as garotas é que dão as cartas.
Folha - Ídolo pop adolescente Justin Bieber pede calma a fãs
da Reuters, em Sydney
O jovem cantor canadense Justin Bieber pediu nesta quarta-feira aos fãs que moderem seu comportamento, depois de ele ter sido roubado e de sua mãe ter sido derrubada por uma multidão com cerca de 500 pessoas que o esperava na chegada à Nova Zelândia.
Na segunda-feira, a polícia australiana cancelou um show que o artista de 16 anos faria em Sydney, depois de uma multidão com cerca de 5.000 meninas ter ficado descontrolada. Pelo menos oito delas foram pisoteadas, e várias desmaiaram.
A histeria na turnê do álbum de estréia de Bieber, "My World 2.0", gerou comparações com a época dos Beatles.
"Finalmente cheguei à Nova Zelândia ontem à noite", escreveu ele aos seus mais de 2 milhões de seguidores no Twitter.
"O aeroporto foi loucura. Não fiquei feliz por alguém ter roubado meu boné e derrubado minha mãe. Pessoal... Quero poder dar autógrafos, tirar fotos e conhecer os fãs, mas se vocês ficarem empurrando a segurança não vai deixar."
Bieber ficou famoso depois de se apresentar em programas de calouros, cujos vídeos foram colocados por sua mãe no YouTube. Aos 14 anos, foi contratado pelo selo Island Def Jams Music Group, do rapper Usher.
Uma semana depois de ser lançado, seu álbum de estreia chegou ao topo das paradas da Billboard nos Estados Unidos, no mês passado.
O jovem cantor canadense Justin Bieber pediu nesta quarta-feira aos fãs que moderem seu comportamento, depois de ele ter sido roubado e de sua mãe ter sido derrubada por uma multidão com cerca de 500 pessoas que o esperava na chegada à Nova Zelândia.
Na segunda-feira, a polícia australiana cancelou um show que o artista de 16 anos faria em Sydney, depois de uma multidão com cerca de 5.000 meninas ter ficado descontrolada. Pelo menos oito delas foram pisoteadas, e várias desmaiaram.
A histeria na turnê do álbum de estréia de Bieber, "My World 2.0", gerou comparações com a época dos Beatles.
"Finalmente cheguei à Nova Zelândia ontem à noite", escreveu ele aos seus mais de 2 milhões de seguidores no Twitter.
"O aeroporto foi loucura. Não fiquei feliz por alguém ter roubado meu boné e derrubado minha mãe. Pessoal... Quero poder dar autógrafos, tirar fotos e conhecer os fãs, mas se vocês ficarem empurrando a segurança não vai deixar."
Bieber ficou famoso depois de se apresentar em programas de calouros, cujos vídeos foram colocados por sua mãe no YouTube. Aos 14 anos, foi contratado pelo selo Island Def Jams Music Group, do rapper Usher.
Uma semana depois de ser lançado, seu álbum de estreia chegou ao topo das paradas da Billboard nos Estados Unidos, no mês passado.
JT - Tiê canta seu doce jardim
Jornal da Tarde
A paulista Tiê faz, hoje, às20h30, show grátis no Memorial da América Latina. Com seus gestos delicados, além de cantar, ela irá tocar em piano e violão. No repertório canções do álbum ‘Sweet Jardim’. Av. Auro Soares de Moura Andrade. 664Tel.: 3823-4600.
A paulista Tiê faz, hoje, às20h30, show grátis no Memorial da América Latina. Com seus gestos delicados, além de cantar, ela irá tocar em piano e violão. No repertório canções do álbum ‘Sweet Jardim’. Av. Auro Soares de Moura Andrade. 664Tel.: 3823-4600.
JT - Paulo Ricardo está em temporada no Tom Jazz
Jornal da Tarde
O cantor Paulo Ricardo está em temporada no Tom Jazz, apresentando canções dos tempos áureos da banda RPM, como os clássicos ‘Rádio Pirata’, ‘Olhar 43’ e ‘London London’, de Caetano Veloso. O show acontece hoje, às 22h. Av. Angélica, 2331. Higienópolis. 3255-0084. R$70. O local comporta 200 pessoas.
O cantor Paulo Ricardo está em temporada no Tom Jazz, apresentando canções dos tempos áureos da banda RPM, como os clássicos ‘Rádio Pirata’, ‘Olhar 43’ e ‘London London’, de Caetano Veloso. O show acontece hoje, às 22h. Av. Angélica, 2331. Higienópolis. 3255-0084. R$70. O local comporta 200 pessoas.
JT - Lulina faz hoje show de seu novo disco
Jornal da Tarde
Aos poucos, a voz doce de Lulina conquistou o público de São Paulo. A pernambucana, que lançou no ano passado o disco ‘Cristalina’, canta hoje, às 19h30, no Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245. 3234-3000. Grátis.
Aos poucos, a voz doce de Lulina conquistou o público de São Paulo. A pernambucana, que lançou no ano passado o disco ‘Cristalina’, canta hoje, às 19h30, no Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245. 3234-3000. Grátis.
JT - Paulo Santos e Hurtmold no palco
Jornal da Tarde
Os roqueiros paulistanos do Hurtmold, com seu som instrumental, fazem show hoje, às 21h, ao lado do instrumentista Paulo Santos, do Uakti. Sesc Santana. Av. Luiz Dumont Villares, 579. 12 anos. 2971-8700. R$2,50 a R$10.
Os roqueiros paulistanos do Hurtmold, com seu som instrumental, fazem show hoje, às 21h, ao lado do instrumentista Paulo Santos, do Uakti. Sesc Santana. Av. Luiz Dumont Villares, 579. 12 anos. 2971-8700. R$2,50 a R$10.
JT - Sandy se lança em voo solo
Jornal da Tarde
O novo CD será lançado no próximo dia 7 e tem a participação de Junior. “Fiz tudo no meu ritmo”.
Quem era criança em 1995, ou tinha filhos, netos ou sobrinhos com menos de 10 anos, deve se lembrar dos versos: “Power Rangers têm a força. Power Rangers são heróis”. Enquanto os fãs de Sandy e Junior preparavam coreografias caseiras para a música que falava sobre o seriado americano, a cantora - na época aos 12 anos - morria de vergonha por ter de dançar e cantar um tema tão infantil. O tempo passou, Sandy amadureceu, rompeu a dupla com o irmão e hoje aos 27 anos, lança seu primeiro disco solo, Manuscrito. “Pude trabalhar com calma, no meu ritmo, pela primeira vez”, afirma.
Foram mais de dois anos afastada dos holofotes. Nesse período, a cantora teve ocupações mais domésticas. “Eu descansei, dormi tarde, acordei tarde, malhei. E também me casei, aprendi a administrar um lar, a ser uma dona de casa”, diz ela, que afirma adorar a função que divide com o marido, o músico Lucas Lima, 27 anos.
Declarar o fim das férias foi uma opção da artista. Para compor um álbum mais intimista, de tons suaves e temática introspectiva, Sandy levou a inspiração ao piano e aproveitou os momentos de interação com o marido para experimentar sonoridades. Uma das influências do álbum vem da música pop britânica, de artistas como KT Tunstall, Coldplay e Nerina Pallot, que inclusive faz uma participação na música Dias Iguais.
O disco é solo. Mas Sandy ainda não se desligou realmente do irmão. Além de assinar a melodia de algumas canções do CD, Junior aparece como produtor do trabalho, ao lado de Lucas Lima. Além disso, os dois tocam vários instrumentos no álbum.
A cantora justifica a escolha: “Trabalhar com o Lucas foi excelente. Ele é um grande parceiro na vida e na profissão. Ele e meu irmão são pessoas em quem confio. Quis tê-los na produção porque sei não iam trair quem sou”.
Ainda que os fãs de Sandy e Junior dificilmente abandonem sua musa, a mudança no tipo de som deixou a cantora experiente com ares de novata. “Não sei o que esperar, nem que público vou atingir”, diz. E em tempos de músicas na internet, Manuscrito está sendo lançado em versão digital, com cinco faixas do disco. A partir de 7 de maio, o álbum estará disponível nas lojas.
Para quem deseja ver Sandy ao vivo, há chances de a cantora voltar aos palcos no fim deste ano. Mas nada é garantido. Agora, Sandy só quer fazer as coisas em seu próprio ritmo.
Lançamento
Sandy
Universal Music
Lançamento:7/5
O novo CD será lançado no próximo dia 7 e tem a participação de Junior. “Fiz tudo no meu ritmo”.
Quem era criança em 1995, ou tinha filhos, netos ou sobrinhos com menos de 10 anos, deve se lembrar dos versos: “Power Rangers têm a força. Power Rangers são heróis”. Enquanto os fãs de Sandy e Junior preparavam coreografias caseiras para a música que falava sobre o seriado americano, a cantora - na época aos 12 anos - morria de vergonha por ter de dançar e cantar um tema tão infantil. O tempo passou, Sandy amadureceu, rompeu a dupla com o irmão e hoje aos 27 anos, lança seu primeiro disco solo, Manuscrito. “Pude trabalhar com calma, no meu ritmo, pela primeira vez”, afirma.
Foram mais de dois anos afastada dos holofotes. Nesse período, a cantora teve ocupações mais domésticas. “Eu descansei, dormi tarde, acordei tarde, malhei. E também me casei, aprendi a administrar um lar, a ser uma dona de casa”, diz ela, que afirma adorar a função que divide com o marido, o músico Lucas Lima, 27 anos.
Declarar o fim das férias foi uma opção da artista. Para compor um álbum mais intimista, de tons suaves e temática introspectiva, Sandy levou a inspiração ao piano e aproveitou os momentos de interação com o marido para experimentar sonoridades. Uma das influências do álbum vem da música pop britânica, de artistas como KT Tunstall, Coldplay e Nerina Pallot, que inclusive faz uma participação na música Dias Iguais.
O disco é solo. Mas Sandy ainda não se desligou realmente do irmão. Além de assinar a melodia de algumas canções do CD, Junior aparece como produtor do trabalho, ao lado de Lucas Lima. Além disso, os dois tocam vários instrumentos no álbum.
A cantora justifica a escolha: “Trabalhar com o Lucas foi excelente. Ele é um grande parceiro na vida e na profissão. Ele e meu irmão são pessoas em quem confio. Quis tê-los na produção porque sei não iam trair quem sou”.
Ainda que os fãs de Sandy e Junior dificilmente abandonem sua musa, a mudança no tipo de som deixou a cantora experiente com ares de novata. “Não sei o que esperar, nem que público vou atingir”, diz. E em tempos de músicas na internet, Manuscrito está sendo lançado em versão digital, com cinco faixas do disco. A partir de 7 de maio, o álbum estará disponível nas lojas.
Para quem deseja ver Sandy ao vivo, há chances de a cantora voltar aos palcos no fim deste ano. Mas nada é garantido. Agora, Sandy só quer fazer as coisas em seu próprio ritmo.
Lançamento
Sandy
Universal Music
Lançamento:7/5
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 28/04/2010
Folha de São Paulo
"Mirando nova fase, Sandy diz já ter vivido tudo como estrela pop".
"Cantor Paulo Ricardo marca casamento para o ano que vem".
"Cantora colombiana Shakira dá apoio a imigrantes ilegais nos EUA".
"Segundo disco de Mariana Baltar revela amadurecimento".
Jornal da Tarde
"'Virada Cultural’, nos dias 15 e 16 de maio, terá 772 atrações gratuitas".
"Laetitia e seu voo solo,hoje, às 21h, no Sesc Vila Mariana".
"Música indie do Copacabana Club,hoje, às 23h59, no Studio SP".
"A verdadeira música da cidade".
Jornal do Brasil
"Lady Gaga aparece em público vestida de luto".
"Mirando nova fase, Sandy diz já ter vivido tudo como estrela pop".
"Cantor Paulo Ricardo marca casamento para o ano que vem".
"Cantora colombiana Shakira dá apoio a imigrantes ilegais nos EUA".
"Segundo disco de Mariana Baltar revela amadurecimento".
Jornal da Tarde
"'Virada Cultural’, nos dias 15 e 16 de maio, terá 772 atrações gratuitas".
"Laetitia e seu voo solo,hoje, às 21h, no Sesc Vila Mariana".
"Música indie do Copacabana Club,hoje, às 23h59, no Studio SP".
"A verdadeira música da cidade".
Jornal do Brasil
"Lady Gaga aparece em público vestida de luto".
Folha - Mirando nova fase, Sandy diz já ter vivido tudo como estrela pop
da Reportagem Local
Dois anos após o fim da dupla com o irmão Junior, Sandy lança seu primeiro disco solo, "Manuscrito". A cantora, no entanto, diz ter escolhido um "tamanho menor" na nova empreitada, sem priorizar grandes produções e vendagens.
"Acho que já vivi tudo o que eu tinha quer viver como estrela pop, sabe? Se puder escolher, quero ser desse tamanho aqui. Fazer um disco do jeito que eu quero, no meu estúdio, pensando só no som que vai me agradar", afirma a cantora.
Sandy também fala sobre o processo de gravação do novo álbum, o trabalho com o marido e produtor Lucas Lima e com Junior, a participação da inglesa Nerina Pallot, os fãs e a turnê. "Manuscrito" chega às lojas, no dia 7 de maio.
Dois anos após o fim da dupla com o irmão Junior, Sandy lança seu primeiro disco solo, "Manuscrito". A cantora, no entanto, diz ter escolhido um "tamanho menor" na nova empreitada, sem priorizar grandes produções e vendagens.
"Acho que já vivi tudo o que eu tinha quer viver como estrela pop, sabe? Se puder escolher, quero ser desse tamanho aqui. Fazer um disco do jeito que eu quero, no meu estúdio, pensando só no som que vai me agradar", afirma a cantora.
Sandy também fala sobre o processo de gravação do novo álbum, o trabalho com o marido e produtor Lucas Lima e com Junior, a participação da inglesa Nerina Pallot, os fãs e a turnê. "Manuscrito" chega às lojas, no dia 7 de maio.
Folha - Cantor Paulo Ricardo marca casamento para o ano que vem
da Reportagem Local
Duas semanas após ficar noivo, o cantor Paulo Ricardo marcou para novembro do próximo ano o seu casamento com Luciana Fígaro.
A informação é da coluna Monica Bergamo, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
A data escolhida pelo cantor foi o dia 11 de novembro de 2011.
Duas semanas após ficar noivo, o cantor Paulo Ricardo marcou para novembro do próximo ano o seu casamento com Luciana Fígaro.
A informação é da coluna Monica Bergamo, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
A data escolhida pelo cantor foi o dia 11 de novembro de 2011.
Folha - Cantora colombiana Shakira dá apoio a imigrantes ilegais nos EUA
da Reuters, em Los Angeles
A cantora colombiana Shakira vai se reunir nesta semana com o prefeito de Phoenix (EUA) para ajudar uma campanha contra a nova lei do estado do Arizona para a repressão à imigração ilegal, disse um assessor do prefeito nesta terça-feira.
A artista, ganhadora do Grammy, vai se encontrar na quinta-feira à tarde com Gordon e com outros funcionários municipais críticos à nova lei, de acordo com o porta-voz.
Shakira, conhecida por canções como "Hips Don't Lie" e "Whenever, Wherever", deve se encontrar também com famílias que podem ser afetadas pela nova lei. Representantes da cantora não quiseram comentar a visita dela ao Arizona.
A nova lei, que autoriza a polícia a verificar a situação de estrangeiros se houver uma "dúvida razoável" sobre seu status, é duramente criticada por hispânicos e entidades de direitos humanos, que veem nela uma forma inconstitucional de discriminação racial
A cantora colombiana Shakira vai se reunir nesta semana com o prefeito de Phoenix (EUA) para ajudar uma campanha contra a nova lei do estado do Arizona para a repressão à imigração ilegal, disse um assessor do prefeito nesta terça-feira.
A artista, ganhadora do Grammy, vai se encontrar na quinta-feira à tarde com Gordon e com outros funcionários municipais críticos à nova lei, de acordo com o porta-voz.
Shakira, conhecida por canções como "Hips Don't Lie" e "Whenever, Wherever", deve se encontrar também com famílias que podem ser afetadas pela nova lei. Representantes da cantora não quiseram comentar a visita dela ao Arizona.
A nova lei, que autoriza a polícia a verificar a situação de estrangeiros se houver uma "dúvida razoável" sobre seu status, é duramente criticada por hispânicos e entidades de direitos humanos, que veem nela uma forma inconstitucional de discriminação racial
Folha - Segundo disco de Mariana Baltar revela amadurecimento
da sucursal do Rio
Mariana Baltar ficou conhecida no Rio por cantar, durante cinco anos, toda noite de sábado no Centro Cultural Carioca, uma das sedes da nova geração do samba da cidade. E ainda obteve um quinhão de atenção ao estrear em CD, em 2006, numa produção independente.
Mas o segundo disco é um passo além: revela o amadurecimento da intérprete e lhe dá fôlego para ganhar luz própria na coletividade da Lapa e da Praça Tiradentes cariocas.
"É a minha carteira de identidade", afirma Baltar, 36.
O aspecto que mais sobressai nessa identidade é o repertório. A cantora abre e fecha o CD com criações importantes de Nei Lopes --"Tia Eulália na Xiba" (com Cláudio Jorge) e "Jongo do Irmão Café" (com Wilson Moreira)--, mas se sente segura para, em vez de apenas reproduzir músicas já gravadas, lançar inéditas ou pouco conhecidas de compositores mais novos.
Thiago Amud, Edu Kneip, Pedro Moraes, Mauro Aguiar e Julião Pinheiro --numa parceria com o pai, Paulo César Pinheiro-- aparecem na lista de autores com peças de qualidade, permitindo à intérprete configurar uma marca própria.
"Para o primeiro disco eu quase não recebi músicas. Estava antenada, mas não enturmada, pois vivia mais perto dos instrumentistas. Nos últimos dois anos chegou muita coisa, do Brasil todo. Percebi como tem gente boa compondo canções. Pude ter a ousadia de dizer: 'Vamos para frente'", conta Baltar.
Ela caminha para firmar um estilo que não se resume ao samba, estendendo-se para a tradição da música brasileira em geral. "Maldita Cancela" (Delcio Carvalho/Osório Peixoto), por exemplo, é uma toada, e "Sertão do Vale" (Zé Paulo Becker/Mauro Aguiar), um baião.
Para dar unidade ao repertório, formações instrumentais à moda do chamado regional: violão, cavaquinho, bandolim, um sopro, uma percussão... Os arranjos são de integrantes do conjunto Água de Moringa: Josimar Carneiro, que é marido de Baltar, Jayme Vignoli, Marcílio Lopes e Luiz Flavio Alcofra.
"Acho possível fazer coisas novas sem usar a eletrônica", atesta.
Seu lado "brejeira" --adjetivo que sempre a acompanha-- está nas ligeiras "Uva de Caminhão" e "Teco Teco", mas chega às raias da caricatura.
"Muita gente diz que eu me saio melhor nessa praia, mas tenho gostado de cantar coisas mais dolentes. Essa delicadeza faz parte da minha personalidade", diz ela, bailarina e atriz que deseja agora se dedicar apenas aos shows, como o feito na semana passada no Sesc Pompeia.
MARIANA BALTAR
Gravadora: Biscoito Fino
Quanto: R$ 35, em média
Mariana Baltar ficou conhecida no Rio por cantar, durante cinco anos, toda noite de sábado no Centro Cultural Carioca, uma das sedes da nova geração do samba da cidade. E ainda obteve um quinhão de atenção ao estrear em CD, em 2006, numa produção independente.
Mas o segundo disco é um passo além: revela o amadurecimento da intérprete e lhe dá fôlego para ganhar luz própria na coletividade da Lapa e da Praça Tiradentes cariocas.
"É a minha carteira de identidade", afirma Baltar, 36.
O aspecto que mais sobressai nessa identidade é o repertório. A cantora abre e fecha o CD com criações importantes de Nei Lopes --"Tia Eulália na Xiba" (com Cláudio Jorge) e "Jongo do Irmão Café" (com Wilson Moreira)--, mas se sente segura para, em vez de apenas reproduzir músicas já gravadas, lançar inéditas ou pouco conhecidas de compositores mais novos.
Thiago Amud, Edu Kneip, Pedro Moraes, Mauro Aguiar e Julião Pinheiro --numa parceria com o pai, Paulo César Pinheiro-- aparecem na lista de autores com peças de qualidade, permitindo à intérprete configurar uma marca própria.
"Para o primeiro disco eu quase não recebi músicas. Estava antenada, mas não enturmada, pois vivia mais perto dos instrumentistas. Nos últimos dois anos chegou muita coisa, do Brasil todo. Percebi como tem gente boa compondo canções. Pude ter a ousadia de dizer: 'Vamos para frente'", conta Baltar.
Ela caminha para firmar um estilo que não se resume ao samba, estendendo-se para a tradição da música brasileira em geral. "Maldita Cancela" (Delcio Carvalho/Osório Peixoto), por exemplo, é uma toada, e "Sertão do Vale" (Zé Paulo Becker/Mauro Aguiar), um baião.
Para dar unidade ao repertório, formações instrumentais à moda do chamado regional: violão, cavaquinho, bandolim, um sopro, uma percussão... Os arranjos são de integrantes do conjunto Água de Moringa: Josimar Carneiro, que é marido de Baltar, Jayme Vignoli, Marcílio Lopes e Luiz Flavio Alcofra.
"Acho possível fazer coisas novas sem usar a eletrônica", atesta.
Seu lado "brejeira" --adjetivo que sempre a acompanha-- está nas ligeiras "Uva de Caminhão" e "Teco Teco", mas chega às raias da caricatura.
"Muita gente diz que eu me saio melhor nessa praia, mas tenho gostado de cantar coisas mais dolentes. Essa delicadeza faz parte da minha personalidade", diz ela, bailarina e atriz que deseja agora se dedicar apenas aos shows, como o feito na semana passada no Sesc Pompeia.
MARIANA BALTAR
Gravadora: Biscoito Fino
Quanto: R$ 35, em média
JT - Virada em boas companhias
Jornal da Tarde
‘Virada Cultural’, nos dias 15 e 16 de maio, terá 772 atrações gratuitas.
Café? Pó de guaraná? Energético? Não importa a receita. Quem quiser aproveitar a 6ª Virada Cultural, que começa às 18h do dia 15 e termina às 18h de 16 de maio, tem de se preparar para aguentar a longa jornada. Neste ano, o evento traz 772 atrações, com nomes internacionais, como os cubanos Barbarito Torres e Ignacio Mazacote (do Buena Vista Social Club); o Living Colour; o ABBA e as bandas que acompanharam Frank Zappa e Janis Joplin, Grand Mothers Reinvented e Big Brother & The Holding Company.
Serão 31 palcos espalhados pela região central e da Luz, mais 11 unidades do Sesc e 44 CEUs, num total de 140 polos. O público está estimado em mais de 4 milhões de pessoas. O custo da Virada é de R$ 8 milhões (sem patrocínio ou leis de incentivo, totalmente financiada com dinheiro público). A serviço dos ‘virados’, a organização do evento irá instalar mais de mil banheiros químicos ao redor dos principais palcos. Barraquinhas com bebidas e pastéis também serão montadas para concorrer com os incansáveis ambulantes.
Segundo a Prefeitura, mais de 2 mil homens da Polícia Militar estarão de plantão. A SPTrans (São Paulo Transportes) irá disponibilizar uma linha circular (Terminal Bandeira/ Terminal Praça Princesa Isabel) para operar initerruptamente nas áreas de maior concentração de shows. A CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) fará desvios e bloqueios de praxe. Para outras informações, consulte o site http://viradacultural.org
‘Virada Cultural’, nos dias 15 e 16 de maio, terá 772 atrações gratuitas.
Café? Pó de guaraná? Energético? Não importa a receita. Quem quiser aproveitar a 6ª Virada Cultural, que começa às 18h do dia 15 e termina às 18h de 16 de maio, tem de se preparar para aguentar a longa jornada. Neste ano, o evento traz 772 atrações, com nomes internacionais, como os cubanos Barbarito Torres e Ignacio Mazacote (do Buena Vista Social Club); o Living Colour; o ABBA e as bandas que acompanharam Frank Zappa e Janis Joplin, Grand Mothers Reinvented e Big Brother & The Holding Company.
Serão 31 palcos espalhados pela região central e da Luz, mais 11 unidades do Sesc e 44 CEUs, num total de 140 polos. O público está estimado em mais de 4 milhões de pessoas. O custo da Virada é de R$ 8 milhões (sem patrocínio ou leis de incentivo, totalmente financiada com dinheiro público). A serviço dos ‘virados’, a organização do evento irá instalar mais de mil banheiros químicos ao redor dos principais palcos. Barraquinhas com bebidas e pastéis também serão montadas para concorrer com os incansáveis ambulantes.
Segundo a Prefeitura, mais de 2 mil homens da Polícia Militar estarão de plantão. A SPTrans (São Paulo Transportes) irá disponibilizar uma linha circular (Terminal Bandeira/ Terminal Praça Princesa Isabel) para operar initerruptamente nas áreas de maior concentração de shows. A CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) fará desvios e bloqueios de praxe. Para outras informações, consulte o site http://viradacultural.org
JT - Laetitia e seu voo solo
Jornal da Tarde
Depois de vir ao Brasil em 2000, com sua antiga banda, o Stereolab, a francesa Laetitia Sadier retorna ao País para se apresentar hoje, às 21h, no Sesc Vila Mariana, desta vez com seu projeto solo. No repertório, músicas do disco ‘The Trip’. Rua Pelotas, 141. 5080-3000. R$30.
Depois de vir ao Brasil em 2000, com sua antiga banda, o Stereolab, a francesa Laetitia Sadier retorna ao País para se apresentar hoje, às 21h, no Sesc Vila Mariana, desta vez com seu projeto solo. No repertório, músicas do disco ‘The Trip’. Rua Pelotas, 141. 5080-3000. R$30.
JT - Música indie do Copacabana Club
Jornal da Tarde
A banda curitibana Copacabana Club apresenta seu som indie, hoje, às 23h59, no Studio SP. Destaque para os singles ‘Just do It’ e ‘Come Back’. Rua Augusta, 591. Consolação. 3129-7040. R$ 29.
A banda curitibana Copacabana Club apresenta seu som indie, hoje, às 23h59, no Studio SP. Destaque para os singles ‘Just do It’ e ‘Come Back’. Rua Augusta, 591. Consolação. 3129-7040. R$ 29.
JT - A verdadeira música da cidade
Jornal da Tarde
Imagens e sons captados nas ruas de São Paulo serão remixados em tempo real no Sesc Santana.
Hoje, a partir das 21h, oito pessoas estarão em diferentes pontos de São Paulo munidas de laptops e celulares, transmitindo, ao vivo e em banda larga, imagens e sons dos ambientes por onde passarem. Essas transmissões serão recebidas pelos artistas Livio Tragtenberg, Wilson Sukorski e o VJ Téo Ponciano. Eles estarão no palco do Sesc Santana mixando tudo e projetando o resultado em três telões para o público. Trata-se do projeto São Paulo Real Tempo, criado por Livio e Wilson, que usa os sons e imagens da cidade para fazer arte. “Comparo o trabalho com uma Polaroid. O que chegar para nós será convertido para extrair uma poética da vida urbana”, diz Tragtenberg.
O artista não revela exatamente onde estarão as pessoas, mas adianta que serão filmados moradores de rua, bêbados, pedestres e o que mais passar por eles. Tragtenberg diz também que eles entrarão num prostíbulo e transmitirão lá de dentro. Outros laptops ficarão no alto de prédios e também pelas periferias da capital.
“A ideia é usar essas imagens e sons como matéria-prima para fazer uma grande jam session urbana. Tudo será improvisado ao vivo”. Além de mixar o resultado, eles também irão tocar guitarra, saxofone e clarone ao vivo.
DIVIRTA-SE
São Paulo Real Tempo .
Hoje, às 21h, no Sesc Santana.
Av. Luiz Dumont Vilares, 579.
R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia) e R$ 2 (sócios). 18 anos. 349 lugares.
90 minutos. 2971-8700
www.sescsp.org.br
Imagens e sons captados nas ruas de São Paulo serão remixados em tempo real no Sesc Santana.
Hoje, a partir das 21h, oito pessoas estarão em diferentes pontos de São Paulo munidas de laptops e celulares, transmitindo, ao vivo e em banda larga, imagens e sons dos ambientes por onde passarem. Essas transmissões serão recebidas pelos artistas Livio Tragtenberg, Wilson Sukorski e o VJ Téo Ponciano. Eles estarão no palco do Sesc Santana mixando tudo e projetando o resultado em três telões para o público. Trata-se do projeto São Paulo Real Tempo, criado por Livio e Wilson, que usa os sons e imagens da cidade para fazer arte. “Comparo o trabalho com uma Polaroid. O que chegar para nós será convertido para extrair uma poética da vida urbana”, diz Tragtenberg.
O artista não revela exatamente onde estarão as pessoas, mas adianta que serão filmados moradores de rua, bêbados, pedestres e o que mais passar por eles. Tragtenberg diz também que eles entrarão num prostíbulo e transmitirão lá de dentro. Outros laptops ficarão no alto de prédios e também pelas periferias da capital.
“A ideia é usar essas imagens e sons como matéria-prima para fazer uma grande jam session urbana. Tudo será improvisado ao vivo”. Além de mixar o resultado, eles também irão tocar guitarra, saxofone e clarone ao vivo.
DIVIRTA-SE
São Paulo Real Tempo .
Hoje, às 21h, no Sesc Santana.
Av. Luiz Dumont Vilares, 579.
R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia) e R$ 2 (sócios). 18 anos. 349 lugares.
90 minutos. 2971-8700
www.sescsp.org.br
JB - Lady Gaga aparece em público vestida de luto
Portal Terra
DA REDAÇÃO - De acordo com o tabloide The Sun, a cantora Lady Gaga surpreendeu mais uma vez. A estrela apareceu em público vestida de luto nessa terça-feira, dia 27, após sair de um estúdio de dança.
Quem observava, acreditava que Gaga, de 23 anos, havia perdido o grande amor de sua vida, mas tratava-se de mais uma de suas peças incomuns do guarda-roupa.
Com um véu fúnebre cobrindo o rosto e peças justas e mórbidas de lycra, Gaga tinha, ainda, seu pequeno cachorro levado por um dos seus funcionários.
DA REDAÇÃO - De acordo com o tabloide The Sun, a cantora Lady Gaga surpreendeu mais uma vez. A estrela apareceu em público vestida de luto nessa terça-feira, dia 27, após sair de um estúdio de dança.
Quem observava, acreditava que Gaga, de 23 anos, havia perdido o grande amor de sua vida, mas tratava-se de mais uma de suas peças incomuns do guarda-roupa.
Com um véu fúnebre cobrindo o rosto e peças justas e mórbidas de lycra, Gaga tinha, ainda, seu pequeno cachorro levado por um dos seus funcionários.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 27/04/2010
Folha de São Paulo
""Discuti muito qual seria o caminho mais verdadeiro pra mim", diz Sandy sobre novo disco".
"Adolescente se identifica como jornalista e distribui álbuns de música na web".
"Rappin Hood faz show gratuito em São Paulo".
Jornal da Tarde
"Som de Berlim em São Paulo,hoje e amanhã, às 21h, na Sala São Paulo".
"João Donato e Joyce se encontram hoje no Bourbon Street".
"Roberta Campos e sua música popular no Café Paon".
"Mais de 25 anos com Bon Jovi".
"A doçura sonora de Juliana Kehl".
"Guns N’ Roses em início de carreira e em ótima forma".
Jornal do Brasil
"Festival investe R$ 262 mil em palco para Lady Gaga".
""Discuti muito qual seria o caminho mais verdadeiro pra mim", diz Sandy sobre novo disco".
"Adolescente se identifica como jornalista e distribui álbuns de música na web".
"Rappin Hood faz show gratuito em São Paulo".
Jornal da Tarde
"Som de Berlim em São Paulo,hoje e amanhã, às 21h, na Sala São Paulo".
"João Donato e Joyce se encontram hoje no Bourbon Street".
"Roberta Campos e sua música popular no Café Paon".
"Mais de 25 anos com Bon Jovi".
"A doçura sonora de Juliana Kehl".
"Guns N’ Roses em início de carreira e em ótima forma".
Jornal do Brasil
"Festival investe R$ 262 mil em palco para Lady Gaga".
Folha - "Discuti muito qual seria o caminho mais verdadeiro pra mim", diz Sandy sobre novo disco
da Reportagem Local
A cantora Sandy, que estreia em carreira solo nesta semana, quando é lançado (apenas para download pago) o álbum "Manuscrito", disse em entrevista à Folha que sente influência do pop britânico no trabalho.
"Tem um pouquinho da KT Tunstall, da Nerina Pallot --que, aliás, participa em uma faixa-- e do Coldplay. Depois de ouvir pronto, foi mais isso que eu pude identificar."
A cantora contou que teve uma longa discussão "consigo mesma" para chegar a uma sonoridade que representasse essa nova fase.
"Discuti muito na minha análise [ela faz terapia] qual seria o caminho mais verdadeiro pra mim", conta. Depois de muito pensar, ela diz, juntou a banda na fazenda da família e lá o disco foi nascendo.
"Ele veio sozinho. Vimos que rumo o som estava tomando", diz. "Eu fui puxando mais para o pop mesmo. Não sei nem dar nome para esse estilo musical. E acho bom, assim não rotulo. Mas não é o pop que fazia com meu irmão. Muito menos é pop MPB, nada disso."
A cantora Sandy, que estreia em carreira solo nesta semana, quando é lançado (apenas para download pago) o álbum "Manuscrito", disse em entrevista à Folha que sente influência do pop britânico no trabalho.
"Tem um pouquinho da KT Tunstall, da Nerina Pallot --que, aliás, participa em uma faixa-- e do Coldplay. Depois de ouvir pronto, foi mais isso que eu pude identificar."
A cantora contou que teve uma longa discussão "consigo mesma" para chegar a uma sonoridade que representasse essa nova fase.
"Discuti muito na minha análise [ela faz terapia] qual seria o caminho mais verdadeiro pra mim", conta. Depois de muito pensar, ela diz, juntou a banda na fazenda da família e lá o disco foi nascendo.
"Ele veio sozinho. Vimos que rumo o som estava tomando", diz. "Eu fui puxando mais para o pop mesmo. Não sei nem dar nome para esse estilo musical. E acho bom, assim não rotulo. Mas não é o pop que fazia com meu irmão. Muito menos é pop MPB, nada disso."
Folha - Adolescente se identifica como jornalista e distribui álbuns de música na web
da Reportagem Local
Um adolescente se identificou como jornalista de música da Austrália para o serviço de músicas Destiny Media e recebeu diversos álbuns ainda não lançados, e os distribuiu na internet, segundo informou o site DigitalMediaWire na segunda-feira (26).
O Destiny Media é um provedor de conteúdo que distribui música promocional a estações de rádio, críticos de música e outros segmentos do mercado musical.
Dentre os artistas atingidos, estão a cantora Macy Gray e as bandas Hole e The Black Keys. O jovem distribuiu os álbuns para download gratuito.
A companhia informou que "desabilitou imediatamente a conta transgressora nesta segunda, mas os álbuns [dos clientes] foram acessados".
O Destiny Media já identificou a pessoa responsável pelo vazamento (ela chegou a postar informações sobre isso em um fórum na internet), e está considerando a hipótese de processar o adolescente.
Um adolescente se identificou como jornalista de música da Austrália para o serviço de músicas Destiny Media e recebeu diversos álbuns ainda não lançados, e os distribuiu na internet, segundo informou o site DigitalMediaWire na segunda-feira (26).
O Destiny Media é um provedor de conteúdo que distribui música promocional a estações de rádio, críticos de música e outros segmentos do mercado musical.
Dentre os artistas atingidos, estão a cantora Macy Gray e as bandas Hole e The Black Keys. O jovem distribuiu os álbuns para download gratuito.
A companhia informou que "desabilitou imediatamente a conta transgressora nesta segunda, mas os álbuns [dos clientes] foram acessados".
O Destiny Media já identificou a pessoa responsável pelo vazamento (ela chegou a postar informações sobre isso em um fórum na internet), e está considerando a hipótese de processar o adolescente.
Folha - Rappin Hood faz show gratuito em São Paulo
da Reportagem Local
O site Catraca Livre apresenta como sugestão para esta terça-feira os shows de Happin Hood e Nelson Triunfo, que se apresentam no Centro Cultural Banco do Brasil.
O site Catraca Livre apresenta como sugestão para esta terça-feira os shows de Happin Hood e Nelson Triunfo, que se apresentam no Centro Cultural Banco do Brasil.
JT - Som de Berlim em São Paulo
Jornal da Tarde
O conjunto Ensemble Berlin, formado por seis integrantes, sendo quatro deles da Filarmônica de Berlim, se apresenta hoje e amanhã, às 21h, na Sala São Paulo.
No repertório, peças de Rosetti, Mozart e Reinecke. Praça Júlio Prestes. Luz. Tel.: 3816-6377. De R$60 a R$160.
O conjunto Ensemble Berlin, formado por seis integrantes, sendo quatro deles da Filarmônica de Berlim, se apresenta hoje e amanhã, às 21h, na Sala São Paulo.
No repertório, peças de Rosetti, Mozart e Reinecke. Praça Júlio Prestes. Luz. Tel.: 3816-6377. De R$60 a R$160.
JT - João Donato e Joyce se encontram hoje no Bourbon Street
Jornal da Tarde
Eles dividem o palco há 15 anos e já fizeram cerca de dez músicas juntos. João Donato e Joyce se unem mais uma vez, depois de lançarem no ano passado o CD ‘Aquarius, para um show dentro do projeto Sala do Professor Buchanan’s, da Rádio Eldorado. O encontro é hoje, às 21h, no Bourbon Street. R. Dos Chanés, 127. Moema. Tel.: 5095-6100. R$60.
Eles dividem o palco há 15 anos e já fizeram cerca de dez músicas juntos. João Donato e Joyce se unem mais uma vez, depois de lançarem no ano passado o CD ‘Aquarius, para um show dentro do projeto Sala do Professor Buchanan’s, da Rádio Eldorado. O encontro é hoje, às 21h, no Bourbon Street. R. Dos Chanés, 127. Moema. Tel.: 5095-6100. R$60.
JT - Roberta Campos e sua música popular
Jornal da Tarde
Ela gravou com Nando Reis a música ‘De janeiro a janeiro’ e toca ‘Blackbird’ de Paul McCartney. Depois de lançar o disco ‘Varrendo a Rua’, Roberta Campos faz show hoje, às 21h, no Café Paon. Av. Pavão, 950. Moema. R$ 25. 5531-5633.
Ela gravou com Nando Reis a música ‘De janeiro a janeiro’ e toca ‘Blackbird’ de Paul McCartney. Depois de lançar o disco ‘Varrendo a Rua’, Roberta Campos faz show hoje, às 21h, no Café Paon. Av. Pavão, 950. Moema. R$ 25. 5531-5633.
JT - Mais de 25 anos com Bon Jovi
Jornal da Tarde
DVDs chegam ao mercado e antecipam show do grupo em SP, que deve ser em novembro.
Surfar no túnel do tempo com as ferramentas que a tecnologia nos dá na atual temporada é muito fácil. O You Tube, na internet, talvez seja o exemplo mais bem acabado de como as coisas podem andar para trás apenas com um clique. Sensação parecida acontece quando o disquinho do Bon Jovi adentra o seu aparelho de DVD.
Há dois anos, quando comemoraram 25 primaveras de estrada, o grupo liderado por Jon Bon Jovi decidiu executar um concerto especial para os moradores de Nova York e região. Em pleno Madison Square Garden, Bon Jovi, Richie Sambora (guitarrista), Tico Torres (baterista) e David Bryan (tecladista) - integrantes da formação original - pinçaram 25 canções das mais emblemáticas do grupo e tocaram para mais de 25 mil pessoas, nos dias 15 e 16 de julho de 2008, na turnê do álbum country Lost Highway. Das músicas mais surpreendentes, destaques para Raise Your Hands (do terceiro álbum, Slippery When Wet, de 1986), In These Arms e Dry County (ambas de Keep the Faith, de 1993) e Blood On Blood (de New Jersey, de 1988). É claro que sucessos como Have A Nice Day, Always, Wanted Dead Or Alive, Livin’ On A Prayer, You Give Love a Bad Name e It’s My Life também estão entre as canções escolhidas para as duas noites.
A vida do quarteto tem sida atribulada nos últimos anos. Além de CDs e DVDs, o grupo abriu sua guarda e lançou o documentário When We Were Beautiful no final do ano passado. O filme mostra um ano dentro da turnê do álbum Lost Highway. Confidências são retiradas, especialmente de Bon Jovi e de Richie Sambora. O guitarrista acabara de voltar de uma clínica de reabilitação para alcoólatras e conta todas as suas experiências, das mais frustrantes aos êxitos que os fizeram voltar a tocar.
Bon Jovi escancara sua forma de trabalhar diante de seus companheiros. É ele quem cuida de tudo, como uma empresa bem-sucedida. Para se ter uma ideia, a Lost Highway Tour foi a turnê que mais arrecadou no mundo em 2008, segundo a Billboard, com faturamento de US$ 210,6 milhões. No filme, Bon Jovi recebe uma proposta para ser sócio de um time de futebol americano e convida os proprietários do clube a visitar a turnê em algum ponto dos Estados Unidos, para enxergarem com os próprios olhos a mega estrutura que é armada todo dia.
A caminho do Brasil
A banda deve se apresentar no País no começo do mês de novembro. Para isso, vem com a turnê do álbum Circle, 11º disco de estúdio do grupo, que chegou às lojas no final do ano passado.
Não será a primeira vez que a banda de New Jersey passará por aqui. Em janeiro de1990, eles estiveram no Brasil, no festival Hollywood Rock, no auge da carreira, quando ainda excursionavam na turnê do energético New Jersey, que vendeu 7 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos e trouxe sucessos como Bad Medicine, I’ll Be There for You e Born to Be My Baby. A banda, esgotada por estar na última escala da turnê, disse em entrevistas posteriores que pouco lembrava dos shows em São Paulo e Rio de Janeiro. A estafa de seus integrantes era tanta que alguns chegaram a cair no palco, de tanto cansaço.
A segunda vez que o grupo se apresentou no Brasil foi no estádio do Pacaembu, em 1993, na turnê do álbum Keep the Faith. A terceira e última foi quando lançou o álbum These Days. O concerto aconteceu na pista de atletismo do Ibirapuera, em 1995. Os 15 anos que separam a última vinda do Bon Jovi ao País das duas datas marcadas para São Paulo e Rio (7 e 8 de novembro, respectivamente) devem fazer os fãs correrem como nunca atrás dos ingressos. Um pouco do que a banda vai tocar pode ser visto nos dois DVDs que acabam de chegar às lojas.
BON JOVI EM DVD
Gravado em julho de 2008, no Madison Square Garden, o DVD traz 24 faixas e surpresas, como músicas que a banda não tocava havia muito tempo como ‘In These Arms’ e ‘Raise Your Hands’.
Live at Madson Square Garden
Universal
Preço: R$ 49,90
Gravado em julho de 2001, na turnê do álbum ‘Crush’, o show traz sucessos batidos, como ‘You Give Love a Bad Name’, ‘Blaze of Glory’, ‘It’s My Life’, entre outros. São apenas 12 faixas.
One Last Wild Night
Coqueiro Verde
Preço: R$ 14,90
DVDs chegam ao mercado e antecipam show do grupo em SP, que deve ser em novembro.
Surfar no túnel do tempo com as ferramentas que a tecnologia nos dá na atual temporada é muito fácil. O You Tube, na internet, talvez seja o exemplo mais bem acabado de como as coisas podem andar para trás apenas com um clique. Sensação parecida acontece quando o disquinho do Bon Jovi adentra o seu aparelho de DVD.
Há dois anos, quando comemoraram 25 primaveras de estrada, o grupo liderado por Jon Bon Jovi decidiu executar um concerto especial para os moradores de Nova York e região. Em pleno Madison Square Garden, Bon Jovi, Richie Sambora (guitarrista), Tico Torres (baterista) e David Bryan (tecladista) - integrantes da formação original - pinçaram 25 canções das mais emblemáticas do grupo e tocaram para mais de 25 mil pessoas, nos dias 15 e 16 de julho de 2008, na turnê do álbum country Lost Highway. Das músicas mais surpreendentes, destaques para Raise Your Hands (do terceiro álbum, Slippery When Wet, de 1986), In These Arms e Dry County (ambas de Keep the Faith, de 1993) e Blood On Blood (de New Jersey, de 1988). É claro que sucessos como Have A Nice Day, Always, Wanted Dead Or Alive, Livin’ On A Prayer, You Give Love a Bad Name e It’s My Life também estão entre as canções escolhidas para as duas noites.
A vida do quarteto tem sida atribulada nos últimos anos. Além de CDs e DVDs, o grupo abriu sua guarda e lançou o documentário When We Were Beautiful no final do ano passado. O filme mostra um ano dentro da turnê do álbum Lost Highway. Confidências são retiradas, especialmente de Bon Jovi e de Richie Sambora. O guitarrista acabara de voltar de uma clínica de reabilitação para alcoólatras e conta todas as suas experiências, das mais frustrantes aos êxitos que os fizeram voltar a tocar.
Bon Jovi escancara sua forma de trabalhar diante de seus companheiros. É ele quem cuida de tudo, como uma empresa bem-sucedida. Para se ter uma ideia, a Lost Highway Tour foi a turnê que mais arrecadou no mundo em 2008, segundo a Billboard, com faturamento de US$ 210,6 milhões. No filme, Bon Jovi recebe uma proposta para ser sócio de um time de futebol americano e convida os proprietários do clube a visitar a turnê em algum ponto dos Estados Unidos, para enxergarem com os próprios olhos a mega estrutura que é armada todo dia.
A caminho do Brasil
A banda deve se apresentar no País no começo do mês de novembro. Para isso, vem com a turnê do álbum Circle, 11º disco de estúdio do grupo, que chegou às lojas no final do ano passado.
Não será a primeira vez que a banda de New Jersey passará por aqui. Em janeiro de1990, eles estiveram no Brasil, no festival Hollywood Rock, no auge da carreira, quando ainda excursionavam na turnê do energético New Jersey, que vendeu 7 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos e trouxe sucessos como Bad Medicine, I’ll Be There for You e Born to Be My Baby. A banda, esgotada por estar na última escala da turnê, disse em entrevistas posteriores que pouco lembrava dos shows em São Paulo e Rio de Janeiro. A estafa de seus integrantes era tanta que alguns chegaram a cair no palco, de tanto cansaço.
A segunda vez que o grupo se apresentou no Brasil foi no estádio do Pacaembu, em 1993, na turnê do álbum Keep the Faith. A terceira e última foi quando lançou o álbum These Days. O concerto aconteceu na pista de atletismo do Ibirapuera, em 1995. Os 15 anos que separam a última vinda do Bon Jovi ao País das duas datas marcadas para São Paulo e Rio (7 e 8 de novembro, respectivamente) devem fazer os fãs correrem como nunca atrás dos ingressos. Um pouco do que a banda vai tocar pode ser visto nos dois DVDs que acabam de chegar às lojas.
BON JOVI EM DVD
Gravado em julho de 2008, no Madison Square Garden, o DVD traz 24 faixas e surpresas, como músicas que a banda não tocava havia muito tempo como ‘In These Arms’ e ‘Raise Your Hands’.
Live at Madson Square Garden
Universal
Preço: R$ 49,90
Gravado em julho de 2001, na turnê do álbum ‘Crush’, o show traz sucessos batidos, como ‘You Give Love a Bad Name’, ‘Blaze of Glory’, ‘It’s My Life’, entre outros. São apenas 12 faixas.
One Last Wild Night
Coqueiro Verde
Preço: R$ 14,90
JT - A doçura sonora de Juliana Kehl
Jornal da Tarde
Jovem cantora paulista é apadrinhada por Nando Reis, no projeto ‘Mulheres que Brilham’.
O projeto Mulheres Que Brilham chega à sua segunda edição trazendo uma boa revelação da Música Popular Brasileira. Assim como em sua primeira edição, que trouxe um grande da MPB (Arnaldo Antunes) apresentando uma nova cria (Marcela Bellas), hoje Nando Reis apadrinha a bela e talentosa Juliana Kehl.
Juliana lançou seu primeiro disco no final do ano passado e ganhou fãs e críticas elogiosas por todo Brasil. Da turma de Junio Barreto, Tulipa Ruiz e Karina Buhr, Juliana mescla diferentes influências em seu primeiro disco. Vai da MPB ao samba, do pop ao eletrônico discreto enchendo de texturas suas faixas. São dez composições de autoria própria ou em parceria, além de versões de Outras Mulheres, de Joyce e Paulo César Pinheiro, e Oiê, do pernambucano Junio Barreto.
Mais nova de cinco irmãos, Juliana cresceu com companhias como a de Guilherme Arantes, amigo de seus irmãos mais velhos. Sua irmã, Maria Rita Kehl é psicanalista, colunista de O Estado de S. Paulo e colabora com um poema na canção Viação Cometa, do primeiro disco da irmã.
Para o show de hoje, Juliana vai fazer um set mais curto, de 40 minutos. “Acabei de ensaiar com o Nando e ele foi super acessível”, diz a cantora. “Vou fazer um show mais curto e no final trocar figurinhas com ele. Toco duas músicas dele e ele toca uma música minha”, destaca ela.
Juliana toca No Recreio e Por Onde Andei e Nando retribui com Rede de Varanda, de autoria dela. Cenários, banda e figurino serão completos. A cantora paulista, de 32 anos, trouxe este show para os paulistanos duas vezes nos últimos meses. “A recepção tem sido ótima. O clima das apresentações está excelente”, declara.
A seleção dos artistas tem sido feita pelo produtor musical Kassin, que já trabalhou com artistas como Vanessa da Mata e Adriana Calcanhoto; Fabrício Nobre, presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin) e sócio da Monstro Discos; Zé Flávio Júnior, crítico musical, e Rafael Rossatto, diretor da Agência de Música. Essa é a segunda edição do Mulheres que Brilham, que foi lançado em março. O show será gratuito e homenageará duas personalidades. Para esta edição, foram escolhidas duas mulheres de destaque no jornalismo brasileiro: Glória Maria e Joyce Pascowitch. As homenageadas da primeira edição foram a atriz Regina Duarte, a cantora Elza Soares e a empresária Viviane Senna.
Jovem cantora paulista é apadrinhada por Nando Reis, no projeto ‘Mulheres que Brilham’.
O projeto Mulheres Que Brilham chega à sua segunda edição trazendo uma boa revelação da Música Popular Brasileira. Assim como em sua primeira edição, que trouxe um grande da MPB (Arnaldo Antunes) apresentando uma nova cria (Marcela Bellas), hoje Nando Reis apadrinha a bela e talentosa Juliana Kehl.
Juliana lançou seu primeiro disco no final do ano passado e ganhou fãs e críticas elogiosas por todo Brasil. Da turma de Junio Barreto, Tulipa Ruiz e Karina Buhr, Juliana mescla diferentes influências em seu primeiro disco. Vai da MPB ao samba, do pop ao eletrônico discreto enchendo de texturas suas faixas. São dez composições de autoria própria ou em parceria, além de versões de Outras Mulheres, de Joyce e Paulo César Pinheiro, e Oiê, do pernambucano Junio Barreto.
Mais nova de cinco irmãos, Juliana cresceu com companhias como a de Guilherme Arantes, amigo de seus irmãos mais velhos. Sua irmã, Maria Rita Kehl é psicanalista, colunista de O Estado de S. Paulo e colabora com um poema na canção Viação Cometa, do primeiro disco da irmã.
Para o show de hoje, Juliana vai fazer um set mais curto, de 40 minutos. “Acabei de ensaiar com o Nando e ele foi super acessível”, diz a cantora. “Vou fazer um show mais curto e no final trocar figurinhas com ele. Toco duas músicas dele e ele toca uma música minha”, destaca ela.
Juliana toca No Recreio e Por Onde Andei e Nando retribui com Rede de Varanda, de autoria dela. Cenários, banda e figurino serão completos. A cantora paulista, de 32 anos, trouxe este show para os paulistanos duas vezes nos últimos meses. “A recepção tem sido ótima. O clima das apresentações está excelente”, declara.
A seleção dos artistas tem sido feita pelo produtor musical Kassin, que já trabalhou com artistas como Vanessa da Mata e Adriana Calcanhoto; Fabrício Nobre, presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin) e sócio da Monstro Discos; Zé Flávio Júnior, crítico musical, e Rafael Rossatto, diretor da Agência de Música. Essa é a segunda edição do Mulheres que Brilham, que foi lançado em março. O show será gratuito e homenageará duas personalidades. Para esta edição, foram escolhidas duas mulheres de destaque no jornalismo brasileiro: Glória Maria e Joyce Pascowitch. As homenageadas da primeira edição foram a atriz Regina Duarte, a cantora Elza Soares e a empresária Viviane Senna.
JT - Guns N’ Roses em início de carreira e em ótima forma
Jornal da Tarde
Em 1988, o Guns N’ Roses estava prestes a se tornar a banda mais famosa do mundo. No auge do sucesso do grupo, na esteira do lançamento do incendiário Appetite for Destruction, lançado um ano antes, a MTV transmitia pela primeira vez um show ao vivo da banda.
Gravado em fevereiro de 1988, no palco do Ritz, em Nova York, o registro é relançado agora, remasterizado em DVD, pela gravadora Biscoito Fino. Na época, eles ainda eram apresentados apenas como a melhor banda de Los Angeles. Pouco depois, seriam considerados a maior do mundo.
Em excelente forma e com os integrantes originais (Axl Rose nos vocais, Slash e Izzy Stradlin nas guitarras, Duff McKagan, no baixo e Steven Adler na bateria), eles botaram o palco abaixo com hits como It’s so Easy, Mr. Brownstone, Sweet Child O’Mine, Knockin’ On Heaven’s Door, Welcome to The Jungle e Paradise City.
A qualidade do vídeo não é excepcional. A imagem é escura e parece que foi clareada artificialmente. O áudio compensa, mas só está disponível na opção de 2.0. Há legendas, mas apenas para as falas de Axl e não para as letras das músicas. A edição do show peca também por colocar aqueles chatos apitos toda vez que Axl fala um palavrão. Mais de 20 anos depois da gravação do show, esse tipo de puritanismo com o áudio é desnecessário e incomoda.
Como extras, o DVD traz os clipes dos sucessos Patience, Don’t Cry e November Rain, que só foram lançados nos álbuns seguintes. É um DVD para matar a saudade dos tempos áureos do Guns N’ Roses, quando eles ainda não eram aquilo que se apresentou no mês passado em São Paulo.
Lançamento
‘Live At The Ritz’
Coqueiro Verde
Preço: R$ 14,90
Em 1988, o Guns N’ Roses estava prestes a se tornar a banda mais famosa do mundo. No auge do sucesso do grupo, na esteira do lançamento do incendiário Appetite for Destruction, lançado um ano antes, a MTV transmitia pela primeira vez um show ao vivo da banda.
Gravado em fevereiro de 1988, no palco do Ritz, em Nova York, o registro é relançado agora, remasterizado em DVD, pela gravadora Biscoito Fino. Na época, eles ainda eram apresentados apenas como a melhor banda de Los Angeles. Pouco depois, seriam considerados a maior do mundo.
Em excelente forma e com os integrantes originais (Axl Rose nos vocais, Slash e Izzy Stradlin nas guitarras, Duff McKagan, no baixo e Steven Adler na bateria), eles botaram o palco abaixo com hits como It’s so Easy, Mr. Brownstone, Sweet Child O’Mine, Knockin’ On Heaven’s Door, Welcome to The Jungle e Paradise City.
A qualidade do vídeo não é excepcional. A imagem é escura e parece que foi clareada artificialmente. O áudio compensa, mas só está disponível na opção de 2.0. Há legendas, mas apenas para as falas de Axl e não para as letras das músicas. A edição do show peca também por colocar aqueles chatos apitos toda vez que Axl fala um palavrão. Mais de 20 anos depois da gravação do show, esse tipo de puritanismo com o áudio é desnecessário e incomoda.
Como extras, o DVD traz os clipes dos sucessos Patience, Don’t Cry e November Rain, que só foram lançados nos álbuns seguintes. É um DVD para matar a saudade dos tempos áureos do Guns N’ Roses, quando eles ainda não eram aquilo que se apresentou no mês passado em São Paulo.
Lançamento
‘Live At The Ritz’
Coqueiro Verde
Preço: R$ 14,90
JB - Festival investe R$ 262 mil em palco para Lady Gaga
Portal Terra
INGLATERRA - Perry Farrell, criador do Lollapalooza, disse em entrevista ao jornal britânico Daily Star que gastou US$ 150 mil (cerca de R$ 262 mil) na construção do palco principal do evento. A principal atração do festival, que acontece no dia 10 de agosto, em Chicago, será a cantora Lady Gaga.
Farrell, líder da banda Jane's Addiction e responsável pelo festival, crê que o investimento valerá a pena. O vocalista afirma que "investir essa quantidade massiva para o palco principal é justo porque Lady Gaga pode subir e dizer que é a maior atração do Lollapalooza".
INGLATERRA - Perry Farrell, criador do Lollapalooza, disse em entrevista ao jornal britânico Daily Star que gastou US$ 150 mil (cerca de R$ 262 mil) na construção do palco principal do evento. A principal atração do festival, que acontece no dia 10 de agosto, em Chicago, será a cantora Lady Gaga.
Farrell, líder da banda Jane's Addiction e responsável pelo festival, crê que o investimento valerá a pena. O vocalista afirma que "investir essa quantidade massiva para o palco principal é justo porque Lady Gaga pode subir e dizer que é a maior atração do Lollapalooza".
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 26/04/2010
Estado de São Paulo
"Cantora Lily Allen se diverte em passeio pela Galeria do Rock, em SP".
Folha de São Paulo
"Antes de hemorragia, cantor se sentiu como se "atingido por taco de beisebol"".
"Tico Santa Cruz chama Di Ferrero de "emo" e os dois discutem pelo Twitter".
Jornal da Tarde
"As belas que já conquistaram o próprio espaço".
"Camen La Talegona, apresenta amanhã e quarta, a partir das 20h, um espetáculo de música flamenca".
"Música clássica no auditório do Masp".
"Cantora Lily Allen se diverte em passeio pela Galeria do Rock, em SP".
Folha de São Paulo
"Antes de hemorragia, cantor se sentiu como se "atingido por taco de beisebol"".
"Tico Santa Cruz chama Di Ferrero de "emo" e os dois discutem pelo Twitter".
Jornal da Tarde
"As belas que já conquistaram o próprio espaço".
"Camen La Talegona, apresenta amanhã e quarta, a partir das 20h, um espetáculo de música flamenca".
"Música clássica no auditório do Masp".
Estadão - Cantora Lily Allen se diverte em passeio pela Galeria do Rock, em SP
estadão.com.br
SÃO PAULO- A cantora britânica Lily Allen passou a tarde deste sábado, 24, postando fotos de um passeio que fez pela Galeria do Rock, no centro São Paulo. "As pessoas da galeria são legais", disse a artista em sua página no twitter.
Além de tirar fotos - aparentemente de um celular - das camisetas novas que comprou, a estrela também fotografou pessoas que estavam no ponto de encontro para amantes de rock, sem poupar elogios ao vestuário dos clicados.
SÃO PAULO- A cantora britânica Lily Allen passou a tarde deste sábado, 24, postando fotos de um passeio que fez pela Galeria do Rock, no centro São Paulo. "As pessoas da galeria são legais", disse a artista em sua página no twitter.
Além de tirar fotos - aparentemente de um celular - das camisetas novas que comprou, a estrela também fotografou pessoas que estavam no ponto de encontro para amantes de rock, sem poupar elogios ao vestuário dos clicados.
Folha - Antes de hemorragia, cantor se sentiu como se "atingido por taco de beisebol"
da Redação
O cantor Bret Michaels, 47, disse que se sentia como se tivesse sido "atingido por um taco de beisebol", antes de sofrer uma hemorragia cerebral, revelou uma fonte ao site da revista "People".
De acordo com a fonte, Michaels disse que a dor de cabeça que o forçou a chamar uma ambulância era tão forte que parecia que ele havia sido "atingido na cabeça com um taco de beisebol algumas vezes".
Segundo a revista, essa dor intensa e repentina é comum no tipo de hemorragia cerebral que o cantor sofreu. Michaels continua internado em estado crítico, com dor de cabeça, mas sedado.
O cantor Bret Michaels, 47, disse que se sentia como se tivesse sido "atingido por um taco de beisebol", antes de sofrer uma hemorragia cerebral, revelou uma fonte ao site da revista "People".
De acordo com a fonte, Michaels disse que a dor de cabeça que o forçou a chamar uma ambulância era tão forte que parecia que ele havia sido "atingido na cabeça com um taco de beisebol algumas vezes".
Segundo a revista, essa dor intensa e repentina é comum no tipo de hemorragia cerebral que o cantor sofreu. Michaels continua internado em estado crítico, com dor de cabeça, mas sedado.
Folha - Tico Santa Cruz chama Di Ferrero de "emo" e os dois discutem pelo Twitter
da Reportagem Local
Uma discussão entre os músicos Tico Santa Cruz e Di Ferrero, do NX Zero, rendeu assunto no Twitter no último domingo.
Tudo começou quando o vocalista do NX Zero resolveu elogiar a banda Raimundos, da qual Santa Cruz se tornou vocalista após a saída de Rodolfo. "Raimundos é foda! #VoltaRodolfo!", escreveu Ferrero.
Em seguida, Santa Cruz respondeu indiretamente: "O @ferrerodi Vai pentear seu cabelo no Caldeirão do Huck! A gente se encontra em Porto Alegre gatão!", escreveu o músico.
"Pequeno emo @ferrerodi leve seu segurança e suas babás na semana que vem. Se nos encontrarmos pelo caminho, faço questão de te dar um abraço", completou, em referência aos shows que as duas bandas farão no dia 1º de maio, em Porto Alegre.
No entanto, não ficou claro se Ferrero havia publicado outras mensagens antes, mas apagou, já que Santa Cruz escreveu: "@ferrerodi não apaga o que vc escreve não. Não se garante? Assume o que faz. Sempre dando pra trás. Tô te esperando!".
Uma discussão entre os músicos Tico Santa Cruz e Di Ferrero, do NX Zero, rendeu assunto no Twitter no último domingo.
Tudo começou quando o vocalista do NX Zero resolveu elogiar a banda Raimundos, da qual Santa Cruz se tornou vocalista após a saída de Rodolfo. "Raimundos é foda! #VoltaRodolfo!", escreveu Ferrero.
Em seguida, Santa Cruz respondeu indiretamente: "O @ferrerodi Vai pentear seu cabelo no Caldeirão do Huck! A gente se encontra em Porto Alegre gatão!", escreveu o músico.
"Pequeno emo @ferrerodi leve seu segurança e suas babás na semana que vem. Se nos encontrarmos pelo caminho, faço questão de te dar um abraço", completou, em referência aos shows que as duas bandas farão no dia 1º de maio, em Porto Alegre.
No entanto, não ficou claro se Ferrero havia publicado outras mensagens antes, mas apagou, já que Santa Cruz escreveu: "@ferrerodi não apaga o que vc escreve não. Não se garante? Assume o que faz. Sempre dando pra trás. Tô te esperando!".
JT - As belas que já conquistaram o próprio espaço
Jornal da Tarde
As jovens cantoras apresentadas nesta reportagem lutam para conquistar o próprio espaço no disputado cenário musical brasileiro. Mas outras cantoras, também jovens, já conseguiram firmar sua marca.
Nessa lista, estão nomes como Céu, 30 anos, Mariana Aydar, 30, e Ana Cañas, 29. A paulista Céu (acima) é um dos exemplos mais bem acabados desta geração. A moça canta, compõe e tem conduzido sua carreira, de dois CDs até agora, de maneira exemplar. Beliscou o mercado americano com sua malemolência e miscigenação sonora e encanta a todos com sua beleza elegante. Com a profusão de cantoras,
se destacar é trabalho árduo.
“É impressionante como todo dia dezenas de cantoras me adicionam no Facebook e no Twitter”, diz o produtor Carlos Eduardo Miranda, que já trabalhou com as bandas Raimundos e Mundo Livre S.A. Pela quantidade - e qualidade - de jovens cantoras que surgem no Brasil a cada ano, tudo leva a crer que a nossa música continuará bem servida de belas representantes. É esperar para ver. E ouvir.
As jovens cantoras apresentadas nesta reportagem lutam para conquistar o próprio espaço no disputado cenário musical brasileiro. Mas outras cantoras, também jovens, já conseguiram firmar sua marca.
Nessa lista, estão nomes como Céu, 30 anos, Mariana Aydar, 30, e Ana Cañas, 29. A paulista Céu (acima) é um dos exemplos mais bem acabados desta geração. A moça canta, compõe e tem conduzido sua carreira, de dois CDs até agora, de maneira exemplar. Beliscou o mercado americano com sua malemolência e miscigenação sonora e encanta a todos com sua beleza elegante. Com a profusão de cantoras,
se destacar é trabalho árduo.
“É impressionante como todo dia dezenas de cantoras me adicionam no Facebook e no Twitter”, diz o produtor Carlos Eduardo Miranda, que já trabalhou com as bandas Raimundos e Mundo Livre S.A. Pela quantidade - e qualidade - de jovens cantoras que surgem no Brasil a cada ano, tudo leva a crer que a nossa música continuará bem servida de belas representantes. É esperar para ver. E ouvir.
JT - Camen La Talegona
Jornal da Tarde
Munida com suas castanholas e roupas típicas, a bailarina espanhola, nascida em Córdoba, Camen La Talegona, apresenta amanhã e quarta, a partir das 20h, um espetáculo de música flamenca no restaurante Fulana, acompanhada do cubano Miguel Alonso. Av. Luis Dumont Villares, 651. Jardim São Paulo. 2283-6574. Livre.
R$ 60 (jantar incluso).
Munida com suas castanholas e roupas típicas, a bailarina espanhola, nascida em Córdoba, Camen La Talegona, apresenta amanhã e quarta, a partir das 20h, um espetáculo de música flamenca no restaurante Fulana, acompanhada do cubano Miguel Alonso. Av. Luis Dumont Villares, 651. Jardim São Paulo. 2283-6574. Livre.
R$ 60 (jantar incluso).
JT - Música clássica no auditório do Masp
Jornal da Tarde
Dentro do projeto ‘Música no Masp’, o Trio Bruch apresenta amanhã gratuitamente peças clássicas de Bruch, Brahms e Schumann no Grande Auditório do Masp. Av. Paulista, 1578. 374 lugares. 3251-5644.
Dentro do projeto ‘Música no Masp’, o Trio Bruch apresenta amanhã gratuitamente peças clássicas de Bruch, Brahms e Schumann no Grande Auditório do Masp. Av. Paulista, 1578. 374 lugares. 3251-5644.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 23/04/2010
Estado de São Paulo
"Edu Lobo diz que novo disco transmite serenidade".
"Festival deve levar 600 mil a New Orleans".
Folha de São Paulo
"Nova trilha sonora de "Glee" terá duas músicas de Lady Gaga".
Jornal da Tarde
"Edu Lobo em boas marés, hoje e amanhã, às 21h. domingo, às 18h. Teatro Paulo Autran (Sesc Pinheiros)".
"Show de Moby promete ser uma balada".
"100 anos do mestre Adoniran".
"Uma viagem no Trem das Onze".
"O cantor Paul McCartney, troca de gravadora".
Jornal do Brasil
"Ícone dos anos 80, Leo Jaime comemora 50 anos".
"Luiza Possi cancela apresentação com Maria Gadú no 'Altas Horas'".
"Edu Lobo diz que novo disco transmite serenidade".
"Festival deve levar 600 mil a New Orleans".
Folha de São Paulo
"Nova trilha sonora de "Glee" terá duas músicas de Lady Gaga".
Jornal da Tarde
"Edu Lobo em boas marés, hoje e amanhã, às 21h. domingo, às 18h. Teatro Paulo Autran (Sesc Pinheiros)".
"Show de Moby promete ser uma balada".
"100 anos do mestre Adoniran".
"Uma viagem no Trem das Onze".
"O cantor Paul McCartney, troca de gravadora".
Jornal do Brasil
"Ícone dos anos 80, Leo Jaime comemora 50 anos".
"Luiza Possi cancela apresentação com Maria Gadú no 'Altas Horas'".
Estadão - Edu Lobo diz que novo disco transmite serenidade
AE - Agência Estado
Edu Lobo e Mônica Salmaso: ela participa do novo disco do compositor.
LUCAS NOBILE - SÃO PAULO - Dentre tantas cantoras americanas, Edu Lobo respeita e admira Ella Fitzgerald, mas tem paixão mesmo por Billie Holiday. O segredo mora no canto direto e sem firulas. No Brasil, desde a década de 90, por intermédio do pianista Nelson Ayres, ele alucina em Mônica Salmaso. Ela gravara composições de Edu em parceria com Chico Buarque, com reverências dos autores. Rio que corre para o mar em curso natural, não tardaria para que ela emprestasse sua voz para algum tema de um disco do compositor pernambucano. A hora chegou e ela gravou Primeira Cantiga, parceria de Edu com Paulo César Pinheiro, incluída em Tantas Marés. Reunimos Edu e Mônica em uma conversa sobre o disco e os shows de lançamento, que ocorrem nesta sexta, 23, sábado e domingo, no Sesc Pinheiros.
Como foi gravar 'Primeira Cantiga' no estúdio?
Mônica Salmaso - A música nasceu linda, é um troço. Em relação ao estúdio, Edu, eu não vi você gravando, só comigo. Mas tinha um clima muito bom de trabalhar, de trabalho tranquilo, não tinha aquela pilha, estava tudo tão certinho.
Edu Lobo - Foi maravilhoso. Sabe em quantos dias gravamos o disco? Em 12, tínhamos 30dias, mas nem precisou. Primeira Cantiga estava na trilha do Rá-Tim-Bum.
Mônica - E tinha outro nome, não? Chamava Acalanto.
Edu - Isso mesmo. Eu falei: "Paulinho, a gente tem de descobrir um nome." Aí, acabei descobrindo Primeira Cantiga. É um acalanto. E tem um problema, pois acalanto é um gênero e, depois da do Caymmi, não tem pra ninguém. Descobri também Tantas Marés, que virou nome do disco. A música se chamava Vestígios antes. Liguei para o Paulinho e ele concordou. A gente tem essa vantagem, a gente não briga. Com o Chico eu já tentei trocar alguma coisa, mas não dá, nunca consegui, ele manda tudo pronto, não tem o que mexer. Ele trabalha tanto a letra, tem uma coisa obsessiva.
Mônica - Sobre essas mudanças... Eu gravei A Permuta dos Santos (Edu Lobo e Chico Buarque) com a letra original, depois ela foi alterada. Existe algum caso em que alguém tenha modificado a letra e tenha te desagradado?
Edu - Não. De repente eu canto a letra antiga. O Chico, por exemplo, em Ode aos Ratos. No disco dele, encaixou um rap ali. Eu gravei agora e não coloquei, não me ajeito muito bem com o rap, mas achei engraçado ele fazendo, é legal.
Na última entrevista, em fevereiro, Edu, você contava que o fato de ter quebrado o braço impediu-o de fazer 4, 5 composições novas que se somariam às 12 que entraram em 'Tantas Marés'. E nos shows, os arranjos serão diferentes, você vai tocar?
Mônica - Isso eu queria te perguntar também, mudou a reação na hora de fazer o disco? O fato de não estar tocando?
Edu - Olha, no disco, não, mas no show que fiz este ano no Espaço Tom Jobim (Rio) fiquei muito assustado. Eu me perguntei: como é que vai ser? Porque eu tinha uma proteção, que era o violão.
Mônica - O que eu faço com as mãos, né?
Edu - Exatamente. Já não sou exatamente um performer. Peguei o microfone e fiquei concentrado na música, me emocionei imensamente, foi a primeira vez na minha vida que me aconteceu isso. Quando eu vi que acabou Vento Bravo e eu estava com o olho cheio d’água, falei ‘que é isso, cara? Vou ter um enfarte até o fim do show’. E as pessoas também, isso vinha de volta. Eu aprendi uma coisa novíssima na minha vida, que é cantar assim. O que eu faço com a mão? Não sei... Se eu tocar aqui, em São Paulo, vai ser uma música ou duas. O Lula (Galvão) toca muito bem e estou me sentindo muito bem cantando. Não sou um cantor. É diferente de quando a Mônica entra, é uma cantora e o grupo dela.
Edu falava também sobre a relação dele com as "baladas", com as músicas mais tristes, dizendo que elas perduram mais na vida das pessoas. Como você sente isso, Mônica?
Mônica - Eu não tinha pensado na durabilidade das músicas mais tristes.
Edu - Elas duram mais, resistem ao tempo porque emocionam mais. Te dou um exemplo. Quando fiz Pra Dizer Adeus, eu a colocava entre Arrastão e Upa Neguinho, que são mais agitadas. Na época, chamavam de "música para baixo".
Mônica - Achavam que tinha que terminar "para cima"...
Edu - Isso. Eu encerrei o show no Tom Jobim com Pra Dizer Adeus. Terminou o show e as pessoas choravam, eu, inclusive. Beatriz eu posso cantar daqui a 30 anos que vai rolar. Arrastão, por exemplo, não consigo cantar mais, ficou datada.
Mas e o clima deste disco? Ele tem muitas baladas, mas não chega a ser triste...
Mônica - Achei que o disco tem uma elegância, uma felicidade madura.
Edu - Acredito que tem uma serenidade, acho que é a palavra.
Mônica - A sensação que o disco traz é de felicidade, você olha e diz, está tudo certo, é tão fora de moda isso, né? Agora a felicidade é histérica. Eu senti essa calma no estúdio quando fui gravar, senti esse clima.
Edu - Muito se deve ao Gabriel Pinheiro, engenheiro de som, ele foi um parceiro. O hábito meu com engenheiro de som não era exatamente assim. Gravei fora daqui com gente bacana. Aliás, um negócio que tem fora, 80% dos engenheiros de som leem música.
Mônica - E diretor de edição? Na Osesp, eles fizeram um especial de fim de ano. O diretor acompanhava a partitura com uma grade de orquestra para ver se estava certo. Aqui, o aprendizado é meio de orelhada.
Edu - Exatamente, mas não pode ser, porque você tem o código todo do que vai acontecer na gravação, em vez de você ficar perguntando ao cara, eu já vi engenheiro de som perguntar: "Como é o nome daquele instrumento ali que parece uma bazuca?" Era um fagote, o cara não sabia, nunca tinha visto um.
Mônica - É uma faca de dois gumes. Se tem um Gabriel que entendeu e usa da melhor forma, por outro lado tem uma relação das coisas em que o técnico está produzindo. Já vi gente editar sem perguntar, corrigindo, cortando ou até afinando sem perguntar.
Edu - No disco Meia-Noite, eu gravei Beatriz com o Milton. O técnico era americano, um cara ótimo. Ele cismou que a gente estava muito sibilante em Beatriz, aí passou por um filtro e eu virei o Cazuza e o Milton, também. Será que ela é moça? (cantando com a língua presa) E para explicar que as pessoas iam rir? Até a sala de corte deu problema, ele não queria abrir mão. Ficou triste, é uma pena.
Mônica - Vejo gente hoje se incomodando com "imperfeições", como se isso não fosse mais musical. A música sempre foi um ofício que precisa ser respeitado.
EDU LOBO - Sesc Pinheiros. R. Paes Leme, 195, 3095-9400. Sextsa, 23, e sáb., 21 h; dom., 18 h. R$ 40
Edu Lobo e Mônica Salmaso: ela participa do novo disco do compositor.
LUCAS NOBILE - SÃO PAULO - Dentre tantas cantoras americanas, Edu Lobo respeita e admira Ella Fitzgerald, mas tem paixão mesmo por Billie Holiday. O segredo mora no canto direto e sem firulas. No Brasil, desde a década de 90, por intermédio do pianista Nelson Ayres, ele alucina em Mônica Salmaso. Ela gravara composições de Edu em parceria com Chico Buarque, com reverências dos autores. Rio que corre para o mar em curso natural, não tardaria para que ela emprestasse sua voz para algum tema de um disco do compositor pernambucano. A hora chegou e ela gravou Primeira Cantiga, parceria de Edu com Paulo César Pinheiro, incluída em Tantas Marés. Reunimos Edu e Mônica em uma conversa sobre o disco e os shows de lançamento, que ocorrem nesta sexta, 23, sábado e domingo, no Sesc Pinheiros.
Como foi gravar 'Primeira Cantiga' no estúdio?
Mônica Salmaso - A música nasceu linda, é um troço. Em relação ao estúdio, Edu, eu não vi você gravando, só comigo. Mas tinha um clima muito bom de trabalhar, de trabalho tranquilo, não tinha aquela pilha, estava tudo tão certinho.
Edu Lobo - Foi maravilhoso. Sabe em quantos dias gravamos o disco? Em 12, tínhamos 30dias, mas nem precisou. Primeira Cantiga estava na trilha do Rá-Tim-Bum.
Mônica - E tinha outro nome, não? Chamava Acalanto.
Edu - Isso mesmo. Eu falei: "Paulinho, a gente tem de descobrir um nome." Aí, acabei descobrindo Primeira Cantiga. É um acalanto. E tem um problema, pois acalanto é um gênero e, depois da do Caymmi, não tem pra ninguém. Descobri também Tantas Marés, que virou nome do disco. A música se chamava Vestígios antes. Liguei para o Paulinho e ele concordou. A gente tem essa vantagem, a gente não briga. Com o Chico eu já tentei trocar alguma coisa, mas não dá, nunca consegui, ele manda tudo pronto, não tem o que mexer. Ele trabalha tanto a letra, tem uma coisa obsessiva.
Mônica - Sobre essas mudanças... Eu gravei A Permuta dos Santos (Edu Lobo e Chico Buarque) com a letra original, depois ela foi alterada. Existe algum caso em que alguém tenha modificado a letra e tenha te desagradado?
Edu - Não. De repente eu canto a letra antiga. O Chico, por exemplo, em Ode aos Ratos. No disco dele, encaixou um rap ali. Eu gravei agora e não coloquei, não me ajeito muito bem com o rap, mas achei engraçado ele fazendo, é legal.
Na última entrevista, em fevereiro, Edu, você contava que o fato de ter quebrado o braço impediu-o de fazer 4, 5 composições novas que se somariam às 12 que entraram em 'Tantas Marés'. E nos shows, os arranjos serão diferentes, você vai tocar?
Mônica - Isso eu queria te perguntar também, mudou a reação na hora de fazer o disco? O fato de não estar tocando?
Edu - Olha, no disco, não, mas no show que fiz este ano no Espaço Tom Jobim (Rio) fiquei muito assustado. Eu me perguntei: como é que vai ser? Porque eu tinha uma proteção, que era o violão.
Mônica - O que eu faço com as mãos, né?
Edu - Exatamente. Já não sou exatamente um performer. Peguei o microfone e fiquei concentrado na música, me emocionei imensamente, foi a primeira vez na minha vida que me aconteceu isso. Quando eu vi que acabou Vento Bravo e eu estava com o olho cheio d’água, falei ‘que é isso, cara? Vou ter um enfarte até o fim do show’. E as pessoas também, isso vinha de volta. Eu aprendi uma coisa novíssima na minha vida, que é cantar assim. O que eu faço com a mão? Não sei... Se eu tocar aqui, em São Paulo, vai ser uma música ou duas. O Lula (Galvão) toca muito bem e estou me sentindo muito bem cantando. Não sou um cantor. É diferente de quando a Mônica entra, é uma cantora e o grupo dela.
Edu falava também sobre a relação dele com as "baladas", com as músicas mais tristes, dizendo que elas perduram mais na vida das pessoas. Como você sente isso, Mônica?
Mônica - Eu não tinha pensado na durabilidade das músicas mais tristes.
Edu - Elas duram mais, resistem ao tempo porque emocionam mais. Te dou um exemplo. Quando fiz Pra Dizer Adeus, eu a colocava entre Arrastão e Upa Neguinho, que são mais agitadas. Na época, chamavam de "música para baixo".
Mônica - Achavam que tinha que terminar "para cima"...
Edu - Isso. Eu encerrei o show no Tom Jobim com Pra Dizer Adeus. Terminou o show e as pessoas choravam, eu, inclusive. Beatriz eu posso cantar daqui a 30 anos que vai rolar. Arrastão, por exemplo, não consigo cantar mais, ficou datada.
Mas e o clima deste disco? Ele tem muitas baladas, mas não chega a ser triste...
Mônica - Achei que o disco tem uma elegância, uma felicidade madura.
Edu - Acredito que tem uma serenidade, acho que é a palavra.
Mônica - A sensação que o disco traz é de felicidade, você olha e diz, está tudo certo, é tão fora de moda isso, né? Agora a felicidade é histérica. Eu senti essa calma no estúdio quando fui gravar, senti esse clima.
Edu - Muito se deve ao Gabriel Pinheiro, engenheiro de som, ele foi um parceiro. O hábito meu com engenheiro de som não era exatamente assim. Gravei fora daqui com gente bacana. Aliás, um negócio que tem fora, 80% dos engenheiros de som leem música.
Mônica - E diretor de edição? Na Osesp, eles fizeram um especial de fim de ano. O diretor acompanhava a partitura com uma grade de orquestra para ver se estava certo. Aqui, o aprendizado é meio de orelhada.
Edu - Exatamente, mas não pode ser, porque você tem o código todo do que vai acontecer na gravação, em vez de você ficar perguntando ao cara, eu já vi engenheiro de som perguntar: "Como é o nome daquele instrumento ali que parece uma bazuca?" Era um fagote, o cara não sabia, nunca tinha visto um.
Mônica - É uma faca de dois gumes. Se tem um Gabriel que entendeu e usa da melhor forma, por outro lado tem uma relação das coisas em que o técnico está produzindo. Já vi gente editar sem perguntar, corrigindo, cortando ou até afinando sem perguntar.
Edu - No disco Meia-Noite, eu gravei Beatriz com o Milton. O técnico era americano, um cara ótimo. Ele cismou que a gente estava muito sibilante em Beatriz, aí passou por um filtro e eu virei o Cazuza e o Milton, também. Será que ela é moça? (cantando com a língua presa) E para explicar que as pessoas iam rir? Até a sala de corte deu problema, ele não queria abrir mão. Ficou triste, é uma pena.
Mônica - Vejo gente hoje se incomodando com "imperfeições", como se isso não fosse mais musical. A música sempre foi um ofício que precisa ser respeitado.
EDU LOBO - Sesc Pinheiros. R. Paes Leme, 195, 3095-9400. Sextsa, 23, e sáb., 21 h; dom., 18 h. R$ 40
Estadão - Festival deve levar 600 mil a New Orleans
AE - Agência Estado
De hoje até o dia 2 de maio, o maior festival de música dos Estados Unidos coloca um time de feras nos seus 11 palcos: Aretha Franklin, Simon & Garfunkel, The Dead Weather, Pearl Jam, Gil Scott-Heron, Jeff Beck, Allen Toussaint, Van Morrison, Ellis Marsalis, George Clinton, Irma Thomas, Neville Brothers, Dr. John, Lionel Ritchie, entre outros.
Trata-se do New Orleans Jazz & Heritage Festival, criado há 40 anos (em abril de 1970) e uma das forças motrizes do caldeirão cultural que é o Sul dos Estados Unidos. Jazz, funk, soul, rock, pop, gospel, zydeco, hip-hop: não há fronteiras musicais no JazzFest, como é mais conhecido o festival. São esperados cerca de 600 mil espectadores no total.
A mítica dupla Simon & Garfunkel faz no festival, amanhã, seu único show em terras americanas em 2010 (têm mais alguns shows marcados, mas no Canadá). A cantora Aretha Franklin (maior de todos os tempos, segundo enquete da Rolling Stone), que deu ''cano'' em dois anos consecutivos, diz que desta vez estará no palco principal da mostra.
Muita expectativa cerca o show do escritor e músico Gil Scott Heron, autor do hino contracultural "Revolution Will Not Be Televised" e do livro "Abutre", é uma das muitas estrelas oriundas do ativismo na afirmação racial. "É muito bacana que o JazzFest esteja apto a abraçar todas essas coisas diferentes, esses diferentes artistas", disse Quint Davis, o organizador do festival.
Do jazz ao rock, do pop ao gospel, do R&B à música eletrônica, o cardápio é sempre muito variado. "Temos jazz no nome, mas não é só jazz", diz Davis. Mais de 80% das atrações são artistas oriundos da Louisiana, como os The Neville Brothers, Irma Thomas, Pete Fountain, Dr. John, o rapper Juvenile, Trombone Shorty e Buckwheat Zydeco.
Velhos fregueses do festival, The Allman Brothers Band, Widespread Panic, The Black Crowes e B.B. King fazem turnês internacionais. Haverá ainda um tributo ao cantor, compositor e trompetista Louis Prima, nascido em 1910, e outro para Mahalia Jackson (este conduzido pela cantora Irma Thomas). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
De hoje até o dia 2 de maio, o maior festival de música dos Estados Unidos coloca um time de feras nos seus 11 palcos: Aretha Franklin, Simon & Garfunkel, The Dead Weather, Pearl Jam, Gil Scott-Heron, Jeff Beck, Allen Toussaint, Van Morrison, Ellis Marsalis, George Clinton, Irma Thomas, Neville Brothers, Dr. John, Lionel Ritchie, entre outros.
Trata-se do New Orleans Jazz & Heritage Festival, criado há 40 anos (em abril de 1970) e uma das forças motrizes do caldeirão cultural que é o Sul dos Estados Unidos. Jazz, funk, soul, rock, pop, gospel, zydeco, hip-hop: não há fronteiras musicais no JazzFest, como é mais conhecido o festival. São esperados cerca de 600 mil espectadores no total.
A mítica dupla Simon & Garfunkel faz no festival, amanhã, seu único show em terras americanas em 2010 (têm mais alguns shows marcados, mas no Canadá). A cantora Aretha Franklin (maior de todos os tempos, segundo enquete da Rolling Stone), que deu ''cano'' em dois anos consecutivos, diz que desta vez estará no palco principal da mostra.
Muita expectativa cerca o show do escritor e músico Gil Scott Heron, autor do hino contracultural "Revolution Will Not Be Televised" e do livro "Abutre", é uma das muitas estrelas oriundas do ativismo na afirmação racial. "É muito bacana que o JazzFest esteja apto a abraçar todas essas coisas diferentes, esses diferentes artistas", disse Quint Davis, o organizador do festival.
Do jazz ao rock, do pop ao gospel, do R&B à música eletrônica, o cardápio é sempre muito variado. "Temos jazz no nome, mas não é só jazz", diz Davis. Mais de 80% das atrações são artistas oriundos da Louisiana, como os The Neville Brothers, Irma Thomas, Pete Fountain, Dr. John, o rapper Juvenile, Trombone Shorty e Buckwheat Zydeco.
Velhos fregueses do festival, The Allman Brothers Band, Widespread Panic, The Black Crowes e B.B. King fazem turnês internacionais. Haverá ainda um tributo ao cantor, compositor e trompetista Louis Prima, nascido em 1910, e outro para Mahalia Jackson (este conduzido pela cantora Irma Thomas). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Folha - Nova trilha sonora de "Glee" terá duas músicas de Lady Gaga
da Redação
Foi divulgada ontem a lista das músicas que estarão na nova trilha sonora da série "Glee". Entre elas, estão duas da cantora Lady Gaga, informa o site da revista especializada em música "NME".
As faixas da cantora que foram escolhidas são "Bad Romance" e "Poker Face". Também estarão na trilha sonora artistas como Beatles, Lionel Richie, Dionne Warwick, Christina Aguilera, Aerosmith e Kiss, além da faixa "I Dreamed a Dream", do musical Les Misérables, que consagrou a cantora revelação Susan Boyle.
O álbum com a nova trilha sonora será lançado oficialmente no dia 18 de maio.
Veja a lista completa das músicas que estarão na nova trilha sonora de "Glee".
1. Hello Goodbye - The Beatles
2. Gives You Hell - The All-American Rejects
3. Hello - Lionel Richie
4. A House Is Not a Home - Dionne Warwick
5. One Less Bell to Answer / A House Is Not a Home" - Barbra Streisand
6. Beautiful - Christina Aguilera
7. Home - do musical The Wiz
8. Physical - Olivia Newton-John
9. Total Eclipse of the Heart - Bonnie Tyler
10. The Lady Is a Tramp - do musical Babes in Arms
11. One
12. Rose's Turn - do musical Gypsy: A Musical Fable
13. Dream On - Aerosmith
14. The Safety Dance - Men Without Hats
15. I Dreamed a Dream - do musical Les Misérables
16. Loser - Beck
17. Give Up the Funk - Parliament
18. Beth - Kiss
19. Poker Face - Lady Gaga
20. Bad Romance - Lady Gaga
Foi divulgada ontem a lista das músicas que estarão na nova trilha sonora da série "Glee". Entre elas, estão duas da cantora Lady Gaga, informa o site da revista especializada em música "NME".
As faixas da cantora que foram escolhidas são "Bad Romance" e "Poker Face". Também estarão na trilha sonora artistas como Beatles, Lionel Richie, Dionne Warwick, Christina Aguilera, Aerosmith e Kiss, além da faixa "I Dreamed a Dream", do musical Les Misérables, que consagrou a cantora revelação Susan Boyle.
O álbum com a nova trilha sonora será lançado oficialmente no dia 18 de maio.
Veja a lista completa das músicas que estarão na nova trilha sonora de "Glee".
1. Hello Goodbye - The Beatles
2. Gives You Hell - The All-American Rejects
3. Hello - Lionel Richie
4. A House Is Not a Home - Dionne Warwick
5. One Less Bell to Answer / A House Is Not a Home" - Barbra Streisand
6. Beautiful - Christina Aguilera
7. Home - do musical The Wiz
8. Physical - Olivia Newton-John
9. Total Eclipse of the Heart - Bonnie Tyler
10. The Lady Is a Tramp - do musical Babes in Arms
11. One
12. Rose's Turn - do musical Gypsy: A Musical Fable
13. Dream On - Aerosmith
14. The Safety Dance - Men Without Hats
15. I Dreamed a Dream - do musical Les Misérables
16. Loser - Beck
17. Give Up the Funk - Parliament
18. Beth - Kiss
19. Poker Face - Lady Gaga
20. Bad Romance - Lady Gaga
JT - Edu Lobo em boas marés
Jornal da Tarde
Um dos grandes mestres da música brasileira, Edu Lobo executa, acompanhado
de sexteto, as músicas de seu mais novo disco, ‘Tantas Marés’. Hoje e amanhã, às 21h. domingo, às 18h. Teatro Paulo Autran (Sesc Pinheiros).
Rua Paes Leme, 195. 3095-9400. R$ 40. 10 anos.
Um dos grandes mestres da música brasileira, Edu Lobo executa, acompanhado
de sexteto, as músicas de seu mais novo disco, ‘Tantas Marés’. Hoje e amanhã, às 21h. domingo, às 18h. Teatro Paulo Autran (Sesc Pinheiros).
Rua Paes Leme, 195. 3095-9400. R$ 40. 10 anos.
JT - Show de Moby promete ser uma balada
Jornal da Tarde
Promete ser uma balada o show de Moby, hoje, à 0h, no Credicard Hall. O astro da música eletrônica tocará sucessos e faixas do novo álbum: ‘Wait For Me’. Antes dele, tocam Copacabana Club, DJs 2Headz e trio de DJs Killer on The Dance Floor. Av. das Nações Unidas, 17.955. 2846-6010. R$ 100 a R$ 400.
Promete ser uma balada o show de Moby, hoje, à 0h, no Credicard Hall. O astro da música eletrônica tocará sucessos e faixas do novo álbum: ‘Wait For Me’. Antes dele, tocam Copacabana Club, DJs 2Headz e trio de DJs Killer on The Dance Floor. Av. das Nações Unidas, 17.955. 2846-6010. R$ 100 a R$ 400.
JT - 100 anos do mestre Adoniran
Jornal da Tarde
Evento do próximo domingo celebra o centenário do cantor e compositor paulista
Pegue o trem das onze, prepare ‘as brachola’ e torça por um dia de sol. Neste domingo (25), a partir das 11h, o Parque do Ibirapuera será o palco de uma homenagem aos 100 anos do mais paulistano dos sambistas: Adoniran Barbosa (1910-1982). Sob a regência do maestro Amilson Godoy, artistas como Jair Rodrigues, Demônios da Garoa, o grupo Língua de Trapo, Eduardo Gudin, Arnaldo Antunes, Roger (Ultraje a Rigor), Vânia Bastos e Patty Ascher irão interpretar clássicos do compositor.
No evento, cada interprete irá cantar duas músicas de Adoniran. Os Demônios, por exemplo, irão defender dois clássicos absolutos do cancioneiro do artista: Trem das Onze e Saudosa Maloca. “Esse é o ano do Adoniran e dos Demônios. Todas as homenagens são poucas para esse ícone da música. Gente de todas as idades e gostos musicais admira o trabalho dele”, diz Serginho Rosa, integrante dos Demônios da Garoa.
O músico Eduardo Gudin, que, além de parceiro, foi produtor de Adoniran, vai interpretar aquela que foi a última canção composta pelo rei do Bixiga: Armistício. “Ter uma parceria com o Adoniran é algo que me enche de orgulho. Mais do que isso, ter convivido com ele. Adoniran era uma pessoa muito atenciosa, preocupado com os outros”, fala. “A morte dele deixou uma lacuna. Adoniran é inimitável. Ninguém nunca conseguiu se aproximar do seu estilo de cantar e compor.”
O sambista Jair Rodrigues vai interpretar uma das canções mais tocantes (e pouco comuns) do repertório do Adoniran, Bom Dia, Tristeza, feita numa inusitada e brilhante parceria entre ele e Vinícius de Moraes. “Fico muito feliz em cantar essa música. Um dia, Adoniran me disse que gostaria de me ouvir gravar algumas canções com meu jeito romântico. Saudosa Maloca, que é bastante triste, era uma delas. Mas Bom Dia, Tristeza é linda. Ainda quero gravar muita coisa deste incrível compositor”, declara Jair.
Laerte Sarrumor, do Língua de Trapo, diz que seu grupo vem de uma linhagem inspirada na obra de Adoniran. “Esse sotaque paulista, esse jeito de cantar as coisas da cidade, tem tudo a ver com o nosso trabalho. Uma pena que quando o Língua começou, o Adoniran estava partindo”, conta. O Língua de Trapo vai cantar As Mariposa e Um Samba do Bixiga. “Nós também temos músicas que falam em bracholas”, ele diz.
O coordenador de difusão e produção cultural da Secretaria do Estado, André Sturm, está animado com a possibilidade de utilização do Parque do Ibirapuera como local do show - que vai acontecer na plateia externa (voltada para o parque) do Auditório do Ibirapuera. “Não é possível prever quantas pessoas estarão presentes. Existem muitas variáveis, como o tempo, por exemplo. Mas acho que o parque vai estar bonito e cheio de gente querendo ouvir Adoniran. Tem tudo para ser um evento marcante” destaca Sturm. Adoniran Barbosa era o nome artístico de João Rubinato, nascido em Valinhos, no dia 6 de agosto de 1910. Poeta, boêmio e a cara de São Paulo, ele morreu em 23 de novembro de 1982, de parada cardíaca.
DIVIRTA-SE
Homenagem a Adoniran Barbosa.
Domingo, a partir das 11h.
Auditório do Ibirapuera
(palco externo).
Parque do Ibirapuera, portão 2 (Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº). Grátis.
Evento do próximo domingo celebra o centenário do cantor e compositor paulista
Pegue o trem das onze, prepare ‘as brachola’ e torça por um dia de sol. Neste domingo (25), a partir das 11h, o Parque do Ibirapuera será o palco de uma homenagem aos 100 anos do mais paulistano dos sambistas: Adoniran Barbosa (1910-1982). Sob a regência do maestro Amilson Godoy, artistas como Jair Rodrigues, Demônios da Garoa, o grupo Língua de Trapo, Eduardo Gudin, Arnaldo Antunes, Roger (Ultraje a Rigor), Vânia Bastos e Patty Ascher irão interpretar clássicos do compositor.
No evento, cada interprete irá cantar duas músicas de Adoniran. Os Demônios, por exemplo, irão defender dois clássicos absolutos do cancioneiro do artista: Trem das Onze e Saudosa Maloca. “Esse é o ano do Adoniran e dos Demônios. Todas as homenagens são poucas para esse ícone da música. Gente de todas as idades e gostos musicais admira o trabalho dele”, diz Serginho Rosa, integrante dos Demônios da Garoa.
O músico Eduardo Gudin, que, além de parceiro, foi produtor de Adoniran, vai interpretar aquela que foi a última canção composta pelo rei do Bixiga: Armistício. “Ter uma parceria com o Adoniran é algo que me enche de orgulho. Mais do que isso, ter convivido com ele. Adoniran era uma pessoa muito atenciosa, preocupado com os outros”, fala. “A morte dele deixou uma lacuna. Adoniran é inimitável. Ninguém nunca conseguiu se aproximar do seu estilo de cantar e compor.”
O sambista Jair Rodrigues vai interpretar uma das canções mais tocantes (e pouco comuns) do repertório do Adoniran, Bom Dia, Tristeza, feita numa inusitada e brilhante parceria entre ele e Vinícius de Moraes. “Fico muito feliz em cantar essa música. Um dia, Adoniran me disse que gostaria de me ouvir gravar algumas canções com meu jeito romântico. Saudosa Maloca, que é bastante triste, era uma delas. Mas Bom Dia, Tristeza é linda. Ainda quero gravar muita coisa deste incrível compositor”, declara Jair.
Laerte Sarrumor, do Língua de Trapo, diz que seu grupo vem de uma linhagem inspirada na obra de Adoniran. “Esse sotaque paulista, esse jeito de cantar as coisas da cidade, tem tudo a ver com o nosso trabalho. Uma pena que quando o Língua começou, o Adoniran estava partindo”, conta. O Língua de Trapo vai cantar As Mariposa e Um Samba do Bixiga. “Nós também temos músicas que falam em bracholas”, ele diz.
O coordenador de difusão e produção cultural da Secretaria do Estado, André Sturm, está animado com a possibilidade de utilização do Parque do Ibirapuera como local do show - que vai acontecer na plateia externa (voltada para o parque) do Auditório do Ibirapuera. “Não é possível prever quantas pessoas estarão presentes. Existem muitas variáveis, como o tempo, por exemplo. Mas acho que o parque vai estar bonito e cheio de gente querendo ouvir Adoniran. Tem tudo para ser um evento marcante” destaca Sturm. Adoniran Barbosa era o nome artístico de João Rubinato, nascido em Valinhos, no dia 6 de agosto de 1910. Poeta, boêmio e a cara de São Paulo, ele morreu em 23 de novembro de 1982, de parada cardíaca.
DIVIRTA-SE
Homenagem a Adoniran Barbosa.
Domingo, a partir das 11h.
Auditório do Ibirapuera
(palco externo).
Parque do Ibirapuera, portão 2 (Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº). Grátis.
JT - Uma viagem no Trem das Onze
Jornal da Tarde
O centenário do cantor, compositor, humorista e ator também será celebrado na Virada Cultural Paulista, que acontecerá nos dias 15 e 16 do mês que vem. Algumas canções que marcaram época, como Trem das Onze e Saudosa Maloca, serão motivo de inspiração para duas novidades no evento. Os vagões da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) irão simular o Trem das Onze, canção imortalizada pelo compositor paulista. Das 23h do dia 15 até às 11h do dia 16, haverá saídas da estação Luz, com cerca de 800 pessoas por vez. Cada viagem durará cerca de 45 minutos. Dentro dos vagões, haverá quadros e fotos em referência à obra de Adoniran, enquanto músicas do cantor serão tocadas. Além disso, a organização do evento promete algumas surpresas.
Quando chegarem à estação do Brás, os passageiros farão uma parada para desfrutar de exposição com fotografias e objetos que fizeram parte da vida de Adoniran. Nessa mesma estação, os viajantes conhecerão o lado ator de um homem que parecia ser completo. As pessoas irão assistir a um pocket show adaptado do programa de rádio História das Malocas, sucesso dos anos 50 e que abordava assuntos contemporâneos, como o futebol e a luta para arrumar um trabalho. A versão teatral é assinada pelo diretor Jorge Balbyn, com texto de Osvaldo Moles e músicas de Hervé Cordovil. 'Nossa tentativa na adaptação é trazer elementos contemporâneos na temática e estética da peça', diz Balbyns.
Para dar início à apresentação, um boneco de Adoniran em tamanho natural fará uma narração que a equipe do Iartes (Instituto de Artes do Brasil), responsável pela organização da peça, conseguiu recuperar do programa de rádio dos anos 50. 'Esta aqui é a minha maloca...' diz a voz do próprio Adoniran, convidando os passageiros a se aventurar na sua Saudosa Maloca.
O centenário do cantor, compositor, humorista e ator também será celebrado na Virada Cultural Paulista, que acontecerá nos dias 15 e 16 do mês que vem. Algumas canções que marcaram época, como Trem das Onze e Saudosa Maloca, serão motivo de inspiração para duas novidades no evento. Os vagões da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) irão simular o Trem das Onze, canção imortalizada pelo compositor paulista. Das 23h do dia 15 até às 11h do dia 16, haverá saídas da estação Luz, com cerca de 800 pessoas por vez. Cada viagem durará cerca de 45 minutos. Dentro dos vagões, haverá quadros e fotos em referência à obra de Adoniran, enquanto músicas do cantor serão tocadas. Além disso, a organização do evento promete algumas surpresas.
Quando chegarem à estação do Brás, os passageiros farão uma parada para desfrutar de exposição com fotografias e objetos que fizeram parte da vida de Adoniran. Nessa mesma estação, os viajantes conhecerão o lado ator de um homem que parecia ser completo. As pessoas irão assistir a um pocket show adaptado do programa de rádio História das Malocas, sucesso dos anos 50 e que abordava assuntos contemporâneos, como o futebol e a luta para arrumar um trabalho. A versão teatral é assinada pelo diretor Jorge Balbyn, com texto de Osvaldo Moles e músicas de Hervé Cordovil. 'Nossa tentativa na adaptação é trazer elementos contemporâneos na temática e estética da peça', diz Balbyns.
Para dar início à apresentação, um boneco de Adoniran em tamanho natural fará uma narração que a equipe do Iartes (Instituto de Artes do Brasil), responsável pela organização da peça, conseguiu recuperar do programa de rádio dos anos 50. 'Esta aqui é a minha maloca...' diz a voz do próprio Adoniran, convidando os passageiros a se aventurar na sua Saudosa Maloca.
JT - Troca de gravadora
Jornal da Tarde
O cantor Paul McCartney encerrou a parceria que mantinha há 48 anos com a gravadora EMI. Ele escolheu a independente Concord Music Group para relançar álbuns do seu catálogo. A parceria entre o músico e a gravadora começou em 2007, quando ele lançou
o álbum ‘Memory Almost Full’. 'Gostei do nosso amor mútuo pela música' disse McCartney.
O cantor Paul McCartney encerrou a parceria que mantinha há 48 anos com a gravadora EMI. Ele escolheu a independente Concord Music Group para relançar álbuns do seu catálogo. A parceria entre o músico e a gravadora começou em 2007, quando ele lançou
o álbum ‘Memory Almost Full’. 'Gostei do nosso amor mútuo pela música' disse McCartney.
JB - Ícone dos anos 80, Leo Jaime comemora 50 anos
Portal Terra
RIO - Leo Jaime completa 50 anos nesta sexta-feira. O cantor, compositor, ator e jornalista goiano nascido Leonardo Jaime em 1960, iniciou sua carreira no final dos anos 70, cuja primeira parceria se deu com o ex-Titãs Arnaldo Antunes e com Eduardo Dusek. No grupo João Penca & Seus Miquinhos Amestrados, que integra no início dos anos 80, Leo Jaime teve a chance de experimentar os primeiros doces e amargos do sucesso.
Em 1983, abandonou o João Penca e seguiu carreira solo, mas continuou na esteira de compositor, gravando o primeiro LP, Phodas C. Em 1985, lançou o segundo disco, Sessão da Tarde, com participação de João Penca, Kid Abelha, Paralamas do Sucesso e Titãs. Naquele ano, também estreou como ator no filme As Sete Vampiras, dirigido por Ivan Cardoso, e já engatou outro longa-metragem, Rock Estrela, de Lael Rodrigues. No segundo, concebeu a trilha sonora e obteve um de seus maiores sucessos com a música-tema.
O terceiro disco veio em 86, intitulado Vida Difícil simultaneamente com o terceiro filme, As 7 Vampiras, de Ivan Cardoso. A carreira ia de vento em popa, com shows por todo o Brasil. No ano seguinte, gravou o álbum Direto Do Meu Coração Pro Seu, em que um dos hits, Conquistador Barato, tornou-se tema de abertura de Bambolê, novela dirigida por Wolf Maia.
Sucesso no cinema e na música, Leo queria mais. Em 89, estreou como ator de novelas em Bebê a Bordo, lançou o quinto disco, Avenida das Desilusões, e deu início à carreira jornalística, assinando a coluna Fim de Papo, na revista Capricho. Em 1990, no auge da crise Collor, lançou Sexo Drops e Rock´n Roll, seu sexto disco e viu o lançamento de Escorpião Escarlate, filme de Ivan Cardoso e que trouxe o multiartista em seu terceiro papel nas telonas. No mesmo ano, foi responsável por mais uma coluna, dessa vez para o jornal O Globo.
A carreira de Leo Jaime começa a desandar com a mudança da gravadora CBS para a Warner, em 1989, que dá um jejum de seis anos sem gravar um disco novo e mostrar as suas novas composições. Então, em 1993, dedica-se ao espetáculo teatral Rocky Horror Show, dirigido por Jorge Fernando. Chega o ano de 1995 e o acordo com a Warner determina que Leo poderia gravar um disco, mas que não fosse de inéditas, só com canções do repertório popular brasileiro. Sai do forno, então, Todo Amor, o sétimo disco.
Em 1997, atuou no musical Viva Elvis e acumulou mais um trabalho como jornalista, dessa vez para o jornal carioca O Dia. Dois anos depois, tentou novamente a gravação de um novo disco, sem sucesso. No ano 2000, foi comentarista esportivo da rádio CBN e atuou em Vitor ou Vitória?, com Marília Pêra no elenco e Jorge Takla na direção, um grande sucesso dos palcos que ficou dois anos em cartaz.
Em 2002, Léo Jaime quis retomar sua carreira como músico, excursionando com sua nova banda enquanto conciliava a atuação no espetáculo Terceiras Intenções, dirigido por Bibi Ferreira. Passados quinze anos desde o rompimento com a CBS, Léo Jaime conseguiu, em 2004, finalmente gravar novas canções no disco intitulado Rock Estrela, Edição Comentada, além de produzir o show Festa Geração 80, que reuniu Kid Vinil, Leoni, Roger, Ritchie, Paulo Ricardo e Evandro Mesquita, entre outros nomes do período. Em 2006, assinou contrato com a Som Livre e manteve a produção de Festa.
Em 2009 lançou Interlúdio, seu único disco em 18 anos, que deixou de lado o estilo rockabilly do começo da carreira, mas resgatou as influências. Com composições nas mais diversas parcerias, até Leandro Verdeal, do João Pencas & Seus Miquinhos Amestrados, colaboraram.
RIO - Leo Jaime completa 50 anos nesta sexta-feira. O cantor, compositor, ator e jornalista goiano nascido Leonardo Jaime em 1960, iniciou sua carreira no final dos anos 70, cuja primeira parceria se deu com o ex-Titãs Arnaldo Antunes e com Eduardo Dusek. No grupo João Penca & Seus Miquinhos Amestrados, que integra no início dos anos 80, Leo Jaime teve a chance de experimentar os primeiros doces e amargos do sucesso.
Em 1983, abandonou o João Penca e seguiu carreira solo, mas continuou na esteira de compositor, gravando o primeiro LP, Phodas C. Em 1985, lançou o segundo disco, Sessão da Tarde, com participação de João Penca, Kid Abelha, Paralamas do Sucesso e Titãs. Naquele ano, também estreou como ator no filme As Sete Vampiras, dirigido por Ivan Cardoso, e já engatou outro longa-metragem, Rock Estrela, de Lael Rodrigues. No segundo, concebeu a trilha sonora e obteve um de seus maiores sucessos com a música-tema.
O terceiro disco veio em 86, intitulado Vida Difícil simultaneamente com o terceiro filme, As 7 Vampiras, de Ivan Cardoso. A carreira ia de vento em popa, com shows por todo o Brasil. No ano seguinte, gravou o álbum Direto Do Meu Coração Pro Seu, em que um dos hits, Conquistador Barato, tornou-se tema de abertura de Bambolê, novela dirigida por Wolf Maia.
Sucesso no cinema e na música, Leo queria mais. Em 89, estreou como ator de novelas em Bebê a Bordo, lançou o quinto disco, Avenida das Desilusões, e deu início à carreira jornalística, assinando a coluna Fim de Papo, na revista Capricho. Em 1990, no auge da crise Collor, lançou Sexo Drops e Rock´n Roll, seu sexto disco e viu o lançamento de Escorpião Escarlate, filme de Ivan Cardoso e que trouxe o multiartista em seu terceiro papel nas telonas. No mesmo ano, foi responsável por mais uma coluna, dessa vez para o jornal O Globo.
A carreira de Leo Jaime começa a desandar com a mudança da gravadora CBS para a Warner, em 1989, que dá um jejum de seis anos sem gravar um disco novo e mostrar as suas novas composições. Então, em 1993, dedica-se ao espetáculo teatral Rocky Horror Show, dirigido por Jorge Fernando. Chega o ano de 1995 e o acordo com a Warner determina que Leo poderia gravar um disco, mas que não fosse de inéditas, só com canções do repertório popular brasileiro. Sai do forno, então, Todo Amor, o sétimo disco.
Em 1997, atuou no musical Viva Elvis e acumulou mais um trabalho como jornalista, dessa vez para o jornal carioca O Dia. Dois anos depois, tentou novamente a gravação de um novo disco, sem sucesso. No ano 2000, foi comentarista esportivo da rádio CBN e atuou em Vitor ou Vitória?, com Marília Pêra no elenco e Jorge Takla na direção, um grande sucesso dos palcos que ficou dois anos em cartaz.
Em 2002, Léo Jaime quis retomar sua carreira como músico, excursionando com sua nova banda enquanto conciliava a atuação no espetáculo Terceiras Intenções, dirigido por Bibi Ferreira. Passados quinze anos desde o rompimento com a CBS, Léo Jaime conseguiu, em 2004, finalmente gravar novas canções no disco intitulado Rock Estrela, Edição Comentada, além de produzir o show Festa Geração 80, que reuniu Kid Vinil, Leoni, Roger, Ritchie, Paulo Ricardo e Evandro Mesquita, entre outros nomes do período. Em 2006, assinou contrato com a Som Livre e manteve a produção de Festa.
Em 2009 lançou Interlúdio, seu único disco em 18 anos, que deixou de lado o estilo rockabilly do começo da carreira, mas resgatou as influências. Com composições nas mais diversas parcerias, até Leandro Verdeal, do João Pencas & Seus Miquinhos Amestrados, colaboraram.
JB - Luiza Possi cancela apresentação com Maria Gadú no 'Altas Horas'
Portal Terra
RIO - A cantora Luiza Possi deixou a equipe do programa 'Altas Horas', da Globo, bastante estressada. De acordo com a coluna Zapping, do jornal Agora São Paulo, a filha de Zizi Possi cancelou a apresentação que faria na gravação de quinta-feira, alegando ter que viajar por motivos pessoais.
Segundo a publicação, o programa de Serginho Groisman e outras atrações da Globo desejam mostrar o dueto das cantoras, que não se desgrudam. O que rola nos bastidores é que o cancelamento teria sido motivado por uma briga entre elas.
RIO - A cantora Luiza Possi deixou a equipe do programa 'Altas Horas', da Globo, bastante estressada. De acordo com a coluna Zapping, do jornal Agora São Paulo, a filha de Zizi Possi cancelou a apresentação que faria na gravação de quinta-feira, alegando ter que viajar por motivos pessoais.
Segundo a publicação, o programa de Serginho Groisman e outras atrações da Globo desejam mostrar o dueto das cantoras, que não se desgrudam. O que rola nos bastidores é que o cancelamento teria sido motivado por uma briga entre elas.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 22/04/2010
Folha de São Paulo
"Coleção destaca cronista paulistano Adoniran Barbosa".
"Paul McCartney vai relançar álbuns por gravadora independente".
Jornal da Tarde
"A vez da música instrumental, hoje, programação do projeto Versão Brasileira".
"Repertório no estilo rock indie, Sesc Pinheiros. Hoje".
"Cultura lança portal musical".
"Guitar hero tocou com Stones, Poison e Mr. Big".
Jornal do Brasil
"Moby aposta em sucessos da carreira e empolga curitibanos".
"Após morte da mãe, Roberto Carlos retoma turnê em maio".
"Coleção destaca cronista paulistano Adoniran Barbosa".
"Paul McCartney vai relançar álbuns por gravadora independente".
Jornal da Tarde
"A vez da música instrumental, hoje, programação do projeto Versão Brasileira".
"Repertório no estilo rock indie, Sesc Pinheiros. Hoje".
"Cultura lança portal musical".
"Guitar hero tocou com Stones, Poison e Mr. Big".
Jornal do Brasil
"Moby aposta em sucessos da carreira e empolga curitibanos".
"Após morte da mãe, Roberto Carlos retoma turnê em maio".
Folha - Coleção destaca cronista paulistano Adoniran Barbosa
da Reportagem Local
Adoniran Barbosa, compositor símbolo da música paulistana, é o tema do sétimo volume da Coleção Folha Raízes da Música Popular Brasileira, nas bancas no próximo domingo. Autor de "Samba do Arnesto", "Saudosa Maloca" e "Trem das Onze", Adoniran se tornou conhecido pelo humor de suas músicas, com sotaques, gírias e crônicas de personagens de bairros como Brás e Bexiga.
Adoniran nasceu João Rubinato em Valinhos, interior de São Paulo, em 1910. Entrou para o universo do rádio na década de 30, trabalhando como cantor, locutor, comediante e rádio-ator.
Por essa época teve pequeno sucesso com sua marcha de carnaval "Dona Boa", cantada por Raul Torres.
Na década de 50, do encontro com o conjunto vocal paulista Demônios da Garoa, nascem sucessos em 78 rotações, como "Saudosa Maloca" e "Samba do Arnesto", recorde de vendas no mercado fonográfico paulista.
Compostas por Adoniran e cantadas pelos Demônios, vieram ainda "Iracema", "Apaga o Fogo Mané" e "As Mariposa".
O compositor gravou três LPs interpretando suas próprias canções nos anos 70. Foi ainda cantado por Elis Regina, Clara Nunes, Clementina de Jesus. Adoniran morreu em São Paulo, em 1982.
O livro do músico traz biografia, discografia selecionada, letras e fotos. O autor do volume é Carlos Calado, também editor da Coleção Folha. O CD traz "Saudosa Maloca" e "Samba do Arnesto" com os Demônios da Garoa, "Tiro ao Álvaro" com Adoniran e Elis Regina, entre outras.
A Coleção Folha Raízes da Música Popular Brasileira tem 25 volumes em livros-CDs, nas bancas aos domingos até 29 de agosto. Cada um é dedicado a um compositor importante da Era de Ouro de nossa música, primeira metade do século 20.
Adoniran Barbosa, compositor símbolo da música paulistana, é o tema do sétimo volume da Coleção Folha Raízes da Música Popular Brasileira, nas bancas no próximo domingo. Autor de "Samba do Arnesto", "Saudosa Maloca" e "Trem das Onze", Adoniran se tornou conhecido pelo humor de suas músicas, com sotaques, gírias e crônicas de personagens de bairros como Brás e Bexiga.
Adoniran nasceu João Rubinato em Valinhos, interior de São Paulo, em 1910. Entrou para o universo do rádio na década de 30, trabalhando como cantor, locutor, comediante e rádio-ator.
Por essa época teve pequeno sucesso com sua marcha de carnaval "Dona Boa", cantada por Raul Torres.
Na década de 50, do encontro com o conjunto vocal paulista Demônios da Garoa, nascem sucessos em 78 rotações, como "Saudosa Maloca" e "Samba do Arnesto", recorde de vendas no mercado fonográfico paulista.
Compostas por Adoniran e cantadas pelos Demônios, vieram ainda "Iracema", "Apaga o Fogo Mané" e "As Mariposa".
O compositor gravou três LPs interpretando suas próprias canções nos anos 70. Foi ainda cantado por Elis Regina, Clara Nunes, Clementina de Jesus. Adoniran morreu em São Paulo, em 1982.
O livro do músico traz biografia, discografia selecionada, letras e fotos. O autor do volume é Carlos Calado, também editor da Coleção Folha. O CD traz "Saudosa Maloca" e "Samba do Arnesto" com os Demônios da Garoa, "Tiro ao Álvaro" com Adoniran e Elis Regina, entre outras.
A Coleção Folha Raízes da Música Popular Brasileira tem 25 volumes em livros-CDs, nas bancas aos domingos até 29 de agosto. Cada um é dedicado a um compositor importante da Era de Ouro de nossa música, primeira metade do século 20.
Folha - Paul McCartney vai relançar álbuns por gravadora independente
da Redação
O músico Paul McCartney escolheu uma gravadora independente, chamada Concord Music Group, para relançar álbuns de seu catálogo, lançados originalmente pela EMI.
A parceria entre o ex-Beatle e a gravadora independente começou em 2007, quando ele lançou o álbum "Memory Almost Full", distribuído pelo selo Hear Music, uma parceria com a loja Starbucks.
"Desde então, eu tenho tido um bom relacionamento com a Concord e gostei do nosso amor mútuo pela música" disse McCartney em um comunicado oficial.
O álbum de estreia da banda Wings, da qual McCartney era vocalista, será relançado em agosto com material bônus.
O músico Paul McCartney escolheu uma gravadora independente, chamada Concord Music Group, para relançar álbuns de seu catálogo, lançados originalmente pela EMI.
A parceria entre o ex-Beatle e a gravadora independente começou em 2007, quando ele lançou o álbum "Memory Almost Full", distribuído pelo selo Hear Music, uma parceria com a loja Starbucks.
"Desde então, eu tenho tido um bom relacionamento com a Concord e gostei do nosso amor mútuo pela música" disse McCartney em um comunicado oficial.
O álbum de estreia da banda Wings, da qual McCartney era vocalista, será relançado em agosto com material bônus.
JT - A vez da música instrumental
Jornal da Tarde
O trio gaúcho de rock instrumental Pata de Elefante mostra músicas de seu recente disco, ‘Na Cidade’. Eles integram a programação do projeto Versão Brasileira. CB. R. Brigadeiro Galvão, 871. 366-8971. Hoje, 0h30. R$ 20.
O trio gaúcho de rock instrumental Pata de Elefante mostra músicas de seu recente disco, ‘Na Cidade’. Eles integram a programação do projeto Versão Brasileira. CB. R. Brigadeiro Galvão, 871. 366-8971. Hoje, 0h30. R$ 20.
JT - Repertório no estilo rock indie
Jornal da Tarde
Acompanhado de banda, o cantor Bruno Morais exibe músicas próprias, com pegada de rock indie e versões de Roberto Carlos e Nelson Cavaquinho. Sesc Pinheiros. Hoje, 20h. R. Paes Leme, 195. 3095-9400. R$ 12.
Acompanhado de banda, o cantor Bruno Morais exibe músicas próprias, com pegada de rock indie e versões de Roberto Carlos e Nelson Cavaquinho. Sesc Pinheiros. Hoje, 20h. R. Paes Leme, 195. 3095-9400. R$ 12.
JT - TV Cultura lança portal musical
Jornal da Tarde
A TV Cultura colocará no ar, no dia 28, o Portal Cultura Brasil, uma das apostas da emissora para conquistar o público da internet. No site, dedicado à música brasileira, o gigante acervo do canal estará à disposição dos internautas, que também poderão produzir e inserir conteúdo. “É uma iniciativa que não tem rival na internet brasileira”, diz Paulo Markun, presidente da TV Cultura
A TV Cultura colocará no ar, no dia 28, o Portal Cultura Brasil, uma das apostas da emissora para conquistar o público da internet. No site, dedicado à música brasileira, o gigante acervo do canal estará à disposição dos internautas, que também poderão produzir e inserir conteúdo. “É uma iniciativa que não tem rival na internet brasileira”, diz Paulo Markun, presidente da TV Cultura
JT - Guitar hero tocou com Stones, Poison e Mr. Big
Jornal da Tarde
O americano Richie Kotzen volta ao Brasil para tocar canções de seus trabalhos solos.
O nome e a cara podem ser desconhecidas. Mas Richie Kotzen carrega no DNA toda uma geração de guitarristas virtuosos que surgem nos Estados Unidos como formigas em monte de açúcar.
Aos 39 anos, o músico volta ao Brasil para mostrar canções de seus álbuns solos em duas noites na casa noturna Blackmore Bar. No dia em que desembarcou em São Paulo, Kotzen passou pelos estúdios da TV Estadão para tocar e conversar sobre sua carreira - que já esteve ligada às bandas de hardrock Poison e Mr. Big.
“Isso faz muito tempo. Entrei no Poison em 1990 e gravei o disco Native Tongue. No Mr. Big entrei em 2000. As duas bandas me ensinaram a permanecer no mercado da música e ser profissional.” Kotzen foi expulso do Poison em 1993, após roubar a namorada do baterista Rikki Rockket, mas prefere não tocar no assunto.
O guitarrista é conhecido no meio por fazer uma fusão de rock, jazz, funk e soul. É também dotado de uma bela voz. Sobre o Brasil, encontra os velhos clichês para falar porque vem todo o ano para cá. “As mulheres são maravilhosas, a comida é ótima e a caipirinha, sensacional”, diz. “O resumo de tudo é que o músico tem de ir onde seu público está. E o Brasil sempre me recebeu muito bem.”
Rolling Stones
Tão receptivo como o público brasileiros é o japonês. Em 2002, Kotzen foi convidado para abrir a turnê dos Rolling Stones no país do Sol nascente. “Foi surreal. Quando me vi, estava atrás do palco, olhando para as guitarras do meu ídolo, o Keith Richards. Conversei com o Ron Wood e ele disse que gostou da minha apresentação. Foi tudo mágico”, lembra.
O americano Richie Kotzen volta ao Brasil para tocar canções de seus trabalhos solos.
O nome e a cara podem ser desconhecidas. Mas Richie Kotzen carrega no DNA toda uma geração de guitarristas virtuosos que surgem nos Estados Unidos como formigas em monte de açúcar.
Aos 39 anos, o músico volta ao Brasil para mostrar canções de seus álbuns solos em duas noites na casa noturna Blackmore Bar. No dia em que desembarcou em São Paulo, Kotzen passou pelos estúdios da TV Estadão para tocar e conversar sobre sua carreira - que já esteve ligada às bandas de hardrock Poison e Mr. Big.
“Isso faz muito tempo. Entrei no Poison em 1990 e gravei o disco Native Tongue. No Mr. Big entrei em 2000. As duas bandas me ensinaram a permanecer no mercado da música e ser profissional.” Kotzen foi expulso do Poison em 1993, após roubar a namorada do baterista Rikki Rockket, mas prefere não tocar no assunto.
O guitarrista é conhecido no meio por fazer uma fusão de rock, jazz, funk e soul. É também dotado de uma bela voz. Sobre o Brasil, encontra os velhos clichês para falar porque vem todo o ano para cá. “As mulheres são maravilhosas, a comida é ótima e a caipirinha, sensacional”, diz. “O resumo de tudo é que o músico tem de ir onde seu público está. E o Brasil sempre me recebeu muito bem.”
Rolling Stones
Tão receptivo como o público brasileiros é o japonês. Em 2002, Kotzen foi convidado para abrir a turnê dos Rolling Stones no país do Sol nascente. “Foi surreal. Quando me vi, estava atrás do palco, olhando para as guitarras do meu ídolo, o Keith Richards. Conversei com o Ron Wood e ele disse que gostou da minha apresentação. Foi tudo mágico”, lembra.
JB - Moby aposta em sucessos da carreira e empolga curitibanos
Portal Terra
CURITIBA - Com uma energia que impressionou até o público brasileiro, o DJ, cantor e multi-instrumentista americano Moby sacudiu o Curitiba Master Hall na noite desta quarta-feira.
Alternando performances no vocal, na percussão e, principalmente em sua inconfundível guitarra, o produtor musical Richard Melville Hall empolgou o público com músicas do novo álbum, Wait for Me (lançado em 2009), mas, principalmente, com sucessos do passado, seus principais hits do final dos anos 90 e início dos anos 2000, como os sucessos o álbum Play, de 1999, que vendeu 10 milhões de cópias, sendo considerado o disco de música eletrônica que mais vendeu na história.
Com sucessos do passado, como Ho ney, Porcelain, Bodyrock, Why Does My Heart Feel So Bad? e Natural Blues, mesclados com as novas composições, Pale Horses, Mistake e A Seated Night, Moby, que se alternava no vocal, na guitarra ou na percussão, e não parava um segundo no palco, empolgou o público curitibano em mais de duas horas de show.
Sua banda composta por quatro mulheres - nos teclados, baixo, violino e vocal - e apenas um homem, na bateria, foi um show à parte, trazendo vida à musica eletrônica.
De Curtitiba, Moby parte para São Paulo, onde se apresenta nesta sexta-feira. A turnê brasileria encerra-se no Rio de Janeiro, em show neste sábado, dia 24.
CURITIBA - Com uma energia que impressionou até o público brasileiro, o DJ, cantor e multi-instrumentista americano Moby sacudiu o Curitiba Master Hall na noite desta quarta-feira.
Alternando performances no vocal, na percussão e, principalmente em sua inconfundível guitarra, o produtor musical Richard Melville Hall empolgou o público com músicas do novo álbum, Wait for Me (lançado em 2009), mas, principalmente, com sucessos do passado, seus principais hits do final dos anos 90 e início dos anos 2000, como os sucessos o álbum Play, de 1999, que vendeu 10 milhões de cópias, sendo considerado o disco de música eletrônica que mais vendeu na história.
Com sucessos do passado, como Ho ney, Porcelain, Bodyrock, Why Does My Heart Feel So Bad? e Natural Blues, mesclados com as novas composições, Pale Horses, Mistake e A Seated Night, Moby, que se alternava no vocal, na guitarra ou na percussão, e não parava um segundo no palco, empolgou o público curitibano em mais de duas horas de show.
Sua banda composta por quatro mulheres - nos teclados, baixo, violino e vocal - e apenas um homem, na bateria, foi um show à parte, trazendo vida à musica eletrônica.
De Curtitiba, Moby parte para São Paulo, onde se apresenta nesta sexta-feira. A turnê brasileria encerra-se no Rio de Janeiro, em show neste sábado, dia 24.
JB - Após morte da mãe, Roberto Carlos retoma turnê em maio
Portal Terra
RIO - De acordo com a coluna Olá, do jornal Agora São Paulo, o "Rei" Roberto Carlos deve voltar no mês de maio com sua turnê internacional. O cantor, que se recupera da morte da mãe, Lady Laura, já teria acertado seu retorno aos palcos para o dia 4 de maio, em Lima, no Peru.
Após apresentação na capital peruana, o músico deve seguir para o México, onde se apresenta em cinco cidades e, de lá, volta aos Estados Unidos, onde estava quando soube da morte da mãe. Na terra do Tio Sam, Roberto Carlos fará shows em Houston, El Paso, Chicago, San Diego, San José e Los Angeles. O Canadá também faz parte do roteiro da turnê do "Rei", que se apresenta em Toronto.
Para o encerramento, duas apresentações na Colômbia: uma em Bogotá, no dia 9 de junho, e uma em Medellín, no dia 10.
RIO - De acordo com a coluna Olá, do jornal Agora São Paulo, o "Rei" Roberto Carlos deve voltar no mês de maio com sua turnê internacional. O cantor, que se recupera da morte da mãe, Lady Laura, já teria acertado seu retorno aos palcos para o dia 4 de maio, em Lima, no Peru.
Após apresentação na capital peruana, o músico deve seguir para o México, onde se apresenta em cinco cidades e, de lá, volta aos Estados Unidos, onde estava quando soube da morte da mãe. Na terra do Tio Sam, Roberto Carlos fará shows em Houston, El Paso, Chicago, San Diego, San José e Los Angeles. O Canadá também faz parte do roteiro da turnê do "Rei", que se apresenta em Toronto.
Para o encerramento, duas apresentações na Colômbia: uma em Bogotá, no dia 9 de junho, e uma em Medellín, no dia 10.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 20/04/2010
Estado de São Paulo
"Espetáculo em SP destaca a trajetória de Nara Leão".
Folha de São Paulo
"Naná Vasconcelos rege 120 crianças em show de 50 anos de Brasília".
Jornal da Tarde
"Meio erudito, meio popular o grupo pernambucano Quinteto Violado toca hoje, às 21h, no Sesc Vila Mariana".
"Erika Martins lança seu disco na choperia do Sesc Pompeia".
"Bandas lembram sucessos do Abba, Teatro Bradesco (Shopping Bourbon)".
"Biblioteca viva da música brasileira ganha biografia".
"Sensualidade animal!!! A rebeldia da cantora Ke$ha vai ganhar ares sensuais no clipe da música ‘Your Love Is My Drug’".
"Uma ópera no palco do Anhangaba".
"Espetáculo em SP destaca a trajetória de Nara Leão".
Folha de São Paulo
"Naná Vasconcelos rege 120 crianças em show de 50 anos de Brasília".
Jornal da Tarde
"Meio erudito, meio popular o grupo pernambucano Quinteto Violado toca hoje, às 21h, no Sesc Vila Mariana".
"Erika Martins lança seu disco na choperia do Sesc Pompeia".
"Bandas lembram sucessos do Abba, Teatro Bradesco (Shopping Bourbon)".
"Biblioteca viva da música brasileira ganha biografia".
"Sensualidade animal!!! A rebeldia da cantora Ke$ha vai ganhar ares sensuais no clipe da música ‘Your Love Is My Drug’".
"Uma ópera no palco do Anhangaba".
Estadão - Espetáculo em SP destaca a trajetória de Nara Leão
AE - Agência Estado
"Nara" é um espetáculo musical? Sim. Mas não da mesma estirpe dos musicais da Broadway - com luzes especiais e cenários grandiosos. Segundo a própria idealizadora e atriz principal, Fernanda Couto, 42 anos: "Nara é um musical de câmara. Pequeno, intimista, delicado", ela diz.
O espetáculo sobre a trajetória da musa da bossa nova Nara Leão (1942-1989) estreia amanhã, no teatro Augusta, em São Paulo. Na peça, flashes sobre a vida pessoal e profissional da cantora. "Cada passagem é acompanhada por uma canção ou um pedacinho de canção", conta Fernanda. "Foi difícil escolher o repertório. Ela tem uma obra muito diversificada e ampla", completa.
No repertório da peça, 20 canções interpretadas por Nara. Entre elas, clássicos como "Insensatez" (Jobim & Vinícius), "Diz Que Fui Por Aí" (Zé Ketti), "A Banda" (Chico Buarque) e outros. "Muita gente só identifica a Nara como aquela cantora de bossa nova, com a voz delicadinha, cantando coisas românticas e até inocentes. Mas ela fez muito para o samba de morro, a música de protesto e até pelo tropicalismo", explica Fernanda.
A atriz divide o palco com três músicos-atores (Rogério Romera, Sílvio Venosa e Rodrigo Sanches) - que além de tocar seus respectivos instrumentos se revezam em papéis de amigos, amores e artistas que passaram pela vida de Nara. "Nós temos momentos de Nara com seu grande amigo Roberto Menescal, seus amores Ronaldo Bôscoli, Cacá Diegues e muitas outras figuras", destaca Fernanda.
Nara - Teatro Augusta. Rua Augusta, 943. Tel. (011) 3151-4141. Temporada: quartas e quintas-feiras, às 21 horas. Ingressos: R$ 30.
"Nara" é um espetáculo musical? Sim. Mas não da mesma estirpe dos musicais da Broadway - com luzes especiais e cenários grandiosos. Segundo a própria idealizadora e atriz principal, Fernanda Couto, 42 anos: "Nara é um musical de câmara. Pequeno, intimista, delicado", ela diz.
O espetáculo sobre a trajetória da musa da bossa nova Nara Leão (1942-1989) estreia amanhã, no teatro Augusta, em São Paulo. Na peça, flashes sobre a vida pessoal e profissional da cantora. "Cada passagem é acompanhada por uma canção ou um pedacinho de canção", conta Fernanda. "Foi difícil escolher o repertório. Ela tem uma obra muito diversificada e ampla", completa.
No repertório da peça, 20 canções interpretadas por Nara. Entre elas, clássicos como "Insensatez" (Jobim & Vinícius), "Diz Que Fui Por Aí" (Zé Ketti), "A Banda" (Chico Buarque) e outros. "Muita gente só identifica a Nara como aquela cantora de bossa nova, com a voz delicadinha, cantando coisas românticas e até inocentes. Mas ela fez muito para o samba de morro, a música de protesto e até pelo tropicalismo", explica Fernanda.
A atriz divide o palco com três músicos-atores (Rogério Romera, Sílvio Venosa e Rodrigo Sanches) - que além de tocar seus respectivos instrumentos se revezam em papéis de amigos, amores e artistas que passaram pela vida de Nara. "Nós temos momentos de Nara com seu grande amigo Roberto Menescal, seus amores Ronaldo Bôscoli, Cacá Diegues e muitas outras figuras", destaca Fernanda.
Nara - Teatro Augusta. Rua Augusta, 943. Tel. (011) 3151-4141. Temporada: quartas e quintas-feiras, às 21 horas. Ingressos: R$ 30.
Folha - Naná Vasconcelos rege 120 crianças em show de 50 anos de Brasília
da Reportagem Local
Sob a regência do músico Naná Vasconcelos, 120 crianças com idades entre 7 e 10 anos, de Portugal, Angola e Brasil, são acompanhadas pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, regida pelo maestro Gil Jardim.
O show gratuito celebra o aniversário de 50 anos de Brasília nesta terça-feira (20) no Teatro Nacional Cláudio Santoro.
Além do espetáculo, os ensaios e as oficinas de iniciação musical das crianças do projeto "Língua Mãe" serão lançados em DVD.
Sob a regência do músico Naná Vasconcelos, 120 crianças com idades entre 7 e 10 anos, de Portugal, Angola e Brasil, são acompanhadas pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, regida pelo maestro Gil Jardim.
O show gratuito celebra o aniversário de 50 anos de Brasília nesta terça-feira (20) no Teatro Nacional Cláudio Santoro.
Além do espetáculo, os ensaios e as oficinas de iniciação musical das crianças do projeto "Língua Mãe" serão lançados em DVD.
JT - Meio erudito, meio popular
Jornal da Tarde
O grupo pernambucano Quinteto Violado toca hoje, às 21h, no Sesc Vila Mariana. Eles levam ao palco as músicas do 31º disco da carreira e o primeiro totalmente autoral, ‘Quinto Elemento’. Também entram sucessos da carreira. Rua Pelotas, 141.
5080-3000. R$ 40.
O grupo pernambucano Quinteto Violado toca hoje, às 21h, no Sesc Vila Mariana. Eles levam ao palco as músicas do 31º disco da carreira e o primeiro totalmente autoral, ‘Quinto Elemento’. Também entram sucessos da carreira. Rua Pelotas, 141.
5080-3000. R$ 40.
JT - Erika Martins lança seu disco na choperia do Sesc Pompeia
Jornal da Tarde
Ex-integrante da banda Penélope, a cantora e guitarrista Erika Martins lança na choperia do Sesc Pompeia seu disco solo homônimo, produzido por Carlos Eduardo Miranda. Ela reforça seu lado compositora ao assinar nove das 12 faixas do álbum. Hoje, às 21h. Rua Clélia, 93. 3871-7700. 10 anos. Grátis.
Ex-integrante da banda Penélope, a cantora e guitarrista Erika Martins lança na choperia do Sesc Pompeia seu disco solo homônimo, produzido por Carlos Eduardo Miranda. Ela reforça seu lado compositora ao assinar nove das 12 faixas do álbum. Hoje, às 21h. Rua Clélia, 93. 3871-7700. 10 anos. Grátis.
JT - Bandas lembram sucessos do Abba
Jornal da Tarde
A banda inglesa Abba Magic e a brasileira Rod Hanna lembram hits do grupo Abba em ‘Mamma Mia - O Show’. Hoje, 21h; amanhã, 17h.Teatro Bradesco (Shopping Bourbon). R. Turiaçu, 2.100. 3670-4141. R$ 60 a R$ 140.
A banda inglesa Abba Magic e a brasileira Rod Hanna lembram hits do grupo Abba em ‘Mamma Mia - O Show’. Hoje, 21h; amanhã, 17h.Teatro Bradesco (Shopping Bourbon). R. Turiaçu, 2.100. 3670-4141. R$ 60 a R$ 140.
JT - Biblioteca viva da música brasileira ganha biografia
Jornal da Tarde
José Ramos Tinhorão montou coleção com 13 mil LPs e 35 mil jornais, revistas e fotografias.
Em 1961, o repórter José Ramos Tinhorão recebeu uma incumbência do seu chefe no Diário Carioca: “Faça uma série sobre música popular brasileira.” O jornal tinha publicado uma trabalho sobre jazz, e queria se voltar aos nossos artistas. O jornalista retrucou, dizendo que não havia bibliografia sobre o assunto, ao contrário da música americana. “Então se vira, vai entrevistar o pessoal”, ouviu.
Foi assim que nasceu o grande pesquisador musical Tinhorão, hoje detentor de cerca de 13 mil LPs de 76, 78 e 33 rpm, 35 mil partituras, jornais, revistas, fotografias e uma biblioteca com 14 mil obras, não só sobre música, mas sobre cultura popular urbana em geral. Todo o material foi comprado em 2001 pelo Instituto Moreira Salles (IMS), que montou uma pequena exposição em seu centro cultural no Rio para marcar a aquisição. O mais diverso em poder do IMS, o acervo agora está sendo catalogado. Posteriormente, será disponibilizado para pesquisadores. “Para mim, isso é muito importante”, diz Tinhorão. “Não há no Brasil acervo sobre temas da MPB como este. Se eu passei a vida fazendo isso, se formei esse patrimônio intelectual, tenho de permitir que outros tenham acesso.”
Durante anos, depois que se separou da primeira mulher, ele guardou tudo isso numa quitinete de 31 m², no centro de São Paulo (ele nasceu em Santos, morou no Rio até 1968 e desde então vive na capital paulista). Era tanta coisa que, ao dono do apartamento, restava dormir num saco de dormir. Essas e outras tiradas estão em Tinhorão - O Legendário, biografia escrita por Elizabeth Lorenzotti e recém-lançada.
Biografado lança livros
A publicação é da série Imprensa em Pauta, da Imprensa Oficial de Estado de São Paulo. Elizabeth, também jornalista, contou com a memória incrível do biografado, que lembra em detalhes itens de sua imensa coleção.
São muitas as raridades, e ele cita o livro de modinhas Apollo, de 1865; o primeiro disco lançado no Brasil, em 1902, com o lundu Isto É Bom, de Xisto Bahia, cantado pelo cantor Bahiano; partituras manuscritas por Pixinguinha e Chiquinha Gonzaga. Isso sem falar em coleções de revistas do início do século 20. Há mais de 40 anos, Tinhorão percorre sebos das principais capitais brasileiras e também de Lisboa atrás de mais itens.
Nos sebos, ele gastou boa parte do salário de repórter. E já publicou trinta livros. Esta semana, está lançando dois, A Música Popular Que Surge na Era da Revolução (Editora 34 / R$ 32) e Crítica Cheia de Graça (Empório do Livro / R$ 43). O primeiro trata da eclosão da música popular urbana na virada do século 18 para o 19; o segundo traz textos de Tinhorão proibidos pela Ditadura Militar e entrevistas com algumas personalidades antológicas, como João da Baiana e Heitor dos Prazeres.
Aos 82 anos, o homem que foi detestado pelos que criticou, como os bossa-novistas (para ele, “bossa nova é música americana montada no Brasil” e “Tom Jobim não era um criador, e sim um bom músico”), e reverenciado por aqueles com quem trabalhou tem a saúde perfeita. Segue percorrendo sebos, encontrando pesquisadores e jornalistas na livraria Metido a Sebo, lendo, escrevendo. E, acima de tudo, produzindo.
José Ramos Tinhorão montou coleção com 13 mil LPs e 35 mil jornais, revistas e fotografias.
Em 1961, o repórter José Ramos Tinhorão recebeu uma incumbência do seu chefe no Diário Carioca: “Faça uma série sobre música popular brasileira.” O jornal tinha publicado uma trabalho sobre jazz, e queria se voltar aos nossos artistas. O jornalista retrucou, dizendo que não havia bibliografia sobre o assunto, ao contrário da música americana. “Então se vira, vai entrevistar o pessoal”, ouviu.
Foi assim que nasceu o grande pesquisador musical Tinhorão, hoje detentor de cerca de 13 mil LPs de 76, 78 e 33 rpm, 35 mil partituras, jornais, revistas, fotografias e uma biblioteca com 14 mil obras, não só sobre música, mas sobre cultura popular urbana em geral. Todo o material foi comprado em 2001 pelo Instituto Moreira Salles (IMS), que montou uma pequena exposição em seu centro cultural no Rio para marcar a aquisição. O mais diverso em poder do IMS, o acervo agora está sendo catalogado. Posteriormente, será disponibilizado para pesquisadores. “Para mim, isso é muito importante”, diz Tinhorão. “Não há no Brasil acervo sobre temas da MPB como este. Se eu passei a vida fazendo isso, se formei esse patrimônio intelectual, tenho de permitir que outros tenham acesso.”
Durante anos, depois que se separou da primeira mulher, ele guardou tudo isso numa quitinete de 31 m², no centro de São Paulo (ele nasceu em Santos, morou no Rio até 1968 e desde então vive na capital paulista). Era tanta coisa que, ao dono do apartamento, restava dormir num saco de dormir. Essas e outras tiradas estão em Tinhorão - O Legendário, biografia escrita por Elizabeth Lorenzotti e recém-lançada.
Biografado lança livros
A publicação é da série Imprensa em Pauta, da Imprensa Oficial de Estado de São Paulo. Elizabeth, também jornalista, contou com a memória incrível do biografado, que lembra em detalhes itens de sua imensa coleção.
São muitas as raridades, e ele cita o livro de modinhas Apollo, de 1865; o primeiro disco lançado no Brasil, em 1902, com o lundu Isto É Bom, de Xisto Bahia, cantado pelo cantor Bahiano; partituras manuscritas por Pixinguinha e Chiquinha Gonzaga. Isso sem falar em coleções de revistas do início do século 20. Há mais de 40 anos, Tinhorão percorre sebos das principais capitais brasileiras e também de Lisboa atrás de mais itens.
Nos sebos, ele gastou boa parte do salário de repórter. E já publicou trinta livros. Esta semana, está lançando dois, A Música Popular Que Surge na Era da Revolução (Editora 34 / R$ 32) e Crítica Cheia de Graça (Empório do Livro / R$ 43). O primeiro trata da eclosão da música popular urbana na virada do século 18 para o 19; o segundo traz textos de Tinhorão proibidos pela Ditadura Militar e entrevistas com algumas personalidades antológicas, como João da Baiana e Heitor dos Prazeres.
Aos 82 anos, o homem que foi detestado pelos que criticou, como os bossa-novistas (para ele, “bossa nova é música americana montada no Brasil” e “Tom Jobim não era um criador, e sim um bom músico”), e reverenciado por aqueles com quem trabalhou tem a saúde perfeita. Segue percorrendo sebos, encontrando pesquisadores e jornalistas na livraria Metido a Sebo, lendo, escrevendo. E, acima de tudo, produzindo.
JT - Sensualidade animal!!!
Jornal da Tarde
A rebeldia da cantora Ke$ha vai ganhar ares sensuais no clipe da música ‘Your Love Is My Drug’. De acordo com a MTV americana, o vídeo, gravado no deserto de Lancaster (EUA), trará a moça dançando com uma cobra. Para ela, é hora de mostrar porque batizou seu disco de ’Animal’.
'Vou brincar com animais e com um rapaz barbudo no meio do deserto. É tão bom”, ela diz.
A rebeldia da cantora Ke$ha vai ganhar ares sensuais no clipe da música ‘Your Love Is My Drug’. De acordo com a MTV americana, o vídeo, gravado no deserto de Lancaster (EUA), trará a moça dançando com uma cobra. Para ela, é hora de mostrar porque batizou seu disco de ’Animal’.
'Vou brincar com animais e com um rapaz barbudo no meio do deserto. É tão bom”, ela diz.
JT - Uma ópera no palco do Anhangabaú
Jornal da Tarde
Espetáculo ‘El Niño Judio’ é encenado no Centro para celebrar os nove anos do CCBB.
Em comemoração aos nove anos do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Vale do Anhangabaú recebe amanhã a ópera El Niño Judio. O espetáculo segue o gênero espanhol chamado zarzuela, que mistura passagens alegres com momentos de grande dramaticidade, sempre de origem passional, embalados pela característica música espanhola. O musical vai reunir 40 integrantes da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos e aproximadamente 30 artistas num palco de 20 metros, montado no centro da cidade. Com adaptação e direção de Mauro Wrona, o texto escrito pela dupla de dramaturgos Antonio Paso e Enrique García Alvarez, em 1918, conta a história de Samuelito, um rapaz que se apaixona, mas não tem autorização para se casar com sua amada por ser pobre.
Sua vida ganha nova esperança quando descobre ser filho do judeu mais rico da Síria. Ao saber disso, o pai da jovem permite o casamento. Para isso, os três partem para encontrar a família de Samuelito. O objetivo da viagem é uma gorda indenização oferecida pelo pai do rapaz. Lá, descobrem que, na verdade, que ele é fruto do adultério de sua mãe com um Rajá da Índia. Assim, partem para mais uma aventura para conseguir algum dinheiro.
Wrona ressalta o aspecto engraçado do texto. “É uma comédia de erros. Vamos apresentar no Anhangabaú o mesmo espetáculo que levamos ao Teatro São Pedro. É uma oportunidade maravilhosa de ouvir uma música vibrante e se divertir no feriado”, diz.
Em cena, os cantores Sérgio Weintraub (tenor), Sheila Minatti (soprano), Saulo Javan (baixo-barítono), Leonardo Pace (barítono), Eduardo Janho-Abumrad (baixo), Rachel Alonso (soprano), Magda Painno (mezzo-soprano) e Gisella Hendrix (soprano) se apresentam ao lado dos atores José Negreiros, Mame e Fabio Pinheiro. São 12 números musicais em que atores e cantores utilizam mais de 40 peças de figurino. A orquestra, regida pelo maestro Emiliano Patarra, vai acompanhar o espetáculo do fosso, estruturado em frente ao palco.
DIVIRTA-SE
Ópera ‘El Niño Judio’.
Vale do Anhangabaú, s/n.
3113-3651. Amanhã, às 18h.
Grátis. Livre.
Espetáculo ‘El Niño Judio’ é encenado no Centro para celebrar os nove anos do CCBB.
Em comemoração aos nove anos do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Vale do Anhangabaú recebe amanhã a ópera El Niño Judio. O espetáculo segue o gênero espanhol chamado zarzuela, que mistura passagens alegres com momentos de grande dramaticidade, sempre de origem passional, embalados pela característica música espanhola. O musical vai reunir 40 integrantes da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos e aproximadamente 30 artistas num palco de 20 metros, montado no centro da cidade. Com adaptação e direção de Mauro Wrona, o texto escrito pela dupla de dramaturgos Antonio Paso e Enrique García Alvarez, em 1918, conta a história de Samuelito, um rapaz que se apaixona, mas não tem autorização para se casar com sua amada por ser pobre.
Sua vida ganha nova esperança quando descobre ser filho do judeu mais rico da Síria. Ao saber disso, o pai da jovem permite o casamento. Para isso, os três partem para encontrar a família de Samuelito. O objetivo da viagem é uma gorda indenização oferecida pelo pai do rapaz. Lá, descobrem que, na verdade, que ele é fruto do adultério de sua mãe com um Rajá da Índia. Assim, partem para mais uma aventura para conseguir algum dinheiro.
Wrona ressalta o aspecto engraçado do texto. “É uma comédia de erros. Vamos apresentar no Anhangabaú o mesmo espetáculo que levamos ao Teatro São Pedro. É uma oportunidade maravilhosa de ouvir uma música vibrante e se divertir no feriado”, diz.
Em cena, os cantores Sérgio Weintraub (tenor), Sheila Minatti (soprano), Saulo Javan (baixo-barítono), Leonardo Pace (barítono), Eduardo Janho-Abumrad (baixo), Rachel Alonso (soprano), Magda Painno (mezzo-soprano) e Gisella Hendrix (soprano) se apresentam ao lado dos atores José Negreiros, Mame e Fabio Pinheiro. São 12 números musicais em que atores e cantores utilizam mais de 40 peças de figurino. A orquestra, regida pelo maestro Emiliano Patarra, vai acompanhar o espetáculo do fosso, estruturado em frente ao palco.
DIVIRTA-SE
Ópera ‘El Niño Judio’.
Vale do Anhangabaú, s/n.
3113-3651. Amanhã, às 18h.
Grátis. Livre.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Destaques dos Jornais 19/04/2010
Estado de São Paulo
"Festival Skol Sensation traz mar futurista para São Paulo".
Folha de São Paulo
"Single inédito dos Stones acaba em poucos minutos".
"Mônica Bergamo: Wanessa negocia participar de musical "Zorro"".
"Gorillaz faz show de encerramento do Festival Coachella".
Jornal da Tarde
"Curiosa mistura de estilos do Rivotrill, hoje, 19h. Sesc Consolação".
"Banda Mantiqueira toca no Tom Jazz".
"Virgínia Rosa, hoje, às 19h. Sesc Carmo".
"Sertanejo à moda antiga,irmão de Hudson, Edson lança 1º disco solo, com mais canções sertanejas e menos sons eletrônicos".
Jornal do Brasil
"Amy Winehouse comemora o aniversário do ex-marido".
"Festival Skol Sensation traz mar futurista para São Paulo".
Folha de São Paulo
"Single inédito dos Stones acaba em poucos minutos".
"Mônica Bergamo: Wanessa negocia participar de musical "Zorro"".
"Gorillaz faz show de encerramento do Festival Coachella".
Jornal da Tarde
"Curiosa mistura de estilos do Rivotrill, hoje, 19h. Sesc Consolação".
"Banda Mantiqueira toca no Tom Jazz".
"Virgínia Rosa, hoje, às 19h. Sesc Carmo".
"Sertanejo à moda antiga,irmão de Hudson, Edson lança 1º disco solo, com mais canções sertanejas e menos sons eletrônicos".
Jornal do Brasil
"Amy Winehouse comemora o aniversário do ex-marido".
Estadão - Festival Skol Sensation traz mar futurista para São Paulo
AE - Agência Estado
SÃO PAULO - O Anhembi foi novamente palco mundial da música eletrônica neste sábado, 17. Durante seis horas e meia, 40 mil pessoas foram levadas ao fundo do mar com a segunda edição do Skol Sensation, que neste ano trouxe o tema “Ocean Of White”, ou “oceano do branco”, em português. Entre sereias, anêmonas, águas-vivas gigantes e incontáveis efeitos especiais, três DJs de peso da cena internacional e um trio brasileiro se revezaram diante do mar de branco, formado pela multidão que se vestia da cor obrigatória dos pés a cabeça.
O início da festa foi um show à parte. Abusando de pirotecnia, a produção levou o público ao delírio com fogos de artifício, lasers, projeções e cenografias. Do lado de foram, porém, o trânsito nas imediações impedia que o pavilhão estivesse cheio às 23h05 para presenciar o início do evento.
O trio Life is a Loop, formado pelos curitibanos Leozinho, Rodrigo Pacionirk e pelo gaúcho Fabrício Peçanha, foi o primeiro a assumir as pick-ups. Além da tradicional eletrônica, os brasileiros se arriscaram bem no rock, com clássicos do Guns’n’Roses e Nirvana, devidamente remixados. O holandês Chuckie veio em seguida, com uma sequência que manteve o público animado.
No meio da noite, uma surpresa: saem os DJs, entra o público. Durante meia hora, clássicos da dance music escolhidos pela produção embalaram a multidão, no “Skol Sensation Mix”. As cenografias aquáticas, mais uma vez, pontuavam o clima da atração.
A festa foi retomada com Felix da Housecat, um dos nomes mais aguardados da noite junto com Tocadisco, que veio a seguir. Às 5h30, o fim do evento, com um mar de fogos e lasers.
O caos aéreo na Europa gerado pela erupção do vulcão na Islândia obrigou o trio britânico Above & Beyond a cancelar sua apresentação de última hora. No Twitter, eles escreveram: “De volta para casa depois de tentar ir ao Brasil de carro, trem, helicóptero e jatinho particular, mas o vulcão ganhou”. No fim das contas, quem perdeu foi o festival, que ficou sem o toque pop consagrado daqueles que assinam produções de Madonna e Britney Spears.
SÃO PAULO - O Anhembi foi novamente palco mundial da música eletrônica neste sábado, 17. Durante seis horas e meia, 40 mil pessoas foram levadas ao fundo do mar com a segunda edição do Skol Sensation, que neste ano trouxe o tema “Ocean Of White”, ou “oceano do branco”, em português. Entre sereias, anêmonas, águas-vivas gigantes e incontáveis efeitos especiais, três DJs de peso da cena internacional e um trio brasileiro se revezaram diante do mar de branco, formado pela multidão que se vestia da cor obrigatória dos pés a cabeça.
O início da festa foi um show à parte. Abusando de pirotecnia, a produção levou o público ao delírio com fogos de artifício, lasers, projeções e cenografias. Do lado de foram, porém, o trânsito nas imediações impedia que o pavilhão estivesse cheio às 23h05 para presenciar o início do evento.
O trio Life is a Loop, formado pelos curitibanos Leozinho, Rodrigo Pacionirk e pelo gaúcho Fabrício Peçanha, foi o primeiro a assumir as pick-ups. Além da tradicional eletrônica, os brasileiros se arriscaram bem no rock, com clássicos do Guns’n’Roses e Nirvana, devidamente remixados. O holandês Chuckie veio em seguida, com uma sequência que manteve o público animado.
No meio da noite, uma surpresa: saem os DJs, entra o público. Durante meia hora, clássicos da dance music escolhidos pela produção embalaram a multidão, no “Skol Sensation Mix”. As cenografias aquáticas, mais uma vez, pontuavam o clima da atração.
A festa foi retomada com Felix da Housecat, um dos nomes mais aguardados da noite junto com Tocadisco, que veio a seguir. Às 5h30, o fim do evento, com um mar de fogos e lasers.
O caos aéreo na Europa gerado pela erupção do vulcão na Islândia obrigou o trio britânico Above & Beyond a cancelar sua apresentação de última hora. No Twitter, eles escreveram: “De volta para casa depois de tentar ir ao Brasil de carro, trem, helicóptero e jatinho particular, mas o vulcão ganhou”. No fim das contas, quem perdeu foi o festival, que ficou sem o toque pop consagrado daqueles que assinam produções de Madonna e Britney Spears.
Folha - Mônica Bergamo: Wanessa negocia participar de musical "Zorro"
da Reportagem Local
A cantora Wanessa (ex-Camargo) negocia para interpretar a mocinha no musical "Zorro".
A informação é da coluna Mônica Bergamo. A íntegra está disponível para assinantes da Folha e do UOL.
O ator Murilo Rosa será o protagonista. Ele está fazendo aulas de dança flamenca, canto, esgrima, acrobacia e musculação para interpretar o personagem. O espetáculo está previsto para estrear em julho, em São Paulo.
"Meu personagem não é marombado, é ágil, solto, leve", diz. Dois integrantes do grupo Gipsy Kings farão parte da banda na estreia do espetáculo, que conta com músicas do conjunto na trilha sonora.
A cantora Wanessa (ex-Camargo) negocia para interpretar a mocinha no musical "Zorro".
A informação é da coluna Mônica Bergamo. A íntegra está disponível para assinantes da Folha e do UOL.
O ator Murilo Rosa será o protagonista. Ele está fazendo aulas de dança flamenca, canto, esgrima, acrobacia e musculação para interpretar o personagem. O espetáculo está previsto para estrear em julho, em São Paulo.
"Meu personagem não é marombado, é ágil, solto, leve", diz. Dois integrantes do grupo Gipsy Kings farão parte da banda na estreia do espetáculo, que conta com músicas do conjunto na trilha sonora.
Folha - Gorillaz faz show de encerramento do Festival Coachella
da Reportagem Local
Com 80 mil pessoas por dia (75 mil que pagaram ingresso mais convidados) a 11ª edição do Coachella chegou ao fim na madrugada de hoje, encerrando uma sequência de mais de cem shows de artistas como Jay-Z, Gorillaz, Muse, LCD Soundsystem, Pavement, Tiesto, David Guetta, 2ManyDJs, De La Soul, entre outros.
A principal atração de ontem foi a banda-cartum britânica Gorillaz, comandada pelo vocalista e músico Damon Albarn. Passeando pelo pop, funk, electro e soul, a banda mostrou faixas de seus três discos. Foi o último artista a se apresentar no palco principal.
Antes, o local recebeu a volta da banda indie Pavement, que não excursionava desde pelo menos 2001. Mesmo com público que não enchia a frente do palco principal, o grupo animou fãs velhos-de-guerra com faixas como "Stereo", "Range Life".
Houve também o reaparecimento da dupla britânica de eletrônica Orbital. Sob uma pista escura e com fãs que portavam glowsticks luminosos, o duo fez um revival rave a partir do tecno que se ouvia no início dos anos 1990.
Os ingleses Florence and the Machine conseguiram, no meio da tarde, entupir uma das tendas do evento. Era impossível chegar perto do local durante o show. Com uma boa voz e músicas envolventes, Florence empolgou o grande público com faixas para cima como "Dog Days are Over".
A banda de soft-pop Phoenix levou uma quantidade surpreendente de fãs ao segundo palco, no início da noite. Melodias simples e sofisticadas fizeram o público abrir rodas para danças sob o sol que se escondia.
Com terno e gravata (visual seguido por toda a sua banda), o norte-americano Mayer Hawthorne protagonizou um dos grandes momentos deste Coachella 2010. O cantor revigora com habilidade o soul e o funk dos anos 1960 e 1970. Show classudo e elegante.
O inusitado ficou por conta do veterano Sly Stone. O idolatrado cantor de soul estava marcado para se apresentar às 19h. Mas, para surpresa de todos (incluindo de sua banda, que o aguardava no palco), ele não apareceu. Mas resolveu subir ao palco às 23h, e em outra tenda do evento.
Com 80 mil pessoas por dia (75 mil que pagaram ingresso mais convidados) a 11ª edição do Coachella chegou ao fim na madrugada de hoje, encerrando uma sequência de mais de cem shows de artistas como Jay-Z, Gorillaz, Muse, LCD Soundsystem, Pavement, Tiesto, David Guetta, 2ManyDJs, De La Soul, entre outros.
A principal atração de ontem foi a banda-cartum britânica Gorillaz, comandada pelo vocalista e músico Damon Albarn. Passeando pelo pop, funk, electro e soul, a banda mostrou faixas de seus três discos. Foi o último artista a se apresentar no palco principal.
Antes, o local recebeu a volta da banda indie Pavement, que não excursionava desde pelo menos 2001. Mesmo com público que não enchia a frente do palco principal, o grupo animou fãs velhos-de-guerra com faixas como "Stereo", "Range Life".
Houve também o reaparecimento da dupla britânica de eletrônica Orbital. Sob uma pista escura e com fãs que portavam glowsticks luminosos, o duo fez um revival rave a partir do tecno que se ouvia no início dos anos 1990.
Os ingleses Florence and the Machine conseguiram, no meio da tarde, entupir uma das tendas do evento. Era impossível chegar perto do local durante o show. Com uma boa voz e músicas envolventes, Florence empolgou o grande público com faixas para cima como "Dog Days are Over".
A banda de soft-pop Phoenix levou uma quantidade surpreendente de fãs ao segundo palco, no início da noite. Melodias simples e sofisticadas fizeram o público abrir rodas para danças sob o sol que se escondia.
Com terno e gravata (visual seguido por toda a sua banda), o norte-americano Mayer Hawthorne protagonizou um dos grandes momentos deste Coachella 2010. O cantor revigora com habilidade o soul e o funk dos anos 1960 e 1970. Show classudo e elegante.
O inusitado ficou por conta do veterano Sly Stone. O idolatrado cantor de soul estava marcado para se apresentar às 19h. Mas, para surpresa de todos (incluindo de sua banda, que o aguardava no palco), ele não apareceu. Mas resolveu subir ao palco às 23h, e em outra tenda do evento.
Folha - Single inédito dos Stones acaba em poucos minutos
da Reportagem Local
Revirando as gravações de "Exile on Main Street" (1972), um dos mais célebres álbuns dos Rolling Stones, Mick Jagger encontrou dez músicas inéditas da época.
Depois de 40 anos no arquivo, a nova "Plundered My Soul" saiu em série numerada de mil compactos em vinil de sete polegadas, no sábado, nos Estados Unidos.
"Dez minutos depois de abrir as 20 unidades que recebemos estavam esgotadas", disse Dino Key, vendedor da Bleecker Street Records, loja no Greewich Village, em Nova York.
O vinil foi lançado no "Record Store Day", evento que as lojas de discos dos EUA criaram para dar um reforço nas vendas em decadência.
As outras nove músicas inéditas saem do baú em 18 de maio, no lançamento de uma reedição de "Exile on Main Street", com as faixas originais e as dez extras.
A versão de luxo ainda terá uma cópia em vinil, um DVD com documentário de meia hora sobre o álbum e um livro de fotos da banda na época.
Revirando as gravações de "Exile on Main Street" (1972), um dos mais célebres álbuns dos Rolling Stones, Mick Jagger encontrou dez músicas inéditas da época.
Depois de 40 anos no arquivo, a nova "Plundered My Soul" saiu em série numerada de mil compactos em vinil de sete polegadas, no sábado, nos Estados Unidos.
"Dez minutos depois de abrir as 20 unidades que recebemos estavam esgotadas", disse Dino Key, vendedor da Bleecker Street Records, loja no Greewich Village, em Nova York.
O vinil foi lançado no "Record Store Day", evento que as lojas de discos dos EUA criaram para dar um reforço nas vendas em decadência.
As outras nove músicas inéditas saem do baú em 18 de maio, no lançamento de uma reedição de "Exile on Main Street", com as faixas originais e as dez extras.
A versão de luxo ainda terá uma cópia em vinil, um DVD com documentário de meia hora sobre o álbum e um livro de fotos da banda na época.
JT - Curiosa mistura de estilos do Rivotrill
Jornal da Tarde
Eluízo Junior (flauta, sax e teclados), Rafael Duarte (baixo) e Lucas dos Prazeres (percussão) formam o Rivotrill, que mistura estilos como o jazz e o rock progressivo. Hoje, 19h. Sesc Consolação. Dr. Vila Nova, 245. 3234-3000. Grátis.
Eluízo Junior (flauta, sax e teclados), Rafael Duarte (baixo) e Lucas dos Prazeres (percussão) formam o Rivotrill, que mistura estilos como o jazz e o rock progressivo. Hoje, 19h. Sesc Consolação. Dr. Vila Nova, 245. 3234-3000. Grátis.
JT - Banda Mantiqueira toca no Tom Jazz
Jornal da Tarde
A Banda Mantiqueira, que já acompanhou a Osesp em turnê, mostra repertório instrumental brasileiro e latino. Hoje, às 22h. Tom Jazz.
Avenida Angélica, 2.331. 3255-0084. Couvert a R$ 40. 18 anos.
A Banda Mantiqueira, que já acompanhou a Osesp em turnê, mostra repertório instrumental brasileiro e latino. Hoje, às 22h. Tom Jazz.
Avenida Angélica, 2.331. 3255-0084. Couvert a R$ 40. 18 anos.
JT - Virgínia Rosa
Jornal da Tarde
A cantora Virgínia Rosa exibe o repertório do disco ‘Baita Negão’, nome igual a um dos apelidos do compositor, cantor, ator e artista plástico Monsueto (1924-1973), autor de sambas como ‘Mora na Filosofia’ e ‘Me Deixa em Paz’. Hoje, às 19h. Sesc Carmo. Rua do Carmo, 147. 3111-7000. Entradas a R$ 16. 16 anos.
A cantora Virgínia Rosa exibe o repertório do disco ‘Baita Negão’, nome igual a um dos apelidos do compositor, cantor, ator e artista plástico Monsueto (1924-1973), autor de sambas como ‘Mora na Filosofia’ e ‘Me Deixa em Paz’. Hoje, às 19h. Sesc Carmo. Rua do Carmo, 147. 3111-7000. Entradas a R$ 16. 16 anos.
JT - Sertanejo à moda antiga
Jornal da Tarde
Irmão de Hudson, Edson lança 1º disco solo, com mais canções sertanejas e menos sons eletrônicos
Edson e Hudson, que estouraram nas rádios brasileiras com a canção Azul, já não estão mais juntos desde janeiro deste ano. Eles formaram dupla por 28 anos e lançaram 11 CDs e três DVDs, mas decidiram se separar por estarem caminhando em direções opostas. Hudson é fã de rock e gosta de tocar guitarra, enquanto seu irmão não consegue deixar de lado suas raízes sertanejas e continua preferindo a boa e velha moda de viola.
Três meses depois dessa espécie de divórcio musical, Edson lança seu primeiro trabalho solo, o disco sertanejo Edson e Você. Para compensar a ausência do irmão, o cantor contou com a participação especial de Pelé (sim, o jogador de futebol), Zezé Di Camargo, Carlinhos (o Mendigo) e do próprio pai, Jerônimo Silva, conhecido como Beijinho. “Tive a liberdade de fazer o disco como quis. Um dos motivos da separação foi justamente essa diferença musical”, diz Edson. “De uns tempos pra cá, Hudson queria colocar cada vez mais guitarras. Isso estava nos afastando do sertanejo”, destaca.
Com 14 faixas, o álbum mantém a mesma essência dos trabalhos anteriores da dupla, mesclando canções românticas com outras repletas de letras bem-humoradas e de duplo sentido. A primeira música composta nesta nova fase, segundo Edson, foi Quem Canta Não Para. “É uma resposta para os fãs. Continuo na estrada”, ele diz. A canção tem a participação especial de Zezé Di Camargo. “Não era para ter a participação de ninguém nesse disco. Mas fui percebendo que cada música pedia uma colaboração especial. E essa era a cara do Zezé”, explica.
Outra parceria que deu certo foi a de Edson com seu pai, o Beijinho. “Corre sangue sertanejo nas veias dele”, diz o músico. O pai canta a canção composta por ele mesmo, Viola, Minha Viola, com uma pegada caipira digna do melhor sertanejo.
As outras duas participações, no entanto, são sofríveis. No caso de Pelé, ele canta Sou Brasileiro, de composição de Edson. Como a letra fala do povo brasileiro, o sertanejo pensou em convidar o ex-jogador. “Mas achei que ele nunca fosse aceitar. Num dia, ele me ligou e disse: ‘Aqui é o Edson, seu xará, entende?’. Achei que fosse trote.” Depois de conversarem, Pelé aceitou participar. A qualidade da música é inversamente proporcional ao talento que o melhor jogador de todos os tempos exibia nos gramados. Lá no meio da canção, Pelé dá o recado: “Vamos dar educação para nossas crianças”, uma frase dita totalmente fora do contexto da música.
A outra parceria é com Carlinhos, o Mendigo, do programa Show do Tom, de Tom Cavalcante, na Record. Eles cantam a música Aaaah, Taaah. “Fiz essa canção na entrada de uma boate. Estava com o Carlinhos e fizemos uma aposta que ele não conseguiria ficar com uma gata da fila. E ele respondeu ‘aaah taaah’ e a música surgiu”. Para os fãs, o disco certamente será um prato cheio e funcionará como uma continuação do trabalho dos irmãos. Em algumas canções, as guitarras continuam presentes, como eram com Hudson. Mas, agora, do jeito que Edson quer.
LANÇAMENTO
Neste primeiro disco solo após o fim da dupla com Hudson, Edson mostra que segue o mesmo caminho trilhado até agora, o do sertanejo com tempero romântico.
‘Edson e Você’
Edson
EMI
Preço: R$ 19,90
Irmão de Hudson, Edson lança 1º disco solo, com mais canções sertanejas e menos sons eletrônicos
Edson e Hudson, que estouraram nas rádios brasileiras com a canção Azul, já não estão mais juntos desde janeiro deste ano. Eles formaram dupla por 28 anos e lançaram 11 CDs e três DVDs, mas decidiram se separar por estarem caminhando em direções opostas. Hudson é fã de rock e gosta de tocar guitarra, enquanto seu irmão não consegue deixar de lado suas raízes sertanejas e continua preferindo a boa e velha moda de viola.
Três meses depois dessa espécie de divórcio musical, Edson lança seu primeiro trabalho solo, o disco sertanejo Edson e Você. Para compensar a ausência do irmão, o cantor contou com a participação especial de Pelé (sim, o jogador de futebol), Zezé Di Camargo, Carlinhos (o Mendigo) e do próprio pai, Jerônimo Silva, conhecido como Beijinho. “Tive a liberdade de fazer o disco como quis. Um dos motivos da separação foi justamente essa diferença musical”, diz Edson. “De uns tempos pra cá, Hudson queria colocar cada vez mais guitarras. Isso estava nos afastando do sertanejo”, destaca.
Com 14 faixas, o álbum mantém a mesma essência dos trabalhos anteriores da dupla, mesclando canções românticas com outras repletas de letras bem-humoradas e de duplo sentido. A primeira música composta nesta nova fase, segundo Edson, foi Quem Canta Não Para. “É uma resposta para os fãs. Continuo na estrada”, ele diz. A canção tem a participação especial de Zezé Di Camargo. “Não era para ter a participação de ninguém nesse disco. Mas fui percebendo que cada música pedia uma colaboração especial. E essa era a cara do Zezé”, explica.
Outra parceria que deu certo foi a de Edson com seu pai, o Beijinho. “Corre sangue sertanejo nas veias dele”, diz o músico. O pai canta a canção composta por ele mesmo, Viola, Minha Viola, com uma pegada caipira digna do melhor sertanejo.
As outras duas participações, no entanto, são sofríveis. No caso de Pelé, ele canta Sou Brasileiro, de composição de Edson. Como a letra fala do povo brasileiro, o sertanejo pensou em convidar o ex-jogador. “Mas achei que ele nunca fosse aceitar. Num dia, ele me ligou e disse: ‘Aqui é o Edson, seu xará, entende?’. Achei que fosse trote.” Depois de conversarem, Pelé aceitou participar. A qualidade da música é inversamente proporcional ao talento que o melhor jogador de todos os tempos exibia nos gramados. Lá no meio da canção, Pelé dá o recado: “Vamos dar educação para nossas crianças”, uma frase dita totalmente fora do contexto da música.
A outra parceria é com Carlinhos, o Mendigo, do programa Show do Tom, de Tom Cavalcante, na Record. Eles cantam a música Aaaah, Taaah. “Fiz essa canção na entrada de uma boate. Estava com o Carlinhos e fizemos uma aposta que ele não conseguiria ficar com uma gata da fila. E ele respondeu ‘aaah taaah’ e a música surgiu”. Para os fãs, o disco certamente será um prato cheio e funcionará como uma continuação do trabalho dos irmãos. Em algumas canções, as guitarras continuam presentes, como eram com Hudson. Mas, agora, do jeito que Edson quer.
LANÇAMENTO
Neste primeiro disco solo após o fim da dupla com Hudson, Edson mostra que segue o mesmo caminho trilhado até agora, o do sertanejo com tempero romântico.
‘Edson e Você’
Edson
EMI
Preço: R$ 19,90
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