sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 29/10/2010.

Estado de São Paulo

"Hebe Camargo grava 1º DVD em show com convidados".

Folha de São Paulo

"Ronnie Wood sai da sombra dos Rolling Stones em seu sétimo CD solo".

Jornal do Brasil

"Em turnê pela Europa, Seu Jorge empolga fãs portugueses".

Estadão - Hebe Camargo grava 1º DVD em show com convidados

AE - Agência Estado

O palco não era o do SBT e nem era segunda-feira. Mas a noite era toda de Hebe Camargo, 81 anos. Anteontem, a apresentadora fez do Credicard Hall, em São Paulo, um tradicional Programa Hebe, que ela comanda na emissora de Silvio Santos. Só que, nesse caso, bem mais carregado de emoção. Deslumbrante num vestido vermelho de paetês, Hebe lascou um beijão em Leonardo, fez piada com Bruno & Marrone, sentou no colo da amiga Xuxa Meneghel, acomodada em sua primeira fila, e até improvisou uma coreografia com Gilberto Gil, ao som de "Esperando na Janela" - o músico deixou Nova York especialmente para prestigiar a amiga na gravação do seu primeiro DVD. A festa foi completa, só faltou o seu querido Roberto Carlos, que não pôde comparecer.
Há um mês, Hebe achava que o projeto poderia ser audacioso demais, que a casa de show não iria lotar. "Morro de medo de não ter público", ela disse, em setembro. Não por acaso, ao subir ao palco surpreendeu-se. Todos os 7.500 lugares do Credicard Hall estavam ocupados. E a plateia, claro, foi de estrelas: Xuxa Meneghel, Sérgio Reis, Daniel, Maria Rita, Alcione, Gilberto Gil, Zezé di Camargo & Luciano, Fábio Jr., entre tantos outros. Entre amigos, Hebe deu início à festa. Com a voz ainda um pouco tímida, soltou o primeiro verso: "Viver e não ter a vergonha de ser feliz". O vozeirão da amiga "Marrom", Alcione, engrossou o coro de "O Que É, O Que É". Hebe não escondeu a emoção. "Não dá para explicar essa penca de gente comigo. Ter um coração só é injustiça. Este momento será inesquecível", ela disse.
Assim como no programa, cada convidado ao palco recebia uma palavra de carinho da anfitriã. Maria Rita, que se apresentou logo depois de Ivan Lins, ficou com os olhos marejados. "Gente, conheci essa menina na barriga da mãe", diz Hebe. Até aí tudo bem. O que Maria Rita não esperava era ver a mãe em um vídeo ao fundo: "A meiguice da Maria Rita devolveu uma ''negrice'' que eu tinha perdido", diz Elis Regina, num vídeo em preto e branco. "Vai, aproveita. A festa é sua", sugere Maria Rita a Hebe. Ela escuta o conselho.
Brinca com Bruno & Marrone, dança abraçada a Daniel Boaventura, no embalo de "La Noche Que Me Quieras" e, num desfile pela plateia, agradece a presença dos amigos. Especialmente de Xuxa, que, antes de Hebe dar início ao show, a acalmou. "Eu estava morrendo de medo antes de tudo começar", contou Hebe. "Daí, eu falei pra ela: ''Se você esquecer alguma coisa, sorria, porque seu sorriso já vale a pena para a gente", sugeriu Xuxa à anfitriã.
A voz da apresentadora só voltou a ficar embargada com a chegada da canção "Você Não Sabe". Com a voz de Roberto Carlos ao fundo e fotos do cantor refletidas num telão, Hebe não se conteve e chorou. "Agora quem vem enxugar minhas lágrimas?", perguntou. O filho Marcelo subiu ao palco. Hebe voltou a falar de Roberto Carlos. "Esse homem é demais. Ele acha que desisti dele, mas eu não desisto, nunca. Obrigada, Roberto", disse. Aos 81 anos, depois de 2 horas de show e com a história de vida que tem - este ano, ela superou um câncer -, a escolha da música final não poderia ser melhor: "É preciso Saber Viver". As informações são do Jornal da Tarde.

Folha - Ronnie Wood sai da sombra dos Rolling Stones em seu sétimo CD solo

EDITOR-ASSISTENTE DA SÃO PAULO

Ronnie Wood é um roqueiro das antigas. Tem 63 anos, os últimos 35 com os Rolling Stones. Depois de um tempo em que mais apareceu nas revistas de fofocas com namoradas décadas mais novas do que tocando suas guitarras, ele está de volta com um disco roqueiro... das antigas.
"I Feel Like Playing", seu sétimo solo de estúdio, traz riffs acelerados, tão rasgados quanto a voz esganiçada do ótimo guitarrista e cantor razoável, e convidados especiais da pesada, como Slash (ex-Guns N' Roses) e Flea (Red Hot Chili Peppers).
O álbum serve para mostrar como a passagem do Faces para os Stones, em 1975, sepultou o talento de Wood. Quando Rod Stewart, seu parceiro desde os anos 1960 no Jeff Beck Group, trocou o Faces por sua milionária carreira solo, ele se sentiu perdido e aceitou rapidinho o convite do chapa Keith Richards.
Ser Stone era um sonho, mas o monopólio das composições de Jagger e Richards inibiu Wood, que se limitou a tocar e encher a cara (e o bolso). Jeff Beck, ferino, disse que "Ronnie pegou o melhor emprego do mundo, mas vendeu a alma ao diabo".
Faz sentido. Seu disco solo mais interessante ainda é o primeiro, "I Got My Own Álbum to Do" (1974), antes de virar Stone. O mais recente, "Not for Beginners", de 2002, derrapou no repertório fraco. "I Feel Like Playing" resgata Wood para a nova geração.
Ali tem blues, soul, baladinha, até um pouco de reggae, mas é, na essência, um disco de rock sujo, de banda de boteco. Suas 12 faixas formam uma declaração de fidelidade à estrada do rock.

I FEEL LIKE PLAYING
ARTISTA Ronnie Wood
LANÇAMENTO ST2
QUANTO R$ 26, em média
AVALIAÇÃO bom

JB - Em turnê pela Europa, Seu Jorge empolga fãs portugueses

Portal Terra

PORTO - Divulgando seu trabalho Seu Jorge & Almaz, o brasileiro Seu Jorge se apresentou na noite dessa quinta-feira no Coliseu do Porto, em Portugal, em parte de sua turnê pela Europa.
De lá, o compositor parte para um show em Lisboa e depois segue com a excursão na Espanha, França, Suíça e Turquia. O retorno de Seu Jorge ao Brasil será marcado por uma apresentação no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte, no dia 28 de novembro.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 28/10/2010

Folha de São Paulo

"Confira os destaques da agenda cultural desta quinta".

Jornal do Brasil

"Madonna irá lançar filial de sua academia no Rio de Janeiro".

Folha - Confira os destaques da agenda cultural desta quinta

DE SÃO PAULO

Hoje, às 20h, tem show do cantor e compositor Renato Godá no Sesc Pinheiros. Com forte influência da música francesa, suas canções remetem a trilhas sonoras, com características do jazz e do folk. A entrada é gratuita.

Renato Godá
Onde: Sesc Pinheiros - r. Paes Leme, 195, Pinheiros, região oeste, São Paulo, tel.: 0/xx/11/3095-9400
Quando: Qui., às 20h
Quanto: grátis

Às 21h, Thiago Pethit sobe ao palco do Sesc Santana. Ele interpreta canções de seu álbum de estréia, "Berlim, Texas", composto por 11 músicas autorais. A entrada para o show custa R$ 8.

Thiago Pethit
Onde: Sesc Santana - av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana, região norte, São Paulo, tel.: 0/xx/11/2971-8700
Quando: Qui., às 21h
Quanto: R$ 8

Ambas as programações estão entre os destaques da agenda cultural do site Catraca Livre.

JB - Madonna irá lançar filial de sua academia no Rio de Janeiro

Jornal do Brasil

A popstar Madonna vai lançar uma nova filial da sua rede de academias no Rio de Janeiro. A cantora irá inaugurar no dia 29 de novembro, em Las Lomas, no México, a primeira Hard Candy Fitness. Em parceria com Guy Oseary, empresário da cantora, os empreendimentos estarão presentes em mais de dez países. Brasil, México, Rússia e Argentina já estão escolhidos, e a cantora ainda avalia locais na Europa e Ásia.
Os centros terão cerca de 30 mil m² e serão totalmente personalizados. O objetivo da união é proporcionar entretenimento, moda e exercícios em um único ambiente. A parceria com a New Evolution Ventures (NEV) foi fechada por Madonna conhecer bem o ambiente de uma academia.
Cantora inaugura primeira academia no México“Nosso objetivo é criar um ambiente inspirado pela visão de Madonna e com os elevados padrões que uma academia ideal exige. A Hard Candy Fitness será um reflexo da Madonna e terá sua marca em todos os detalhes, incluindo música, luz e outras sugestões”, afirmou Mark Mastrov, presidente da NEV.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 27/10/2010

Folha de São Paulo

"Cantor Roberto Carlos lança incorporadora em parceria com empresário".

"Tribunal nega ao pai de Michael Jackson acesso à herança do filho".

Jornal do Brasil

"Erasmo Carlos empolga público na festa de 4 anos da Rolling Stone".

Folha - Cantor Roberto Carlos lança incorporadora em parceria com empresário

DE SÃO PAULO

O cantor Roberto Carlos está entrando no mercado imobiliário.
Em parceria com seu empresário, Dody Sirena, e com Ubirajara Guimarães, ele criou a empresa Emoções Incorporadora.
"O Roberto vai se envolver diretamente com tudo. Ele quer que os imóveis tenham os valores dele, ou seja, o que ele acredita ser qualidade de vida", afirma Dody.
A empresa trabalhará na área residencial e comercial em todo o Brasil.
O Primeiro empreendimento será um condomínio de casas a ser lançado em dezembro, em São Paulo.
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quarta-feira (27). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

Folha - Tribunal nega ao pai de Michael Jackson acesso à herança do filho

DA EFE

A Corte de Apelações da Califórnia rejeitou nesta terça-feira a tentativa do pai de Michael Jackson, Joe Jackson, de questionar a gestão da herança do filho, controlada por um fundo fiduciário.
A decisão pôs fim à luta legal do patriarca dos Jackson de administrar a fortuna do filho, que o deixou de fora de seu testamento datado de 2002.
O Tribunal de Apelações coincidiu com o veredicto de outra corte californiana que, em novembro de 2009, já tinha desprezado as pretensões de Joe Jackson.
Pouco depois da morte do cantor, em 25 de junho de 2009, Joe Jackson recorreu à Justiça para tentar ganhar voz sobre o patrimônio do filho, quem preferiu delegar a gestão de seus bens ao advogado John Branca e ao produtor fonográfico John McClain.
O testamento de Michael Jackson citou como únicos herdeiros sua mãe, Katherine Jackson, e seus três filhos, Prince Michael, Paris e 'Blanket'.
Michael Jackson morreu de intoxicação aguda de anestésicos, remédios prescritos por aquele que foi seu médico pessoal, Conrad Murray -- acusado de homicídio culposo pela morte do cantor.

JB - Erasmo Carlos empolga público na festa de 4 anos da Rolling Stone

Portal Terra

SÃO PAULO - Na Estrada do Rock, a festa de quatro anos da revista Rolling Stone Brasil, na Lapa, em São Paulo. Uma festa temática - com motos customizadas e carros antigos, integrantes-cover do Kiss circulando pelos ambientes e artistas em sessões de live-painting -, que tinha como atração principal a apresentação da cantora Rita Lee.
Uma garoa fina caía na área de céu aberto do recinto da festa. Sequer conseguiu desarrumar o penteado das mulheres, bem arrumadas e aprumadas para a ocasião - um verdadeiro desfile de moda e de beldades. Mas suficiente para abençoar a celebração, na qual Rita Lee não poderia comparecer.
Entre os convidados, artistas como os atores Adriana Birolli, Marisa Orth, Paloma Bernardi, Marjorie Estiano e Leonardo Miggiorin. A música, claro, também se fez representar, com a cantora Wanessa, Leilah Moreno, Supla, Paulo (do Sepultura), Japinha (do CPM22) e Leo Maia (filho do saudoso Tim). Isso para citar alguns.
Na pista de dança, todos no embalo de uma miscelânea de tipos e ritmos. De Ice Ice Baby (a pegajosa canção de Vanilla Ice que completa 20 anos em 2010) a Sampa, aquela do cruzamento da São João com a Ipiranga, de Caetano. Todos à espera do show principal da noite.
Artistas e demais convidados dançavam juntos, sob um piso - já por volta da uma hora da madrugada - um tanto quanto grudento, por conta das cervejas e destilados respingados. A maioria mal sabia que Rita Lee não viria. Mas, em seu lugar, outro subiria ao palco. Aliás, atrás do palco já estava.
Erasmo Carlos. O tremendão chegou pouco antes da 1h e foi cercado por jornalistas, que com ele falaram rapidamente antes do show. Ele vestia a camisa número 1, preta, da Seleção Brasileira de futebol e com ela veio a se apresentar.
Faltando 15 minutos para as 2h, no telão aparece um vídeo com uma mensagem de Rita Lee. Ela passou por duas cirurgias e se recupera. Disse que viveu o inferno, sofreu, mas está bem. Que não iria reclamar, nem queria que os presentes reclamassem de sua ausência, porque Erasmo estava ali.
Sem maiores explicações e apresentações, ele se pôs no palco e começou seu show de 14 músicas e uma hora de duração. Como se podia esperar, colocou os clássicos para fora. Negro Gato, Gatinha Manhosa, Minha Fama de Mau, É Proibido Fumar e, para fechar, Festa de Arromba.
Enquanto a banda ainda tocava, mais uma mensagem e os convidados puderam ouvir: "Votem certo no domingo", disse o cantor pedindo consciência nas eleições em segundo turno, complementando na sequência: "Cada um tem seu certo". E com um "Até sempre!" e a mão se movimentando por debaixo da jaqueta, no lado esquerdo do peito, se despediu da plateia.
A festa ainda continuou com outras atrações, mas os parabéns à revista já estavam dados e selados. A essa hora, porém, não mais com a garoa fina tradicional da capital paulista.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 26/10/2010

Estado de São Paulo

"Morre em Londres o cantor jamaicano Gregory Isaacs".

"Meninos Cantores encerram temporada do Mozarteum".

Jornal do Brasil

"Mariah Carey está grávida de 4 meses e espera um menino, diz site".

Estadão - Morre em Londres o cantor jamaicano Gregory Isaacs

AE - Agência Estado


Uma das mais suaves e melancólicas vozes do reggae morreu anteontem aos 59 anos em Londres, o cantor jamaicano Gregory Isaacs. O músico sofria de câncer no pulmão e morreu em sua casa em Londres, informou à BBC sua viúva, Linda. "Gregory foi muito amado por todos, seus fãs e sua família, e ele trabalhou duro para se certificar que sua música chegaria àqueles que ele amava e apreciava", disse sua mulher.
Em canções como "Night Nurse", "My Only Lover" e "Number One", dos anos 1980, que injetaram uma dose de existencialismo doce na indústria festiva do reggae, Isaacs se sobressaiu como um novo parâmetro de elegância no gênero, o que lhe valeu o apelido de Mr. Cool Ruler. Influenciou muita gente, especialmente expoentes da nova surf music, como Jack Johnson. O reggaeman chegou ao show biz em 1982, quando lançou o álbum "Night Nurse", gravado nos estúdios de Bob Marley na Jamaica, o Tuff Gong. O disco alcançou o topo das paradas na Grã-Bretanha, para onde ele se mudaria - uma versão da música gravada por Sly and Robbie com o Simply Red ajudaria a espalhar seu nome.
Rastafari como seus irmãos, ele disse, em depoimento ao documentário "Land of Look Behind", de 1982: "Rastafari é parte do meu negócio porque sem o rasta não haveria negócio. O rasta não é algo que você vai lá e se junta a ele. Não, é o próprio Jah que vai e toma você, foi ele quem me disse: Gregory, agora você vai me servir".
Gregory Anthony Isaacs nasceu em 15 de julho de 1951, em Fletchers Land, Kingston, Jamaica. "Ele foi um grande artista do reggae e também dono dos mais bem cortados ternos dos palcos globais", disse o cantor Suggs, que o homenageou durante a cerimônia dos Q Awards em Londres. Isaacs esteve no Brasil em 1999, no Via Funchal, numa edição nacional do Reggae Sunsplash Festival. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão - Meninos Cantores encerram temporada do Mozarteum

AE - Agência Estado

Foi em 1781 que um grupo de músicos de Leipzig subiu pela primeira vez ao palco após formar uma sociedade dedicada a realizar uma programação consistente de concertos, na qual Bach era um dos pilares do repertório. Isso significa mais de duzentos anos dedicados à interpretação de sua música - e dezenas de gerações que tem passado adiante os estudos e técnicas ligados ao compositor, de quem, hoje e amanhã, na Sala São Paulo, eles interpretam a Missa em Si Menor. Os concertos marcam o encerramento da temporada 2010 do Mozarteum Brasileiro.
A Orquestra Bach da Gewandhaus de Leipzig é herdeira direta dessa tradição que, neste caso em especial, é fundamental. Afinal, não se trata apenas dos anos dedicados ao compositor. A própria história do conjunto está ligada ao caminho histórico que a música de Bach (1685-1750) percorreu ao longo dos séculos 18 e 19 - afinal, se hoje é tida como patrimônio indiscutível da humanidade, vale lembrar que nem sempre foi assim. A fama experimentada por Bach durante a vida logo deu espaço a certo ostracismo, talvez provocado por mudanças no gosto musical, na passagem do século 18 para o 19. Até que o compositor Feliz Mendelssohn iniciou em Leipzig um movimento de resgate de sua produção, promovendo concertos públicos editando muitas de suas partituras - processo do qual a orquestra do Gewandhaus fez parte e, até hoje, participa, com gravações que estão entre as principais deste repertório.
Atualmente dirigida pelo maestro Georg Christoph Biller, a orquestra vem a São Paulo acompanhada de um time de solistas - Gabriele Hierdeis (soprano), Britta Schwarz (contralto), Hans Joerg Mammel (tenor) e Markus Flaig (baixo). São cantores especializados na interpretação do repertório barroco, no espírito do movimento da música historicamente informada, que busca recuperar o estilo e as práticas de execução da época em que as obras foram compostas. Ao lado deles, os meninos cantores de St. Thomas - com 800 anos, o coro é a instituição mais antiga da cidade e uma das mais tradicionais e aclamadas da Alemanha.
Síntese - A Missa em Si Menor foi terminada em 1749 e é uma das últimas obras do compositor, que morreria cerca de um ano depois. Pesquisas revelaram porém que os primeiros trabalhos de Bach com o tema datam do início da década de 1730. Por conta disso, para alguns musicólogos, a Missa é uma espécie de síntese de seu trabalho, contendo elementos de toda contribuição técnica e estilística dada pelo compositor, em especial a riqueza de sua escrita para a voz. Não por acaso, relatos dão conta de tentativas por parte de autores como Beethoven e Haydn de conseguir cópias da partitura. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Meninos Cantores de St. Thomas - Sala São Paulo (Pça. Júlio Prestes, 16, Centro). Tel. (011) 3223-3966. Hoje e amanhã, 21h. R$ 90/R$ 250.

JB - Mariah Carey está grávida de 4 meses e espera um menino, diz site

Portal Terra

NOVA YORK - De acordo com o site Holly Baby, a cantora Mariah Carey está prestes a fazer o anúncio de sua gravidez. Uma fonte declarou que ela e Nick Cannon guardam o segredo há quatro meses e que o bebê é um menino.
O site diz que a cantora pop não se pronunciou antes sobre o assunto por ter 40 anos de idade, o que possibilita maiores complicações na gravidez, mas pretende fazer o anúncio no dia 2 de novembro, data oficial do lançamento de seu novo álbum Merry Christmas II You. Segundo a fonte, ela pode contar a novidade no sofá de Oprah Winfrey.
Além de falar sobre a gravidez, a fonte disse que o ganho de peso da cantora neste ano é decorrente do consumo de remédios para aumentar sua fertilidade.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 25/10/2010

Jornal da Tarde

"Redescobrindo o Legião Urbana".

Jornal do Brasil

"Black Eyed Peas faz a Apoteose tremer no Rio de Janeiro".

JT - Redescobrindo o Legião Urbana

Jornal da Tarde

“Esse material coloca o Legião Urbana no seu devido lugar”, diz Dado Villa-Lobos, ex-guitarrista do grupo de Brasília, sobre uma nova edição de toda a discografia de estúdio da banda, em CD e vinil, inclusive os dois últimos A Tempestade (1996) e Uma Outra Estação (1997), que não foram lançados em LP. Soa como se a banda estivesse esquecida no ostracismo desde o seu fim, em 1996, após a morte de Renato Russo. Muito pelo contrário. O fenômeno é outro. E a legião nunca chegou ao fim.
Os números comprovam isso. Ano passado, somando todos os discos da banda, entre coletâneas e gravações ao vivo, e o trabalho solo do Trovador, como Renato Russo era conhecido, foram vendidas 250 mil unidades. Desde o primeiro disco, Legião Urbana (1985), os números são mais expressivos: 14 milhões de cópias vendidas de toda a obra. Os números são da gravadora EMI.
Trata-se de uma adoração que nem o próprio Dado consegue explicar. “Conseguimos realizar nossos sonhos de garotos. Conseguimos produzir uma música que é relevante até hoje. É incrível estar inserido nesse coletivo cultural brasileiro. Fazemos parte de tudo isso”, completa o músico.
E para comemorar os 25 anos do lançamento do primeiro disco, a gravadora e os dois ex-membros da banda, Dado e Marcelo Bonfá prepararam uma edição definitiva com todos os oito os álbuns de estúdio da banda, em três formatos: uma caixa com oito discos, em vinil de 180 gramas e com os CDs vendidos separadamente. Todo o áudio, já remasterizado em Abbey Road, o mundialmente famoso estúdio dos Beatles, em 1995, foi novamente tratado. Além de capas e encartes originais, cada item possui um material extra caprichado, com fotos e textos de bastidores produzidos pela jornalista Christina Fuscaldo através de depoimentos de todos os músicos envolvidos na gravação dos oito discos, num processo que, desde sua concepção, levou um ano e meio para ser finalizado.
“Eles (gravadora) não fizeram nada sem a gente. Tudo deveria ter a nossa autorização primeiro. De todo o material fotográfico aos textos dos bastidores”, explica Dado. A ideia de incluir os bastidores é mostrar todo o contexto pelo qual cada álbum foi concebido. Um projeto que segue na contramão da atual estratégia das gravadoras, de investir em mídias digitais. “Isso não poderia ser mais acertado. É uma contramão total. Assim mantemos os nossos ideais e conceitos. Sempre fomos assim”, comenta o guitarrista.
Toda essa edição luxuosa teve um investimento de R$ 300 mil. E os valores dos produtos nas lojas não são módicos. Um disco sai por R$ 29,90; já os vinis vão de R$ 120 a R$ 190 (veja abaixo).
De Brasília ao estrelato
“São 12 anos (do primeiro disco ao último, já sem Renato Russo) que vivemos juntos fazendo esses oito discos. Os momentos de estúdio foram únicos. Cada um tinha um momento especial”, recorda Dado. “É um filme que passa na cabeça. Um grande flashback. Dos garotos que saíram de Brasília e foram para o Rio de Janeiro. Hoje, com 45 anos, tenho muito orgulho”. O processo de redescoberta o fez recordar dos detalhes do passado. E ouvir novamente uma obra cultuada que ele ajudou a criar. Isso porque ele mesmo não tem o costume de ouvir seus próprios álbuns. Prefere ser pego de surpresa. “Só escuto nas rádios, quando sou pego de surpresa. É bom voltar a ouvir a voz de Renato”, diz, saudoso.
A discografia dos rapazes de Brasília tem altos e baixos, mas consegue se manter acima da média até hoje. Dois (1986) e As Quatro Estações (1989), segundo e quarto discos, respectivamente, mostram um Renato Russo inspirado e uma banda vigorosa para acompanhá-lo. Já os dois últimos, A Tempestade (1996) e Uma Outra Estação (1997) mostram um vocalista já desiludido e arrasado pela doença – ele morreu em 11 de outubro de 1996, em consequência das complicações causadas pela Aids. Ouvir Legião, hoje, é uma forma de revisitar momentos importantes da história brasileira. Da Ditadura ao governo Collor. Do punk-rock contestador a uma MPB ácida. Tudo com o lirismo único de Renato Russo.

JB - Black Eyed Peas faz a Apoteose tremer no Rio de Janeiro

Jornal do Brasil

A turnê brasileira da banda americana Black Eyed Peas chegou à Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro. Na noite deste domingo, 25, o tradicional palco do samba abriu espaço para o hip hop e animou quase 30 mil pessoas. O grupo de Will.I.Am, Apl.de.ap, Taboo e Fergie permaneceu por cerca de duas horas no palco, com sucessos como I Got a Feeling, Pump It e Boom Boom Pow.
A megaprodução do show contou com telões de alta definição espalhados por toda a extensão do palco, raios laser cruzando o placo, e um cenário high-tech. O cantor Tony Garrido foi responsável por abrir o evento, às 19h, permanecendo no palco por 40 minutos. O ex-vocalista da banda Cidade Negra apresentou sucessos como Sábado à noite, Onde você mora? e Girassol.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 22/10/2010

Jornal da Tarde

"Festival de sertanejo para todos os gostos".

Jornal do Brasil

"Primeira turnê da Companhia Brasileira de Ópera chega a São Paulo".

JT - Festival de sertanejo para todos os gostos

Jornal do Brasil

Foi preciso um investimento de R$ 3 milhões para fazer dois dias de festa, com 16 horas de música e 17 atrações. Tudo isso reunido num espaço de 19 mil metros quadrados e para um público de aproximadamente 20 mil pessoas por dia.
Por esses números, um leitor desavisado pode pensar que estamos falando de mais um desses festivais de rock que acontecem periodicamente em São Paulo. Nada disso. Trata-se do Sertanejo Pop Festival, o primeiro evento desse tipo na capital paulista, dedicado apenas à música sertaneja.
O festival será realizado neste sábado, 23, e domingo, 24, na Chácara do Jockey, que já abrigou shows de Radiohead e Sting. É praticamente uma versão caipira do SWU, que agitou Itu recentemente. Mas não adianta nada fazer um evento desse porte se as atrações não forem boas. E elas são. Pelo menos para os fãs do sertanejo.
Luan Santana, Fernando & Sorocaba, Maria Cecília & Rodolfo, João Neto & Frederico, João Bosco & Vinícius e Hugo Pena & Gabriel, todos com músicas estouradas nas rádios. Isso, sem mencionar Chitãozinho & Xororó, dupla com mais de 40 anos de carreira e considerada a criadora do sertanejo pop, que é o estilo de música que esses jovens talentos do gênero têm feito.
“Está na cara que o sertanejo é um sucesso. Demorou para os grandes empresários do ramo de eventos perceberem. Mas nunca é tarde”, diz Xororó, que vê nesse festival uma forma de ocupar um espaço antes preenchido pelo rock.
“A galera que curte a música sertaneja poderá assistir a todos os shows num único final de semana”, diz Luan Santana, uma das grandes atrações e que recebeu R$ 300 mil para fazer um show em Barretos, em agosto deste ano. Para esse festival, ele deve receber o mesmo valor.
Por trás desse evento, está a gravadora Som Livre e as produtoras Maior e Mondo Entretenimento. Foi a Mondo que organizou, na última quarta-feira, o show da banda de punk-rock Green Day. Ou seja, eles sabem como fazer um evento grande. Muitos dos artistas do festival são contratados da Som Livre, que, nos últimos 12 meses, vendeu mais de 500 mil cópias de discos sertanejos.

Público seleto

Luiz Gustavo Alves Pereira, diretor de operações da Mondo, conta que festivais desse tipo já acontecem em outros lugares do Brasil, como Goiás e Paraná. Mas que é a primeira vez em São Paulo. Ele destaca que eventos assim são diferentes, por exemplo, da Festa de Barretos, já que lá é mais focado nos rodeios. “Queremos fazer um festival assim por ano”, diz Pereira. E o público do evento deve ser seleto, já que os ingressos não sairão baratos: de R$120 a R$500.
Para Maria Cecília, que faz dupla com Rodolfo, o festival será uma oportunidade de estar com os amigos do mesmo estilo. “E, claro, mostrar nosso show a um grande público”, diz ela, que já se apresentou para mais de 100 mil pessoas, em Campo Grande.
Aliás, quase todas as duplas já tocaram para plateias maiores do que os 20 mil esperados para cada dia do evento. João Neto & Frederico e Hugo Pena & Gabriel também já se apresentaram para 100 mil pessoas. Experiência com grande público, portanto, não vai faltar para essa turma, que não vê a hora de estrear nessa festa do sertanejo.

Programação

Confira o que vai rolar nos dois palcos, durante os dias do festival:

SÁBADO

Palco Principal
> > 14h – Garagem do Faustão
> > 15h30 – João Neto e Frederico
> > 17h – Guilherme e Santiago
> > 18h30 – Chitãozinho e Xororó
> > 20h – Maria Cecília e Rodolfo
> > 21h30 – João Bosco e Vinícius

Palco B
> > 16h30 – Adair Cardoso
> > 18h – Hugo e Tiago
> > 19h30 – Paula Fernandes


DOMINGO

Palco Principal
> > 15h30 – Garagem do Faustão
> > 16h30 – Michel Teló
> > 18h – Hugo Pena e Gabriel
> > 19h30 – Fernando e Sorocaba
> > 21h – Luan Santana

Palco B
> > 16h – Caio Corsalete
e o Dollar Furado
> > 17h30 – Conrado e Aleksandro
> > 19h – Diego Monteiro
> > 20h30 – Rud & Robson

JB - Primeira turnê da Companhia Brasileira de Ópera chega a São Paulo

Agência IN


SÃO PAULO - A Companhia Brasileira de Ópera irá se apresentar no Teatro Alfa, em São Paulo, entre os dias 27 de outubro e 3 de novembro. A Companhia, criada e dirigida pelo maestro John Neschling, vai encenar a ópera O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, com produção de José Roberto Walker e envolvimento de mais de 70 profissionais por apresentação, entre cantores, músicos, cenógrafos, maquiadores e técnicos.
A Companhia Brasileira de Ópera, idealizada em 2009 por John Neschling, é uma ambiciosa iniciativa do maestro voltada para a popularização da música erudita e percorrerá entre os meses de junho e novembro deste ano mais de 15 cidades de todas as regiões do país.
O toque de inovação da montagem ficará a cargo de Joshua Held, que desenhará cenários e personagens capazes de interagirem com os cantores por meio de um telão. Com essa linguagem cinematográfica, a Companhia espera atrair um público novo para os concertos de música clássica.
A ópera de câmara O Barbeiro de Sevilha deverá atingir mais de 100 mil espectadores durante toda a turnê, que já passou por doze cidades, e parte das apresentações será voltada para crianças, adolescentes e comunidades de baixa renda dos municípios que sediarão as apresentações.
Confira a programação completa da turnê da Companhia Brasileira de Ópera no site www.companhiabrasileiradeopera.com.br.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 21/10/2010

Estado de São Paulo

"Ex-guitarrista do Ira!, Scandurra lança álbum solo em SP".

Folha de São Paulo

"Cinco setores já estão esgotados para segundo show de McCartney, segundo site".

Jornal da Tarde

"A volta solo de Edgard Scandurra".

Jornal do Brasil

"Vocalista banda de punk The Slits morre aos 48 anos".

"Green Day faz show de 3 horas para 20 mil em SP".

Estadão - Ex-guitarrista do Ira!, Scandurra lança álbum solo em SP

AE - Agência Estado


Depois que o Ira! chegou ao fim, em 2007, o guitarrista Edgard Scandurra ficou meio sem chão. Não só pela extinção da banda que ele havia ajudado a fundar, em 1981, mas pela forma conturbada como tudo aconteceu - e que acabou abalando sua longa amizade com o vocalista Nasi. "Fiquei oito meses um pouco perdido. Tive de reestruturar minha carreira e, nesse processo, achei que tinha de me reencontrar como rock, com a minha assinatura", diz Scandurra, que já mantinha projetos pessoais paralelamente à banda.
Foi em meio a esse turbilhão que nasceu o CD e DVD "Ao Vivo", que terá show de lançamento hoje, na Choperia do Sesc Pompeia. É seu primeiro projeto pós-Ira!, se consideramos um trabalho solo. É que o músico nunca parou: faz parte da banda que excursiona com Arnaldo Antunes na turnê do CD "Iê Iê Iê"; tem tocado com a cantora Karina Buhr nos shows da moça; e idealizou o projeto infantil Pequeno Cidadão, ao lado de Arnaldo, Taciana Barros e Antônio Pinto, que abarca CD, DVD e turnê pelo País. Ele assumiu ainda outra ocupação: a de proprietário do restaurante francês Le Petit Trou, inaugurado há 3 anos, em São Paulo, pouco antes do final do Ira!.
Para levar seu Ao Vivo adiante, o guitarrista encontrou como mote os 20 anos do início de seus projetos solos, desencadeados pelo disco "Amigos Invisíveis", de 1989. Em maio do ano passado, ele reuniu no palco do Teatro Fecap, em São Paulo, uma série de convidados - incluindo Fernanda Takai, Zélia Duncan, Jorge Du Peixe, Bárbara Eugênia e Charlie Crooijmans - e 18 músicas no repertório. Pinçou faixas de seus discos, como "Amor em B.D." (de "Amigos Invisíveis") e "Amor Incondicional" (do álbum homônimo) e também os lados B do Ira em que aparece como compositor - com exceção de "Tolices", um dos grandes sucessos da banda. Ainda na lista de participações especiais, Guilherme Arantes comparece em "Meu Mundo e Nada Mais". "São pessoas de gerações que me acompanharam ou me influenciaram. Depois do fim da banda, eu queria gente assim ao meu redor", afirma.Ao repertório revisitado, uniram-se três inéditas: "A Dança do Soldado", "Kaput" e "Não Precisa Me Amar". As informações são do Jornal da Tarde.

Edgard Scandurra - Ao Vivo. Hoje, às 21h30. Choperia do Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93, Pompeia). Tel. (011) 3871-7700. Ingressos: R$ 4 a R$ 16.

Folha - Cinco setores já estão esgotados para segundo show de McCartney, segundo site

DE SÃO PAULO

Após 1h30 do início das vendas de ingressos do segundo show de Paul McCartney em São Paulo para o público geral, cinco setores já estão esgotados, de acordo com o site Ingresso.com.
Os setores arquibancada especial vermelha, cadeira coberta azul, cadeira coberta vermelha, cadeira inferior e pista prime, de acordo com o site, já estão esgotados.
Para os setores arquibancada azul, cadeira coberta laranja e cadeira premium laranja, a opção de meia-entrada também não está mais disponível.
O ex-beatle se apresenta na cidade nos dias 21 e 22 de novembro, sendo que os ingressos para o primeiro dia já estão completamente esgotados.

JT - A volta solo de Edgard Scandurra

Jornal da Tarde

Depois que o Ira! chegou ao fim, em 2007, o guitarrista Edgard Scandurra ficou meio sem chão. Não só pela extinção da banda que ele havia ajudado a fundar, em 1981, mas pela forma conturbada como tudo aconteceu – e que acabou abalando sua longa amizade com o vocalista Nasi. “Fiquei oito meses um pouco perdido. Tive de reestruturar minha carreira e, nesse processo, achei que tinha de me reencontrar com o rock, com a minha assinatura”, diz Scandurra, que já mantinha projetos pessoais paralelamente à banda.
Foi em meio a esse turbilhão que nasceu o CD e DVD Ao Vivo, que terá show de lançamento hoje, na Choperia do Sesc Pompeia. É seu primeiro projeto pós-Ira!, se consideramos um trabalho solo. É que o músico nunca parou: faz parte da banda que excursiona com Arnaldo Antunes na turnê do CD Iê Iê Iê; tem tocado com a cantora Karina Buhr nos shows da moça; e idealizou o projeto infantil Pequeno Cidadão, ao lado de Arnaldo, Taciana Barros e Antônio Pinto, que abarca CD, DVD e turnê pelo País. Ele assumiu ainda outra ocupação: a de proprietário do restaurante francês Le Petit Trou, inaugurado há 3 anos, em São Paulo, pouco antes do final do Ira!.
Para levar seu Ao Vivo adiante, o guitarrista encontrou como mote os 20 anos do início de seus projetos solos, desencadeados pelo disco Amigos Invisíveis, de 1989.Em maio do ano passado, ele reuniu no palco do Teatro Fecap, em São Paulo, uma série de convidados – incluindo Fernanda Takai, Zélia Duncan, Jorge Du Peixe, Bárbara Eugênia e Charlie Crooijmans – e 18 músicas no repertório. Pinçou faixas de seus discos, como Amor em B.D. (de Amigos Invisíveis) e Amor Incondicional (do álbum homônimo) e também os lados B do Ira! em que aparece como compositor – com exceção de Tolices, um dos grandes sucessos da banda. Ainda na lista de participações especiais, Guilherme Arantes comparece em Meu Mundo e Nada Mais. “São pessoas de gerações que me acompanharam ou me influenciaram. Depois do fim da banda, eu queria gente assim ao meu redor”, afirma.
Ao repertório revisitado, uniram-se três inéditas: A Dança do Soldado, Kaput e Não Precisa Me Amar. “Eu não queria que esse projeto fosse um flash back da minha carreira, mas que mostrasse que existem músicas sendo feitas para um próximo CD.”
Amizade com Nasi
Esse próximo CD solo ainda não tem data definida. Por ora, Edgard Scandurra pensa em continuar com todos os trabalhos que já vinha tocando, acrescidos da turnê do Ao Vivo e um novo projeto com Arnaldo Antunes para o ano que vem.
Passada a tempestade, o músico parece lançar um olhar mais sóbrio sobre o desentendimento com Nasi. “Sobrou muita coisa para mim. Ele falou desde coisas pessoais até que eu obrigava a banda a gravar minhas músicas. No final da história, parecia que eu era o grande culpado. Foi triste, mas agora isso faz parte do passado.”
E acredita que, algum dia, ele e Nasi, que se conhecem desde a adolescência, possam retomar a amizade. “Uma hora, vamos sentar para tomar um café e explicar coisas que viraram um imbróglio.” Existiria a remota possibilidade de um retorno da banda? Scandurra não descarta. “Mas não tenho vontade de fazer isso nos próximos dez anos”, assegura ele.

JB - Vocalista banda de punk The Slits morre aos 48 anos

Portal Terra

Morreu na tarde desta quarta-feira (20), aos 48 anos, Arianna Forster, conhecida como Ari-Up, vocalista da lendária banda de punk The Splits. A notícia foi confirmada por seu padrasto, John Lydon, da banda Sex Pistols, que publicou uma homenagem a cantora em seu site. Jonh disse que considerava Ari sua filha legítima.
O músico informou que a cantora morreu vítima de uma doença grave, sem divulgar o nome. Ari-Up formou a The Slits em 1976, quanto tinha 14 anos. A banda, só com mulheres, lançou dois álbuns, Cut em 1979, e Return Of The Giant Slits, em 1981.

JB - Green Day faz show de 3 horas para 20 mil em SP

Portal Terra

SÃO PAULO - Acostumados com atrasos de artistas internacionais, os brasileiros tiveram uma surpresa nesta quarta-feira. Depois de uma rápida performance do tradicional "Pink Bunny" (coelho rosa), os integrantes do Green Day subiram ao palco montado no Anhembi, em São Paulo, para fechar a turnê no Brasil, por volta das 21h30, meia hora antes do horário anunciado.
Sob o comando do carismático Billie Joe Armstrong, que se comporta durante toda a apresentação como um verdadeiro mestre de cerimônias, o trio californiano - que no palco se torna um sexteto com seus músicos de apoio - fez a alegria dos 20 mil fãs da banda. Depois de 12 anos sem pisar em solo brasileiro, o Green Day fez um retorno triunfal ao país. "Integrantes extras", mensagens políticas, efeitos especiais e muitas piadas durante o show funcionam como aparatos para seus sucessos mais recentes, como Know Your Enemy, Boulevard of Broken Dreams e American Idiot, canções responsáveis por dar novo fôlego e renovar os fãs do trio.
É claro que quem conferiu a apresentação, que conta com dois bis e mais de trinta músicas, também relembrou os tempos do endiabrado Billie Joe com cara de maluco e guitarra cheia de adesivos. She, When I Come Around, Brain Stew e Basket Case empolgaram todos que cresceram com o trio nas paradas de clipes da MTV.

O show

Por volta das 21h30, trinta minutos antes do horário anunciado da apresentação, surge no palco Pink Bunny, personagem tradicional nas apresentações da banda. Munido de duas garrafas de cerveja - da marca patrocinadora do evento - o personagem as toma e faz danças ao som de YMCA, do Village People. A piada só é cortada minutos depois com os riffs de Song of the Century, canção dessa "nova leva" de hits do Green Day.
A sequência dessa fase de "ópera rock" do trio já é suficiente para empolgar os fãs. Explosões, fogos de artifício, colunas de fogo e outros aparatos dos grandes shows de arena são usados sem economia pelos americanos. Após 21st Century Breakdown, Billie Joe já faz a primeira interação com o público. "Hey hey São Paulo, estão prontos?", questiona. De cara, já convida um fã para o palco e "obriga" o convidado a pular no público fazendo um stage dive.
No palco, o trio que segurava a bronca com canções rápidas e diretas, agora conta com um guitarrista e mais dois músicos que se revezam nos violões e teclados. Com isso, Billie corre, deita, pula e aproveita toda sua liberdade para empolgar ainda mais os fãs, que, literalmente, deitaram e rolaram no palco.
Depois de dar um selinho em uma fã e convidar um garoto para uma performance no palco, o vocalista intimou um seguidor para cantar a música Longview. Não contente com a participação, o menino cantou, gritou, correu pelo palco, se jogou no chão e até roubou uma baqueta de Tre Cool para fazer barulho nos pratos. A interação com a banda lhe rendeu um prêmio: a guitarra de Billie Joe. "Você foi o mais louco de toda a nossa turnê. É sua", disse o vocalista, que aproveitou algumas oportunidades para mostrar o bumbum para o público, que respondeu com gritos.
"Este é o nosso último show aqui. Guardamos o melhor para o final", disse Billie. "Faz 12 anos que o Green Day não toca no Brasil. Agora vamos nos mudar para cá. Eu odeio a América", gritou o vocalista, responsável por interagir a todo minuto com o público puxando palmas, coreografias e dezenas de "olê olê olê".
Deixando as brincadeiras de lado, a volta do Green Day ao Brasil provou ao seus fãs que seu repertório cresceu e está lado a lado com o de grupos de grandes arenas. Hits de álbuns como Dookie (1994), Insomniac (1995) e Nimrod (1997) caminham juntos com os sucessos de American Idiot (2004) e 21st Century Breakdown (2009), álbuns responsáveis por atingir uma nova geração.
Não suficiente, o grupo ainda emenda dois medleys com clássicos do rock lembrando Iron Man (Black Sabbath), Rock N Roll (Led Zeppelin, Sweet Child O Mine (Guns N Roses), Highway to Hell (AC/DC), Baba O Riley (The Who), Break on Through (The Doors), Satisfaction (Rolling Stones) e Hey Jude (Beatles).
Tudo isso somado com canções que ficaram grudadas na adolescência de milhares de jovens como She, Basket Case e When I Come Around é mais do que suficiente para prender a atenção de diversas gerações de fãs do Green Day, que soube se renovar com o passar do tempo.
A única coisa questionável neste vasto setlist é a opção de encerrar a apresentação "para baixo". Com momentos cheios de explosões, jatos de água na plateia e uma verdadeira festa à fantasia em King for a Day, o trio, já no segundo bis, se despede com e Good Riddance (Time of Your Life). Mesmo sendo dois hits pra lá de consagrados dos americanos, esse clima de introspecção fica estranho para quem pulou durante três horas no Anhembi.
Falando no local do show, vale lembrar que a arena ao lado do Sambódromo continua enfrentando problemas. Quem chega e deixa o local encontra muito caos para se locomover. O espaço aberto também deixa o som estourado muito a desejar. Sorte que o Green Day deu conta do recado e essas reclamações provavelmente passarão batidas.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 20/10/2010

Folha de São Paulo

"Site mostra seis setores esgotados na pré-venda para show de McCartney".

Jornal do Brasil

"Edital seleciona artistas e bandas musicais brasileiras para a Feira Música Brasil".

Folha - Site mostra seis setores esgotados na pré-venda para show de McCartney

DE SÃO PAULO

Até a manhã desta quarta-feira, o site Ingresso.com mostrava que seis setores do segundo show de Paul McCartney em São Paulo, que acontece no dia 22 de novembro no Estádio do Morumbi, já estão com os ingressos esgotados na etapa de pré-venda, reservada a clientes dos cartões de crédito Bradesco.
Os setores arquibancada especial vermelha, cadeira coberta azul, cadeira coberta vermelha, cadeira coberta laranja, cadeira inferior e pista prime, de acordo com o site, já estão esgotados. Novos ingressos devem ser disponibilizados quando as vendas abrirem para o público geral.
Para os setores arquibancada azul e vermelha, a opção de meia-entrada também não está mais disponível.

JB - Edital seleciona artistas e bandas musicais brasileiras para a Feira Música Brasil

Redação - Agência IN)

SÃO PAULO - Artistas e bandas brasileiras interessadas em tocar nos palcos da Feira Música Brasil (FMB) este ano têm até às 23h59 do dia 5 de novembro para se inscreverem no edital, que se encontra disponível no site www.feiramusicabrasil.com.br. A terceira edição da FMB selecionará mais de 30 atrações, entre música popular (artistas solo, bandas e DJs) e erudita (conjuntos de câmara), sendo 20% das vagas destinadas a artistas do estado de Minas Gerais, sede do evento, que acontece de 8 a 12 de dezembro, na cidade de Belo Horizonte.
Somente serão aceitas as inscrições realizadas pela internet. Para se inscrever é preciso: três músicas em MP3, link para vídeo, release, uma foto, links das redes sociais, rider técnico e mapa de palco. A inscrição é gratuita e as apresentações dos selecionados também serão gratuitas, ou a preços populares, e abertas ao público. Além dos artistas editados, também irão tocar na FMB músicos convidados e homenageados.
Na edição de 2009, realizada na cidade do Recife, subiram aos palcos da FMB os artistas editados: A Trombonada, André Abujamra, Anna Ratto, Aurinha do Coco, Banda Naurêa, China, Cidadão Instigado, Daniel Migliavacca, DJ Dolores, Fabiana Cozza, Fino Coletivo, Josildo Sá, Júpiter Maçã, Kassin, Macaco Bong, Milocovik, Mundo Livre S/A, Murilo da Rós, Nina Becker, Orquestra Contemporânea de Olinda, Paula Morelenbaum, Samba de Rainha, Silvia Machete e Wilson das Neves.
Além de uma série de shows, a FMB 2010 levará à capital mineira palestras, painéis, estandes, mostras audiovisuais e de tecnologia, capacitações e encontros de negócios entre artistas, associações e profissionais do mercado nacional e internacional de música. O objetivo é abranger todos os ritmos e estilos nacionais, bem como todos os ramos do mercado musical.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 19/10/2010

Folha de São Paulo

"Limp Bizkit cancela shows no Brasil".

"Pré-venda para 2º show de Paul McCartney em SP começa quarta".

Estadão - Limp Bizkit cancela shows no Brasil

Estadão.com.br


SÃO PAULO - A assessoria do Via Funchal informou nesta segunda-feira, 18, que foi cancelado o show do Limp Bizkit previsto para o próximo dia 22. O vocalista da banda, Fred Durst, se recupera de uma torção no pescoço durante uma apresentação em Varsóvia. O show previsto para o dia 24, em Belo Horizonte (MG), também não acontecerá, assim como todos os outros previstos para a leg latino-americana da turnê.
DivulgaçãoFred Durst (no centro da foto) se feriu durante showQuem comprou entradas para o show em São Paulo poderá ter o dinheiro ressarcido, a partir do dia 22, nas bilheterias da Via Funchal, mediante apresentação do ingresso original. As bilheterias abrem de segunda a domingo, das 12h às 22h.
As pessoas que estão fora de São Paulo podem enviar os ingressos pelos Correios, para que seja feito o depósito em conta-corrente (identificando banco, agência, conta, favorecido e telefone de contato) como segue:

VIA FUNCHAL EMPREENDIMENTOS LTDA.
Rua Funchal, 65 - Vila Olímpia - SÃO PAULO/SP - CEP: 04551-060
At.: Sr. Fábio Gonçalves
Aos que adquiriram ingressos pelo site do Via Funchal na internet e ainda não retiraram as entradas, a casa de shows informa que a transação será estornada automaticamente, e o crédito será lançado na fatura pelas administradoras de cartões.

Estadao - Pré-venda para 2º show de Paul McCartney em SP começa quarta

Estadão.com.br


SÃO PAULO - Foi confirmado oficialmente nesta segunda-feira, 18, o segundo show do ex-Beatle Paul McCartney no Estádio do Morumbi, em São Paulo. A apresentação será em 22 de novembro, um dia depois do show para o qual os ingressos se esgotaram hoje. Os portões para o segundo show serão abertos às 17h30 e a apresentação está marcada para 21h30.
DivulgaçãoPaul durante show da 'Up and Coming Tour'As entradas para o show do dia 22 começam a ser vendidas à 0h00 desta quarta-feira, 20, somente para clientes Bradesco, no site www.ingresso.com. Na quinta-feira, 21, às 8h, terá início a venda para o público em geral. Nesse dia, as vendas começam simultaneamente na internet, pelo call center (4003-3222 - ligação local de qualquer parte do Brasil) e na bilheteria do estádio do Pacaembu. Os ingressos custam de R$ 70 (arquibancada laranja/estudante) a R$ 700 (pista prime/inteira).
Além dos dois shows em São Paulo, Paul McCartney também se apresenta no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, no dia 7. As apresentações fazem parte da Up and Coming Tour, lançada em março deste ano, e que já conta com mais de 25 shows de músicas de diferentes épocas da carreira do ex-Beatle e que somam quase três horas.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 18/10/2010

Folha de São Paulo

"Milton Nascimento bloqueia agenda para ver shows do Paul McCartney".

"Fábio Jr. e Fiuk terão série na rede Globo".

Folha - Milton Nascimento bloqueia agenda para ver shows do Paul McCartney

DE SÃO PAULO

O cantor e compositor Milton Nascimento pediu à sua equipe para não marcar shows nem outras atividades de divulgação nos dias 21 e 22 de novembro. Isso porque ele reservou as datas para assistir aos shows que Paul McCartney fará no estádio do Morumbi, em São Paulo.
No fim deste mês, Milton lança o disco "E a Gente Sonhando".
A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta segunda-feira (18). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

Folha - Fábio Jr. e Fiuk terão série na rede Globo

DE SÃO PAULO

A rede Globo deu ao Fábio pai e ao "Fábio" filho um especial de fim de ano, que poderá virar uma série fixa na grade da emissora no ano que vem.
"Tal Pai, Tal Filho" vai falar de um cantor famoso, pai solteiro de um garoto aspirante a músico. Ou seja, os dois serão basicamente eles mesmos.
"Vamos tentar preservar ao máximo a relação que eles têm no cotidiano, até as brigas. Só não é reality porque não colocamos câmeras na casa deles, e a trama é ficcional", conta Mário Márcio Bandarra, diretor do programa.
A série, que tem gravações previstas para novembro, vai ao ar em 28 de novembro, logo após "Passione".
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta segunda-feira (18). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 15/10/2010

Estado de São Paulo

"Cranberries faz bis de show de janeiro em São Paulo".

Folha de São Paulo

"Pré-venda de ingressos para Paul McCartney em SP tem cinco setores indisponíveis".

"Projeto relança em CD toda a discografia de Itamar Assumpção".

"Ingressos para Paul McCartney já estão sendo vendidos".

Jornal do Brasil

"Pré-venda para show de Paul McCartney em SP já tem setor esgotado".

Estadão - Cranberries faz bis de show de janeiro em São Paulo

do estadão.com.br

Dolores O'Riordan parece sentir-se tão à vontade no Brasil que terminou o show desta quinta-feira, 14, em São Paulo, cumprimentando fãs com beijinhos e abraços, no fosso do palco do Credicard Hall, enquanto ainda cantava Dreams, do álbum Everybody Else Is Doing It, So Why Can't We? (1993). A vocalista do Cranberries tentou improvisar uma saída pela porta à esquerda do palco, sem saber que levava para o estacionamento da casa de shows, e provocou um princípio de tumulto logo resolvido pelo cordão de isolamento da segurança, que devolveu a cantora ao palco.
As quase uma hora e meia de show com músicas curtas e sem direito a bocejo causado por solos intermináveis passaram como um piscar de olhos. A banda irlandesa formada ainda por Noel Hogan (guitarra), Mike Hogan (baixo) e Fergal Lawler (bateria) fez a segunda apresentação de uma série de seis, que marca a volta ao Brasil após os shows de janeiro, com casas lotadas. O setlist apresentado em São Paulo foi idêntico ao do Rio, na última terça, 12. Hits que marcaram a carreira do Craberries desde a formação, em 1989, e uma música nova apresentada no bis, Astral. Com o fim da turnê que marca o retorno da banda após o hiato entre 2003 e 2009, o grupo deve voltar ao estúdio para gravar um novo álbum, o sexto de uma carreira que resultou em 40 milhões de discos vendidos.
Em alusão à capa do último trabalho de inéditas do Cranberries, Wake Up and Smell the Coffee (2001), os fãs que se espremiam na grade da área vip seguravam balões vermelhos. "É bom estar aqui, é muito bom estar de volta", disse O'Riordan entre a música que abriu o show, Analyse, e que veio à seguir, How. Pouco antes ela recebia dos fãs um desenho do próprio rosto feito a lápis. Durante o show, a cantora ganhou ainda uma boneca de pano, uma camiseta, um urso de pelúcia e uma bandeira do Brasil, oportunamente entregue durante a música Salvation, quando O'Riordan apareceu no palco com um adorno de cabeça parecido com um cocar.
O'Riordan vestia um blazer preto tão cheio de brilhos quanto o All Star que calçava, e usava um vestido vermelho justo e de alcinha. Um cinto largo, de couro, luvas igualmente pretas que deixavam os dedos à mostra e um colar de pedras grandes completava o visual da vocalista que, aos 39 anos, parecia ninar a plateia, com os movimentos semi-circulares dos braços, durante baladas como Linger. Mas o Cranberries não é só música para boi dormir: colocou a casa para pular quando tocou Zombie, antes de sair do palco e voltar para o bis. Bis de um show que já era, ele próprio, o bis da apresentação de janeiro. Talvez por isso, tão mais íntimo.
Neste sábado, 16, o Cranberries se apresenta, em Florianópolis. A banda ainda tem shows marcados para o dia 19 em Brasília, 22 em Recife, e 23 em Fortaleza.

SETLIST

Analyse

How

Animal Instinct

Dreaming My Dreams

Linger

Ode To My Family

Wanted

Just My Imagination

Desparate Andy

When Ure Gone

Daffodil

Can Be With YoU

Waltzing

Electric Blue

Free to Decide

Salvation

Ridiculous Thoughts

Zombie

BIS

Shattered

Astral

Promises

Dreams

Folha - Pré-venda de ingressos para Paul McCartney em SP tem cinco setores indisponíveis

DE SÃO PAULO

Na manhã desta sexta-feira, poucas horas depois de ter início a pré-venda dos ingressos para o show do Paul McCartney em São Paulo, quatro setores estão "indisponíveis" e um está "esgotado" para venda pela internet.
Segundo o site Ingresso.com, já não há entradas à venda para pista prime, cadeira premium laranja, cadeira coberta laranja, arquibancada azul e arquibancada especial vermelha.

Ainda há entradas para seis setores.

O show será realizado no estádio do Morumbi no dia 21 de novembro. Uma apresentação extra no dia seguinte já foi anunciada pelo principal patrocinador do evento, mas não foi confirmada pela produção.
A pré-venda pela internet, disponível apenas para compra com cartões de crédito Bradesco, começou alguns minutos antes da 0h de hoje. Não houve lentidão para a compra. A venda por telefone 4003-3222 (ligação local de qualquer parte do Brasil) será iniciada às 9h, também para clientes de cartões Bradesco.
Segundo a produção, serão colocados à venda 60 mil ingressos para esta primeira apresentação, mas não foi informado quantos deles foram reservados para a pré-venda. A venda para o público geral começa no próximo dia 21.

Folha - Projeto relança em CD toda a discografia de Itamar Assumpção

DE SÃO PAULO

Dois discos novos de Itamar Assumpção (1949-2003) chegam às lojas dentro da "Caixa Preta", projeto que relança em CD toda a discografia do cantor.
Trilogia "Pretobrás", de Itamar Assumpção, é finalizada com dois álbuns póstumos
As novidades são "Pretobrás II - Maldito Vírgula" e "Pretobrás III - Devia Ser Proibido", que fecham a trilogia iniciada pelo artista em vida com "Pretobrás - Por que que Eu Não Pensei Nisso Antes" (1998).
Os registros, só com voz e violão, foram trabalhados pelos produtores Beto Villares e Paulo Lepetit a pedido de Anelis e Serena Assumpção, filhas de Itamar.
O lançamento da "Caixa Preta", com 12 shows programados, acontece a partir desta sexta-feira no Sesc Pompeia. Mais informações no site www.sescsp.org.br.

SHOWS DE LANÇAMENTO DA CAIXA PRETA
QUANDO estreia hoje, às 21h30
ONDE Sesc Pompeia (r. Clélia, 93, tel. 0/xx/11/3871-7700)
QUANTO R$ 28
CLASSIFICAÇÃO 12 anos (shows no teatro) e 18 anos (na choperia)

Folha - Ingressos para Paul McCartney já estão sendo vendidos

DE SÃO PAULO

O site Ingresso.com começou a vender agora há pouco, alguns minutos antes da 0h desta sexta-feira (15), ingressos para o show do Paul McCartney no estádio do Morumbi, em São Paulo.
Em 10 minutos de vendas, setores de show de Paul McCartney em SP estão indisponíveis
Apesar de chamar o serviço de "pré-venda", trata-se na verdade de venda mesmo. A única diferença é que, por enquanto, os ingressos estão sendo vendidos apenas para quem possui algum cartão de crédito Bradesco, seja ele com a bnadeira Visa, Mastercard ou American Express.
A reportagem conseguiu concluir a compra de um par de ingressos para pista com um cartão American Express e de um par para a arquibanca especial com um cartão Visa. Nos dois casos, foi receido um email informando que o pedido de compra está em análise pela Ingresso.com
Houve alguns problemas, como rejeitar um CEP em Pinheiros _obrigando a marcar a opção de retirada na bilheteria do estádio. Além disso, emuma primeira tentativa, foi informado que o cartão tinha problemas. Numa segunda, deu certo.
O Bradesco é o patrocinador do show e não informou quantos ingressos reservou para seus clientes. Caso eles não acabem essa noite, serão vendidos pelo telefone 4003-3222 (ligação local de qualquer parte do Brasil) a partir das 9h de amanhã. O horário de atendimento do call center será das 9h às 21h, diariamente.
A partir de segunda-feira, uma terceira opção será aberta para os clientes: a bilheteria do estádio do Pacaembu, das 9h às 17h. Finalmente, no dia 21, quinta-feira da semana que vem, os mortais que não possuem cartões Bradesco poderão comprar seus ingressos.

JB - Pré-venda para show de Paul McCartney em SP já tem setor esgotado

Portal Terra


SÃO PAULO - Pouco antes da meia-noite desta sexta-feira começou a pré-venda dos ingressos para o show de Paul McCartney em São Paulo, no Estádio Morumbi, no dia 21 de novembro, às 21h30. Na pré-venda, apenas clientes Bradesco podem comprar até seis ingressos por CPF através de seus cartões de crédito Bradesco e American Express Membership Cards.
Uma hora após o início da pré-venda, já apareciam como esgotados os ingressos para cadeira coberta laranja. Alguns outros setores eram listados como indisponíveis.
Às 9h desta sexta-feira começa a pré-venda aos clientes Bradesco pelo televendas. A partir do dia 18 de outubro, o cliente Bradesco poderá também comprar ingressos pela bilheteria do Estádio do Pacaembu, das 9h às 17h. A bilheteria do Pacaembu não funciona em dia de jogos no local. O horário do televendas é de 9h às 21h, todos os dias. A venda para o público em geral inicia dia 21 de outubro, em todos os canais de vendas.
O ex-Beatle vem ao Brasil no mês de novembro para três shows. Além das duas apresentações em São Paulo, McCartney se apresenta no dia 7 de novembro em Porto Alegre, no Estádio Beira-Rio. No entanto, os ingressos para o show na capital gaúcha já estão esgotados.

Serviço

Data: 21 e 22 de novembro Local: Estádio do Morumbi Telefone: (11) 4003-3222
Valores: Arquibancada Laranja: R$ 140 Arquibancadas Vermelha e Azul: R$ 160 Pista Comum: R$ 300 Cadeiras: entre R$ 300 (inferior) e R$ 450 (premium azul) Pista Prime: R$ 700

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 14/10/2010

Estado de São Paulo

"Vídeos de Michael Jackson são restaurados".

Folha de São Paulo

"Justin Bieber apresentará transmissão online de prêmios europeus da MTV".

"The Cranberries volta pela segunda vez no ano a São Paulo".

Jornal da Tarde

"Confirmado 2.º show de Paul McCartney em SP".

Estado - Vídeos de Michael Jackson são restaurados

AP

A coleção completa de vídeos de Michael Jackson está sendo restaurada para um relançamento. Todo o material será acompanhado de um clipe inédito do rei do pop para One More Chance.
ReproduçãoDez clipes nunca tinham sido lançados em DVD
A caixa Michael Jackson’s Vision será colocada à venda no dia 22 de novembro, com quatro horas e meia de vídeos. Entre os destaques da compilação estão Bad, dirigido por Martin Scorsese, Thriller e a versão completa de Black or White, que havia sido editada por causa de imagens de violência.
One More Chance é um curta-metragem feito por Jackson, que deixou de ser lançado em 2003 em virtude das acusações de abuso sexual que o cantor sofreu, mas depois foi absolvido. Dez dos 42 clipes nunca tinham sido lançados em DVD.

Folha - Justin Bieber apresentará transmissão online de prêmios europeus da MTV

DA EFE, EM MADRI

O cantor canadense Justin Bieber será apresentador oficial na transmissão online da cerimônia de entrega do MTV Europe Music Awards (EMA) 2010, que será realizada no próximo dia 7 de novembro em Madri.
Fenômeno musical e símbolo das redes sociais, Justin Bieber conta com 5,6 milhões de seguidores no Twitter e é uma das celebridades mais influentes neste microblog.
O astro pop, de 16 anos, irá twittar e interagir em tempo real com os fãs que assistirem pela internet à cerimônia de entrega dos Prêmios MTV 2010 por meio de uma série de novidades da transmissão.
Pela primeira vez, as emissoras "MTV" e "AttractTV" se uniram para desenvolver ferramentas de interação sobre vídeo que estarão disponíveis exclusivamente no site www.mtvema.com.
Além disso, os fãs do EMA poderão ouvir as opiniões de Justin Bieber sobre o show, fazer enquetes, ler o blog oficial, e se conectar ao Facebook e ao Twitter para comentar o espetáculo.
Em nota de imprensa da MTV, Justin Bieber se mostra "muito emocionado" que seus fãs possam acompanhá-lo nesta transmissão online. "Será como ter uma festa global gigante para ver o show em casa".
O MTV EMA 2010 será transmitido online ao vivo em www.mtvema.com e pelo Facebook a partir das 16h (horário de Brasília) do domingo 7 de novembro.
A cantora colombiana Shakira e o rapper britânico Plan B serão algumas das atrações da cerimônia de entrega dos prêmios.

Folha - The Cranberries volta pela segunda vez no ano a São Paulo

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Os Cranberries voltam hoje ao palco do Credicard Hall, pela segunda vez neste ano, para apresentação com ingressos quase esgotados. Eles estiveram em São Paulo em janeiro, quando tocaram para 6.700 pessoas.
O primeiro show, como o de hoje, já fazia parte da turnê mundial, iniciada em novembro do ano passado.
Formada em 1989 na Irlanda, a banda foi responsável por grandes hits da década de 1990, com destaque para "Linger" e "Dreams", do álbum "Everybody Else Is Doing It, So Why Can't We" (1993), e "Ode to My Family" e "Zombie", do disco "No Need to Argue" (1994).
Eles já venderam mais de 40 milhões de cópias no mundo, de um total de cinco álbuns lançados ao longo da carreira. De 2003 a 2009, fizeram uma pausa. Nesse intervalo, a líder Dolores O'Riordan gravou o álbum solo "The Baggage" (2009).
A formação original permanece. Além de Dolores, a banda tem os irmãos Noel e Mike Hogan, nas guitarras e no baixo, e Fergal Lawler, na bateria.
Nos próximos dias, os Cranberries passam ainda por Florianópolis, Brasília, Recife e Fortaleza.

THE CRANBERRIES
ONDE Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.955; tel. 4003-6464)
QUANDO hoje, às 20h30
QUANTO R$ 180 (pista)
CLASSIFICAÇÃO 16 anos (14 e 15 anos se acompanhados por responsáveis)

JT - Confirmado 2.º show de Paul McCartney em SP

Jornal da Tarde


O Banco Bradesco, patrocinador do show de Paul McCartney, confirmou na tarde desta quarta, 13, pelo Twitter (@Bradesco), o segundo show do ex-Beatle em São Paulo, no Estádio do Morumbi. Além do dia 21 de novembro, o ex-Beatle também tocará no dia 22.
Os representantes de marketing do São Paulo Futebol Clube já haviam declarado que o Morumbi estava com as duas datas reservadas para receber o artista britânico, mas que não podiam confirmar a segunda apresentação. Em matéria de Jotabê Medeiros publicada na edição do último dia 9, no Caderno2, Luiz Oscar Niemeyer, executivo da Planmusic Entretenimento, produtora responsável pela vinda de McCartney ao Brasil, havia comentado sobre os dois shows: “Existe a possibilidade de um segundo show (no Morumbi). Mas não estou autorizado ainda (a confirmar)”.
Para a apresentação do dia 21, os ingressos começam a ser vendidos na sexta. De 15 e 20 de outubro haverá uma pré-venda pelo site www.ingresso.com apenas para clientes do Banco Bradesco. A partir do dia 21, a venda será aberta ao público também pelo site. No dia 18, começam a ser vendidos nas bilheterias do Estádio do Pacaembu (Rua Prof. Passalaqua, s/n.º), das 9 h às 17 h. Os ingressos custarão de R$ 140 a R$ 700. Cada pessoa poderá comprar no máximo 6 ingressos. A apresentação terá início às 21h30e os portões serão abertos às 17h30.As informações sobre a venda de ingressos para o dia 22 ainda não foram divulgadas.O ex-Beatle se apresenta também em Porto Alegre, no dia 7, no Estádio do Beira-Rio, com ingressos já esgotados.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 13/10/2010

Estado de São Paulo

"Eminem recebe cinco indicações ao American Music Awards".

Folha de São Paulo

"Snow Patrol promete sucessos para agradar os fãs brasileiros".

Estadão - Eminem recebe cinco indicações ao American Music Awards

Estadão.com.br

A premiação do American Music Awards será uma disputa de rap versus música country. O rapper Eminem empatou no número de indicações com a banda Lady Antebellum, ambos com cinco. O anúncio oficial foi feito pela cantora Demi Lovato e o cantor britânico Taio Cruz nesta terça-feira, 12, em Los Angeles.
O astro teen Justin Bieber tem quatro indicações. Katy Perry, Usher, Ke$ha e B.o.B receberam três indicações. Taylor Swift foi indicada na categoria melhor cantora de música country.
Bieber e Eminem vão disputar o prêmio de Artista do Ano, junto com Perry, Ke$ha e Lady Gaga.
A premiação, que será transmitida ao vivo pela rede de TV americana ABC direto de Los Angeles no dia 21 de novembro, terá como atrações Usher, Pink e Bon Jovi.

Folha - Snow Patrol promete sucessos para agradar os fãs brasileiros

DE SÃO PAULO

Em 2001, o segundo álbum do Snow Patrol chegou às lojas por um pequeno selo escocês e empacou no 129º lugar da parada britânica. Cinco anos depois, o quarto trabalho da banda foi o álbum britânico mais vendido do ano, passando dos quatro milhões de cópias comercializadas, e suas faixas ganharam papel de protagonista em séries de TV dos EUA como "ER" e "Grey's Anatomy". Mas nada disso impressionou o vocalista e principal compositor, Gary Lightbody.
"Nós demoramos tanto tempo para fazer sucesso que, quando fizemos, não tínhamos mais um ego muito grande", diz. "Nós preferimos nos manter afastados de tapetes vermelhos, festas de celebridades, namoradas famosas e essas bobagens".
Apesar disso, Lightbody, 34, chama a Irlanda de lar, mas passa parte do ano morando em Los Angeles, coração do showbiz. Foi de lá que ele falou à Folha sobre a primeira vinda do Snow Patrol ao Brasil.
A banda, que faz um pop melódico com vocação apoteótica e muitas baladas, é atração do festival Natura Nós no próximo sábado (16) e o vocalista afirmou que pretende ser generoso com os fãs. "Quando estamos tocando em um festival, queremos que as pessoas se divirtam. E como é a primeira vez que estaremos no Brasil, vamos tocar as músicas do jeito que as pessoas as conhecem", promete o vocalista.
O quinteto meio irlandês meio escocês está na estrada em uma turnê intermitente há dois anos, desde que lançou seu quinto álbum, "A Hundred Million Suns". Atravessou a Europa, passou pela África, abriu shows para U2 e Coldplay, mas o vocalista diz que a amizade sólida que existe entre os integrantes impede que a rotina da estrada acabe com o prazer de tocar ao vivo. E, para ele, a experiência de vir ao Brasil pela primeira vez compensa o cansaço de mais um grande show.
O grupo terá seis dias para descansar no país, mas não tem férias no horizonte. Após a apresentação em São Paulo, eles embarcam para a Califórnia onde começam a gravar seu novo disco de inéditas. "Com sorte vamos lançá-lo no início do ano que vem", diz Lightbody.
O vocalista conta que a produção será feita novamente por Jacknife Lee, com quem a banda trabalhou em seus três últimos CDs, mas evita falar sobre as novas composições. "Não dá para dizer muita coisa por enquanto porque estamos começando, está tudo meio nebuloso. Queremos entrar em estúdio antes de tomar decisões", escapa.

NATURA NÓS
QUANDO sábado e domingo
ONDE Chácara do Jóquei (Avenida Pirajussara, s/n)
QUANTO R$ 190 (pista - sábado), R$ 500 (pista premium - sábado) e R$ 60 (setor único - domingo)
ONDE COMPRAR pelo site livepass.com.br ou nos postos de venda (lista no site livepass.com.br)
CLASSIFICAÇÃO 14 anos (sábado) e livre (domingo)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 11/10/2010

Folha de São Paulo

""Somos anti-rock and roll", diz guitarrista do Pixies".

"Com pegada mais pop, SWU reuniu 56 mil pessoas em seu segundo dia".

Jornal do Brasil

"Apatia de atrações internacionais marca segundo dia do SWU".

Jornal da Tarde

"Seu Jorge: “Existe preconceito no Brasil”".

Folha - "Somos anti-rock and roll", diz guitarrista do Pixies

DE SÃO PAULO

A história do rock está repleta de azarados. Os "quase famosos" são uma vertente à parte. O mais famoso deles, o baterista Pete Best, saiu dos Beatles antes de a banda estourar. Hoje, o festival SWU recebe outro célebre representante dessa turma.
Ainda que reis do mundo alternativo, os norte-americanos dos Pixies serão sempre lembrados pelo grande público como "a banda que inspirou Kurt Cobain na criação de 'Smells like Teen Spirit' mas nunca ganhou muito dinheiro com isso".
A música, "o" hit dos anos 1990, impulsionou o último furacão na indústria fonográfica antes da era dos downloads ao superar nas paradas o então imbatível Michael Jackson e abrir espaço para o rock de garagem.
"Eu estava basicamente tentando copiar os Pixies", disse Cobain (1967-1994) à revista "Rolling Stone".
Enquanto o Nirvana vendia milhões de discos e se tornava uma das bandas mais populares do planeta, os Pixies lançavam discos elogiados pela crítica, mas naufragavam entre brigas internas e pelo desânimo de não "acontecerem". Encerraram as atividades em 1993.
"Não! Não, imagina!", responde rápida e enfaticamente o guitarrista do Pixies, Joey Santiago, 45, quando questionado se sente ciúmes do sucesso alheio.
"Como poderia sentir ciúmes? Como posso explicar.... Eu diria que nós ficamos à parte. Éramos um bando de esquisitos sem graça para a molecada", diz Santiago.
"Nós éramos muito honestos para não sermos do nosso jeito. Até hoje somos anti-rock and roll. Até nossos roadies aparentam ser mais roqueiros. Até nossos fãs são mais roqueiros!"

CULTO

O passar dos anos, no entanto, fez bem ao grupo. Viraram "cult", assim como Velvet Underground e Stooges, grupos que não atingiram sucesso comercial em seus dias, mas inspiraram inúmeros seguidores.
Weezer, Blur e Radiohead, além de vários outros que nunca saíram das garagens, devem algo aos Pixies. Foi a banda de Frank Black, Joey Santiago, Kim Deal e David Lovering quem tornou marca registrada a fórmula musical "parte calma/ parte pesada/ parte calma".
"Fico surpreso em ver nossa influência. Mas não foi por acaso. Trabalhamos duro para isso. Ensaiávamos o tempo todo", diz Santiago.
Em 2004, o Pixies resolveram voltar à ativa. Chegaram a tocar no Brasil, em Curitiba. Esta é a segunda vez deles no Brasil, a primeira em SP.
"Por que voltamos? Foi apenas porque teve interesse por parte do público. Foi uma correria para nos ver tocar", diz Santiago. O grupo, que não chegou a gravar disco novo, nunca escondeu que dinheiro foi uma das motivações para o retorno.
Atração do palco que terá tatuados, como Gloria e Incubus, os Pixies podem parecer ETs para o público mais jovem. Serão três tiozinhos e uma tiazinha que não se mexem muito no palco, com roupas "normais", daquelas de lojas de departamentos, a tocar músicas sobre OVNIs, alienígenas, Velho Testamento e temas surreais.

Folha - Com pegada mais pop, SWU reuniu 56 mil pessoas em seu segundo dia

ENVIADO A ITU

O segundo dia do festival SWU reuniu 56 mil pessoas na fazenda Maeda, em Itu (SP), a 75 km de São Paulo. Com pegada mais pop, teve como principais atrações as bandas norte-americanas Dave Matthews Band e Kings of Leon, que fechou o palco principal.
A banda voltou ao Brasil cinco anos após se apresentar no TIM Festival, quando abriu para os Strokes. O show desta noite focou, principalmente, no último álbum, "Only By the Night" (2008). Eles também apresentaram canções do próximo disco, que sai no dia 19/10.
O Kings of Leon montou uma grande estrutura própria de iluminação, composta por dezenas de lâmpadas amarelas, que deram um toque especial à apresentação, que teve entre os pontos altos os hits "Sex on Fire", "Molly's Chambers" e "Use Somebody", tocada no bis.
O vocalista, Caleb Followill, agradeceu ao público brasileiro e disse esperar voltar com a próxima turnê em 2011. De resto, a apresentação foi morna -as canções são boas e foram bem executadas, mas o todo pareceu meio burocrático.
Em um dos shows mais longos do festival até agora, com 1h40 (nada comparado às três horas, em média, que eles tocam), Dave Matthew abriu o show com "Shake Me" e agitou a arena já lotada. A apresentação seguiu com "Die Trying" e "Seven". A banda encerrou o show com "Watchtower"
A maratona musical, no entanto, começou bem antes, às 14h, com apresentação do músico do Cabo Verde Ilo Ferreira. Logo em seguida, a trupe musical O Teatro Mágico mostrou seu espetáculo que mistura música com circo.
Os mineiros do Jota Quest pegaram o público ainda chegando ao evento, mas animou com sucessos da carreira, como "Do Seu Lado".
Logo em seguida, Dinho Ouro Preto comandou a apresentação sempre competente do Capital Inicial. E mandou um recado para os políticos do Brasil ao dedicar a eles a canção "Que País É Esse?", da Legião Urbana.
A banda norte-americana Sublime teve boa recepção no palco Água, um dos dois principais do SWU. Mas empolgou mesmo só na última música, o hit "Santeria".
A russa Regina Spektor causou estranhamento ao tocar seu piano de cauda acompanhada de violoncelo e violino. Mais afeita a apresentações em locais menores, a dona do hit de novela "Fidelity" até empolgou os fãs cativos, mas sua apresentação foi marcada por bate-papo da plateia e gritos de "aumenta o som", que estava realmente baixo.
A britânica Joss Stone deve levar o "troféu simpatia" do SWU. Com sua voz de diva soul, a loira encarou o frio com um vestido sem mangas e descalça, enrolou-se na bandeira brasileira e conversou bastante com o público entre um hit e outro, como "Fell In Love With a Boy".

PERRENGUES

Mesmo que mais organizado do que o primeiro dia, o SWU continuou apresentando problemas graves de infraestrutura. Logo na chegada, o trânsito na estrada Santos Dumont estava pesado, e algumas entradas para os estacionamentos, fechadas.
A organização do evento prometeu reforço na frota de ônibus, que deve chegar a 120 hoje, 40 a mais do que ontem. Na primeira noite, muita gente dormiu ao léu, pois não conseguiu ir embora da fazenda Maeda nos ônibus lotados.
Hoje, havia mais policiamento no acesso à fazenda e na saída dos carros. Meia hora após o encerramento do show do Kings of Leon, o trânsito na estrada de terra batida que dá acesso ao SWU era tranquilo.
Os celulares estavam com sinal fraco, e o sistema de cartões ficou fora do ar em várias barracas. Longas filas para comprar comida e bebida irritaram os presentes. O frio intenso, agravado por ventos fortes, também tirou um pouco do ânimo dos pagantes.
A falta de educação do público não ajudou. Apesar da grande quantidade de banheiros, os rapazes urinavam nas cercas vivas do evento. No fim da noite, o gramado principal era uma mistura de copos plásticos e de latas de cerveja.

NOVO SOM ELETRÔNICO

Hoje, a tenda Oi Novo Som selecionou bons nomes da música brasileira atual. Tulipa Ruiz fez um show alegre e divertido, apesar da gelada corrente de vento no local e da "invasão sonora" da tenda Heineken Greenspace, de música eletrônica, que tem atrapalhado todas as apresentações da tenda.
Num dos shows mais comentados da noite, Otto apresentou canções de seu último disco, o elogiado "Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos". O músico também brincou com o fato de seu show terminar exatamente às 10 da noite do dia 10/10/2010.
A tenda teve ainda apresentações de Volver, Lucas Santtana, Rubinho e a Força Bruta, Bomba Estéreo, Luisa Maita e Overal.
Quem agitou a gigante tenda eletrônica foram os DJs Mario Fischetti, Nick Warren, Life Is a Loop, Sander Kleinenberg, Roger Sanchez, Sharam e Markus Schulz.

JB - Apatia de atrações internacionais marca segundo dia do SWU

Portal Terra

SÃO PAULO - Reúna num mesmo dia e local os shows de Regina Spektor, Joss Stone, Dave Matthews Band e Kings Of Leon. As melhores apresentações serão de Jota Quest e Capital Inicial. Pelo menos é o que se pode concluir após o fim do segundo dia do Festival SWU que acontece na Fazenda Maeda em Itu, interior de São Paulo. Exageros à parte, entre os gringos, quem se deu bem foi o Sublime With Rome: tocou para uma multidão empolgada que jamais veria nos EUA, e em um horário, ainda com um resto de sol, que combinava bastante com a sonoridade da banda.
A abertura do dia nos palcos Ar e Água, na arena principal do evento, coube aos shows de Ilo Ferreira e O Teatro Mágico. Na sequência vieram as apresentações de Jota Quest e Capital Inicial. Ambas as bandas são velhas conhecidas do público e não deveriam causar nenhuma surpresa, certo? Errado. Com tanto show sem graça neste sábado, sobrou para os veteranos do pop brasileiros levantar o troféu de melhores do dia.
O sol já começava a se esconder quando o Sublime With Rome tomou o palco Água. A multidão, estimada em cerca de 56 mil pelos cálculos superlativos dos organizadores, foi fisgada de cara pela banda californiana. Hits com pelo menos 10 anos de vida fizeram o público vibrar. Uma massa de gente que o Sublime raramente encontra em algum de seus shows.
Na sequência, veio a apresentação de Regina Spektor, pianista russa que canta em inglês. A proposta de um show intimista, experimental não desceu bem na goela dos fãs e o resultado foi sono, conversas, e uma excelente desculpa para encarar alguma das numerosas filas do SWU: banheiro, bar, atrações, etc.
No palco ao lado, Joss Stone assumiu o bastão. Bajulou a plateia, tocou sucessos, tentou conquistar o público e cumpriu seu papel. Mas a cantora de soul não tem o perfil, nem o estilo musical, capaz de salvar o dia. Sobrou então para o sul-africano Dave Matthews e sua "band". Ele, desde o início do projeto um dos grandes porta-vozes da causa sustentável do SWU, fez uma apresentação comprida e maçante. E passou o abacaxi para os grandes nomes da noite de domingo.
E o abacaxi acabou nas mãos do público. Isso porque os integrantes dos Kings Of Leon fingiram que o problema não era nem com eles e fizeram o show mais chato da noite. Se qualidade fosse uma das cláusulas do acordo entre a banda e os organizadores do SWU, o Kings Of Leon bem que poderia ser processado por quebra de contrato.
Para quem passou horas em filas, encarou poeira e cansaço para prestigiar o segundo dia do festival, a sensação é bem ruim, principalmente aqueles fãs que elegeram apenas o domingo para comparecerem ao SWU. Quem vier no último dia de shows ao menos torce para que Cavalera Conspiracy, Incubus, Pixies, Queens Of The Stone Age e Linkin Park compensem a falta de empolgação.
Aliás, se o mote do festival é sustentabilidade e responsabilidade na hora de consumir energia, este domingo foi bem engajado com a causa. Pena que os artistas tenham economizado energia musical, e não elétrica.

JT - Seu Jorge: “Existe preconceito no Brasil”

Jornal da Tarde

Em sua casa no bairro do Pacaembu, em São Paulo, o músico e ator carioca Jorge Mário da Silva, o Seu Jorge, 40 anos, mostra que tem os pés no chão (protegidos por confortáveis meias vermelhas) e a cabeça cheia de projetos.
Primo do sambista Dudu Nobre e sobrinho postiço de Jovelina Pérola Negra, Seu Jorge se considera um sobrevivente. Cresceu na favela Gogó da Ema, no Rio, perdeu o irmão numa chacina, viu a família se despedaçar e passou três anos morando na rua.
Mas foi resgatado pela música e pelo teatro. Ajudou a fundar o conjunto Farofa Carioca e, há dez anos, se lançou à carreira solo na música, que o levou ao cinema. Hoje, casado e pai de três filhas, ele está em turnê com músicos do Nação Zumbi, com o CD Almaz, e nas telonas, em Tropa de Elite 2.

Você cresceu numa família unida. Mas, depois que seu irmão foi morto, ela se desestruturou. O que aconteceu?

Não tinha nada a ver ficar na comunidade depois daquilo. Foi todo mundo para a casa de parentes. Nisso, a gente se separou. Eu tinha 20 anos. Para eu estar morto, era um pulinho. Era só eu querer me vingar, como Mané Galinha.

Como preservou a sanidade mental quando viveu na rua?

A música foi fundamental. Mas o mais legal foram os encontros. Conheci Gabriel Moura, sobrinho de Paulinho Moura, num bar. Eu o vi tocando violão. Foi ele quem me levou para o teatro.

Como foi morar na rua e, de repente, trabalhar com grandes nomes da música e do cinema?

É normal. Nunca fui rejeitado por pai, mãe, irmãos. Quando eu estava na rua, as pessoas tinham uma certa suspeita. Mas quando conversavam comigo, mudavam na hora. Por eu ter passado muita dificuldade, hoje, que está tudo bem, não dá pra pirar.

Que sonho realizou quando ganhou a primeira grana?

Casei e trouxe minha mãe para morar comigo (risos). Aluguei uma casa em Copacabana. Não tinha dinheiro para comprar uma. Já tinha saído da situação de rua, mas não estava bem ainda. Eu tinha assinado com a Polygram na época, para fazer um disco com o Farofa Carioca. Foi uma grana legal, uns R$ 27 mil.

Já enfrentou racismo?

Aqui no Brasil, existe preconceito. Uma vez, fui ao cinema de um shopping de São Paulo com minhas filhas, minha mulher, Mari, e a tia dela. Fui num restaurante e saí para comprar cigarro. Nisso, vi um segurança atrás de mim. Falei para a Mari que tinha achado estranho. Aí, ela ficou brava comigo, achando que era bobagem da minha parte. A gente brigou e eu saí na frente. Fui até o estacionamento, para pegar o carro. O elevador abriu e duas senhoras botaram a cabeça para o lado de fora. Quando as velhas me viram, fecharam a porta e subiram de novo.

Elas foram chamar o segurança?

Sim. Quando subiram, lá estavam minha família e um segurança. As duas disseram que tinha um preto lá embaixo. Achavam que eu queria roubá-las. A Mari se ligou. Quando ela viu que era eu, começou a gritar. As duas subiram correndo. Fui atrás delas para dar voz de prisão: “Eu não passei por vocês, não falei com vocês. Como vocês podem suspeitar de mim? Por que sou preto? Então, é racismo”. Sabe o que eu descobri? Que elas gostavam do Seu Jorge.

O que acontece no Brasil é preconceito velado?

Enquanto a disparidade social não for resolvida, o racismo vai continuar. Eu tenho um Mustang. Quando estou dirigindo, os motoboys gritam, ficam orgulhosos. Quando é playboy, rola recalque.

Como surgiu o convite para integrar o elenco de ‘Tropa 2’?

Eu estava no Rio. Encontrei com Marcos Prado, produtor do filme, e ele me perguntou se eu não faria uma ponta no Tropa 2. Eu trabalharia até como o cara do café. Eu queria ter participado do Tropa 1. É um papel pequeno, mas intenso. Não li o roteiro. O (José) Padilha me contou na hora.

Para você, cinema e música têm o mesmo peso?

Com certeza. Todo ano, faço um, dois filmes. É a prova de que tenho essa carreira. E sem agente procurando filme para mim. Os diretores me ligam. Agora mesmo eu tenho quatro projetos e sei que dois deles não vou poder fazer, porque vão ser ao mesmo tempo.

E já escolheu quais vai fazer?

Topei os quatro, meu amor. É que eles são ótimos: a trilha sonora de um filme de Vincent Cassel; um filme com Justin Timberlake; uma animação do Carlos Saldanha; e um filme de Mika Kaurismäki. E sofro tanto quando acaba, porque não sei se vou ver de novo Bill Murray ou Brian Cox. Quando vou filmar de novo com dona Fernanda Montenegro? Sou negro, vim da favela do Rio, sem formação acadêmica e com a oportunidade de ter isso na minha vida. É muito importante.

Você estudou até que série?

Até a 7ª série. Mas tenho vontade de voltar a estudar. Todo dia penso nisso. Em dezembro, vou morar nos EUA, pensando no trabalho e na escola das crianças. Vou ficar lá durante o tempo que minhas filhas mandarem. No tempo ocioso, quero estudar e vou começar me aplicando em economia.

Economia? Desde quando você se interessa pelo assunto?

Fiz uma projeção que o dólar ia parar em R$ 1,30 em maio de 2007. E deu certo. Eu tinha feito essa previsão em setembro. Aí falei: tenho de fazer essa porra. Todo dia, assisto ao Conta Corrente, Globo News Indicadores. É um vicio. Economia é um instrumento vital para eu saber o que farei daqui a 5 anos.

Como avalia o quadro econômico brasileiro?

Para se adequar à nova situação, o Brasil tinha de fazer uma série de reformas fundamentais, como reduzir a dívida e o gasto público. Mas entendo que o presidente Lula fez sua parte. O Brasil está na mídia econômica por causa dele. Votei nele uma vez. Mas não quero participar dessa votação. Os candidatos não têm propostas.

Você fez curso de inglês por causa da carreira internacional?

Nunca fiz. Mas falo inglês, francês, italiano. Tudo no autodidatismo. Tenho um ouvido muito bom.

Com quem você tem vontade de trabalhar?

Eu gostaria de levar um som com o vibrafonista Roy Ayers, André 3000, vocalista do Outkast, Cat Power, Charlotte Gainsbourg, com quem quase fiz um filme. Acabei de fazer um som com o Beck, gravei com Jack Johnson, fiz um som com o Sérgio Mendes e devo me encontrar com Erykah Badu.

Você está em turnê internacional com o novo ‘Almaz’, que ainda não chegou ao Brasil. Por que lançá-lo no exterior?

É um trabalho que não tem uma sonoridade que se reconheça. Muitas vezes, a situação no Brasil não permite que as pessoas estejam antenadas, em tempo real, com aquilo que está acontecendo. Aí, você precisa tentar muito até que todo mundo esteja sabendo. Não temos esse tempo nas nossas vidas. Ou vai ou não vai. E sentimos que o Brasil não ia assim de cara.

Com o disco ‘Cru’, você já havia tido essa experiência, não?

O Cru apanhou muito da crítica daqui. Ninguém entendeu. Talvez porque houvesse expectativa de eu ser mainstream. Gosto da liberdade de apresentar coisas novas. Mas ganhei cinco estrelas da Rolling Stone, The Guardian. Então, me desculpa, não vou me preocupar com a imprensa daqui do Brasil.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 08/10/2010

Estado de São Paulo

"Ingressos para shows de Belle & Sebastian já estão à venda".

Folha de São Paulo

"Grupo canadense Rush traz canções antigas e inéditas a São Paulo".

Jornal do Brasil

"SWU: mais de 700 músicos passarão pelo evento".

Estadão - Ingressos para shows de Belle & Sebastian já estão à vendaEstadão.com.br

Estadão.com.br

Os ingressos para os shows que o grupo Belle & Sebastian faz no Brasil já estão à venda. Em São Paulo, a apresentação acontece no dia 10 de novembro, na Via Funchal, com entradas de R$ 180 a R$ 250. A venda acontece pela internet, no http://www.viafunchal.com.br/, ou nas bilheterias da casa de shows. No Rio, a banda toca no Circo Voador, no dia 12, com ingressos a R$ 100 para quem doar um quilo de alimento ou um livro usado, à venda pelo site http://www.ingresso.com.br/.
DivulgaçãoBanda volta ao Brasil após nove anos
O show na capital fluminense acontece graças aos esforços de fãs, que arrecadaram dinheiro em ações pela internet e bancaram o cachê da banda.
Dez anos depois do lançamento de seu álbum de estréia, Tigermilk, 2010 a banda voltou ao estúdio, escrevendo novas canções e arranjos. As novas músicas foram gravadas entre abril e maio, antes do grupo embarcar para um número seleto de shows ao redor do mundo.
Em setembro, o Belle & Sebastian lançou o disco "Write about love", com download gratuito e trechos de músicas inéditas, que provavelmente estarão incluídas no show.
O grupo escocês se apresentou pela primeira vez no País no Free Jazz Festival, em 2001, quando tocaram "A Minha Menina", música de Jorge Ben Jor que ficou famosa nos EUA graças ao Mutantes.

Belle & Sebastian
São Paulo - 10 de novembro, 22h. Via Funchal (Rua Funchal, 65 - Vila Olímpia). Pista Premium (em pé): R$ 250; pista: R$ 180; mezanino: R$ 200; camarote: R$ 250. Vendas no site http://www.viafunchal.com.br/ ou nas bilheterias da Via Funchal, das 12h às 22h (de segunda à Domingo. Informações: (11) 3846-2300
Rio de Janeiro - 12 de novembro, 23h. Circo Voador (Rua dos Arcos, s/n° - Lapa). R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia-entrada com doação de 1kg de alimento ou livro usado). Vendas no site http://www.ingresso.com.br/

Folha - Grupo canadense Rush traz canções antigas e inéditas a São Paulo

DE SÃO PAULO

Depois de ter sido palco para Bon Jovi na última quarta-feira (6), o estádio do Morumbi recebe hoje os canadenses do Rush, como parte da turnê "Time Machine" (máquina do tempo), iniciada em junho deste ano.
No show, que deve durar pouco mais de duas horas, o grupo formado por Geddy Lee (baixo, teclado e vocal), Alex Lifeson (guitarra) e Neil Peart (bateria) vai mostrar sucessos do passado, mas também oferecer ao público músicas novas.
Como inéditas, o Rush promete "Caravan" e "BU2B", que integram o disco que ainda está por vir ("Clockwork Angels", com lançamento previsto para o ano que vem).
O álbum "Moving Pictures", lançado em 1981 e que trazia os hits "Tom Sawyer" e "Limelight", deve ser tocado na íntegra.
Os canadenses vão se apresentar também no Rio de Janeiro, neste domingo (10/ 10), no Citibank Hall.

JB - SWU: mais de 700 músicos passarão pelo evento

Portal Terra

São pelo menos 700 músicos que utilizarão um total de 100 toneladas de equipamentos de som. Os números impressionam e fazem parte do Festival SWU, que começa neste sábado (9) na Fazenda Maeda em Itu, interior de São Paulo. Nos próximos três dias, os palcos Água e Ar receberão atrações como Rage Against The Machine, Queens Of The Stone Age, Pixies, Incubus, Regina Spektor, Linkin Park entre muitos outros.
No total, foram R$ 45 milhões de investimento no projeto. O resultado foi um line up invejável de atrações reunidas em um festival com uma mensagem bem clara de sustentabilidade. Tanto que a música, ainda que protagonista, não é única atração do SWU. Laboratórios de reciclagem e fóruns de debate sobre o tema também estarão no espaço reservado para o festival.
Os tropeços da organização ficaram por conta de algumas reclamações do público sobre preços. Os ingressos foram os primeiros alvos da reclamação. A última polêmica veio com o estacionamento. Aos que forem de carro, e quiserem estacionar na Fazenda Maeda, terão que pagar R$ 100 caso o veículo tenha até três pessoas. Caso tenha quatro, ou mais, o valor cai para R$ 50.
Independentemente das reclamações, o SWU tem números que impressionam. E tem bastante potencial para se firmar como um dos grandes eventos musicais do segundo semestre. Veja abaixo os números oficiais do evento:
Estrutura 74 atrações musicais 700 músicos Mais de 50 horas de música 100 toneladas de equipamentos de som 175 mil watts de potência apenas nos palcos principais 3300 pessoas envolvidas diretamente na produção e organização 39 geradores à base de biodiesel - totalizando 12.290 KVAs em energia 25 km de cabeamento para distribuição de energia. 70 km de cabeamento de rede elétrica para energização de tendas, galpões e outros 400 toneladas de equipamentos de montagem (palcos, pisos e rampas)
Restaurantes/bares: 24 restaurantes, equivalentes a 900m2 5 bares, equivalentes a 600 m2 300 ambulantes cadastrados
Atendimento médico 15 postos médicos Pronto atendimento 24h 1 helicóptero UTI 11 ambulâncias 270 profissionais da área médica durante os três dias de festival
Equipes de segurança Seguranças: 1500 na arena, 600 nos acessos e 500 nos campings Policiais militares: 280 Polícia Rodoviária: 50 nas proximidades do evento GCM (Guarda Civil Municipal): 30 Brigadistas: 150

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 07/10/2010

Folha de São Paulo

"Bon Jovi faz pout-pourri de sucessos e canta "Pretty Woman" em SP".

Jornal do Brasil

"Bon Jovi lota Morumbi em quase três horas de show".

Folha - Bon Jovi faz pout-pourri de sucessos e canta "Pretty Woman" em SP

DE SÃO PAULO

Como toda banda de rock dos anos 1980, Bon Jovi às vezes soa meio cafona. Mas é inegável que, no caso do grupo americano, é impossível passar batido pelo repertório cheio de hits, como o que foi apresentado nesta quarta-feira (6) para um lotado Estádio do Morumbi, em São Paulo.
Em quase três horas de show, o vocalista Jon Bon Jovi, o guitarrista Richie Sambora, o tecladista David Bryan, o baterista Tico Torres e o baixista Hugh McDonald executaram 28 músicas. A sequência das faixas foi muito parecida com a do show da banda em Buenos Aires, na Argentina, que aconteceu no último domingo (3).
Após abrir com a música "Blood on Blood", do álbum "New Jersey", de 1988, a banda logo partiu para um de seus maiores sucessos, "You Give Love a Bad Name", levantando a plateia, que cantou todas as músicas e acompanhou o vocalista batendo palmas e abanando as mãos no ar.
Assim como havia dito durante entrevista coletiva realizada antes do show, a banda mostra que se mantém ainda hoje como um dos grandes nomes do rock mundial justamente por que consegue agradar públicos de todas as gerações. Sendo assim, Bon Jovi fez questão de alternar sucessos das décadas de 1980 e 1990 com algumas músicas dos últimos álbuns.
O grande destaque da noite ficou por conta do momento em que a banda tocou "It's My Life", partindo em seguida para "Bad Medicine" e dali iniciando um grande pout-pourri de sucessos, que incluiu ainda a música "Pretty Woman", de Roy Orbison, mais conhecida como trilha do filme "Uma Linda Mulher", estrelado por Richard Gere e Julia Roberts", e a música de torcida americana "Shout". Entre uma e outra canção, a banda voltava para "Bad Medicine", levando os presentes ao delírio.
A partir dali, até mesmo quem não estava nas mãos de Jon, o vocalista-galã --que arranca suspiros até hoje de mulheres de todas as idades--, caiu em suas graças. Foi a deixa para seguir com músicas mais românticas, como "Always", cujo refrão foi cantado por quase todos os fãs presentes.
Um show (quase) sem surpresas, mas não menos divertido por isso. Musicalmente, talvez deixe a desejar em alguns momentos, mas o que interessa no palco, a julgar pelos olhares e gritos das mulheres na plateia a cada vez que Jon rebolava, é mesmo o vocalista.

FRESNO

A banda gaúcha de emocore Fresno, escolhida para abrir o show dos americanos, sofreu com protestos durante sua apresentação. Milhares de pessoas vaiavam a cada música que a banda tocava, fazendo ainda gestos obscenos para o vocalista, Lucas.
"11 anos de Fresno. É o sonho de qualquer banda estar aqui hoje", disse Lucas, agradecendo o "respeito" da plateia, ao se despedir.

JB - Bon Jovi lota Morumbi em quase três horas de show

Portal Terra

SÃO PAULO - Com previsão de receber 68 mil pessoas, o Estádio do Morumbi, em São Paulo, ficou lotado na noite desta quarta-feira para curtir a apresentação da banda Bon Jovi, que voltou ao Brasil após 15 anos. Depois de enfrentar a abertura da banda gaúcha Fresno, que chegou a ser vaiada diversas vezes durante seu show, os seguidores do grupo de Nova Jersey finalmente foram ao delírio por volta das 21h20, quando o palco foi tomado durante 2h50 de hits infalíveis para públicos em grandes arenas.
Com sucessos de sobra em sua carreira, montar um setlist empolgante para seus fãs não é das tarefas mais árduas para o grupo. Horas antes do show, em entrevista coletiva, Jon Bon Jovi disse que "não sabia qual seria o repertório". Na realidade, já tinha uma ideia bem próxima, já que o show de São Paulo contou praticamente com a mesma sequência da apresentação em Buenos Aires, com alterações mínimas.
Logo de cara, o músico tocou Blood on Blood, We Weren't Born to Follow e You Give Love a Bad Name, esta última cantada em coro pelo estádio. O cantor gritou ao microfone: "Vocês estão comigo nesta noite? Me mostrem o seu melhor", no estilo mais tradicional do rock de arena que consagrou a banda.
"São Paulo, é muito bom voltar aqui. Faz muito tempo que não tocamos no Brasil. Vendo essa recepção de vocês, não faço ideia do porquê. Nós deveríamos fazer shows aqui todos os anos", disse o cantor, arrancando gritos ensurdecedores. Com esta primeira etapa voltada para os hits mais recentes, Bon Jovi empolgou com seu setlist, mas não tanto comparado com o que estaria por vir.
O repertório programado pelos americanos incluiu Born to Be My Baby, In These Arms, Runaway, It's My Life e Bad Medicine, esta última que ganhou um "improviso" de Pretty Woman, de Roy Orbinson.
Com esta quantidade de hits, é impossível descrever a quantidade de lágrimas derrubadas pelas fãs espremidas nas grades que separavam a pista normal da área VIP. Com faixas, camisetas, cartazes e máquinas fotográficas ininterruptas, as seguidoras de Jon Bon Jovi não paravam, mostrando que o galã segue fazendo sucesso, mesmo aos seus 48 anos.
Falando na idade, o roqueiro segue empolgado no palco, dando seus pulinhos, apontando para fãs e sempre trocando olhares com a primeira fileira quando pode. Por outro lado, é evidente que o vocalista evita boa parte dos agudos registrados nos anos 80 e 90. No entanto, isso não incomodou ninguém, sobrando inclusive algumas frases para serem cantadas pela plateia.
Quem também teve sua vez no microfone foi o guitarrista Richie Sambora. O músico assumiu os vocais em Lay Your Hands on Me. Neste momento, a imagem de um vitral toma conta do grande telão que fica atrás da banda. "Sei que hoje não é domingo, mas vou levar todos vocês para a igreja", brincou Sambora.
Depois disso, Jon retomou o microfone para outra sequência arrebatadora de sucessos. Always, Blaze of Glory e I'll Be There For You. Desnecessário dizer que os gritos se tornaram cada vez mais ensurdecedores, talvez em função do som no estádio, um pouco mais baixo que o usual para shows desse porte. Em Always, o coro do tradicional refrão inundou o estádio. Só não cantou quem aproveitou o momento romântico para trocar beijos.
Para se "despedir", a banda escolheu Keep the Faith. Com as luzes do estádio ainda apagadas, poucos se movimentavam pois já esperavam pelo bis, que não deve ter decepcionado ninguém.
Munido de seu violão, Jon Bon Jovi retornou ao palco ovacionado. Para abrir o bis, These Days. Com a quantidade de hits já tocadas no setlist, o público já sabia o que esperar. A banda emendou Wanted Dead or Alive, Someday I'll Be Saturday Night e Livin' On a Prayer, que teve seu refrão entoado pelo público antes do bis. "Vocês não conseguem esperar, não é?", brincou o roqueiro.
Depois do final apoteótico de Livin' On a Prayer, Jon novamente foi ao microfone para se despedir. Ovacionado mais uma vez pelos fãs, o músico ficou parado, estático, observando a reação de seus seguidores. Comovido pelos aplausos, assobios e gritos incessantes, o vocalista "convocou uma reunião" com sua banda. Depois de alguns minutos conversando com os integrantes, Jon disse que tocariam mais uma música.
Passado o pequeno "teatro", os músicos retomaram seus postos para Bed of Roses, promovendo outro momento emocionante para os fãs do grupo. Desta vez, enquanto a banda ainda tocava, Jon deixou o palco silenciosamente e se despediu dos brasileiros acenando para o público pra lá de satisfeito.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Destaques dos Jornais 05/10/2010

Jornal da Tarde

"McCartney: produtora anuncia ingressos hoje".

JT - McCartney: produtora anuncia ingressos hoje

Jornal da Tarde

Ainda hoje pela manhã, dia 5 de outubro, a DC Set Produções divulgará mais detalhes sobre os ingressos para o primeiro show de Paul McCartney no Brasil – em Porto Alegre, dia 7 de novembro, no estádio Beira Rio. A pré-venda começa na próxima quinta-feira, dia 7, e sócios do Sport Club Internacional terão prioridade.
Para a apresentação em São Paulo, dia 21, no estádio do Morumbi, os detalhes devem ser revelados no decorrer desta semana.
Ontem Paul McCartney anunciou oficialmente a extensão de sua turnê Up and Coming pela América do Sul. Novas datas na Argetina e Chile devem ser anunciadas em breve.
Na atual turnê Up and Coming, Paul McCartney apresenta 36 músicas em quase três horas de show. O repertório é basicamente o mesmo, mas para esta nova etapa na América do Sul o ex-beatle pode fazer alguma alteração.
Confira a seguir as canções do repertório de shows mais recentes – as marcadas têm links para vídeos exclusivos feitos por fãs que assistiram ao show das primeiras filas na plateia:

1. Venus and Mars / Rockshow
2. Jet
3. All My Loving
4. Letting Go
5. Drive My Car
6. Highway
7. Let Me Roll It
8. The Long And Winding Road
9. Nineteen Hundred and Eighty Five
10. Let ‘Em In
11. My Love
12. I’ve Just Seen A Face
13. And I Love Her
14. Blackbird
15. Here Today
16. Dance Tonight
17. Mrs Vandebilt
18. Eleanor Rigby
19. Something
20. Sing The Changes
21. Band On The Run
22. Ob-La-Di, Ob-La-Da
23. Back In The USSR
24. I’ve Got A Feeling
25. Paperback Writer
26. A Day In The Life / Give Peace A Chance
27. Let It Be
28. Live And Let Die
29. Hey Jude

Primeiro Bis
30. Day Tripper
31. Lady Madonna
32. Get Back

Segundo Bis
33. Yesterday
34. Helter Skelter
36. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band / The End